olá amig@s do poringa.net.
tenho que agradecer a todo mundo pela boa energia.
todos os comentários, mensagens e pontos.
Do relato anterior.
gosto de interagir com vocês.
e como promessa é dívida, aqui está a segunda parte da minha história com a Maca, a mulher do dono da ferragem.
depois de vários encontros.
e com a insistência da Roberta.
decidimos incluir ela na nossa festa privada. Roberta e Maca eram amigas desde pequenas.
E embora elas compartilhassem tudo.
Nunca imaginaram compartilhar um cara.
A Ro era mais desenrolada e já tinha traído o marido várias vezes.
Mas nunca com um cara como eu, do bairro.
Sem regras nem frescura.
Que tratasse ela como uma puta.
Mas a Maca era a primeira vez que traía o marido.
Só que sempre invejou a Roberta por isso.
Quando eu entrei na vida delas, já tinham assunto pra comentar.
E me vi como o protagonista das conversas quentes delas.
Das duas amigas.
A Roberta morria de vontade de experimentar e ser tratada como a amiga. Mas a Maca não queria competição.
Eu nem vou contar, queria foder as duas sem dó.
Todos os nossos encontros ficavam cada vez mais quentes.
E a Roberta estava presente de algum jeito.
Mandava mensagens ou aparecia em alguma conversa com a Maca.
Quando eu perguntava por que ela não queria que a amiga participasse, a Maca desconversava.
Até que um dia ela me falou.
Maca: "Não quero que a Ro fique com você.
Foi muito difícil pra mim decidir ficar com outro homem.
Trair meu marido era algo que eu achava muito errado.
E quando a Ro me contava que traía o marido dela,
achava horrível da parte dela.
Mas ao ouvir que ela fazia isso
pra aproveitar as coisas que com o marido já não curtia, entendi.
Porque eu passava pelo mesmo.
E quando vi que ela tava dando em cima de você,
não aguentei e falei: esse é meu.
E não me arrependo.
E agora não quero que ela fique no meio da gente. E se você gostar mais dela do que de mim?"
Eu: "Isso não vai acontecer.
Gosto de ficar com você. Você tem seu marido e ela tem o dela.
Sabe que entre a gente é só sexo.
Maca: Perde, mas não sei.
Ela e eu temos os mesmos horários livres.
E quando você estiver com ela?
Eu vou fazer o quê, ficar sabendo pelo telefone?
Não sou ela.
Não quero que ela ocupe meu tempo.
Sem pensar, ela me deu o gancho perfeito.
Pra eu propor. Ficarmos os três juntos.
Ela não respondeu.
Mas só precisei fazer ela pensar um pouco.
Botar essa putaria na cabeça dela.
Com só uns dias falando sobre o assunto.
Ela não achou tão absurdo.
E ainda mais depois de falar com a Roberta.
As duas iam receber a mesma coisa, ao mesmo tempo.
Só faltava achar o dia e a hora certa.
Pra que as duas ficassem livres e os maridos não atrapalhassem.
E o dia chegou.
Graças à pescaria e ao futebol.
Agora não íamos ter só umas horinhas pra gente.
Mas um fim de semana inteiro.
O marido da Maca ia pra Corrientes pescar dourado.
E o marido da Ro, pra Mendoza torcer pro time preferido dele, o Gimnasia de La Plata.
Sexta à noite, as duas amigas chegaram em casa.
Elas trouxeram pizza e eu esperava com cerveja.
E música.
Desde o começo, foi como ter duas namoradas.
As duas me beijavam e me abraçavam.
A Maca demorou pra se acostumar com a dinâmica.
Mas depois de um tempo dançando na nossa própria festa privada.
Eu tinha aquelas duas gostosas no ponto.
A Maca, com aqueles peitos e aquela bunda enorme.
E a Roberta, mais miudinha de corpo.
Mas com uma bunda boa e uns peitos lindos.
Bebendo e se divertindo pra caralho.
O clima ficou muito bom.
Eu beijava as duas e passava a mão.
Aproveitando aqueles corpos lindos.
A Roberta não perdia tempo, metia a mão.
E provocava a amiga pra ela
se soltar mais.
Dava pra ver que a Roberta tava doida pra começar.
Mas a Maca só queria ver o que ia rolar.
Dei a liberdade pra ela se sentir à vontade.
Enquanto ela curtia meus beijos e minhas carícias.
E a amiga entendeu o recado.
