Faz muitos anos, o relacionamento com minha família era bem diferente do que é hoje. Agora, com 40 anos, percebo que tive muita sorte de poder viver tudo o que vou CONFESSAR através desses relatos. Uma tarde, aos 14 anos, eu estava jogando videogame em casa. Naquele dia, não fui pra escola por um motivo que não lembro direito, mas não fui. Minha irmã interrompeu minha concentração de forma bem brusca quando chegou em casa, onde a gente morava com nossos pais... Na hora, fiquei puto, mas não importou porque minha mãe me obrigou a brincar com ela. Só que ela não queria jogar videogame, então perguntei do que ela queria brincar, e ela respondeu que era de médico ou de casinha, que eu seria o pai e ela a mãe... Eu aceitei sem pensar muito. Então, fui convencendo ela aos poucos de que era muito melhor brincar de um jeito mais realista do que o normal... e minha irmã topou. Já convencida, a gente continuou na brincadeira até que, segundo o jogo, chegou a hora de dormir. Quando ela se deitou no sofá, eu reclamei que as mulheres não dormiam daquele jeito quando estavam dormindo. Ela, surpresa, perguntou como é que faziam então...???? Eu respondi que faziam sem roupa, e também que os pais podiam ajudar a tirar as peças de cima... Ela, assustada, disse que não!!! Aí eu me recusei a continuar brincando... Ela então aceitou fazer o que eu pedisse, com a condição de que nunca contasse pra nossa mãe... Eu aceitei, e ela então me disse: "Então, você me ajuda a tirar a roupa ou eu tiro sozinha?" Eu imediatamente me coloquei à disposição e comecei a tirar os sapatos escolares dela. Depois, enrolei as meias brancas dela até chegar nos pés, e aos poucos eu ouvia a respiração dela ficando mais rápida e ofegante. Assim como a minha... Então, desabotoei a camisa branca dela pra deixar os peitinhos dela à mostra, cobertos pelo sutiã de treino. Pedi pra ela deixar eu tirar o sutiã, e ela disse: "Tá bom. mas só isso... eu fingi raiva e falei que não ia mais brincar com ela, já que não era assim que se brincava daquele tipo de jogo... ela, desesperada, me pediu de novo pra não contar nada pra mãe, porque a gente ia ser castigado e ela não queria ser castigada ou coisa pior... eu respondi que nunca faria isso, porque se fizesse, eu também seria castigado... então nunca faria na vida... minha irmã levou como juramento e aceitou tirar tudo pra continuar o jogo... tirei o sutiã dela e, ao ver aquele par de mamilos no peito dela e ela com os olhos fixos em mim, meu pau ficou duro na hora. depois pedi pra ela deixar eu tirar a calcinha dela, e ela só se deitou e deixou eu arrancar do corpo dela a calcinha rosa que ela usava naquele dia. ao baixar a calcinha, a primeira coisa que vi foi a linda rachinha dela, ainda sem pelos, só uma rachinha pequena, que eu toquei suavemente e pedi permissão pra ver de perto e dar um beijo... ela aceitou... e eu me aproximei devagar e coloquei meus lábios na rachinha dela e, sem conseguir evitar, comecei a dar linguadas suaves e lentas, nada bruto nem selvagem... e ela estremeceu e se contorceu de repente. eu me afastei e perguntei se tinha machucado ela ou algo assim... e ela respondeu que não...!!! e eu continuei a lamber a rachinha ainda virgem dela... mas dessa vez senti como ela abriu mais as pernas e as duas mãos dela empurravam meu rosto pra dentro da bucetinha dela. eu, excitado, comecei a chupar a bocetinha dela... ela gemia o mínimo possível, porque não queríamos que minha mãe percebesse o que estava rolando naquele momento... de repente, minha irmã me pediu pra mostrar meu pau, porque nunca tinha visto um, além de que eu parecia não ter tirado a roupa como papai e mamãe fazem na vida real... então tirei minha calça e minha cueca... deixando meu pau ereto e super molhado à mostra... ela, ao ver, pediu pra eu me aproximar e, quando fiz isso, com uma das Mãos, peguei firme e me aproximei dela com a outra mão, comecei a esfregar a cabeça da minha piroca, o que foi uma delícia... uns momentos depois, ela pediu pra ser penetrada por trás, e eu aceitei. Mesmo sem nenhuma experiência prévia, a gente tentou: ela de quatro e eu por trás... demorei um pouco, verdade, porque não conseguia acertar a bunda, então ela me ajudou e finalmente consegui entrar nela... enquanto eu entrava e saía do cu dela, ela me CONFESSOU que todo dia fazia sessões anais, seja com os dedos ou com uma caneta hidrográfica ou qualquer coisa que tivesse formato de pinto... mas quando tudo era luxúria e perversão, ouvi a mamãe gritar meu nome e se aproximar do quarto onde estávamos eu e minha irmã. Respondi rápido, me vesti como pude... e minha mãe apareceu quase quando eu terminava de me vestir de novo... ao me ver, perguntou pela minha irmã, e eu respondi que não tinha visto ela, que talvez estivesse lá fora brincando... minha mãe então fechou a porta e foi procurá-la... minha irmã já estava terminando de se vestir quando de repente eu a segurei e pedi pra ela me deixar dar um beijo em todas as partes íntimas dela... ela aceitou e eu comecei pelos dois peitinhos, depois pelo par de bundinhas e por último pela rachinha e o cu... que naquele momento foram a melhor coisa que eu já tinha tido entre minhas mãos e minha língua. AMIGOS, OUTRA HORA VOU CONTAR PRA VOCÊS SOBRE MINHAS PRIMAS E PRIMOS, OU TALVEZ FALAR SOBRE MEUS TIOS... ESSAS HISTÓRIAS EU VOU CONTAR DO JEITO QUE ACONTECERAM NA VIDA REAL. ATÉ A PRÓXIMA, OBRIGADO POR DEIXAREM SEUS PONTINHOS, TCHAU TCHAU...
6 comentários - Confissões de incesto
...es tan solo un relato....NO UN PINCHE NOVEL....danos chanze don perfecto....!!!!!