Evelin saiu de casa, foi trabalhar e, ao terminar o expediente, um dos chefes disse que uns amigos viriam e que precisavam de atenção especial... Evelin falou que naquele dia não dava, porque tinha tido um dia muito agitado, e os amigos do sogro já tinham comido ela num galpão... Mesmo assim, ela tinha ficado com muito tesão, aqueles velhos não tinham satisfeito ela, e ainda por cima a bunda dela não tinha recebido a atenção necessária... Por dentro, ela pensava em aceitar... Estava com tesão por causa da tarde e não queria perder a chance de uma boa foda... Mas achou que não era uma boa ideia e disse que não queria. Quando voltou pra casa, já eram 2 da manhã e eu ia dormir... Recebi uma ligação do meu sogro... Ele mandou eu me preparar que iam me buscar rapidinho e que eu me comportasse bem como uma puta... Que o Rodrigo tinha chegado de surpresa porque o trampo que ele tava foi cancelado... Eu queria dar uma surpresa gostosa pro Rodrigo e, pra ser sincera, tava com um tesão que ia descarregar com ele de qualquer jeito... Mesmo ele sempre me escrevendo, naquele dia não avisou que tinha chegado... Ainda assim, liguei pra ele, mas ele não atendeu, achei estranho e pensei que fosse uma armadilha do meu sogro pra me levar pra fuder em algum lugar... Mas nem pensei muito, a verdade é que tava com tesão, queria aliviar a vontade... Combinamos de ir a um bar perto de uma balada, uma casa noturna na Mosconi, eu conhecia bem, já tinha ido naquele antro várias vezes com o Rodrigo... Pra beber e se divertir, obviamente a melhor diversão era de noite, sozinha com meu namorado. Meu namorado me escreveu e combinou de passar na minha casa pra me levar ao bar, porque os amigos do trabalho dele iam estar esperando. Me depilei toda, ao sair do chuveiro já tinha minha roupa separada: uma blusa colada no corpo que marcava bem minha cintura, o decote era tipo top, preso por duas tiras laterais, uma saia preta bem curta, de calcinha uma fio dental rosa com detalhes de renda, e uns sapatos pretos. de salto baixo, não muito altos, mas combinavam bem com minha saia, eu ondulei o cabelo e coloquei uns rabinhos de cavalo que eu amo... estava bem putinha... Gostosa e oferecida, aceitava qualquer coisa, tava com um sono, tinha tido uma noite agitada no bar, e uma tarde meio divertida, hahaha, então antes de sair de casa, cheirei uma carreira de 20 pra ficar bem doidona... Hahahahaha e ainda levei uma nas tetas. Quando olhei o relógio, faltavam 5 minutos pras 5 da manhã, me apressei pra me maquiar, tava bem gata e me sentia muito confortável, fiquei de olho no celular esperando meu namorado me ligar pra sair, mas aí bateu 3:05, 3:10 e comecei a me desesperar, já 3:20 decidi ligar pra ele. "O que houve? Vai vir me buscar?" "Oi, me desculpa, vim direto com meus amigos pro bar, mas não se preocupa, agora mesmo alguém passa aí pra te pegar, love." "Não fode, você ia passar aqui, e agora quem vai vir?" "Relaxa, já falei com um amigo do trabalho que mora perto da sua casa, ele foi se trocar e passa aí." Sério, me arrumei toda pra você, pensei que a gente fosse ficar junto... Desliguei o telefone, dava pra ouvir música e a festa tava bombando, quem sabe desde que horas ele foi e esqueceu de me buscar, o filho da puta... E meu sogro não tava com ele, senão ele mesmo teria vindo e com certeza ia fazer a festa até o bar... Pra falar a verdade, fiquei com uma raiva, já nem queria mais ir, mas 5 minutos depois tocaram a campainha. Quando saí, um cara gordinho, da minha altura, me cumprimentou: "Oi?" Eu respondi: "Sou eu, sim." Com raiva: "Sou o Jair, amigo do seu namorado, ele pediu pra eu passar aqui." Só respondi: "Só um minuto, espera aí." Pensei um pouco e decidi que ia sim. Rapidão peguei meu celular, minha bolsa e terminei de me arrumar