Bem, meus queridos amigos, depois de me soltar um pouco, volto com metade dos relatos que tenho pra contar sobre as aventuras da minha mulher... Depois de se soltar um pouco mais, ela decidiu largar o emprego anterior num hotel, porque perdia muito tempo viajando. Aí, ela se dedicou a continuar dando aulas de aerobox e a ter que aperfeiçoar técnicas treinando kickboxing. Em 2012, ela conheceu um parceiro de treino que vou relatar agora:
Numa confraternização entre colegas, ao sair pra comprar bebidas, minha esposa, a amiga dela e esse parceiro (ela tava vestindo uma mini saia jeans, uma regata e um tênis John Foos branco). A maldita da amiga volta pra pegar uns copos, deixando minha esposa e o parceiro sozinhos numa calçada meio escura. Foi quando esse filho da puta aproveitou e, do nada, meteu um beijo na boca dela. Ela empurrou ele com as mãos e disse: "Que isso?" Ele respondeu: "Desculpa!! Não aguentei, você tá muito gostosa..."
Até aí, tudo tranquilo. Com o passar dos dias, eles já faziam parte de um grupo de WhatsApp da academia, então ele já tinha o número dela e começou a elogiar ela. No meio desse vai e vem, ela decidiu se encontrar com ele num dia em que eu não tivesse em casa... Num sábado à tarde, quando os homens vão jogar futebol amador, eles se encontraram e, sem mais delongas além daquele beijo roubado, ele levou ela pra um motel.
Quando chegaram, ele começou a beijar ela e a apoiar ela de um jeito que, segundo minha mulher, ela já desconfiava que ele tinha um pauzão (o que depois confirmou). Começou a apalpar a bunda dela (principal atributo da minha mulher, que a maioria dos homens olha sem vergonha) de um jeito desenfreado, tirou a legging e a calcinha dela, jogou ela na cama e começou a chupar aquela buceta que já tava toda molhada. Ela gostou tanto daquela sensação (comigo ela quase nunca deixava eu chupar) que teve um orgasmo longo na boca do macho dela, que, extasiado, se despiu e mostrou um baita pau (eu Sou mais pra normal pra baixo. Cuspiu na mão, lubrificou a pica enorme, deu uns tapinhas em cima do clitóris dela e, com uma enfiada só, meteu até o fundo, arrancando um gemido/grito que ela nunca tinha dado na vida. Passou duas horas inteiras comendo ela, destruiu a pussy dela. Primeiro de missionário, depois colocou ela de quatro com dois travesseiros na barriga, enquanto ela babava toda, sentindo as bolas dele batendo na pussy dela. Depois, numa posição estranha que eu nunca tinha feito: ela de bruços, quase de lado, e ele ajoelhado no meio das pernas dela. Ela deu dois orgasmos pra ele, e ele, aparentemente, três.
Na segunda vez, ele comeu ela com as pernas no ombro, depois ela abraçou ele com as pernas e deu de quatro, do jeito que ela gostava — tava louca naquela pica. Até que finalmente deixou ela subir em cima pra montar ele como uma verdadeira puta.
Na terceira vez, chegaram no hotel, ele comeu ela de pé, de frente, depois sentou ela na cama e chupou a boca dela (ela também nunca tinha feito isso). Mandou ela subir e montar ele. Quando os dois gozaram, foram tomar banho separados — ela primeiro, ele depois. Ela tava em pé, olhando o celular, enrolada na toalha, e ele veio por trás, começou a beijar o pescoço dela, massagear os peitos até sentir a pica dele endurecer de novo. Tirou a toalha, ela apoiou as mãos na parede e ele continuou comendo ela até as pernas cansarem. Aí levou ela de volta pra cama, colocou ela de lado e, mesmo doendo muito ouvir isso, arrombou o cu dela. Sim, aquele cu divino que só eu tinha metido umas vezes com minha pica inofensiva, tava lá sendo perfurado por uma pica descomunal, por um cara treinado que meteu sem piedade até arrancar gritos de prazer dela. Ela disse que no começo doía, depois veio muito prazer, até ele encher o cu dela de porra.
Na quarta e última vez, já não se viam há quase 3 anos. Ela passou perto de um comércio e viu ele... Conseguiu ver a grande amante dela. Se cumprimentaram, trocaram os números novos e, depois de uns dois dias, já estavam entrando num hotel juntos. Ele vai pro banheiro e entrega um consolo pra ela, dizendo: "Deixei um presentinho pra você" (pelo que minha mulher viu no catálogo, era de 23 cm, quase o mesmo tamanho da pica do garanhão dela). Quando ele voltou do banheiro, ela já estava enfiando o consolo inteiro na pussy (nunca fez nada disso comigo, sempre foi muito recatada). Ele massageava os peitos dela, beijava e, de vez em quando, tirava e enfiava o consolo de novo, falando pra ela avisar quando estivesse perto de gozar. Começou a chupar a pussy dela até fazer ela gozar. Depois, subiu nela e deu umas metidas violentas até se esvaziar dentro dela. Espero não estar enchendo o saco de vocês, não sou bom em contar histórias, mas alguém precisa saber. Esse é o 4º relato de 8, que continuo outro dia.
