Eram sete da manhã e eu tinha acordado, não conseguia pegar no sono e meu marido dormia como um urso, tentei acordá-lo, mas nada, levantei e falei que ia tomar café, ele assentiu com a cabeça, mas sabia que era só um reflexo, se até tava roncando. Desci pelo elevador até o primeiro andar, onde ficava o salão de café do hotel, ainda era cedo e estavam terminando de arrumar as coisas, mal tinham as moças do serviço e um velhinho lendo o jornal num canto. Fui até a mesa principal e comecei a ver as opções, tinha tanta coisa pra escolher, doces, salgados, café, leite, sucos, frutas, pães, não sabia por onde começar, foi quando alguém chegou do meu lado, um moreno enorme, puro músculo, com aquela pele preta que brilha contra a luz, lábios grossos e um corte bem moderno, as mãos dele eram enormes e os dedos cheios de anéis, discretamente notei que ele usava uma calça jeans azul claro com uma camisa justa no corpo, marcando um torso musculoso e gostoso de olhar, até vi entre a camisa entreaberta parte de uma tatuagem no lado direito dele. Talvez porque a gente tava sozinho, talvez porque tava nos genes de caçador masculino dele, ou talvez porque eu não fui tão discreta ao olhar pra ele como tinha pretendido, mas o cara sorriu pra mim e me cumprimentou com um sotaque caribenho gostoso, e eu não consegui evitar rir do tom da voz dele, respondi e ele começou a puxar papo enquanto a gente continuava escolhendo o que comer. Ele, bem cavalheiro, começou a me elogiar, a dizer que todas as argentinas eram muito bonitas, e se eu sabia onde tinha outras minas tão gostosas quanto eu, e se eu tava sozinha, e que meus olhos, e que meu sorriso, e que meu sotaque... e eu comentei que era paraguaia e não argentina. E eu me deixei seduzir nesse jogo inocente, porque ele me fazia rir com as palavras dele e com o sotaque, e eu só entrei na dele, e o cara tinha me caído nas graças, me sentia insignificante do lado dele, tão pequena, tão magrinha, e ele, puro músculo marcado, um urso de dois metros. metros de altura…
Educadamente, coloquei distância dele, falei que ‘meu marido’ estava chegando, e ele respondeu ‘que era previsível que uma mulher tão gostosa tivesse um namorado’. Fui até uma das mesas e ele sentou uns metros mais longe.
E sim, pouco tempo depois o Osvaldo chegou, e também percebi que ele não estava sozinho; na mesa dele tinha chegado outro cara, tão grande quanto ele, só que completamente careca.
Aquele café da manhã foi super sexual e perigoso. Eles estavam sentados de costas pro meu marido, então eu tinha contato visual com eles e notava que não tiravam os olhos de mim, e ainda me davam sorrisos perigosos. Sabia que estavam brincando com toda a situação, e eu morria de vontade de disfarçar tudo que tava rolando.
Quando terminamos o café, voltamos pro quarto. Eu ia seguindo meu marido e, quando passamos pela mesa dos caras, o que tinha falado comigo antes pegou minha mão rápido e colocou um guardanapo amassado nela. Segui sem reagir, disfarçando na frente do Osvaldo, e quando cheguei no quarto, falei que precisava ir ao banheiro.
Entrei, fechei a porta e sentei no vaso. Abri o guardanabo nervosa, a tinta tinha borrado, mas mesmo assim consegui ler o nome dele, Carlos, e o número de telefone.
Talvez eu não devesse ter salvado o número e só jogado o papel no lixo, mas sim, salvei o número e começamos a conversar pelo WhatsApp. Não fazia isso com qualquer um, mas aquele homem negro me causava uma atração impensável. Qual mulher nunca fantasiou com um homem negro? E eu era uma mulher que aproveitava as oportunidades, já tinha traído meu marido umas duas vezes, mas isso era diferente…
Os dias seguintes foram uma loucura. Não sei como aconteceu, mas aos poucos eu tava mais focada nas mensagens do Carlos do que em curtir as férias com meu marido. É que as palavras secretas tinham aquele prazer do proibido, aquele gostinho de pecado, e ter o celular na mão enquanto ele Ao mesmo tempo em que falava com Osvaldo, me fazia subir a adrenalina como numa montanha-russa.
