((( Obrigado a@ParejaFpelas suas fotos pra ilustrar a história)))
Valeu pelas mensagens, pontos e comentários nos meus posts.
Aqui vão os capítulos anteriores dessa história:(I) O chuveiro
(II) O lanche*****♪ quinto ato ♪*****
*****♫ introdução ♫*****
Desde muito novo, soube que minha fraqueza eram as casadas, que seus maridos cornos não conseguiam satisfazer, então eles mesmos me imploram para que eu seja o cara que faça elas gozarem até o talo com minha pica descomunal e minhas ideias mais pervertidas.
Entendi que é minha responsabilidade libertar as mulheres da angústia de viver uma vida sexual insatisfeita, fingindo orgasmos que seus parceiros não conseguem provocar.
Com meus amigos, gravamos um vídeo pornô caseiro da Maria, mãe do nosso amigo Luismi, onde curtimos o corpo dela, que juntos despimos. Na própria cama de casal dela, apertamos e chupamos aqueles peitos gigantes, fizemos sexo oral nela, e até o próprio filho fez ela gozar com um vibrador num orgasmo explosivo que foi um verdadeiro squirt, espirrando a porra toda no quarto. Mas ela não percebeu nada, porque a dopamos com um puta sonífero veterinário que Fernando, o marido dela e pai do Luismi, deixou ao nosso alcance. Meu plano perverso para libertar a puta reprimida que a Maria carregava dentro de si estava em andamento.
*****♫ ária cantabile ♫*****
Lembro que passei o domingo inteiro trancado no meu quarto, vendo uma e outra vez o vídeo pornô que fizemos com a mãe do nosso amigo Luismi, desmaiada no próprio quarto de casal dela, e onde o grupo todo era protagonista, inclusive o próprio filho. As cenas eram inacreditáveis: como os caras mordiam os bicos duros e brilhantes de tanta baba, como o filho enfiava com raiva um vibrador na buceta dela, como nos peitos gigantes dela meu pau de 24 cm sumia enquanto eu fazia uma siririca cubana em cima dela, o squirt de cinema com a cachoeira sem fim de gozo que ela jorrou se contorcendo no orgasmo escandaloso, e como no final todo mundo foi jogando porra no corpo branco e suado dela. Enquanto eu curtia cada detalhe do vídeo, e entre uma punheta e outra, Imaginando como tornar possíveis as próximas e mais perversas situações.
*****♫ recitativo accompagnato ♫*****
No primeiro recreio da segunda-feira seguinte, o Luismi me levou pra um canto afastado dentro do colégio pra me dar o relatório de tudo que tinha rolado na casa dele no resto do sábado e no domingo.
- Eu: fala, vagabundo, conta, me conta agora tudo. Como foi o fim de semana na sua casa?
- Luismi: calma, calma, ninguém descobriu nada.
- Eu: detalhes, Luis Miguel, quero detalhes. Me conta tudo com riqueza de detalhes, fala!
- Luismi: às dez da noite, minha mãe acordou estranhando ter dormido tanto. Ela não é de tirar sesta. Parece que ao acordar com o corpo sujo, tomou um banho. Depois foi direto no meu quarto e me recriminou por ter deixado ela dormir tanto tempo.
- Eu: não me fode, ela não sentiu o cheiro de porra impregnado nos lençóis e na roupa dela?
- Luismi: não, ou não me disse nada. Tava feliz, me encheu de beijos e abraços. Não sabia como me livrar dela. Só me xingou por não ligar o ar-condicionado e que tinha acordado toda molhada de suor.
- Eu: ha, ha. Passou um calorão danado que molhou a buceta a litros, a puta.
- Luismi: ei, você tá falando da minha mãe, não se passa. Quer que eu continue contando ou não?
- Eu: não vem de machinho comigo, fala, continua contando.
- Luismi: bom, depois ela ficou feliz por ter descansado. Achou que a sesta tinha deixado ela super relaxada. Pensou que provavelmente tinha dormido tanto porque precisava descansar, tinha trabalhado pesado em casa durante a semana. Tive que levar o Toro pra passear porque não conseguia olhar nos olhos dela sem lembrar como deixaram a cara dela cheia de porra. Fiquei duas horas passeando com o cachorro na esperança de encontrá-la dormindo. Se ela lembrasse alguma coisa do lanche, com certeza meus pais me internavam num colégio interno. Mas na volta, ela me agradeceu com mais beijos por cobrir meu pai enquanto ele não tava e cuidar do meu irmão. cachorro. Preparei um jantar delicioso pra nós dois e fui dormir rapidinho.
- Eu: então a putinha ficou feliz, né? Quando seu velho chegou, ele notou alguma diferença? Não viu ela radiante?
- Luismi: se ele notou diferença, não sei, porque não falou nada. Passou o tempo todo falando do congresso dele e a gente ficou cada um na sua. Eu enfiado no quarto dela, minha mãe cuidando das coisas de casa e meu pai sentado no sofá lendo jornal e vendo TV.
- Eu: que família mais sem graça, hein, trouxa.
- Luismi: já chega, cumpri minha parte do trato. Graças a Deus ninguém percebeu. Você já teve o que queria. Você fodeu minha vida. Não consigo olhar pra minha mãe sem lembrar que ela é a puta dos meus amigos. Chega. Acabou. Tudo.
- Eu: que merda você tá falando? Aqui quem decide quando acaba sou eu. Além do mais, ela não foi nossa puta, e a gente só bateu uma punheta em cima dela. É hora de seguir o plano e comer ela gostoso, como toda vagabunda merece.
- Luismi: não! Acabou aqui!
- Eu: não se faz de difícil, senão mostro pra todo mundo como o filho fez a própria mãe gozar que nem uma cadela no cio.
*****♫ aria colorare ♫*****
Nessa hora, Luismi desmaiou. Foi pressão demais. A diretora da escola teve que chamar uma ambulância que levou ele pro hospital, e ele não voltou a semana inteira.
Contei pros caras sobre a tentativa do Luismi de se safar e como ameacei ele pra continuar. Não podia perder tudo que já tinha conseguido, e a gente tinha que seguir com meu plano.
******♪ sesto atto ♪******
******♫ aria agitata ♫******
Por vários dias, a gente se revezou com os caras pra visitar ele na casa dele. Mas a Maria não deixava a gente ver ele, com a desculpa das recomendações de repouso que os médicos deram.
Só na sexta seguinte, a Maria convidou a gente pra um lanche com nosso amigo e parceiro de aventuras. A gente foi feliz, claro, mas quando entramos na sala de jantar, o Luismi não gostou nada da nossa presença. Parece que era ele quem se recusava a nos ver, e com a nossa insistência diária, a mãe dele convenceu. Ela tava com medo do filho dela ficar de fora do meu grupo.
******♫ recitativo secco ♫******
Ela tinha preparado o lanche pra gente e a gente tava falando umas merdas que rolaram na escola durante a ausência do Luismi quando o pai dele aparece.
