Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3705801/La-Milf-de-mis-suenos-Capitulo-I-El-sueno.htmlCapítulo 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3710162/La-Milf-de-mis-suenos-Capitulo-II-La-chica-nueva-quo.htmlCapítulo 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3714135/La-Milf-de-mis-suenos-Capitulo-III-El-mejor-dia-de-mi-vi.htmlCapítulo 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3718293/La-Milf-de-mis-suenos-IV-Las-Milf-de-mis-amigos.htmlCapítulo 5:http://www.poringa.net/posts/relatos/3723578/La-Milf-de-mis-suenos-C-V-Cumpleanos-y-verdad.htmlEra quarta-feira de manhã, eu e a April acordamos pra ir pra faculdade. Enquanto eu tomava banho, ela foi visitar a Celeste. Supostamente, foi avisar a MILF sobre a troca, e ela aceitou sem problema nenhum. Tomamos café e fomos pra universidade. Quando chegamos na sala de aula, todo mundo que já tava lá ficou olhando fixo pra gente. Parece que o beijo que viram a gente dar juntos já tinha sido espalhado pra todo mundo. Eu me senti meio desconfortável, e a própria April também sentiu. Ela sussurrou no meu ouvido pra gente sentar em lugares diferentes naquela aula, pra evitar que ficassem olhando tanto.
Mas nem tudo sai como a gente planeja, porque em poucos segundos depois de nos separarmos e sentarmos longe um do outro, várias minas se aproximaram dela. No meu caso, eram caras com quem eu mal tinha falado antes, os típicos babacas que curtem festa e pegar uma e outra. Eles, sem vergonha nenhuma, me perguntaram como eu consegui comer a novata, como ela chupava, se usava as tetas ou se a bunda e a buceta dela eram apertadas. Meio puto, olhei pra eles e respondi que o que eu faço na privacidade com a April não ia ficar contando pra eles. Mas não adiantou nada, porque continuaram insistindo pra eu responder. Enquanto isso, minha namorada também não tava se divertindo, dava pra ver que ela tava envergonhada, e uma das vadias perguntou quanto media meu pau, enquanto me olhava com uma cara de puta.
Levantei do meu lugar e fui até a April, peguei na mão dela pra sair daquele lugar. Apesar do desconforto, fiquei excitado com todos aqueles babacas me perguntando coisas sobre minha mina. Eu sabia que ela provocava muito com o corpo gostoso dela. Fomos pro lugar onde eu sempre ia pra ficar sozinho, que nessa altura já tinha virado nosso lugar. Quando sentamos, ela percebeu minha ereção.
A: No que você tava pensando pra ficar desse jeito?
Y: (Engulo seco) Em nada.
A: (Leva meu rosto pros peitos dela) Se não... Quer me dizer, deve ser porque você tá pensando nas MILFs.
Y: (Mordisco ela) Não exatamente...
A: Então, tava pensando em mim, seu menino tarado.
Y: Sim... Desculpa...
A: Relaxa, eu também tava morrendo de vontade de ter um momento a sós com você... Mas hoje não vai rolar.
Y: (Confuso) Como assim?
Ela enfia a mão na minha virilha e puxa umas três vezes.
A: Hoje, a gente não vai fazer... Na verdade, não quero que você faça hoje com a Celeste... Nem amanhã... Também não quero que você se masturbe, porque você precisa encher essas bolas e estar pronto pra sexta.
Y: April...
A: É um sacrifício pequeno, faz por mim, amor.
Ela me beija de um jeito meigo e fica deitada do meu lado, a gente ficou conversando até chegar a hora da próxima aula. Fomos pra sala e sentamos juntos, April ficou muito grudada em mim, a gente já não ligava mais pra quem olhava, contanto que a gente estivesse junto. No fim da aula, a gente se despediu com um beijo.a mãe delaDaphne foi buscá-la, a mulher do carro me cumprimentou. Voltei andando pro meu apartamento, onde só fui deitar e dormir, porque tinha prometido pra minha namorada que não ia transar naquele dia. Ignorar a Celeste foi a parte mais difícil, já que eu vi ela usando um look esportivo e aqueles peitos me enlouqueceram.
Como na quinta não tínhamos aula e na sexta cancelaram as aulas da manhã, minha namorada me convidou pra ir na casa dela, isso ia aliviar a tensão de ter que me controlar pra não transar. A April foi me buscar com a mãe dela, a Daphne, e pra ser sincero, a garota já tava agindo com mais liberdade, me beijava quando queria, do mesmo jeito pra me abraçar, pensei que talvez naquele dia a gente fosse fazer umas putarias na casa dela e eu fosse esquecer aquela ideia horrível, mas ela continuava firme que eu tinha que encher meus ovos de esperma.
Já era noite e, apesar de ter sido difícil resistir, por causa da gostosura que ela tava e aqueles beijos que sempre me acendiam, consegui no final. Ela dormiu e eu saí do quarto dela pra dormir no sofá, igual da outra vez, mas antes tive uma conversa com os pais dela, o casal me falou pra cuidar bem da April e que, na real, ainda mantivessem ela em segredo. Eu, agindo como se a garota não soubesse de nada, falei que eles deviam contar tudo pra ela logo, porque eu não ia esconder uma parada daquelas. Finalmente, me deitei no sofá, não tava com sono, por causa do tesão que a April tinha me deixado, era tanta putaria na minha cabeça que eu pensava em trair minha namorada com qualquer uma.
Ficava me virando de um lado pro outro, me lamentando por não ter ficado no apartamento, já que não ia estar naquela situação e, no pior dos casos, se o tesão me dominasse, tinha a Celeste pra me satisfazer. Em vez disso, ali não tinha ninguém além da April, ou pelo menos era o que eu pensava, depois de uma hora, a Daphne saiu do quarto dela, a mulher tava usando um roupão curto, deixava ver as pernas sensuais dela e um pouco da bunda, ela passou pro banheiro. Eu fingi que tava dormindo. mas na verdade eu olhava disfarçadamente pra aquela figura, que fazia meu pau ficar mais duro, quando ela saiu, se inclinou levemente, mas o suficiente pra me dar uma bela visão daquela bunda que parecia tão gostosa quanto a da April e da bucetinha peludinha dela.
Tava fervendo, quando fechava os olhos lembrava da figura da mulher, meu pau precisava de consolo, mas tentava resistir, minha respiração tava acelerada. Enquanto pensava em como me controlar, acontece a coisa mais louca daquela noite, de olhos fechados, sinto alguém deitar do meu lado. Ingênuo, pensei que era a April e que ela tinha se arrependido de não transar, mas quando abro os olhos e vejo a Daphne com um sorriso safado, fiquei paralisado. Não sabia o que dizer ou como reagir, a mulher, sem vergonha nenhuma, pega no meu pau e começa a acariciar devagar.
Y: (Surpreso) Se... Se... Senhora Daphne, o que cê tá fazendo?
Da: Por acaso não é óbvio?
Y: Po... Por que... A senhora tá fazendo isso? Mmmhhh...
Da: Porque quero saber se o pau que minha filha escolheu merece ser comido.
Eu tentava não gemer tão alto, soltando suspiros suaves e entrecortados. Sentia meu pau meio machucado entre aquelas mãos macias, mas que já puxavam com agressividade, e o anel de noivado era o que mais doía, mas não queria que parasse. Ela aproximou a boca da minha e me beijou, era tão diferente dos beijos que tinha trocado com a April e a Celeste, que sentia que aquela mulher ia me deixar sem ar.
Y: A senhora é uma hipócrita.
Da: Ah, é?
Y: Sim, porque proíbe coisas pra April, quando a senhora é uma puta igual a Violet.
Da: O que posso te dizer, ser puta tá no nosso DNA... Mas a April foi criada pra ser diferente, embora eu saiba que isso não vai influenciar na vida sexual dela... Me diz, minha filha é uma puta com você? Ela quer fazer com outros?
Y: Aaahhh... Ela... Ela... Não é sua filha...
Da: Claro que é, eu a criei junto com o Richard, independente da Violet ter me dado ela, por assim dizer. Y: Hhhhmmm... Sim, a April é uma puta comigo... Uma puta grande e maravilhosa... E não, ela não quer fazer isso com outros, ou pelo menos foi o que disse...
Da: Entendo, o jeito que a educamos serviu pra alguma coisa... Pra ela ser a puta de um só.
Eu não queria revelar os fetiches da minha namorada e, naquele momento, só queria comer aquela coroa.
Da: Quero te perguntar mais uma coisa, mas antes, vou chupar essa sua piroca grossa.
Sentei no sofá, enquanto ela se ajoelhava no chão e olhava com tesão pro meu pau, abriu a boca e começou a mamar. Ela mostrava que a puta estava no DNA dela, chupava meu membro de um jeito único, nunca tinha sentido aquele prazer.
Y: Hhhhmmm... Siim... Sogra... Que boquete gostoso...
Da: Gloooop... Hmmmmppp... Gluoopp... Mmmgfg... (Tirou meu pau da boca) Aaah... Com um pouco de treino, a April pode chegar a fazer o mesmo, ou muito melhor.
Coloquei meu pau entre os peitões dela, batendo uma com eles, tudo que aquela mulher fazia era delicioso, e só de pensar que a April, com mais experiência, ia fazer o mesmo, me excitava ainda mais.
Da: Você tem uma piroca boa e um sabor bem viciante, mas me diz, você gostaria de ver minha filha com outros?
Y: Ooohhh... Hhhmmm... Não, só quero que admirem ela, mas ninguém toque... Só eu...
Da: Entendo, mas se você não aprovar, vou fazer minha pequena provar outra piroca grande, que saiba satisfazer ela.
Ela parou de bater uma com os peitos e sentou no meu pau, aquela buceta madura era perfeita, sentir meu pau dentro dela era extraordinário, e a safada colocou meu rosto entre os peitos dela.
Da: Oooohhhh... Muito bem, garotão... Me mostra que você merece minha filha...
Eu penetrava ela com tudo, enquanto com a boca mordia os peitos dela e depois chupava os bicos, meus dedos brincavam com a bunda dela. Mas ela era uma mulher devoradora de paus, e eu temia não conseguir satisfazer ela só com aquilo, então quis deixar o clima mais putaria.
Y: Todos os pretendentes da April passam por esse teste?
Da: Hhhhmm.... Aaaahhh... Nãooo... Você é o primeiro, porque foi muito longe com ela...
Y: O primeiro? Pensei que uma MILF como você comia muito novinho...
Da: Oooohhh... Cê deve achar que sou uma qualquer e não tá tão errada, porque já fui, mas desde que tô com o Richard, pra criar a menina, não fiquei com nenhum outro homem... Porque meu marido querido sabe me satisfazer... Hmmmm... Mas já que você quer a nossa pequena, é minha obrigação como mãe testar se você é capaz pra ela... Hhhmm...
Ela começou a pular em cima do meu pau, tava gostando da foda, mas não podia mostrar fraqueza, tinha que continuar.
Y: Ahhhh... A bucetinha da April sempre aperta muito e, mesmo a sua não apertando, adoro como ela trata meu pau lá dentro.
Da: Mmmmghhh... Mmmmhhh... Me surpreende que minha filha aguente isso todo dia...
Y: Tá gostando de como te fodo? Sua MILF putinha
Da: Nada mal... Mas espero muito mais do seu pauzão... Aaaagggg... Hhhmmm... Hhhhmm...
Nossos corpos aos poucos já se davam prazer mútuo, sentia que aquela buceta peluda já era minha e não queria soltar, nossos gemidos ficaram tão altos que acordamos meu sogro e minha namorada. Ao ouvir passos, nos deitamos nos beijando no sofá, ela virou de bruços, enquanto eu por cima continuava metendo forte. Nos cobrimos com o cobertor, tentando que só minha cabeça aparecesse, já que a dela tava debaixo do travesseiro, esperando que, na escuridão, ninguém percebesse o que a gente tava fazendo.
A puta da minha sogra abafava os gemidos, o marido saiu do quarto e, meio confuso, chegou perto de mim e perguntou.
R: Cê tá bem?
Y: Tô... Maravilhaa...
R: Ouvi um barulho, pensei que tivesse acontecido algo...
Y: Hhhmmm... Bati o pé na mesa, porque fui beber água...
R: Entendi, ei, cê não viu a Daphne por aí?
Quando ele perguntou sobre a esposa, minha sacanagem e o tesão aumentaram. lentamente tirei meu pau da buceta madura da minha sogra e enfiei no cu dela. Por instinto, sabia onde estava aquele cu gostoso, fazendo a mulher soltar um suspiro leve, que não foi ouvido, porque falei bem naquele momento.
Y: Não, não vi ele...
R: Que estranho...
Naquele instante, April abre a porta dela e, como se soubesse o que eu estava fazendo com a mãe dela, distrai o pai.
A: Daddy, a mamãe está comigo... Estamos conversando sobre coisas de mulher... Então não se preocupa.
R: Por que ela não saiu?
A: Porque agora ela foi pro meu banheiro, vamos demorar um pouco mais, então é melhor você ir descansar.
April me olha sorrindo, enquanto eu continuava comendo a mãe dela pelo cu, comecei a suspeitar que talvez isso fosse um plano dela. O homem se retira, quando vejo ele fechar a porta e minha namorada fazer o mesmo, tiro o travesseiro que cobria a cabeça da minha sogra e, chegando perto do ouvido dela, sussurro.
Y: Isso... Foi um plano da April?
Da: Nããão... Hhhhmmm.... Já te falei que tô te testando... Oooogggghhh... Menino atrevido...
Continuei com minhas estocadas fortes, aquele cu era tão gostoso quanto o da minha namorada, ela apoiava o queixo, abrindo a boca, deixando escapar uns gemidos baixinhos, enquanto respirava fundo. Peguei o cabelo dela e puxei pra mim. Ela solta outro gemido alto que foi abafado pelo beijo que dei nela, depois ela leva o travesseiro à boca e morde, enquanto eu aumento o ritmo e dou umas palmadas nela.
Y: Oooohhh... Sogra, adoro como a gente faz...
Da: Hhhhmmmm.... Mmmmhhh... Nnnaaaggg...
Y: Você tem um corpo tão gostoso... Achava que só a sua filha conseguia me deixar assim...
Percebi que tava louco pelo corpo dela, não imaginava que outra mulher fosse me provocar daquele jeito, além da April e da Celeste. Ficamos naquela posição até os dois gozarmos, ela gozou primeiro, encharcando todo aquele sofá, e depois eu. Queria gozar naquele cuzão dela, mas ela pediu pra eu gozar na cara. Tirei meu pau pra fora e ela se virou, abrindo a boca, esperando minha gozada, que espirrou no rosto dela, no cabelo e no corpo, dando um banho bem gostoso. Ela limpou minha rola, depois se limpou o corpo e o rosto, enquanto eu sentava do lado dela. Quando terminou, se aproximou, me beijou do jeito dela e, sorrindo, se afastou.
