Ainda lembro da data como se fosse ontem, 12 de dezembro. Era verão e a temperatura tava lá em cima, à noite era um saco pra descansar, então eu só usava uma cueca boxer pra dormir. Mas não tinha problema pra ir no banheiro, porque meu quarto ficava no primeiro andar, longe dos outros dois quartos dos meus pais e da minha irmã mais nova, que eram no segundo andar.
Era sábado e tinha chegado um monte de gente, parentes e amigos, e o motivo era o aniversário de casamento dos meus pais. A casa ficou pequena, já tinha ficado tarde, então a gente se despediu de quase todo mundo e fomos dormir, eu e minha irmã, cada um pro seu quarto.
Como o barulho da festa tava muito alto, usei uns fones de ouvido pra ouvir música enquanto pegava no sono. Como meu sono é leve, senti que abriram a porta do meu quarto e ouvi vozes. Reconheci uma delas, era a da minha mãe, que parecia meio tonta…
— Com cuidado, deita ela devagar, pra não acordar meu filhinho!
— E você não vai tirar a roupa dela? Vai amassar tudo, lembra que amanhã ela vai na casa da tia Bertha...
A cama balançava muito, imagino que porque estavam ajeitando ela pra dormir, e eu me fiz de dormido, de costas. Depois apagaram a luz e foram embora. Não era justo, fiquei puto da vida por terem colocado um bêbado na minha cama. Senti a respiração dela, virei e liguei a lanterna do celular pra ver quem era. E surpresa! Era a Silvia, tia da minha mãe, coberta com um lençol.
Silvia tinha vindo sozinha porque o marido tinha largado ela pra ir com outra mulher mais nova, deixando ela, aos 38 anos, muito mal. Ela teve que fazer terapia e contar com o apoio de todas as mulheres da família, que sempre convidam ela pra todas as reuniões de família pra ela se distrair.
Baixei a lanterna e, bem devagar, fui tirando o lençol que cobria ela. Vi a bunda enorme dela, ela só tava de calcinha de seda e sutiã vermelho. Imagina como eu fiquei, sozinho na minha cama, com o pau agora que eu tinha a tia Silvia, um dos seus atrativos pros homens era aquele rabão grande, ela tava do meu lado no meu quarto, meu coração tava batendo acelerado.
Com todo cuidado, encostei meu corpo no dela até ficar bem coladinho e esfregava minha ereção na bunda dela, que tava bem molinha. Se ela acordasse, eu ia fingir que tava dormindo, mas nada, ela continuava de olhos fechados. Fiquei assim um tempão. Como ela não falava nada, criei mais confiança, baixei a cueca e coloquei meu pau duro no meio daquele rabão enorme, e comecei a fazer movimentos pélvicos, deixando o papel higiênico pronto pra limpar minha porra na hora e não deixar nenhum vestígio.
Mas eu fico paralisado de susto quando ela joga a bunda pra trás com força e começa a esfregar agora os papéis tinham se invertido,, será que foi uma reação involuntária ou ela ficou excitada já que o marido tinha largado ela há dois anos e ela não sentia uma pica boa há muito tempo na sua bunda deliciosa.
Agora os papéis na cama tinham mudado, era a Silvia quem rebolava e esfregava aquele rabão no meu pau duríssimo enquanto eu curtia cada segundo. Acho que despertei toda aquela libido acumulada que estava adormecida nela por tanto tempo, e ela tava reagindo como se fosse uma lâmpada — de tanto eu apertar, agora o gênio da excitação saía por completo.
Uns gemidos bem baixinhos escaparam dos lábios dela, quase nem dava pra ouvir. A força com que ela jogava a bunda no meu pau já tava me dando uma certa dor. A única coisa que impedia nossos sexos de se encontrarem era a calcinha de seda dela, e tinha que fazer algo a respeito.
Passei a mão entre as pernas dela e senti a umidade na calcinha — agora não tinha mais dúvida do quanto a Silvia tava com tesão. Com os dedos, afastei a calcinha dela pro lado pra cabeça da minha pica entrar. Do jeito que tava lubrificada, não foi nada difícil, e a glande chegou na entrada da buceta dela. Só precisei que ela desse uma empurrada pra trás e entrou todinho.
- Ahh...! (foi a única coisa que ouvi dela)
Quando sentiu meu pau invadir sua buceta gostosa e melada, ela estava totalmente possuída pela libido que sentia depois de muito tempo sendo comida por um homem, os gemidos da tia Silvia já eram mais frequentes e fortes, mas não me preocupava porque o volume da música na festa também estava muito alto.
- Aiiii, aiiii, aiiii!
Já não tenho medo da reação dela ou do que ela vai dizer se abrir os olhos e descobrir quem tá comendo ela. Então, rapidinho, tirei a calcinha dela e fiz o mesmo, jogando longe a minha cueca. Coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela pra melhorar e continuar a penetração.