-Fernando: e aí, galera! tudo bem?
-Eu: Tudo ótimo, Sr. Fernández. E o congresso do senhor?
-Fernando: foi muito bom, mas me ligaram hoje. Parece que ficaram muitos assuntos pendentes, então marcaram outro pra esse fim de semana, e pra piorar, os dois dias. Não posso faltar, já me comprometi.
-María: de novo? Seus congressos vão sair uma fortuna pra gente.
-Fernando: não, amor, esse é pago pela faculdade de veterinária. Só faltava eu ter que pagar ainda por cima de ajudar eles um fim de semana.
Enquanto os pais do Luismi discutiam por causa da viagem de última hora, e principalmente os gastos e os problemas que esses congressos do Fernando causavam, eu fiz um sinal pros caras levantarem do lanche e levei eles quase na empurrada pro quarto do Luismi.
A gente tinha só umas duas horas pra planejar o fim de semana. Meu plano perverso tava cada vez mais ousado e exigia dobrar a aposta com uma chantagem dupla: era hora de pressionar a María e o filho dela na mesma jogada.
******♫ aria da dude ♫******
Os caras tavam ansiosos pra caralho vendo a chance de outro fim de semana de putaria. E mesmo que ele negasse na nossa cara, o Luismi também ficava excitado com a nossa tarada pela mãe dele, e o corpo dele não mentia, era na cara, o pau dele inchou igual o de todo mundo.
Eu tava fazendo a introdução dos próximos passos quando bateram na porta do quarto e a gente calou a boca na hora. Era o Fernando avisando que ia entrar no quarto do filho:
-Fernando: galera, vi que vocês se interessaram pelo meu congresso. Querem ver minha clínica veterinária?
-Luismi: não, pai, que nada, os caras não tão afim de ver teu trampo.
-Eu: fala sério, claro que a gente se interessa.
-Fernando: então, querem ir?
-Todos: siiiim! Num instante, pensei que o convite era estranho. Será que o Fernando desconfiava de algo? Ele notou que faltava no vidro de sonífero? Descobriu a roupa da mulher dele toda suja com nosso gozo? Será que ele desconfia da atitude relaxada com que a esposa dele recebeu ele da viagem? Ele vai nos levar pra um lugar seguro pra encarar a gente longe da proteção da mulher dele?
Essas preocupações não duraram muito na minha mente quando lembrei do meu plano e relaxei na hora. Se a coisa ficasse feia, eu também podia chantagear o pai do meu amigo com o vídeo pornô da mulher dele.
Fernando sorria orgulhoso mostrando a veterinária dele. A gente não tava nem aí, mas fiz um sinal pros caras e eles entraram na onda.
- Fernando: Essa é a sala de espera e aqui é meu escritório.
- Eu: O que são todos esses vidros nessa vitrine?
- Fernando: São os medicamentos dos animais.
- Tincho: Pra que servem?
- Fernando: Esse é pra curar feridas, esse outro pra desparasitar... esse é o sonífero que mostrei outro dia e esse vidro tão grande é... bom, é um líquido que se dá pras vacas pra elas ficarem no cio... e vocês já sabem.
- Luismi: Que isso, pai!
- Fernando: Vai, filho, não me diga que com quinze anos você não sabe o que é ficar no cio. Esse é um fertilizante pra vacas que provoca a ovulação das fêmeas. Deixa elas bem quentes e receptivas pro macho.
- Eu: Tudo isso é muito interessante.
- Fernando: Bom, continuem vendo tudo aí. Vou deixar vocês um pouco. Tenho que falar com o síndico do prédio no apartamento dele sobre assuntos do condomínio. Volto e a gente vai embora.
- Juan: Ok, Sr. Fernández, a gente espera aqui.
- Fernando: Mas não mexam em nada, senão depois tenho que arrumar tudo.
- Nacho: Pode deixar.
Assim que ele saiu pela porta, mandei o Tincho vigiar se ele voltava. Nacho trouxe o vidro do fertilizante e enchi o de colônia. O Luismi reclamava de tudo, mas as tentativas dele de nos parar eram inúteis. Estávamos todos muito ansiosos. Em menos de um minuto, já estávamos os cinco sentados na sala de espera. Fernando voltou e fomos pra casa dele de novo.
******♫ aria di bravura ♫******
Quando nos viu chegar, Maria nos convidou pra jantar. Luismi de novo tentou evitar que ficássemos todos juntos e, fingindo se lamentar, disse pra mãe dele que a gente tinha que ir por causa de outro compromisso. Foi uma boa tentativa, mas tapando a boca dele com a mão antes que terminasse a frase (parecia brincadeira, mas não era), aceitei o convite em nome de todo mundo, argumentando que por nada nesse mundo a gente perderia a chance de comer o que ela nos oferecesse. Maria se surpreendeu com o duplo sentido da minha resposta e, sem dizer uma palavra, ficou pasma, feito uma estátua, enquanto passávamos por ela.
Como sempre, fomos direto pro quarto do Luismi jogar no videogame enquanto esperávamos ser chamados pra comer. Mas depois de um tempo, quando fui no banheiro, ouvi os pais do meu amigo discutindo na cozinha. Minha curiosidade de saber mais sobre a intimidade do casal me fez espiar eles, escutando atrás da porta.
-Fernando: sim, Maria, o Luismi chegou em casa bem bêbado naquele dia.
-Maria: não acredito, meu filho?
-Fernando: você sabe que os moleques de 15 já começam a beber com os amigos.
-Maria: sim, mas o Luismi...
-Fernando: é um garoto como qualquer outro, não tem tanta importância. O que a gente precisa fazer é ajudar ele a saber beber. Ele tem que entender que álcool tem que ser tomado com moderação.
-Maria: mas... como?
-Fernando: pensei em ensinar ele aqui em casa e tomar uns copos com eles de boa, mostrar como se deve beber com moderação. Não ficar enchendo o saco ou proibir, porque isso seria pior.
-Maria: parece legal, mas quando? Você vai esse fim de semana pro congresso.
-Fernando: você pode fazer isso, ele te obedece mais, te respeita e te quer mais.
-Maria: você sabe que eu não aguento. Sou muito fraca, tomo dois copos e quase fico bêbada. -Fernando: então você toma dois e nada mais, assim eles vão ver que não precisa beber muito.
-María: tá bom, mas faço isso pelo Luismi!
-Fernando: claro, amor, você é uma mãe maravilhosa. Convida eles pra passar o fim de semana em casa com a desculpa de não ficar sozinha, e depois a gente faz o que combinamos.
Eu não acreditava no que tava ouvindo. Parecia que o Fernando queria a todo custo entregar a própria mulher pra gente. Facilitou muito as coisas pra nós. Então decidi apertar um pouco e entrei na cozinha de repente.
