Beatryss, a puta da família

Fala, beleza? Hoje trago pra vocês um relato da poringa girl @beatryss, uma putinha de marca maior, que me contou essa aventura que ela teve e agora a gente traz em relato com umas fotos dela. Fiquem à vontade que a gente já começa.Beatryss, a puta da famíliaHoje trago pra vocês esse relato de como passei de uma simples babá pra puta daquela família. Primeiro, pra quem não me conhece, tenho uns 35 anos, peitos médios e uma bunda boa (é o que os homens mais olham em mim).Argentina

amadorMinha vida sexual começou aos 14 anos, e desde então, o sexo virou algo essencial pra mim. Mas, enfim, indo ao que interessa: eu tava trabalhando numa casa há vários anos, cuidando de um menino de uns 8 anos. Com o tempo e a confiança que eles tinham em mim, eu usava a piscina da casa. Um dia, o avô do menino começou a falar umas coisas, tipo: "que corpo gostoso você tem" e "que bunda linda você tem". Mas nem fodendo que eu ia ficar com o avô do moleque, por mais necessitada de sexo que eu estivesse. Até que me divertia e me animava um pouco.peitaoJá o pequeno (Carlos) devia ter uns 13 anos naquela época, e eu muitas vezes me trocava de roupa quando ele chegava ou colocava o biquíni pra usar a piscina. Muitas vezes deixava a porta do quarto um pouco aberta, sem pensar em nada de mal que pudesse acontecer, afinal tava só eu e o Carlos. Muitas vezes usava camisetas largas e um pouco decotadas sem sutiã, e me sentia super à vontade assim. Um dia, enquanto me trocava, percebi que o Carlos tava me olhando pela porta entreaberta, e não sei se ele percebeu que eu vi e ficou paralisado, ou se tava tão vidrado me vendo pelada que não conseguiu sair. Mas pensei: "Bom, ele já tá na idade da curiosidade", não dei muita importância, mas me dava um certo tesão saber que, provavelmente, as primeiras punhetas do Carlos foram pensando em mim.garotaE aí, eu já deixava a porta completamente aberta e ele passava, eu sabia que ele tava ali mas não falava nada. Depois, o Carlos sempre me ligava pra perguntar qualquer besteira, até sem sentido, imagino que pra ter a desculpa de passar e me ver pelada ou de calcinha e sutiã, e eu falava pra ele entrar sem problema. Um dia, resolvi começar a provocar ele e chamei ele, comecei a tirar tudo, me inclinei deixando minha raba na altura do rosto dele, só com uma fio dental minúscula que cobria só a bunda e quase nada da minha buceta. Quando me virei, já tava na cara que o coitado tava com o pau todo duro e não conseguia esconder. Perguntei se ele nunca tinha visto mulher pelada, e ele disse que sim, de umas revistas que o pai dele guardava. Perguntei o que ele fazia quando via essas revistas, e ele ficou vermelhão, sem saber o que responder. Peguei a mão dele e sentei do lado, só de fio dental, e falei: "Você já bateu umas punhetas vendo essas revistas?" E pra ele ficar à vontade, falei: "Não tem problema, é normal na sua idade, pode falar com toda confiança, vai ser nosso segredo." Na hora ele disse que sim, mas que tava com vergonha de mim. Falei pra ele não ter vergonha, que até eu fazia isso às vezes (quase todo dia que não transava). Falei: "Vamos fazer um trato: eu te ajudo a bater uma, mas você não pode contar pra ninguém." A cara de felicidade não cabia no rosto dele, sem falar nada, só balançando a cabeça concordando com o trato. Ele tirou o pau pra fora, eu pensei que fosse menor, mas na verdade tinha um tamanho bom. Comecei a bater uma pra ele, não durou muito, devia ser pela emoção e excitação que ele tava, em poucos minutos minha mão já tava cheia de porra, e olha que ele tinha bastante