isso aconteceu depois do ménageespero que vocês curtam tanto quanto eu
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É UM PRESENTE PARA MIM
Aquela noite não passou mais nada, só conversamos sobre o que tinha acontecido com a Andrea. A Ester me disse que tinha curtido pra caralho, como nunca, e eu falei que também tinha adorado. Só de ver elas se comendo uma à outra já me deixou com muito tesão, mas que faltavam uns brinquedos pra gente gozar ainda mais. A Ester concordou, mas onde comprar? Não dava pra ir num sex shop com a nossa idade, a gente ficou com vergonha de fazer isso. Então eu pedi pela internet na mesma noite. Depois transamos como dois desesperados. No outro dia tomamos café da manhã e continuamos conversando sobre a Andrea. Ester, você acha que ela vem hoje à tarde? Eu não sei, você viu como ela saiu daqui? Carlos com certeza percebeu que você comeu ela de novo e por isso não veio ontem à noite. Pode ser que talvez ele não estivesse tão excitado, não sei, acho que se a Andrea tivesse dito, ele com certeza viria te comer, certeza que ele nunca imaginou que fosse corno como o Ester.
Não sei, mas me parece estranho. Se a Andrea não vier hoje, amanhã de manhã eu vou lá e falo com ela.
Tá bom, amor, ficou com vontade, não, putinha? Ester Noel, quem ficou com vontade é você, amorzinho Naquele dia, Andrea não veio e eu via que a Estér já estava andando pelas paredes. Naquela noite, não transamos. Acho que ela estava distraída, pensando na Andrea o tempo todo. Quando acordei, estava sozinho. Imaginei a Estér visitando a Andrea. Tinha muita vontade de repetir o que as duas tinham feito, então tomei café da manhã e esperei que ela voltasse para me contar o que tinha acontecido com a Andrea. Perto do meio-dia, ela chegou. E aí, como foi, amor? Viu a Andrea, né? O que rolou? Ester estava com uma puta vontade de transar, não aguentava mais, me levantei e fui vê-la. Ela também estava na mesma, tinha acabado de acordar. Tomamos um mate e conversamos sobre o que tinha acontecido, e no final a gente esquentou e fomos trepar de novo, aproveitando que as meninas estavam dormindo. Bom, mas me conta como foi, vai safadinha Esternoooo, se eu te contar você vai ficar com tesão e vai querer me comer, ela vem pra casa hoje à tarde e eu vou levar ela pra cama, bebê, mas sem você. Depois a gente se fala, qualquer coisa, amor. Não seja pão-duro, deixa eu ver pelo menos Ester, não, porque você vai querer participar, meu chapa, e eu não quero assim. Quero ela só pra mim. Depois, se ela quiser, você come ela. Não, não participo, só olho, amor. Só olho mesmo, te prometo, gata. Você vai aguentar, Ester, meu céu? Me promete? Mas desde a porta, amor, me promete Tá bom, gata, só pela porta mesmo, mas depois eu quero meter em vocês Ester não sabe se ela vai querer, mas eu quero, meu amor. Depois você pode me comer do jeito que você gosta, bebê. Ficamos assim: eu só observaria de fora e depois veríamos se eu comeria as duas ou não. Almoçamos bem leve e esperamos a Andrea chegar enquanto tomávamos uma cerveja em silêncio. Passou-se um bom tempo até que chegou a tão esperada visita da Andrea. Ao entrar, Ester deu um beijo nela e a levou para o quarto. Fiquei petrificado. Elas agiam como se eu não estivesse ali. O quarto estava perfumado e arrumado. Só consegui espiar pela porta entreaberta e pude ver com que paixão e delicadeza ambas se despiam até ficarem completamente nuas entre beijos e carícias. Dava para sentir um clima de ternura naquele ambiente, e isso me deu inveja. Pude ver como lentamente se deitaram na cama e suas carícias foram ficando mais