Fala, galera! Não esqueçam de ler a primeira parte dessa história. Tô mandando a foto que faltou, espero que vocês curtam e continuem lendo.
Eram umas 14h de quinta-feira e, como sempre, eu tinha preguiça de sair da cama, ainda mais depois do cansaço da montanha-russa de emoções que vivi na noite anterior. Assim que acordei, a primeira imagem que veio à minha cabeça foram os peitos da minha mãe, aqueles peitos que poucas horas antes eu tinha apalpado à vontade. Caralho, eu não acreditava, até cheguei a duvidar se tinha sonhado ou se minha mãe realmente tinha deixado eu amassar aquelas tetonas. E pelo próprio filho, nada mais nada menos! Claro, antes que eu percebesse, já estava com a barraca armada de novo, o que me lembrou que tinha que lavar a calcinha fio-dental que tinha escondido debaixo da cama pra minha mãe não desconfiar de nada. Minha surpresa veio quando fui pegar e não encontrei. Porra... virei o quarto de cabeça pra baixo, procurei em todos os cantos, debaixo da cama, gavetas, armário, mas nada de nada. Não tinha dúvida, minha mãe tinha entrado de manhã pra pegar roupa pra lavar e tinha levado. Nunca fiquei tão assustado na minha vida, fiquei quase uma hora sem sair do quarto pensando em como ia explicar aquilo.
Num momento, lembro que criei coragem e saí direto pra cozinha pra encarar a bronca violenta que ia cair em cima de mim. Mas não encontrei minha mãe, só vi o varal com toda a roupa recém-estendida. E, de fato, lá estava a calcinha fio-dental dela, perfeitamente lavada e sem uma única mancha de toda a porra de gozo que tinha caído nela na noite anterior. Não deu tempo de reagir quando minha mãe apareceu por trás, chegando de fazer umas compras.
— Oi, amor! Dormiu bem? — ela disse com uma voz doce enquanto me dava um beijo na bochecha.
— Sim... — respondi rápido, meio desorientado. — Preguiçei um pouco, mas ia começar a arrumar a mochila pro fim de semana.
Eu não entendia nada. Na hora, só me ocorreu bancar o doido com essa besteira da mochila pra confirmar que tava tudo bem. bem, e ela não queria cancelar a viagem.
- Vai, que estranho você não ter deixado pra última hora hein hahaha. Bom, enquanto isso, se você não se importa, vou tomar um banho, porque com esse calor que tá, eu vim toda ensopada. Depois preparo alguma coisa pra comer, beleza?
- Beleza, mãe, pra mim tá perfeito! - eu tava sem acreditar.
A única explicação que veio na minha cabeça era que ela devia ter pegado um monte de roupa no escuro e jogado na máquina sem olhar. Ufa, que livramento. Mas é claro, assim que minha mãe entrou no banheiro e passou o susto, os pensamentos quentes voltaram na hora. A pica já tava começando a endurecer quando ouvi o chuveiro abrir e, sem pensar duas vezes, fui pra lá. Espiei silenciosamente por uma fresta da porta que dava pra ver o banheiro inteiro, uma fresta que eu tinha descoberto há anos e que permitia ver sem ser visto. Olhei direto pro chuveiro, já com a pica na mão, pra me deliciar com o corpo suculento da minha mãe todo ensaboado. Minha surpresa veio quando, mesmo com a água correndo, minha mãe não estava no chuveiro, mas sim sentada no vaso. Deus, nunca vou esquecer o que meus olhos viram. Minha mãe estava se masturbando igual uma puta no cio! Minha mãe! Me chocou pra caralho porque essa não era a primeira nem a segunda vez que eu espiava ela tomando banho, mas era a primeira vez que via ela fazer algo assim. E não pensem que ela fazia timidamente, não, a puta tava se acabando de tudo quanto é jeito; esfregando toda a buceta gorda e depilada de cima a baixo, enfiando os dedos numa velocidade de louca, e tudo isso enquanto com a outra mão apertava os próprios mamilos e levava eles à boca. Tava completamente descontrolada. Na hora lembrei do que ela disse quando chegou, que tava toda ensopada, mas pelo visto não era suor que tava molhando a puta.