no espelho. Quando saí, ele, todo cavalheiro, me levou até o carro dele, um Corsa bem bonito, abriu a porta pra mim e entrei. Quando ele ligou o carro, não parava de olhar pras minhas pernas. enquanto não parava de me elogiar, vocês sabem, ele dizia que meu namorado era sortudo por ter uma mulher como eu, que eu era muito gostosa etc., como uma boa dama eu sorria meio corada e agradecia, foi assim o caminho até que aproximadamente às 3:40 mais ou menos eu pensei que era legal, que a gente ia ficar um pouquinho e eu iria dar uma foda com o Rodrigo... pra casa, foi o que pensei... quando o cara abriu a porta pra mim, não deu tempo de pegar minha bolsa ou arrumar minha saia, porque por causa do desconforto do carro eu tive que abrir um pouco as pernas, deixando ver completamente minha calcinha fio dental, o cara não perdeu detalhe e sem dúvida eu dei o show da vida dele, o coitado ficou babando ao me ver, o Jair me levou pro bar, passamos e chegamos na mesa onde todo mundo estava, e como era de esperar, já estavam meio bebados, cumprimentei meu namorado, dei um beijo nele e perguntei: quanto tempo você tá bebendo? Ele só respondeu pra eu não me preocupar, que eu tomasse alguma coisa, pediu uma bebida pra mim e me apresentou aos colegas de trabalho, a verdade é que nem prestei atenção em quem ele apontava. Sentei do lado do meu namorado, mas parecia que eu era invisível, ele não me incluía na conversa, parecia que era só papo de homem, depois de quase uma hora sendo ignorada, peguei minha cerveja e fui sentar no balcão, já tava entediada... virei e ninguém percebeu, eles continuavam nas besteiras deles, a verdade é que tava quase pedindo um Uber pra ir embora, já era o suficiente, ainda por cima me arrumo pra ele e ele nem liga pra mim, e sem perceber, tinha um grupo de 5 caras me olhando de outra mesa um pouco afastada, um deles levantou e veio até o balcão comigo. Oi, vejo que você tá entediada, respondi que sim, um pouco, e ele respondeu, vem pra nossa mesa, a gente te paga uma bebida, por um breve momento pensei e tentei dizer não, obrigada, mas minha decepção naquele dia me fez aceitar, falei pra ele me dar um momento e voltei pra mesa do meu namorado, disse que já ia embora e que já tinha Pedi um Uber, meu namorado tentou me convencer a ficar, mas recusei e fui embora. Quando saí da mesa, vi que ele continuava na mesma bobeira, e a bebedeira era evidente... Ao chegar na mesa dos outros caras, sentei na frente deles e eles não paravam de me olhar com tesão, mas respeitosamente se apresentaram: Martin, Raúl, Miguel, Armando e José. "Muito prazer, me chamo Evelon". Sem perder tempo, Martin me perguntou: "Você veio com eles?" Respondi que sim e não. Que meu namorado estava ali, mas eu tinha ido avisar que já ia pra casa. Martin disse: "Entendi, mas que pena que te deixaram sozinha, eu nunca te soltaria..." "Pois é, mas ele que perde, hehe. E me digam, o que vocês fazem?" Martin respondeu: "Somos todos colegas de trabalho, mas não somos muito unidos, só nos juntamos pra beber algo". E me disseram: "Pode pedir o que quiser beber, fica à vontade". Aí eu falei: "Quero uma tequila, tava cansada e queria dar uma levantada". Sem perder tempo, pediram uma garrafa. Enquanto isso, eu virava pra mesa do meu namorado pra ver se ele vinha me procurar, mas ele nem se mexeu, continuava na bobeira. Me senti um pouco mal, mas ao mesmo tempo, me senti à vontade com esses 5 caras. Assim passou mais uma hora, em que não paravam de me servir tequila e, entre piadas de duplo sentido, eu ria muito. Não sei se era o álcool, o cansaço ou o quê, mas tava fazendo efeito, ou será que eu realmente me sentia confortável com esses estranhos? De repente, notei que o bar tinha lotado pra caralho. Tinha tanta gente que eu não conseguia