Acontece que o Carlos estava no meu país numa jornada de treinamento da empresa dele, uma multinacional, junto com o José, o amigo dele, que ambos tinham esposas e filhos na terra natal, mas aqui curtiam a solteirice, e também a gente falava sobre aquilo, ele me dizia que queria me comer, que me faria sentir muito bem, que eu era gostosa, e se alguma vez eu tinha feito com um negro e isso e aquilo, era uma avalanche e eu não sabia como parar, só sei que ficava toda molhada e imaginando… imaginando demais…
Nada teria passado de jogos de palavras, porque eu ficava o dia todo com meu marido e não teria, nem buscava ser infiel… mas o Osvaldo veio com o papo da pesca embarcada, ele adorava sair pra pescar com os amigos, e naquele lugar, era mais uma atração turística, pagava uns trocados e te levavam a noite inteira numa barcaça grande pelo lago, e mesmo que soe muito puta da minha parte, quando ele comentou, eu só empurrei pra ele não deixar passar a oportunidade…
Joguei minhas cartas, comentei com o Carlos que teríamos uma chance e que ele se livrasse do José, o amigo dele.
Foi assim que ontem à noite, depois do jantar, me despedi do meu querido Osvaldo, que já tinha toda a roupa preparada, dei um beijo nele na porta do hotel, onde o carro esperava pra levá-lo ao cais.
Tava tudo pronto, subi pro meu quarto, avisei o moreno que em alguns minutos subiria pro quarto dele, só por precaução não queria que ele descesse pro meu, coloquei uma calcinha fio dental pequena, preta, deixei o sutiã de lado pra ocasião e escolhi um vestido florido, daqueles que ajustam na cintura e ficam largos pra baixo, na altura da canela, nada demais, prendi o cabelo e um detalhe bonito, meus sapatos de salto fino, muito elegantes, muito sensuais.
Subi de elevador do oitavo pro décimo segundo andar, ele me esperava na moldura da porta, quase batendo a cabeça no topo, tava com uma calça folgada, descalço e com o torso nu, me fez entrar, deu o primeiro passo, veio na minha direção, passou as mãos grandes por baixo do vestido e apoiou elas nas minhas nádegas, me levantou no ar sem dificuldade, como se eu fosse uma pluma, eu o envolvi com braços e pernas, minha cabeça ficou acima da dele, beijei ele profundamente, aqueles lábios grossos como poucos, senti o cheiro estranho na pele dele, diferente, sexual, acariciei os músculos dele, puro aço preto, fiquei molhada igual uma puta no cio, porra, sem me deixar cair, as mãos poderosas dele como tenazes se agarraram na minha calcinha fio-dental e no silêncio do quarto ouvi ela rasgar até saber que não tinha sobrado nada dela, tinha me custado uma grana boa, mas admito que aquilo foi excitante, devagar ele me deixou cair de novo no chão e enquanto fazia isso foi subindo meu vestido, meu corpinho magro ficou nu e indefeso do lado dele, mal equilibrada nos saltos finos dos meus sapatos...
Sutilmente ele foi me ajeitando de joelhos num sofá macio de dois lugares, e ele ficou parado de um lado, sabia o que queria, peguei a calça jeans dele e soltei o botão, tava com vontade, finalmente uma fantasia que eu ia realizar, uma pica preta boa, ele me ajudou a abaixar a calça e deus... era uma pica preta enorme,
Peguei ela com a mão, fechei os olhos e levei até minha boca, com dificuldade mal consegui colocar um pedacinho pra dentro, era um animal, salivei a cabeça dela, passei a língua por ela, Carlos só deixava eu fazer, acariciando meus cabelos...
Carlos tinha uma pica realmente enorme, quente e gostosa, eu me sentia toda molhada e enquanto chupava devagar imaginava o tesão que ia ser sentir tudo aquilo dentro de mim.