E começou a me despir.
Primeiro, me deixando com o torso nu.
Beijando. Meu corpo ela acariciava a amiga dela, convidando ela pra saborear aquele manjar.
As duas se juntaram num frenesi de beijos e carícias que eu curti com os olhos e com todos os meus sentidos.
Lá estavam aquelas duas gostosas.
Beijando e passando as línguas pelo meu corpo.
As duas amiguinhas dividindo um macho.
Enquanto a Maca acariciava minha poronga.
Enquanto a Ro tirava meu cinto e desabotoava minha calça.
Juntas, elas me deixaram completamente pelado.
Mas a Maca pegou na mão da amiga pra ela ter o primeiro olhar e toque no meu pau.
A Ro agradeceu o gesto da amiga.
Eu curtia as carícias suaves e os beijos das duas.
Maca: — Então Ro, o que você acha?
É o que você queria, né?
Ro: — Amiguinha, isso é sensacional.
Não é à toa que você queria ele só pra você, haha.
Essa poronga não é brincadeira.
Maca: — É meu, mas se você gostou,
vai ter que dividir comigo.
Se não, nada feito, ok?
Ro: — Sim, eu sei.
A gente divide, igual quando éramos crianças.
Hahahaha
Eu fiquei de fora do assunto, só curtindo elas tocando e brincando com meu pau.
Até que chegou a melhor parte.
As duas amigas se ajoelharam.
A primeira a me chupar foi a convidada da festa.
A Roberta enfiou meu pau na boca dela.
Com uma puta habilidade.
Pra dar vez pra amiga chupar também.
Sincronizadas: quatro chupadas de uma, e a vez passava pra outra.
Era uma sensação incrível.
Uma delícia total.
Curtindo dois estilos de boquete.
Um verdadeiro prazer pro meu pau.
E isso não era nada.
O melhor ainda tava por vir.
As duas começaram a chupar juntas.
Me fazendo delirar de tesão e prazer.
As duas amiguinhas estavam na delas.
Me dando prazer com suas bocas e se lambendo com caras de putas.
Meu tesão não aguentava mais e ajudei as duas a compartilhar um pouco mais.
Nenhuma se animava.
Mas eu sabia ou achava que elas queriam mais do que compartilhar uma pica enquanto eu brincava com seus corpos e as despia.
Puxando elas pelo cabelo.
Coloquei elas frente a frente e fiz elas se beijarem.
Maca não esperava por isso.
Mas a Roberta sim.
E curtiu minha iniciativa.
Claro que começou tudo com beijos tímidos e suaves.
Mas com minha insistência, os beijos se transformaram em beijos mais quentes e profundos.
Da Ro eu já esperava, sei que ela é mais ousada.
E tem um pouco de tesão.
Mais vadia, digamos.
Mas a Maca me surpreendeu positivamente.
Porque ela se envolveu muito bem.
Currindo não só meus beijos, mas também os da amiga dela.
E o melhor foi meter minha pica entre os beijos das duas amigas.
Nesse tesão, a Maca, sabendo dos gostos da amiga dela.
Tomou as rédeas.
Embora a Roberta seja mais ousada.
Ela é mais submissa.
E a Maca aproveitou isso.
Tocava ela e fazia ela engolir minha pica.
Maca: Uau, Ro. Como você gosta de pica.
É isso que você queria, não é?
Queria que meu macho comesse sua boca?
Agora não me deixa na mão.
Assim, come bem fundo.
Enquanto a Roberta obedecia.
Comendo minha rola.
Nós três fomos para o quarto.
Onde as duas amigas estavam mais à vontade e prontas pra continuar curtindo.
Uma e outra chupavam meu pau.
Maca continuava como a dona do pau.
Que emprestava de bom grado pra sua amiga faminta.
Era minha vez de saciar minha fome.
Enquanto elas descobriam seus gostos pela bisexualidade.
Descobrindo o lado mais doce e sensual de se curtirem entre si.
Enquanto eu as curtia nisso.
Eu fui direto pras pernas da minha nova putinha.
Que, com um gemido abafado pelos beijos da amiga,
me deu as boas-vindas.
A buceta dela virava água na minha boca.
Que eu saboreava como uma laranja doce e suculenta.
Sem descuidar da outra, que recebeu meus dedos.
As duas gemiam e curtiam meus carinhos.
As duas gemiam.
Dando orgasmos de presente.
Fazendo com que nós três curtíssemos cada vez mais.
