Como descobri que minha irmã ama meu pau (Parte XII)

Olá, comunidade! Finalmente chegamos à dúzia de capítulos!!!

Agradecido a quem tira um tempinho pra deixar pontos e comentários. E também a quem aguenta a espera. Sei que a ansiedade sempre tá por aí, mas eu posto os capítulos quando tão prontos, nem antes nem depois.

A recomendação de sempre pra quem acabou de entrar na história: entra no meu perfil e lê os capítulos anteriores.

Agora sim, vou deixar vocês com o capítulo de hoje:

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Capítulo 12

Fechei os olhos pra me deixar levar pelas sensações que tava sentindo naquele momento. Dava pra sentir a língua da Jessi percorrendo cada cantinho da minha boca, a respiração dela se misturando com a minha, como se cada um respirasse o ar que o outro soltava.

Uma das minhas mãos ficava passando pela cabeça dela, um explorador no meio da selva sedosa do cabelo dela, enquanto a outra tirava minha camisa dela pra deixar o torso dela nu e conhecer cada curva das costas, seguindo a linha que me levava até aquela bunda tão firme que ela tinha.

A boca da Betty continuava ocupada com meu pau, a língua dela de vez em quando lambendo minhas bolas, envolvendo uma delas com os lábios pra deixar coberta de saliva e depois repetindo o gesto com a outra. As mãos dela seguiam as ordens bem claras da dona: a direita segurava meu tronco com firmeza, subindo e descendo entre a base e a cabeça de um jeito ritmado; e a esquerda acariciava cada parte do meu corpo que tava ao alcance, roçando de vez em quando com as unhas.

De vez em quando eu abria os olhos e via minha irmã ainda sentada no sofá, se remexendo nervosa, lutando contra a vontade de se juntar ao trio que tava rolando na frente dela.