E eu: "Passei?"
Daphne: (Rindo) Com honras, tantas que você merece um prêmio.
A coroa saiu toda provocante, pegou o roupão que estava entre as cobertas e se cobriu. Eu me deitei naquele sofá que tinha deixado molhado com a gozada dela. Na manhã seguinte, nem senti o pai da minha namorada indo trabalhar. Fui acordado pela Daphne, que estava usando um top halter curto, marrom claro, com uma abertura nos peitos, praticamente deixando eles à mostra, junto com um shortinho preto que cobria até as coxas. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo. A Milf tava muito gostosa, só de olhar já fiquei de pau duro. Ela, agindo como se nada tivesse rolado de madrugada, mandou eu ir tomar banho.
Obedeci, tomei um banho longo, pensando na puta que a Daphne era e que finalmente era sexta-feira, ia transar com a Celeste de novo, além de comer as Milfs dos meus amigos. Realizar aquela fantasia da April. Me excitava, mas quem me deixava mais tesudo era minha sogra. Saí do banheiro e fui pra cozinha, onde a mãe da minha namorada estava. Agora ela tava mais safada e me chamou pra sentar do lado dela.
Daphne: "A April ainda tá no quarto dela. Quer receber sua recompensa agora ou mais tarde?"
Eu tava hipnotizado por aquela mulher, aquela atitude me enlouquecia. Não sei se gostava dela pela semelhança com a April, mesmo não sendo a mãe biológica, ou pelo tesão de comer a mulher que minha namorada chama de mãe.
Eu falei: "Agora."
Ela se meteu debaixo da mesa e puxou meu pau pra fora. O prêmio era um boquete dos bons. Ela chupava tão bem que eu tinha que morder os lábios pra não gemer. Daphne... aproveitava a abertura que tinha nos peitos dela pra colocar meu pau entre as tetas e bater uma punheta também. Fechei os olhos e tava pensando em comer aquela coroa de novo, mas bem nessa hora minha namorada chega na cozinha, ela tava usando a mesma roupa que a mãe adotiva dela, só que o top halter dela era azul celeste e o shortinho jeans, ela senta e me olha meio envergonhada.
A: Mamãe falou pra eu vestir isso, espero que você não se importe de eu ir assim pra faculdade.
Y: (Tentando falar) Cê tá gostosa e não me incomoda se você gosta.
A: Tô falando porque dá pra ver meus peitos pelo decote.
Y: Sei que algum filho da puta vai querer meter o pau nessa abertura e fazer você chupar ele igual uma putinha... Mas confio que você não vai fazer isso... Hhhmmm...
A mulher aumentava o ritmo, fazendo tudo virar uma bomba relógio.
A: Cê sabe que sou só sua, amor.
Y: Sei, e se você chupar o pau de outro ou deixar ele te comer, vou te castigar, sua putinha.
A: (Sobe na mesa e vem na minha direção) Cê quer brincar com meus peitos, né?
Y: Quero brincar com eles, mas me contento com um beijo gostoso, Princesa.
Ela sorri e me beija, enquanto eu começava a gozar na boca da mãe dela, a puta engole toda minha porra toda e ainda arruma tempo pra limpar meu pau. Ela sai, aproveitando que minha namorada tava distraída, toda tesuda naquele momento.
A: Uuufff... Cê me deixa louca, Tom... Mas não é hora pra foder, cê sabe o que nos espera hoje à noite, além disso, minha mãe pode chegar a qualquer hora.
A mulher faz de conta que tá chegando, fala pra April se sentir bem, a menina pergunta onde ela tava e ela responde de um jeito brincalhão.Fui comprar um pouco de porraDepois do café da manhã, eu já estava com o pau duro de novo, e não era pra menos — aquelas duas loiras eram muito gostosas e sabiam usar bem as roupas, mas minha preferência era pela coroa. Queria comer a buceta dela antes da da minha namorada, mas não apareceu nenhuma oportunidade em casa. Quando a Daphne nos levava pra universidade, a April foi no banco do carona e eu no de trás; eu desviava o olhar pra MILF disfarçadamente. Minha namorada lembrou que precisava comprar uns materiais, então a gente parou numa loja, onde só a garota desceu.
Aproveitando que a April não estava, me aproximei da Daphne e sussurrei no ouvido dela.
Y: Quando a gente vai repetir?
Da: Repetir o quê?
Y: Não se faça de sonsa, você sabe do que eu tô falando.
Da: (Olha sorrindo) Se você tá pensando em sexo, melhor esquecer aquilo. Foi só uma vez, queria saber se você era digno da minha filha. A gente se divertiu, foi gostoso, mas fica por isso mesmo.
Y: Não, não pode ficar só numa noite.
Da: Pode sim, desculpa, mas você não vai me transformar na sua puta só porque me comeu bem uma vez.
Y: Eu sei que você tá morrendo de vontade de fazer de novo.
Da: Você tá enganado, garoto. Pra mim foi só uma noite agradável e você ganhou sua recompensa. Espero que não tenha se confundido.
Olhei pela janela, me certificando de que a April ainda não tinha voltado, passei pro banco do carona e abaixei a calça, mostrando meu pau ereto.
Y: É assim que você me deixa. Se a gente não vai transar de novo, pelo menos deixa eu tocar seu corpo pela última vez.
A mulher olhou pro meu membro com atenção e mordeu o lábio inferior de leve, com uma cara safada me disse que eu podia tocar nela. Rapidamente me aproximei, e pra surpresa dela, fiz ela sentar em cima de mim, enfiando meu pau dentro do shorts dela, percebendo que ela não tava de calcinha. Meu pau roçava a vulva dela e eu brincava assim com ela.
Da: Você é louco? Hmmm... Minha filha pode voltar a qualquer hora.
Y: Bom, a culpa é sua, porque se você tivesse me dito que Transaríamos de novo, não estaria fazendo isso, como uma forma de consolo.
Aquela buceta ficava molhada e começava a pedir que meu pau a penetrasse, embora Daphne negasse, coloquei minhas mãos dentro do top halter dela e apalpava seus peitões gordos, beliscava aqueles doces biquinhos.
Da: Aaaahhh... Aaahhh... Para... Para... Vão nos achar.
Y: Se é a última vez que vou tocar esse corpo tão gostoso, quero aproveitar ao máximo.
Continuei masturbando meu membro com a buceta dela, fazendo minha cabeça bater no clitóris dela, enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela. Daphne tentava resistir a tudo, mas num descuido dela, aproveitei para beijá-la, aquele beijo só aumentou os desejos dela, deixando escapar as palavras que eu queria ouvir.
Da: (Murmurando) Coo... me come...
Y: (Me fazendo de besta) O quê?
Da: Me come, me faz sua... Hhhmmm...
Sorri e tirei minhas mãos dos peitos dela, também tirei meu pau do shortinho.
Y: Bom, como castigo, vai ter que esperar pra eu te comer.
Vendo que April saía da loja, mudei pro banco de trás e subi a calça, a mulher não percebeu que a filha já tinha saído.
Da: (Brava) Você é idiota, né?
Y: Não, olha pela janela, April vem vindo, quer que ela te veja montando no pau do namorado dela?
Da: Droga...
Minha namorada chegou com vários materiais, na hora não sabia pra que ia usar eles. Durante o caminho até a Universidade, fui provocando a coroa, me tocava na virilha, já que dava pra ver o volume grande que tinha na calça, de forma sorrateira, passava a mão na bunda dela, tudo isso na frente da April, que ia distraída com os materiais que tinha comprado. Quando chegamos, a garota desceu com os materiais e a mochila, eu ia fazer o mesmo, mas a mulher quis outra coisa.
Da: Filha, ainda faltam alguns minutos pra aula de vocês, né?
A: Sim, por quê?
Da: Porque preciso falar de um assunto em particular com seu namorado.
A: Tá bem, a gente se vê na sala, Tom.
Y: Nos vamos, Princesa.
A mulher procurou um lugar onde ninguém nos visse e, desesperada, subiu em cima de mim, me beijando e passando as mãos no meu corpo, baixou minha calça e liberou meu pau, enquanto olhava pra ele, ela tirou o shorts, mostrando a buceta madura e peluda. Eu comecei a chupar ela, a Milf gemia com tudo, não precisava segurar os gritos, brincava com a boceta dela, usando minha língua e meus dedos, aquela mulher tava muito tarada, quando gozou, molhou minha boca com os fluidos dela, que eu saboreei, ela me beijou de novo, toda doida, pegou meu pau com as mãos e guiou pra dentro da vulva dela.
Da: Você me deixou louca, mais vale me comer melhor que ontem à noite e não me faz arrepender.
Y: Pode deixar, sei que vai curtir tanto quanto a chupada que eu te dei.
Da: (Morde o lábio) Me faz gozar.
Comecei a meter nela, enquanto nos beijávamos como uns animais, aquela buceta madura apertava mais que de madrugada, fui tirando o top dela pra poder chupar aqueles peitos grandes e gostosos.
Da: Hhmmmm... Ooohhh... Siim... Me dá mais, quero mais...
Aumentei o ritmo e o som do meu pau metendo naquela boceta gostosa me excitava mais, fazendo eu meter mais forte e fundo, a Milf gritava de prazer, eu beijava ela de novo e naquele beijo apaixonado, ela gozou.
Y: Tá gostando, putinha?
Da: Sim, seu pauzão, eu adoro.
Enquanto ela recuperava o fôlego, eu continuei metendo devagar, ela, toda safada e animada, me pediu pra meter no cu dela. Aceitei de boa, a puta da minha sogra virou de costas e foi sentando devagar no meu pau, eu segurava a cintura dela com as mãos, quando senti meu pau dentro daquele cu incrível, soltei um grito de prazer, ela pulava e rebolava de um jeito espetacular. Subi uma mão pros peitos dela e a outra desci pra vulva, pra brincar com o clitóris, enquanto ela se apoiava nos bancos, cada estocada, cada pulo... Foi melhor que o anterior, a coroa gozou de novo.
Y: Ooohh... Que rabão, sogrinha.
Da: Aaaah... Aaahhh... Aaaahhh... Aahh... Que pau você tem, tô ficando viciada nele...
A gente se beijou e com as últimas energias que eu tinha comecei a penetrar aquela buceta gostosa, queria encher ela de porra. Os gemidos dela me excitavam pra caralho e nem louco eu metia e tirava, até que finalmente gozei dentro dela, enchendo ela.
Y: Meu Deeeus... Que delíciaaa...
Da: Hhhhmmm... Que foda excelente, melhor que a de ontem e a melhor que já levei...
Y: (Sorriu) Vamos repetir?
Da: Claro... A partir de hoje sou sua putinha, sempre que der, a gente vai aproveitar nossos corpos.
A gente tocou nossos corpos e se beijou, depois nos vestimos, ela foi me deixar na Universidade. Tão atordoado que eu tava, nem olhei a hora, então quando bati na porta, a professora me olhou e disse que era melhor eu ter ficado em casa, porque a aula já ia acabar. Decidi esperar a April lá fora, que quando me viu perguntou por que demorei tanto com a mãe dela. Eu disse que a gente tinha conversado a fundo sobre um assunto muito sério, então ela, meio ciumenta, sussurrou no meu ouvido.
A: Você gostou de comer ela ontem à noite.
Ao ouvir essas palavras, fiquei paralisado e demorei pra responder. Sabia que a desculpa que ela inventou pra justificar a ausência da mãe não tinha sido por acaso.
A: Que foi, bobinho? Achou que eu não sabia?
Y: Antes de te responder... Você queria que eu comesse sua mãe adotiva?
A: (Sorri) Não, mas ela prometeu fazer uma vez. Queria testar se você era digno de mim, embora a gente saiba que ela fez isso porque é uma puta.
Y: Como vocês chegaram nisso?
A: Bom, na quarta quando voltei pra casa, confessei que sabia que ela não era minha mãe e pedi pra ela me falar sobre a Violet. Ela foi muito legal e sem inventar desculpa, contou umas coisas sobre minha mãe, mas depois disso, me perguntou se a gente já tinha transado e eu falei a verdade. A Daphne Ela colocou a cara de putinha e disse que ia te provar. No começo eu recusei, mas ela me prometeu que seria só uma vez. Não quis olhar quando eles estavam fazendo, porque te ver com a mulher que chamei de mãe não me excita, e dá pra ver que a putinha não cumpriu a palavra.
Ela me olhou de um jeito intimidador e eu confessei que fiz de novo com a mãe dela, mas menti, dizendo que ontem à noite não conseguimos terminar e por isso a gente transou de novo, e que não ia se repetir. Minha namorada me abraçou e disse que confiava em mim. Caminhamos até meu apartamento, quando chegamos, ela começou a trabalhar com os materiais que tinha comprado. Mais uma vez, fiquei impressionado com a inteligência dela. April preparou o lugar pra que ela pudesse observar tudo sem ser vista. Comemos alguma coisa enquanto esperávamos, eu tava meio nervoso e minha namorada parecia muito ansiosa. Os minutos passavam e esses sentimentos se aceleravam, a hora da troca já tava chegando.
Faltando uns 20 minutos, batem na porta. April se escondeu e eu fui abrir. Celeste tinha chegado, vestida com aquele babydoll preto que me deixou louco na semana passada. Entrou toda brincalhona, aqueles peitões eram um deleite. Fechei a porta e me aproximei dela. Ela sorriu e perguntou por que eu tava fugindo dela. Respondi que era parte do plano da minha namorada. Minha senhoria riu.
C: Ela não tá aqui agora, a gente pode se divertir ou não?
Y: Depende... Acho que você sabe por que tá aqui.
C: Sim, a putinha da sua namorada me disse pra substituir ela num swing que vocês vão fazer... (Ela acaricia meu rosto) Tomazinho, não sabia que você era tão safado e liberal. Espero que seus amigos tenham uma rola tão boa quanto a sua.
Ela me abraçou pelo pescoço e começou a me dar umas mordidinhas. Eu pegava nas bundinhas redondinhas dela. Deitamos no sofá, tocando nossos corpos quentes. Ela pegou minha rola e começou a masturbar devagar. Eu deixei os peitos dela à mostra e chupei eles, enquanto April, escondida, devia estar... esfregando a bocetinha dela. Olho pra ela com muito desejo e ela continuava brincando com aquele par de peitões enormes, ela tira meu pau da calça e roça a glande nos lábios da buceta dela.
C: Mmmmhh... Como sentia falta do teu pau.
Y: Aliás, teu filho não vai incomodar a gente, né?
C: Não, hoje mandei ele com o pai... Então tenho a noite toda pra me divertir, espero não me decepcionar.