Roberta: meu deus, como eu gosto que você coma minha buceta.
Mmm, tô ficando louca, mmm.
Ha ha, sim, ha ha, meu deus...
Maca: Viu o que te falei? E você não sabe a fodida que ele tá me dando com os dedos, aiii, que filho da puta.
Depois foi a vez da Maca aproveitar minha língua.
E da Ro, meus dedos.
Tudo era como sincronizado.
Perfeito.
Mas o melhor foi quando fiz a Maca provar o manjar da Roberta.
Que não podia acreditar que a amiga dela fazia tudo que eu mandava.
Roberta curtiu pra caralho com minha pica na boca e a língua da amiga na buceta dela.
A Maca adorei, e ela chupava muito bem a buceta da amiga.
Eu já não aguentava mais, queria foder logo.
Então coloquei a Roberta de quatro e fiz a Maca chupar ela enquanto eu comia a puta da amiga dela.
Pra mim, uma buceta nova.
E essa buceta recebeu de boa.
Roberta: aiii, meu deus, que pica.
Mmm, sim, pai, você me preenche tão bem, mmm.
Ha ha, ah, meu deus.
Adoro sua pica, Maury...
Sim, sim, mmm.
Não parem, nenhum dos dois, vou explodir de prazer.
O orgasmo dela foi muito quente.
Enquanto a Maca chupava a buceta dela com frenesi.
Meu pau entrava e saía, e a língua da puta da Maca chupava minha buceta, pau e até minhas bolas.
Era uma delícia.
Maca também quis que a amiga chupasse a buceta e o pau dela também.
Com prazer, trocaram de posição.
Pra sentir a mesma coisa.
Que gostoso que era tudo.
E como nós três curtimos aquilo.
Era um descontrole, mas tava muito bom e gostoso.
Mas ainda faltava muita surpresa dessas duas putas.
A Maca tava deitada de barriga pra cima pra eu comer ela.
A Roberta sentada na cara dela, enquanto me beijava.
Eu ficava louco como essas duas putas gostavam de tudo.
Mas minha surpresa foi quando a Roberta pegou a mão da amiga e convidou ela pra levantar.
Eu não entendia nada.
Elas cochicharam no ouvido e a Maca concordou com a cabeça.
Fiquei olhando o que elas iam fazer.
E as duas se ajoelharam de quatro.
Aqueles dois rabos virados pra mim.
Roberta: — Isso tá muito errado, né, Maca?
Maca: — Sim, muito errado, somos duas putas.
Maury, o que você acha?
Eu: — Vocês são duas putas terríveis.
Roberta: — Concordo, e isso não pode ficar assim.
Nossos maridos não merecem isso.
Maca: — É a verdade.
Maury, você tem que nos castigar por sermos tão putas.
Eu: — Merecem um bom castigo, é verdade.
Mas como?
Roberta: — Quero ser castigada como merecemos.
Quero que suas mãos grandes castiguem minha bunda.
Maca: — Você é o único que pode nos ensinar a nos comportar.
Não podia acreditar no que essas putas pediam.
Queriam palmadas na bunda.
E aí, tive que fazer.
A Roberta sentiu que eu fiquei atrás delas.
E pediu pra eu bater forte.
E foi o que eu fiz.
A primeira palmada ecoou no quarto.
Plafff.
Roberta: — Aiii, sim, me comportei muito mal. Mereço isso.
Plafff.
Maca: — Aiii, meu deus, filha da puta.
Não tão forte.
Tô aqui por causa do seu tesão.
Plafff.
Roberta: — Aiii, não seja idiota, Maca.
Você é tão puta quanto eu.
Merecemos isso.
Plafff.
Maca: — Aiiii, eu faço tudo que meu macho manda.
Mais puta é você.
Eu: — As duas são umas vadias, merecem isso.
Por fazerem seus maridos de corno.
E assim continuamos com esse jogo perverso e gostoso ao mesmo tempo.
Minhas mãos ficaram marcadas naqueles rabos terríveis.
Agora, garota, você vai cavalgar, falei pra Roberta.
Fazendo ela subir no meu pau.
Eu comia ela gostoso enquanto a amiga dela olhava.
Enquanto a Maca nos beijava.
A Roberta terminava como uma louca quicando na minha porra de pica.
Vem aqui, puta, essa já acabou, é sua vez — segurei ela pela mão e comi do mesmo jeito.