Minha irmã ser testemunha daquilo só servia pra aumentar meu tesão. Tinha que admitir que era divertido ver ela tentando se segurar sentada ali. aquele sofá, sabendo que eu estava tão perto, mas que por enquanto não podia botar um dedo em mim.
Jessi finalmente desgrudou a boca da minha e se ajoelhou do lado da amiga. Betty tirou meu pau da boca dela e em seguida recebeu a língua de Jessi pra ela sentir meu gosto.
Minha irmãzinha já tinha me mostrado o quanto era pervertida, mas as amigas dela definitivamente não ficavam atrás.
Depois de se entreter com aquele beijo por um bom tempo, Betty se levantou pra deixar Jessi tomar o lugar dela pra brincar com meu pau. Ela, enquanto isso, se aproximou primeiro da minha irmã e se inclinou pra sussurrar algo no ouvido dela.
Não consegui ouvir o que diziam, mas Clara concordou com um sorriso e alguns segundos depois ela e Betty se beijavam do mesmo jeito que essa última tinha se beijado com Jessi alguns segundos atrás.
Tanto meus olhos quanto meu pau não podiam estar mais felizes com tudo que tinham experimentado naquele dia, mas algum deus estava do meu lado naquele dia, porque parecia que ainda faltava o melhor.
Betty terminou de compartilhar com minha irmãzinha o que restava do meu gosto na boca dela e depois voltou pra onde eu estava recebendo uma boa massagem no pau pela língua de Jessi.
Subindo no sofá pela minha direita, ela passou a perna por cima do meu corpo e terminou apoiada de frente pra mim, os peitos gloriosos dela colocados bem na altura do meu rosto.
— O que foi, Pedrinho? Nunca viu um par de peitos? — Perguntou num tom debochado.
— Iguais aos seus? Nunca. — Respondi com o olhar completamente hipnotizado por aquelas duas maravilhas da natureza.
Parecia incrível que uns peitos daqueles fossem naturais, mas nesse sentido Betty tinha tirado a sorte grande na loteria genética. Eram grandes, mas não tanto a ponto de serem exagerados; eram firmes, mas sem parecerem duros demais, os travesseiros perfeitos pra uma boa soneca. As auréolas mantinham a proporção com o tamanho dos seios, com os mamilos que naquele momento estavam bem durinhos, evidência do quão excitada sua dona estava.
Minhas mãos se moviam por conta própria, independente das ordens que meu cérebro dava, e se plantaram com firmeza nos peitos dela.
— Sim, já percebi. — Comentou ela com um sorriso nos lábios. — Todo mundo olha pra elas, e você nunca foi exceção, Pedrito.
— Até eu fico olhando sempre, não consigo evitar. — Disse Jessi, parando de chupar minha rola por um segundo. — São enormes!
— Eu sei. — Declarou orgulhosa. — Se já me ajudaram a me dar bem com uns professores tarados que ficam babando olhando pra elas nos dias de prova oral!
— Não sei como vocês não se jogam de cabeça entre essas duas. — Intervi, apertando suavemente os peitos dela.
— E você, o que tá esperando pra fazer isso?
Essa tinha sido uma pergunta muito boa. O que eu supostamente estava esperando? Não veio nenhuma resposta na minha cabeça, então simplesmente aproximei minha cabeça e a pressionei contra os seios dela.
Era como se estivesse mergulhando num mar de carne. Betty usou as mãos para pressionar ainda mais, e eu pude sentir o calor dela até nas minhas orelhas. Aproveitei o contato com a pele dela pra lamber um pouco, o que arrancou alguns suspiros de prazer.
Tirei o rosto depois de um bom tempo e ataquei os mamilos dela sem piedade, tanto com as mãos quanto com a boca e a língua, lambendo, chupando e até mordendo um pouco. Os gemidos que eu provocava nela fazendo essas coisas era tudo que eu precisava ouvir pra saber que ela tava gostando.
Mas ela não ia se contentar só com isso. A mão dela desceu até se posicionar por baixo dela e procurou minha rola até segurá-la com firmeza. Jessi captou a ideia e tirou a boca, com a intenção de usar a mão pra ajudar a amiga a guiar minha rola até a entrada da buceta dela.
Betty mexeu o corpo até conseguir a posição que queria, e minha glande finalmente começou a sentir como acariciava os lábios de Betty enquanto eu beijava a boca dela.
Jessi continuava brincando com minha pau, fazendo com que minha glande roçasse constantemente na amiga dela, mas sem permitir em nenhum momento que entrasse nela.
—Dá logo, vacilona, deixa eu meter! —Reclamou a Betty.
—É isso que você quer? —Perguntou, brincalhona. —Tem certeza?
—Não seja filha da puta, pelo amor!
O rosto da Jessi apareceu de lado pra se encontrar com o meu e me dar um sorrisinho safado. Dava pra ver que ela tava adorando zoar um pouco a amiga. Mas eu tive pena e fiz um gesto pequeno pra ela parar de se fazer de rogada. Jessi piscou um olho pra mim e finalmente deixou minha pau se posicionar na entrada da Betty.
—Aí, tá toda sua. —Disse Jessi, se levantando.
Betty não respondeu, só deu um beijinho nela e virou a cabeça pra olhar pra minha irmã, que tinha ficado em silêncio o tempo todo. Ela parecia tensa, as mãos segurando firme os braços da poltrona, como se estivesse lutando entre a vontade de se jogar em cima da gente pra participar da ação, e a vontade de nos ver transando entre nós.
—Tá vendo, Clarita?
—Vagabunda. —Foi a resposta na hora dela. Mas a cara de raiva só durou um segundo, porque depois ela soltou uma gargalhada. —Anda, filha da puta. Vê se acelera isso que eu também quero.
—Você tem que ficar sentadinha aí. —Lembrou Jessi, de pé atrás da Betty, encostando o peito nas costas da amiga e passando as mãos nos peitos dela. —Já te vi com vontade de entrar, mas não. Até a gente te falar, você fica aí. —Completou, soltando um dos peitos da Betty pra apontar pra minha irmã com um dedo, como se fosse uma cachorra prestes a se comportar mal.
Clara parecia prestes a falar alguma coisa, mas fechou a boca, subiu as pernas na poltrona e as abraçou, puta porque as amigas tinham lembrado a penitência que elas mesmas tinham imposto.
Betty se cagou de rir e mais uma vez começou a me beijar na boca pra voltarmos ao tema. Jessi se ajoelhou de novo pra segurar meu pau e a amiga dela começou a descer o corpo, chegando perto da ponta. Minha cabeça entrou e eu senti de novo aquele calor forte que tinha sentido quando penetrei ela pela primeira vez no meu quarto.
Minhas mãos deslizaram pelas costas dela e desceram até a cintura pra ajudar ela a empurrar pra baixo com firmeza. Comparado com o que tinha rolado antes, essa segunda vez foi mais fácil. Betty tava muito mais confiante e dessa vez não teve nenhum sinal de dúvida na hora de me deixar entrar cada vez mais fundo nela.
Eu tava prestes a atacar os peitos da Betty com as mãos quando Jessi se adiantou, levantou de novo, esmagando o peito dela nas costas da amiga e começando a brincar com os peitos dela mais uma vez.
— Como é que tão, galera? Tudo certo por aqui? — Perguntou, como se a gente tivesse se encontrado na rua numa tarde qualquer.
— Cheia de pau… ufffff… — Respondeu entre suspiros a Betty, que ainda tava lutando pra deixar meu pau inteiro entrar nela.
— Deixa eu te ajudar.
— Quê? O que você vai fazer? — Perguntou, sem entender.
Em vez de responder, Jessi colocou as mãos nos ombros da Betty e fez pressão pra baixar ainda mais o corpo dela.
Betty tentou falar alguma coisa, mas as sensações que invadiram ela só deixaram uns gemidos escaparem da boca dela, entrecortados como se ela tivesse dificuldade de respirar de susto por ter enfiado meu pau inteiro tão rápido.
— Sua puta que te pariu, garota… — Disse, finalmente conseguindo formar uma frase sem parar.
— De nada, gostosa. — Respondeu Jessi com um sorriso debochado, pegando a cabeça da amiga pra inclinar pra trás e dar um beijo rápido nos lábios dela. — Agora vocês já podem começar de verdade.
Depois de falar isso, se despediu dando um tapa sonoro na bunda dela, que a Betty pegou como sinal de largada pra começar a cavalgar em mim.
Agora era ela quem tava no controle, as mãos dela nos meus ombros pra se apoiar e minhas mãos na cintura dela só pra acompanhar os movimentos dela.
E que movimentos! No começo ela foi devagar, mas não demorou muito pra começar a se mexer com mais força. Dava pra ver que ela tinha prática com a cintura, porque subia e descia com uma coordenação foda; eu nem precisava me mexer.
– Vamos, Pedrito… Me dá um espacinho. – Falou a voz da Jessi de um lado enquanto a amiga continuava cavalgando em mim.
Concentrado que eu tava nas tetas da Betty balançando na minha frente, só fui entender o que a Jessi tinha dito quando vi ela se aproximar da amiga pra chupar um dos peitos dela.
Os gemidos da Betty aumentaram de volume, mas ela não parou de cavalgar como uma profissional. A Jessi virou um pouco a cabeça pra me olhar, a boca ainda grudada no mamilo da amiga, e na hora eu já sabia o que fazer.
Me desgrudei do encosto do sofá e me aproximei do alvo que a Jessi tinha deixado livre pra começar um ataque duplo nas tetas da Betty. A posição que a gente tava naquele momento não era a mais confortável pra ela, e não deixava ela se mexer com tanta liberdade, mas a nova onda de calor que eu sentia no meu pau e os tremores leves que percorriam o corpo dela me mostravam que ela não tava sofrendo nada.
No fim, a Jessi e eu paramos de brincar com as tetas dela e eu me recostei de novo no encosto pra ficar mais confortável. Segurei a Betty com mais força pela cintura e mandei ela se afastar uns centímetros.
Ela sacou na hora o que eu ia fazer, o rosto dela sorrindo já antecipando o que vinha. Firmei bem os pés no chão, a Betty apoiou as mãos no encosto do sofá, respirou fundo, e eu comecei a bombar com tudo.
Sorte que a Jessi tava por perto, porque veio a calhar uma terceira pessoa pra calar os gritos da Betty. Mesmo com a posição improvisada, a Jessi não perdeu a chance de fazer mais uma maldade e, enquanto usava uma mão pra calar a amiga, a outra... A outra mão se divertia com os peitos dela.
O aumento no volume dos gemidos dela foi suficiente pra entender que ela tava gostando muito do que a gente tava fazendo com ela. Meu pau tava cada vez mais quente dentro daquela caldeira que a Betty tinha entre as pernas, e o corpo todo dela deu uns leves tremores três vezes, bem seguidinhas uma da outra.
Os braços dela começaram a perder a força, e eu decidi que já tinha judiado bastante da buceta dela, então tirei meu pau, que saiu completamente ensopado daquele cantinho da Betty.
A Jessi finalmente soltou ela e deu um passo pra trás. A Betty virou pra sair de cima de mim e se jogou de lado, ficando estirada no sofá, com a respiração ofegante e o corpo sem forças pra se mexer.
— Parece que ela ficou satisfeita. — Falei pra Jessi com um sorriso de satisfação estampado na cara.
— Eu não. — Ela respondeu. A Jessi tava com uma expressão digna de documentário do Animal Planet, uma leoa prestes a se jogar na presa.
Ela colocou a mão no meu peito e me forçou a me apoiar de novo no encosto do sofá. Aí virou de costas pra mim, passou uma das pernas pro outro lado, me dando uma visão linda daquele rabo firme apontando pro meu rosto.
— Tá vendo, não é, Clarita? — Perguntou, e, mesmo sem ver a cara dela, o tom de voz já deixava claro que a Jessi tava fazendo uma careta debochada. — Aguenta mais um pouco, preciosa. Daqui a pouco a gente deixa você entrar.
— Então se apressa, porque eu não aguento mais. — Respondeu minha irmã, com a voz ofegante.
Tão concentrado que eu tava com as amigas dela que nem tinha prestado muita atenção nela, mas virei a cabeça pra espiar pelo lado da Jessi, pra ver qual era a causa daqueles gemidos.
Não só a gente tinha dado um show pra ela, como a Clara tava nos dando um também. Ela tinha se largado no sofá até só a cabeça dela ficar encostada no encosto. As pernas dela estavam bem abertas, e ela tinha as duas mãos brincando com a própria entreperna. Com uma mão, ela mantinha abertos os lábios da buceta, enquanto com a outra enfiava dois dedos uma e outra vez, num ritmo não muito intenso, mas que enfiava bem fundo sempre que podia.
Não tem palavras pra descrever o que senti quando percebi que minha irmãzinha tava se masturbando na maior cara de pau enquanto me observava comendo as melhores amigas dela de toda a vida.
Eu sabia que tinha um nível de tesão muito alto na cabeça dela, por algo a gente tinha acabado transando na casa dos meus velhos. Mas era como se eu não conseguisse cair na real do quanto ela era safada apesar disso, e, no entanto, lá estava ela, enfiando dois dedos na buceta enquanto eu tava prestes a cravar minha porra na melhor amiga dela.
Jessi deixou a bunda cair enquanto segurava meu pau com firmeza, pra cabeça ficar bem na entrada da caverninha dela. Uma nova sensação de calor chegou ao meu cérebro vindo da minha glande quando entrei nela.
Minhas mãos ficaram na cintura dela e começaram a fazer força pra me enfiar cada vez mais fundo no corpo dela. Meus olhos, enquanto isso, continuavam cravados nos da minha irmã, que por sua vez tinha o olhar fixo em mim.Vai fundo, até o talo. Quero ver você enfiar essa pica nela.Não precisava que essas palavras saíssem da boca da minha irmãzinha, naqueles olhos verdes cheios de perversão e desejo dava pra ler a mensagem perfeitamente.
Uns segundos depois, a bunda da Jessi pousou nas minhas coxas, deixando ela bem cheia de pau, exatamente como ela queria. Nessa posição, ela levou o corpo pra trás, apoiando as costas no meu peito.

