O que vou escrever agora surgiu com uma senhora que a empresa contratou pra fazer a limpeza do local; ela, como eu já disse, é uma senhora madura de 40 anos, mas pra idade que tem, não aparenta, porque é muito bem conservada e, do meu ponto de vista, é bem gostosa. Ela não tem os peitos nem a bunda caídos, tem uma barriguinha, pernas grossas, um rabo de tamanho médio e umas nádegas redondas e empinadas; é uma mulher de mente aberta, e isso eu já comprovei.
No trabalho, percebi que vários colegas estavam atrás dela, porque, sinceramente, vale a pena passar um tempo com ela. Pra falar a verdade, eu nunca dei em cima dela, porque achava que minhas chances eram muito pequenas, quase nulas; não demorou muito pra eu pegar confiança com ela, a ponto de ela me contar os problemas de casamento e até fofoca da rua dela, ha ha ha.
Em várias ocasiões, ficávamos só eu e ela no local, e tudo foi tomando seu rumo. Eu percebi que, em várias vezes, ela fazia poses bem ousadas e sexy, como se quisesse que eu olhasse pra ela, mostrava a calcinha, claro, tudo fazendo parecer acidental. Eu não conseguia evitar de olhar aqueles espetáculos, ainda mais quando ela usava lingerie de renda, isso me deixa louco.
Um dia, ela me disse que em casa tinha um notebook que usava pra navegar na internet e principalmente no Facebook, e que, do nada, começou a dar problema. Ela me pediu como favor pra dar uma olhada e ver se encontrava o defeito e conseguia consertar. Como ela via que eu passava a maior parte do tempo no escritório no computador, disse que qualquer coisa que eu conseguisse fazer já era lucro. Eu, como bom samaritano, não recusei e combinei de levar no dia seguinte, e assim foi.
Eu levei o equipamento pra minha casa, porque lá podia trabalhar mais à vontade, já que não queria chamar atenção por atividades que não são do trabalho. Meu trampo, tava revisando o equipamento e percebi que não tinha antivírus, então decidi baixar um da internet. Quando abri o navegador, vi que a página inicial era do Facebook e tava logado no perfil da minha colega. Não dei bola, porque queria terminar logo esse serviço pra focar nos meus assuntos.
Pra falar a verdade, foi rápido fazer o trampo com o notebook. Como precisei reiniciar, confesso que a curiosidade bateu forte e fiquei de xereta no Facebook dela. Percebi que ela seguia um monte de páginas de relatos e confissões sexuais e eróticas, mas a maior surpresa foi quando vi o histórico: a mulher visitava vários sites pornô, e adorava vídeos da categoria MILF. Fiquei imaginando como ela ficava excitada vendo aqueles vídeos, e principalmente com quem assistia e se transava ou não. Enfim, um monte de perguntas, a ponto de eu ficar com tesão e ter que bater uma pensando nela. Ela era um verdadeiro pacote de safadeza, a mulher.
No dia seguinte, entreguei o equipamento pra ela revisar. Ela perguntou quanto seria, mas era óbvio que não ia cobrar nada, porque com o que eu vi e descobri, já me senti bem pago. Comentei o que tinha feito, pedi pra ela testar e me dar um feedback das mudanças. De brincadeira, joguei um isca e, como recomendação, falei pra ela não visitar mais aqueles sites, porque eles traziam muitos vírus. Ela ficou pasma e corada com o comentário, e só soltou um sorriso nervoso.
Ela não ficou com a pulga atrás da orelha e, mais tarde, acho que depois de analisar bem a situação, veio falar comigo. Perguntou por que eu tinha feito aquele comentário e mandou eu contar o que tinha visto no computador. Dei uma explicação enrolada, só pra engatar a conversa, e a resposta dela foi que já conhecia aqueles sites de cabo a rabo e que já tinha se entediado com eles. Até rindo, ela perguntou se eu não conhecia outros sites que pudesse recomendar. Eu sabia o que ela tava tramando, e não sei... Não precisa ser gênio pra saber o que ela queria. Sabia que era minha chance de ouro e não podia desperdiçar. Respondi que sim, mas falei que só mostraria se a gente assistisse uns vídeos juntos. Ela ficou tão empolgada que topou na hora. Só disse que, no dia em que ela quisesse, a gente podia fazer.