Tava no melhor da mamada quando aconteceu algo que não tava nos meus planos, o 'tac' forte da fechadura magnética da porta do quarto chamou a atenção, a figura de José, o amigo dele, apareceu, e lá estava eu, nua chupando a pica do amigo dele, Carlos, que, só por precaução, sem saber minha reação, segurava a pica dele firme dentro da minha boca.
E eu não Não disse nada, fiquei na expectativa. José caminhou devagar até nós, tirou a camiseta preta que vestia e deixou a calça cair, se preparando pra jogar um jogo no qual não foi convidado — pelo menos não por mim. Mas imaginei que eles tinham planejado tudo nos mínimos detalhes, e enquanto o via se aproximar, fui pensando nos meus movimentos. Talvez devesse dar tudo por encerrado, mas talvez tivesse na minha frente a chance de realizar outra fantasia: um trio com dois homens… negros.
E me deixei levar. Sem parar de chupar a piroca do Carlos, acompanhei José com o olhar até perdê-lo de vista atrás de mim, sem deixar de notar que, pra minha sorte, esse negrão também tinha uma piroca do caralho.
Continuei focada no meu trabalho, mas sentia minha bucetinha transbordando de tesão. De repente, um par de dedos do recém-chegado se enfiou fundo dentro de mim, começando a brincar em movimentos de saca-rolha, arrancando uns orgasminhos gostosos. Depois de alguns segundos, senti a língua dele brincando no meu clitóris e aí sim, eu tava à beira do abismo e só precisava de um empurrãozinho. Comecei a gritar que nem uma puta, e Carlos tratou de enfiar a carne dele mais e mais fundo só pra calar meus gemidos. Eu respirava quase sufocada, soltando e puxando o ar pelo nariz, já que a boca tava entupida.
Missão cumprida, a língua do José passou da minha buceta pro meu cu. Senti ele brincar por lá e fiquei receptiva. A ideia me pareceu sexy. Por que não?, pensei.
José foi me sodomizando devagar, primeiro com os dedos — um, dois — e depois chegou a vez da piroca grossa dele. Porra, dava pra sentir cada pedaço daquela carne entrando e saindo do meu cu. Era loucura: um me comia pela boca, outro pelo cu, mas ninguém ainda tava me fodendo de verdade.
E talvez o acaso de uma noite mágica fosse me levar a realizar fantasias demais…
José me tirou daquela posição e me levantou no ar, igual o Carlos tinha feito antes, só que dessa vez minhas costas estavam contra o peito dele e ele me segurava com as pernas abertas, enfiado no meu cu. minha buceta servida em bandeja foi demais, ele veio pela frente, me fizeram o recheio do sanduíche, em segundos eu já tinha ele dentro do meu sexo…
E assim me vi suspensa no ar pelas duas feras, um na frente, outro atrás, com paus enormes que me enchiam, que sobravam em mim, mas eu me afogava em gritos de prazer, me segurando naqueles ombros poderosos, balançando sem controle pra cima e pra baixo, mais e mais, orgasmo atrás de orgasmo…
Quando se cansaram de alargar meus buracos, me jogaram de novo no sofá, fazendo meu peito encostar no encosto, ficando de quatro, entregue. José veio e começou a me comer muito bruto, muito fundo, demais, me fazendo gritar. Carlos parou do lado, passou uma perna sobre minhas costas, se aproximou e foi a vez dele meter no meu cu.
Os minutos passaram, fizeram comigo o que quiseram, e eu amei que fosse assim…
Me levaram pro quarto, eu tava de costas no colchão, José tinha levantado minhas pernas, levando os joelhos quase até os lados da minha cabeça, eu tava toda curvada e ele me penetrava bem fundo, arrancando um prazer doloroso a cada estocada, ele era muito grande, e com a força de macho dele eu tava submissa, não podia fazer nada além de aguentar aquela pica enorme que me partia ao meio, gemer e cravar minhas unhas afiadas nos lençóis…
Carlos esperava a vez dele, só observando o amigo me comendo…
Senti ele gozar, ahhh!!! O prazer incomparável de um homem enchendo meu sexo, a pica dele explodiu dentro de mim e me deixou à beira do desmaio, senti minha buceta inundada de porra quente…
Ele se afastou pra um lado, e Carlos tomou o lugar, começou a me comer sem se importar que minha buceta tava escorrendo porra, isso foi muito sexy, ele não demoraria pra gozar…
Carlos tirou a pica enorme dele e apoiou no meu clitóris, tava toda lambuzada com a porra do José, e ele só se moveu pra frente e pra trás, roçando ritmadamente meu botãozinho de prazer, buscando o fim dele, buscando o meu… final…
Eu olhava com desejo pra ponta da rola dele, esperando e desejando aquele momento, me acariciando os bicos dos peitos.