— Como eu… adoro… seu pau… Pedrito — ela tentou dizer, a voz entrecortada pelos gemidos.

Deixei minhas mãos saírem da cintura dela, e uma delas foi tocar os peitos dela enquanto a outra descia até a buceta, procurando com ansiedade aquele lugarzinho que dava tanto prazer pra ela. Um gemido me avisou que eu tinha encontrado, e comecei a pressionar com suavidade, enquanto Jessi iniciava um movimento lento com a cintura.

Ficamos assim por um bom tempo, os dois dando uma imagem extremamente excitante pra minha irmã, que via como o corpo da amiga tinha feito meu pau desaparecer até as bolas.

— Tá gostando do que vê, irmãzinha?
— Ufff… Tô gostando… Tô gostando muito! — respondeu ela, enfiando aqueles dois dedos cada vez mais rápido. — Come toda essa puta!
— Ai, sim… Por favor… Faz o que ela tá mandando… uffffffffffff… sua irmã, Pedrito… Me come toda.

O tesão era alto demais pra não obedecer. Mas eu ia dar um show bonito pra minha irmãzinha, já que ela ficava tão excitada nos vendo.

Parei as brincadeiras com a Jessi e tirei meu pau. Depois fiz um sinal pra ela se levantar, e eu fiz o mesmo.

— Suas mãos aqui, Jessi. — apontei, indicando os apoios de braço do sofá onde minha irmã estava. — E a raba bem empinada. — falei, acompanhando a ordem com uma palmada sonora.

Jessi me obedeceu sem reclamar, ou melhor, soltando um gemido ao sentir minha mão batendo na bunda dela.

As duas amigas ficaram com os rostos separados por poucos centímetros, o que deu pra minha irmã um close perfeito da cara de prazer que a amiga fez quando eu me posicionei. atrás dela, coloquei minha mão direita na cintura dela, a esquerda no ombro, e finalmente deixei meu pau penetrar ela com calma até encher ela toda de novo.
–Meu Deus! –Foi tudo que ela conseguiu dizer antes de eu começar o movimento.
–Não grita, Jessi. –Ordenou Clara, sem parar de se tocar. –Senão os vizinhos vêm encher o saco de novo.
–É que… Ai!... puta que pariu... Ele tá… enchendo minha… buceta de… pau.
Minha irmã cortou o assunto e já foi logo beijando a boca dela enquanto eu continuava metendo cada vez mais forte.
–Era pra ele não meter até a gente mandar. –Reclamou Betty, se posicionando atrás de mim e passando as mãos no meu peito.
–Precisava calar ela de algum jeito. –Respondeu minha irmã, parando os beijos por um instante antes de enfiar a língua de novo na boca da Jessi.
–Tá bom, então. Agora manda ver, Pedro. Arrebenta ela no meio!
Como quem não quer nada, eu engatei a quinta e fui fundo, coloquei as duas mãos na cintura dela e comecei a meter com tudo. Metia com tanta vontade que o corpo da Jessi tava praticamente no ar.
Minha irmã teve que largar a boca da amiga e se contentou em tampar com as mãos, porque não tinha jeito dela ficar quieta.
Uns segundos depois a gente ouviu um gemido longo e forte, abafado pela minha irmã, e meu pau finalmente saiu da buceta da Jessi, deixando escapar todo o mel vaginal dela.
Clara saiu do sofá pra Jessi poder se jogar ali, já que as pernas dela mal aguentavam ficar de pé. Ela chamou minha irmã pra perto, segurou o rosto dela com as mãos e deu um beijinho rápido na boca.
–Bendita sejas, Clarita! Melhor amiga do mundo! –Exclamou, se jogando de novo no sofá com um sorriso de orelha a orelha.
–Agora vocês vão deixar eu entrar? –Perguntou, como se pedisse permissão pros pais pra fazer algo que tinham proibido de castigo. comportar mal.
-Tá bom. Tem que admitir que você aguentou bem o castigo. Achei que não ia durar nem cinco minutos antes de se jogar em cima da gente pra ficar com seu irmão.
-A ideia passou pela minha cabeça umas duas vezes, mas não foi tão ruim ver vocês recebendo a pica do Pedrinho. –Ela admitiu, sorrindo. -Vamos pro quarto?
-Sim, melhor ir pra lá que a gente fica mais à vontade. –Betty se juntou, já indo em direção ao meu quarto.

