




Num hotel em Punta del Este
Vou me apresentar: sou Pablo, um argentino de 33 anos, 1,79m de altura, olhos castanhos e cabelo curto castanho.
Não sou nenhum atleta, mas ando de bicicleta e jogo um futebolzinho. Tenho um corpo normal, meio magro.
Trabalho há anos numa consultoria, daquelas que te fazem estar numa cidade diferente toda semana.
Essa história aconteceu comigo em 2018. Naquele ano, passei três meses, de segunda a sexta, num projeto em Punta del Este. Era um daqueles projetos que te sugam.
A gente entrava às 8h30 e saía lá pelas 22h, de terno escuro, camisa branca e gravata ainda intacta. Já era o segundo mês que eu tava lá, e ainda por cima era quinta-feira, então não tava com paciência pra me esforçar mais no trabalho naquele dia:
– Ei, Raul, são 21h e é quinta. Já não tenho cabeça pra continuar pensando em como resolver isso. Vamos jantar?
– Pra mim tá ótimo. Mando um e-mail e a gente vai tomar umas cervejas. Além do mais, hoje é quinta, dá pra aprontar um pouco mais, já que amanhã a gente só trabalha até as 15h.
Depois de tomar umas cervejas, fomos pro hotel com um astralzinho lá em cima. No caminho, ficamos falando das tetas da garçonete do bar em frente ao hotel, e discutindo qual das duas era melhor: a das tetas espetaculares ou a da tatuagem na bunda.
O bom de cidades como Punta del Este é que tudo é perto, então chegamos rápido no bar.
Como de costume, eram 23h30 e não tinha mais ninguém além de uns poucos casais e as duas garçonetes que tinham alegrado nossos últimos meses.
– Com licença, me serve uma.
– Claro, uma artesanal da casa, né?
– Isso, muito obrigado. Ei, ou você tem boa memória ou a gente vem muito aqui.
– As duas coisas, mas principalmente porque a gente sempre sai mais tarde por culpa de vocês.
– Poxa, devia ter falado. A gente tá hospedado ali na frente e dá vamo continuar a festa lá.
- Pra próxima eu aviso. De onde vocês são?
- Me chamo Pablo e sou argentino, e aqui meu amigo Raul, do Chile. E qual é o seu nome e o da sua amiga, porque assim do alto não soa bem chamar vocês de "a da tatuagem na bunda" e "a dos peitos espetaculares".
- Ha ha ha Não, não soa bem. E como você não viu minha bunda, deduzo que eu sou a dos peitos, olha só, viu? Tomara que amanhã, quando me ver de novo, soe bem. Me chamo Patri e minha amiga se chama Sara.
- Prazer, Patri, e sinto que vocês se lembrem da gente toda noite por ter que fechar mais tarde.
- Quem disse que eu lembro de você por isso? Talvez eu lembre de outro jeito.
- Opa! Tocou e afundou. Vou precisar de uma cervejinha pra me recuperar, ha ha.
- Bom, sério, vocês estão hospedados naquele hotel?
- Sim, mas não pensa que juntos, são quartos separados, ha ha ha.
- Não, eu não penso, sou mais de agir, ha ha.
- Cada vez que ela se apoiava no balcão pra falar comigo, dava pra ver que o sutiã preto que ela usava não conseguia cobrir todos os peitos dela. Eu não parava de pensar em mordiscar aqueles bicos, enquanto ela sentava no meu pau. Que naquele momento já tava tão duro, que era difícil disfarçar.
- Pablo, sabe, até hoje você era o da bunda bonita de terno. Mas acabei de perceber que com o terno e tão perto assim, vou ter que te chamar de "o da barraca de acampamento". – ele tinha uma ereção considerável e com calça de terno isso fica muito mais evidente.
Bem quando a conversa tava esquentando, entrou pela porta um cara e foi direto falar com a Patri.
- Pablo, desculpa, mas tenho que levar meu irmão pra casa, ele não tá bem.
- Que pena, e você não pode voltar depois?
- Hoje não dá, amanhã eu prometo que continuamos de onde paramos.
