Minha mulher é uma puta 3

Vou continuar com meu relato de como minha mulher foi se entregando a diferentes safadezas... Numa certa ocasião, ela trabalhava na academia de um hotel em termas e ia 3 vezes por semana, das 13h às 18h. Numa dessas viagens, ela conhece um cara que começa a puxar conversa por uns dois meses durante as viagens em que coincidiam no horário, até que ela cede e dá o número de telefone dele. Os dois trocavam mensagens (pelo que pude ver uma noite em que ela dormiu com o celular sem senha, mas ela jurou por todos os santos que nunca rolou nada) até que, cada vez que coincidiam nas viagens, já iam se beijando. Numa certa ocasião, os beijos já davam lugar a uns amassos leves nos peitos por cima da camiseta da minha mulher, até que, num dia em que a temperatura estava um pouco fria, eles sentaram no banco de trás. Ela se cobria com uma jaqueta, e o cara passava a mão nos peitos dela por baixo, enfiava os dedos na buceta dela, e ela, segundo me confessou, tocava na pica dele, que tava dura. Depois de tanto amasso, ela finalmente decide dizer pra ele buscá-la na saída do trabalho numa tarde ensolarada.

Eles vão para o hotel que fica saindo das termas em direção a Tucumán. Assim que chegam, se beijam na boca como se não houvesse amanhã. Ela, instrutora de academia, na época com 28 anos, e o executivo, uns 35. Os dois estavam super tarados... Ele jogou ela na cama e, colocando as pernas dela no ombro, começou a foder ela sem mais delongas por uns 15 minutos (minha mulher é super sexual e sempre gosta de chegar ao orgasmo). Depois, colocou ela de quatro e meteu até cair exausto em cima dela, derramando todo o leite dele dentro dela, o que, pra sorte do cara, o corno do marido (ou seja, eu) tinha colocado um DIU anticoncepcional nela.

Assim os dias foram passando. Eles já não se viam mais, só trocavam mensagens quentes, até que uma tarde ele se oferece pra trazer ela de volta, já que viria pra Santiago no carro dele. Ela aceita de bom grado. A viagem foi rolando com a conversa... normal das 17:30, quando minha mulher saía numa tarde de primavera, até que esse cara começa a passar a mão na perna dela (esqueci de contar que naquele dia eu já tinha levado ela até o terminal e ela estava usando uma saia-calça daquelas de fazer esporte, eu sempre olhava pra ela quando ela descia, vendo como os outros olhavam na rua)... umas carícias leves... e vendo que ela não falava nada, ele pousou timidamente a mão na buceta da minha esposa, que só conseguia mexer a pélvis de tesão. O vagabundo, já mais excitado, puxou o mini short que vinha com a saia e a calcinha fio dental (que até hoje ela sempre usa) e começou a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois, até que a putinha já tinha tirado a parte de baixo das roupas (tudo isso no meio da estrada, com um sol de primavera). Até que ele tira o pau pra fora enquanto dirigia e mandava ela bater uma pra ele. Num determinado momento, ela explode num orgasmo e ele para o carro no acostamento da estrada pra segurar a cabeça da minha mulher e fazer ela chupar o pau dele (segundo ela mesma, era o maior que ela já tinha visto até então e era a primeira vez que colocava um pau na boca que não fosse o meu). Ela chupou por um tempinho, até que o filho da puta, sem avisar nada, gozou na boca dela. Sim, amigos, algo que eu nunca imaginei fazer e até hoje nunca fiz (segundo ela, não engoliu, cuspiu e, como sempre levava uma garrafinha d'água, enxaguou a boca como pôde). O caso é que, em plena luz do dia e no acostamento da estrada, o cara manda ela passar pros bancos de trás do carro, e é aí que ela monta nele por um tempo, até que percebe que está muito exposta no acostamento, além de desconfortável, e decidem ir pra um hotel (que, pra sorte desse filho da puta, tinha um perto da região). Ao entrar, ela vai nua da cintura pra baixo, se cobrindo só com a jaqueta, mas com a saia e a calcinha fio dental na mão, e vão pra uma espécie de quarto. que estão na parede com 3 tipos de alturas diferentes, onde minha mulher se pendura com as duas mãos e o cara fode ela de pé enquanto ela envolve as pernas em volta dele. Depois, levei ela pra uma espécie de maca ginecológica, onde, segundo ela, gozou mais do que nunca, já que os dois gozaram juntos ao mesmo tempo. Aí foram pra cama e ele comeu ela de novo na posição de missionário, e nessa também encheu a buceta dela de cum. No meio disso tudo, tomaram banho e foram embora, e antes das 20h ela já tava na nossa casa cheia de cum alheio...

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