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Uma vez lá, nós quatro, minha irmã abriu meu armário, procurando sei lá o quê.
-Que porra você tá fazendo?
-Procurando um edredom. Onde você colocou? –Perguntou, com a cabeça enfiada dentro do móvel, remexendo igual um cachorro que não acha o osso que enterrou tempos atrás.
-E pra que você quer um edredom?
-Você me dá o edredom e depois vai entender.
-Deixa, vou pegar pra você. Você não alcança nem fudendo.
-Coloquei a mão no ombro dela pra ela sair dali e me estiquei pra pegar a prateleira mais alta. Com um pouco de esforço, consegui tirar a porra do edredom, sem entender o que minha irmã queria fazer com aquilo.
-Aqui tá, você não alcançava nem com escada lá em cima. –Falei, num tom de zoeira.
-Idiota. –Foi a resposta simples da minha querida irmã.
-Bom, e então? –Insisti. -Pra que você quer o edredom?
-Tudo tem que explicar pra esse menino? Falo com maçãzinhas, se quiser.
-Ai, meu deus… Para de enrolar com isso. –Jessi interveio. –Você me dá o edredom. Olha, Betty, me dá uma mão.
As duas minas se encarregaram de colocar o edredom sobre a porta do meu quarto e depois fecharam ela. Como ela abria de novo, Betty foi buscar uma cadeira na sala pra colocar na frente da porta e mantê-la o mais fechada possível.
-E as janelas? –Perguntou Jessi, assim que terminaram o serviço.
-Vamos ver… Não, não precisa. Com essas cortinas já dá conta. –Anunciou minha irmã, analisando o tecido com olho de expert.
-Ah, agora entendi! –Falei, finalmente sacando a parada. –É boa essa.
-Você nunca Você já fez algo assim?" – perguntou minha irmã.
"Eu não. E você? Porque na casa dos velhos a gente não fez isso."
"Eles tomam remédio pra dormir. Não precisava fazer."
"E com quem supostamente você precisou fazer?" – perguntei num tom levemente acusador.
O interruptor de irmão ciumento tinha acendido, mas Clara não parecia nem um pouco interessada em me dar motivo pra continuar a conversa.
"Problema meu. O que importa agora é que os vizinhos não vão encher o saco com os barulhos que a gente fizer." – Ela cruzou os braços. – "Então escolhe: ou você quer encher meu saco com o que eu fiz ou não fiz alguma vez, ou quer se divertir nesse quarto agora mesmo."
Por um momento, pensei em insistir no assunto. Apesar de ter dito tudo com um sorriso, era óbvio que ela não tinha a menor intenção de ficar me contando como, quando e com quem tinha precisado usar esse truque pra abafar os barulhos na hora do sexo.
Eu não era tão idiota a ponto de achar que minha irmã nunca tinha transado na vida. Embora nunca tivesse tido um relacionamento que desse pra chamar de "sério", ela já tinha pegado uns caras aqui e ali, pelo menos que eu soubesse, mas bem que podia ter tido outros que eu nunca fiquei sabendo. Mesmo assim, não era algo que eu gostasse de pensar, por isso mantinha essas ideias trancadas num canto isolado do meu cérebro.
"E aí, garotão?" – A voz da minha irmã me tirou dos pensamentos. – "A gente não tem a noite toda pra você meditar."
Como única resposta, me aproximei da minha irmã, plantei minhas mãos na bunda gostosa dela, levantei ela no ar, ela enrolou as pernas em volta do meu corpo e comecei a beijar a boca dela sem freio. Talvez outro dia eu pudesse questionar sobre os relacionamentos dela e entrar no modo irmão guarda-costas, mas não ia cortar a ação daquela noite por uma merda dessas.
Andando pra trás, acabei batendo na borda da minha cama e, tendo a sorte de calcular bem onde estava, me deixei cair no colchão ainda com minha irmã. em cima. Uma das minhas mãos tinha largado a maçã divina dela pra passar pelos cabelos dela e não deixar ela largar aquele beijo por nada desse mundo.
Meu pau já tinha voltado a ficar durinho quando notei um par de mãos tocando ele pra estimular ainda mais.
— Que coisa essa garota Clarita! — Exclamou a Betty num tom de sacanagem. — Ei! A gente falou que você podia entrar na brincadeira, não roubar o Pedro só pra você!
— Já que você tá tão afim, então faz logo de uma vez. — Disse a Jessi, pegando minha irmã pela cintura e aproximando o corpo dela do meu pau.
A Betty seguiu a ideia da amiga e segurou meu pau de um jeito que apontasse pra buceta molhada da Clara.
De novo, senti aquele calor ardente que me envolvia toda vez que eu entrava na minha irmãzinha. Podia transar com ela um milhão de vezes mais e nunca me cansaria daquela sensação na vida.
No meio de resfôlegos e gemidos, a Clara levou uns minutos pra se acostumar de novo com o tamanho do meu membro. Os dedos dela eram tão pequenos que dois não tinham sido suficientes pra se preparar.
Assim que relaxou de vez, minha irmã começou a cavalgar em mim, aumentando a intensidade dos movimentos aos poucos. O apertado que ela ainda tava não ajudava nada a diminuir meu tesão, mas as amigas da Clara trataram de me distrair um pouco.
— Olha só, gente, eu tô cansada e quero sentar. — Disse a Jessi, se aproximando de nós, especialmente da minha cabeça. — Acho que aqui vou ficar confortável. — Ela passou uma perna por cima da minha cabeça, ficando de costas pra minha irmã, e sem mais delongas sentou na minha boca. — Aaaaaah… agora sim tô melhor. Que assento confortável!
Demorei uns segundos pra me recuperar da surpresa, meu cérebro parecia ter desligado de susto por me ver com a virilha da Jessi colada na minha cara. Minha língua, por outro lado, não teve esses problemas; saiu na hora da minha boca pra explorar a caverninha da Jessi.
— Mmmmmmmm… Não se sente tão Bem, adoro estar cheia do teu pau, Pedrito, mas tu chupa até que bem. –Comentou entre gemidos.
Isso tinha arranhado um pouco meu ego. Embora eu não pudesse negar que os genes me abençoaram com uma bela rola, meu orgulho ficou ferido por ela dar a entender que era só por isso que valia a pena ficar comigo.
Era hora de mostrar que, na hora do sexo, eu podia oferecer mais que uma rola. Minhas mãos, que até então estavam roçando as coxas da minha irmã, se posicionaram sobre a Jessi e apertaram para pressionar ainda mais meu rosto contra a boceta dela.
Comecei a mexer minha língua e usar minha boca por todos os lados, tentando provocar todo tipo de sensações nela. Os gemidos da Jessi começaram a ficar cada vez mais altos, mas graças à ideia da minha irmã, já não me preocupava tanto com os vizinhos ouvirem.
Mesmo com o corpo dela sendo tomado por leves tremores duas vezes, eu não abandonei minha tarefa, até dando um jeito de aproximar uma das mãos e roçar o clitóris dela algumas vezes, o que quase fez ela pular da cama, mas não deixei ela escapar em momento algum.
–Que pau gostoso… mmmmmmm… assim, cara… Enche toda…
As palavras da Clara também chegaram aos meus ouvidos e percebi que quase tinha me esquecido de me mexer um pouco para acompanhar os movimentos dela.
Para conseguir focar em fazer duas coisas ao mesmo tempo, apressei um pouco o serviço com a Jessi e voltei a torturar a boceta dela com minha mão, até que finalmente ela soltou um longo gemido da boca e uma boa quantidade de líquido da sua caverninha.
Como alguém que sobrevive semanas no deserto quando lhe oferecem um copo de água fresca e limpa, eu bebi tudo que consegui coletar do néctar da Jessi até saborear a última gota. Jessi se virou para o lado e ficou estirada no colchão para normalizar a respiração.
–Não engole! –Disse a Betty, quase gritando.
Eu olhei para ela tentando entender o motivo daquela ordem, mas na hora ela se aproximou de mim por do outro lado e me beijou até introduzir a língua na minha boca, tentando roubar o máximo que podia dos sucos da amiga dela. Pra dar o gosto, eu fiz força pra passar tudo o que dava até que ela se desgrudou de mim.