Colei bem o ouvido na porta e, entre o barulho do chuveiro, consegui distinguir uns gemidos que a Mãe não se esforçava nem um pouco pra esconder. Quando me dei conta, meu pau tava exatamente igual à noite anterior, mais duro do que nunca e todo lubrificado, então não aguentei mais e comecei a bater uma sem controle nenhum. Se a da noite anterior tinha sido uma das melhores punhetas que eu já tinha batido na vida, essa superava em mil vezes. Eu tava me masturbando ao mesmo tempo que minha mãe! Não aguentava mais, mas tava tentando esperar pra gozar junto com ela, e aí aconteceu. A buceta encharcada dela começou a se contorcer em espasmos, expelindo todo tipo de fluido, enquanto ela mesma tapava a boca pra segurar os gemidos brutais que tava soltando, se derretendo de prazer já jogada no chão. Eu, por minha vez, explodi numa gozada dez vezes maior do que qualquer uma que eu já tinha soltado, formando uma poça inteira de porra na porta do banheiro. Deus, eu tava acabado, e apesar do meu pau continuar mais duro que um mastro, e de eu estar me deliciando vendo minha mãe lamber as mãos com os próprios sucos, tinha que me apressar pra limpar a bagunça que tinha feito antes que ela me pegasse com a mão na massa, nunca melhor dito.
Uma vez depois de comer, eu tava no sofá vendo um filme que nem lembro mais. Nisso, minha mãe chega com um modelito de andar em casa espetacular que eu nunca tinha visto. Consistia numa camisola branca normal e comum, mas meio curta e bem fina, o que fazia transparecer bastante aquelas tetas gordas com os mamilos escuros. Por outro lado, ela usava um short de renda preta que marcava perfeitamente a bunda suculenta e as cadeiras boas dela. Na hora, eu rapidamente me ajeitei escondendo a ereção que vinha.
— O que achou, filhote?
— E isso, mãe? Nunca vi você com isso — eu tentava soar num tom calmo.
— Vi hoje de manhã na loja aqui de baixo e não resisti. Além disso, ontem fiquei pensando no que você disse sobre eu usar a camisola rosa na... casa rural e você tem razão, tá na hora de dar uma renovada, não acha? —ela dizia enquanto dava uma voltinha, mostrando inocentemente o conjunto—.
—mãe, eu sou o primeiro a favor de renovar seu guarda-roupa, mas justamente esse não é um conjunto muito mais sutil do que aquela camisola, hein. Lembra do que a gente ''conversou'' ontem? hahaha.
—Ai filho, eu sei, mas é que não consegui resistir quando vi na loja. Se você tem razão, eu já não tenho mais corpo pra esses pijaminhas de menina —ela dizia meio tímida enquanto se sentava do meu lado—.
—E lá vem você de novo com isso. Já não sei mais o que fazer pra você acreditar no corpaço que tem, mãe. Justamente tô falando que esse fica muito mais gostoso em você do que qualquer conjunto que já te vi.
—Não, se no final de tanto me falar isso, vou acabar acreditando mesmo! hahaha —ela dizia divertida, sem dar muita importância—.
—acredita, porque é verdade, mesmo que não pareça, as mulheres da sua idade e tão bem conservadas como você são as que mais deixam a gente de pau duro —eu já tava excitado pra caralho e não media o que falava—.
—Já, já, não precisa jurar, ontem à noite parecia que a ''coisa'' tava esquentando aí no seu quarto... hahaha.
Naquele momento, meu coração quase parou. Minha mãe tinha me ouvido batendo uma punheta? E isso não era o pior. Se ela tinha me ouvido e não tinha falado nada até agora, talvez até tivesse reparado nas calcinhas usadas e cheias de porra dela, todos os nervos que tinham sumido de manhã voltaram de uma vez como um furacão.
—Meu Deus, mãe, que vergonha. Desculpa mesmo, eu não queria...
—Ei, ei, calma, filho, não se preocupa, não tô brava —ela me interrompeu—. Entendo que na sua idade tem muita energia acumulada e às vezes não dá pra controlar —ela dizia com uma voz doce e compreensiva—. Também é culpa minha. Acho que ontem não soube cortar nossa ''conversinha'' a tempo, mas a verdade é que provocar isso num homem jovem é sempre um elogio, mesmo que seja no próprio filho, claro hahahaha.