Naquela mesma semana, numa sexta à tarde, antes de ir embora, ela entrou no meu escritório, me entregou um papel e saiu. Abri o papel e tinha um bilhete dizendo que, se no dia seguinte eu pudesse chegar mais cedo do que o normal, era pra fazer isso. Eu já sabia o que ia rolar, então fui preparado. No dia seguinte, cheguei cedo, sabia que ela já tava lá. O estranho foi que, quando entrei no escritório, não vi ela em lugar nenhum. Por instinto, fui pra minha sala e, quando abri a porta, ela tava lá sentada, de costas pra mim. Só disse: "Agora quero que você me mostre uns vídeos daqueles sites que você disse que ia recomendar." Como não dava pra ver esses sites nos computadores do escritório, peguei meu celular e começamos a navegar. Entrei num desses sites e ela ficou tão animada que até os olhos brilharam. Perguntei se queria que colocasse a categoria favorita dela, e ela respondeu: "Filho da puta, se já sabe do que eu gosto, pra que perguntar?" Entre vários vídeos que apareceram, ela ia me dizendo qual queria ver. Por causa do lugar onde estávamos, não dava pra aumentar muito o volume, mas o que aconteceu depois me deixou surpreso. Do nada, ela se levantou e sentou no meu colo, usando como desculpa que a tela era pequena e que não tava enxergando direito os vídeos, e que não queria perder nenhum detalhe porque adorava aquilo. Nessa altura, eu já tava com o pau durasso, e quando ela sentou, sentiu na hora. Disse: "Filho da puta, vejo que já quer sair." E continuamos vendo mais vídeos.
Lembro que, no terceiro vídeo que estávamos vendo, ela só virou a cabeça e a gente se pegou num beijo longo e gostoso. Beijei ela na hora, larguei o celular e minhas mãos foram direto pros peitos dela, acariciando. Me servi com a colher grande, porque ela tava na minha mão. Meti a mão por baixo da roupa dela pra ter contato pele com pele nos peitos, ela se arrepiou de prazer, porque depois descobri que o ponto fraco dela é ter os peitos tocados. Ela se levantou e começou a esfregar a pica por cima da calça, não resistiu e puxou pra fora, pra acariciar melhor. Se inclinou e começou a me dar um boquete gostoso. A gente tava muito a fim e sabia que não tinha muito tempo, então falei que queria comer ela. Ela topou, com a condição de ser rápido. Tirei uma camisinha da mochila e coloquei, enquanto ela abaixava a calça até o joelho. Quando vi a calcinha fio dental roxa que ela tava usando, minha ereção aumentou, porque adoro ver mulher com isso. Pedi pra ela não tirar, só puxar pro lado (isso me excita). Ela me sentou no sofá e, de costas pra mim, foi se enfiando sozinha. Pra falar a verdade, a buceta dela já tava bem lubrificada, completamente molhada, então entrou como faca na manteiga. Quando senti ela toda lá dentro, ela só suspirou e começou a cavalgar em mim. A vista era maravilhosa, eu via a bunda toda dela, que eu esfregava e dava tapas várias vezes. A gente não se segurou, e entre gemidos e suspiros, o tempo passou. Não aguentei muito tempo bombando, porque a posição e o lugar não permitiam, mas fiz só pra não ficar na vontade.
Naquela trepada, a gente se perguntava se tava gostando, e concordamos que sim, que a gente tava aproveitando ao máximo. Não me segurei e falei que já tava de olho nela há um tempo, e que depois que descobri o que ela olhava, bati várias punhetas pensando nela. Ela também confessou que as poses sexys que fazia e os descuidos pra me mostrar a calcinha eram de propósito, porque queria se sentir desejada. Também me disse que vários colegas mandavam mensagens e mandavam indiretas pra transar com eles, mas que ninguém tinha coragem de dar a bunda pra eles, como se diz vulgarmente, porque não davam muita confiança, e que desde quando sonhava com aquele momento maravilhoso, mas não encontrava um jeito de isso acontecer. Nosso vocabulário ficou mais quente e eu falava um monte de putaria, entre isso surgiram posições que eu gostaria de praticar com ela e a lingerie que eu usaria, acho que isso a esquentou mais, porque ela se mexia mais. Acabei soltando que também sou fã de pornô e que depois mostraria mais vídeos pra ela, mas que dessa vez seriam os do meu gosto. Ela disse "não aguento mais" e soltou uma respiração funda, sinal de que tinha gozado. Senti os fluidos dela escorrendo pelas minhas pernas, mas ela não queria ficar com nada dentro, então continuou se mexendo até sair a última gota do líquido dela.