-Eu: olha só… o que tá rolando aqui? Ouvi direito? Essa mulher gostosa quer convidar os amigos do filho pra ficar na casa dela enquanto o marido não tá, pra não se sentir sozinha? E ainda quer nos embebedar?
-María: não! Você entendeu tudo errado. É uma confusão, um mal-entendido…
-Fernando: que isso? E o que você tá fazendo aqui? Tá nos espionando?
-Eu: vim pegar um copo d’água. Acho que entendi tudo o que tá acontecendo aqui. Mas não se preocupem. Vai ser nosso segredo.
Não dei tempo pra eles reagirem. Me virei e voltei pro quarto do Luismi sem esperar resposta, embora o Fernando estivesse resmungando alguma coisa e a María ficasse com as palavras na boca.
Já no jantar, o Fernando fez uns comentários dando abertura pra María pedir pra gente ficar e passar o fim de semana inteiro na casa dela com o filho. Me fiz de surpreso enquanto piscava o olho pra María, que tava visivelmente desconfortável. Os moleques ficaram doidos, não conseguiam disfarçar a euforia. Já o Luismi tentou se livrar de novo, mas como sempre, sem sucesso.
A gente foi embora quase na hora. Fernando levou cada um de nós no carro dele até em casa pra pegar o necessário pro fim de semana. Eu enchi minha mochila com várias surpresas.
*******♪ settimo atto ♪*******
*******♫ aria cantabile ♫*******
Quase meia-noite, a gente já tava voltando com o Fernando pra casa dele. Os moleques com um sorriso de orelha a orelha, já o Luismi tava pálido igual uma folha. Era óbvio que ele tava pensando que a situação tava indo pro caralho e ela tava morrendo de raiva por se sentir impotente, sem poder falar nem fazer nada, senão tudo ia ser descoberto, além disso eu tinha o vídeo pornô da mãe dela com tudo incluso, até o trabalhinhos dela com o vibrador que ninguém podia ver, senão a família dela ia se foder. Com esse pensamento, sentiu um arrepio descendo pelo corpo todo que paralisou ele de medo, então decidiu ver como a noite ia se desenrolar. Não tinha outra alternativa senão seguir nosso jogo.
Fernando deixou a gente na porta e foi viajar. Maria tava esperando acordada, e quando a gente chegou, soltei um elogio pesado que deixou ela vermelha que nem um tomate. Era inacreditável que um cara conseguia fazer ela corar tão fácil, essa santarrona. Tentando mudar de assunto e sem me responder, ela falou pra todo mundo:
- Maria: que tal a gente tomar uns drinks?
- Luismi: mãe, a gente não bebe.
- Maria: não se faz de bobo que você sabe muito bem que não é verdade.
- Eu: sim, senhora, ótima ideia, mas só se a senhora deixar eu servir os drinks, é o mínimo que posso fazer depois do jantar delicioso que a senhora preparou.
- Maria: que cavalheiro, faça as honras (falou em tom de brincadeira). Vou tomar fernet com coca, mas não me enche muito.
- Juan: eu ajudo você, Raul.
******♫ aria colorare ♫******
A gente foi pra cozinha rindo cúmplices. Tava saindo tudo fácil. Preparamos os drinks com o Juan. Pra gente, escolhi um uísque caríssimo do Fernando. O copo da Maria tava cheio pra caralho, mais um desse e a gente virava ela com certeza, pensei enquanto preparava. Enquanto colocava parte do líquido dentro e mexia, lembrava das explicações do Fernando e pensava que aquela dose era o suficiente pra uma vaca de 600 quilos. Apesar de tudo que coloquei no drink, ainda assim sobrou muito, quase tínhamos esvaziado o frasco inteiro da veterinária do Fernando, tínhamos líquido suficiente pra deixar a Maria no cio por um mês.
Com o Juan, voltamos pra sala de jantar com os drinks. María provou o dela. Senti que tava forte, mas não falou nada, tinha que se comportar como a gente por ordem do marido dela, ser mais uma do grupo pra poder ensinar o filho dela a beber.
Na primeira meia hora, ficamos falando de coisas da escola. María perguntou se alguém tinha namorada, mas todo mundo disse que não. Quando os copos ficaram vazios, sem falar nada, levantei e servi outra rodada, mas dessa vez coloquei ainda mais fernet no copo da María e botei de novo a mesma quantidade de líquido de gado que antes. Não sabia quanto tempo ia demorar pra fazer efeito, mas tava certo de que era o suficiente pra deixar ela bem cachorra.
*******♫ recitativo accompagnato ♫*******
Passou mais meia hora e já dava pra ver María bem bêbada, quase não falava, só escutava o que os caras diziam. Já a gente parecia que não tinha bebido nada. Notei que María tinha começado a ficar vermelha, o líquido tava fazendo efeito.
– Eu: por que a gente não joga alguma coisa?
– María: o que a gente vai jogar, meninos?
– Eu: vamos jogar cartas.
– María: mas eu não sei jogar nada.
– Eu: a gente te ensina algum jogo.
– Nacho: vai de "fode-te"!
– Tincho: isso! Quem perder paga prenda.
– Juan: perfeito.
– Luismi: já vou pegar as cartas.
*******♫ aria agitata ♫*******
Luismi explicou as regras do jogo pra María, mas ela quase não tava entendendo nada, então a gente trapaceou descaradamente. Pisquei o olho pros outros pra eles me acompanharem e começamos a jogar. Eu dava as cartas, indicava quem perdia e decidia qual castigo ia ter que cumprir. Óbvio que não seguia as regras do jogo e María foi a primeira a perder. Falei que ela tinha que tomar um gole e ela fez sem reclamar. Toda vez que alguém da gente perdia, a gente seguia como se nada, sem pagar prenda. Ela tava destinada a perder todas as partidas.
Passaram umas rodadas e dava pra ver que o líquido tinha feito efeito na María. Ela tava muito mais vermelha e parecia estar sentindo Sensações na virilha dela nunca antes vividas. Por momentos, eu via ela apertar as coxas e até levar a mão na buceta inconscientemente. Dava pra ver que ela tava toda excitada e, de vez em quando, suspirava passando a mão na nuca.
Era hora de agir e subir de nível. As cartas já não importavam mais. Com qualquer uma que tirava do baralho, fazia os caras pagarem prenda. Fiz todo mundo perder um por um, e como castigo, tínhamos que tirar uma peça de roupa, ficando só de cueca. O Luismi não tava muito afim de ver a mãe dele, que, bêbada e cheia de tesão, ria que nem uma menina inocente quando a gente perdia. Nós outros ficávamos zoando ele pra Maria não desconfiar de nada. Até que chegou a hora de acelerar tudo. Era a vez de despir ela.
- Eu: Maria, a senhora tem que ficar de calcinha e sutiã.
- Maria: como assim? Cê tá louco? Sou a mãe do Luismi, amigo dele.
- Eu: sim, conhece as regras. A gente perdeu e pagou a prenda. E a senhora riu. Agora é sua vez, é justo ter o mesmo castigo.