—Então você não — Você tá brava? — eu tava totalmente sem reação.
— Pelo amor de Deus, não! Lembro como a gente era fogoso na sua idade, eu e seu pai... Ai, meu Deus, você deve achar que sua mãe é uma puta fogosa!
— De jeito nenhum, mãe! Não tem nada que me deixe mais feliz do que saber que minha mãe tem uma vida sexual ativa.
— Bom, tinha, você quer dizer — ela falava entre risadas. — A verdade é que hoje em dia a chama apagou um pouco entre eu e seu pai, sabe, ele sempre muito cansado do trabalho, e eu, sinceramente, continuo com minhas necessidades. Ai, por favor, como é que eu tô falando dessas coisas com meu próprio filho, o que você vai pensar de mim?
— Vou pensar que minha mãe é uma mulher saudável, e que é uma pena que ela não receba tudo o que precisa, isso sim. Aliás, mãe, já que a gente tá falando sem papas na língua, posso te fazer uma pergunta meio pessoal? — era minha hora de atacar.
— Ui, filho, até me assusta, hahaha. Pergunta, pergunta, no fim é saudável falar dessas coisas, e é algo que a gente nunca faz porque, bom, você sabe que eu sou meio envergonhada com esses assuntos.
Naquele momento eu pensei: envergonhada? Não parecia nada quando tava se esfregando a buceta toda largada no meio do banheiro igual uma porca. Aí eu quis brincar um pouco com ela e ver até onde ia a sinceridade.
— Bom, vou perguntar na lata. Você se masturba?
Naquela hora ela ficou paralisada, mais vermelha que um tomate, e parecia ter ficado sem palavras.
— Ma... me masturbar? Bom... a verdade é que fiz isso algumas vezes quando era jovem, mas nunca mais voltei a fazer, não... — dava pra ver a mentira na voz dela.
— Não? Acredite, é uma coisa que você devia quase virar rotina, tipo em momentos antes de dormir. Ou até no chuveiro — falei com um sorrisinho safado.
— Ai, Deus... não me diga que... — a cara dela era um poema.
— Sim, mãe. Parece que não sou só eu que anda com fogo nessa casa, hahaha — falei dando um cutucão nela de brincadeira pra aliviar o clima.
— Puta merda! Vergonha!! Mas como? Dava pra me ouvir tanto assim? Ai meu Deus, filho, cê deve achar que sua mãe é uma sem-vergonha fazendo essas coisas...
- Nada disso, mãe! Como já te falei, não tem nada mais saudável. Juro, não precisa se preocupar, é uma coisa natural que cê deve fazer sempre que tiver vontade.
- Deus, filho, juro que não sei o que deu em mim. Fazia anos que não fazia uma coisa dessas e hoje, não sei por que, assim que cheguei em casa não consegui me segurar. Cê tem certeza que não se importa que sua mãe faça essas safadezas?
- Mãe, já te disse que não é safadeza nenhuma. Além do mais, como é que eu vou me importar se a mulher que eu mais amo no mundo tá feliz e satisfeita?
- Ah, é que eu tenho o melhor filho do mundo! - ela disse enquanto se levantava pra me abraçar e me dar um beijo bem estalado, que praticamente aterrissou no canto dos meus lábios. - Bom, vou jantar alguma coisa rapidinho e terminar de arrumar minha bolsa, que ainda tenho que colocar mais roupinhas que comprei.
- Se todos os modelitos forem como esse, não vou conseguir tirar os olhos de você o fim de semana inteiro, mamasota!
- Olha só que filho mais puxa-saco que eu tenho hahahaha - ela ria, satisfeita.