Maca: ha ha ha. Meu Deus.
Tô muito tesuda.
Não aguento mais, ha ha uffff.
Adoro como você me come.
Quero que você coma meu cu.
Por favor, amor. Não precisei implorar.
Coloquei ela de quatro e dei uma chupada no cuzinho pra deixar bem lubrificado.
Meu pau procurou o lugar.
Tá pronta, Maca?
Maca: Sim, amor, é todo seu.
Maca: Ayyy filha da puta... ayyyy.
Como esse pau me preenche. Ufffff.
Sim ayyyy sim sim mmmm.
Uffff uffff como entra...
Eu: Mmmm puta, como entra bem em você.
Essa bunda tava com vontade de comer.
Mmm.
Adoro sua buceta deliciosa.
Meu pau entrava e saía.
Enquanto a Maca curtia, ela gemia.
Enquanto a Ro olhava, incrédula do que via.
Roberta: Maca, você gosta pelo outro lado, puta?
Não acredito.
Maca: Ayyyy sua burra, aayyyy.
Sim, te falei.
Você é cega, não vê como ele.
Tá me comendo uffff.
Se sente mmmm.
Roberta: Sim, mas não acreditava.
Dói muito?
Maca: Ha ha ha mmmm.
Ayyy Deus, Ro.
Com a puta que você é, não sabe?
Roberta: Não, idiota.
Só fiz umas poucas vezes.
E doeu.
Por isso não gosto.
Eu: Sem desculpas.
Daqui não sai sem entregar essa bunda.
No começo ela não queria. Mas não podia dizer não.
Era a convidada das nossas festas.
Então assumi o controle.
Com um trato duro.
Com um "vem pra cá, vadia".
Ajeitei ela e recebeu o mesmo tratamento que a amiga.
Uma boa chupada de bunda.
Aquela bunda redonda e firme era minha obsessão.
Roberta: Meu Deus, meu Deus.
Devagar, por favor.
Sim, dói. Não quero, tá?
Promete que se eu falar "basta", você tira, sim?
Seu pau é muito grande.
Eu: Calma, não tem problema.
Só relaxa e se faz de gostosa.
Essa bunda vai me matar.
Não foi fácil.
A bunda apertada dela recebeu meu pau.
Enquanto a Maca olhava atenta como meu pau tentava entrar.
Até que, como boa amiga, cuspiu na bunda da Roberta.
Pra meu pau entrar.
Ao sentir a pressão,
ela começou a gritar e se mexer.
Mas por mais que tentasse fugir, meu pau entrava aos poucos.
Roberta: Ayyyy ayyy, vai quebrar ayyy.
Não, não para, Mau.
Não ayyy, puta que pariu ayyyy.
Eu e a Maca consolamos ela, mas meu pau entrava mais e mais.
Sentindo cada músculo anal engolir meu pau.
Gritos e gemidos acompanhavam minha fodida suave e profunda.
Meu pau começou a entrar e sair.
A dor virou prazer de repente.
E a bunda dela já não oferecia resistência.
E ela gozava e curtia uma boa sentada anal.
Maca: – Viu, putinha, como você gosta?
Roberta: – Ufff, pensei que ia morrer.
Mas agora é uma sensação inexplicável.
Aiiii, meu Deus, que puta que eu sou.
Curtindo esse filho da puta enchendo meu cu de carne.
Mmmm, meu Deus...
E meu pau já tava prestes a explodir.
Eu: – Bom, é hora da porra.
Quem vai tomar minha porra?
Tirando meu pau do cu da Roberta.
Maca não hesitou, chupou meu pau igual uma louca.
E a Roberta também quis, e as duas ordenharam meu pau até a última gota.
As duas amiguinhas tomaram a porra entre pau e beijos.
Deixando ele bem limpinho, sem nenhum vestígio de sêmen.
Nós três deitados na cama. Curtimos.
Com beijos e amassos.
Pra depois recomeçar tudo de novo.
Aproveitei minhas duas putas como se não houvesse amanhã.
Graças à pescaria e ao futebol, minhas duas fêmeas curtiram um fim de semana cheio de sexo e amor a três.
Continua?
P.S.: Bom, amig@s, espero que gostem e não só deem pontos e adicionem aos favoritos. Deixem seu comentário.
Pra eu poder continuar com os relatos.
Obrigado a tod@s.
Maury-solo-yo.
tenho que agradecer a todo mundo pela boa energia.
todos os comentários, mensagens e pontos.