Continuamos brincando com nossos corpos e nos beijando, mesmo a Milf loira já ter me feito gozar três vezes antes dessa noite, eu sentia que tinha energia pra noite inteira. Fui enfiando devagar meu pau na minha Milf caseira, os gemidos dela eram provocantes, me incentivava a meter sem piedade, mas eu queria manter um ritmo lento pra ficar atento quando as visitas chegassem. Isso não quer dizer que não estávamos aproveitando, era o contrário, sentia meu pau remexendo aquela buceta madura e ela acabou gozando com aquelas estocadas gostosas.
Celeste queria me dar um boquete, mas bem na hora bateram na porta, o momento tinha chegado, com mil sentimentos por dentro, abro a porta, ao ver Cristian e Hugo, acompanhados das Milfs deles, meu coração começou a bater desesperado. Cristian me cumprimentou bem animado e afetuoso, Hugo estava meio inquieto, por outro lado, a coroa do Hugo estava bem animada e a do Cristian meio nervosa. Cada um sentou do lado da sua Milf, conversar era o de menos, mas fizemos uma pequena apresentação antes de partir pra ação, meus amigos estavam bobos com a minha caseira e não era à toa, pois com aquele babydoll ela estava uma delícia. Adriana, a Milf do Cristian, estava usando um vestido vermelho, a mulher ainda transmitia um nervosismo. Laura era o oposto, tinha uma saia curta, talvez da época de escola, mostrando a bunda linda dela, já que estava usando uma tanga fio dental e uma blusinha bem curtinha.
Antes de começar, combinamos com meus amigos que só estava permitido gozar dentro da boca da Milf do outro e que a gente ia começar aquela noite de prazer com as nossas próprias Milfs, depois eu ia comer a Laura, o Hugo a Adriana e o Cristian a Celeste, pra terminar comigo e a Adriana, o Hugo e a Celeste e o Cristian e a Laura. Fui tirando a roupa da minha patroa, meus amigos tentavam se concentrar nas Milfs deles, mas queriam ver eu arrancar aquele babydoll dela, ela sabendo que era o centro das atenções, curtia e tirava a camiseta que eu tava usando, beijando meu pescoço.
Eu baixei aquela lingerie até a metade do corpo dela, os peitões dela balançavam pra todo lado, peguei eles com as mãos e chupei aqueles biquinhos durinhos. Ela suspirava de leve, enquanto tirava minha calça e depois o cueca, mostrando minha piroca grossa, minha ferramenta causou uma surpresa gostosa pras outras Milfs, entendendo que naquela noite todo mundo ia gozar. Meus amigos excitados começaram a se despir e tirar a roupa das Milfs, o Cristian desesperado tirava tudo, mostrando o pau dele, que era parecido com o meu, só que eu tinha mais grosso. A Adriana, por baixo daquele vestido vermelho, tinha um conjunto de lingerie muito sexy, ver ela fez meu pau ficar mais duro ainda, a Celeste meio ciumenta começou a chupar minha piroca e meus olhos focavam nela, até que eu ouvi uns gemidos da Laura, aquela puta com aquela rabuda, não me deixava concentrar.
Não queria pensar como a April tava, no esconderijo dela, vendo o espetáculo. Depois de chupar bem minha piroca, a Celeste montou no meu pau e as metidas foram tão fortes quanto ela queria. Parei de olhar pros outros e foquei na gente, como a gente tinha feito um aquecimento, o sexo que a gente teve foi muito selvagem, sentia a buceta dela bem molhada.
E: Oooohhh... Oooohhh... Ooohhh... Celeste, você tá me sugando com sua buceta...
C: Aaaaahhh... Hhhhmmm... Meu meninooo... Mostra pros seus amigos como eles têm que me foder... Hhhhmmmmm... Sssiim... Como senti que não dava pra todo mundo no sofá, peguei a Celeste e deitei no chão com ela. Ela abriu bem as pernas pra eu meter com força, e eu fui com tudo, num ritmo feroz, tanto que fomos os primeiros a gozar. Ela gozou pra caralho, e quando senti que ia jorrar, tirei meu pau da buceta dela e deixei entre os peitos. Bastou ela dar uns apertões suaves com eles pra eu melar tudo de porra. Sentei pra recuperar o fôlego, enquanto ela lambia os melões enormes e limpava a cara da minha descarga. O Cristian tava de quatro com a Adriana, a Milf cinquentona, rebolando a bunda com gosto. Ele tava perto de gozar também. Olhei pra Laura e pro Hugo: a Milf jovem parecia estar dominando meu amigo, que já tava quase descarregando também.
A Celeste terminou de se limpar e começou a chupar meu pau de novo, enquanto a gente esperava. Não levou nem cinco segundos chupando, e meus amigos gozaram. Igual a mim, decidiram banhar as Milfs deles com porra. A gente deu uma pausa pra descansar, nós precisávamos, mas elas tavam doidas pra serem penetradas por um pau novo. A gente se aproximou da Milf que cabia a cada um. Eu ainda não tava tão duro quanto meus colegas. Vi o Hugo e a Adriana se beijando meio tímidos, mas aos poucos o tesão tomou conta. Enquanto isso, o Cristian tava maravilhado com os peitos da minha patroa.
Cr: Caralho... Que peitão...
C: (Sorri) Vem, seu pervertido, e me come igual seu amigo.
Cr: O que a minha Deusa quiser.
Fiquei olhando pra eles, porque deixar outro comer a Celeste era tipo entregar a April. Eles se beijaram com paixão, e eu via a Celeste batendo uma punheta pra ele com as mãos. Depois do beijo, ela sorriu, desceu até o pau dele, colocou entre os peitos e, enquanto masturbava, também chupava. A Laura, meio puta, me olhou. Pedi desculpa, porque meu pau ainda não tava pronto, mas podia dar um sexo pra ela. oral, enquanto isso, ela aceitou de má vontade, porque era uma puta que adorava ser penetrada. Devorei aquela buceta e ela ficou bem satisfeita, continuava olhando pra minha patroa e pro Cristian, eles já estavam fodendo, a Celeste tava adorando, ouvir ela gemer fez minha rola subir toda.
C: Aaaaaiii… Sim, buceta… Como você fode bem…
Cr: Vou mostrar que não só o Tomás sabe te satisfazer.
Mesmo com a rola dura, eu tava com ciúmes, queria parar o Cristian, mas naquela hora a Laura gozou na minha boca, aqueles sucos me acenderam mais e esqueci o ciúme. Como se fosse outra pessoa, levantei e encostei meu pau na vulva dela, sorrindo comecei a meter, percebi o quanto ela era apertada.
Y: Que buceta apertada você tem.
L: Seu pau é muito grosso… Hhhmmm…
Y: Você gosta do meu pinto?
L: Ooohh… Adoro… Mmmmhhh…
Y: (Chego perto do ouvido dela e sussurro) É todo seu, quando quiser, morena gostosa.
L: Aaaahhh… Aaahhh…
Y: Eu fico louco com esse rabão que você tem.
L: Mmmmgggg… Nnnnhhh… Quer comer meu cu?
Y: Ooohhh… Sim… Seria um sonho, (apertei as nádegas dela) meter meu pau nesse seu cuzinho gostoso.
L: Ooooohhh… Oooohhh… Oooohhh… É todo seu, arrebenta meu cu, amor…
A gente se beijou e depois ela soltou meu pau, ficou de quatro, era fantástico ver aquela bundona, abri e cuspi um pouco pra facilitar a penetração. A Milf morena tinha um rabo enorme, me lembrava o da April, de tão apertado que era, metia e tirava com violência, tinha certeza que nossos gemidos ecoavam pelo prédio inteiro. Olhei pros outros que já tinham terminado, mas eu não queria parar, queria continuar, então fiquei por um bom tempo, ela teve outro orgasmo forte, comecei a sentir vontade de gozar dentro do cu dela, mas não podia, então tirei meu pacote e deixei entre as nádegas dela, comecei a gozar, banhando as costas e o cabelo dela. Mesmo tendo gozado agora pouco, fui direto pra Adriana. Hugo, surpreso, foi pra Celeste, e Cristian fez o mesmo, olhando pra Laura enquanto ainda recuperava o fôlego. Olhei a cinquentona dos pés à cabeça, apertei os peitos operados dela e beijei, queria provocar ciúmes no Cristian, mostrar que a MILF dele ia ser minha. Ela, toda safada, desceu pra limpar minha pica, e depois disso, deitamos no sofá.
Y: Curtiu?
Ad: Sim... O Cristian fode sensacional, e o Hugo não foi nada mal, deu pra ver que você também não vai decepcionar.
Y: Não vou te desapontar, Adriana...
Ad: (Sorri) Tomara...
Comecei a chupar os bicos dela, enquanto minha pica roçava a boceta dela, não queria meter ainda, queria deixar ela louca, igual fiz com a Daphne. Passei as mãos pelo corpo dela, desci até a buceta e comi igual comi a Laura, ela apertando os próprios peitos. Meti uns dedos no cuzinho dela, e ela soltou um suspiro entrecortado. Voltei pros peitos dela e chupei de novo, mas dessa vez fui enfiando minha pica na boceta dela. Cada centímetro que entrava, ela pedia mais e mais fundo, e aos poucos fui acelerando as estocadas.
Y: Tá gostando, do jeito que eu tô metendo? Ou quer que eu vá mais forte?
Ad: Aaaahhh... Aaaahhh... Mmmmggg... Hhhhmmmm... Tá bom assim, por enquanto... Nnnnhhh... Tô... Me acostumando com seu pauuuu...
Y: Ok...
Beijei ela de novo e lembrei da April, queria ir ver ela, perguntar se tava gostando do show e comer ela junto com a MILF. Só de pensar nela, me dava um tesão doido, fazendo eu meter naquela mulher sem piedade, mas a Adriana adorava, gozando gostoso pra caralho. O Cristian, sentado perto da gente, metendo na Laura, me olhava meio confuso, enquanto a MILF morena, com o olhar, pedia pra eu foder ela de novo. Já o Hugo tinha a Celeste bem domada, ela de joelhos, de frente pra parede, enquanto meu amigo metia nela com tudo.
C: Ooooohhh… Siimm… Continua assimmm, Huguitoooo…
H: Você quem manda.
C: Mas que picaaao enorme… Você tem…
H: Obrigada, senhora.
Cada estocada fazia as tetonas da Celeste balançarem pra todo lado, eu troquei de posição com a MILF cinquentona, ela virou de bruços no sofá, mostrando aquela raba gostosa, e igual fiz com a buceta dela, eu comi. Não era a rabuda da Laura, nem a da April, mas tava bem apetitosa, enquanto o Hugo continuava com a foda bruta, eu ficava olhando.
C: Mmmmggg… Hhhhhhmmmm… Ooooohhh, Meu Deeeeeeus… Mas que delícia… Aaahh… Me dá maaais forteee, Huugooo… Quero que você rasgue minha buceta no meio…
H: Mas que MILF mais faminta, você não se satisfaz com as pirocas do Tomás e do Cristian.
C: Aaaahhh… Nnnhhh… Eu amo as pirocas grandes dos novinhos… Ooohhh Meu Deeeeeeus… Me dá… Me dá todo seu leiteeeee…
H: Ainda não, gostosa.
C: Hhhhmmm… Mmmmmggg… Aaahh… Aaaaahhh…
Cristian e Laura foram pra uma cadeira, me dando mais liberdade com a Adriana, talvez o ciúme de ver a Celeste se divertindo com outro me fez chegar perto do ouvido da MILF cinquentona e sussurrar.
Y: Posso comer seu cu?
Ad: Depois da fodida que você me deu… foda-se, qualquer buraco que você quiser.
Y: (Sorri) Valeu.
Apontei meu pau, que enfiei de uma vez naquele cu, a coroa gritou de dor e soltou umas lágrimas, mas minutos depois, aquilo virou uma sensação gostosa.
Ad: Aaaaahhh… Aaaaahhh… Aaaaahhhh… Hhhhmmmm… Maaaaaais… Maaaais… Me dá, mais… Mmmmmnnnggg…
Y: Mais forte? Se é isso, sem problema, amor.
Eu metia com mais força e ela continuava uivando, cego pelo ciúme, fiquei metendo por longos minutos, quando olhei ao redor de novo, Hugo e Celeste estavam descansando no chão, minha locadora tinha um sorriso de satisfação. Cristian também já tinha acabado com a Laura, mas diferente da minha locadora e do Hugo, eles não estavam abraçados. Cristiano tava descansando na cadeira onde tinha se trocado e a Milf morena observava de outra, como eu arrebento a bunda da Milf cinquentona. Ela se masturbava e me olhava com uma cara cheia de safadeza, pensei em chamar ela pra se juntar a gente, mas preferi terminar essa grande foda só com a Adriana.
Y: Ooohhh... Tô quase gozando... Posso gozar no teu cu?
Ad: Hhhhmmmm... Mmmmmgggg... Ooohhh... Oooohhh... Uuuggg... Siiim... Enche minha bunda com teu leiteee...
Sei que tava quebrando o acordo que fiz com meus amigos, mas não dava pra terminar em outro lugar que não fosse a bunda dela. Depois de ter a aprovação dela, dei umas cinco estocadas e comecei a encher o cu da advogada, exausto fiquei sentado no sofá, a Adriana tinha apagado ou desmaiado. Depois de descansar uns 20 minutos, levantei, olhei pra Laura, que ainda tava acordada e animada, falei que ia no banheiro, mas na real fui ver minha mina no esconderijo dela. Ela tava toda pelada e o chão encharcado de gozo dela, sorrindo cheguei perto e beijei ela.
Y: Gostou, né?
A: Amei... Mas você ficou com ciúmes, por quê?
Y: Porque ver a Celeste com outros e ela curtindo, era como se você tivesse no lugar dela...
A: Você sabe que eu sou só sua, não sou que nem a puta da Celeste e ainda tem uma puta pra você satisfazer.
Y: Você? Porque foi pra isso que vim, Princesa, quero te dar minha última gozada.
A: Não, não tô falando de mim, Tom.
Y: (Confuso) Então de quem você tá falando?
A: Dela. (Aponta o dedo pra Laura) Quero que você satisfaça ela na nossa cama.
Y: April, tem certeza? Porque só consigo mais uma vez, acho que depois não vou ter energia nem porra suficiente pra continuar.
A: Sim, tenho toda certeza.
Ela me beija e me incentiva a transar de novo com a Laura, não ia recusar, então saí daquele lugar e fui direto pra onde a Milf mais nova tava, abracei ela e perguntei se queria continuar na minha cama. um sorriso se desenhou nela, ela se levantou e respondeu que estava esperando por essa proposta. Peguei ela pela mão, levando pro meu quarto, sem aviso prévio, Laura me beija e com as mãos toca minha pica dura. April abre a porta devagar, mantive a Milf morena concentrada no beijo, a garota ao entrar no quarto, o rosto dela transmitia uma alegria enorme, se escondendo entre uns móveis.
Y: Como você quer continuar? Oral, tradicional ou anal?
L: (Sorri) Quero chupar esse garotão. (Puxa ele com as mãos)
Y: Ok...