Eu, apesar de estar bem excitado, ainda não conseguia gozar, mas ela desceu e se ofereceu pra me ajudar a tirar meu veneno. Tirou a camisinha e grudou de novo como um cabritinho. A verdade é que ela fazia tão gostoso que eu peguei ela pelo cabelo e comecei a marcar o ritmo. Ela levou até o fundo, quase senti que tocou o sino da boca, porque fez um som como se fosse vomitar. Tirou tudo babado, lembro que até escorria saliva, e ela disse: "quero que você jogue na minha boca, quero tudo dentro". Ela colocou de novo e não demorei muito pra satisfazê-la, porque o calor da boca dela me ajudava a ficar bem ligado. Assim que senti que ia gozar, segurei firme a cabeça dela e deixei tudo sair. Senti um jorro grande e, como cereja do bolo, ela fez movimentos circulares com a língua na minha cabecinha.
Quando terminou, tirei da boca dela e ela, ainda com minha porra na boca, ficava brincando com ela. Eu ainda sentia uma pequena sensação de prazer e comecei a bater uma. Pouco depois, saiu mais um jorro de sêmen e joguei no chão. Ela disse: "não joga fora, melhor me dá, que essa putinha quer o cum dela". Nós dois rimos e eu disse que no dia que Queria poder dar essa porra pra ela, mas só se ela deixasse eu gozar dentro da bucetona gorda e peluda dela.
Quando terminamos, nós dois levantamos as calças enquanto falávamos como foi maravilhoso o que a gente tinha feito. Ela saiu do escritório rebolando aquele rabo gostoso pra caralho. No resto do expediente, eu mandava prints de vídeos com as posições sexuais que queria fazer com ela, e ela respondia que adorava me satisfazer. Quando a gente se encontrava discretamente, sem ninguém ver, eu pegava na buceta dela e ela passava a mão no meu pau.
Foi assim que essa aventura começou e eu virei o amante dessa coroa. Tanto ela quanto eu adorávamos transar, então a gente fazia isso em várias ocasiões, posições e lugares. Mas isso eu conto em outras histórias. Espero que vocês tenham gostado.
No trabalho, percebi que vários colegas estavam atrás dela, porque, sinceramente, vale a pena passar um tempo com ela. Pra falar a verdade, eu nunca dei em cima dela, porque achava que minhas chances eram muito pequenas, quase nulas; não demorou muito pra eu pegar confiança com ela, a ponto de ela me contar os problemas de casamento e até fofoca da rua dela, ha ha ha.
Em várias ocasiões, ficávamos só eu e ela no local, e tudo foi tomando seu rumo. Eu percebi que, em várias vezes, ela fazia poses bem ousadas e sexy, como se quisesse que eu olhasse pra ela, mostrava a calcinha, claro, tudo fazendo parecer acidental. Eu não conseguia evitar de olhar aqueles espetáculos, ainda mais quando ela usava lingerie de renda, isso me deixa louco.
Um dia, ela me disse que em casa tinha um notebook que usava pra navegar na internet e principalmente no Facebook, e que, do nada, começou a dar problema. Ela me pediu como favor pra dar uma olhada e ver se encontrava o defeito e conseguia consertar. Como ela via que eu passava a maior parte do tempo no escritório no computador, disse que qualquer coisa que eu conseguisse fazer já era lucro. Eu, como bom samaritano, não recusei e combinei de levar no dia seguinte, e assim foi.
Eu levei o equipamento pra minha casa, porque lá podia trabalhar mais à vontade, já que não queria chamar atenção por atividades que não são do trabalho. Meu trampo, tava revisando o equipamento e percebi que não tinha antivírus, então decidi baixar um da internet. Quando abri o navegador, vi que a página inicial era do Facebook e tava logado no perfil da minha colega. Não dei bola, porque queria terminar logo esse serviço pra focar nos meus assuntos.