- Tá bom, mas amanhã a gente não vai estar aqui. Então a gente se vê na segunda.
Antes de ir, ela se aproximou pra me dar um beijo, e embora parecesse casual, chegou perto o suficiente pra eu sentir. meu pau. E não consegui evitar dar um pequeno espasmo com o pau ao sentir aquele corpo roçando em mim. Já era 1h00 e com a tesão que eu tava, o melhor era ir dormir. — Não sou do tipo que gosta de pagar por sexo.
— Raul, vamos embora ou você quer outra?
— Por mim, vamos. Essa tem namorado e não tá a fim de fazer nenhuma festa depois, então bora pro hotel.
Entramos pela recepção do hotel e fomos em direção aos elevadores. Ainda tava de pau duro, e tava tão excitado pensando na segunda-feira que, se não fosse pelo Raul, eu perderia uma das melhores noites da minha vida.
— Espera. Não aperta o botão que a moça também vai subir.
Não sei de onde ela apareceu, mas entrou no elevador uma morena de uns 30 anos com cabelo cacheado. Ela usava um vestido cinza de lã justo que, além de deixar boa parte das pernas de fora, marcava perfeitamente cada curva do corpo dela. Era muito bem proporcionada, mas a melhor característica dela eu só descobri quando ela entrou no elevador e vi uma bunda empinada que aquele vestido apertado destacava ainda mais.
— Com licença, pra que andar você vai?
— Quarto, por favor.
Não consegui evitar me aproximar dela com o pau ainda duro, usando a desculpa de apertar o botão do 4.
— Durante a curta viagem, não parei de olhar cada milímetro daquela bunda.
— Pablo, com a Patrícia, de perto os peitos dela são mais espetaculares, né?
Não precisei responder porque o elevador chegou no quarto andar, mas vi a moça sorrir com o comentário e me olhar. Deixamos ela sair educadamente primeiro e fomos atrás dela, já que a gente precisava pegar outro elevador até o 6.
Bem no mesmo corredor onde se pegava o outro elevador, a moça parou no quarto 431.
Educadamente, demos boa noite e continuamos em direção ao elevador.
— Jaime, viu que bunda que a morena tinha?
— Sim, você entre a bunda e os peitos da Patrícia vai ter que passar a noite toda a Punhetas.
- Já, eu devia ter falado algo.
- Se quiser se aliviar, fica à vontade kkkk
- Beleza, Raulcito, amanhã às 8h lá embaixo pra tomar café. Ok?
- Fechou, e você não vai dormir agora, vai cair na farra kkkkk
Cheguei no meu quarto e lembrei da história de um colega de trabalho que contava que tinha comido uma gostosa que não conhecia num hotel na Argentina, era aquela típica história que você não acredita de verdade. Mas naquele dia, não sei se por causa do álcool ou do tesão que tava, resolvi tentar. Além do mais, não perde nada. Então peguei uma folha daquelas que ficam nas mesas dos quartos de hotel e escrevi:
"Não consegui falar nada. Mas não posso ir dormir sem que você saiba que me deixou hipnotizado com esse vestido. Acho que você percebeu. Se quiser, a gente toma algo agora, me liga. Meu quarto é o 608."
Dobrei o papel e fui até o quarto dela. Dava pra ver a luz do banheiro por baixo da porta e ouvia a TV. Então deslizei o bilhete por baixo da porta e subi pro meu quarto. Lá estava eu, ainda de terno, esperando o telefone tocar. Umas 5 minutos se passaram e eu já tava decidido a tirar o terno e bater uma boa punheta. Quando o telefone tocou:
- Alô, quem é?
- Oi, sou a moça do 431. Muito obrigada, gostei muito do seu bilhete.
- Eu é que gostei muito de você. Por isso escrevi. Quer tomar algo?
- É um pouco tarde. Sabe de algum lugar aberto agora?
- Só o bar da frente, mas fecha às 2h e já é 1h15. Quer tomar algo no meu quarto ou no seu? A gente tem o frigobar.