Eu, por minha vez, fiz o mesmo: jantei e terminei a bolsa, que mal tinha começado. Depois disso, fui pra cama umas doze da noite e fiquei vendo um negócio no YouTube, como de costume. Depois, como também era normal, fui ver pornô pra fazer aquela punheta clássica antes de dormir. Só pra deixar claro: sempre que vejo pornô, uso fones de ouvido, porque gosto de ouvir as vozes bem alto. Tudo ia às mil maravilhas, eu tava me deliciando com um vídeo clássico de madrasta e enteado de uma das minhas atrizes favoritas, Ava Addams. O estranho foi quando comecei a ouvir uns gemidos leves, e isso que o vídeo mal tinha começado. Rapidão tirei os fones e percebi que os gemidos vinham do quarto ao lado. Minha mãe tava se tocando, e sem se importar com nada! Automaticamente fiquei vinte vezes mais Mais excitado do que já estava, não podia acreditar. Pra te situar, a cama dos meus pais fica encostada na mesma parede que a minha, então dava pra sentir cada movimento da cabeceira. Não pensei duas vezes e comecei a bater uma junto com ela, quando, no meio da euforia, eu também comecei a soltar gemidos. Foi nessa hora que achei que tinha ido longe demais, porque minha mãe parou os movimentos e os sons, provavelmente me ouvindo batendo uma junto com ela. A surpresa veio quando, segundos depois, ela não só continuou, mas com gemidos muito mais altos e a cama balançando mais forte. Eu, naquele momento, comecei a falar: "continua... continua", até soltei umas frases quentes pra mim mesmo num tom baixo, um jogo no qual, surpreendentemente, ela entrou de cabeça.
- Ah, caralho! Tô com o pau duríssimo!
- Agggghhhhh minha buceta tá encharcadíssima...
- Ahhh, vou gozar a qualquer momento. Aahhhh! Não aguento mais!
- Que puta que eu sou, mas como eu tô adorando!!!! Ufffff.
- Assim, assim, continua assim, putinha, goza pra mim!
- Aaaggghhhhh não aguento mais, não aguento mais!
- Tô gozandooooo. Tô gozando! Aagghhh, toma meu leite, puta!!
- Ai, meu Deus, que delíciaaa! Tô indo, tô indo, tô indooo!! Aaagggggghhhhhhh!!!
Nós dois nos fundimos num orgasmo brutal, cheio de fluidos, separados por só alguns centímetros de parede. A verdade é que, depois de toda a porra que soltei naquela tarde na porta do banheiro, não sei como, mas ainda tinha reservas de leite quente, o suficiente pra molhar bem os lençóis. Vou lembrar desse momento pra sempre como a hora em que decidi que ia comer a puta da minha mãe, custasse o que custasse.
Continua...
Eram umas 14h de quinta-feira e, como sempre, eu tinha preguiça de sair da cama, ainda mais depois do cansaço da montanha-russa de emoções que vivi na noite anterior. Assim que acordei, a primeira imagem que veio à minha cabeça foram os peitos da minha mãe, aqueles peitos que poucas horas antes eu tinha apalpado à vontade. Caralho, eu não acreditava, até cheguei a duvidar se tinha sonhado ou se minha mãe realmente tinha deixado eu amassar aquelas tetonas. E pelo próprio filho, nada mais nada menos! Claro, antes que eu percebesse, já estava com a barraca armada de novo, o que me lembrou que tinha que lavar a calcinha fio-dental que tinha escondido debaixo da cama pra minha mãe não desconfiar de nada. Minha surpresa veio quando fui pegar e não encontrei. Porra... virei o quarto de cabeça pra baixo, procurei em todos os cantos, debaixo da cama, gavetas, armário, mas nada de nada. Não tinha dúvida, minha mãe tinha entrado de manhã pra pegar roupa pra lavar e tinha levado. Nunca fiquei tão assustado na minha vida, fiquei quase uma hora sem sair do quarto pensando em como ia explicar aquilo.Num momento, lembro que criei coragem e saí direto pra cozinha pra encarar a bronca violenta que ia cair em cima de mim. Mas não encontrei minha mãe, só vi o varal com toda a roupa recém-estendida. E, de fato, lá estava a calcinha fio-dental dela, perfeitamente lavada e sem uma única mancha de toda a porra de gozo que tinha caído nela na noite anterior. Não deu tempo de reagir quando minha mãe apareceu por trás, chegando de fazer umas compras.
— Oi, amor! Dormiu bem? — ela disse com uma voz doce enquanto me dava um beijo na bochecha.
— Sim... — respondi rápido, meio desorientado. — Preguiçei um pouco, mas ia começar a arrumar a mochila pro fim de semana.
Eu não entendia nada. Na hora, só me ocorreu bancar o doido com essa besteira da mochila pra confirmar que tava tudo bem. bem, e ela não queria cancelar a viagem.