—Aaaah! —Ela exclamou num suspiro de prazer, depois de engolir com deleite. —Isso sim que foi tasty. Quer provar a Jessi? —Perguntou, olhando pra minha irmã, que observava a amiga com os olhos arregalados, sem acreditar que a amiga tinha acabado de fazer aquilo.
—Sim. —Foi tudo o que ela conseguiu responder enquanto continuava cavalgando.
Betty se aproximou de Clara e ela a beijou igualzinho como Betty tinha me beijado, procurando até o último resquício dos sabores de Jessi naquela boca.
Eu já não aguentava mais de tesão, precisava descarregar um pouco de energia. Quase furioso, levantei minha irmã pra conseguir sair de dentro dela, me coloquei no pé da cama, peguei ela pela cintura, mas dessa vez posicionado atrás dela, e enfiei de novo tudo de uma vez, pra recomeçar as penetrações.
Clara, por sua vez, soltou um uivo enquanto estava de quatro recebendo meu pau. Isso só me deu mais vontade de meter com força, e me deixei levar, aumentando cada vez mais a intensidade dos meus movimentos.
—Você tá partindo ela ao meio! —Disse Jessi, um pouco preocupada com o volume dos gemidos da minha irmã. Quase parecia que tava comendo uma banshee.
—Não para!... Continua! —Interveio minha irmãzinha, juntando forças de sei lá onde pra falar essas poucas palavras.
—Os vizinhos vão nos ouvir de verdade.
—Então tampa a boca dela com alguma coisa e pronto. —Ordenei, minhas palavras saindo amontoadas pelo esforço de tentar falar algo no meio das penetrações.
Eu tinha dito isso pensando que ela usasse alguma peça de roupa, um lenço ou o que tivesse à mão, pra improvisar uma mordaça. O que eu não esperava era que ela fosse até a cama, sentasse na frente da minha irmã, abrisse as pernas e praticamente a silenciava, obrigando ela a chupar a pussy dela.
—Não grita tanto e chupa, Clarita. —Ordenou Jessi, colocando uma mão na nuca da amiga pra manter ela grudada e evitar que fizesse tanto barulho.
Eu tinha ficado tão surpreso com o que tava rolando que perdi toda a concentração, e a velocidade que eu vinha dando em cada estocada no corpo da minha irmã despencou.
Mas até que não foi ruim, porque assim dava pra esticar aquele momento por um tempão. Ter minha irmã de quatro recebendo meu cock, com uma das melhores amigas dela aproveitando a língua dela… Se isso era um sonho, não queria que me acordassem por nada.
—Isso parece divertido. —Comentou Betty, que tinha se levantado e tava do meu lado. —Posso entrar?
—Se for por mim, pode vir. —Respondi, fazendo um gesto com a mão pra ela avançar.
Betty simplesmente engatinhou pela cama até chegar perto da Jessi, que tava ocupada demais de olhos fechados, gemendo por causa das habilidades orais da minha irmã, e sussurrou algo no ouvido dela que não consegui ouvir.
Seja lá o que tinha dito, Jessi abriu os olhos de repente e olhou com cara de surpresa pra Betty. Na hora sorriu, deu um beijo suave nos lábios da amiga e balançou a cabeça, sorrindo.
Se alguém tivesse me dito na adolescência que um dia na minha vida eu ia ter minha irmã de quatro levando porrada do meu cock, enquanto ela chupava a pussy de uma das melhores amigas dela, e essa amiga ainda fazia um sessenta e nove magnífico com a outra melhor amiga… Nem nos meus melhores sonhos eu teria imaginado essa cena, e mesmo assim tava ali.
Eu tava vendo um show de gemidos, mas eu era o maestro e meu cock a batuta grossa que comandava minha irmã. Entre ela e a Betty, tavam cuidando pra Jessi soltar todo tipo de som de prazer, e essa última devolvia o favor a Betty devorando a buceta dela com gosto.
Se eu pudesse fazer aquele momento durar pra sempre. Se existia uma hora boa pra morrer de repente, sem aviso, essa com certeza tava na lista de opções possíveis.
– Por favor… Como elas chupam bem, suas filhas da puta! – Exclamou Jessi no meio dos gemidos. As mãos dela iam pra todo lado, procurando algum lugar pra se agarrar, tentando aguentar todas as ondas de prazer que invadiam a cabeça dela sem encontrar resistência.
Clara, por sua vez, não tava em condições de responder, mesmo que não tivesse o rosto coberto pela virilha da amiga. Já tinha começado a gastar o que restava das minhas energias, e tava dedicando elas pura e exclusivamente a meter com tudo na minha irmã.
Cada batida entre nossos corpos ecoava pelo quarto inteiro, meus suspiros tentando buscar ar preenchendo os poucos espaços de silêncio que o show de gemidos e ofegos das três amigas deixava.
Já tinha perdido a conta de todos os orgasmos que elas tinham tido entre si, mas eu já tava chegando no segundo da minha conta. Minha respiração ofegante foi sendo substituída cada vez mais por grunhidos quase animais, era tamanho o esforço que eu tava fazendo pra meter tão fundo na minha irmãzinha quanto possível.
– Não aguento mais, irmãozinho… Por favor… Goza de uma vez… – Pediu minha irmã quase com desespero.
– Aguenta… já já… – Foi tudo que consegui responder.
Só então percebi que minhas coxas estavam praticamente encharcadas pelos fluidos da minha irmã, que já devia ter gozado umas duas vezes no mínimo. Uns segundos depois, finalmente cheguei ao meu clímax, deixando sair tudo que tinha guardado nos ovos dentro da minha irmãzinha.
Saí de dentro dela e um novo jorro de líquido brotou dela, acompanhado por um gemido longo que se esticou até quase virar choro.
Minha mente ficou em branco por uma fração de segundo que pareceu durar uma eternidade. Consegui me segurar bem na hora, colocando as mãos no colchão, já que minhas pernas pareciam ter desistido depois de tudo que trabalharam naquele dia.
Aos poucos, fui me deixando cair até o chão, ficando sentado com as costas apoiadas nos pés da cama.
— E nosso prêmio? — perguntou Betty, espiando a cabeça pela borda da cama. Um segundo depois, parecia ter entendido a situação. — Gozou dentro?
Quase sem forças nem pra me mexer, levantei a cabeça até encontrar os olhos de Betty e assenti em silêncio.
— Ah, não! — disse ela, quase num grito de guerra. — Isso se divide! — A cabeça dela sumiu de novo da minha vista, mas a voz ainda dava pra ouvir. — Jessi… Jessi!… Vem cá, que o Pedro gozou dentro.
Em seguida, ouvi os sons das amigas da minha irmã se mexendo na cama.
— O que vocês tão fazendo? Não, por favor! Não… Não que eu não aguento MAAAAAAAA…
O grito da minha irmã quase atravessou meus tímpanos de lado a lado. No meio da nova leva de gemidos dela e dos chutes que batiam no colchão, consegui ouvir uns barulhinhos de chupão.
Parecia que ainda me sobrava uma reserva de energia, porque assim que entendi o que tava rolando, levantei na hora.
Uma nova cena pros livros de história tava acontecendo na minha cama, com Jessi e Betty castigando sem piedade a buceta da Clara pra extrair até a última gota do meu sêmen que pudesse ter ficado lá dentro.
Betty percebeu que eu tava perto delas, porque se virou, engoliu o que tinha na boca e se jogou no meu pau pra limpar com a língua. Jessi terminou de resgatar tudo que dava e também foi ajudar Betty na tarefa. Por fim, Clara juntou as poucas energias que sobravam e também se aproximou pra serem as três extraindo os últimos restos da minha porra.
No fim, as Três terminaram de costas no colchão, se lambendo com gosto, igual três novinhas que acabaram de saborear o doce favorito delas.
Eu aproveitei aquele pico de adrenalina que tinha sentido e fui direto pro chuveiro pra deixar elas recuperarem as energias.