leite nos ovos.bunda grandeBem, fiz uma punheta pra ele e deixei ele apalpar meus peitos, até fui ensinando como tocar uma mulher na buceta. Era parte da nossa semana em que eu cuidava dele. Um dia, decidi fazer um boquete. Ele ficou super animado quando falei que ia dar um oral, e igual na primeira punheta que eu fiz, ele gozou em poucos minutos na minha boca. Muito envergonhado, ele pediu desculpas, e eu, pra não deixar ele mal, falei: "Relaxa, olha, vou engolir tudinho". Devo dizer que não curti muito a ideia, mas não quis frustrar as expectativas dele. Só avisei que outro dia ele precisa avisar, porque nem toda mina gosta disso. Ele disse que ok, que ia saber pra outra hora.vadiaDepois de alguns meses, o Carlos, que na minha cabeça ainda era um menino inocente, me surpreendeu quando apareceu pelado no quarto me pedindo pra ajudar ele, porque tava com muita vontade de ganhar um boquete. Mas como já era costume, não liguei muito, me ajoelhei e comecei a dar um boquete gostoso, quando de repente ele fala com uma voz bem segura, até intimidadora: "Quero te comer, sua puta". Imediatamente me levantei e falei que não era assim que se pedia as coisas (puta não me incomodava, já tinham me chamado assim e eu me considerava uma puta mesmo). Aí o Carlos falou: "Acho que minha mãe não ia gostar do que você faz comigo, sendo que eu sou um menino". Óbvio que tentei me manter firme, mas sabia que isso podia me dar problema. Tentei virar o jogo a meu favor e falei que sim, mas porque eu queria, não porque ele tava me forçando (na real, tava morrendo de medo que ele fosse contar, mas por dentro tava tão excitada com toda a situação). Então me deitei e ele subiu em cima de mim e começou a me comer. Não precisava de mais preâmbulo, minha buceta tava um mar de sucos, toda molhadinha, e ele conseguiu enfiar com muita facilidade. Ficou assim por um tempo até que eu falei pra trocar de posição. Fiquei de quatro e mandei ele enfiar. Ele começou a procurar, mas como era iniciante, não acertava direito. Então, com uma mão entre minhas pernas, peguei o pau dele e levei até minha buceta, enfiei e ele começou a me comer. Falei pra ele avisar quando fosse gozar porque não tínhamos camisinha. Poucos minutos depois, ele tirou e senti minhas nádegas e minhas costas cheias de porra.bem vadiaNaquele dia, Carlos deixou de ser um menino e virou homem. Eu parei de ser a babá dele e passei a ser a puta pessoal dele. Todo dia que dava, ele me chamava e eu, bem obediente, ia ser comida como uma vagabunda.muito gostosaUm dia, depois de muita insistência, deixei ele me comer pelo meu cuzinho (não seria a primeira nem a última vez que meu rabo é comido por uma boa pica). Naquele dia, o Carlos não quis me comer de outro jeito, só por ali. Ele ficou tão fascinado que, depois de eu já estar vestida, chegou e disse: "Vadia, fica de quatro que esse cu tá uma delícia". Eu me senti muito desejada, e saber que era a vadia dele me excitava pra caralho, e eu obedecia com prazer.Cu gostosoCom o passar dos anos, Carlos já tinha 17 anos e era costume toda sexta-feira eu chegar e, assim que os pais dele iam trabalhar, eu me despia e entrava no quarto dele pra transar. Eu ficava muito excitada rápido e, com o tempo, Carlos me fazia gozar de um jeito que eu nunca imaginava. Eu me sentia toda uma mulher sendo penetrada por Carlos onde ele quisesse. Mas naquela sexta-feira, quando fui no quarto dele, levei um susto: ao tirar o cobertor, não era Carlos quem estava lá, era um amigo dele que tinha dormido lá no dia anterior e ninguém me avisou. Eu pelada e ele também. A cara dele foi