- Vai, que estranho você não ter deixado pra última hora hein hahaha. Bom, enquanto isso, se você não se importa, vou tomar um banho, porque com esse calor que tá, eu vim toda ensopada. Depois preparo alguma coisa pra comer, beleza?
- Beleza, mãe, pra mim tá perfeito! - eu tava sem acreditar.
A única explicação que veio na minha cabeça era que ela devia ter pegado um monte de roupa no escuro e jogado na máquina sem olhar. Ufa, que livramento. Mas é claro, assim que minha mãe entrou no banheiro e passou o susto, os pensamentos quentes voltaram na hora. A pica já tava começando a endurecer quando ouvi o chuveiro abrir e, sem pensar duas vezes, fui pra lá. Espiei silenciosamente por uma fresta da porta que dava pra ver o banheiro inteiro, uma fresta que eu tinha descoberto há anos e que permitia ver sem ser visto. Olhei direto pro chuveiro, já com a pica na mão, pra me deliciar com o corpo suculento da minha mãe todo ensaboado. Minha surpresa veio quando, mesmo com a água correndo, minha mãe não estava no chuveiro, mas sim sentada no vaso. Deus, nunca vou esquecer o que meus olhos viram. Minha mãe estava se masturbando igual uma puta no cio! Minha mãe! Me chocou pra caralho porque essa não era a primeira nem a segunda vez que eu espiava ela tomando banho, mas era a primeira vez que via ela fazer algo assim. E não pensem que ela fazia timidamente, não, a puta tava se acabando de tudo quanto é jeito; esfregando toda a buceta gorda e depilada de cima a baixo, enfiando os dedos numa velocidade de louca, e tudo isso enquanto com a outra mão apertava os próprios mamilos e levava eles à boca. Tava completamente descontrolada. Na hora lembrei do que ela disse quando chegou, que tava toda ensopada, mas pelo visto não era suor que tava molhando a puta.
Colei bem o ouvido na porta e, entre o barulho do chuveiro, consegui distinguir uns gemidos que a Mãe não se esforçava nem um pouco pra esconder. Quando me dei conta, meu pau tava exatamente igual à noite anterior, mais duro do que nunca e todo lubrificado, então não aguentei mais e comecei a bater uma sem controle nenhum. Se a da noite anterior tinha sido uma das melhores punhetas que eu já tinha batido na vida, essa superava em mil vezes. Eu tava me masturbando ao mesmo tempo que minha mãe! Não aguentava mais, mas tava tentando esperar pra gozar junto com ela, e aí aconteceu. A buceta encharcada dela começou a se contorcer em espasmos, expelindo todo tipo de fluido, enquanto ela mesma tapava a boca pra segurar os gemidos brutais que tava soltando, se derretendo de prazer já jogada no chão. Eu, por minha vez, explodi numa gozada dez vezes maior do que qualquer uma que eu já tinha soltado, formando uma poça inteira de porra na porta do banheiro. Deus, eu tava acabado, e apesar do meu pau continuar mais duro que um mastro, e de eu estar me deliciando vendo minha mãe lamber as mãos com os próprios sucos, tinha que me apressar pra limpar a bagunça que tinha feito antes que ela me pegasse com a mão na massa, nunca melhor dito.
Uma vez depois de comer, eu tava no sofá vendo um filme que nem lembro mais. Nisso, minha mãe chega com um modelito de andar em casa espetacular que eu nunca tinha visto. Consistia numa camisola branca normal e comum, mas meio curta e bem fina, o que fazia transparecer bastante aquelas tetas gordas com os mamilos escuros. Por outro lado, ela usava um short de renda preta que marcava perfeitamente a bunda suculenta e as cadeiras boas dela. Na hora, eu rapidamente me ajeitei escondendo a ereção que vinha.
— O que achou, filhote?
— E isso, mãe? Nunca vi você com isso — eu tentava soar num tom calmo.
— Vi hoje de manhã na loja aqui de baixo e não resisti. Além disso, ontem fiquei pensando no que você disse sobre eu usar a camisola rosa na... casa rural e você tem razão, tá na hora de dar uma renovada, não acha? —ela dizia enquanto dava uma voltinha, mostrando inocentemente o conjunto—.