Do relato anterior.
gosto de interagir com vocês.
e como promessa é dívida, aqui está a segunda parte da minha história com a Maca, a mulher do dono da ferragem.
depois de vários encontros.
e com a insistência da Roberta.
decidimos incluir ela na nossa festa privada. Roberta e Maca eram amigas desde pequenas.
E embora elas compartilhassem tudo.
Nunca imaginaram compartilhar um cara.
A Ro era mais desenrolada e já tinha traído o marido várias vezes.
Mas nunca com um cara como eu, do bairro.
Sem regras nem frescura.
Que tratasse ela como uma puta.
Mas a Maca era a primeira vez que traía o marido.
Só que sempre invejou a Roberta por isso.
Quando eu entrei na vida delas, já tinham assunto pra comentar.
E me vi como o protagonista das conversas quentes delas.
Das duas amigas.
A Roberta morria de vontade de experimentar e ser tratada como a amiga. Mas a Maca não queria competição.
Eu nem vou contar, queria foder as duas sem dó.
Todos os nossos encontros ficavam cada vez mais quentes.
E a Roberta estava presente de algum jeito.
Mandava mensagens ou aparecia em alguma conversa com a Maca.
Quando eu perguntava por que ela não queria que a amiga participasse, a Maca desconversava.
Até que um dia ela me falou.
Maca: "Não quero que a Ro fique com você.
Foi muito difícil pra mim decidir ficar com outro homem.
Trair meu marido era algo que eu achava muito errado.
E quando a Ro me contava que traía o marido dela,
achava horrível da parte dela.
Mas ao ouvir que ela fazia isso
pra aproveitar as coisas que com o marido já não curtia, entendi.
Porque eu passava pelo mesmo.
E quando vi que ela tava dando em cima de você,
não aguentei e falei: esse é meu.
E não me arrependo.
E agora não quero que ela fique no meio da gente. E se você gostar mais dela do que de mim?"
Eu: "Isso não vai acontecer.
Gosto de ficar com você. Você tem seu marido e ela tem o dela.
Sabe que entre a gente é só sexo.
Maca: Perde, mas não sei.
Ela e eu temos os mesmos horários livres.
E quando você estiver com ela?
Eu vou fazer o quê, ficar sabendo pelo telefone?
Não sou ela.
Não quero que ela ocupe meu tempo.
Sem pensar, ela me deu o gancho perfeito.
Pra eu propor. Ficarmos os três juntos.
Ela não respondeu.
Mas só precisei fazer ela pensar um pouco.
Botar essa putaria na cabeça dela.
Com só uns dias falando sobre o assunto.
Ela não achou tão absurdo.
E ainda mais depois de falar com a Roberta.
As duas iam receber a mesma coisa, ao mesmo tempo.
Só faltava achar o dia e a hora certa.
Pra que as duas ficassem livres e os maridos não atrapalhassem.
E o dia chegou.
Graças à pescaria e ao futebol.
Agora não íamos ter só umas horinhas pra gente.
Mas um fim de semana inteiro.
O marido da Maca ia pra Corrientes pescar dourado.
E o marido da Ro, pra Mendoza torcer pro time preferido dele, o Gimnasia de La Plata.
Sexta à noite, as duas amigas chegaram em casa.
Elas trouxeram pizza e eu esperava com cerveja.
E música.
Desde o começo, foi como ter duas namoradas.
As duas me beijavam e me abraçavam.
A Maca demorou pra se acostumar com a dinâmica.
Mas depois de um tempo dançando na nossa própria festa privada.
Eu tinha aquelas duas gostosas no ponto.
A Maca, com aqueles peitos e aquela bunda enorme.
E a Roberta, mais miudinha de corpo.
Mas com uma bunda boa e uns peitos lindos.
Bebendo e se divertindo pra caralho.
O clima ficou muito bom.
Eu beijava as duas e passava a mão.
Aproveitando aqueles corpos lindos.
A Roberta não perdia tempo, metia a mão.
E provocava a amiga pra ela
se soltar mais.
Dava pra ver que a Roberta tava doida pra começar.
Mas a Maca só queria ver o que ia rolar.
Dei a liberdade pra ela se sentir à vontade.
Enquanto ela curtia meus beijos e minhas carícias.
E a amiga entendeu o recado.
E começou a me despir.
Primeiro, me deixando com o torso nu.