Pra falar a verdade, foi rápido fazer o trampo com o notebook. Como precisei reiniciar, confesso que a curiosidade bateu forte e fiquei de xereta no Facebook dela. Percebi que ela seguia um monte de páginas de relatos e confissões sexuais e eróticas, mas a maior surpresa foi quando vi o histórico: a mulher visitava vários sites pornô, e adorava vídeos da categoria MILF. Fiquei imaginando como ela ficava excitada vendo aqueles vídeos, e principalmente com quem assistia e se transava ou não. Enfim, um monte de perguntas, a ponto de eu ficar com tesão e ter que bater uma pensando nela. Ela era um verdadeiro pacote de safadeza, a mulher.
No dia seguinte, entreguei o equipamento pra ela revisar. Ela perguntou quanto seria, mas era óbvio que não ia cobrar nada, porque com o que eu vi e descobri, já me senti bem pago. Comentei o que tinha feito, pedi pra ela testar e me dar um feedback das mudanças. De brincadeira, joguei um isca e, como recomendação, falei pra ela não visitar mais aqueles sites, porque eles traziam muitos vírus. Ela ficou pasma e corada com o comentário, e só soltou um sorriso nervoso.
Ela não ficou com a pulga atrás da orelha e, mais tarde, acho que depois de analisar bem a situação, veio falar comigo. Perguntou por que eu tinha feito aquele comentário e mandou eu contar o que tinha visto no computador. Dei uma explicação enrolada, só pra engatar a conversa, e a resposta dela foi que já conhecia aqueles sites de cabo a rabo e que já tinha se entediado com eles. Até rindo, ela perguntou se eu não conhecia outros sites que pudesse recomendar. Eu sabia o que ela tava tramando, e não sei... Não precisa ser gênio pra saber o que ela queria. Sabia que era minha chance de ouro e não podia desperdiçar. Respondi que sim, mas falei que só mostraria se a gente assistisse uns vídeos juntos. Ela ficou tão empolgada que topou na hora. Só disse que, no dia em que ela quisesse, a gente podia fazer.
Naquela mesma semana, numa sexta à tarde, antes de ir embora, ela entrou no meu escritório, me entregou um papel e saiu. Abri o papel e tinha um bilhete dizendo que, se no dia seguinte eu pudesse chegar mais cedo do que o normal, era pra fazer isso. Eu já sabia o que ia rolar, então fui preparado. No dia seguinte, cheguei cedo, sabia que ela já tava lá. O estranho foi que, quando entrei no escritório, não vi ela em lugar nenhum. Por instinto, fui pra minha sala e, quando abri a porta, ela tava lá sentada, de costas pra mim. Só disse: "Agora quero que você me mostre uns vídeos daqueles sites que você disse que ia recomendar." Como não dava pra ver esses sites nos computadores do escritório, peguei meu celular e começamos a navegar. Entrei num desses sites e ela ficou tão animada que até os olhos brilharam. Perguntei se queria que colocasse a categoria favorita dela, e ela respondeu: "Filho da puta, se já sabe do que eu gosto, pra que perguntar?" Entre vários vídeos que apareceram, ela ia me dizendo qual queria ver. Por causa do lugar onde estávamos, não dava pra aumentar muito o volume, mas o que aconteceu depois me deixou surpreso. Do nada, ela se levantou e sentou no meu colo, usando como desculpa que a tela era pequena e que não tava enxergando direito os vídeos, e que não queria perder nenhum detalhe porque adorava aquilo. Nessa altura, eu já tava com o pau durasso, e quando ela sentou, sentiu na hora. Disse: "Filho da puta, vejo que já quer sair." E continuamos vendo mais vídeos.