- Bom, então passa aqui no meu quarto, você já sabe onde é.
Não sei por quê, mas tava nervoso e excitado. Só ficava imaginando como seria comer aquela bunda. Meu coração batia a 200 por hora e meu pau tava tão duro que achei que ia gozar na hora.
Antes de sair do quarto, peguei as duas garrafas de champanhe do frigobar. Estava bem na frente da porta, então coloquei a gravata e bati. Ouvi o barulho do salto se aproximando, minha respiração ficou ofegante.
- Oi de novo, entra
- Oi, trouxe os dois champanhes do meu minibar caso a gente precise de mais bebida.
O quarto era igual ao meu, tinha duas camas de solteiro com uma mesinha no centro, uma escrivaninha com uma televisão em cima e um armário num dos lados do quarto, paralelo à cama. Sentei numa das camas, colado na mesinha, enquanto ela sentou bem na minha frente.
- Com certeza vai fazer falta. Então, gostou do meu vestido?
- Bom... gosto do seu corpo e de como ele se ajusta ao vestido. He he
- Que situação mais estranha. Nunca fiz isso antes. Mas, sinceramente, me deu tesão e curiosidade de tomar algo com você.
- Eu também nunca fiz. E, pra ser sincero, achei que você não ia ligar.
- Pois é, liguei sim. Talvez tenha ajudado você ter chegado perto de mim pra apertar o botão. Notei algo em você...
- Algo como...
- Bom, parece que os peitos daquela garota que seu amigo comentou te deixaram meio excitado.
- He he. Bom, um pouco, mas você que me terminou de vez. Você tem uma bunda espetacular. E ainda por cima, só de fio dental, fica ainda mais evidente?
- Você acha que estou de fio dental? (Ela se levantou e deu uma volta pra eu poder observar bem)
- Acho que sim. Um daqueles pequenos, de cordinha.
- Pois se enganou, agora não estou usando nada. Então você vai ter que beber um pouco de champanhe. Como penalidade por sua falta de observação.
- Ahh, então é esse o jogo. Se eu errar nas minhas observações, eu bebo. Mmm... Gostei. Acho que posso ganhar, então é sua vez.
- A do terno, é porque você é vendedor?
- Não, sou consultor de TI. O terno é pra poder paquerar nos elevadores.
Nesse momento, ela pegou a outra garrafa de champanhe que ainda estava fechada e a abriu. O movimento que fez com a mão ao puxar a rolha fez com que... o champanhe vai começar a jorrar com força, com muita destreza eu aproximo minha boca da boca da garrafa pra tentar desperdiçar o mínimo possível, a espuma escorrendo pelo canto dos lábios dela parecia uma gozada enorme, então não consigo evitar soltar um
- Porra, como você me deixou, te ver beber assim me deixou louco
Ela só me olhou e sorriu enquanto começou a brincar com a garrafa, ia aproximando da boca como se fosse uma rola, deixando entrar um pouco e tirando, enquanto com os lábios pegava o bocal como se fosse chupar todo o champanhe, ficou nessa brincadeira o tempo suficiente pra minha pika já estar tão dura que eu tinha que ficar ajeitando ela toda hora.
Ela pegou a garrafa de novo e levou à boca dando um gole e deixando escapar um pouco, que foi descendo pelo queixo dela até se perder no decote do vestido.
- Tô com vontade de te comer em todos os seus buracos, até onde nunca te comeram, quero ver se você faz tão bem com minha pika quanto com a garrafa.
- Mmmm… Acho que é sua vez de beber, não tem buraco onde não tenham me comido. – Ela esticou o braço pra me passar a garrafa –
- Não preciso da garrafa, prefiro beber o que escorreu pelo seu corpo.
- Então o que tá esperando?
Eu tava morrendo de vontade de ouvir essas palavras, levantei e fui até a cama dela, deitando ela de costas, as pernas dela penduradas de um lado. E meu corpo por cima do dela, comecei a beijar aqueles lábios carnudos, dando uns mordiscos, ainda estavam frescos do champanhe. Senti o corpo dela se arquear pra sentir minha pika por cima da pussy, minhas mãos acariciavam a parte interna das coxas dela, conforme eu ia subindo a mão, os beijos ficavam mais intensos.