Já debaixo da água do chuveiro, tentei deixar a água quente soltar todos os meus músculos. Mas parecia que ainda não tinha acabado.
— Posso entrar? — Perguntou a voz da Jessi do outro lado da porta.
— Pode.

A amiga da minha irmã entrou no chuveiro comigo, exatamente como eu já imaginava que ia rolar assim que ouvi a voz dela.
— E as outras?
— Apagaram. — Ela mordia o lábio, como se estivesse na dúvida sobre o que tava fazendo.
— E o que cê tá fazendo aqui, então?
— Não tá na cara? — Perguntou, os olhos pretos dela me encarando.
— A Clara te mata se descobrir. — Respondi.
E era sério. Ela e a Betty tinham zuado ela por ter transado comigo de costas, e agora a Jessi entrava no chuveiro querendo ficar comigo a sós.
— Melhor a gente se apressar, então, pra ela não descobrir. — Concluiu, enrolando os braços no meu pescoço e colando os lábios nos meus pra me beijar com tesão.

Mais uma vez eu tava brincando com fogo, mas aquela mina me dominava. Antes mesmo de conseguir pensar meio segundo se era uma boa ideia o que a gente tava fazendo, meu pau já tinha subido de novo e minhas mãos percorriam o corpo dela como se fosse a primeira vez que eu tocava.
A Jessi sentiu minha ereção e na hora virou de costas pra se oferecer pra eu comer ela naquela posição.
Aceitando o convite, segurei a cintura dela com uma mão enquanto a outra guiava meu pau até a entrada dela. Na hora encostei a cabeça e fiz força pra entrar. Tava menos apertada que antes, o que me deixou ganhar tempo pra encher o interior dela de novo com meu pau.
A Jessi fazia o possível pra não fazer barulho enquanto eu começava a meter. Não podia perder nem um segundo, porque as minas podiam acordar a qualquer hora. momento, então mal percebi que ela relaxou, acelerei o ritmo.
—Segura firme, Jessi.

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Uns minutos depois eu tava saindo do chuveiro, me apressando pra me secar antes que minha irmã ou a Betty acordassem e nos pegassem os dois sozinhos no banheiro.
—Tá bem, Jessi? —Perguntei, espiando por um lado da cortina do chuveiro.

Ela ainda tava no chão do box, sem força nas pernas pra se levantar de novo. Me olhou com um sorriso no rosto, parecendo bem cansada, e acenou que sim, sorrindo. Um fiozinho de porra escorria da bucetinha recém-maltratada dela e sumia pelo ralo do chuveiro.

Voltei pro quarto e as minas ainda tavam dormindo. Acordei elas e avisei que já tinha tomado banho e que a Jessi tava no banheiro agora.
—Não demorem no banho que vai ficar tarde. —Pedi, olhando especialmente pra minha irmã. —Os velhos não encheram o saco com ligações ainda?
—Deixei o celular na mesa, mas acho que não. Falei que a gente podia vir jantar no teu apê, pra elas conhecerem também. —Ela disse, sorrindo.
—Bom, conheceram, conheceram. —Respondi, imitando o sorriso dela. —Mas mesmo assim não percam tempo, daqui a pouco levo vocês de volta.

Falei isso e saí do quarto pra ir na cozinha pegar algo pra beber e recuperar um pouco as energias.

Uma hora depois a gente já tava no carro a caminho de deixar as minas em casa. Por sorte elas me deram uma mão pra arrumar tudo no apê e limpar o máximo possível. Algumas coisas, principalmente os lençóis, eu ia ter que lavar separado, mas pelo menos meu quarto já tinha parado de cheirar a sexo quando saímos.