ver direito a mesa onde meu namorado estava. Quando, de repente, começou a tocar um reggae. Armando na hora me perguntou: "Vai dançar?" Respondi rápido: "Sim, claro". Ele me pegou pela mão e me levou pra um lugar escuro, ainda mais longe da mesa do meu namorado. Bem astuto da parte dele. Enfim, começamos a dançar e, como vocês já sabem, ele começou a me abraçar por trás e me puxar contra ele. A batida era muito boa e ele me segurava pela cintura, mexendo a pélvis. Senti o pau dele se esfregando no meu cu. quando de repente me pegaram pela outra mão e era o outro cara, José, ele só falou, "empresta ela um pouco", me virei ficando de frente com ele, abri um pouco minhas pernas e ele me ajustou de um jeito que deixou uma perna no meio das minhas, enquanto se mexia, tava me estimulando com a perna dele e assim passei pelos 5 caras um por um e os 5 esfregaram o pau deles em mim, fiquei com um tesão do caralho.... pensei em ver se meu namorado tava me olhando, e ao procurar a mesa dele vi ele conversando com uma mina, simplesmente esqueceu que tava naquele lugar porque conversavam de um jeito muito íntimo, fiquei puta da vida mas me disse "se ele tá curtindo, eu também vou", naquele momento Martin tentou me beijar e sem pensar correspondi o beijo, enquanto a música continuava, José colava em mim por trás, bem naquela hora algo em mim acendeu, comecei a beijar José também, já não ligava mais, eles metiam a mão por baixo da minha saia e eu me sentia totalmente excitada, na minha mente só esperava o momento em que me dissessem "vamos pra outro lugar" mas, me afastei e falei "espera aí, vou no banheiro", ao entrar no banheiro só queria aliviar o tesão que já tava. E abri a bolsa, cheirei a carreira que tinha trazido pra dar uma amenizada na bebedeira, sentei no vaso e comecei a me tocar, tava quente, queria foder e ser comida.... Lembrei da tarde com os velhos e me disse "esses caras vão me satisfazer muito mais".... Sorri e pensava em chupar a pica de todos kkkkkkk tô pensando besteira, olhei a hora e já ia dar 6 da manhã.... Dava pra sentir minha calcinha molhada, quando fui sair do banheiro, arrumei minha roupa e meu cabelo, e saí, ao sair eles estavam na mesa, sentei na frente deles e todos me devoraram com o olhar, adorei pra caralho, me senti desejada, tomamos mais uma rodada de tequila todos. Martin olhou o relógio, era quase 6h10, sem pensar ele falou: "vamos pra outro lugar, a gente pode continuar num lugar mais confortável se você quiser", mesmo sabendo Perguntei o que iam responder: "Pra que lugar vocês querem ir?" Parece que combinaram, todos responderam na mesma hora: "Uai, pra um hotel." Com o tesão que eu tava, só falei: "Então bora." Rápido pediram a conta e pagaram. Martin e José seguraram cada um numa das minhas mãos, enquanto Miguel me pegou pela cintura e me levaram pra saída do bar. Sinceramente, não liguei pros olhares de todo mundo por onde eu passava. O que eu ouvi foi: "Vamos pro Rucca", "Não, vamos pro Impas", e não se decidiam... Como tinha bastante gente, quando chegamos no carro, não se importaram que tava cheio de gente. Me enfiaram no banco de trás, agarrando minha bunda e levantando minha roupa. Notei que o moleque que tava na rua cuidando dos carros, o flanelinha, não perdia um detalhe do que tavam fazendo comigo. Enquanto ele dava as chaves pro Miguel, falou pro moleque: "Gostou da putinha? Vamos levar ela pra um hotel. Vamos comer ela nós cinco." José falou no meu ouvido: "Chama o cara, vai que ele topa, hahahaha." Eu, sem me importar com nada, falei: "Ei, amigo, não quer ir? Tô precisando de mais um, com você tenho certeza que fico satisfeita." O moleque, surpreso, só fez sinal de aprovação e sorriu... Já dentro do carro, não tinham vergonha de nada: me apalpavam, falavam