e de repente o vulcão explodiu, se contraiu e jorrou um jorro interminável de porra quente que bateu nos meus peitos, no meu pescoço, no meu rosto, até nos meus cabelos, e mais um, e outro, sem fim… os últimos tiros já sem força acabaram banhando toda a minha barriguinha…
Fiquei igual uma bebona, brincando com meus dedos naquela porra quente, levando eles à boca, curtindo o gosto do sêmen do Carlos, até enfiando os dedos bem fundo no meu buraquinho… porque ainda tinha gosto do José…
Eu tava satisfeita, minha ideia era voltar pro meu quarto, Carlos pegou o celular dele e começou a ver mensagens, cagando pra situação, mas José veio em cima de mim com o pau duro e me enterrou de novo no cu, e isso foi o começo de um jogo perverso, eles começaram a se revezar, enquanto um descansava o outro me comia, e eu era a única que não tinha descanso, pra mim era pau, pau e mais pau…
Me assustei quando os primeiros raios de luz entraram pela janela, merda, tinha perdido a noção do tempo, não sabia que horas meu marido ia voltar, mas sem dúvida o tempo tava curto, falei com o Carlos e ele entendeu a situação, só pedi pra tomar um banho rápido, tava imprestável…
Fui no banheiro me lavar, e na primeira distração o Carlos tinha se enfiado do meu lado, mas que homem… falei que não, não e não… mas aquele bombom enorme de chocolate me dominava, aqueles músculos, aquela pele preta, aquela tatuagem, aqueles lábios carnudos, e aquele pau… que pau lindo…
Ele me comeu pela última vez contra os azulejos do banheiro, debaixo da água morna do chuveiro e do vapor que tomou o lugar… aliás, foi muito romântico…
Peguei meu vestido, vesti, só isso, não tinha levado sutiã e o Carlos tinha destruído minha calcinha fio dental, desci de elevador descalça, segurando os sapatos na mão…
Entrei no quarto, sequei bem o cabelo, deixei as roupas de lado e me deitei peladinha, como Deus me trouxe ao mundo, não demorei pra pegar no sono…
E aqui a gente volta pro começo da história, o Osvaldo chegando. e me encontrar nua, ele tinha assumido que eu esperava por ele, mas meu corpinho inteiro doía, o fundo da minha buceta, meu cu todo dilatado e eu estava enojada de porra, mas a excitação pelo que vivi era tão forte que eu queria me revirar com meu marido, e entre nós… depois do que eu tinha engolido, o pau dele, com certeza não ia me machucar…
Educadamente, coloquei distância dele, falei que ‘meu marido’ estava chegando, e ele respondeu ‘que era previsível que uma mulher tão gostosa tivesse um namorado’. Fui até uma das mesas e ele sentou uns metros mais longe.
E sim, pouco tempo depois o Osvaldo chegou, e também percebi que ele não estava sozinho; na mesa dele tinha chegado outro cara, tão grande quanto ele, só que completamente careca.
Aquele café da manhã foi super sexual e perigoso. Eles estavam sentados de costas pro meu marido, então eu tinha contato visual com eles e notava que não tiravam os olhos de mim, e ainda me davam sorrisos perigosos. Sabia que estavam brincando com toda a situação, e eu morria de vontade de disfarçar tudo que tava rolando.
Quando terminamos o café, voltamos pro quarto. Eu ia seguindo meu marido e, quando passamos pela mesa dos caras, o que tinha falado comigo antes pegou minha mão rápido e colocou um guardanapo amassado nela. Segui sem reagir, disfarçando na frente do Osvaldo, e quando cheguei no quarto, falei que precisava ir ao banheiro.