de total espanto, igual a minha. Me recompus na hora e fui pro outro quarto, onde estava Carlos, e reclamei. Ele se desculpou por não ter me avisado, mas eu já estava lá, toda nua, e Carlos estava com o pau duro que nem um carvalho. Começamos a transar e ele sussurrou no meu ouvido: "O Ariel te viu toda peladinha". Eu disse que sim. Ele falou: "Ele deve estar se masturbando, esse cara é muito punheteiro". Eu ri e perguntei: "Quer chamar ele pra entrar???" E Carlos respondeu: "Você acha que aguenta dois?" Aí eu ri e chamei o Ariel. Em poucos segundos, ele apareceu na porta com o pau todo duro. Devo dizer que não era do mesmo tamanho, mas ainda assim era bem bonito. Eu mandei ele chegar perto, tudo isso enquanto Carlos continuava me comendo. Quando ele chegou, peguei o pau dele e meti na boca, comecei a chupar o pau dele, às vezes descia e chupava as bolas. Carlos falava: "Viu como ela chupa gostoso? É uma putinha mesmo." Logo o Ariel pediu pra ele sair, que também queria me comer. Carlos parou, eu me ajeitei de quatro e Ariel começou a me comer enquanto eu chupava o pau do Carlos. Eles foram se alternando até os dois gozarem na minha cara. E assim, toda sexta-feira, eu era a putinha do Carlos e do Ariel. Na terceira vez que transamos os três, eles pediram pra fazer dupla penetração em mim.bunda grande amadora
Beatryss, a puta da família
ArgentinaJá fazia um tempo que eu não era comida pelos dois lados ao mesmo tempo, então nem pensei duas vezes e logo eles se posicionaram: primeiro Carlos no meu cu e Ariel na minha buceta. Ficaram assim, e de vez em quando pediam pra trocar, os dois não queriam parar de me comer pelo rabo, coisa que eu adoro. A partir daí, virou rotina toda sexta-feira ser comida por dois adolescentes, onde as palavras mais carinhosas deles eram "chupa isso, puta", "você é uma vagabunda" e eu, feliz.amadorUm dia, transando com o Carlos no quarto dele, senti a porta abrir e saí correndo pro meu quarto. Vi que era o avô do Carlos, e ele me viu — ou pelo menos foi o que pensei. Mas ele só entrou no quarto do Carlos e depois eu saí vestida, mas sem a calcinha fio dental. Cumprimentei ele toda nervosa, mas o velho não falou nada. Como não disse nada, nos dias seguintes ninguém na casa comentou nada, e pensei que o avô não tinha me visto. Até que um dia, enquanto o Carlos tava na aula, o avô chegou. Eu cumprimentei ele, e a primeira coisa que ele me disse foi: "Olha, eu sei que você é uma putinha que tá dando pro Carlos, que até a calcinha fio dental deixou no quarto dele." Óbvio que pensei que aquele seria meu último dia ali, mas o velho continuou: "Mas se você deixar eu te comer, eu vou ser um túmulo. Ainda posso te dar um dinheirinho extra." Eu, sem pensar duas vezes, falei que sim. Na hora, o velho tirou umas notas e disse: "Vamos começar com algo. Que tal você se despir na minha frente e eu ver o que vou comer em breve?peitaoEntão, bem obediente e sem reclamar, sentei ele numa cadeira e comecei com uma dancinha, tirando a camiseta de um jeito bem sexy, fiquei só de sutiã, saia e uma fio dental. Nisso, o velho me mandou tirar o sutiã e logo já estava com os peitos de fora. Ele mandou eu parar, disse pra eu chegar perto, me agarrou pela cintura e as mãos dele percorreram minhas coxas até chegar nas minhas nádegas. Ele falava: "Eu sabia que um dia ia ter essas nádegas nas minhas mãos, dá pra ver que você é uma puta". Ele me virou de costas pra ele, levantou minha saia, puxou minha fio dental fininha pro lado e começou a enfiar os dedos na minha buceta. Depois, baixou minha saia e mandou eu me ajoelhar na frente