Cada vez a respiração ficava mais ofegante, senti a mãozinha dela segurando minha pika por cima da calça, dava pra sentir o desejo dela pela força com que apertava.
Minhas lábios começaram a percorrer o pescoço dela, fazendo o mesmo caminho que o champanhe tinha feito minutos antes. Agora meu corpo estava um pouco mais abaixo e, dessa posição, ela não conseguia mais tocar meu pau. Pela primeira vez naquela noite, era eu quem dominava a situação. Minha boca estava mordiscando os mamilos por cima do vestido, enquanto meu dedo indicador começava a acariciar a buceta dela, nua. Senti os fluidos dela molharem meus dedos – ela estava realmente com tesão – e aproveitei isso para lubrificar o cu dela com os próprios fluidos. Com as pernas apoiadas no chão, ela conseguia arquear os quadris pra deixar meu caminho do clitóris até o buraquinho do cu mais acessível.
- Sim, por favor sobe um pouco mais, quero sentir essas mãos dentro.
- Shhh, quem decide sou eu.
Agora, tira o vestido, quero ver o quanto essa buceta tá molhada.
Ela se levantou um pouco na cama, mas eu não parei de acariciar a xereca dela com meus dedos. O rosto dela estava descomposto, ela abria a boca como se buscasse uma golfada de ar pra se recuperar, as bochechas estavam quentes e os olhos mostravam a resignação de estar completamente entregue.
- Mmm, parece que essa putinha quer alguma coisa. Quer que eu te dê meu pau?
- Siiim… chega mais perto que eu tiro essa calça, quero ver como esse pau tem gosto.
Com as mãozinhas dela, ela me agarrou pela bunda pra ficar mais perto de mim e desabotoou meu cinto. Minha posição naquele momento era perfeita, eu podia ver os peitos dela balançando na direção do meu pau, suspensos por um sutiã roxo. Não resisti e enfiei a mão entre o sutiã e os peitos pra beliscar um dos mamilos, enquanto ela soltava um gritinho misturado de dor e excitação.
Eu estava tão focado em beliscar aqueles mamilos que só percebi que ela já tinha desabotoado o cinto e a calça quando minha calça já estava nos tornozelos. Olhei pra ela e vi que ela levantava o olhar com uma expressão de satisfação…
- Já posso provar seu pau?
- Você tá sendo uma putinha muito obediente, então pode experimentar ela.
- Adoro ser sua putinha, você mandar no que eu tenho que fazer. Não quero que você pense que essa puta não sabe te dar prazer.
Não tinha terminado de falar essas palavras quando já tinha a boca mordendo meu pau por cima da cueca, isso fez na hora a ponta aparecer por cima do elástico, virando pra mim pra eu dar meu consentimento.
Ela se aproximou da ponta sugando com os lábios. Meus dedos apertavam com força os bicos dos peitos dela cada vez que a boca avançava no meu pau, ela baixou minha cueca pra poder massagear minhas bolas enquanto passava a língua por todo o pau.
Passava a língua das bolas até a ponta, e não parava de me olhar cada vez que enfiava o pau na boca.
Com mais da metade do meu pau dentro daquela boca, eu não ia aguentar muito mais, ela começou a bater uma no pau enquanto o tinha na boca, que eu sentia ele queimando.
Não parava de olhar como aquela gostosa tava me fazendo bem no boquete, acelerou o ritmo sugando com muito mais força.
- Isso, isso, muito bem, continua assim que vou te dar toda sua espuma, putinha – ela olhou pra mim e abriu um pouco a boca deixando cair toda a saliva acumulada do meu pau, enfiando ele de novo na boca.
Agora minhas mãos seguravam a cabeça dela, eu tava prestes a gozar.
- Ahhhg!!! Continua, continua, puta, que eu tô gozando ahhgg!!! – senti meu sêmen começando a sair do meu pau, assim que sentiu o primeiro jato, ela tirou meu pau da boca deixando perto o suficiente pra continuar caindo o resto do meu sêmen na boca dela e parte do rosto.