Deitei na cama e ela ajoelhada, lambe meu pau, começa a brincar com a glande e com uma das mãos, apertava minhas bolas.
L: Não tenho nada contra o Hugo e seu outro amigo... Mas dos três, você me comeu igual uma besta e adorei...
As palavras da coroa me deram um certo orgulho e ego, ela começou a mamar com entusiasmo, tava muito gostosa, engolindo meu pau com a boca e aquela rabuda levantada. Tava curtindo aquilo, mas não podia deixar minha última gozada acabar ali, ainda mais que essa Milf parecia insaciável, peguei ela pelo cabelo e tirei do meu pau.
Y: Aaahh... Que gostoso, mas vamos pra outro buraco.
L: Mmmh... Quero que você me coma de novo o cu e termine na minha buceta, que pouca diversão você me deu.
Ela se vira, me mostrando aquela rabuda enorme, dei uns tapas na bunda dela e com meu pau já pronto, começo a penetrar aquele cu de novo. Falei pra mim mesmo que tinha que aguentar, não podia decepcionar aquela Milf gostosa, ela mexia a bundinha dela fazendo tudo ficar mais delicioso. Mas não deixei ela me dominar com aquele rabão, mordendo os lábios, aumentei a força e o ritmo das minhas estocadas, a Milf começou a gemer igual quando a gente tava transando no salão com os outros. Sabia que era o único jeito de satisfazer completamente aquela mulher, minhas bolas batiam na bunda enorme dela, a cada penetração. O cu dela apertava mais que antes, mas não ia desistir e com mais fúria meti nela. meteu.
L: Aaaahhh... Siimmm... Arromba meu cuuuuuu... Oooohhh... Oooohhh... Hhhhmmm...
Y: Que rabão gostoso, amor... Mas que rabãaaaaaaaaaao...
E a cada vez, as estocadas eram mais fortes e rápidas, continuei assim até ela ter um orgasmo, soltando um grito enorme. Fui me acalmando, meu pau pulsava igual um louco, só queria acabar logo, mas ainda tinha que satisfazer a buceta da MILF novinha. Ajudei ela a virar e sem dar tempo dela se recuperar, comecei a penetrar a vagina dela, com a mesma pegada que tinha arrombado o cu dela. Laura não tinha tempo pra falar, eram minhas últimas energias e eu sentia que meu pau ia explodir de uma vez.
Y: Vou encher sua buceta madura de porra... Você quer que eu faça, né?
L: Hhhhmmm.... Hhhhmmm... Mmmmmggg... Oooohhhh... Uuuugggg.... Hhhhmmmm...
Y: Vou considerar isso como um sim.
Não demorei pra gozar dentro da buceta dela e enquanto eu fazia isso, ela também gozou. Exausto, fiquei deitado na cama, não sabia se a Laura tava acordada ou não, antes de fechar os olhos, vejo a April se aproximar, eu só sorri pra ela e apaguei. Quando acordei, a MILF gostosa não tava mais na minha cama, me levantei esperando encontrar alguém, mas todo mundo tinha ido embora, até a April, não tava lá. Tomei um banho e lembrava da sexta-feira que tinha tido, das MILFs que eu tinha comido, com um pouco de dor, meu pau subia, tinha sido um dia selvagem.
Saí do banheiro e então escuto a risada da minha namorada, confuso, chego perto da porta e abro, vejo ela saindo do apartamento da minha vizinha, só vestida com um avental, quando me vê, me abraça.
A: Valeu pelo show... Você é o melhor namorado.
Y: De nada... Pode me explicar por que você sai assim do apartamento da Celeste?
A: Vim pedir uma receita pra ela, pra cozinhar algo gostoso, além de agradecer... Mas ela acabou me agradecendo, disse que curtiu muito os paus dos seus amigos, mas que você continua sendo o novinho preferido dela. Espero que não se importe de eu ter exibido meu corpo pra sua senhoria.
Y: (Suspiro) Sem dúvida, você sempre me surpreende e me esquenta, amor.
A: (Morde o lábio) Então é minha vez?
Y: Claro, princesa, mas primeiro, prepara o que você foi consultar.
A: (Risada) Você vai amar, Tom...
Entramos no apartamento e eu fico olhando ela com atenção enquanto cozinha, ela se mexia de um jeito provocante, meus olhos seguiam de um lado pro outro, a bunda dela nua. Ela colocava a comida no forno, enquanto esperava, tirou o avental e, bem brincalhona, passou creme nos mamilos e na buceta.
A: Antes de comer o bolo, por que não come eu?
Y: (Engulo seco) Princesa...
Ela se aproxima e abaixa minha calça, lambendo os lábios, passou creme no meu pau.
A: Amo o sabor original, mas às vezes tem que experimentar outros sabores, né?
Y: O que você quiser, princesa...
Ela abre a boca e dá uma lambida devagar no meu pau, sorri e deixa cair um pouco de saliva.
A: Mmmm... Gostoso...
April começou a chupar, saboreando e curtindo meu pau, engole ele inteiro, tenta passar a língua em volta, depois tira.
A: Ooooohhh... Agora é sua vez.
Ela sobe na mesa e coloca a buceta na minha boca, ela sabia como me provocar e manter nossa relação sempre ativa. As milf têm uma bucetinha deliciosa, mas a dela, sem dúvida, era a mais gostosa, eu limpava o creme com lambidas suaves, pra depois devorar aquela xerequinha saborosa. Ela suspirava cada vez mais rápido, apoiava as mãos nas bordas da mesa, não parei até ela soltar os doces sucos. Passei a língua da buceta dela até chegar nos peitos, peguei ambas as tetas, limpando uma primeiro, mordi e estiquei o mamilo, a outra limpei como se fosse um pirulito.
Y: Senti tanto falta do seu corpo, amor...
A: Hoje, você vai ter ele o dia inteiro.
Ela esperava ser penetrada pelo meu pau, mas antes de meter, beijei o pescoço dela e com minhas mãos brincava com as tetonas dela, os suspiros dela ficavam mais fortes e seguidos. Nossos lábios ficam bem perto e eu mordo eles, pra depois enfiar minha língua na boca dela, solto aquelas tetas e minhas mãos descem até a cintura dela, ela pensava que eu ia meter nela finalmente, mas não fiz, continuei provocando ela.
A: Aaahhhmm... Aaahhh... Tom... Vamos foder...
Y: Ainda não, (enfio dois dedos na bucetinha dela e com o polegar brinco com o clitóris) a gente tem tempo pra continuar brincando. (Chupo de novo os mamilos dela)
A: Oooohhh... Siiim... Hhhmmmm... Hhhmmm... Aaayyy...
Fiquei fazendo isso, até que ela gozou mais uma vez, meus dedos molhados pelos sucos dela, levei eles à boca e saboreei por uns segundos aqueles gostos deliciosos. Peguei meu pau e encostei na vulva dela, esfregava minha glande nos lábios vaginais dela e ela pedia pra eu meter de uma vez, que parasse de brincar com ela. Lambi os lábios dela, mordia eles, ela pensava que eu ia continuar provocando, foi a hora certa pra surpreender ela com uma metida.
A: Ooooohhh... Mmmmggg... Hhhmmm... Que pau, amor... Aaaahhh... Me revira toda por dentro...
Y: Uuufff... Sua bucetinha, sempre tão apertada, me deixa louco, Princesa...
A: Siiim... Mmmmmhhh... Nnnnaaggg... Só você pode me fazer uma putinha... Hhhhmmm...
Beijava ela mais uma vez e depois descia pras tetas dela, voltava a chupar aqueles mamilos gostosos, aumentando as metidas, ela gritava de prazer. Fiquei fazendo aquilo, até que deu vontade de enfiar meu pau no cu dela. Carreguei ela e levei pro sofá, onde arrebentei o cu da Adriana, levantei as pernas dela até ver o cuzinho, cuspi nos meus dedos, enfiei eles, enquanto tirava meu pau da buceta dela e fazia ela chupar ele mais uma vez. Aquelas bundonas me deixavam louco só de olhar, por isso quando meti nela, não me segurei, mexia e mexia muito forte a cintura.
A: Aaaaaahhh... Aaaaaahhh... Porra... Hhhhmmm... Hhhmmmmm... Tom, meu cuzinhooo... É Seu... Todo seuuuuug... Mais forte, por favor... Hhhhmmm...
Y: O que você quiser, Princesa.
Aumentei as estocadas, como ela queria, sentia que aquele cuzinho apertado não estava sendo arrombado, mas que ela estava destruindo minha pica.
Y: Deuuuusss... Aaaahhh... Aaaaahhh... Seu cuzão...
A: Hhhhmmm... Hhhhhmmmm... Tá com muita fome hoje... Mais... Me dá mais... Ooooohhhh...
Não sei quanto tempo aquilo aguentou, mas quando terminei, minhas bolas ficaram sem esperma. Ela limpou meu pau e a gente se vestiu. Na verdade, só eu me vesti, porque ela colocou o avental e tirou o bolo que tinha posto no forno, que não estava nada mal. Parabenizei ela pela primeira experiência sozinha na cozinha. Podia foder várias Milfs, mas sempre ia voltar pra April, pra mim ela era a melhor e, mesmo tendo a mesma idade, sabia que alguns anos depois, ela ia ser a Milf que tanto sonhei.**Epílogo:**Depois da troca de MILFs, não teve outro encontro assim, Daphne e Richard,revelaram a verdade pra elaà minha namorada, ela e a Daphne agiram surpresas de forma muito convincente. O casal dizia que entendia se ela não quisesse ficar com eles, mas a April disse que nada ia mudar, eles continuavam sendo os pais dela. A diversão com a Celeste continuou por longos meses, onde eu e a April seguíamos fazendo ménage com a minha senhoria, mas no fundo eu sabia que a Celeste estava dando pra outros caras mais novos. Já não sentia mais ciúmes, porque ela não era a April e, em segredo, eu mantinha meus encontros sexuais com a Daphne.
A MILF loira sempre me surpreendia positivamente. Um dia, ela ficou no meu apartamento e a gente fodeu como loucos, tanto que no dia seguinte dormimos até tarde e, quando acordamos, voltamos a trepar. A April chegou e nos encontrou, ela não ficou irritada por ver a mulher pulando no meu pau, pelo contrário, ficou com tesão e entrou na brincadeira. A partir daquele momento, nossos ménages não eram mais só com a Celeste, mas também com a mãe adotiva da minha namorada. A April descobriu que estava grávida quando tinha 3 meses. Durante a gestação, continuamos transando, até que a nossa safadeza aumentou, a gente fazia em qualquer lugar, era algo simplesmente extraordinário.
Mas tudo que é bom dura pouco e a nossa vida sexual acalmou quando a Vanessa nasceu. Paramos de fazer os ménages e eu parei de comer a Daphne, porque nos concentramos mais na nossa filha. Depois de alguns meses do nascimento da menina, eu e a April decidimos casar. Como presente de casamento, o Richard nos deu uma casa, para que pudéssemos morar num lugar maior e mais confortável. Isso fez com que eu deixasse aquele apartamento onde vivi momentos maravilhosos, onde conheci a Celeste e senti atração física pela primeira vez por uma mulher.
Falando nela, a Celeste teve que procurar diversão em outro lugar. Surpreendentemente, quem se encarregou de dar essa diversão foi o Hugo, e descobrimos isso no aniversário da minha ex-senhoria. Eu e a April tínhamos planejado dar a ela de presente uma viagem ao passado na nossa melhor época de sexo, mas ao Chegando no apartamento dele, encontramos meu amigo metendo selvagemente na MILF, a gente se retirou e fomos transar na nossa casa.
Cristian e Adriana, tentando fazer o relacionamento deles funcionar, o que durou uns cinco anos, terminaram numa boa e de vez em quando ainda rolavam uns encontros sexuais. Por outro lado, Laura tinha engravidado depois da troca, se separou do marido e eu não soube da existência do meu filho com ela até o moleque ter uns 3 anos, porque o Hugo morava com a Celeste e a Laura mudou de cidade, o contato tinha sumido.
Na real, fiquei sabendo que tinha um filho de 3 anos por uma foto que encontrei nas redes sociais. O menino, chamado Axel, me chamou a atenção porque tinha traços parecidos com os meus, apesar de ser moreno como a mãe. Comentei com a April sobre a possibilidade de aquele moleque ser meu filho, e ela me aconselhou a falar com a Laura e, se eu fosse o pai, queria que eu me aproximasse e passasse tempo com ele, não queria que o Axel crescesse sem uma figura paterna. Conversei com a Laura e, mesmo no começo ela negando a paternidade, acabou me contando a verdade. A April não fez diferença nenhuma entre o Axel e a Vanessa, amava os dois igualmente, e a família aumentou com o nascimento do Benjamim, meu segundo filho com minha esposa.
Embora o Axel morasse com a mãe, eu e a April sempre tentávamos estar disponíveis pra ele, não só dando suporte financeiro. Costumávamos passar as férias e datas importantes juntos, como aniversários, Natal, etc. O melhor de tudo é que a Vanessa e o Benjamim sempre amaram o meio-irmão deles. Isso motivou a April a perguntar pra Daphne de novo sobre a Violet, queria ver ela, pelo menos saber como era. A mulher mostrou uma foto onde aparecia a mãe biológica da minha esposa com a família que tinha formado. A April tinha três irmãs, um par de gêmeas, que se chamavam Josefina e Inácia, acho, e a mais nova, Diana.
Quanto a mim, Surpreendeu um pouco da mãe dela, embora se parecessem nos traços, a Violet não tinha o mesmo tamanho de peito que a April ou a Daphne, eram menores. Acho que a genética feminina dessa família é assim. Você tem um corpo equilibrado com um par de tetas gordas e uma bunda bem formada, ou tem seios redondinhos mas pequenos e uma raba matadora espetacular, porque a Violet parecia ter uma bunda grande e maravilhosa. No final, a April não quis conhecer a mãe nem as meias-irmãs; em vez disso, preferiu agradecer à Daphne e ao Richard por serem sua figura materna e paterna, respectivamente. Atualmente, a Vanessa e o Axel têm 19 anos, o Benjamin 15. Como vocês podem esperar, não tem um dia que os jovens não cantem a April. Isso me deixa muito feliz, porque realizei meu sonho e objetivo: transformar minha esposa, aquela garota que conheci na Universidade, na minha Milf e na Milf dos sonhos de vários caras.