- Maria: mas isso não tá certo, além disso, tô morrendo de vergonha.
- Eu: é só um jogo, vai ser tipo estar de biquíni.
- Maria: mas eu nunca uso biquíni e não tô na praia.
- Eu: vamos, não seja tão má perdedora. Perdeu e tem que cumprir o castigo.
Não pensei que a Maria fosse demorar tanto pra aceitar, estando tão bêbada e com aquela sensação de calor tão estranha pra ela. Os caras começaram a soltar uns elogios pra animar ela ainda mais, mas parecia que só aumentava a vergonha dela. Levantei, peguei na mão dela e tirei ela da mesa. Enquanto todo mundo continuava elogiando, fiz ela girar uma volta inteira. Ela esqueceu do castigo de tão bêbada que tava e ria dos meus elogios mais ousados. Já mais solta, sentei e mandei ela se despir. Entre risadas, ela cumpriu o castigo, fazendo um striptease lento, rebolando na frente do filho e dos amigos dele.
Todo mundo curtia o show que ela mesma tava dando. Até o próprio filho não perdia um segundo. detalhe. A calcinha dela tava bem molhada, fruto da tesão involuntária que ela tava sentindo. Quando percebeu, sentou pra continuar jogando.
Nas rodadas seguintes, o castigo dela foi tomar os drinks dela. Ficamos mais meia hora nessa. Nessa hora, o Luismi já tava bebendo quase no mesmo ritmo que a mãe. Parecia que ele tinha decidido que, já que não podia evitar o que ia rolar, ia aproveitar.
Era hora de aumentar a aposta. Cravei meu olhar nos olhos da María. Sabia que do que eu fosse falar dependia todo o meu plano.
- Eu: Perdeu de novo, senhora. Agora quero que tire o sutiã pra gente ver essas tetas maravilhosas.
- María: Cê tá louco? O que cê pensa que é? Acha que sou uma puta?
- Eu: Não fica brava, senhora, é só um jogo.
María se levantou, fingindo que ia embora. Olhou pra virilha dela, toda encharcada, mas não ligou. Tinha que sair dali de qualquer jeito. Não ia se pelar na frente do marido, muito menos na frente de uns adolescentes tarados e do próprio filho, que não fazia nada pra impedir. Tudo parecia perdido quando o Luismi interveio:
- Luismi: Vai, mãe, não fica brava! É só um jogo. Além disso, eu tô aqui e te prometo que não rola nada. Outro dia a gente jogou na casa do Raul e a mãe dele perdeu e cumpriu a prova. Ela é mãe melhor que você?
*******♫ aria agitada ♫*******
O filho da puta tinha tocado no ponto fraco da santarrona da mãe dele. Com certeza era uma desculpa bem besta pra María, mas com a tesão que ela tava, não ligou. Só importava que o filho tinha acertado onde mais doía. Ela se virou e, sem dizer nada, tirou o sutiã, deixando todo mundo babando e com uma ereção descomunal. A gente já tinha curtido as tetas dela, mas dessa vez, talvez pela situação e pelo tesão do momento, elas pareciam ainda mais gostosas. Os bicos estavam mais duros do que nunca, apontando pra gente desafiadores, feito flechas. Não conseguíamos tirar o olho das tetas dela, balançando a cada movimento. Vi os caras abaixei as mãos e olhei por baixo da mesa confirmando minhas suspeitas. Todos tiraram as picas pra fora e se masturbavam na frente dela, inclusive o próprio filho. Maria parecia não perceber, sentou, pegou o baralho e começou a distribuir as cartas, mesmo que naquele jogo não se distribuíssem as cartas.
Percebi que ela estava perdida, já não negaria nada. Mandei ela tirar a calcinha e ela fez como se fosse nada, sem levantar da cadeira, tirou e jogou em cima da mesa me olhando desafiadora. Todos gritamos de empolgação. Antes que o resto pudesse reagir, peguei a peça molhada e levei ao meu rosto pra aproveitar minha vitória parcial, me deliciando com o cheiro de mulher no cio. Os caras se masturbavam sem parar debaixo da mesa e Maria continuava nosso jogo completamente pelada. Ela tava como fora de si, não percebia o que tava rolando.
*******♫ aria di bravura ♫*******
Já não precisava fingir o jogo. Luismi se adiantou a todos e, dominado pelo tesão da situação somado à impotência, tesão e bebedeira, ordenou pra mãe com tom dominante:
-Luismi: agora a gente quer que você se deite em cima da mesa com as pernas abertas e deixe a gente te ver bem.
-Maria: você não acha que isso é demais? sou sua mãe.
-Luismi: você perdeu, mãe, tem que cumprir o castigo, o jogo é assim. Me faz sentir orgulhoso de você.
Essas últimas palavras venceram a pouca resistência da mãe. Ela levantou e se deitou totalmente de pernas abertas em cima da mesa. Na mesma hora, nós cinco nos jogamos em cima dela, apalpando ela toda. Juan e Nacho foram direto pros peitos dela, que amassavam e apertavam desesperados, o resto focou na buceta já encharcada dela.
-Maria: me soltem! não vale tocar...
-Eu: vamos, dona Fernandez, não se faça de rogada que a gente sabe que você tá gostando.
-Maria: tô tonta, pelo amor de Deus, me soltem.
-Luismi: relaxa, mãe, e deixa rolar.
Num último surto de sanidade, Maria tentou me levantei, mas peguei ela pelos ombros e empurrei de volta suavemente sobre a mesa, agora eu não ia deixar ela escapar. Percebia que a Maria tava sentindo umas sensações contraditórias, por um lado devia achar que tava traindo todas as crenças religiosas dela se deixando apalpar por uns caras que incluíam o próprio filho, por outro a buceta dela tava pulsando, não parava de se molhar, com certeza nunca tinha sentido algo assim, tava com um tesão do caralho, mas aquilo não era certo pra ela. Mas ela se entregou ao prazer, não conseguia fazer nada pra evitar o que tava rolando.
Aí fui pegar a câmera de vídeo e comecei a gravar a cena. Um novo vídeo pornô caseiro da Maria, mas dessa vez acordada, onde eu era de novo o diretor, produtor, câmera e protagonista, tudo ao mesmo tempo:
- Eu: vai, Tincho, come a buceta dela!
- Maria: parem já, o que vocês tão fazendo comigo!
- Eu: não reclama, dona, a gente tá dando o que a senhora precisa!
- Juan: e isso é só o começo
- Eu: sorri pra câmera!
- Maria: desliga isso!
- Eu: CALA A BOCA, PORCA! a partir de agora a gente vai fazer o que eu quiser com você.
Já tava tudo encaminhado. Começava o treinamento da santinha pra transformar ela na nossa puta. Enquanto o Tincho lambia a buceta dela, mandei o Luismi e o Juan chuparem os peitos dela. Foi incrível ver o jeito desesperado que os caras tinham de devorar ela. O Luismi parecia o mais louco pra mamar a própria mãe. Eu continuava gravando tudo. Falei pro Nacho pegar ela pela boca e ele tentou enfiar o pau, mas a Maria mantinha ela fechada, não ia chupar "aquilo", tava resistindo.