Lembro que, no terceiro vídeo que estávamos vendo, ela só virou a cabeça e a gente se pegou num beijo longo e gostoso. Beijei ela na hora, larguei o celular e minhas mãos foram direto pros peitos dela, acariciando. Me servi com a colher grande, porque ela tava na minha mão. Meti a mão por baixo da roupa dela pra ter contato pele com pele nos peitos, ela se arrepiou de prazer, porque depois descobri que o ponto fraco dela é ter os peitos tocados. Ela se levantou e começou a esfregar a pica por cima da calça, não resistiu e puxou pra fora, pra acariciar melhor. Se inclinou e começou a me dar um boquete gostoso. A gente tava muito a fim e sabia que não tinha muito tempo, então falei que queria comer ela. Ela topou, com a condição de ser rápido. Tirei uma camisinha da mochila e coloquei, enquanto ela abaixava a calça até o joelho. Quando vi a calcinha fio dental roxa que ela tava usando, minha ereção aumentou, porque adoro ver mulher com isso. Pedi pra ela não tirar, só puxar pro lado (isso me excita). Ela me sentou no sofá e, de costas pra mim, foi se enfiando sozinha. Pra falar a verdade, a buceta dela já tava bem lubrificada, completamente molhada, então entrou como faca na manteiga. Quando senti ela toda lá dentro, ela só suspirou e começou a cavalgar em mim. A vista era maravilhosa, eu via a bunda toda dela, que eu esfregava e dava tapas várias vezes. A gente não se segurou, e entre gemidos e suspiros, o tempo passou. Não aguentei muito tempo bombando, porque a posição e o lugar não permitiam, mas fiz só pra não ficar na vontade.
Naquela trepada, a gente se perguntava se tava gostando, e concordamos que sim, que a gente tava aproveitando ao máximo. Não me segurei e falei que já tava de olho nela há um tempo, e que depois que descobri o que ela olhava, bati várias punhetas pensando nela. Ela também confessou que as poses sexys que fazia e os descuidos pra me mostrar a calcinha eram de propósito, porque queria se sentir desejada. Também me disse que vários colegas mandavam mensagens e mandavam indiretas pra transar com eles, mas que ninguém tinha coragem de dar a bunda pra eles, como se diz vulgarmente, porque não davam muita confiança, e que desde quando sonhava com aquele momento maravilhoso, mas não encontrava um jeito de isso acontecer. Nosso vocabulário ficou mais quente e eu falava um monte de putaria, entre isso surgiram posições que eu gostaria de praticar com ela e a lingerie que eu usaria, acho que isso a esquentou mais, porque ela se mexia mais. Acabei soltando que também sou fã de pornô e que depois mostraria mais vídeos pra ela, mas que dessa vez seriam os do meu gosto. Ela disse "não aguento mais" e soltou uma respiração funda, sinal de que tinha gozado. Senti os fluidos dela escorrendo pelas minhas pernas, mas ela não queria ficar com nada dentro, então continuou se mexendo até sair a última gota do líquido dela.
Eu, apesar de estar bem excitado, ainda não conseguia gozar, mas ela desceu e se ofereceu pra me ajudar a tirar meu veneno. Tirou a camisinha e grudou de novo como um cabritinho. A verdade é que ela fazia tão gostoso que eu peguei ela pelo cabelo e comecei a marcar o ritmo. Ela levou até o fundo, quase senti que tocou o sino da boca, porque fez um som como se fosse vomitar. Tirou tudo babado, lembro que até escorria saliva, e ela disse: "quero que você jogue na minha boca, quero tudo dentro". Ela colocou de novo e não demorei muito pra satisfazê-la, porque o calor da boca dela me ajudava a ficar bem ligado. Assim que senti que ia gozar, segurei firme a cabeça dela e deixei tudo sair. Senti um jorro grande e, como cereja do bolo, ela fez movimentos circulares com a língua na minha cabecinha.
Quando terminou, tirei da boca dela e ela, ainda com minha porra na boca, ficava brincando com ela. Eu ainda sentia uma pequena sensação de prazer e comecei a bater uma. Pouco depois, saiu mais um jorro de sêmen e joguei no chão. Ela disse: "não joga fora, melhor me dá, que essa putinha quer o cum dela". Nós dois rimos e eu disse que no dia que Queria poder dar essa porra pra ela, mas só se ela deixasse eu gozar dentro da bucetona gorda e peluda dela.
Quando terminamos, nós dois levantamos as calças enquanto falávamos como foi maravilhoso o que a gente tinha feito. Ela saiu do escritório rebolando aquele rabo gostoso pra caralho. No resto do expediente, eu mandava prints de vídeos com as posições sexuais que queria fazer com ela, e ela respondia que adorava me satisfazer. Quando a gente se encontrava discretamente, sem ninguém ver, eu pegava na buceta dela e ela passava a mão no meu pau.
Foi assim que essa aventura começou e eu virei o amante dessa coroa. Tanto ela quanto eu adorávamos transar, então a gente fazia isso em várias ocasiões, posições e lugares. Mas isso eu conto em outras histórias. Espero que vocês tenham gostado.
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