dele. Nisso, ele tirou o pau pra fora (vale destacar que não estava totalmente duro e não era muito grande). Na hora, eu já sabia o que o velho queria e comecei a bater uma punheta pra ele com a mão, tentando deixar ele mais ereto. Quando já estava mais durinho, comecei a chupar o pau dele, dando beijinhos na ponta e vendo a cara de satisfação dele. Ele segurou minha cabeça e enfiou tudo na minha boca, falando: "Chupa, sua puta maldita, como você sabe fazer". Mas como o pau dele não ficava totalmente duro e ele demorava pra gozar, eu ajudava com a mão, batendo uma punheta, até que ele disse que ia gozar e mandou eu colocar de novo na boca pra ele gozar na minha boquinha. Não gostei muito do gosto da porra dele, engoli um pouco e deixei o resto escorrer no pau dele. Ele se levantou e foi se limpar. Eu me levantei, me vesti e, depois de um tempo, o velho saiu do banheiro e disse: "Se prepara que já te aviso quando a gente tiver que se ver".garotaDepois de uma semana, o velho me ligou e disse: "slut, te espero hoje num hotel". Me passou o endereço e fui depois do trabalho. A gente nem se viu direito, quando entrei, o velho não pensou duas vezes e já veio me agarrar a bunda, apalpar os peitos e, sem mais, me empurrou na cama dizendo: "slut, tira essa roupa". Na hora comecei a tirar tudo, quando só tava de fio dental, ele falou: "só deixa isso, no fim das contas você é uma slut com ou sem roupa". E já me botou pra chupar ele. Daí a pouco ele manda eu deitar de barriga pra cima e abrir as pernas igual uma slut. Ele se aproximou e começou a chupar minha pussy, o que até me deu uma certa graça porque ele não era lá essas coisas, mas eu não tava nem aí, afinal era uma slut que ia ser comida e ainda ia ganhar uma grana por isso. Depois de um tempo, o velho me colocou de quatro e começou a meter, mas eu não tava curtindo, só fazendo meu trabalho de slut, porque ele não conseguia ficar duro direito. Ainda tentou meter no meu cu, mas foi missão impossível pro coitado. No fim, o velho continuou me comendo pela pussy e encheu minha bunda e minhas costas de porra. Na hora, ele jogou um dinheiro na cama e disse: "pelos seus serviços, slut. Semana que vem a gente se vê". E assim eu passava de ser comida pelo Carlos durante o dia, e nas sextas-feiras era dobrado — uff, como eu amava quando chegava sexta-feira — e umas três vezes por semana o velho me comia no hotel e eu ganhava uma graninha.bunda grandeMas é, tinha um tio (Mario) do Carlos que só de olhar pra ele já me deixava a buceta toda molhadinha, eu amo aquele homem.vadiaUm dia, num aniversário, não aguentei mais e falei pra ele se não queria ir pra um lugar mais confortável. Não precisei falar mais nada, nem explicar pra quê. Ele só disse "OK, me espera lá fora". Aí me despedi de todo mundo e saí. Pouco depois ele saiu e fomos pro hotel. Lá, ele logo me pegou, começou a me beijar e a me apalpar toda. Eu acariciava o pau dele por cima da calça, e nem precisei que ele pedisse: eu mesma falei "tira esse pau pra fora, quero saborear ele, quero que você me faça de sua putinha".bem vadiaEn seguida tirei ela pra fora e comecei bem devagar a percorrer o pau dele com minhas mãos (esse sim era maior que o do Carlos Ariel e, bom, óbvio que maior que o do avô).muito gostosaMeus olhos brilhavam, finalmente eu tinha aquela pica só pra mim e como eu ia aproveitar (várias vezes me masturbei pensando nela).Cu gostosoDepois de passar minhas mãos por ela e fazer uma punheta lenta e demorada, dei um beijinho na pontinha da cabeça dele, olhei nos olhos dele e disse: "Finalmente essa puta vai comer esse pau". Comecei