- Mmm… como essa gostosa comeu bem meu pau!!
- Shhhh... espera, que essa puta ainda não limpou ele – e começou a limpar todo o pau com a língua, fazia devagar, enquanto com uma das mãos começava a se tocar na buceta.
- Para!!, O que você tá fazendo?. Não te falei que pode tocar na sua buceta.
- É que...
- Qual é o problema, a puta tá com tesão e quer Gozar, né? Deita aí, vamos ver o quanto essa buceta tá gostosa e se já tá na hora dela gozar.
Eu me ajoelhei no chão, puxando os quadris dela pra borda da cama e comecei a percorrer a bocetinha dela com a língua – tava toda molhada – brincava com o cu dela, lubrificando com a mistura da minha saliva e dos fluidos dela. Enfiei um dos dedos e acelerei os movimentos da minha língua no clitóris dela – que tava bem inchado.
– Isso, isso, por favor não para. Continua, continua que eu vou gozar.
Já tava com o cu mais dilatado e era ela que fazia força pra enfiar o dedo mais fundo. Deslizei meus dedos pela buceta pra pegar mais fluidos que lubrificassem o cu dela e enfiei de uma vez dois dos meus dedos enquanto agora minha boca sugava o clitóris dela. O corpo dela arqueou – meus dedos entraram até os nós dos dedos – e senti a buceta dela começando a gozar.
Ela ficou totalmente quieta em cima da cama, eu me levantei e deitei do lado dela.
– Parece que essa foxy tava com tesão mesmo. – Ela me olhou e sorriu.
– Bom, parece que seu pau ainda tá duro. Dá pra terminar o que você começou com os dedos? Quero sentir esse pau gozando no meu cu. – Ela virou de bruços, colocou um pouco de saliva na mão e passou no cu dela – Você não queria meu cu no elevador?
Eu fiquei atrás dela, colocando um travesseiro dobrado debaixo dos quadris pra deixar aquele cu mais exposto. – Tinha uma vista perfeita, uma buceta totalmente depilada, ainda inchada do orgasmo, e o buraquinho do cu dela pronto pra ser penetrado.
Encostei meu pau, esfregando na bocetinha dela e dando umas batidinhas no cu dela – plof plof.
– Vai, arrebenta com esse pau, por favor.
– Toma, vadia, eu te falei que eu decido como você vai gozar – enfiando meu pau com toda força na buceta dela.
– Meu pau entrava até as bolas, que batiam no cu dela – plof plof plof.
– Ahhhhg, tô gozando…
– Vai, foxy, goza que eu não vou parar. Toma… toma… Já gozou, foxy?
- Aaah sim. Que pau, você destruiu minha buceta.
- Quieta, não terminamos. Você não queria que eu enchesse seu cu de porra? Ainda não gozei.
Umedeci o cu dela com um pouco de saliva e comecei a forçar meu pau na entrada do cu dela.
- Ah sim, sim, manda ver na sua puta, todo o seu pau. Quero sentir ele até o fundo.
- Mmmm, como você aprendeu rápido. Toma, aqui está, toma.
- Me dá, vai, dá pra sua puta.
Não aguentei muito mais. Senti meu pau inchar e minhas bolas se contraírem. Dei uma última estocada com tanta força que os joelhos dela, que estavam apoiados na cama, cederam. Meu corpo caiu junto, e todo o meu sêmen dentro do cu dela. Ficamos um tempo exaustos assim, deitados na cama.
- Garoto 608, adorei.
- O que? Ser minha foxy? Ou eu te comer por todos os buracos?
- As duas coisas, hahaha. Você vem muito a esse hotel? Gostaria de continuar sendo sua foxy do 431, hahaha.
- Vou ficar aqui por mais dois meses.
Bom, ainda cruzei com ela mais uma vez, mas isso é outra história.


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1 comentários - Em um hotel de Punta del Este...
Buen relato, van ocho puntos.