Com a mão, guiei o pau pra entrada da buceta quente e molhada dela e, de uma só enfiada, meti tudo. Por incrível que pareça, as paredes da vagina ainda estavam bem apertadinhas, devia ser por causa do tempo que ela tava sem ser penetrada...
Apoio meu corpo sobre o dela, beijando seu pescoço e orelha enquanto metia e tirava minha pica da buceta dela. O que no começo eu achava que ia ser só esfregar e esfregar minha pica naquelas bundonas da tia da minha mãe, agora não podia acreditar que tava comendo ela bem gostoso na minha cama, a poucos metros dos meus pais — isso tornava tudo ainda mais excitante.
O que tava rolando não era culpa dela nem minha. Quem mandou colocar na mesma cama uma mulher de 52 anos, bêbada e há tempos sem dar uma foda, com um garoto cheio de hormônios à flor da pele e sempre com a pica dura? Nós dois precisávamos há muito tempo extravasar de vez o libido acumulado.
— Obrigadaaa, que delíciaaa... assim assim... mete tudooo dentro de mim ahhh ahhh!
Eu, como bom sobrinho, satisfazia a Silvia. Dando fortes estocadas naquelas bundonas dela, o vai e vem ficou mais rápido, mas quando sentia que ia gozar, diminuía ou parava a penetração — queria prolongar ao máximo aquele momento.
- Aiiii ufff Nãão paraaa continua... assim assim que delíciaaa!
Agora levanto ela um pouco mais do travesseiro e coloco outro, agora ela tava de quatro, que gostosa, bem segura pelas minhas mãos nas suas cadeiras largas, comendo ela montando, nossos sexos bem lubrificados e prontos pra no final extravasar o prazer acumulado por tanto tempo.
- Aaai, to gozando... aai!
- Eu também... aiii, que delícia!
Quase ao mesmo tempo, explodimos de prazer quando o orgasmo chegou. Nossos corpos caíram ofegantes e suados na cama, a respiração dos dois aos poucos foi se normalizando. Naquele momento, só me ocorreu cobri-la com o lençol, assim como eu, quando ouvi passos se aproximando da porta do quarto.
- Viu? Falei que eles ainda estão dormindo, mulher... Vamos continuar dançando, meu amor!
Eram meus pais que, na escuridão do quarto, só abriram a porta por um instante, deram uma olhada e foram embora continuar a comemoração do aniversário deles, enquanto eu agradecia por terem trazido a tia Silvia para a minha cama. Mas ainda tinha planos com ela.
(Continua...)
Era sábado e tinha chegado um monte de gente, parentes e amigos, e o motivo era o aniversário de casamento dos meus pais. A casa ficou pequena, já tinha ficado tarde, então a gente se despediu de quase todo mundo e fomos dormir, eu e minha irmã, cada um pro seu quarto.
Como o barulho da festa tava muito alto, usei uns fones de ouvido pra ouvir música enquanto pegava no sono. Como meu sono é leve, senti que abriram a porta do meu quarto e ouvi vozes. Reconheci uma delas, era a da minha mãe, que parecia meio tonta…
— Com cuidado, deita ela devagar, pra não acordar meu filhinho!
— E você não vai tirar a roupa dela? Vai amassar tudo, lembra que amanhã ela vai na casa da tia Bertha...
A cama balançava muito, imagino que porque estavam ajeitando ela pra dormir, e eu me fiz de dormido, de costas. Depois apagaram a luz e foram embora. Não era justo, fiquei puto da vida por terem colocado um bêbado na minha cama. Senti a respiração dela, virei e liguei a lanterna do celular pra ver quem era. E surpresa! Era a Silvia, tia da minha mãe, coberta com um lençol.
Silvia tinha vindo sozinha porque o marido tinha largado ela pra ir com outra mulher mais nova, deixando ela, aos 38 anos, muito mal. Ela teve que fazer terapia e contar com o apoio de todas as mulheres da família, que sempre convidam ela pra todas as reuniões de família pra ela se distrair.
Baixei a lanterna e, bem devagar, fui tirando o lençol que cobria ela. Vi a bunda enorme dela, ela só tava de calcinha de seda e sutiã vermelho. Imagina como eu fiquei, sozinho na minha cama, com o pau agora que eu tinha a tia Silvia, um dos seus atrativos pros homens era aquele rabão grande, ela tava do meu lado no meu quarto, meu coração tava batendo acelerado.

Com todo cuidado, encostei meu corpo no dela até ficar bem coladinho e esfregava minha ereção na bunda dela, que tava bem molinha. Se ela acordasse, eu ia fingir que tava dormindo, mas nada, ela continuava de olhos fechados. Fiquei assim um tempão. Como ela não falava nada, criei mais confiança, baixei a cueca e coloquei meu pau duro no meio daquele rabão enorme, e comecei a fazer movimentos pélvicos, deixando o papel higiênico pronto pra limpar minha porra na hora e não deixar nenhum vestígio.