a passar minha língua, colocando e tirando da boca aos poucos, cada vez enfiando mais fundo até chegar num ponto em que estava completamente dentro. Beijava as bolas dele, e ele estava deliciado com o boquete que eu tava dando, e dizia: "Você gosta de como essa puta chupa?" E logo quando eu tava enfiando de novo na minha boca, ele fala: "Já que você quer tanto, puta". Me pegou pelo cabelo e começou literalmente a foder minha boca. Era tanto que, de vez em quando, eu tinha ânsia de vômito e tava babando toda. Tirei minha camiseta, e na hora sinto ele me pegar pelo cabelo e falar: "Não, não, aqui a puta se despe quando o dono mandar". E continuou fodendo minha boca. Me pegou pelo cabelo de novo, me levantou e indicou que eu podia tirar a camiseta. Na hora, ele começou a pegar nos meus peitos e chupá-los. Minha tesão tava no máximo, e eu pedia pra ele me foder, pra foder a puta dele. Ele só falou pra eu não me desesperar, que a vagabunda era fodida quando ele quisesse, e pra eu calar a boca e ser obediente. Na hora, ele tirou meu jeans e me jogou na cama. Mandou: "Fica de quatro, Foxy", e eu obedeci. Ele puxou a tanga pro lado e começou a chupar minha buceta, brincando com ela, enfiando os dedos e alternando com a língua. Eu tava tão quente que não demorei a gozar, e ele ainda não tinha me fodido.bunda grande amadoraQuando sinto ele se levantar e terminar de tirar a calça, já tava sonhando que ele enfiava o pau na minha buceta, quando sinto que ele me dá um tapa na bunda e abre minhas nádegas. Comecei a sentir a cabeça dele no meu cu e, quando pensei em falar pra não meter, já tava com a cabeça lá dentro. Ele diz: "Shhh, foxy, você queria ser comida por mim, então vou te dar o que quer. Esse cu já tô querendo arrebentar há um tempão." E ele termina de meter. Reclamei um pouco e ele perguntou: "Tá doendo?" Falei: "Sim, um pouco", e foi como convidar ele a se mexer dentro do meu cu do jeito que quisesse. Ele metia com mais força, e a dor que eu sentia virou puro prazer. Eu gemia como uma puta, cada vez queria que ele me desse mais e mais forte. Logo ele tira e mete na minha buceta, que tava muito molhada, e continuava me comendo. Ele falava no meu ouvido enquanto puxava meu cabelo que eu era uma maldita puta, e eu só dizia que sim, que eu era a maior puta de todas. E ele alternava entre meu cu e minha buceta. Depois ele falou pra eu levantar, se deitou e disse: "Agora sobe e começa a cavalgar, sua maldita foxy.Beatryss, a puta da famíliaImediatamente obedeci e peguei o pau dele com a minha mão, enfiei na minha buceta e comecei a rebolar. Na hora ele falou "que bem que você se mexe, putinha". Ficamos assim por um tempo até que ele me mandou levantar e ajoelhar na frente dele pra encher minha carinha de porra, que ele foi esfregando por todo o meu rosto. Naquela noite a gente transou umas quatro vezes a mais e, puta merda, fiquei impressionada como ele me comeu gostoso. Só que no dia seguinte meu cu tava doendo e eu mal conseguia andar.Argentina
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peitao
garotaE assim acabei sendo a puta daquela família, vale destacar que ainda continuo sendo a puta deles.bunda grande
vadia
bem vadia
muito gostosa
Cu gostoso
bunda grande amadora
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Espero les gustará mi relato los invito a visitar mi perfil
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6 comentários - Beatryss, a puta da família

gracias por compartir mi hutoria muy bueno todo gracias y espero que le guste a todos!!!😘😘😘😘
te amo diosamuero x conocerte 💗💖😘🥰🔥😍😻❤
@beatryss +10