Terminar esse relato é encerrar um ciclo da primeira história que me veio à mente para começar aqui. Talvez o capítulo tenha ficado denso, mas espero que tenham gostado, e obrigado a todos que apoiaram meu trabalho. Para quem acompanha a outra história que publico, agora sabem que ambas as sagas estão conectadas, o que foi pensado desde o início. Não quis deixar tantas pistas sobre isso, porque queria que fosse uma surpresa. Ainda assim, no capítulo 5 de ambas as histórias, deixei bem clara uma possível conexão entre elas; só faltava eu confirmar, e com o epílogo, fiz isso. Novamente, agradeço a todos que leem o relato e que demonstram apoio ao trabalho realizado. Por último, quero deixar claro que, embora ambas as histórias estejam conectadas, não esperem que algum personagem deste relato apareça de forma aleatória, como por exemplo a Celeste e transar com o Axel. É bem provável que a primeira Milf do Tomás não apareça; não descarto, mas no que resta da história, não está planejada sua aparição no presente, que ocorre...Férias quentesjá a Vanessa aparecer e ter uma proximidade mais íntima com o meio-irmão dela, é muito mais provável.
Mas nem tudo sai como a gente planeja, porque em poucos segundos depois de nos separarmos e sentarmos longe um do outro, várias minas se aproximaram dela. No meu caso, eram caras com quem eu mal tinha falado antes, os típicos babacas que curtem festa e pegar uma e outra. Eles, sem vergonha nenhuma, me perguntaram como eu consegui comer a novata, como ela chupava, se usava as tetas ou se a bunda e a buceta dela eram apertadas. Meio puto, olhei pra eles e respondi que o que eu faço na privacidade com a April não ia ficar contando pra eles. Mas não adiantou nada, porque continuaram insistindo pra eu responder. Enquanto isso, minha namorada também não tava se divertindo, dava pra ver que ela tava envergonhada, e uma das vadias perguntou quanto media meu pau, enquanto me olhava com uma cara de puta.
Levantei do meu lugar e fui até a April, peguei na mão dela pra sair daquele lugar. Apesar do desconforto, fiquei excitado com todos aqueles babacas me perguntando coisas sobre minha mina. Eu sabia que ela provocava muito com o corpo gostoso dela. Fomos pro lugar onde eu sempre ia pra ficar sozinho, que nessa altura já tinha virado nosso lugar. Quando sentamos, ela percebeu minha ereção.
A: No que você tava pensando pra ficar desse jeito?
Y: (Engulo seco) Em nada.
A: (Leva meu rosto pros peitos dela) Se não... Quer me dizer, deve ser porque você tá pensando nas MILFs.
Y: (Mordisco ela) Não exatamente...
A: Então, tava pensando em mim, seu menino tarado.
Y: Sim... Desculpa...
A: Relaxa, eu também tava morrendo de vontade de ter um momento a sós com você... Mas hoje não vai rolar.
Y: (Confuso) Como assim?
Ela enfia a mão na minha virilha e puxa umas três vezes.
A: Hoje, a gente não vai fazer... Na verdade, não quero que você faça hoje com a Celeste... Nem amanhã... Também não quero que você se masturbe, porque você precisa encher essas bolas e estar pronto pra sexta.
Y: April...
A: É um sacrifício pequeno, faz por mim, amor.
Ela me beija de um jeito meigo e fica deitada do meu lado, a gente ficou conversando até chegar a hora da próxima aula. Fomos pra sala e sentamos juntos, April ficou muito grudada em mim, a gente já não ligava mais pra quem olhava, contanto que a gente estivesse junto. No fim da aula, a gente se despediu com um beijo.a mãe delaDaphne foi buscá-la, a mulher do carro me cumprimentou. Voltei andando pro meu apartamento, onde só fui deitar e dormir, porque tinha prometido pra minha namorada que não ia transar naquele dia. Ignorar a Celeste foi a parte mais difícil, já que eu vi ela usando um look esportivo e aqueles peitos me enlouqueceram.
Como na quinta não tínhamos aula e na sexta cancelaram as aulas da manhã, minha namorada me convidou pra ir na casa dela, isso ia aliviar a tensão de ter que me controlar pra não transar. A April foi me buscar com a mãe dela, a Daphne, e pra ser sincero, a garota já tava agindo com mais liberdade, me beijava quando queria, do mesmo jeito pra me abraçar, pensei que talvez naquele dia a gente fosse fazer umas putarias na casa dela e eu fosse esquecer aquela ideia horrível, mas ela continuava firme que eu tinha que encher meus ovos de esperma.
Já era noite e, apesar de ter sido difícil resistir, por causa da gostosura que ela tava e aqueles beijos que sempre me acendiam, consegui no final. Ela dormiu e eu saí do quarto dela pra dormir no sofá, igual da outra vez, mas antes tive uma conversa com os pais dela, o casal me falou pra cuidar bem da April e que, na real, ainda mantivessem ela em segredo. Eu, agindo como se a garota não soubesse de nada, falei que eles deviam contar tudo pra ela logo, porque eu não ia esconder uma parada daquelas. Finalmente, me deitei no sofá, não tava com sono, por causa do tesão que a April tinha me deixado, era tanta putaria na minha cabeça que eu pensava em trair minha namorada com qualquer uma.
Ficava me virando de um lado pro outro, me lamentando por não ter ficado no apartamento, já que não ia estar naquela situação e, no pior dos casos, se o tesão me dominasse, tinha a Celeste pra me satisfazer. Em vez disso, ali não tinha ninguém além da April, ou pelo menos era o que eu pensava, depois de uma hora, a Daphne saiu do quarto dela, a mulher tava usando um roupão curto, deixava ver as pernas sensuais dela e um pouco da bunda, ela passou pro banheiro. Eu fingi que tava dormindo. mas na verdade eu olhava disfarçadamente pra aquela figura, que fazia meu pau ficar mais duro, quando ela saiu, se inclinou levemente, mas o suficiente pra me dar uma bela visão daquela bunda que parecia tão gostosa quanto a da April e da bucetinha peludinha dela.
Tava fervendo, quando fechava os olhos lembrava da figura da mulher, meu pau precisava de consolo, mas tentava resistir, minha respiração tava acelerada. Enquanto pensava em como me controlar, acontece a coisa mais louca daquela noite, de olhos fechados, sinto alguém deitar do meu lado. Ingênuo, pensei que era a April e que ela tinha se arrependido de não transar, mas quando abro os olhos e vejo a Daphne com um sorriso safado, fiquei paralisado. Não sabia o que dizer ou como reagir, a mulher, sem vergonha nenhuma, pega no meu pau e começa a acariciar devagar.
Y: (Surpreso) Se... Se... Senhora Daphne, o que cê tá fazendo?
Da: Por acaso não é óbvio?
Y: Po... Por que... A senhora tá fazendo isso? Mmmhhh...
Da: Porque quero saber se o pau que minha filha escolheu merece ser comido.
Eu tentava não gemer tão alto, soltando suspiros suaves e entrecortados. Sentia meu pau meio machucado entre aquelas mãos macias, mas que já puxavam com agressividade, e o anel de noivado era o que mais doía, mas não queria que parasse. Ela aproximou a boca da minha e me beijou, era tão diferente dos beijos que tinha trocado com a April e a Celeste, que sentia que aquela mulher ia me deixar sem ar.
Y: A senhora é uma hipócrita.
Da: Ah, é?
Y: Sim, porque proíbe coisas pra April, quando a senhora é uma puta igual a Violet.
Da: O que posso te dizer, ser puta tá no nosso DNA... Mas a April foi criada pra ser diferente, embora eu saiba que isso não vai influenciar na vida sexual dela... Me diz, minha filha é uma puta com você? Ela quer fazer com outros?
Y: Aaahhh... Ela... Ela... Não é sua filha...
Da: Claro que é, eu a criei junto com o Richard, independente da Violet ter me dado ela, por assim dizer. Y: Hhhhmmm... Sim, a April é uma puta comigo... Uma puta grande e maravilhosa... E não, ela não quer fazer isso com outros, ou pelo menos foi o que disse...
Da: Entendo, o jeito que a educamos serviu pra alguma coisa... Pra ela ser a puta de um só.
Eu não queria revelar os fetiches da minha namorada e, naquele momento, só queria comer aquela coroa.
Da: Quero te perguntar mais uma coisa, mas antes, vou chupar essa sua piroca grossa.
Sentei no sofá, enquanto ela se ajoelhava no chão e olhava com tesão pro meu pau, abriu a boca e começou a mamar. Ela mostrava que a puta estava no DNA dela, chupava meu membro de um jeito único, nunca tinha sentido aquele prazer.
Y: Hhhhmmm... Siim... Sogra... Que boquete gostoso...
Da: Gloooop... Hmmmmppp... Gluoopp... Mmmgfg... (Tirou meu pau da boca) Aaah... Com um pouco de treino, a April pode chegar a fazer o mesmo, ou muito melhor.
Coloquei meu pau entre os peitões dela, batendo uma com eles, tudo que aquela mulher fazia era delicioso, e só de pensar que a April, com mais experiência, ia fazer o mesmo, me excitava ainda mais.
Da: Você tem uma piroca boa e um sabor bem viciante, mas me diz, você gostaria de ver minha filha com outros?
Y: Ooohhh... Hhhmmm... Não, só quero que admirem ela, mas ninguém toque... Só eu...
Da: Entendo, mas se você não aprovar, vou fazer minha pequena provar outra piroca grande, que saiba satisfazer ela.
Ela parou de bater uma com os peitos e sentou no meu pau, aquela buceta madura era perfeita, sentir meu pau dentro dela era extraordinário, e a safada colocou meu rosto entre os peitos dela.
Da: Oooohhhh... Muito bem, garotão... Me mostra que você merece minha filha...
Eu penetrava ela com tudo, enquanto com a boca mordia os peitos dela e depois chupava os bicos, meus dedos brincavam com a bunda dela. Mas ela era uma mulher devoradora de paus, e eu temia não conseguir satisfazer ela só com aquilo, então quis deixar o clima mais putaria.
Y: Todos os pretendentes da April passam por esse teste?
Da: Hhhhmm.... Aaaahhh... Nãooo... Você é o primeiro, porque foi muito longe com ela...
Y: O primeiro? Pensei que uma MILF como você comia muito novinho...
Da: Oooohhh... Cê deve achar que sou uma qualquer e não tá tão errada, porque já fui, mas desde que tô com o Richard, pra criar a menina, não fiquei com nenhum outro homem... Porque meu marido querido sabe me satisfazer... Hmmmm... Mas já que você quer a nossa pequena, é minha obrigação como mãe testar se você é capaz pra ela... Hhhmm...
Ela começou a pular em cima do meu pau, tava gostando da foda, mas não podia mostrar fraqueza, tinha que continuar.
Y: Ahhhh... A bucetinha da April sempre aperta muito e, mesmo a sua não apertando, adoro como ela trata meu pau lá dentro.
Da: Mmmmghhh... Mmmmhhh... Me surpreende que minha filha aguente isso todo dia...
Y: Tá gostando de como te fodo? Sua MILF putinha
Da: Nada mal... Mas espero muito mais do seu pauzão... Aaaagggg... Hhhmmm... Hhhhmm...
Nossos corpos aos poucos já se davam prazer mútuo, sentia que aquela buceta peluda já era minha e não queria soltar, nossos gemidos ficaram tão altos que acordamos meu sogro e minha namorada. Ao ouvir passos, nos deitamos nos beijando no sofá, ela virou de bruços, enquanto eu por cima continuava metendo forte. Nos cobrimos com o cobertor, tentando que só minha cabeça aparecesse, já que a dela tava debaixo do travesseiro, esperando que, na escuridão, ninguém percebesse o que a gente tava fazendo.
A puta da minha sogra abafava os gemidos, o marido saiu do quarto e, meio confuso, chegou perto de mim e perguntou.
R: Cê tá bem?
Y: Tô... Maravilhaa...
R: Ouvi um barulho, pensei que tivesse acontecido algo...
Y: Hhhmmm... Bati o pé na mesa, porque fui beber água...
R: Entendi, ei, cê não viu a Daphne por aí?
Quando ele perguntou sobre a esposa, minha sacanagem e o tesão aumentaram. lentamente tirei meu pau da buceta madura da minha sogra e enfiei no cu dela. Por instinto, sabia onde estava aquele cu gostoso, fazendo a mulher soltar um suspiro leve, que não foi ouvido, porque falei bem naquele momento.
Y: Não, não vi ele...
R: Que estranho...
Naquele instante, April abre a porta dela e, como se soubesse o que eu estava fazendo com a mãe dela, distrai o pai.
A: Daddy, a mamãe está comigo... Estamos conversando sobre coisas de mulher... Então não se preocupa.
R: Por que ela não saiu?
A: Porque agora ela foi pro meu banheiro, vamos demorar um pouco mais, então é melhor você ir descansar.
April me olha sorrindo, enquanto eu continuava comendo a mãe dela pelo cu, comecei a suspeitar que talvez isso fosse um plano dela. O homem se retira, quando vejo ele fechar a porta e minha namorada fazer o mesmo, tiro o travesseiro que cobria a cabeça da minha sogra e, chegando perto do ouvido dela, sussurro.
Y: Isso... Foi um plano da April?
Da: Nããão... Hhhhmmm.... Já te falei que tô te testando... Oooogggghhh... Menino atrevido...
Continuei com minhas estocadas fortes, aquele cu era tão gostoso quanto o da minha namorada, ela apoiava o queixo, abrindo a boca, deixando escapar uns gemidos baixinhos, enquanto respirava fundo. Peguei o cabelo dela e puxei pra mim. Ela solta outro gemido alto que foi abafado pelo beijo que dei nela, depois ela leva o travesseiro à boca e morde, enquanto eu aumento o ritmo e dou umas palmadas nela.
Y: Oooohhh... Sogra, adoro como a gente faz...
Da: Hhhhmmmm.... Mmmmhhh... Nnnaaaggg...
Y: Você tem um corpo tão gostoso... Achava que só a sua filha conseguia me deixar assim...
Percebi que tava louco pelo corpo dela, não imaginava que outra mulher fosse me provocar daquele jeito, além da April e da Celeste. Ficamos naquela posição até os dois gozarmos, ela gozou primeiro, encharcando todo aquele sofá, e depois eu. Queria gozar naquele cuzão dela, mas ela pediu pra eu gozar na cara. Tirei meu pau pra fora e ela se virou, abrindo a boca, esperando minha gozada, que espirrou no rosto dela, no cabelo e no corpo, dando um banho bem gostoso. Ela limpou minha rola, depois se limpou o corpo e o rosto, enquanto eu sentava do lado dela. Quando terminou, se aproximou, me beijou do jeito dela e, sorrindo, se afastou.
E eu: "Passei?"
Daphne: (Rindo) Com honras, tantas que você merece um prêmio.
A coroa saiu toda provocante, pegou o roupão que estava entre as cobertas e se cobriu. Eu me deitei naquele sofá que tinha deixado molhado com a gozada dela. Na manhã seguinte, nem senti o pai da minha namorada indo trabalhar. Fui acordado pela Daphne, que estava usando um top halter curto, marrom claro, com uma abertura nos peitos, praticamente deixando eles à mostra, junto com um shortinho preto que cobria até as coxas. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo. A Milf tava muito gostosa, só de olhar já fiquei de pau duro. Ela, agindo como se nada tivesse rolado de madrugada, mandou eu ir tomar banho.
