Fala aí, galera! Muita coisa rolou desde o último relato até agora, mas aqui vamos nós com mais aventuras que vivemos com a P.
Depois que eu e o D demos uma festinha na minha mulher quando ela tava a trabalho em Santiago, ela teve que voltar pra Buenos Aires. Lá as coisas não tavam boas pra ele, problemas com a parceira e também no trampo, aí surgiu uma oportunidade de trabalho em Santiago e, sem pensar muito, ele veio morar aqui na província. Depois que se instalou, começou a trabalhar e as coisas se acalmaram um pouco pra ele, combinamos um encontro em casa, planejando uma noite cheia de sexo e putaria. Mas a parada complicou por causa dos nossos filhos, então tive a ideia de perguntar pra P se ela topava ir com D pra casa dele, sem nem ter consultado ele antes. A P ficou cheia de dúvidas, porque a gente sempre fazia tudo junto, e isso era estranho e novo, algo diferente, e ela não sabia como ia se sentir. Depois de um vai e vem que não vou alongar pra não encher o saco, acabei convencendo ela. Agora faltava falar com D sobre o assunto. Quando terminamos de jantar e ficamos na resenha, falei pro D que era uma pena não dar pra fazer nada, e ele respondeu que sim, que era uma merda, mas as coisas tavam complicadas. "Ou não!", falei, e ele me olhou. Disse que não tinha complicação se ele fosse com a P e eu participasse por videochamada ou se eles me mandassem vídeos e fotos. Ele ficou pensando e me perguntou se eu tinha certeza do que tava falando. Respondi que sim, a ideia era a gente curtir os três, e se ali não dava, eles podiam ficar sozinhos em outro lugar e eu receber no celular e bater uma punheta louca vendo o que eles iam fazer. Ele hesitou um pouco e buscou a aprovação da P com o olhar. Ela respondeu que era estranho, mas que gostava da ideia e tava com tesão. Aí o D topou na hora. Tomamos uns drinks, e D e P foram pra casa dele. Uma das condições era que a gente tinha que ficar em contato o tempo todo, e foi assim. Enquanto eles estavam... No caminho pra casa do D, eu coloquei os meninos pra dormir, arrumei um pouco a janta e me deitei esperando as mensagens que não demoraram a chegar. O que vem agora é o que os dois me contaram e o que fui recebendo pelo celular do P.
Durante a viagem, eles iam falando sobre o quão louca era a situação e tentando se acalmar com palavras, mas o D foi ficando duro e a P foi ficando molhada, porque o negócio de ir se mostrando pelo telefone tava excitando eles pra caralho. Aí o D fala que já tava com a pica dura, e como o carro dele tem vidro escuro, ela começou a passar a mão na pica dele por cima da bermuda. Ele então arregaçou a perna direita da bermuda e puxou a pica pra fora pra ela poder pegar direito, até que num momento ele agarra ela pelo cabelo e manda ela chupar. A P tava vidrada na pica do meu amigo, chupando sem parar, até que ele avisa que já tinham chegado em casa. Eles se ajeitam, saem do carro e vão direto pro quarto continuar.
Quando chegaram, foram na lata pro quarto e começaram a se beijar e se agarrar, passando a mão em tudo. O D com a pica durona e a P encharcada, a ponto de ter molhado a calcinha fio dental. O D colocou ela de bruços na cama e começou a lamber a bunda dela, pequenininha e redondinha, enquanto enfiava dois dedos na buceta. De vez em quando, lembravam de tirar uma fotinho ou fazer um vídeozinho pra me mandar.
Depois disso, ele levantou ela e se deitou de barriga pra cima, mandando ela subir pra cavalgar enquanto ele chupava os peitos dela e beijava o pescoço. Ela cavalgava sem parar, gozando igual uma possessa, enquanto o D abria a raba dela com as duas mãos e, de vez em quando, enfiava um dedinho no cu dela, preparando a bunda pra meter por ali. Ajudado pelos fluidos da P, ele tira a pica da buceta e encosta a ponta no cu dela, que começou a empurrar pra baixo. Com a dilatação e o quanto a pica tava molhada, ela entrou sozinha, e aí ela começou a pular, se comendo a própria bunda. Assim ficaram por umas horas, metendo forte pelo cuzinho. Cu, ele é de tiro longo e ela muito aguentadora, até que D tava perto de gozar e ela, pra isso não acontecer, saiu e começou a chupar devagar pra ele esfriar um pouco a cabeça. Aí voltou pro rala e rola dentro da buceta da P, mas dessa vez colocou ela de quatro. Aí sim, meteu com tudo, como se não houvesse amanhã, até que P não aguentou mais e D encheu o cu dela de porra grossa e quente. P ficou estirada na cama de bruços e D por cima dela. Disso tem umas fotos que preciso editar e talvez eu compartilhe. Eles dormiram assim, do jeito que ficaram, e depois de um tempo D começou a acariciar a raba dela de novo, mas isso fica pra outra história. Espero que tenham gostado, valeu!!!
