Fodendo minha namorada 5 (e a irmã dela)

Relato anterior: http://www.poringa.net/posts/relatos/3720765/Cogida-a-mi-novia-4.html

Com o passar dos dias, continuei indo na casa da Sofi como se nada tivesse acontecido... como se a irmã dela de 13 anos não tivesse nos visto transando. Uns dias depois, mais precisamente numa quinta, saio do trabalho às 16h pra ir na casa da Sofi como de costume; bato na porta e quem atende é a irmã dela:

- "Oi Darío, entra" ela fala alegremente e eu entro na casa
- "Oi Lau, tudo bem? E a Sofi?" pergunto
- "Ela saiu com meus pais há pouco pra ir no mercado" ela responde
- "Ahhh, beleza, sabe que horas ela volta?" pergunto de novo
- "Nem ideia, por quê? Não quer ficar aqui comigo?" ela pergunta, pra minha surpresa

Vale destacar que desde o dia que ela nos viu transando com a Sofi, eu não falei com ela nem ela comigo, mas desde aquele dia percebi que ela me olhava com outros olhos, não como cunhado, mas como algo mais. Aquela pergunta e o jeito que ela falou me deixaram desconcertado, não sabia se era brincadeira ou se ela realmente tava querendo outra coisa.

- "Sim kkkk, vou esperar ela chegar" falo meio nervoso
- "Fica à vontade, eu vou tomar um banho" ela fala de novo, me deixando mais nervoso ainda
- "Ahhh, beleza, sem problema" respondo, tentando não demonstrar nada ou interesse.

Nessa hora, ela sobe pro segundo andar, onde ficam os quartos e o banheiro, pra tomar banho. Eu fico no sofá da sala, no andar de baixo, mandando mensagem pra Sofi, mas as mensagens não chegavam. De repente, ouço a Laura me chamando do banheiro:

- "Darioooo, vem aqui um pouquinho, por favor" ela fala

Vou até o segundo andar, bato na porta e, sem abrir, falo:

- "O que foi, Lau?"
- "Você pegaria minha toalha pra mim, por favor? Tá no meu quarto, na gaveta da cômoda" ela pede
- "Beleza, já vou pegar" falo

Vou até o quarto dela (nunca tinha entrado, só visto), que tinha uma decoração mais de menininha do que de uma garota entrando na adolescência. adolescência, quando vou pegar a toalha que a Laura tinha me pedido e, sem querer, abro a gaveta onde ela guarda as calcinhas fio dental. Tinha calcinhas de lingerie, tipo fio dental, de todo tipo, menos de uma menina de 13 anos; eu fiquei realmente surpreso ao ver aquilo e também me excitei ao ver a gaveta de calcinhas da minha cunhada de 13 anos (não sei se é errado o que pensei, tipo, sentir atração sexual por uma garota e ainda por cima minha cunhada de 13 anos, não sei se isso é certo). Pra parar de pensar nessas coisas, pego a toalha e saio rápido do quarto dela; vou até o banheiro, bato na porta e falo:
- "Aqui está sua toalha, Laura, vou deixar pendurada na maçaneta da porta"
- "Ah, por favor, me alcança, não quero molhar o chão" ela pede
Naquele momento, eu realmente não sabia o que fazer, se deixava a toalha ali ou se alcançava como ela pediu, até porque sou uma pessoa boa e queria ajudar
- "Tá bom, vou te alcançar, mas se cobre" falo
- "Claro, claro" ela responde
Então entro e, quando pensei que o box (que era preto) estava fechado, vejo ela... totalmente nua, com um corpo lindo parecido com o da irmã, mas um pouco menor, toda molhada e sorrindo pra mim. Na hora, de vergonha, olho pra baixo, meio que lamentando ter visto aquela cena, estico o braço esquerdo segurando a toalha e falo "toma"
- "Ah, me alcança que não chego" ela diz. Eu dou mais dois passos pra esquerda, olhando pra baixo, quando sinto ela pegar minha mão e me puxar pra dentro do chuveiro
- "O que você tá fazendo?" pergunto
- "Não se faz de bobo, você sabe muito bem o que eu tô fazendo" ela responde
- "Para, Laura, seus pais e sua irmã vão chegar logo, e você aí nua e eu aqui dentro do banheiro com você, o que vão pensar se virem isso?" falo meio bravo e nervoso
- "Não se preocupa, eles vão demorar, depois do mercado vão na casa da minha avó e provavelmente vão jantar lá" ela diz
- "Você sabia e não me falou nada? Tipo, fez eu ficar pra que... Passei por tudo isso?" falo, já bem alterado por ela ter mentido pra mim.
— "Ah, Darío, não se faz de sonsa. Desde que te vi transando com a minha irmã, penso toda noite naquela cena e no teu pauzão" — apertando violentamente meu pau com a mão esquerda.
— "Para, Laura, isso não tá certo, a gente não pode fazer isso" — falo, meio excitado, mas ainda nervoso e puto por medo dos pais dela chegarem, quando, pra minha surpresa, ela se ajoelha na minha frente, com a cabeça na altura da minha cintura, e começa a baixar minha calça (não sei se era a excitação ou o quê, mas fiquei paralisado, sem saber o que fazer) e começa a me masturbar e chupar meu pau... eu continuava ali, paralisado, sem reação. Quando ela me diz:
— "Ahhhh, viu? Sabia que te excitava me ver. Olha como ficou duro e enorme" — fala, pra minha surpresa. Eu não acreditava no que tava ouvindo e vendo, tipo, nunca tinha passado pela minha cabeça aquela situação e não sei por que, mas não parei nem fiz nada, só deixei rolar. Já bem excitado e querendo mais, começo a tirar a camiseta e a calça que tava nos meus tornozelos junto com o tênis, ela me olha com um olhar de quem sabia que a gente ia transar e fala: "Você vai me comer com esse pauzão, meu amor? Vai me desvirgar? Olha que eu quero mesmo que você me coma" — eu já tava entregue ao prazer e sem acreditar no que tava vivendo, aliás, ela falava, se masturbava e chupava meu pau como se não fosse virgem, como se já tivesse feito aquilo antes. Entro no chuveiro com ela, levanto ela e viro de costas, ela me dando as costas e levantando a bundinha pequena mas durinha pra eu penetrar pela primeira vez (tenho que confessar que era bem apertado e tava doendo em mim também, já que ela era virgem). Infelizmente não consegui penetrar muito porque ela começou a sentir dor e pediu pra parar, mas como recompensa, ela se ajoelha de novo e começa a fazer um boquete, e eu gozo dentro da boquinha dela, enquanto ela engole todo meu leite.
— "Gostou?" — ela pergunta.
— "Adorei. — "Me desculpa por não ter conseguido continuar, mas tava doendo pra caralho, ainda mais com essa sua pica enorme, era certeza que ia doer" — terminei de ordenhar minha pica e chupei uma última vez.
— "Vai ter outra vez?" — ela me pergunta.
— "Não sei, a gente vê. O que a gente fez não é certo, Laura" — respondi.
— "É que eu não consegui me segurar com a sua pica enorme, lembrava de você e juro que ficava toda molhada" — ela diz.
— "Bom, a gente vê com o passar dos dias" — falei.

Valeu por ter chegado até aqui, e vou postar o que rolar nos próximos dias.

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