Obedeci, tomei um banho longo, pensando na puta que a Daphne era e que finalmente era sexta-feira, ia transar com a Celeste de novo, além de comer as Milfs dos meus amigos. Realizar aquela fantasia da April. Me excitava, mas quem me deixava mais tesudo era minha sogra. Saí do banheiro e fui pra cozinha, onde a mãe da minha namorada estava. Agora ela tava mais safada e me chamou pra sentar do lado dela.
Daphne: "A April ainda tá no quarto dela. Quer receber sua recompensa agora ou mais tarde?"
Eu tava hipnotizado por aquela mulher, aquela atitude me enlouquecia. Não sei se gostava dela pela semelhança com a April, mesmo não sendo a mãe biológica, ou pelo tesão de comer a mulher que minha namorada chama de mãe.
Eu falei: "Agora."
Ela se meteu debaixo da mesa e puxou meu pau pra fora. O prêmio era um boquete dos bons. Ela chupava tão bem que eu tinha que morder os lábios pra não gemer. Daphne... aproveitava a abertura que tinha nos peitos dela pra colocar meu pau entre as tetas e bater uma punheta também. Fechei os olhos e tava pensando em comer aquela coroa de novo, mas bem nessa hora minha namorada chega na cozinha, ela tava usando a mesma roupa que a mãe adotiva dela, só que o top halter dela era azul celeste e o shortinho jeans, ela senta e me olha meio envergonhada.
A: Mamãe falou pra eu vestir isso, espero que você não se importe de eu ir assim pra faculdade.
Y: (Tentando falar) Cê tá gostosa e não me incomoda se você gosta.
A: Tô falando porque dá pra ver meus peitos pelo decote.
Y: Sei que algum filho da puta vai querer meter o pau nessa abertura e fazer você chupar ele igual uma putinha... Mas confio que você não vai fazer isso... Hhhmmm...
A mulher aumentava o ritmo, fazendo tudo virar uma bomba relógio.
A: Cê sabe que sou só sua, amor.
Y: Sei, e se você chupar o pau de outro ou deixar ele te comer, vou te castigar, sua putinha.
A: (Sobe na mesa e vem na minha direção) Cê quer brincar com meus peitos, né?
Y: Quero brincar com eles, mas me contento com um beijo gostoso, Princesa.
Ela sorri e me beija, enquanto eu começava a gozar na boca da mãe dela, a puta engole toda minha porra toda e ainda arruma tempo pra limpar meu pau. Ela sai, aproveitando que minha namorada tava distraída, toda tesuda naquele momento.
A: Uuufff... Cê me deixa louca, Tom... Mas não é hora pra foder, cê sabe o que nos espera hoje à noite, além disso, minha mãe pode chegar a qualquer hora.
A mulher faz de conta que tá chegando, fala pra April se sentir bem, a menina pergunta onde ela tava e ela responde de um jeito brincalhão.Fui comprar um pouco de porraDepois do café da manhã, eu já estava com o pau duro de novo, e não era pra menos — aquelas duas loiras eram muito gostosas e sabiam usar bem as roupas, mas minha preferência era pela coroa. Queria comer a buceta dela antes da da minha namorada, mas não apareceu nenhuma oportunidade em casa. Quando a Daphne nos levava pra universidade, a April foi no banco do carona e eu no de trás; eu desviava o olhar pra MILF disfarçadamente. Minha namorada lembrou que precisava comprar uns materiais, então a gente parou numa loja, onde só a garota desceu.
Aproveitando que a April não estava, me aproximei da Daphne e sussurrei no ouvido dela.
Y: Quando a gente vai repetir?
Da: Repetir o quê?
Y: Não se faça de sonsa, você sabe do que eu tô falando.
Da: (Olha sorrindo) Se você tá pensando em sexo, melhor esquecer aquilo. Foi só uma vez, queria saber se você era digno da minha filha. A gente se divertiu, foi gostoso, mas fica por isso mesmo.
Y: Não, não pode ficar só numa noite.
Da: Pode sim, desculpa, mas você não vai me transformar na sua puta só porque me comeu bem uma vez.
Y: Eu sei que você tá morrendo de vontade de fazer de novo.
Da: Você tá enganado, garoto. Pra mim foi só uma noite agradável e você ganhou sua recompensa. Espero que não tenha se confundido.
Olhei pela janela, me certificando de que a April ainda não tinha voltado, passei pro banco do carona e abaixei a calça, mostrando meu pau ereto.
Y: É assim que você me deixa. Se a gente não vai transar de novo, pelo menos deixa eu tocar seu corpo pela última vez.
A mulher olhou pro meu membro com atenção e mordeu o lábio inferior de leve, com uma cara safada me disse que eu podia tocar nela. Rapidamente me aproximei, e pra surpresa dela, fiz ela sentar em cima de mim, enfiando meu pau dentro do shorts dela, percebendo que ela não tava de calcinha. Meu pau roçava a vulva dela e eu brincava assim com ela.
Da: Você é louco? Hmmm... Minha filha pode voltar a qualquer hora.
Y: Bom, a culpa é sua, porque se você tivesse me dito que Transaríamos de novo, não estaria fazendo isso, como uma forma de consolo.
Aquela buceta ficava molhada e começava a pedir que meu pau a penetrasse, embora Daphne negasse, coloquei minhas mãos dentro do top halter dela e apalpava seus peitões gordos, beliscava aqueles doces biquinhos.
Da: Aaaahhh... Aaahhh... Para... Para... Vão nos achar.
Y: Se é a última vez que vou tocar esse corpo tão gostoso, quero aproveitar ao máximo.
Continuei masturbando meu membro com a buceta dela, fazendo minha cabeça bater no clitóris dela, enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela. Daphne tentava resistir a tudo, mas num descuido dela, aproveitei para beijá-la, aquele beijo só aumentou os desejos dela, deixando escapar as palavras que eu queria ouvir.
Da: (Murmurando) Coo... me come...
Y: (Me fazendo de besta) O quê?
Da: Me come, me faz sua... Hhhmmm...
Sorri e tirei minhas mãos dos peitos dela, também tirei meu pau do shortinho.
Y: Bom, como castigo, vai ter que esperar pra eu te comer.
Vendo que April saía da loja, mudei pro banco de trás e subi a calça, a mulher não percebeu que a filha já tinha saído.
Da: (Brava) Você é idiota, né?
Y: Não, olha pela janela, April vem vindo, quer que ela te veja montando no pau do namorado dela?
Da: Droga...
Minha namorada chegou com vários materiais, na hora não sabia pra que ia usar eles. Durante o caminho até a Universidade, fui provocando a coroa, me tocava na virilha, já que dava pra ver o volume grande que tinha na calça, de forma sorrateira, passava a mão na bunda dela, tudo isso na frente da April, que ia distraída com os materiais que tinha comprado. Quando chegamos, a garota desceu com os materiais e a mochila, eu ia fazer o mesmo, mas a mulher quis outra coisa.
Da: Filha, ainda faltam alguns minutos pra aula de vocês, né?
A: Sim, por quê?
Da: Porque preciso falar de um assunto em particular com seu namorado.
A: Tá bem, a gente se vê na sala, Tom.
Y: Nos vamos, Princesa.
A mulher procurou um lugar onde ninguém nos visse e, desesperada, subiu em cima de mim, me beijando e passando as mãos no meu corpo, baixou minha calça e liberou meu pau, enquanto olhava pra ele, ela tirou o shorts, mostrando a buceta madura e peluda. Eu comecei a chupar ela, a Milf gemia com tudo, não precisava segurar os gritos, brincava com a boceta dela, usando minha língua e meus dedos, aquela mulher tava muito tarada, quando gozou, molhou minha boca com os fluidos dela, que eu saboreei, ela me beijou de novo, toda doida, pegou meu pau com as mãos e guiou pra dentro da vulva dela.
Da: Você me deixou louca, mais vale me comer melhor que ontem à noite e não me faz arrepender.
Y: Pode deixar, sei que vai curtir tanto quanto a chupada que eu te dei.
Da: (Morde o lábio) Me faz gozar.
Comecei a meter nela, enquanto nos beijávamos como uns animais, aquela buceta madura apertava mais que de madrugada, fui tirando o top dela pra poder chupar aqueles peitos grandes e gostosos.
Da: Hhmmmm... Ooohhh... Siim... Me dá mais, quero mais...
Aumentei o ritmo e o som do meu pau metendo naquela boceta gostosa me excitava mais, fazendo eu meter mais forte e fundo, a Milf gritava de prazer, eu beijava ela de novo e naquele beijo apaixonado, ela gozou.
Y: Tá gostando, putinha?
Da: Sim, seu pauzão, eu adoro.
Enquanto ela recuperava o fôlego, eu continuei metendo devagar, ela, toda safada e animada, me pediu pra meter no cu dela. Aceitei de boa, a puta da minha sogra virou de costas e foi sentando devagar no meu pau, eu segurava a cintura dela com as mãos, quando senti meu pau dentro daquele cu incrível, soltei um grito de prazer, ela pulava e rebolava de um jeito espetacular. Subi uma mão pros peitos dela e a outra desci pra vulva, pra brincar com o clitóris, enquanto ela se apoiava nos bancos, cada estocada, cada pulo... Foi melhor que o anterior, a coroa gozou de novo.
Y: Ooohh... Que rabão, sogrinha.
Da: Aaaah... Aaahhh... Aaaahhh... Aahh... Que pau você tem, tô ficando viciada nele...
A gente se beijou e com as últimas energias que eu tinha comecei a penetrar aquela buceta gostosa, queria encher ela de porra. Os gemidos dela me excitavam pra caralho e nem louco eu metia e tirava, até que finalmente gozei dentro dela, enchendo ela.
Y: Meu Deeeus... Que delíciaaa...
Da: Hhhhmmm... Que foda excelente, melhor que a de ontem e a melhor que já levei...
Y: (Sorriu) Vamos repetir?
Da: Claro... A partir de hoje sou sua putinha, sempre que der, a gente vai aproveitar nossos corpos.
A gente tocou nossos corpos e se beijou, depois nos vestimos, ela foi me deixar na Universidade. Tão atordoado que eu tava, nem olhei a hora, então quando bati na porta, a professora me olhou e disse que era melhor eu ter ficado em casa, porque a aula já ia acabar. Decidi esperar a April lá fora, que quando me viu perguntou por que demorei tanto com a mãe dela. Eu disse que a gente tinha conversado a fundo sobre um assunto muito sério, então ela, meio ciumenta, sussurrou no meu ouvido.
A: Você gostou de comer ela ontem à noite.
Ao ouvir essas palavras, fiquei paralisado e demorei pra responder. Sabia que a desculpa que ela inventou pra justificar a ausência da mãe não tinha sido por acaso.
A: Que foi, bobinho? Achou que eu não sabia?
Y: Antes de te responder... Você queria que eu comesse sua mãe adotiva?
A: (Sorri) Não, mas ela prometeu fazer uma vez. Queria testar se você era digno de mim, embora a gente saiba que ela fez isso porque é uma puta.
Y: Como vocês chegaram nisso?
A: Bom, na quarta quando voltei pra casa, confessei que sabia que ela não era minha mãe e pedi pra ela me falar sobre a Violet. Ela foi muito legal e sem inventar desculpa, contou umas coisas sobre minha mãe, mas depois disso, me perguntou se a gente já tinha transado e eu falei a verdade. A Daphne Ela colocou a cara de putinha e disse que ia te provar. No começo eu recusei, mas ela me prometeu que seria só uma vez. Não quis olhar quando eles estavam fazendo, porque te ver com a mulher que chamei de mãe não me excita, e dá pra ver que a putinha não cumpriu a palavra.
Ela me olhou de um jeito intimidador e eu confessei que fiz de novo com a mãe dela, mas menti, dizendo que ontem à noite não conseguimos terminar e por isso a gente transou de novo, e que não ia se repetir. Minha namorada me abraçou e disse que confiava em mim. Caminhamos até meu apartamento, quando chegamos, ela começou a trabalhar com os materiais que tinha comprado. Mais uma vez, fiquei impressionado com a inteligência dela. April preparou o lugar pra que ela pudesse observar tudo sem ser vista. Comemos alguma coisa enquanto esperávamos, eu tava meio nervoso e minha namorada parecia muito ansiosa. Os minutos passavam e esses sentimentos se aceleravam, a hora da troca já tava chegando.
Faltando uns 20 minutos, batem na porta. April se escondeu e eu fui abrir. Celeste tinha chegado, vestida com aquele babydoll preto que me deixou louco na semana passada. Entrou toda brincalhona, aqueles peitões eram um deleite. Fechei a porta e me aproximei dela. Ela sorriu e perguntou por que eu tava fugindo dela. Respondi que era parte do plano da minha namorada. Minha senhoria riu.
C: Ela não tá aqui agora, a gente pode se divertir ou não?
Y: Depende... Acho que você sabe por que tá aqui.
C: Sim, a putinha da sua namorada me disse pra substituir ela num swing que vocês vão fazer... (Ela acaricia meu rosto) Tomazinho, não sabia que você era tão safado e liberal. Espero que seus amigos tenham uma rola tão boa quanto a sua.
Ela me abraçou pelo pescoço e começou a me dar umas mordidinhas. Eu pegava nas bundinhas redondinhas dela. Deitamos no sofá, tocando nossos corpos quentes. Ela pegou minha rola e começou a masturbar devagar. Eu deixei os peitos dela à mostra e chupei eles, enquanto April, escondida, devia estar... esfregando a bocetinha dela. Olho pra ela com muito desejo e ela continuava brincando com aquele par de peitões enormes, ela tira meu pau da calça e roça a glande nos lábios da buceta dela.
C: Mmmmhh... Como sentia falta do teu pau.
Y: Aliás, teu filho não vai incomodar a gente, né?
C: Não, hoje mandei ele com o pai... Então tenho a noite toda pra me divertir, espero não me decepcionar.
Continuamos brincando com nossos corpos e nos beijando, mesmo a Milf loira já ter me feito gozar três vezes antes dessa noite, eu sentia que tinha energia pra noite inteira. Fui enfiando devagar meu pau na minha Milf caseira, os gemidos dela eram provocantes, me incentivava a meter sem piedade, mas eu queria manter um ritmo lento pra ficar atento quando as visitas chegassem. Isso não quer dizer que não estávamos aproveitando, era o contrário, sentia meu pau remexendo aquela buceta madura e ela acabou gozando com aquelas estocadas gostosas.
