Minha mãe e eu 2

Filho, sei que não deve ser fácil falar comigo, porque o que você precisa é de alguém que te entenda ou te ajude com as garotas. E, mesmo que eu nunca tenha cortejado nenhuma mulher, se você quiser, pode falar comigo. Ou, se quiser que eu te diga o que as garotas gostam, sabe que pode confiar em mim. Bem agitado e nervoso, agradeci e disse que não era que não confiasse nela ou que precisasse de uma figura paterna, mas que simplesmente tinha uma situação que me dava uma certa vergonha. Ela me olhou fixamente e pediu que eu contasse, que me ajudaria com prazer, e que eu não devia me sentir envergonhado com ela, e que não contaria pra ninguém. Eu disse que acordei muito inquieto por causa de um sonho que tive, e que não conseguia me livrar daquela agitação de jeito nenhum. Fez-se um silêncio entre nós e, sussurrando com um pouco de vergonha, ela disse: "Foi um sonho erótico, por isso você entrou no banheiro?" Sem hesitar, eu disse que sim, e ela perguntou se eu tinha me masturbado. Eu disse que fiz várias vezes e não consegui baixar a ereção. Ela se levantou e perguntou se tomar banho tinha adiantado. Eu disse que não. Ela ficou bem nervosa e disse que iria para o quarto dela, que eu me secasse bem e depois fosse também para o quarto dela, porque seria mais confortável para conversar, pelo espaço e porque poderíamos falar sentados numa salinha que ela tem. Assim que minha mãe saiu do meu quarto, me sequei e coloquei a cueca mais justa que tinha, pra que meu pau não ficasse totalmente aparecendo, e também vesti um short folgado pra disfarçar. Fui até o quarto dela e notei que ela tinha colocado mais roupa do que antes, já que antes ela só estava de robe e, imagino, de calcinha. Agora estava de leggings, o robe e um casaco, o que me estranhou muito, porque não estava fazendo nada de frio. Começamos a conversar. "Imagino que você já tem uma vida sexual ativa, né?" "Na verdade, ainda sou virgem, mãe. A verdade é que sou muito reservado com as garotas." "Sério? Eu, na verdade, pensei que você fosse bem popular com as garotas. Até cheguei a... Pensar que você podia ser um verdadeiro Dom Juan. — Pois é, verdade seja dita, não sei como chegar nas minas. Já tive uns rolos com algumas garotas porque elas deram o primeiro passo, mas não sei como ir mais longe. +Ah, não é tão complicado assim, é só saber como tocar cada parte do corpo da mulher. — Não entendi, como assim cada parte? +Olha, tem partes que você tem que acariciar, outras que tem que apertar, outras que tem que bater palma, e também tem que saber quais partes lamber, quais morder e quais beijar. Se fizer direitinho, às vezes nem precisa penetrar ela. — Nossa, sério? Eu achava que o mais importante era a penetração. Ei, posso te perguntar uma coisa e você me responder a verdade? +Claro, pode falar. — O tamanho importa? +Olha, nem sempre, mas a verdade é que a única coisa que se curte nos grandes é aquela dorzinha gostosa que eles causam, e olha que é uma delícia. Você tem ele pequeno? Ou por que a pergunta? — É que não sei o que é considerado pequeno, e ninguém nunca viu ele. +Hummm, bom, eu vi ele várias vezes quando você era bebê. Acho que não deve ser muito diferente ver agora. — Pois é, mas acho que não é a mesma coisa. Mas posso te mostrar. +Caramba, então tá, desde que você não peça pra eu te mostrar o meu também, sem problemas. — Hahaha, relaxa, não precisa. Eu abaixei o short e a cueca, e meu pau pulou pra fora já que tava duro, e coloquei na frente da minha mãe. — O que você acha? +Definitivamente não é nada parecido com quando você era bebê, e sendo sincera, ele tem um tamanho muito bom. Você já mediu? — Não, nunca pensei nisso. +Posso medir? — Claro. Ela pegou uma régua de uma gaveta da cômoda e, meio nervosa, mediu ele e disse que tinha 23 cm e que, na real, era um tamanho bem chamativo. — Então eu seria capaz de fazer uma mulher gozar? +Com certeza, e muito. Qualquer mulher ficaria encantada de estar com você. — Sério? E você também? +Bom, mesmo que eu não quisesse admitir, a verdade é que sim, eu também. Além do mais, já faz anos que... que não estou com ninguém. —Sério? Por quê? Posso perguntar há quanto tempo? +Pois é, filho, sendo mãe solteira, nunca falta alguém que tenta se aproveitar da situação, então pra evitar que me usassem, me isolei e não fiquei com mais