de tudo e eu só ria. Deram partida no carro e, enquanto combinavam de me levar pro hotel que fica na Avenida La Plata, não soube qual era... Martin tava me dedando forte por cima da minha calcinha e José beijava meu pescoço. Nisso, lembrei que ia mandar mensagem pro meu namorado falando que já tava em casa. Peguei meu celular e falei: "Deixa eu mandar um zap pro meu namorado pra ele não ficar me ligando." Escrevi que já tava deitada na minha cama e que ele se divertisse, que depois eu dava o presente dele. Martin e José perguntaram se eu já tava avisando que iam me comer como uma putinha. Respondi que sim, hehehe, pra ele não encher o saco. Às 6h20, descemos no hotel e, antes de entrar no quarto, sem Pensar nisso, todas disseram as putas primeiro, hahaha ri um pouco e falei sim, putas primeiro. Entrei rebolando exageradamente meus quadris e balançando minha bunda, só ouvia as expressões de encanto deles, hehehe. Já dentro do quarto, todo mundo ficou à vontade. Tinha um sofá, quando sentei cruzei as pernas levantando mais minha saia, deixando ver minhas coxas e parte da minha bunda. Todos estavam fascinados por mim. No caminho pro motel, eles tinham parado pra comprar mais cerveja pra todo mundo, e pra falar a verdade eu já tava tonta de tanto tequila. Tava tão quente por dentro que queria que eles só arrancassem minha roupa e me comessem selvagemente, mas decidi bancar a decente, afinal eles não me conheciam, hehehe. Entre conversas e risadas, falei: "Gente, tô muito tonta e preciso descansar um pouco..." Levantei cambaleando e fui até a cama, sentei na beirada. Martin, Miguel e José começaram a me despir enquanto apalpavam meus peitos e pernas, ao mesmo tempo que beijavam meu pescoço. Tava tão excitada que deixava eles tocarem tudo. Enquanto desabotoavam minha blusa, foram deixando ela cair aos poucos. Nessa hora, me deitaram na cama enquanto Miguel e Armando levantaram minhas pernas. Armando só afastou minha calcinha fio dental e começaram a lamber minha buceta de um jeito delicioso, passando do meu cu até a entrada da minha ppk, enquanto eu me contorcia um pouco de prazer, me agarrando onde dava, me esticando. De olhos fechados, senti que colocaram uma rola na minha boca. Sem pensar muito, comecei a lamber ela devagar até enfiar toda na minha boca, enquanto sentia outra rola se esfregando no meu rosto. Tinha dois caras deitados com as pernas abertas e as rolas na minha cara. Com a outra mão, peguei a rola do terceiro e comecei a masturbar ele. Ia de um pro outro. O cheiro das rolas começou a me enlouquecer e comecei a chupar como uma desesperada, passando de rola em rola. Quando trocava de uma pra outra, um fio de saliva ligava minha boca à rola que tinha acabado de chupar. deixado, a saliva escorrendo no meu peito, enquanto o José brincava com a minha buceta com a língua dele, que se enfiava provando meus sucos e a porra dos velhos que com certeza ainda tava saindo... Eu sorria... Pensando nisso... Já desesperada, gritei: "vai, filho da puta, me come!!!" mas eles queriam brincar mais um pouco comigo, me levantaram e tiraram o resto da minha roupa, ficando só de salto alto. Os 5 caras fizeram um círculo ao meu redor, eu só me ajoelhei e comecei a chupar ainda mais desesperada, enfiava o pau de todos na minha boca, um por um, enquanto chupava um, outro batia na minha cara com o pau dele, me batiam com os paus antes de enfiar na minha boca. Um deles enfiou as bolas na minha boca, deixando o pau descansando no meu rosto. O tapete do hotel já tava manchado com minha saliva, igual meus peitos e minhas pernas, tudo lambuzado, enquanto só ouvia eles me chamando de puta e dizendo como eu era gostosa. Eu já não aguentava mais, queria os paus deles dentro de mim. Me levantei, limpei um pouco a saliva que escorria