—mãe, eu sou o primeiro a favor de renovar seu guarda-roupa, mas justamente esse não é um conjunto muito mais sutil do que aquela camisola, hein. Lembra do que a gente ''conversou'' ontem? hahaha.
—Ai filho, eu sei, mas é que não consegui resistir quando vi na loja. Se você tem razão, eu já não tenho mais corpo pra esses pijaminhas de menina —ela dizia meio tímida enquanto se sentava do meu lado—.
—E lá vem você de novo com isso. Já não sei mais o que fazer pra você acreditar no corpaço que tem, mãe. Justamente tô falando que esse fica muito mais gostoso em você do que qualquer conjunto que já te vi.
—Não, se no final de tanto me falar isso, vou acabar acreditando mesmo! hahaha —ela dizia divertida, sem dar muita importância—.
—acredita, porque é verdade, mesmo que não pareça, as mulheres da sua idade e tão bem conservadas como você são as que mais deixam a gente de pau duro —eu já tava excitado pra caralho e não media o que falava—.
—Já, já, não precisa jurar, ontem à noite parecia que a ''coisa'' tava esquentando aí no seu quarto... hahaha.
Naquele momento, meu coração quase parou. Minha mãe tinha me ouvido batendo uma punheta? E isso não era o pior. Se ela tinha me ouvido e não tinha falado nada até agora, talvez até tivesse reparado nas calcinhas usadas e cheias de porra dela, todos os nervos que tinham sumido de manhã voltaram de uma vez como um furacão.
—Meu Deus, mãe, que vergonha. Desculpa mesmo, eu não queria...
—Ei, ei, calma, filho, não se preocupa, não tô brava —ela me interrompeu—. Entendo que na sua idade tem muita energia acumulada e às vezes não dá pra controlar —ela dizia com uma voz doce e compreensiva—. Também é culpa minha. Acho que ontem não soube cortar nossa ''conversinha'' a tempo, mas a verdade é que provocar isso num homem jovem é sempre um elogio, mesmo que seja no próprio filho, claro hahahaha.
—Então você não — Você tá brava? — eu tava totalmente sem reação.
— Pelo amor de Deus, não! Lembro como a gente era fogoso na sua idade, eu e seu pai... Ai, meu Deus, você deve achar que sua mãe é uma puta fogosa!
— De jeito nenhum, mãe! Não tem nada que me deixe mais feliz do que saber que minha mãe tem uma vida sexual ativa.
— Bom, tinha, você quer dizer — ela falava entre risadas. — A verdade é que hoje em dia a chama apagou um pouco entre eu e seu pai, sabe, ele sempre muito cansado do trabalho, e eu, sinceramente, continuo com minhas necessidades. Ai, por favor, como é que eu tô falando dessas coisas com meu próprio filho, o que você vai pensar de mim?
— Vou pensar que minha mãe é uma mulher saudável, e que é uma pena que ela não receba tudo o que precisa, isso sim. Aliás, mãe, já que a gente tá falando sem papas na língua, posso te fazer uma pergunta meio pessoal? — era minha hora de atacar.
— Ui, filho, até me assusta, hahaha. Pergunta, pergunta, no fim é saudável falar dessas coisas, e é algo que a gente nunca faz porque, bom, você sabe que eu sou meio envergonhada com esses assuntos.
Naquele momento eu pensei: envergonhada? Não parecia nada quando tava se esfregando a buceta toda largada no meio do banheiro igual uma porca. Aí eu quis brincar um pouco com ela e ver até onde ia a sinceridade.
— Bom, vou perguntar na lata. Você se masturba?
Naquela hora ela ficou paralisada, mais vermelha que um tomate, e parecia ter ficado sem palavras.
— Ma... me masturbar? Bom... a verdade é que fiz isso algumas vezes quando era jovem, mas nunca mais voltei a fazer, não... — dava pra ver a mentira na voz dela.
— Não? Acredite, é uma coisa que você devia quase virar rotina, tipo em momentos antes de dormir. Ou até no chuveiro — falei com um sorrisinho safado.
— Ai, Deus... não me diga que... — a cara dela era um poema.