ninguém desde que engravidei. Então já fazem os 19 anos que sou mãe sem ter relações. —Nossa, é bastante tempo. E nunca sentiu vontade de fazer? +Claro que sim, mas aprendi a me segurar. E quando não aguentava, fazia o que você fez: tomava um banho de água gelada até me acalmar. Mas pelo visto não funcionou pra você. Ainda está duro que nem um tronco. —Já sei o que posso fazer pra passar? +Bom, já que não te satisfaz fazer sozinho, o que você precisa é fazer com alguém. —Você acha que essa é a solução? +Pode ser, se você transar com uma mulher, sentir o corpo dela, o interior dela e fizer ela gozar, pra liberar todo o desejo que você tem acumulado. —Só que seja com você, não tem mais ninguém. Além disso, você também tem desejo acumulado. +Filho, você está falando sério? —Claro, além do mais, sua primeira vez tem que ser com alguém que te ame, e ninguém vai te amar mais do que eu. +A verdade é que isso não é certo, o que você tem em mente. Sou sua mãe, não posso, desculpa. —Desculpa, não quis te incomodar, só passou pela minha cabeça por causa do que você disse sobre o meu pau. Perdão. +Olha, filho, a verdade é que o que eu disse é verdade. E fazia tanto tempo que eu não tinha algo assim na minha frente. Pra ser sincera, estou suando demais por causa do que está por baixo de toda essa roupa, e acabei de me molhar, faz tempo que não me sentia assim. —Não precisa ficar tão agasalhada. Se quiser, eu vou embora pra você ficar confortável sem tanta roupa. +Não, não quero que você vá. E não me importa se é errado, vou aceitar sua proposta, mas só se você vendar os olhos. —Na verdade, eu não sei o que fazer, então só vou fazer o que você mandar. A gente levantou do sofá, e minha mãe pegou um lenço da roupa dela e cobriu meus olhos, me guiou até a cama. e tiro toda a roupa, comecei a sentir as carícias dela no meu peito e depois ela começou a beijar meu corpo aleatoriamente, e eu sentia minha pele se arrepiar. Aí senti a língua dela percorrendo minha buceta e soltei um gemido, e fui sentindo como minha mãe chupava e engolia, sem se importar que eu fosse filho dela. Senti a saliva escorrendo pela minha pele e de repente ela parou, senti ela subindo na cama e então montou em mim, caindo de uma vez e me deixando entrar completamente nela. Ouvi um gemido de dor seguido de um longo suspiro, ela se levantou um pouco pra se ajeitar em cima de mim e, colocando as mãos no meu peito, começou a se mexer devagar enquanto a respiração dela acelerava, até começar a gemer sem parar. Eu ofegava de prazer, sem aguentar mais, falei pra minha mãe que ia estourar, e ela acelerou os movimentos, fazendo os gemidos dela saírem sem controle até eu gozar dentro dela, o que provocou espasmos e gemidos abafados por falta de ar. Ela se deixou cair no meu peito e senti nossos sexos escorrendo, e pude sentir minha ereção sumir completamente. Ficamos na mesma posição por um momento e eu podia sentir o suor dos nossos corpos se misturando. Aí minha mãe se virou, ficando do meu lado, e eu senti a respiração ofegante dela no meu peito encharcado de suor. Então ela tirou a venda dos meus olhos e disse que eu era muito bom pra ser minha primeira vez, já que não é comum os dois gozarem ao mesmo tempo. Fiquei em silêncio até recuperar o fôlego, olhei pra ela e agradeci por me fazer sentir o que senti. — Filho, eu é que deveria te agradecer, nunca me fizeram gozar tanto quanto você. Minha mãe se levantou e se acomodou em cima de mim, sentando no meu abdômen, e senti a buceta dela escorrendo. — Olha pra mim, essa é a mulher que você acabou de comer, filho. Pela primeira vez vi minha mãe nua e passei o olho por todo o corpo dela. Vi os peitos dela e fiquei surpreso com o tamanho, a barriga lisa e com estrias que me enfeitavam e deixavam evidentes as mudanças dela pela gravidez, a entreperna dela apoiada na minha barriga, bem depiladinha e meio avermelhada pelo que tinha acabado de rolar, as pernas dela foi o que mais me surpreendeu, macias, brilhantes e com as coxas levemente marcadas. Peguei ela pela cintura e virei meu corpo pra levar ela pra cama, fiquei de pé na frente dela e fui olhando cada detalhe, dos pés à cabeça. — Que foi, filho? Não gostou do meu corpo? — Claro que gostei, é que me surpreendeu, nunca tinha reparado como você é gostosa.

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