Numa confraternização entre colegas, ao sair pra comprar bebidas, minha esposa, a amiga dela e esse parceiro (ela tava vestindo uma mini saia jeans, uma regata e um tênis John Foos branco). A maldita da amiga volta pra pegar uns copos, deixando minha esposa e o parceiro sozinhos numa calçada meio escura. Foi quando esse filho da puta aproveitou e, do nada, meteu um beijo na boca dela. Ela empurrou ele com as mãos e disse: "Que isso?" Ele respondeu: "Desculpa!! Não aguentei, você tá muito gostosa..."
Até aí, tudo tranquilo. Com o passar dos dias, eles já faziam parte de um grupo de WhatsApp da academia, então ele já tinha o número dela e começou a elogiar ela. No meio desse vai e vem, ela decidiu se encontrar com ele num dia em que eu não tivesse em casa... Num sábado à tarde, quando os homens vão jogar futebol amador, eles se encontraram e, sem mais delongas além daquele beijo roubado, ele levou ela pra um motel.
Quando chegaram, ele começou a beijar ela e a apoiar ela de um jeito que, segundo minha mulher, ela já desconfiava que ele tinha um pauzão (o que depois confirmou). Começou a apalpar a bunda dela (principal atributo da minha mulher, que a maioria dos homens olha sem vergonha) de um jeito desenfreado, tirou a legging e a calcinha dela, jogou ela na cama e começou a chupar aquela buceta que já tava toda molhada. Ela gostou tanto daquela sensação (comigo ela quase nunca deixava eu chupar) que teve um orgasmo longo na boca do macho dela, que, extasiado, se despiu e mostrou um baita pau (eu Sou mais pra normal pra baixo. Cuspiu na mão, lubrificou a pica enorme, deu uns tapinhas em cima do clitóris dela e, com uma enfiada só, meteu até o fundo, arrancando um gemido/grito que ela nunca tinha dado na vida. Passou duas horas inteiras comendo ela, destruiu a pussy dela. Primeiro de missionário, depois colocou ela de quatro com dois travesseiros na barriga, enquanto ela babava toda, sentindo as bolas dele batendo na pussy dela. Depois, numa posição estranha que eu nunca tinha feito: ela de bruços, quase de lado, e ele ajoelhado no meio das pernas dela. Ela deu dois orgasmos pra ele, e ele, aparentemente, três.
Na segunda vez, ele comeu ela com as pernas no ombro, depois ela abraçou ele com as pernas e deu de quatro, do jeito que ela gostava — tava louca naquela pica. Até que finalmente deixou ela subir em cima pra montar ele como uma verdadeira puta.
Na terceira vez, chegaram no hotel, ele comeu ela de pé, de frente, depois sentou ela na cama e chupou a boca dela (ela também nunca tinha feito isso). Mandou ela subir e montar ele. Quando os dois gozaram, foram tomar banho separados — ela primeiro, ele depois. Ela tava em pé, olhando o celular, enrolada na toalha, e ele veio por trás, começou a beijar o pescoço dela, massagear os peitos até sentir a pica dele endurecer de novo. Tirou a toalha, ela apoiou as mãos na parede e ele continuou comendo ela até as pernas cansarem. Aí levou ela de volta pra cama, colocou ela de lado e, mesmo doendo muito ouvir isso, arrombou o cu dela. Sim, aquele cu divino que só eu tinha metido umas vezes com minha pica inofensiva, tava lá sendo perfurado por uma pica descomunal, por um cara treinado que meteu sem piedade até arrancar gritos de prazer dela. Ela disse que no começo doía, depois veio muito prazer, até ele encher o cu dela de porra.
Na quarta e última vez, já não se viam há quase 3 anos. Ela passou perto de um comércio e viu ele... Conseguiu ver a grande amante dela. Se cumprimentaram, trocaram os números novos e, depois de uns dois dias, já estavam entrando num hotel juntos. Ele vai pro banheiro e entrega um consolo pra ela, dizendo: "Deixei um presentinho pra você" (pelo que minha mulher viu no catálogo, era de 23 cm, quase o mesmo tamanho da pica do garanhão dela). Quando ele voltou do banheiro, ela já estava enfiando o consolo inteiro na pussy (nunca fez nada disso comigo, sempre foi muito recatada). Ele massageava os peitos dela, beijava e, de vez em quando, tirava e enfiava o consolo de novo, falando pra ela avisar quando estivesse perto de gozar. Começou a chupar a pussy dela até fazer ela gozar. Depois, subiu nela e deu umas metidas violentas até se esvaziar dentro dela. Espero não estar enchendo o saco de vocês, não sou bom em contar histórias, mas alguém precisa saber. Esse é o 4º relato de 8, que continuo outro dia.
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