Beijando. Meu corpo ela acariciava a amiga dela, convidando ela pra saborear aquele manjar.
As duas se juntaram num frenesi de beijos e carícias que eu curti com os olhos e com todos os meus sentidos.
Lá estavam aquelas duas gostosas.
Beijando e passando as línguas pelo meu corpo.
As duas amiguinhas dividindo um macho.
Enquanto a Maca acariciava minha poronga.
Enquanto a Ro tirava meu cinto e desabotoava minha calça.
Juntas, elas me deixaram completamente pelado.
Mas a Maca pegou na mão da amiga pra ela ter o primeiro olhar e toque no meu pau.
A Ro agradeceu o gesto da amiga.
Eu curtia as carícias suaves e os beijos das duas.
Maca: — Então Ro, o que você acha?
É o que você queria, né?
Ro: — Amiguinha, isso é sensacional.
Não é à toa que você queria ele só pra você, haha.
Essa poronga não é brincadeira.
Maca: — É meu, mas se você gostou,
vai ter que dividir comigo.
Se não, nada feito, ok?
Ro: — Sim, eu sei.
A gente divide, igual quando éramos crianças.
Hahahaha
Eu fiquei de fora do assunto, só curtindo elas tocando e brincando com meu pau.
Até que chegou a melhor parte.
As duas amigas se ajoelharam.
A primeira a me chupar foi a convidada da festa.
A Roberta enfiou meu pau na boca dela.
Com uma puta habilidade.
Pra dar vez pra amiga chupar também.
Sincronizadas: quatro chupadas de uma, e a vez passava pra outra.
Era uma sensação incrível.
Uma delícia total.
Curtindo dois estilos de boquete.
Um verdadeiro prazer pro meu pau.
E isso não era nada.
O melhor ainda tava por vir.
As duas começaram a chupar juntas.Me fazendo delirar de tesão e prazer.
As duas amiguinhas estavam na delas.
Me dando prazer com suas bocas e se lambendo com caras de putas.
Meu tesão não aguentava mais e ajudei as duas a compartilhar um pouco mais.
Nenhuma se animava.
Mas eu sabia ou achava que elas queriam mais do que compartilhar uma pica enquanto eu brincava com seus corpos e as despia.
Puxando elas pelo cabelo.
Coloquei elas frente a frente e fiz elas se beijarem.
Maca não esperava por isso.
Mas a Roberta sim.
E curtiu minha iniciativa.
Claro que começou tudo com beijos tímidos e suaves.
Mas com minha insistência, os beijos se transformaram em beijos mais quentes e profundos.
Da Ro eu já esperava, sei que ela é mais ousada.
E tem um pouco de tesão.
Mais vadia, digamos.
Mas a Maca me surpreendeu positivamente.
Porque ela se envolveu muito bem.
Currindo não só meus beijos, mas também os da amiga dela.
E o melhor foi meter minha pica entre os beijos das duas amigas.
Nesse tesão, a Maca, sabendo dos gostos da amiga dela.
Tomou as rédeas.
Embora a Roberta seja mais ousada.
Ela é mais submissa.
E a Maca aproveitou isso.
Tocava ela e fazia ela engolir minha pica.
Maca: Uau, Ro. Como você gosta de pica.
É isso que você queria, não é?
Queria que meu macho comesse sua boca?
Agora não me deixa na mão.
Assim, come bem fundo.
Enquanto a Roberta obedecia.
Comendo minha rola.
Nós três fomos para o quarto.
Onde as duas amigas estavam mais à vontade e prontas pra continuar curtindo.
Uma e outra chupavam meu pau. Maca continuava como a dona do pau.
Que emprestava de bom grado pra sua amiga faminta.
Era minha vez de saciar minha fome.
Enquanto elas descobriam seus gostos pela bisexualidade.
Descobrindo o lado mais doce e sensual de se curtirem entre si.
Enquanto eu as curtia nisso.
Eu fui direto pras pernas da minha nova putinha.
Que, com um gemido abafado pelos beijos da amiga,
me deu as boas-vindas.
A buceta dela virava água na minha boca.
Que eu saboreava como uma laranja doce e suculenta.
Sem descuidar da outra, que recebeu meus dedos.
As duas gemiam e curtiam meus carinhos.
As duas gemiam. Dando orgasmos de presente.
Fazendo com que nós três curtíssemos cada vez mais.
Roberta: meu deus, como eu gosto que você coma minha buceta.
Mmm, tô ficando louca, mmm.