De repente o trabalho do Tincho fez efeito, a Maria começou a se contorcer e deixou ele todo molhado quando começou a gozar pra caralho. Os lábios da buceta dela abriam e fechavam sozinhos, ela começou a gemer de prazer, e de novo a gente viu a cachoeira orgásmica dela molhando a mesa e formando uma poça pegajosa no chão.
Esse foi o momento que o Nacho Aproveitou pra enfiar o pau dela goela abaixo de uma só vez e deixar as bolas coladas na cara da Maria. Agarrou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder a garganta dela. Maria parecia que ia vomitar, mas não vomitou. Não tinha mais forças pra resistir. Nacho empurrava com toda a alma.
Não demorou muito pra gozar, enfiei meu pau o mais fundo que pude, chegando onde ninguém nunca tinha chegado, no fundo da garganta dela, forçando Maria a engolir toda porra. Tirei ele escorrendo babas e sêmen que descia pelo rosto vermelho de Maria.
— Nacho: cê gostou da minha porra, seu pedaço de puta?
— Maria: que nojo!
— Eu: bem feito, Nacho, agora grava você como eu meto o pau nessa puta reprimida e abro bem a buceta dela!
— Maria: não, por favor, eu posso engravidar!
— Eu: melhor ainda, cê quer ter um irmãozinho, Luismi?
— Luismi: não, amigo, já deu pra hoje, larga ela, Raúl! Pelo amor de Deus.
— Eu: não seja viado, agora não vou parar. Ela é toda nossa e vamos aproveitar.
Tirei todo mundo de cima da Maria. Queria ela toda pra mim. Virei ela na mesa pra não ficar em pé em cima da poça do esguicho dela e me coloquei entre as pernas abertas dela, apoiando os pés dela nos meus ombros, levantando um pouco aquele rabão. Coloquei meu pau entre os lábios da buceta dela e fui esfregando devagar, molhando minha cabeçona nos sucos vaginais dela, até que, de uma só vez, enfiei com força os 24 cm da minha estaca grossa. O grito de dor dela ecoou pela casa toda. Ela só tinha conhecido a micropica do marido. Era a primeira vez na vida dela que provava outro pau, e nunca um que a preenchesse daquele jeito.
A buceta dela apertava pra caralho. O interior úmido dela fervia tanto que quase gozei na hora. Por um tempo fiquei parado enquanto amassava os peitões enormes dela, beliscando de vez em quando os bicos pontudos, até o corpo dela se acostumar e eu comecei a meter feito uma fera selvagem. Logo depois, a expressão dela mudou, e da rejeição pela dor passou pra entrega total pelo prazer extremo. O corpo dela parecia ter vida própria e, contra as crenças dela, se mexia buscando mais e mais prazer. Ela tava muito gostosa, e não conseguiu evitar outro orgasmo escandaloso, molhando tudo de novo.
Não parei de meter nela Forcei por um tempo até explodir dentro dela. Ficou escorrendo esperma e super ofegante, mas naquela noite eu não daria trégua. Então mandei um por um ocupar meu lugar e todos gozaram dentro dela. Todos menos o Luismi, e essa era a linha tênue que eu precisava quebrar:
- Eu: Luismi, é sua vez.
- Maria: Não faz isso, filho, sou sua mãe.
Luismi não disse nada, só aproximou o pau da suja buceta da mãe, onde escorria a porra de todos os amigos, e meteu de uma só vez, igual a gente tinha feito. Começou a empurrar num ritmo frenético que durou pouco, gozando mais rápido que todos, mas também dentro dela. Depois se afastou sem falar nada. Maria chorava, o filho tinha traído ela, que tinha dado tudo pra ele e ele pagava assim.
Maria estava atordoada, deitada na mesa da sala com as pernas penduradas no chão. Escorria resto de porra da gente pela virilha dela, descendo pelas pernas e pingando no chão, que já era um chiqueiro. O cheiro de sexo tomava a sala toda. A gente, os caras, tava descansando sentado ao redor dela, feliz de ter comido a mãe do nosso amigo, e enquanto admirava o nosso trabalho, via o sexo vermelho da Maria pulsando sem parar. A cena era um poema erótico. Um quadro renascentista. Ela continuava ofegante, toda escarrapachada na mesa, com o corpo brilhando dos fluidos dela e dos nossos. Com as marcas das nossas mãos nos peitos e na cintura dela. Ficamos assim por meia hora, comentando como ela tinha sido gostosa, como era bom soltar a puta que tinha dentro dela, agradecendo ao Luismi por ajudar a gente a comer a puta da mãe dele, e outras sacanagens, até que tive o impulso de ir ainda mais longe no meu plano perverso. Queria desvirginar aquele cu.
*******♫ aria da dude ♫*******
Mandei os caras tirarem ela da mesa e, entre todos, colocaram ela de quatro no chão. Maria era tipo uma Boneco de pano, não se mexia.
- Eu: Luismi, coloca uns travesseiros debaixo dela e levanta bem a bunda dela. Nacho e Juan seguram ela firme, e você - Tincho grava isso direito. Vou destruir esse cu fechado de puta reprimida.
- María: não, por favor, isso não, por favor, te imploro, não faça isso...
- Tincho: cala a boca e olha pra câmera, pedaço de puta.
- Juan: Vamos Raúl, mete com força!
- Eu: Luismi, traz a beautiful da geladeira e passa no cu da sua mãe.
María reclamou ao sentir o toque dos dedos do filho com a beautiful gelada na pele ardente e xingava sem parar. Por causa da diferença de temperatura, o cu dela se contraiu mais e ela começou a mijar em si mesma. Os garotos xingaram ela aos berros e ameaçaram soltar, mas gritei mais alto pra segurarem firme. Nada ia impedir de estourar a bunda da dona Fernandez.
- Eu: muito bem Luismi, agora passa na minha pica pra fazer o cu da sua mamãe.
- Luismi: NÃO, QUE NOJO!
- Eu: faz logo, seu viado de merda! Ou vou mostrar os vídeos pra todo mundo e vão ver que filho da puta você é, comendo sua própria mãe e como ela se deixa comer, a putona, por todos nós?
Ele não teve escolha senão me obedecer e fazer tudo que eu mandasse. O resto dos garotos incentivavam ele a terminar rápido pra poder sair da poça imunda formada no chão onde estavam apoiados. Apontei minha pica enorme e empurrei, gritando cheio de satisfação:
- Eu: AQUI ESTÁ SEU DONO, VADIA!
- María: NÃOOOOOOOOOOOOO!