Celeste queria me dar um boquete, mas bem na hora bateram na porta, o momento tinha chegado, com mil sentimentos por dentro, abro a porta, ao ver Cristian e Hugo, acompanhados das Milfs deles, meu coração começou a bater desesperado. Cristian me cumprimentou bem animado e afetuoso, Hugo estava meio inquieto, por outro lado, a coroa do Hugo estava bem animada e a do Cristian meio nervosa. Cada um sentou do lado da sua Milf, conversar era o de menos, mas fizemos uma pequena apresentação antes de partir pra ação, meus amigos estavam bobos com a minha caseira e não era à toa, pois com aquele babydoll ela estava uma delícia. Adriana, a Milf do Cristian, estava usando um vestido vermelho, a mulher ainda transmitia um nervosismo. Laura era o oposto, tinha uma saia curta, talvez da época de escola, mostrando a bunda linda dela, já que estava usando uma tanga fio dental e uma blusinha bem curtinha.
Antes de começar, combinamos com meus amigos que só estava permitido gozar dentro da boca da Milf do outro e que a gente ia começar aquela noite de prazer com as nossas próprias Milfs, depois eu ia comer a Laura, o Hugo a Adriana e o Cristian a Celeste, pra terminar comigo e a Adriana, o Hugo e a Celeste e o Cristian e a Laura. Fui tirando a roupa da minha patroa, meus amigos tentavam se concentrar nas Milfs deles, mas queriam ver eu arrancar aquele babydoll dela, ela sabendo que era o centro das atenções, curtia e tirava a camiseta que eu tava usando, beijando meu pescoço.
Eu baixei aquela lingerie até a metade do corpo dela, os peitões dela balançavam pra todo lado, peguei eles com as mãos e chupei aqueles biquinhos durinhos. Ela suspirava de leve, enquanto tirava minha calça e depois o cueca, mostrando minha piroca grossa, minha ferramenta causou uma surpresa gostosa pras outras Milfs, entendendo que naquela noite todo mundo ia gozar. Meus amigos excitados começaram a se despir e tirar a roupa das Milfs, o Cristian desesperado tirava tudo, mostrando o pau dele, que era parecido com o meu, só que eu tinha mais grosso. A Adriana, por baixo daquele vestido vermelho, tinha um conjunto de lingerie muito sexy, ver ela fez meu pau ficar mais duro ainda, a Celeste meio ciumenta começou a chupar minha piroca e meus olhos focavam nela, até que eu ouvi uns gemidos da Laura, aquela puta com aquela rabuda, não me deixava concentrar.
Não queria pensar como a April tava, no esconderijo dela, vendo o espetáculo. Depois de chupar bem minha piroca, a Celeste montou no meu pau e as metidas foram tão fortes quanto ela queria. Parei de olhar pros outros e foquei na gente, como a gente tinha feito um aquecimento, o sexo que a gente teve foi muito selvagem, sentia a buceta dela bem molhada.
E: Oooohhh... Oooohhh... Ooohhh... Celeste, você tá me sugando com sua buceta...
C: Aaaaahhh... Hhhhmmm... Meu meninooo... Mostra pros seus amigos como eles têm que me foder... Hhhhmmmmm... Sssiim... Como senti que não dava pra todo mundo no sofá, peguei a Celeste e deitei no chão com ela. Ela abriu bem as pernas pra eu meter com força, e eu fui com tudo, num ritmo feroz, tanto que fomos os primeiros a gozar. Ela gozou pra caralho, e quando senti que ia jorrar, tirei meu pau da buceta dela e deixei entre os peitos. Bastou ela dar uns apertões suaves com eles pra eu melar tudo de porra. Sentei pra recuperar o fôlego, enquanto ela lambia os melões enormes e limpava a cara da minha descarga. O Cristian tava de quatro com a Adriana, a Milf cinquentona, rebolando a bunda com gosto. Ele tava perto de gozar também. Olhei pra Laura e pro Hugo: a Milf jovem parecia estar dominando meu amigo, que já tava quase descarregando também.
A Celeste terminou de se limpar e começou a chupar meu pau de novo, enquanto a gente esperava. Não levou nem cinco segundos chupando, e meus amigos gozaram. Igual a mim, decidiram banhar as Milfs deles com porra. A gente deu uma pausa pra descansar, nós precisávamos, mas elas tavam doidas pra serem penetradas por um pau novo. A gente se aproximou da Milf que cabia a cada um. Eu ainda não tava tão duro quanto meus colegas. Vi o Hugo e a Adriana se beijando meio tímidos, mas aos poucos o tesão tomou conta. Enquanto isso, o Cristian tava maravilhado com os peitos da minha patroa.
Cr: Caralho... Que peitão...
C: (Sorri) Vem, seu pervertido, e me come igual seu amigo.
Cr: O que a minha Deusa quiser.
Fiquei olhando pra eles, porque deixar outro comer a Celeste era tipo entregar a April. Eles se beijaram com paixão, e eu via a Celeste batendo uma punheta pra ele com as mãos. Depois do beijo, ela sorriu, desceu até o pau dele, colocou entre os peitos e, enquanto masturbava, também chupava. A Laura, meio puta, me olhou. Pedi desculpa, porque meu pau ainda não tava pronto, mas podia dar um sexo pra ela. oral, enquanto isso, ela aceitou de má vontade, porque era uma puta que adorava ser penetrada. Devorei aquela buceta e ela ficou bem satisfeita, continuava olhando pra minha patroa e pro Cristian, eles já estavam fodendo, a Celeste tava adorando, ouvir ela gemer fez minha rola subir toda.
C: Aaaaaiii… Sim, buceta… Como você fode bem…
Cr: Vou mostrar que não só o Tomás sabe te satisfazer.
Mesmo com a rola dura, eu tava com ciúmes, queria parar o Cristian, mas naquela hora a Laura gozou na minha boca, aqueles sucos me acenderam mais e esqueci o ciúme. Como se fosse outra pessoa, levantei e encostei meu pau na vulva dela, sorrindo comecei a meter, percebi o quanto ela era apertada.
Y: Que buceta apertada você tem.
L: Seu pau é muito grosso… Hhhmmm…
Y: Você gosta do meu pinto?
L: Ooohh… Adoro… Mmmmhhh…
Y: (Chego perto do ouvido dela e sussurro) É todo seu, quando quiser, morena gostosa.
L: Aaaahhh… Aaahhh…
Y: Eu fico louco com esse rabão que você tem.
L: Mmmmgggg… Nnnnhhh… Quer comer meu cu?
Y: Ooohhh… Sim… Seria um sonho, (apertei as nádegas dela) meter meu pau nesse seu cuzinho gostoso.
L: Ooooohhh… Oooohhh… Oooohhh… É todo seu, arrebenta meu cu, amor…
A gente se beijou e depois ela soltou meu pau, ficou de quatro, era fantástico ver aquela bundona, abri e cuspi um pouco pra facilitar a penetração. A Milf morena tinha um rabo enorme, me lembrava o da April, de tão apertado que era, metia e tirava com violência, tinha certeza que nossos gemidos ecoavam pelo prédio inteiro. Olhei pros outros que já tinham terminado, mas eu não queria parar, queria continuar, então fiquei por um bom tempo, ela teve outro orgasmo forte, comecei a sentir vontade de gozar dentro do cu dela, mas não podia, então tirei meu pacote e deixei entre as nádegas dela, comecei a gozar, banhando as costas e o cabelo dela. Mesmo tendo gozado agora pouco, fui direto pra Adriana. Hugo, surpreso, foi pra Celeste, e Cristian fez o mesmo, olhando pra Laura enquanto ainda recuperava o fôlego. Olhei a cinquentona dos pés à cabeça, apertei os peitos operados dela e beijei, queria provocar ciúmes no Cristian, mostrar que a MILF dele ia ser minha. Ela, toda safada, desceu pra limpar minha pica, e depois disso, deitamos no sofá.
Y: Curtiu?
Ad: Sim... O Cristian fode sensacional, e o Hugo não foi nada mal, deu pra ver que você também não vai decepcionar.
Y: Não vou te desapontar, Adriana...
Ad: (Sorri) Tomara...
Comecei a chupar os bicos dela, enquanto minha pica roçava a boceta dela, não queria meter ainda, queria deixar ela louca, igual fiz com a Daphne. Passei as mãos pelo corpo dela, desci até a buceta e comi igual comi a Laura, ela apertando os próprios peitos. Meti uns dedos no cuzinho dela, e ela soltou um suspiro entrecortado. Voltei pros peitos dela e chupei de novo, mas dessa vez fui enfiando minha pica na boceta dela. Cada centímetro que entrava, ela pedia mais e mais fundo, e aos poucos fui acelerando as estocadas.
Y: Tá gostando, do jeito que eu tô metendo? Ou quer que eu vá mais forte?
Ad: Aaaahhh... Aaaahhh... Mmmmggg... Hhhhmmmm... Tá bom assim, por enquanto... Nnnnhhh... Tô... Me acostumando com seu pauuuu...
Y: Ok...
Beijei ela de novo e lembrei da April, queria ir ver ela, perguntar se tava gostando do show e comer ela junto com a MILF. Só de pensar nela, me dava um tesão doido, fazendo eu meter naquela mulher sem piedade, mas a Adriana adorava, gozando gostoso pra caralho. O Cristian, sentado perto da gente, metendo na Laura, me olhava meio confuso, enquanto a MILF morena, com o olhar, pedia pra eu foder ela de novo. Já o Hugo tinha a Celeste bem domada, ela de joelhos, de frente pra parede, enquanto meu amigo metia nela com tudo.
C: Ooooohhh… Siimm… Continua assimmm, Huguitoooo…
H: Você quem manda.
C: Mas que picaaao enorme… Você tem…
H: Obrigada, senhora.
Cada estocada fazia as tetonas da Celeste balançarem pra todo lado, eu troquei de posição com a MILF cinquentona, ela virou de bruços no sofá, mostrando aquela raba gostosa, e igual fiz com a buceta dela, eu comi. Não era a rabuda da Laura, nem a da April, mas tava bem apetitosa, enquanto o Hugo continuava com a foda bruta, eu ficava olhando.
C: Mmmmggg… Hhhhhhmmmm… Ooooohhh, Meu Deeeeeeus… Mas que delícia… Aaahh… Me dá maaais forteee, Huugooo… Quero que você rasgue minha buceta no meio…
H: Mas que MILF mais faminta, você não se satisfaz com as pirocas do Tomás e do Cristian.
C: Aaaahhh… Nnnhhh… Eu amo as pirocas grandes dos novinhos… Ooohhh Meu Deeeeeeus… Me dá… Me dá todo seu leiteeeee…
H: Ainda não, gostosa.
C: Hhhhmmm… Mmmmmggg… Aaahh… Aaaaahhh…
Cristian e Laura foram pra uma cadeira, me dando mais liberdade com a Adriana, talvez o ciúme de ver a Celeste se divertindo com outro me fez chegar perto do ouvido da MILF cinquentona e sussurrar.
Y: Posso comer seu cu?
Ad: Depois da fodida que você me deu… foda-se, qualquer buraco que você quiser.
Y: (Sorri) Valeu.
Apontei meu pau, que enfiei de uma vez naquele cu, a coroa gritou de dor e soltou umas lágrimas, mas minutos depois, aquilo virou uma sensação gostosa.
Ad: Aaaaahhh… Aaaaahhh… Aaaaahhhh… Hhhhmmmm… Maaaaaais… Maaaais… Me dá, mais… Mmmmmnnnggg…
Y: Mais forte? Se é isso, sem problema, amor.
Eu metia com mais força e ela continuava uivando, cego pelo ciúme, fiquei metendo por longos minutos, quando olhei ao redor de novo, Hugo e Celeste estavam descansando no chão, minha locadora tinha um sorriso de satisfação. Cristian também já tinha acabado com a Laura, mas diferente da minha locadora e do Hugo, eles não estavam abraçados. Cristiano tava descansando na cadeira onde tinha se trocado e a Milf morena observava de outra, como eu arrebento a bunda da Milf cinquentona. Ela se masturbava e me olhava com uma cara cheia de safadeza, pensei em chamar ela pra se juntar a gente, mas preferi terminar essa grande foda só com a Adriana.
Y: Ooohhh... Tô quase gozando... Posso gozar no teu cu?
Ad: Hhhhmmmm... Mmmmmgggg... Ooohhh... Oooohhh... Uuuggg... Siiim... Enche minha bunda com teu leiteee...
Sei que tava quebrando o acordo que fiz com meus amigos, mas não dava pra terminar em outro lugar que não fosse a bunda dela. Depois de ter a aprovação dela, dei umas cinco estocadas e comecei a encher o cu da advogada, exausto fiquei sentado no sofá, a Adriana tinha apagado ou desmaiado. Depois de descansar uns 20 minutos, levantei, olhei pra Laura, que ainda tava acordada e animada, falei que ia no banheiro, mas na real fui ver minha mina no esconderijo dela. Ela tava toda pelada e o chão encharcado de gozo dela, sorrindo cheguei perto e beijei ela.
Y: Gostou, né?
A: Amei... Mas você ficou com ciúmes, por quê?
Y: Porque ver a Celeste com outros e ela curtindo, era como se você tivesse no lugar dela...
A: Você sabe que eu sou só sua, não sou que nem a puta da Celeste e ainda tem uma puta pra você satisfazer.
Y: Você? Porque foi pra isso que vim, Princesa, quero te dar minha última gozada.
A: Não, não tô falando de mim, Tom.
Y: (Confuso) Então de quem você tá falando?
A: Dela. (Aponta o dedo pra Laura) Quero que você satisfaça ela na nossa cama.
Y: April, tem certeza? Porque só consigo mais uma vez, acho que depois não vou ter energia nem porra suficiente pra continuar.
A: Sim, tenho toda certeza.
Ela me beija e me incentiva a transar de novo com a Laura, não ia recusar, então saí daquele lugar e fui direto pra onde a Milf mais nova tava, abracei ela e perguntei se queria continuar na minha cama. um sorriso se desenhou nela, ela se levantou e respondeu que estava esperando por essa proposta. Peguei ela pela mão, levando pro meu quarto, sem aviso prévio, Laura me beija e com as mãos toca minha pica dura. April abre a porta devagar, mantive a Milf morena concentrada no beijo, a garota ao entrar no quarto, o rosto dela transmitia uma alegria enorme, se escondendo entre uns móveis.
Y: Como você quer continuar? Oral, tradicional ou anal?
L: (Sorri) Quero chupar esse garotão. (Puxa ele com as mãos)
Y: Ok...
Deitei na cama e ela ajoelhada, lambe meu pau, começa a brincar com a glande e com uma das mãos, apertava minhas bolas.
L: Não tenho nada contra o Hugo e seu outro amigo... Mas dos três, você me comeu igual uma besta e adorei...
As palavras da coroa me deram um certo orgulho e ego, ela começou a mamar com entusiasmo, tava muito gostosa, engolindo meu pau com a boca e aquela rabuda levantada. Tava curtindo aquilo, mas não podia deixar minha última gozada acabar ali, ainda mais que essa Milf parecia insaciável, peguei ela pelo cabelo e tirei do meu pau.