A viagem foi tranquila, sem atrasos nem perrengues. Eu e as minas távamos satisfeitos com o que a gente tinha feito, e nem minha irmã parecia interessada em fazer mais nada, mesmo podendo ter aproveitado que tava no banco do carona.
Betty tinha sido a primeira passageira a descer. Clara também desceu pra dar um abraço forte nela antes de se despedir, mas a amiga dela primeiro veio até a minha porta pra me cumprimentar também.
— Valeu, Pedrito. Dessa noite eu nunca mais vou esquecer. — Falou, me abraçando.
Sem me dar tempo de responder, foi na direção da minha irmã pra envolver ela nos braços e também agradecer. Feito isso, entrou pela porta e mandou um último sorriso antes de sumir.
— Dá pra me deixar em casa primeiro? — Perguntou minha irmã antes de eu ligar o carro. — Tô morta de cansaço.
Surpreso com o pedido dela, concordei e engatei a primeira. Me chamou a atenção ela ter resolvido me pedir uma coisa dessas depois do que tinha acabado de rolar. Justamente pensei que ela ia ficar mais esperta do que nunca pra não me deixar sozinho com nenhuma amiga dela. Mas, ou ela tava realmente muito cansada e nem tinha energia pra pensar nisso, ou já tinha deixado de se importar com essa ideia depois de eu ter transado com as três umas horas antes.
Uma terceira opção passou pela minha cabeça: talvez a ideia dela fosse me deixar a sós com a Jessi. Ainda divagando sobre o que diabos tava rolando, estacionei na calçada da casa dos meus pais. Ao ver meu carro na rua, minha mãe apareceu na porta e veio até o carro pra cumprimentar todo mundo, que já tinha descido pra calçada.
— Oi, galera! Se divertiram? No final, cearam no seu apartamento, Pedrito?
— Sim, comemos empadas. — Respondi, sorrindo. — Tavam bem gostosas, bem suculentas.
— Bom, que bom. E você, Jessi, tá bem?
— Tô, só um pouco cansada. Hoje foi um dia bem intenso. — O bocejo longo que saiu da boca dela serviu pra reforçar o que disse.
— Eu também tô acabada. — Completou Clara. — Então já vou entrando. Valeu pela comida, maninho. — Me deu um abraço forte e depois me soltou pra falar com a Jessi. — A gente se vê, Jessi, depois a gente tem que Combinar aí o negócio do seu aniversário, já que falta pouco.
—Claro, a gente fala depois. —Respondeu ela, abraçando a amiga.
Minha irmã entrou em casa e deixou nós dois com a minha mãe.
—Então mãe, vou levar a Jessi na casa dela e depois já vou pro apartamento, tá?
—Pode ir, Pedrinho. Não demora muito que já é tarde.
—Sim, fica tranquila. Deixo a Jessi e já tô no meu apê.
—Tá bom. —Ela se aproximou pra dar um beijo de despedida na bochecha minha e da Jessi. —Descansem bem, galera.
—Valeu! —Respondeu a Jessi, toda simpática. —Igualmente pra senhora. E manda um abraço pro seu marido, que ele se recupere logo.
—Ai, você é um amor, Jessi! O gordão tá nessa, a gente tá de olho bem curto pra ele não aprontar nada com a comida, então ele tá se recuperando bem.
—Assim que eu gosto, deixa ele com medo de cagar! —Falei entre risadas. —Que ele se cuide ou vai passar o resto do ano na alface! Então mãe, vamos nessa ou a gente vai acabar chegando tarde.
—Tá certo, não vou segurar vocês mais. Boa noite, galera. —Ela disse, se despedindo e voltando pra dentro de casa.
Nós subimos de novo no carro com a Jessi, dessa vez ela no banco do carona, e arrancamos pra deixar ela em casa.
—Posso te fazer uma pergunta, Pedro? —Perguntou a Jessi, um tempinho depois de começarmos o caminho pra casa dela.
—Claro, fala aí.
—Desculpa se a pergunta é chata, mas você nunca pensou em trampar com outra coisa?
—Sinceramente, não. Tipo, até pensei uma vez ou outra, mas não conheço outro trampo que pague tão bem.
—Imagino que não... Mas também não é como se você fosse trampar nisso o resto da vida, né? Não te vejo chegando aos sessenta e ainda tirando a pica por um buraco pra alguma gostosa chupar.
—É, sei lá... Uma hora vou ter que pensar em fazer outra coisa, com certeza, mas por enquanto acho que tô bem. Mas, só com o diploma do ensino médio, também não é como se fossem chover ofertas de trampo com salários bons.
—É verdade, você teria que se ligar pra avançar. com a sua carreira então.
— Ainda tenho tempo pra isso. — Algo não batia nessa história toda. De onde tinha vindo essa preocupação repentina? — Aliás… de onde veio essa pergunta? Você não quer mais que eu trabalhe lá ou o quê?
— Pra mim tanto faz. — Respondeu Jessi rapidamente, talvez rápido demais pra soar convincente. — Mas, pra ser sincera, a Clara tá um pouco preocupada. E ela me pediu pra falar sobre isso com você.
Então era essa a verdade do assunto! Já tava achando estranho a Jessi soltar uma pergunta dessas do nada.
— Ah… Já entendi por que ela mandou você vir de mensageira.
— Pois é, se ela mesma falasse, você ia mandar ela tomar no cu na hora.
— Óbvio. — Falei, bufando de irritação. Já tinha que a Clara entrar no modo “irmã mais velha” e tentar me dar conselhos de vida!
— Olha, eu não sou ninguém pra te dizer o que fazer da sua vida. — Ela começou, tentando usar um tom mais conciliador. — Mas sua irmã tem um pouco de razão. Você não vai viver a vida toda desse trampo. O que vai fazer lá pelos trinta e poucos quando tiver que entregar um currículo e falar da sua experiência anterior? “Gloryhole. Quinze anos passando meu pau por um buraco pra alguma desconhecida chupar.” Já imagino todas as empresas desesperadas pra te contratar. — Ela completou, com uma boa dose de sarcasmo temperando a última frase.
— Já sei disso, não precisa do sarcasmo. Mas também não é questão de você ou minha irmã começarem a se meter na minha vida do nada.
— Sua irmã quer cuidar de você…
— Não tenho cinco anos. Sei me cuidar sozinho.
— Bom… Tá bem. Você tem razão em que a gente não tem que ficar te dizendo o que fazer. Mas pensa nisso, ok? A Clara só tá tentando fazer você pensar no futuro. Viver de deixar chuparem seu pau não é o melhor caminho pro futuro. Você precisa de um trabalho de verdade, mesmo que ganhe menos, e você sabe que é verdade.
— Sim, eu sei. Mas fala pra ela que não precisa te usar de mensageira pra isso.
— Conheço você praticamente desde que nasceu. Ela não é a única que se preocupa com você, sabia?
—Chegamos. —Anunciei, dando a conversa por encerrada.
—Valeu, Pedrito. —Ela disse, saindo do carro. —E obrigada por me emprestar o livro! —Completou, abraçando ele como se fosse um bebê recém-nascido.
—Por favor, cuida bem dele. E quando terminar de ler, não deixa ele largado pela sua casa, tá? Me traz de volta o mais rápido possível, por favor. —Supliquei, juntando as mãos como se estivesse rezando.
—Pode ficar tranquilo. —Ela entrou em casa e fechou a porta.
Não tinha passado nem um segundo, nem me deu tempo de ligar o carro, quando Jessi saiu de novo na rua fazendo gestos pra eu não ir embora ainda.
—Aconteceu alguma coisa? Esqueceu algo? —Perguntei, assim que Jessi abriu a porta do carro pra entrar de novo.
Em vez de perder tempo com palavras, ela deixou as ações falarem por si. Se enfiou como pôde dentro do carro pra chegar perto de mim, agarrou meu rosto com as duas mãos e me comeu a boca de um jeito selvagem, quase que literalmente me devorando.
Foi uma descarga de adrenalina que não durou quase nada, porque uns segundos depois Jessi cortou toda a intensidade e me deu um último selinho nos lábios, quase como se estivesse assinando aquele beijo tão intenso.
Ela voltou a se sentar no banco do carona e ajeitou um pouco o cabelo que tinha ficado meio bagunçado na desesperação de segurar a cabeça dela pra não deixar escapar. Em seguida, saiu de novo do carro e enfiou a cabeça pela janela.
—Agora sim, Pedrito, boa noite.
Ela virou as costas sem esperar minha resposta e entrou de novo em casa. Em nenhum momento olhou pra trás, mas eu fiquei ali sentado atrás do volante, olhando pra aquela porta que tinha acabado de fechar, como se minha cabeça ainda tivesse alguma esperança de vê-la aparecer numa janela.
Quando ficou óbvio que não ia vê-la de novo naquela noite, engatei a primeira e peguei o caminho de volta pro meu apê. Tinha acontecido tanta coisa numa noite só que o cansaço já tava pesando, e na minha cabeça só queria cair na cama e dormir umas horas. Enquanto dirigia, ficava repassando a conversa que tinha tido com a Jessi uns minutos antes. Não queria admitir muito na frente dela, mas ela tinha um pouco de razão. Mesmo estando numa situação financeira boa naquele momento, mais cedo ou mais tarde ia precisar trocar de trampo, e era melhor me preparar pra fazer isso cedo demais do que tarde demais. Infelizmente, isso significava, como a Jessi tinha dito, que eu tinha que me ligar na faculdade, sim ou sim. Isso em si não era um problema sério, mas eu tinha uma puta dificuldade de juntar vontade e dedicar tempo aos estudos. Me sentia tão confortável no meu trabalho que não achava motivação nenhuma pra passar horas da minha vida cursando e mergulhando em montanhas e montanhas de anotações. Qual era o sentido se não ia me ajudar a conseguir um trampo melhor pago do que o que eu tinha na época? Mesmo assim, não podia me enganar, isso era perigoso pro meu próprio futuro. Aquele não era um trampo que dava pra ficar por anos. Nem era certo que o local fosse durar muito, afinal não era como se a Éyummy tivesse dedicado a vida inteira àquele lugar. Assim como tava bombando na época, se saísse de moda, ela ia fechar numa boa, e duvidava que os funcionários fossem preocupação mínima na hora de decidir se fechava ou não. Preso nesse labirinto de pensamentos, mal percebi que tava chegando no meu destino. Freiei na hora pra não passar reto e virar na rua do prédio. Quando abri a porta do apartamento, ainda dava pra sentir os cheiros de tudo que tinha rolado horas antes. Quase que eu conseguia ver de novo as minhas chupando minha pica no sofá, com a Clara observando tudo de uma posição de privilégio.
Deixei minhas coisas na mesa e fui direto pro meu quarto. Lá, me despi e me deitei na cama. Uma nova onda de cheiros invadiu meu nariz. Cheirava à minha irmã e às amigas dela, aos perfumes delas, ao suor e aos sucos delas. No meio daquele aroma delicioso, minha cabeça finalmente disse chega.