Mas eu fico paralisado de susto quando ela joga a bunda pra trás com força e começa a esfregar agora os papéis tinham se invertido,, será que foi uma reação involuntária ou ela ficou excitada já que o marido tinha largado ela há dois anos e ela não sentia uma pica boa há muito tempo na sua bunda deliciosa.
Agora os papéis na cama tinham mudado, era a Silvia quem rebolava e esfregava aquele rabão no meu pau duríssimo enquanto eu curtia cada segundo. Acho que despertei toda aquela libido acumulada que estava adormecida nela por tanto tempo, e ela tava reagindo como se fosse uma lâmpada — de tanto eu apertar, agora o gênio da excitação saía por completo.Uns gemidos bem baixinhos escaparam dos lábios dela, quase nem dava pra ouvir. A força com que ela jogava a bunda no meu pau já tava me dando uma certa dor. A única coisa que impedia nossos sexos de se encontrarem era a calcinha de seda dela, e tinha que fazer algo a respeito.
Passei a mão entre as pernas dela e senti a umidade na calcinha — agora não tinha mais dúvida do quanto a Silvia tava com tesão. Com os dedos, afastei a calcinha dela pro lado pra cabeça da minha pica entrar. Do jeito que tava lubrificada, não foi nada difícil, e a glande chegou na entrada da buceta dela. Só precisei que ela desse uma empurrada pra trás e entrou todinho.
- Ahh...! (foi a única coisa que ouvi dela)Quando sentiu meu pau invadir sua buceta gostosa e melada, ela estava totalmente possuída pela libido que sentia depois de muito tempo sendo comida por um homem, os gemidos da tia Silvia já eram mais frequentes e fortes, mas não me preocupava porque o volume da música na festa também estava muito alto.
- Aiiii, aiiii, aiiii! Já não tenho medo da reação dela ou do que ela vai dizer se abrir os olhos e descobrir quem tá comendo ela. Então, rapidinho, tirei a calcinha dela e fiz o mesmo, jogando longe a minha cueca. Coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela pra melhorar e continuar a penetração.
Com a mão, guiei o pau pra entrada da buceta quente e molhada dela e, de uma só enfiada, meti tudo. Por incrível que pareça, as paredes da vagina ainda estavam bem apertadinhas, devia ser por causa do tempo que ela tava sem ser penetrada...
Apoio meu corpo sobre o dela, beijando seu pescoço e orelha enquanto metia e tirava minha pica da buceta dela. O que no começo eu achava que ia ser só esfregar e esfregar minha pica naquelas bundonas da tia da minha mãe, agora não podia acreditar que tava comendo ela bem gostoso na minha cama, a poucos metros dos meus pais — isso tornava tudo ainda mais excitante.O que tava rolando não era culpa dela nem minha. Quem mandou colocar na mesma cama uma mulher de 52 anos, bêbada e há tempos sem dar uma foda, com um garoto cheio de hormônios à flor da pele e sempre com a pica dura? Nós dois precisávamos há muito tempo extravasar de vez o libido acumulado.
— Obrigadaaa, que delíciaaa... assim assim... mete tudooo dentro de mim ahhh ahhh!
Eu, como bom sobrinho, satisfazia a Silvia. Dando fortes estocadas naquelas bundonas dela, o vai e vem ficou mais rápido, mas quando sentia que ia gozar, diminuía ou parava a penetração — queria prolongar ao máximo aquele momento.
- Aiiii ufff Nãão paraaa continua... assim assim que delíciaaa!Agora levanto ela um pouco mais do travesseiro e coloco outro, agora ela tava de quatro, que gostosa, bem segura pelas minhas mãos nas suas cadeiras largas, comendo ela montando, nossos sexos bem lubrificados e prontos pra no final extravasar o prazer acumulado por tanto tempo.
- Aaai, to gozando... aai! - Eu também... aiii, que delícia!
Quase ao mesmo tempo, explodimos de prazer quando o orgasmo chegou. Nossos corpos caíram ofegantes e suados na cama, a respiração dos dois aos poucos foi se normalizando. Naquele momento, só me ocorreu cobri-la com o lençol, assim como eu, quando ouvi passos se aproximando da porta do quarto.
- Viu? Falei que eles ainda estão dormindo, mulher... Vamos continuar dançando, meu amor!
Eram meus pais que, na escuridão do quarto, só abriram a porta por um instante, deram uma olhada e foram embora continuar a comemoração do aniversário deles, enquanto eu agradecia por terem trazido a tia Silvia para a minha cama. Mas ainda tinha planos com ela.
(Continua...)
2 comentários - A culpa foi do álcool😰