O grito de María foi dilacerante. Só tinha conseguido enfiar a cabeça do meu pau forçando o cu apertado dela. Segurava ela com força pelos quadris e, vendo que ela não tinha forças pra se livrar da minha enrabada, falei pros garotos soltarem ela. Eles sentaram nas cadeiras que colocaram em volta de nós dois e, batendo punheta como loucos pras picas murchas depois de terem gozado na buceta da María. Me incentivavam pra eu estourar o cu dela na pica. Tincho gravava close-ups da cara. Peitos e bunda da María e de vez em quando no filho dela.
- María: TÔ DOENDO! TIRA LOGO, FILHO DA PUTA! AI MINHA BUNDA! CÊ TÁ ME MACHUCANDO! TIRA DA MINHA BUNDA! CÊ TÁ ME RASGANDO! PARA, FILHO DA PUTA! PARAAAAA!
- Eu: Luismi, abre mais as nádegas da sua puta velha.
María resistia imóvel, minha pica enorme entre lágrimas, xingamentos, gritos e súplicas. Se ela se mexesse, doía mais forte. Tava muito bêbada, mas sentia perfeitamente como o cu dela tava rasgado na frente do filho e dos amigos dele.
Luismi cravava os dedos pra manter bem aberta a bunda da mãe e não perdia nenhum detalhe da minha pica dentro daquele cu apertado. Empurrei e empurrei com a cintura, devagar mas com força, até enterrar tudo centímetro por centímetro. María gritava e chorava ainda mais alto. Minha pica era estrangulada no reto dela. Sentia as veias inchadas da minha pica pulsando e queimando com o fogo do interior daquela puta no cio. A bunda dela apertava, e pulsava também, reagindo pra se acomodar ao meu tamanho, com um movimento interno como se tivesse chupando minha pica com o cu.
Fiquei um tempão assim, curtindo sodomizar a puta reprimida da mãe do meu amigo, quando os caras começaram a ficar impacientes. Queriam mais ação. Já não se contentavam só em xingar a María e o filho dela. Queriam ver ela gozar como uma porca com outro squirt de quatro.
Gritei pro Luismi soltar a mãe dele e pro Tincho enfiar na boca dela enquanto gravava pra calar ela um pouco, e comecei de novo com uma metida e tirada frenética. Metia muito forte no cu dela, sem piedade e sem parar. O resto festejava. Os peitos gigantes dela balançavam rápido, dançavam loucamente sem controle, saltavam pra fora do torso por cima dos braços e batiam um no outro no meio do peito. Tincho mexia a cabeça dela no ritmo das minhas estocadas, puxando o cabelo dela com a mão esquerda enquanto gravava tudo com a direita, comendo ela forte e fundo pela boca. Agarrei os peitos dançantes dela, puxando os bicos pra fora. eu, ao mesmo tempo que enfiava toda a minha pica até bater minhas bolas no cu dela. Um fio de sangue escorria da bunda arrombada dela e se misturava com a nossa porra que ainda escorria da buceta dela.
Maria bufava empalada por frente e por trás. Mal conseguia respirar pelo nariz. De vez em quando, o Tincho soltava a boca dela pra esfregar na cara dela a pica toda babada, e Maria aproveitava pra tomar fôlego, me xingar aos berros e gemer em gritos por causa da minha porra de foda selvagem.
De repente, ela mudou de atitude. Quando escapava da pica do Tincho e conseguia falar, me provocava pra eu terminar logo aquele suplício. Mas era exatamente o contrário. Ver ela tão puta e arrebentada excitava ainda mais todo mundo, até o próprio filho dela.
— Maria: VAI, FILHO DA PUTA! ACABA LOGO DE UMA VEZ, INFELIZ! SERÁ QUE JÁ NÃO TEM MAIS PORRA? É SÓ ISSO QUE VOCÊ TEM, SEU AMO PATÉTICO? QUE VERGONHA! VOCÊ É MUITO FRANGO PRA ESSE PEDAÇO DE MULHER!
— Eu: TOMA, PUTA DO CU! VOCÊ ADORA QUE OS AMIGOS DO SEU FILHO TE TRATEM COMO A VERDADEIRA VAGABUNDA QUE VOCÊ É! NA SUA VIDA INTEIRA VOCÊ NUNCA GOZOU TANTO! SERÁ QUE SEU MARIDO DE PIQUENO NÃO TE DÁ O SUFICIENTE, QUE VOCÊ PRECISA TRANSAR COM SEU PRÓPRIO FILHO E OS AMIGOS DELE? FILHA DA PUTA!
Tincho fez o máximo esforço, mas não aguentou muito. Tava tão excitado que gozou na garganta da Maria, mas não tirou a pica. Minhas estocadas por trás continuavam balançando a cabeça dela, fazendo a puta continuar engolindo a pica do Tincho sozinha. A boca dela transbordou de porra, que saía até pelo nariz. Maria tossia engasgada com a pica dele dentro, cuspindo porra e saliva.
Já satisfeito, Tincho tirou a pica mole da garganta dela e se afastou um pouco pra gravar a cena toda enquanto eu continuava comendo ela no cu igual um coelho endemoniado.
Passei mais meia hora assim até gozar inundando as entranhas dela, enquanto os dois soltávamos um berro animal. Tirei a pica do cu arrombado dela de uma só vez, e minha porra saiu em jatos misturada com o sangue dela. Maria caiu de lado. dos os almofadões e ficou rendida e ofegante no chão enquanto convulsionava pela segunda vez naquela noite. A gente, os caras, achava que ela podia desidratar de tanto líquido que jorrava em cada orgasmo.
- Eu: "Vem, galera! Olha como eu deixei a bunda dela!"
- Juan: "Nããão! Parece uma flor aberta!"
- Nacho: "Rapaz, que abertura de cu. Olha, entra quase minha mão inteira no rabo dela."
- Luismi: "Deixa ela descansar! Tá exausta! Vamos, galera, deixa ela em paz!"
- Tincho: "Nada disso, tanto tempo sem pica tem que recuperar todo o tempo perdido. Tem que meter até morrer."
- Eu: "Hahaha! Sim, já deixei o cu dela bem aberto pra todo mundo aproveitar. Luismi, pega o vibrador da minha mochila. Você sabe como a puta da sua mãe adora que você enfie na buceta dela."
- Maria continuava convulsionando jogada no chão. Gemia como uma cadela no cio enquanto seguia com o olhar o filho indo buscar o vibrador. Não entendia o que ele tinha dito, mas a excitação dela não diminuía. O corpo dela continuava quente e sedento de todo o prazer que a gente pudesse dar.
Passamos o resto da noite sodomizando a Maria em todas as posições possíveis enquanto o filho dela metia o vibrador na buceta dela. Um por um fomos gozando no cu arrombado dela, revezando também pra gravar. O último foi o Luismi, que puxava o cabelo dela com uma mão enquanto enfiava. Maria mexia a bunda involuntariamente; o que faziam com o vibrador deixava ela louca e ajudava a aliviar a ardência no cu dolorido. Ela tava no limite do prazer máximo que o corpo aguentava quando explodiu num último orgasmo. Finalmente o Luismi também gozou dentro da mãe ao ver ela chegar lá e sentir nas pernas os jatos que a porca expelia. Todo mundo comemorou a puta enrabada.