profundas, até se concentrarem no clitóris e nos mamilos, seguidos de gemidos bem intensos. Realmente era uma sensação nova. Eu estava mesmo aprendendo como fazer uma mulher gozar. Seus dedos afundavam nas bucetinhas encharcadas e, depois de cada orgasmo, continuavam com carícias profundas, explorando cada canto de seus corpos. Em um momento, fizeram um 69, onde suas línguas exploravam cada um de seus buracos enquanto seus dedos penetravam como se fossem paus ardentes. Os gemidos se transformaram em suspiros suaves de paixão, até virarem gritos a cada explosão. Seus corpos dominavam seus desejos, a cama completamente desfeita e a luxúria tomando conta de tudo, até alcançarem um atrás do outro orgasmos intensos que só elas conseguiam ter. Pude vê-las tremer de prazer e soube que nunca conseguiria fazê-las sentir nada igual a isso. Não havia dominação, ou talvez houvesse? Talvez se revezassem naquele jogo que as fazia explodir de prazer e gozo como nunca haviam sentido antes. Até que ambas, exaustas, se envolveram em um beijo profundo, ficando abraçadas sobre os restos dos lençóis. Meu pau estava super duro e, sem perceber, eu tinha gozado na minha mão. Fui até a cozinha, peguei duas cervejas e levei para elas. Elas me olharam com uma doçura imensa e ambas agradeceram. Me retirei, deixando-as sozinhas. Era... O melhor para todos, sentei na sala de jantar e dali pude ouvir como começava a segunda rodada de prazer. Coloquei música e sentei no sofá para curtir uma cerveja gelada eu também, enquanto ouvia as duas gemerem por trás da suave música de fundo. Era o máximo, imaginar como elas gozavam na própria intimidade. De vez em quando não aguentava e voltava a espiar, era incrível vê-las gozar, se tocarem com os dedos e depois chupá-los como se fosse uma iguaria. Para elas eu não estava ali, nunca entrei no quarto e nem sequer notaram que eu estava espiando. A paixão incendiou o ambiente e parecia não ter fim. Anoiteceu e ninguém percebeu, eu já sabia que aquela noite não teria sexo, tinha sido demais para as duas. Ambas tomaram banho juntas, entre risadas e carícias, e ao sair do banho se vestiram. Andrea me deu um abraço e foi embora com um beijo de despedida nos lábios. Ela me olhou e me disse Ester, obrigada amor por não intervir, eu me diverti demais, gata Já sei disso, meu bem, vamos comer. Você tá cansada, minha vida. Amanhã acho que é minha vez. Ester, claro que sim, minha vida. Agora senta aqui, te amo e você é o melhor pra mim.
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Aquela noite não passou mais nada, só conversamos sobre o que tinha acontecido com a Andrea. A Ester me disse que tinha curtido pra caralho, como nunca, e eu falei que também tinha adorado. Só de ver elas se comendo uma à outra já me deixou com muito tesão, mas que faltavam uns brinquedos pra gente gozar ainda mais. A Ester concordou, mas onde comprar? Não dava pra ir num sex shop com a nossa idade, a gente ficou com vergonha de fazer isso. Então eu pedi pela internet na mesma noite. Depois transamos como dois desesperados. No outro dia tomamos café da manhã e continuamos conversando sobre a Andrea. Ester, você acha que ela vem hoje à tarde? Eu não sei, você viu como ela saiu daqui? Carlos com certeza percebeu que você comeu ela de novo e por isso não veio ontem à noite. Pode ser que talvez ele não estivesse tão excitado, não sei, acho que se a Andrea tivesse dito, ele com certeza viria te comer, certeza que ele nunca imaginou que fosse corno como o Ester.
Não sei, mas me parece estranho. Se a Andrea não vier hoje, amanhã de manhã eu vou lá e falo com ela.