— Sim, mãe. Parece que não sou só eu que anda com fogo nessa casa, hahaha — falei dando um cutucão nela de brincadeira pra aliviar o clima.
— Puta merda! Vergonha!! Mas como? Dava pra me ouvir tanto assim? Ai meu Deus, filho, cê deve achar que sua mãe é uma sem-vergonha fazendo essas coisas...
- Nada disso, mãe! Como já te falei, não tem nada mais saudável. Juro, não precisa se preocupar, é uma coisa natural que cê deve fazer sempre que tiver vontade.
- Deus, filho, juro que não sei o que deu em mim. Fazia anos que não fazia uma coisa dessas e hoje, não sei por que, assim que cheguei em casa não consegui me segurar. Cê tem certeza que não se importa que sua mãe faça essas safadezas?
- Mãe, já te disse que não é safadeza nenhuma. Além do mais, como é que eu vou me importar se a mulher que eu mais amo no mundo tá feliz e satisfeita?
- Ah, é que eu tenho o melhor filho do mundo! - ela disse enquanto se levantava pra me abraçar e me dar um beijo bem estalado, que praticamente aterrissou no canto dos meus lábios. - Bom, vou jantar alguma coisa rapidinho e terminar de arrumar minha bolsa, que ainda tenho que colocar mais roupinhas que comprei.
- Se todos os modelitos forem como esse, não vou conseguir tirar os olhos de você o fim de semana inteiro, mamasota!
- Olha só que filho mais puxa-saco que eu tenho hahahaha - ela ria, satisfeita.
Eu, por minha vez, fiz o mesmo: jantei e terminei a bolsa, que mal tinha começado. Depois disso, fui pra cama umas doze da noite e fiquei vendo um negócio no YouTube, como de costume. Depois, como também era normal, fui ver pornô pra fazer aquela punheta clássica antes de dormir. Só pra deixar claro: sempre que vejo pornô, uso fones de ouvido, porque gosto de ouvir as vozes bem alto. Tudo ia às mil maravilhas, eu tava me deliciando com um vídeo clássico de madrasta e enteado de uma das minhas atrizes favoritas, Ava Addams. O estranho foi quando comecei a ouvir uns gemidos leves, e isso que o vídeo mal tinha começado. Rapidão tirei os fones e percebi que os gemidos vinham do quarto ao lado. Minha mãe tava se tocando, e sem se importar com nada! Automaticamente fiquei vinte vezes mais Mais excitado do que já estava, não podia acreditar. Pra te situar, a cama dos meus pais fica encostada na mesma parede que a minha, então dava pra sentir cada movimento da cabeceira. Não pensei duas vezes e comecei a bater uma junto com ela, quando, no meio da euforia, eu também comecei a soltar gemidos. Foi nessa hora que achei que tinha ido longe demais, porque minha mãe parou os movimentos e os sons, provavelmente me ouvindo batendo uma junto com ela. A surpresa veio quando, segundos depois, ela não só continuou, mas com gemidos muito mais altos e a cama balançando mais forte. Eu, naquele momento, comecei a falar: "continua... continua", até soltei umas frases quentes pra mim mesmo num tom baixo, um jogo no qual, surpreendentemente, ela entrou de cabeça.
- Ah, caralho! Tô com o pau duríssimo!
- Agggghhhhh minha buceta tá encharcadíssima...
- Ahhh, vou gozar a qualquer momento. Aahhhh! Não aguento mais!
- Que puta que eu sou, mas como eu tô adorando!!!! Ufffff.
- Assim, assim, continua assim, putinha, goza pra mim!
- Aaaggghhhhh não aguento mais, não aguento mais!
- Tô gozandooooo. Tô gozando! Aagghhh, toma meu leite, puta!!
- Ai, meu Deus, que delíciaaa! Tô indo, tô indo, tô indooo!! Aaagggggghhhhhhh!!!
Nós dois nos fundimos num orgasmo brutal, cheio de fluidos, separados por só alguns centímetros de parede. A verdade é que, depois de toda a porra que soltei naquela tarde na porta do banheiro, não sei como, mas ainda tinha reservas de leite quente, o suficiente pra molhar bem os lençóis. Vou lembrar desse momento pra sempre como a hora em que decidi que ia comer a puta da minha mãe, custasse o que custasse.
Continua...
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