********♫ aria colorare ♫********
Tava amanhecendo quando finalmente deixamos a Maria descansar. A gente se vestiu, juntou as coisas e foi embora exausto cada um pra sua casa. casa. Não queríamos passar o resto do fim de semana limpando toda aquela bagunça, muito menos aguentar a ressaca da puta da mãe do Luismi. Os caras estavam com medo da reação da Maria quando ela estivesse sóbria, então deixei um bilhete na mesa dizendo:
"Lembra, puta, que temos tudo gravado. Se você falar qualquer merda, vamos mostrar pra todo mundo que você conhece o seu vídeo pornô, onde você aparece na farra com seu filho e se divertindo com os amigos dele. Sua reputação de merda vai pro caralho. SEU FILHO DA PUTA AMO"
No dia seguinte, Luismi me ligou da casa dos avós. A Maria tinha levado ele e não tava falando com ele.
No domingo, quando o Fernando chegou, ela disse que tinha que colocar o Luismi num internato, sem dar mais explicações.
********♫ interlúdio ♫*******
Continua...
Valeu pelas mensagens, pontos e comentários nos meus posts.
Aqui vão os capítulos anteriores dessa história:(I) O chuveiro
(II) O lanche*****♪ quinto ato ♪*****
*****♫ introdução ♫*****
Desde muito novo, soube que minha fraqueza eram as casadas, que seus maridos cornos não conseguiam satisfazer, então eles mesmos me imploram para que eu seja o cara que faça elas gozarem até o talo com minha pica descomunal e minhas ideias mais pervertidas.
Entendi que é minha responsabilidade libertar as mulheres da angústia de viver uma vida sexual insatisfeita, fingindo orgasmos que seus parceiros não conseguem provocar.
Com meus amigos, gravamos um vídeo pornô caseiro da Maria, mãe do nosso amigo Luismi, onde curtimos o corpo dela, que juntos despimos. Na própria cama de casal dela, apertamos e chupamos aqueles peitos gigantes, fizemos sexo oral nela, e até o próprio filho fez ela gozar com um vibrador num orgasmo explosivo que foi um verdadeiro squirt, espirrando a porra toda no quarto. Mas ela não percebeu nada, porque a dopamos com um puta sonífero veterinário que Fernando, o marido dela e pai do Luismi, deixou ao nosso alcance. Meu plano perverso para libertar a puta reprimida que a Maria carregava dentro de si estava em andamento.
*****♫ ária cantabile ♫*****
Lembro que passei o domingo inteiro trancado no meu quarto, vendo uma e outra vez o vídeo pornô que fizemos com a mãe do nosso amigo Luismi, desmaiada no próprio quarto de casal dela, e onde o grupo todo era protagonista, inclusive o próprio filho. As cenas eram inacreditáveis: como os caras mordiam os bicos duros e brilhantes de tanta baba, como o filho enfiava com raiva um vibrador na buceta dela, como nos peitos gigantes dela meu pau de 24 cm sumia enquanto eu fazia uma siririca cubana em cima dela, o squirt de cinema com a cachoeira sem fim de gozo que ela jorrou se contorcendo no orgasmo escandaloso, e como no final todo mundo foi jogando porra no corpo branco e suado dela. Enquanto eu curtia cada detalhe do vídeo, e entre uma punheta e outra, Imaginando como tornar possíveis as próximas e mais perversas situações.
*****♫ recitativo accompagnato ♫*****
No primeiro recreio da segunda-feira seguinte, o Luismi me levou pra um canto afastado dentro do colégio pra me dar o relatório de tudo que tinha rolado na casa dele no resto do sábado e no domingo.
- Eu: fala, vagabundo, conta, me conta agora tudo. Como foi o fim de semana na sua casa?
- Luismi: calma, calma, ninguém descobriu nada.
- Eu: detalhes, Luis Miguel, quero detalhes. Me conta tudo com riqueza de detalhes, fala!
- Luismi: às dez da noite, minha mãe acordou estranhando ter dormido tanto. Ela não é de tirar sesta. Parece que ao acordar com o corpo sujo, tomou um banho. Depois foi direto no meu quarto e me recriminou por ter deixado ela dormir tanto tempo.
- Eu: não me fode, ela não sentiu o cheiro de porra impregnado nos lençóis e na roupa dela?
- Luismi: não, ou não me disse nada. Tava feliz, me encheu de beijos e abraços. Não sabia como me livrar dela. Só me xingou por não ligar o ar-condicionado e que tinha acordado toda molhada de suor.
- Eu: ha, ha. Passou um calorão danado que molhou a buceta a litros, a puta.
- Luismi: ei, você tá falando da minha mãe, não se passa. Quer que eu continue contando ou não?
- Eu: não vem de machinho comigo, fala, continua contando.
- Luismi: bom, depois ela ficou feliz por ter descansado. Achou que a sesta tinha deixado ela super relaxada. Pensou que provavelmente tinha dormido tanto porque precisava descansar, tinha trabalhado pesado em casa durante a semana. Tive que levar o Toro pra passear porque não conseguia olhar nos olhos dela sem lembrar como deixaram a cara dela cheia de porra. Fiquei duas horas passeando com o cachorro na esperança de encontrá-la dormindo. Se ela lembrasse alguma coisa do lanche, com certeza meus pais me internavam num colégio interno. Mas na volta, ela me agradeceu com mais beijos por cobrir meu pai enquanto ele não tava e cuidar do meu irmão. cachorro. Preparei um jantar delicioso pra nós dois e fui dormir rapidinho.
- Eu: então a putinha ficou feliz, né? Quando seu velho chegou, ele notou alguma diferença? Não viu ela radiante?
- Luismi: se ele notou diferença, não sei, porque não falou nada. Passou o tempo todo falando do congresso dele e a gente ficou cada um na sua. Eu enfiado no quarto dela, minha mãe cuidando das coisas de casa e meu pai sentado no sofá lendo jornal e vendo TV.
- Eu: que família mais sem graça, hein, trouxa.
- Luismi: já chega, cumpri minha parte do trato. Graças a Deus ninguém percebeu. Você já teve o que queria. Você fodeu minha vida. Não consigo olhar pra minha mãe sem lembrar que ela é a puta dos meus amigos. Chega. Acabou. Tudo.
- Eu: que merda você tá falando? Aqui quem decide quando acaba sou eu. Além do mais, ela não foi nossa puta, e a gente só bateu uma punheta em cima dela. É hora de seguir o plano e comer ela gostoso, como toda vagabunda merece.
- Luismi: não! Acabou aqui!
- Eu: não se faz de difícil, senão mostro pra todo mundo como o filho fez a própria mãe gozar que nem uma cadela no cio.