Como minha irmã tinha dito bem, o aniversário da Jessi tava chegando, mas já daria tempo de pensar nisso.

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Se chegaram até aqui, mais um agradecimento. E desde já, muito obrigado a quem tira um tempinho extra pra deixar seus pontos e comentários.

A gente se lê na próxima.

Um pequeno esclarecimento que não achei que fosse necessário, mas aproveito pra fazer aqui: como acontece em 99,999999% dos contos na internet, os fatos que conto aqui são fictícios.
Se quiserem, eu coloco umas fotos e minto dizendo que são fatos reais e que os personagens são realmente minha irmã e as amigas dela, que eu me chamo Pedro, etc., como alguns fazem nesta página e em outras páginas de contos também, mas sempre achei que um bom conto não precisa ser real pra ser excitante.

Lamento se alguém se decepciona, mas em nenhum momento eu disse que essa história era baseada em fatos reais.

36 comentários - Como descobri que minha irmã ama meu pau (Parte XII)

Si queres ponele fotos. Por mi ests bien asi. Con que describas al detslle las cosas es mas que suficiente. Esperamos la continuacion
No se trata de ponerle fotos, sino del que inunda de fotos el post, le mete tres párrafos y dice que eso es un relato 🤷🏻‍♂️
Hay muchos de esos hasta cuests leerlos de la cantidad de fotos que ponen y el relqto es pobre.
Es maravillosa está historia no le falta nada cuando pensaba que clara era mi favorita del relato llega jessi y se lleva toda mi atención +10
salvfe
Sos un groso, relatas muy bien. Y vuelvo a decirlo tb, sos un hdp, siempre la dejás picando 😂😂😂
Genio,esimposible superarse como vos lo hacés.El morbo va en ascenso con cada capítulo,y el relato es insuperable.Te dejo mis humildes 10 y un saludo desde Puerto Madryn,Patagonia Argentina!!!!!!!!
no puede estar mas caliente tu relato, en mi cabeza, todo es real y envidio a tu personaje. Las pajas me las cla vo gustosamente igual! van 10 por no poder dar mas!!!😋🍆💦💦
lumer
Excelente viejo. Vale cada coma.
Y si resultaba ser una historia verídica, le ponía fin a mi triste vida por carecer de hermana...
Aplaudo el esmero.
En cuanto a las fotos.... Si así va de diez, para que inventar la pólvora no?
Quiero felicitarte por tan excitante saga. Y personalmente pienso que los relatos no deberían llevar fotos. Todo lo debe aportar tu imaginación.
Un eyaculador precoz dura más que muchos relatos que hay por aca (algunas de esas historias son muy buenas). No es necesario meter una tonelada de fotos en el post, solo basta hacer una buena descripcion de los personajes y listo.
Ahora a esperar el 13° capítulo.

salen los +10 y reco.
La verdad un relato legendario tirando a un 100% mitico segui asi por favor
tremendoooooo no me canso de desirlo ... cada capitulo te va atrapando y hace querer mas y mas ... con respecto a las fotos no son para nada necesarias la manera de describir todo que tenes hace que la imaginacion vuele es como si lo estuviera viendo en vivo y en directo!! van +10 ya q solo ese puntage se puede dar , sino le pondria un millon de puntos
Que fantástica historia!!!!! Me comí todos los capítulos de una esta tarde!!!! y menos mal que la descubrí "tarde" porque sino me mata la ansiedad hasta que sale un nuevo capítulo (si la seguís fantástico, pero sinó puedo darme por satisfecho) jaja abrazo
Las palabras están de más, ya te comentaron todos los elogios disponibles , pero dos un genio y te mereces mucho más que 10 puntos , felicitaciones y un abrazo grande, si querés escribir el próximo bienvenido sea ,+ 10
Brother no hay palabras para describir lo buenos que estan estos relatos. Realmente muy exitantes cumplen con su cometido. Superas las expectativas, tenes mi10+
Sin palabras loco no hace falta aclarar con los relatos nos llevas a primera persona, pero por favor no tardes tanto en subir los otro
Excelente como siempre. No le pongas fotos, pierde el encanto de una historia bien contada.
Excelente como siempre. No le pongas fotos, pierde el encanto de una historia bien contada.
Muy bueno...!! me gusto la aclaración final que hiciste.... ah!, me parecía raro que hubienran más tipos con la pija como la mia...jaaa! es un chiste..! sigue..?
Para mi están perfectos así. Un buen relato no necesita de más, sólo no te tardes tanto.... 😀 gracias por compartir
Increíble relato, para volverlo a leer de corrido. Muy bueno felicitaciones
Muy bueno loco, no hace falta que sea real para que caliente un relato. Seguí así
porfavor no pongas fotos siento que solo arruinan el relato, ya que uno se da la imagen de los personajes con su imaginación, las fotos solo encasillarian a los personajes y arruinarian el relato.
porfavor no pongas fotos siento que solo arruinan el relato, ya que uno se da la imagen de los personajes con su imaginación, las fotos solo encasillarian a los personajes y arruinarian el relato.
Fantástico sigo leyendo y ma entusiasta estoy con la historia
Muy buena series de relatos, totalmente atrapante. Sigo cada capítulo. Un saludo genio!