Aproveitem!! Tava em casa como sempre por causa da quarentena fazendo tarefa no classroom, já tinha terminado os trabalhos de química e matemática. Ia fazer o de português, mas me deu uma puta preguiça quando vi que tinha que ler uma historinha de 350 páginas, decidi não fazer e mandei uma mensagem pra prof: "Profe, é muita coisa pra ler, não tenho tempo pra ler tudo isso, se quiser me dá outra coisa pra fazer". Mandei e como não tinha nada pra fazer e já era tarde, fiquei viciado no play. No dia seguinte acordo e a primeira coisa que pego é o celular, tinha uma notificação do classroom, não dei bola porque com certeza era mais tarefa, então levantei e fui treinar um pouco. Daqui a pouco o celular toca e era a Cintia me ligando. +Oi, te mandei uma mensagem pelo classroom. ×Oi Cintia, não vi a mensagem. +Ahh, tava falando pra você fazer o trabalho e ler um pouco, não custa nada. ×Ué, mas é muito longo, nem fodendo que vou ler isso, me dá outra coisa. +É que não tenho mais nada pra te dar, vai, não fica de frescura e lê o que mandei. ×Tá bom, mas você não quer ler pra mim? +Moleque, para de encher o saco, não podemos sair e muito menos ler uma historinha de merda pra você. ×Vai Cín, tô com saudade, vem aqui em casa. +Não, você não quer que eu vá ajudar, já sei o que você quer. ×Tá bom, sim, mas vai, não custa nada. +Não. – e desligou. Pelo menos tentei, voltei a viciar no play, já era meia-noite então fui dormir. Já era outro dia e repetia a mesma rotina de ontem, viciar no play. Jogando de boa, chega uma mensagem da Cintia. +Oi, cê tá em casa? Assim que vi a mensagem não hesitei em responder. ×Oi Cín, tô em casa, se arrependeu de ter dito não? +Cala a boca, tem camisinha? ×Não, não tenho, compra que depois te pago o dinheiro. Fiquei esperando enquanto arrumava um pouco. Escuto o carro chegar e os saltos batendo no corredor se aproximando de casa, ela bate na porta. ×Quem é? +Não se faz de boludo, me abre. Abri a porta e na hora o pau subiu, ela tava com um "top" que mais parecia um sutiã transparente, e uma minissaia justa que fazia aquelas pernas do caralho se destacarem. ×Caralho, tu é muito gostosa. +Ah é?, vim ler, não pra ser comida. ×Qual é, não faz drama, entra. Fecho a porta na hora e assim que viro a chave, ela mete a mão no meu pau, eu tava de short e camiseta, não pensei duas vezes e fiz o mesmo, passei a mão na bunda dela enquanto a gente se beijava gostoso. +Ai, filha da puta, como eu senti falta desse pau, caralho. ×Você não faz ideia da vontade que eu tava de você vir. +Aposto que dedicou umas quantas pra mim, né? ×Já perdi as contas. +Como eu amo que você pensa em mim. (toda essa conversa enquanto a gente se beijava e se apalpava) A gente continuou se pegando e eu já tava com o pau durasso, fiz sinal pra ela descer, ela se agachou fazendo a saia subir e mostrar a calcinha fio dental linda, primeiro tirou o top mostrando aqueles peitos maravilhosos, pegou meu short e foi descendo devagar, o pau pulou na cara dela fazendo ela rir, enquanto não tirava os olhos do meu rosto, foi passando a língua por todo o tronco até chegar na ponta, assim repetidamente, me segurando pela cintura começou a chupar minhas bolas, ela tava entretida. Depois começou a mamar de uma vez, não parava de mexer a cabeça, aí teve a brilhante ideia de pegar o pau e bater na própria cara, nessa hora eu segurei ela e comecei a bater com o pau na bochecha e na boca dela, depois a gente levantou e foi pra cama de casal, ela senta na cama e continuou o boquete, só se ouvia o barulho quando o pau ia até a garganta, ela deita de bruços abrindo as pernas, eu deitei na altura da bunda e comecei a chupar a buceta dela enquanto apertava as nádegas, ela gemia pra caralho, eu já tava com o pau durasso e queria comer ela a todo custo. ×Comprou camisinha? +Tava fechado. ×E como a gente faz? +Me come assim mesmo, foda-se. Isso me deixou de pau duro na hora, assim mesmo do jeito que tava. Enfiei, ela deu um gritão de prazer e comecei a meter forte, eu apoiava as mãos no pescoço dela enquanto ela gemia. Fizemos várias posições: ela por cima de mim, contra a parede e até na janela que dava pro corredor. Depois comecei a meter de quatro quando fiz um comentário.
— Que vontade de enfiar no teu cu, filha da puta. — enquanto comia ela.
+ Aaai, vai fundo, já era.
Tirei a pica da buceta e devagar enfiei no cu, enquanto ela segurava a própria bunda pra entrar mais fácil. Ela pediu pra não enfiar tudo, comecei a meter sem parar, ela já tava vermelha e o cu todo roxo de tanto bater. Depois ela tomou o controle e começou a rebolando, enfiando a pica até o fundo, aí comecei a meter com velocidade sem parar.
Depois de um tempo, ela pediu pra gozar dentro, enchi o cu dela de porra e continuamos transando. Depois ela chupou minha pica um pouco, me fez gozar de novo pra tomar a porra toda. Se trocou e foi embora, de presente deixou a calcinha fio dental pra eu pensar nela toda noite.
— Que vontade de enfiar no teu cu, filha da puta. — enquanto comia ela.
+ Aaai, vai fundo, já era.
Tirei a pica da buceta e devagar enfiei no cu, enquanto ela segurava a própria bunda pra entrar mais fácil. Ela pediu pra não enfiar tudo, comecei a meter sem parar, ela já tava vermelha e o cu todo roxo de tanto bater. Depois ela tomou o controle e começou a rebolando, enfiando a pica até o fundo, aí comecei a meter com velocidade sem parar.
Depois de um tempo, ela pediu pra gozar dentro, enchi o cu dela de porra e continuamos transando. Depois ela chupou minha pica um pouco, me fez gozar de novo pra tomar a porra toda. Se trocou e foi embora, de presente deixou a calcinha fio dental pra eu pensar nela toda noite.
1 comentários - A prof de literatura (parte 2)
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