Depois que eu e o D demos uma festinha na minha mulher quando ela tava a trabalho em Santiago, ela teve que voltar pra Buenos Aires. Lá as coisas não tavam boas pra ele, problemas com a parceira e também no trampo, aí surgiu uma oportunidade de trabalho em Santiago e, sem pensar muito, ele veio morar aqui na província. Depois que se instalou, começou a trabalhar e as coisas se acalmaram um pouco pra ele, combinamos um encontro em casa, planejando uma noite cheia de sexo e putaria. Mas a parada complicou por causa dos nossos filhos, então tive a ideia de perguntar pra P se ela topava ir com D pra casa dele, sem nem ter consultado ele antes. A P ficou cheia de dúvidas, porque a gente sempre fazia tudo junto, e isso era estranho e novo, algo diferente, e ela não sabia como ia se sentir. Depois de um vai e vem que não vou alongar pra não encher o saco, acabei convencendo ela. Agora faltava falar com D sobre o assunto. Quando terminamos de jantar e ficamos na resenha, falei pro D que era uma pena não dar pra fazer nada, e ele respondeu que sim, que era uma merda, mas as coisas tavam complicadas. "Ou não!", falei, e ele me olhou. Disse que não tinha complicação se ele fosse com a P e eu participasse por videochamada ou se eles me mandassem vídeos e fotos. Ele ficou pensando e me perguntou se eu tinha certeza do que tava falando. Respondi que sim, a ideia era a gente curtir os três, e se ali não dava, eles podiam ficar sozinhos em outro lugar e eu receber no celular e bater uma punheta louca vendo o que eles iam fazer. Ele hesitou um pouco e buscou a aprovação da P com o olhar. Ela respondeu que era estranho, mas que gostava da ideia e tava com tesão. Aí o D topou na hora. Tomamos uns drinks, e D e P foram pra casa dele. Uma das condições era que a gente tinha que ficar em contato o tempo todo, e foi assim. Enquanto eles estavam... No caminho pra casa do D, eu coloquei os meninos pra dormir, arrumei um pouco a janta e me deitei esperando as mensagens que não demoraram a chegar. O que vem agora é o que os dois me contaram e o que fui recebendo pelo celular do P.
Durante a viagem, eles iam falando sobre o quão louca era a situação e tentando se acalmar com palavras, mas o D foi ficando duro e a P foi ficando molhada, porque o negócio de ir se mostrando pelo telefone tava excitando eles pra caralho. Aí o D fala que já tava com a pica dura, e como o carro dele tem vidro escuro, ela começou a passar a mão na pica dele por cima da bermuda. Ele então arregaçou a perna direita da bermuda e puxou a pica pra fora pra ela poder pegar direito, até que num momento ele agarra ela pelo cabelo e manda ela chupar. A P tava vidrada na pica do meu amigo, chupando sem parar, até que ele avisa que já tinham chegado em casa. Eles se ajeitam, saem do carro e vão direto pro quarto continuar.
Quando chegaram, foram na lata pro quarto e começaram a se beijar e se agarrar, passando a mão em tudo. O D com a pica durona e a P encharcada, a ponto de ter molhado a calcinha fio dental. O D colocou ela de bruços na cama e começou a lamber a bunda dela, pequenininha e redondinha, enquanto enfiava dois dedos na buceta. De vez em quando, lembravam de tirar uma fotinho ou fazer um vídeozinho pra me mandar.
Depois disso, ele levantou ela e se deitou de barriga pra cima, mandando ela subir pra cavalgar enquanto ele chupava os peitos dela e beijava o pescoço. Ela cavalgava sem parar, gozando igual uma possessa, enquanto o D abria a raba dela com as duas mãos e, de vez em quando, enfiava um dedinho no cu dela, preparando a bunda pra meter por ali. Ajudado pelos fluidos da P, ele tira a pica da buceta e encosta a ponta no cu dela, que começou a empurrar pra baixo. Com a dilatação e o quanto a pica tava molhada, ela entrou sozinha, e aí ela começou a pular, se comendo a própria bunda. Assim ficaram por umas horas, metendo forte pelo cuzinho. Cu, ele é de tiro longo e ela muito aguentadora, até que D tava perto de gozar e ela, pra isso não acontecer, saiu e começou a chupar devagar pra ele esfriar um pouco a cabeça. Aí voltou pro rala e rola dentro da buceta da P, mas dessa vez colocou ela de quatro. Aí sim, meteu com tudo, como se não houvesse amanhã, até que P não aguentou mais e D encheu o cu dela de porra grossa e quente. P ficou estirada na cama de bruços e D por cima dela. Disso tem umas fotos que preciso editar e talvez eu compartilhe. Eles dormiram assim, do jeito que ficaram, e depois de um tempo D começou a acariciar a raba dela de novo, mas isso fica pra outra história. Espero que tenham gostado, valeu!!!
2 comentários - E aí, a coisa continuou assim