Entrei, fechei a porta e sentei no vaso. Abri o guardanabo nervosa, a tinta tinha borrado, mas mesmo assim consegui ler o nome dele, Carlos, e o número de telefone.
Talvez eu não devesse ter salvado o número e só jogado o papel no lixo, mas sim, salvei o número e começamos a conversar pelo WhatsApp. Não fazia isso com qualquer um, mas aquele homem negro me causava uma atração impensável. Qual mulher nunca fantasiou com um homem negro? E eu era uma mulher que aproveitava as oportunidades, já tinha traído meu marido umas duas vezes, mas isso era diferente…
Os dias seguintes foram uma loucura. Não sei como aconteceu, mas aos poucos eu tava mais focada nas mensagens do Carlos do que em curtir as férias com meu marido. É que as palavras secretas tinham aquele prazer do proibido, aquele gostinho de pecado, e ter o celular na mão enquanto ele Ao mesmo tempo em que falava com Osvaldo, me fazia subir a adrenalina como numa montanha-russa.
Acontece que o Carlos estava no meu país numa jornada de treinamento da empresa dele, uma multinacional, junto com o José, o amigo dele, que ambos tinham esposas e filhos na terra natal, mas aqui curtiam a solteirice, e também a gente falava sobre aquilo, ele me dizia que queria me comer, que me faria sentir muito bem, que eu era gostosa, e se alguma vez eu tinha feito com um negro e isso e aquilo, era uma avalanche e eu não sabia como parar, só sei que ficava toda molhada e imaginando… imaginando demais…
Nada teria passado de jogos de palavras, porque eu ficava o dia todo com meu marido e não teria, nem buscava ser infiel… mas o Osvaldo veio com o papo da pesca embarcada, ele adorava sair pra pescar com os amigos, e naquele lugar, era mais uma atração turística, pagava uns trocados e te levavam a noite inteira numa barcaça grande pelo lago, e mesmo que soe muito puta da minha parte, quando ele comentou, eu só empurrei pra ele não deixar passar a oportunidade…
Joguei minhas cartas, comentei com o Carlos que teríamos uma chance e que ele se livrasse do José, o amigo dele.
Foi assim que ontem à noite, depois do jantar, me despedi do meu querido Osvaldo, que já tinha toda a roupa preparada, dei um beijo nele na porta do hotel, onde o carro esperava pra levá-lo ao cais.
Tava tudo pronto, subi pro meu quarto, avisei o moreno que em alguns minutos subiria pro quarto dele, só por precaução não queria que ele descesse pro meu, coloquei uma calcinha fio dental pequena, preta, deixei o sutiã de lado pra ocasião e escolhi um vestido florido, daqueles que ajustam na cintura e ficam largos pra baixo, na altura da canela, nada demais, prendi o cabelo e um detalhe bonito, meus sapatos de salto fino, muito elegantes, muito sensuais.
Subi de elevador do oitavo pro décimo segundo andar, ele me esperava na moldura da porta, quase batendo a cabeça no topo, tava com uma calça folgada, descalço e com o torso nu, me fez entrar, deu o primeiro passo, veio na minha direção, passou as mãos grandes por baixo do vestido e apoiou elas nas minhas nádegas, me levantou no ar sem dificuldade, como se eu fosse uma pluma, eu o envolvi com braços e pernas, minha cabeça ficou acima da dele, beijei ele profundamente, aqueles lábios grossos como poucos, senti o cheiro estranho na pele dele, diferente, sexual, acariciei os músculos dele, puro aço preto, fiquei molhada igual uma puta no cio, porra, sem me deixar cair, as mãos poderosas dele como tenazes se agarraram na minha calcinha fio-dental e no silêncio do quarto ouvi ela rasgar até saber que não tinha sobrado nada dela, tinha me custado uma grana boa, mas admito que aquilo foi excitante, devagar ele me deixou cair de novo no chão e enquanto fazia isso foi subindo meu vestido, meu corpinho magro ficou nu e indefeso do lado dele, mal equilibrada nos saltos finos dos meus sapatos...