do meu queixo e passei na minha buceta, me deitei na cama e abri as pernas, perguntando: "quem vai ser o primeiro?" O Miguel começou a me comer bem bruto, a mil... Na primeira enfiada, senti ele tirar meus sucos quentes da buceta, soltei um gemido enquanto ele falou: "sua buceta tá fervendo, que puta". Ele se mexia e eu só dizia: "isso, me come assim, não para, por favor". Nessa altura, já não ligava mais pra nada. Os 5 foram se revezando, pra me comer, eles trocavam de posição pra enfiar o pau em mim. O Martin falou rindo que tinham esquecido de comprar camisinha, eu disse que isso não importava mais, que só queria que me usassem. Cansados dessa posição, o Martin se deitou na cama e me fez montar nele. Sem hesitar, subi nele, encaixando o pau dele enquanto ele massageava meus peitos, minhas cadeiras cavalgavam, pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo. Senti como 3 de Eles subiram na cama, colocando os paus na minha cara, eu sorria de prazer e comecei a chupar os paus deles de novo enquanto montava no Martin, olhei por cima do ombro pro Armando que tava sentado no sofá, só observando como me pegavam, se masturbando, vendo a cena tão safada. Sendo toda a foxy que sou, me afastei um pouco dos paus na minha cara e falei: Por que tão sozinho? Vem, tem um buraco te esperando... Já não queria que deixassem minha buceta inteira de novo... Não tava afim de ficar sem ser trabalhada. De novo não... Igual os velhos que não deram pau no meu buraquinho, queria que esses me arrebentassem... Queria que me comessem como uma boa slut... Queria que fizessem minha buceta, não ia deixar passar a falta de atenção no meu buraquinho... hahaha... Pegando minhas nádegas com as mãos, abri pra mostrar meu buraquinho... Tenho certeza que foi um espetáculo pra eles... Uma slut assim não se vê todo dia... Gritavam e uivavam como lobos famintos... Eram negos da zona sul, dava pra ver hahaha, com certeza eram do meu bairro... hahahaha ele levantou do sofá pronto pra me penetrar, enquanto se posicionava atrás de mim, o Martin abriu as pernas pra dar espaço, o Armando cuspiu no meu cu e começou a me penetrar, tentando cravar o pau até o fundo enquanto o Martin me perfurava, senti um gostoso como se os dois me partissem, pude sentir a cabeça do pau dele dentro do meu cu, e entre gemidos falei: mete, vai vai me dá mais. Assim que falei isso, todos perderam o controle, começaram a me penetrar como uma slut no cio, as estocadas eram selvagens, os 5 eram violentos, enquanto batiam na minha cara com os paus, me puxavam pelo cabelo pra me chamar de slut que eu era, diziam que eu tinha cara de puta, de prostituta barata, que meu cu era de vagabunda, que era um depósito de porra e que saindo dali me deixariam parada como uma prostituta na avenida. Os 5 começaram a trocar de lugar, o Martin que tava me comendo pela buceta Buceta, troquei de posição pra me penetrar pelo meu cu, e depois ele trocava de novo pra eu chupar a pica e assim todo mundo, pude provar meus próprios sucos e da buceta a porra de todos, o cheiro de suor e sexo era incrível, nas estocadas faziam minhas nádegas baterem contra as pelves deles, também faziam as picas deles estralarem na minha boca, tive meu primeiro orgasmo, tremendo tentei me afastar um momento de todos pra aproveitar um orgasmo tão foda, mas não me deixaram, Armando se deitou do lado e me montou de costas pra ele e começou a me comer pelo cu bem bruto, era uma fera, me fez lembrar do meu sogro quando arrebentava meu cu sem piedade, mas pena que a pica não ajudava muito... enquanto os outros iam se revezando a toda hora, passava o tempo e minha buceta e minha boca, era um prazer indescritível. Meus gemidos deviam ser ouvidos até na rua, não me deixavam descansar em momento nenhum, nisso estava