Y: Aaahh... Que gostoso, mas vamos pra outro buraco.
L: Mmmh... Quero que você me coma de novo o cu e termine na minha buceta, que pouca diversão você me deu.
Ela se vira, me mostrando aquela rabuda enorme, dei uns tapas na bunda dela e com meu pau já pronto, começo a penetrar aquele cu de novo. Falei pra mim mesmo que tinha que aguentar, não podia decepcionar aquela Milf gostosa, ela mexia a bundinha dela fazendo tudo ficar mais delicioso. Mas não deixei ela me dominar com aquele rabão, mordendo os lábios, aumentei a força e o ritmo das minhas estocadas, a Milf começou a gemer igual quando a gente tava transando no salão com os outros. Sabia que era o único jeito de satisfazer completamente aquela mulher, minhas bolas batiam na bunda enorme dela, a cada penetração. O cu dela apertava mais que antes, mas não ia desistir e com mais fúria meti nela. meteu.
L: Aaaahhh... Siimmm... Arromba meu cuuuuuu... Oooohhh... Oooohhh... Hhhhmmm...
Y: Que rabão gostoso, amor... Mas que rabãaaaaaaaaaao...
E a cada vez, as estocadas eram mais fortes e rápidas, continuei assim até ela ter um orgasmo, soltando um grito enorme. Fui me acalmando, meu pau pulsava igual um louco, só queria acabar logo, mas ainda tinha que satisfazer a buceta da MILF novinha. Ajudei ela a virar e sem dar tempo dela se recuperar, comecei a penetrar a vagina dela, com a mesma pegada que tinha arrombado o cu dela. Laura não tinha tempo pra falar, eram minhas últimas energias e eu sentia que meu pau ia explodir de uma vez.
Y: Vou encher sua buceta madura de porra... Você quer que eu faça, né?
L: Hhhhmmm.... Hhhhmmm... Mmmmmggg... Oooohhhh... Uuuugggg.... Hhhhmmmm...
Y: Vou considerar isso como um sim.
Não demorei pra gozar dentro da buceta dela e enquanto eu fazia isso, ela também gozou. Exausto, fiquei deitado na cama, não sabia se a Laura tava acordada ou não, antes de fechar os olhos, vejo a April se aproximar, eu só sorri pra ela e apaguei. Quando acordei, a MILF gostosa não tava mais na minha cama, me levantei esperando encontrar alguém, mas todo mundo tinha ido embora, até a April, não tava lá. Tomei um banho e lembrava da sexta-feira que tinha tido, das MILFs que eu tinha comido, com um pouco de dor, meu pau subia, tinha sido um dia selvagem.
Saí do banheiro e então escuto a risada da minha namorada, confuso, chego perto da porta e abro, vejo ela saindo do apartamento da minha vizinha, só vestida com um avental, quando me vê, me abraça.
A: Valeu pelo show... Você é o melhor namorado.
Y: De nada... Pode me explicar por que você sai assim do apartamento da Celeste?
A: Vim pedir uma receita pra ela, pra cozinhar algo gostoso, além de agradecer... Mas ela acabou me agradecendo, disse que curtiu muito os paus dos seus amigos, mas que você continua sendo o novinho preferido dela. Espero que não se importe de eu ter exibido meu corpo pra sua senhoria.
Y: (Suspiro) Sem dúvida, você sempre me surpreende e me esquenta, amor.
A: (Morde o lábio) Então é minha vez?
Y: Claro, princesa, mas primeiro, prepara o que você foi consultar.
A: (Risada) Você vai amar, Tom...
Entramos no apartamento e eu fico olhando ela com atenção enquanto cozinha, ela se mexia de um jeito provocante, meus olhos seguiam de um lado pro outro, a bunda dela nua. Ela colocava a comida no forno, enquanto esperava, tirou o avental e, bem brincalhona, passou creme nos mamilos e na buceta.
A: Antes de comer o bolo, por que não come eu?
Y: (Engulo seco) Princesa...
Ela se aproxima e abaixa minha calça, lambendo os lábios, passou creme no meu pau.
A: Amo o sabor original, mas às vezes tem que experimentar outros sabores, né?
Y: O que você quiser, princesa...
Ela abre a boca e dá uma lambida devagar no meu pau, sorri e deixa cair um pouco de saliva.
A: Mmmm... Gostoso...
April começou a chupar, saboreando e curtindo meu pau, engole ele inteiro, tenta passar a língua em volta, depois tira.
A: Ooooohhh... Agora é sua vez.
Ela sobe na mesa e coloca a buceta na minha boca, ela sabia como me provocar e manter nossa relação sempre ativa. As milf têm uma bucetinha deliciosa, mas a dela, sem dúvida, era a mais gostosa, eu limpava o creme com lambidas suaves, pra depois devorar aquela xerequinha saborosa. Ela suspirava cada vez mais rápido, apoiava as mãos nas bordas da mesa, não parei até ela soltar os doces sucos. Passei a língua da buceta dela até chegar nos peitos, peguei ambas as tetas, limpando uma primeiro, mordi e estiquei o mamilo, a outra limpei como se fosse um pirulito.
Y: Senti tanto falta do seu corpo, amor...
A: Hoje, você vai ter ele o dia inteiro.
Ela esperava ser penetrada pelo meu pau, mas antes de meter, beijei o pescoço dela e com minhas mãos brincava com as tetonas dela, os suspiros dela ficavam mais fortes e seguidos. Nossos lábios ficam bem perto e eu mordo eles, pra depois enfiar minha língua na boca dela, solto aquelas tetas e minhas mãos descem até a cintura dela, ela pensava que eu ia meter nela finalmente, mas não fiz, continuei provocando ela.
A: Aaahhhmm... Aaahhh... Tom... Vamos foder...
Y: Ainda não, (enfio dois dedos na bucetinha dela e com o polegar brinco com o clitóris) a gente tem tempo pra continuar brincando. (Chupo de novo os mamilos dela)
A: Oooohhh... Siiim... Hhhmmmm... Hhhmmm... Aaayyy...
Fiquei fazendo isso, até que ela gozou mais uma vez, meus dedos molhados pelos sucos dela, levei eles à boca e saboreei por uns segundos aqueles gostos deliciosos. Peguei meu pau e encostei na vulva dela, esfregava minha glande nos lábios vaginais dela e ela pedia pra eu meter de uma vez, que parasse de brincar com ela. Lambi os lábios dela, mordia eles, ela pensava que eu ia continuar provocando, foi a hora certa pra surpreender ela com uma metida.
A: Ooooohhh... Mmmmggg... Hhhmmm... Que pau, amor... Aaaahhh... Me revira toda por dentro...
Y: Uuufff... Sua bucetinha, sempre tão apertada, me deixa louco, Princesa...
A: Siiim... Mmmmmhhh... Nnnnaaggg... Só você pode me fazer uma putinha... Hhhhmmm...
Beijava ela mais uma vez e depois descia pras tetas dela, voltava a chupar aqueles mamilos gostosos, aumentando as metidas, ela gritava de prazer. Fiquei fazendo aquilo, até que deu vontade de enfiar meu pau no cu dela. Carreguei ela e levei pro sofá, onde arrebentei o cu da Adriana, levantei as pernas dela até ver o cuzinho, cuspi nos meus dedos, enfiei eles, enquanto tirava meu pau da buceta dela e fazia ela chupar ele mais uma vez. Aquelas bundonas me deixavam louco só de olhar, por isso quando meti nela, não me segurei, mexia e mexia muito forte a cintura.
A: Aaaaaahhh... Aaaaaahhh... Porra... Hhhhmmm... Hhhmmmmm... Tom, meu cuzinhooo... É Seu... Todo seuuuuug... Mais forte, por favor... Hhhhmmm...
Y: O que você quiser, Princesa.
Aumentei as estocadas, como ela queria, sentia que aquele cuzinho apertado não estava sendo arrombado, mas que ela estava destruindo minha pica.
Y: Deuuuusss... Aaaahhh... Aaaaahhh... Seu cuzão...
A: Hhhhmmm... Hhhhhmmmm... Tá com muita fome hoje... Mais... Me dá mais... Ooooohhhh...
Não sei quanto tempo aquilo aguentou, mas quando terminei, minhas bolas ficaram sem esperma. Ela limpou meu pau e a gente se vestiu. Na verdade, só eu me vesti, porque ela colocou o avental e tirou o bolo que tinha posto no forno, que não estava nada mal. Parabenizei ela pela primeira experiência sozinha na cozinha. Podia foder várias Milfs, mas sempre ia voltar pra April, pra mim ela era a melhor e, mesmo tendo a mesma idade, sabia que alguns anos depois, ela ia ser a Milf que tanto sonhei.**Epílogo:**Depois da troca de MILFs, não teve outro encontro assim, Daphne e Richard,revelaram a verdade pra elaà minha namorada, ela e a Daphne agiram surpresas de forma muito convincente. O casal dizia que entendia se ela não quisesse ficar com eles, mas a April disse que nada ia mudar, eles continuavam sendo os pais dela. A diversão com a Celeste continuou por longos meses, onde eu e a April seguíamos fazendo ménage com a minha senhoria, mas no fundo eu sabia que a Celeste estava dando pra outros caras mais novos. Já não sentia mais ciúmes, porque ela não era a April e, em segredo, eu mantinha meus encontros sexuais com a Daphne.
A MILF loira sempre me surpreendia positivamente. Um dia, ela ficou no meu apartamento e a gente fodeu como loucos, tanto que no dia seguinte dormimos até tarde e, quando acordamos, voltamos a trepar. A April chegou e nos encontrou, ela não ficou irritada por ver a mulher pulando no meu pau, pelo contrário, ficou com tesão e entrou na brincadeira. A partir daquele momento, nossos ménages não eram mais só com a Celeste, mas também com a mãe adotiva da minha namorada. A April descobriu que estava grávida quando tinha 3 meses. Durante a gestação, continuamos transando, até que a nossa safadeza aumentou, a gente fazia em qualquer lugar, era algo simplesmente extraordinário.
Mas tudo que é bom dura pouco e a nossa vida sexual acalmou quando a Vanessa nasceu. Paramos de fazer os ménages e eu parei de comer a Daphne, porque nos concentramos mais na nossa filha. Depois de alguns meses do nascimento da menina, eu e a April decidimos casar. Como presente de casamento, o Richard nos deu uma casa, para que pudéssemos morar num lugar maior e mais confortável. Isso fez com que eu deixasse aquele apartamento onde vivi momentos maravilhosos, onde conheci a Celeste e senti atração física pela primeira vez por uma mulher.
Falando nela, a Celeste teve que procurar diversão em outro lugar. Surpreendentemente, quem se encarregou de dar essa diversão foi o Hugo, e descobrimos isso no aniversário da minha ex-senhoria. Eu e a April tínhamos planejado dar a ela de presente uma viagem ao passado na nossa melhor época de sexo, mas ao Chegando no apartamento dele, encontramos meu amigo metendo selvagemente na MILF, a gente se retirou e fomos transar na nossa casa.
Cristian e Adriana, tentando fazer o relacionamento deles funcionar, o que durou uns cinco anos, terminaram numa boa e de vez em quando ainda rolavam uns encontros sexuais. Por outro lado, Laura tinha engravidado depois da troca, se separou do marido e eu não soube da existência do meu filho com ela até o moleque ter uns 3 anos, porque o Hugo morava com a Celeste e a Laura mudou de cidade, o contato tinha sumido.
Na real, fiquei sabendo que tinha um filho de 3 anos por uma foto que encontrei nas redes sociais. O menino, chamado Axel, me chamou a atenção porque tinha traços parecidos com os meus, apesar de ser moreno como a mãe. Comentei com a April sobre a possibilidade de aquele moleque ser meu filho, e ela me aconselhou a falar com a Laura e, se eu fosse o pai, queria que eu me aproximasse e passasse tempo com ele, não queria que o Axel crescesse sem uma figura paterna. Conversei com a Laura e, mesmo no começo ela negando a paternidade, acabou me contando a verdade. A April não fez diferença nenhuma entre o Axel e a Vanessa, amava os dois igualmente, e a família aumentou com o nascimento do Benjamim, meu segundo filho com minha esposa.
Embora o Axel morasse com a mãe, eu e a April sempre tentávamos estar disponíveis pra ele, não só dando suporte financeiro. Costumávamos passar as férias e datas importantes juntos, como aniversários, Natal, etc. O melhor de tudo é que a Vanessa e o Benjamim sempre amaram o meio-irmão deles. Isso motivou a April a perguntar pra Daphne de novo sobre a Violet, queria ver ela, pelo menos saber como era. A mulher mostrou uma foto onde aparecia a mãe biológica da minha esposa com a família que tinha formado. A April tinha três irmãs, um par de gêmeas, que se chamavam Josefina e Inácia, acho, e a mais nova, Diana.
Quanto a mim, Surpreendeu um pouco da mãe dela, embora se parecessem nos traços, a Violet não tinha o mesmo tamanho de peito que a April ou a Daphne, eram menores. Acho que a genética feminina dessa família é assim. Você tem um corpo equilibrado com um par de tetas gordas e uma bunda bem formada, ou tem seios redondinhos mas pequenos e uma raba matadora espetacular, porque a Violet parecia ter uma bunda grande e maravilhosa. No final, a April não quis conhecer a mãe nem as meias-irmãs; em vez disso, preferiu agradecer à Daphne e ao Richard por serem sua figura materna e paterna, respectivamente. Atualmente, a Vanessa e o Axel têm 19 anos, o Benjamin 15. Como vocês podem esperar, não tem um dia que os jovens não cantem a April. Isso me deixa muito feliz, porque realizei meu sonho e objetivo: transformar minha esposa, aquela garota que conheci na Universidade, na minha Milf e na Milf dos sonhos de vários caras.
Terminar esse relato é encerrar um ciclo da primeira história que me veio à mente para começar aqui. Talvez o capítulo tenha ficado denso, mas espero que tenham gostado, e obrigado a todos que apoiaram meu trabalho. Para quem acompanha a outra história que publico, agora sabem que ambas as sagas estão conectadas, o que foi pensado desde o início. Não quis deixar tantas pistas sobre isso, porque queria que fosse uma surpresa. Ainda assim, no capítulo 5 de ambas as histórias, deixei bem clara uma possível conexão entre elas; só faltava eu confirmar, e com o epílogo, fiz isso. Novamente, agradeço a todos que leem o relato e que demonstram apoio ao trabalho realizado. Por último, quero deixar claro que, embora ambas as histórias estejam conectadas, não esperem que algum personagem deste relato apareça de forma aleatória, como por exemplo a Celeste e transar com o Axel. É bem provável que a primeira Milf do Tomás não apareça; não descarto, mas no que resta da história, não está planejada sua aparição no presente, que ocorre...Férias quentesjá a Vanessa aparecer e ter uma proximidade mais íntima com o meio-irmão dela, é muito mais provável.
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