Sutilmente ele foi me ajeitando de joelhos num sofá macio de dois lugares, e ele ficou parado de um lado, sabia o que queria, peguei a calça jeans dele e soltei o botão, tava com vontade, finalmente uma fantasia que eu ia realizar, uma pica preta boa, ele me ajudou a abaixar a calça e deus... era uma pica preta enorme,
Peguei ela com a mão, fechei os olhos e levei até minha boca, com dificuldade mal consegui colocar um pedacinho pra dentro, era um animal, salivei a cabeça dela, passei a língua por ela, Carlos só deixava eu fazer, acariciando meus cabelos...
Carlos tinha uma pica realmente enorme, quente e gostosa, eu me sentia toda molhada e enquanto chupava devagar imaginava o tesão que ia ser sentir tudo aquilo dentro de mim.
Tava no melhor da mamada quando aconteceu algo que não tava nos meus planos, o 'tac' forte da fechadura magnética da porta do quarto chamou a atenção, a figura de José, o amigo dele, apareceu, e lá estava eu, nua chupando a pica do amigo dele, Carlos, que, só por precaução, sem saber minha reação, segurava a pica dele firme dentro da minha boca.
E eu não Não disse nada, fiquei na expectativa. José caminhou devagar até nós, tirou a camiseta preta que vestia e deixou a calça cair, se preparando pra jogar um jogo no qual não foi convidado — pelo menos não por mim. Mas imaginei que eles tinham planejado tudo nos mínimos detalhes, e enquanto o via se aproximar, fui pensando nos meus movimentos. Talvez devesse dar tudo por encerrado, mas talvez tivesse na minha frente a chance de realizar outra fantasia: um trio com dois homens… negros.
E me deixei levar. Sem parar de chupar a piroca do Carlos, acompanhei José com o olhar até perdê-lo de vista atrás de mim, sem deixar de notar que, pra minha sorte, esse negrão também tinha uma piroca do caralho.
Continuei focada no meu trabalho, mas sentia minha bucetinha transbordando de tesão. De repente, um par de dedos do recém-chegado se enfiou fundo dentro de mim, começando a brincar em movimentos de saca-rolha, arrancando uns orgasminhos gostosos. Depois de alguns segundos, senti a língua dele brincando no meu clitóris e aí sim, eu tava à beira do abismo e só precisava de um empurrãozinho. Comecei a gritar que nem uma puta, e Carlos tratou de enfiar a carne dele mais e mais fundo só pra calar meus gemidos. Eu respirava quase sufocada, soltando e puxando o ar pelo nariz, já que a boca tava entupida.
Missão cumprida, a língua do José passou da minha buceta pro meu cu. Senti ele brincar por lá e fiquei receptiva. A ideia me pareceu sexy. Por que não?, pensei.
José foi me sodomizando devagar, primeiro com os dedos — um, dois — e depois chegou a vez da piroca grossa dele. Porra, dava pra sentir cada pedaço daquela carne entrando e saindo do meu cu. Era loucura: um me comia pela boca, outro pelo cu, mas ninguém ainda tava me fodendo de verdade.
E talvez o acaso de uma noite mágica fosse me levar a realizar fantasias demais…
José me tirou daquela posição e me levantou no ar, igual o Carlos tinha feito antes, só que dessa vez minhas costas estavam contra o peito dele e ele me segurava com as pernas abertas, enfiado no meu cu. minha buceta servida em bandeja foi demais, ele veio pela frente, me fizeram o recheio do sanduíche, em segundos eu já tinha ele dentro do meu sexo…
E assim me vi suspensa no ar pelas duas feras, um na frente, outro atrás, com paus enormes que me enchiam, que sobravam em mim, mas eu me afogava em gritos de prazer, me segurando naqueles ombros poderosos, balançando sem controle pra cima e pra baixo, mais e mais, orgasmo atrás de orgasmo…
Quando se cansaram de alargar meus buracos, me jogaram de novo no sofá, fazendo meu peito encostar no encosto, ficando de quatro, entregue. José veio e começou a me comer muito bruto, muito fundo, demais, me fazendo gritar. Carlos parou do lado, passou uma perna sobre minhas costas, se aproximou e foi a vez dele meter no meu cu.