quando ouvi meu celular tocar, como pude me afastei de todos pra ver quem ligava, tinha deixado minha bolsa no sofá, mal estava vendo meu celular quando senti várias mãos me agarrando pelos braços, Miguel sentou no sofá e os outros me enfiaram na pica dele, enquanto ele me penetrava, eu disse entre gemidos, me deixem atender, não sejam idiotas, é meu namorado. Isso não importou pra eles e começaram a me comer de novo todos juntos, eu tinha o celular na mão mas não consegui atender, só via a tela, não paravam de me comer, Martin e Miguel me penetravam cu e buceta como podiam, enquanto eu tinha as outras 3 picas se revezando na minha boca, depois de uns 5 minutos, ouvi haaa vou gozar... e senti jatos de esperma dentro de mim, Martin se esvaziou dentro de mim. Soltou tanta porra que pensei que tava mijando, sentia tanta falta dessa sensação de sentir tanta porra quente, continuou Miguel, começou a soltar a porra quente dele no meu cu e foi um prazer do caralho quase me fizeram gozar. Mas não tive o orgasmo, ainda tava quente. Esses caras já estavam começando a amolecer... Outro enfiou no meu cu e também gozou, não foi tanto quanto o Martin, mas eu curti também. Sem perder a penetração, os dois continuavam com as estocadas, soltando os últimos jatos de porra dentro do meu cu e deixando a minha buceta toda melada. Terminaram suados e exaustos... Antes de trocarem de lugar de novo, eles se olharam e fizeram sinais, e outros dois caras trocaram de posição na hora. A troca foi tão rápida que não deu tempo do esperma escorrer, porque os outros já enfiaram de novo nos meus buraquinhos... Começaram a me comer de novo como uns desesperados, puxando meu cabelo, me xingando — verdade seja dita, eu adoro ouvir que sou xingada. Depois de um tempo, gozaram dentro do meu cu e da minha buceta. O José, que tinha enfiado o pau na minha boca, se afastou e mandou eu abrir a boca. Começou a gozar — uau, quase tomei um banho de porra. Ele deixou cair no meu rosto, na minha boca e no meu cabelo. Eu, toda suada, ainda gemia de prazer pelo que eles tinham me dado. Quando me separei, sentei na cama e senti o esperma escorrendo do meu cu e da minha buceta, formando uma poça no lençol. Enquanto isso, com as mãos e a boca, comecei a chupar o que restava de porra nos paus deles, enquanto todos comentavam como eu era gostosa de comer e como foi foda a dupla penetração. Eu só olhava pra cada um e via a cara de satisfação deles — eram uns virjões do caralho, hahahaha, nunca tinham comido uma mulher daquele jeito... Uns estavam deitados no sofá, outros comigo na cama. Os cinco não paravam de me olhar e de falar que puta eu era. Eu ainda estava com tesão e falei que a gente tinha que repetir a sessão, mas que convidassem mais amigos. Todos disseram: "Claro, princesa, a gente traz a empresa inteira se você quiser." Eu respondi que sim, que trouxessem todo mundo. Fui pro banheiro me limpar, mas o Martin me alcançou, me beijou e disse: "Nada de tomar banho nem se limpar. Você vai sair do hotel assim." Não fiquei muito feliz, mas... Ganhei, aceitei, falei pra ele que tava tudo bem, que ia embora assim mesmo e que não ia me limpar. José pegou minha roupa e me entregou, enquanto eles ficavam olhando eu me vestir. Miguel, com uma mão, mostrava minha calcinha fio dental e dizia que iam ficar com ela de troféu. Peguei minha roupa e me vesti. Saímos do hotel, olhei as horas e eram 3h10 da tarde... Perguntei pra eles qual era o caminho pra minha casa, já que estávamos perto, falei pra me deixarem a umas ruas de distância e de lá eu iria andando. Me deixaram na esquina... Tava a umas ruas da minha casa. Me despedi e passei meu número de telefone pra eles, pra próxima reunião com mais parceiros.
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