Ha ha, sim, ha ha, meu deus...
Maca: Viu o que te falei? E você não sabe a fodida que ele tá me dando com os dedos, aiii, que filho da puta.
Depois foi a vez da Maca aproveitar minha língua.
E da Ro, meus dedos.
Tudo era como sincronizado.
Perfeito.
Mas o melhor foi quando fiz a Maca provar o manjar da Roberta.
Que não podia acreditar que a amiga dela fazia tudo que eu mandava.
Roberta curtiu pra caralho com minha pica na boca e a língua da amiga na buceta dela.
A Maca adorei, e ela chupava muito bem a buceta da amiga.
Eu já não aguentava mais, queria foder logo.
Então coloquei a Roberta de quatro e fiz a Maca chupar ela enquanto eu comia a puta da amiga dela.
Pra mim, uma buceta nova.
E essa buceta recebeu de boa.
Roberta: aiii, meu deus, que pica.
Mmm, sim, pai, você me preenche tão bem, mmm.
Ha ha, ah, meu deus.
Adoro sua pica, Maury...
Sim, sim, mmm.
Não parem, nenhum dos dois, vou explodir de prazer.
O orgasmo dela foi muito quente.
Enquanto a Maca chupava a buceta dela com frenesi.
Meu pau entrava e saía, e a língua da puta da Maca chupava minha buceta, pau e até minhas bolas. Era uma delícia.
Maca também quis que a amiga chupasse a buceta e o pau dela também.
Com prazer, trocaram de posição.
Pra sentir a mesma coisa.
Que gostoso que era tudo.
E como nós três curtimos aquilo.
Era um descontrole, mas tava muito bom e gostoso. Mas ainda faltava muita surpresa dessas duas putas.
A Maca tava deitada de barriga pra cima pra eu comer ela.
A Roberta sentada na cara dela, enquanto me beijava.
Eu ficava louco como essas duas putas gostavam de tudo.
Mas minha surpresa foi quando a Roberta pegou a mão da amiga e convidou ela pra levantar.
Eu não entendia nada.
Elas cochicharam no ouvido e a Maca concordou com a cabeça.
Fiquei olhando o que elas iam fazer.
E as duas se ajoelharam de quatro.
Aqueles dois rabos virados pra mim.
Roberta: — Isso tá muito errado, né, Maca?
Maca: — Sim, muito errado, somos duas putas.
Maury, o que você acha?
Eu: — Vocês são duas putas terríveis.
Roberta: — Concordo, e isso não pode ficar assim.
Nossos maridos não merecem isso.
Maca: — É a verdade.
Maury, você tem que nos castigar por sermos tão putas.
Eu: — Merecem um bom castigo, é verdade.
Mas como?
Roberta: — Quero ser castigada como merecemos.
Quero que suas mãos grandes castiguem minha bunda.
Maca: — Você é o único que pode nos ensinar a nos comportar.
Não podia acreditar no que essas putas pediam.
Queriam palmadas na bunda.
E aí, tive que fazer.
A Roberta sentiu que eu fiquei atrás delas.
E pediu pra eu bater forte.
E foi o que eu fiz.
A primeira palmada ecoou no quarto.
Plafff.
Roberta: — Aiii, sim, me comportei muito mal. Mereço isso.
Plafff.
Maca: — Aiii, meu deus, filha da puta.
Não tão forte.
Tô aqui por causa do seu tesão.
Plafff.
Roberta: — Aiii, não seja idiota, Maca.
Você é tão puta quanto eu.
Merecemos isso.
Plafff.
Maca: — Aiiii, eu faço tudo que meu macho manda.
Mais puta é você.
Eu: — As duas são umas vadias, merecem isso.
Por fazerem seus maridos de corno.
E assim continuamos com esse jogo perverso e gostoso ao mesmo tempo.
Minhas mãos ficaram marcadas naqueles rabos terríveis.
Agora, garota, você vai cavalgar, falei pra Roberta.
Fazendo ela subir no meu pau.
Eu comia ela gostoso enquanto a amiga dela olhava. Enquanto a Maca nos beijava.
A Roberta terminava como uma louca quicando na minha porra de pica.
Vem aqui, puta, essa já acabou, é sua vez — segurei ela pela mão e comi do mesmo jeito.
Maca: ha ha ha. Meu Deus.
Tô muito tesuda.
Não aguento mais, ha ha uffff.
Adoro como você me come.