Os minutos passaram, fizeram comigo o que quiseram, e eu amei que fosse assim…
Me levaram pro quarto, eu tava de costas no colchão, José tinha levantado minhas pernas, levando os joelhos quase até os lados da minha cabeça, eu tava toda curvada e ele me penetrava bem fundo, arrancando um prazer doloroso a cada estocada, ele era muito grande, e com a força de macho dele eu tava submissa, não podia fazer nada além de aguentar aquela pica enorme que me partia ao meio, gemer e cravar minhas unhas afiadas nos lençóis…
Carlos esperava a vez dele, só observando o amigo me comendo…
Senti ele gozar, ahhh!!! O prazer incomparável de um homem enchendo meu sexo, a pica dele explodiu dentro de mim e me deixou à beira do desmaio, senti minha buceta inundada de porra quente…
Ele se afastou pra um lado, e Carlos tomou o lugar, começou a me comer sem se importar que minha buceta tava escorrendo porra, isso foi muito sexy, ele não demoraria pra gozar…
Carlos tirou a pica enorme dele e apoiou no meu clitóris, tava toda lambuzada com a porra do José, e ele só se moveu pra frente e pra trás, roçando ritmadamente meu botãozinho de prazer, buscando o fim dele, buscando o meu… final…
Eu olhava com desejo pra ponta da rola dele, esperando e desejando aquele momento, me acariciando os bicos dos peitos.
e de repente o vulcão explodiu, se contraiu e jorrou um jorro interminável de porra quente que bateu nos meus peitos, no meu pescoço, no meu rosto, até nos meus cabelos, e mais um, e outro, sem fim… os últimos tiros já sem força acabaram banhando toda a minha barriguinha… Fiquei igual uma bebona, brincando com meus dedos naquela porra quente, levando eles à boca, curtindo o gosto do sêmen do Carlos, até enfiando os dedos bem fundo no meu buraquinho… porque ainda tinha gosto do José…
Eu tava satisfeita, minha ideia era voltar pro meu quarto, Carlos pegou o celular dele e começou a ver mensagens, cagando pra situação, mas José veio em cima de mim com o pau duro e me enterrou de novo no cu, e isso foi o começo de um jogo perverso, eles começaram a se revezar, enquanto um descansava o outro me comia, e eu era a única que não tinha descanso, pra mim era pau, pau e mais pau…
Me assustei quando os primeiros raios de luz entraram pela janela, merda, tinha perdido a noção do tempo, não sabia que horas meu marido ia voltar, mas sem dúvida o tempo tava curto, falei com o Carlos e ele entendeu a situação, só pedi pra tomar um banho rápido, tava imprestável…
Fui no banheiro me lavar, e na primeira distração o Carlos tinha se enfiado do meu lado, mas que homem… falei que não, não e não… mas aquele bombom enorme de chocolate me dominava, aqueles músculos, aquela pele preta, aquela tatuagem, aqueles lábios carnudos, e aquele pau… que pau lindo…
Ele me comeu pela última vez contra os azulejos do banheiro, debaixo da água morna do chuveiro e do vapor que tomou o lugar… aliás, foi muito romântico…
Peguei meu vestido, vesti, só isso, não tinha levado sutiã e o Carlos tinha destruído minha calcinha fio dental, desci de elevador descalça, segurando os sapatos na mão…
Entrei no quarto, sequei bem o cabelo, deixei as roupas de lado e me deitei peladinha, como Deus me trouxe ao mundo, não demorei pra pegar no sono…
E aqui a gente volta pro começo da história, o Osvaldo chegando. e me encontrar nua, ele tinha assumido que eu esperava por ele, mas meu corpinho inteiro doía, o fundo da minha buceta, meu cu todo dilatado e eu estava enojada de porra, mas a excitação pelo que vivi era tão forte que eu queria me revirar com meu marido, e entre nós… depois do que eu tinha engolido, o pau dele, com certeza não ia me machucar…
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van 10