Tá bom, amor, ficou com vontade, não, putinha? Ester Noel, quem ficou com vontade é você, amorzinho Naquele dia, Andrea não veio e eu via que a Estér já estava andando pelas paredes. Naquela noite, não transamos. Acho que ela estava distraída, pensando na Andrea o tempo todo. Quando acordei, estava sozinho. Imaginei a Estér visitando a Andrea. Tinha muita vontade de repetir o que as duas tinham feito, então tomei café da manhã e esperei que ela voltasse para me contar o que tinha acontecido com a Andrea. Perto do meio-dia, ela chegou. E aí, como foi, amor? Viu a Andrea, né? O que rolou? Ester estava com uma puta vontade de transar, não aguentava mais, me levantei e fui vê-la. Ela também estava na mesma, tinha acabado de acordar. Tomamos um mate e conversamos sobre o que tinha acontecido, e no final a gente esquentou e fomos trepar de novo, aproveitando que as meninas estavam dormindo. Bom, mas me conta como foi, vai safadinha Esternoooo, se eu te contar você vai ficar com tesão e vai querer me comer, ela vem pra casa hoje à tarde e eu vou levar ela pra cama, bebê, mas sem você. Depois a gente se fala, qualquer coisa, amor. Não seja pão-duro, deixa eu ver pelo menos Ester, não, porque você vai querer participar, meu chapa, e eu não quero assim. Quero ela só pra mim. Depois, se ela quiser, você come ela. Não, não participo, só olho, amor. Só olho mesmo, te prometo, gata. Você vai aguentar, Ester, meu céu? Me promete? Mas desde a porta, amor, me promete Tá bom, gata, só pela porta mesmo, mas depois eu quero meter em vocês Ester não sabe se ela vai querer, mas eu quero, meu amor. Depois você pode me comer do jeito que você gosta, bebê. Ficamos assim: eu só observaria de fora e depois veríamos se eu comeria as duas ou não. Almoçamos bem leve e esperamos a Andrea chegar enquanto tomávamos uma cerveja em silêncio. Passou-se um bom tempo até que chegou a tão esperada visita da Andrea. Ao entrar, Ester deu um beijo nela e a levou para o quarto. Fiquei petrificado. Elas agiam como se eu não estivesse ali. O quarto estava perfumado e arrumado. Só consegui espiar pela porta entreaberta e pude ver com que paixão e delicadeza ambas se despiam até ficarem completamente nuas entre beijos e carícias. Dava para sentir um clima de ternura naquele ambiente, e isso me deu inveja. Pude ver como lentamente se deitaram na cama e suas carícias foram ficando mais profundas, até se concentrarem no clitóris e nos mamilos, seguidos de gemidos bem intensos. Realmente era uma sensação nova. Eu estava mesmo aprendendo como fazer uma mulher gozar. Seus dedos afundavam nas bucetinhas encharcadas e, depois de cada orgasmo, continuavam com carícias profundas, explorando cada canto de seus corpos. Em um momento, fizeram um 69, onde suas línguas exploravam cada um de seus buracos enquanto seus dedos penetravam como se fossem paus ardentes. Os gemidos se transformaram em suspiros suaves de paixão, até virarem gritos a cada explosão. Seus corpos dominavam seus desejos, a cama completamente desfeita e a luxúria tomando conta de tudo, até alcançarem um atrás do outro orgasmos intensos que só elas conseguiam ter. Pude vê-las tremer de prazer e soube que nunca conseguiria fazê-las sentir nada igual a isso. Não havia dominação, ou talvez houvesse? Talvez se revezassem naquele jogo que as fazia explodir de prazer e gozo como nunca haviam sentido antes. Até que ambas, exaustas, se envolveram em um beijo profundo, ficando abraçadas sobre os restos dos lençóis. Meu pau estava super duro e, sem perceber, eu tinha gozado na minha mão. Fui até a cozinha, peguei duas cervejas e levei para elas. Elas me olharam com uma doçura imensa e ambas agradeceram. Me retirei, deixando-as sozinhas. Era... O melhor para todos, sentei na sala de jantar e dali pude ouvir como começava a segunda rodada de prazer. Coloquei música e sentei no sofá para curtir uma cerveja gelada eu também, enquanto ouvia as duas gemerem por trás da suave música de fundo. Era o máximo, imaginar como elas gozavam na própria intimidade. De vez em quando não aguentava e voltava a espiar, era incrível vê-las gozar, se tocarem com os dedos e depois chupá-los como se fosse uma iguaria. Para elas eu não estava ali, nunca entrei no quarto e nem sequer notaram que eu estava espiando. A paixão incendiou o ambiente e parecia não ter fim. Anoiteceu e ninguém percebeu, eu já sabia que aquela noite não teria sexo, tinha sido demais para as duas. Ambas tomaram banho juntas, entre risadas e carícias, e ao sair do banho se vestiram. Andrea me deu um abraço e foi embora com um beijo de despedida nos lábios. Ela me olhou e me disse Ester, obrigada amor por não intervir, eu me diverti demais, gata Já sei disso, meu bem, vamos comer. Você tá cansada, minha vida. Amanhã acho que é minha vez. Ester, claro que sim, minha vida. Agora senta aqui, te amo e você é o melhor pra mim.
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