Quero que você coma meu cu.
Por favor, amor. Não precisei implorar.
Coloquei ela de quatro e dei uma chupada no cuzinho pra deixar bem lubrificado.
Meu pau procurou o lugar.
Tá pronta, Maca?
Maca: Sim, amor, é todo seu.
Maca: Ayyy filha da puta... ayyyy. Como esse pau me preenche. Ufffff.
Sim ayyyy sim sim mmmm.
Uffff uffff como entra...
Eu: Mmmm puta, como entra bem em você.
Essa bunda tava com vontade de comer.
Mmm.
Adoro sua buceta deliciosa.
Meu pau entrava e saía.
Enquanto a Maca curtia, ela gemia.
Enquanto a Ro olhava, incrédula do que via.
Roberta: Maca, você gosta pelo outro lado, puta?
Não acredito.
Maca: Ayyyy sua burra, aayyyy.
Sim, te falei.
Você é cega, não vê como ele.
Tá me comendo uffff.
Se sente mmmm.
Roberta: Sim, mas não acreditava.
Dói muito?
Maca: Ha ha ha mmmm.
Ayyy Deus, Ro.
Com a puta que você é, não sabe?
Roberta: Não, idiota.
Só fiz umas poucas vezes.
E doeu.
Por isso não gosto.
Eu: Sem desculpas.
Daqui não sai sem entregar essa bunda.
No começo ela não queria. Mas não podia dizer não.
Era a convidada das nossas festas.
Então assumi o controle.
Com um trato duro.
Com um "vem pra cá, vadia".
Ajeitei ela e recebeu o mesmo tratamento que a amiga.
Uma boa chupada de bunda.
Aquela bunda redonda e firme era minha obsessão.
Roberta: Meu Deus, meu Deus.
Devagar, por favor.
Sim, dói. Não quero, tá?
Promete que se eu falar "basta", você tira, sim?
Seu pau é muito grande.
Eu: Calma, não tem problema.
Só relaxa e se faz de gostosa.
Essa bunda vai me matar.
Não foi fácil.
A bunda apertada dela recebeu meu pau.
Enquanto a Maca olhava atenta como meu pau tentava entrar.
Até que, como boa amiga, cuspiu na bunda da Roberta.
Pra meu pau entrar.
Ao sentir a pressão,
ela começou a gritar e se mexer.
Mas por mais que tentasse fugir, meu pau entrava aos poucos.
Roberta: Ayyyy ayyy, vai quebrar ayyy.
Não, não para, Mau.
Não ayyy, puta que pariu ayyyy.
Eu e a Maca consolamos ela, mas meu pau entrava mais e mais.
Sentindo cada músculo anal engolir meu pau.
Gritos e gemidos acompanhavam minha fodida suave e profunda.
Meu pau começou a entrar e sair.A dor virou prazer de repente.
E a bunda dela já não oferecia resistência.
E ela gozava e curtia uma boa sentada anal.
Maca: – Viu, putinha, como você gosta?
Roberta: – Ufff, pensei que ia morrer.
Mas agora é uma sensação inexplicável.
Aiiii, meu Deus, que puta que eu sou.
Curtindo esse filho da puta enchendo meu cu de carne.
Mmmm, meu Deus...
E meu pau já tava prestes a explodir.
Eu: – Bom, é hora da porra.
Quem vai tomar minha porra?
Tirando meu pau do cu da Roberta.
Maca não hesitou, chupou meu pau igual uma louca.
E a Roberta também quis, e as duas ordenharam meu pau até a última gota.
As duas amiguinhas tomaram a porra entre pau e beijos.
Deixando ele bem limpinho, sem nenhum vestígio de sêmen.
Nós três deitados na cama. Curtimos.
Com beijos e amassos.
Pra depois recomeçar tudo de novo.
Aproveitei minhas duas putas como se não houvesse amanhã.
Graças à pescaria e ao futebol, minhas duas fêmeas curtiram um fim de semana cheio de sexo e amor a três.
Continua?
P.S.: Bom, amig@s, espero que gostem e não só deem pontos e adicionem aos favoritos. Deixem seu comentário.
Pra eu poder continuar com os relatos.
Obrigado a tod@s.
Maury-solo-yo.
20 comentários - Maca e Roberta animaram o trio com fotos
UD es mi ídolo. Y por favor continúe, que ese fin de semana debe ser de antología.
Que grande Mauri, pero que genias las chicas!