*****♫ aria colorare ♫*****
Nessa hora, Luismi desmaiou. Foi pressão demais. A diretora da escola teve que chamar uma ambulância que levou ele pro hospital, e ele não voltou a semana inteira.
Contei pros caras sobre a tentativa do Luismi de se safar e como ameacei ele pra continuar. Não podia perder tudo que já tinha conseguido, e a gente tinha que seguir com meu plano.
******♪ sesto atto ♪******
******♫ aria agitata ♫******
Por vários dias, a gente se revezou com os caras pra visitar ele na casa dele. Mas a Maria não deixava a gente ver ele, com a desculpa das recomendações de repouso que os médicos deram.
Só na sexta seguinte, a Maria convidou a gente pra um lanche com nosso amigo e parceiro de aventuras. A gente foi feliz, claro, mas quando entramos na sala de jantar, o Luismi não gostou nada da nossa presença. Parece que era ele quem se recusava a nos ver, e com a nossa insistência diária, a mãe dele convenceu. Ela tava com medo do filho dela ficar de fora do meu grupo.
******♫ recitativo secco ♫******
Ela tinha preparado o lanche pra gente e a gente tava falando umas merdas que rolaram na escola durante a ausência do Luismi quando o pai dele aparece.
-Fernando: e aí, galera! tudo bem?
-Eu: Tudo ótimo, Sr. Fernández. E o congresso do senhor?
-Fernando: foi muito bom, mas me ligaram hoje. Parece que ficaram muitos assuntos pendentes, então marcaram outro pra esse fim de semana, e pra piorar, os dois dias. Não posso faltar, já me comprometi.
-María: de novo? Seus congressos vão sair uma fortuna pra gente.
-Fernando: não, amor, esse é pago pela faculdade de veterinária. Só faltava eu ter que pagar ainda por cima de ajudar eles um fim de semana.
Enquanto os pais do Luismi discutiam por causa da viagem de última hora, e principalmente os gastos e os problemas que esses congressos do Fernando causavam, eu fiz um sinal pros caras levantarem do lanche e levei eles quase na empurrada pro quarto do Luismi.
A gente tinha só umas duas horas pra planejar o fim de semana. Meu plano perverso tava cada vez mais ousado e exigia dobrar a aposta com uma chantagem dupla: era hora de pressionar a María e o filho dela na mesma jogada.
******♫ aria da dude ♫******
Os caras tavam ansiosos pra caralho vendo a chance de outro fim de semana de putaria. E mesmo que ele negasse na nossa cara, o Luismi também ficava excitado com a nossa tarada pela mãe dele, e o corpo dele não mentia, era na cara, o pau dele inchou igual o de todo mundo.
Eu tava fazendo a introdução dos próximos passos quando bateram na porta do quarto e a gente calou a boca na hora. Era o Fernando avisando que ia entrar no quarto do filho:
-Fernando: galera, vi que vocês se interessaram pelo meu congresso. Querem ver minha clínica veterinária?
-Luismi: não, pai, que nada, os caras não tão afim de ver teu trampo.
-Eu: fala sério, claro que a gente se interessa.
-Fernando: então, querem ir?
-Todos: siiiim! Num instante, pensei que o convite era estranho. Será que o Fernando desconfiava de algo? Ele notou que faltava no vidro de sonífero? Descobriu a roupa da mulher dele toda suja com nosso gozo? Será que ele desconfia da atitude relaxada com que a esposa dele recebeu ele da viagem? Ele vai nos levar pra um lugar seguro pra encarar a gente longe da proteção da mulher dele?
Essas preocupações não duraram muito na minha mente quando lembrei do meu plano e relaxei na hora. Se a coisa ficasse feia, eu também podia chantagear o pai do meu amigo com o vídeo pornô da mulher dele.
Fernando sorria orgulhoso mostrando a veterinária dele. A gente não tava nem aí, mas fiz um sinal pros caras e eles entraram na onda.
- Fernando: Essa é a sala de espera e aqui é meu escritório.
- Eu: O que são todos esses vidros nessa vitrine?
- Fernando: São os medicamentos dos animais.
- Tincho: Pra que servem?
- Fernando: Esse é pra curar feridas, esse outro pra desparasitar... esse é o sonífero que mostrei outro dia e esse vidro tão grande é... bom, é um líquido que se dá pras vacas pra elas ficarem no cio... e vocês já sabem.
- Luismi: Que isso, pai!
- Fernando: Vai, filho, não me diga que com quinze anos você não sabe o que é ficar no cio. Esse é um fertilizante pra vacas que provoca a ovulação das fêmeas. Deixa elas bem quentes e receptivas pro macho.
- Eu: Tudo isso é muito interessante.
- Fernando: Bom, continuem vendo tudo aí. Vou deixar vocês um pouco. Tenho que falar com o síndico do prédio no apartamento dele sobre assuntos do condomínio. Volto e a gente vai embora.
- Juan: Ok, Sr. Fernández, a gente espera aqui.
- Fernando: Mas não mexam em nada, senão depois tenho que arrumar tudo.
- Nacho: Pode deixar.
Assim que ele saiu pela porta, mandei o Tincho vigiar se ele voltava. Nacho trouxe o vidro do fertilizante e enchi o de colônia. O Luismi reclamava de tudo, mas as tentativas dele de nos parar eram inúteis. Estávamos todos muito ansiosos. Em menos de um minuto, já estávamos os cinco sentados na sala de espera. Fernando voltou e fomos pra casa dele de novo.
******♫ aria di bravura ♫******
Quando nos viu chegar, Maria nos convidou pra jantar. Luismi de novo tentou evitar que ficássemos todos juntos e, fingindo se lamentar, disse pra mãe dele que a gente tinha que ir por causa de outro compromisso. Foi uma boa tentativa, mas tapando a boca dele com a mão antes que terminasse a frase (parecia brincadeira, mas não era), aceitei o convite em nome de todo mundo, argumentando que por nada nesse mundo a gente perderia a chance de comer o que ela nos oferecesse. Maria se surpreendeu com o duplo sentido da minha resposta e, sem dizer uma palavra, ficou pasma, feito uma estátua, enquanto passávamos por ela.
Como sempre, fomos direto pro quarto do Luismi jogar no videogame enquanto esperávamos ser chamados pra comer. Mas depois de um tempo, quando fui no banheiro, ouvi os pais do meu amigo discutindo na cozinha. Minha curiosidade de saber mais sobre a intimidade do casal me fez espiar eles, escutando atrás da porta.
-Fernando: sim, Maria, o Luismi chegou em casa bem bêbado naquele dia.
-Maria: não acredito, meu filho?
-Fernando: você sabe que os moleques de 15 já começam a beber com os amigos.
-Maria: sim, mas o Luismi...
-Fernando: é um garoto como qualquer outro, não tem tanta importância. O que a gente precisa fazer é ajudar ele a saber beber. Ele tem que entender que álcool tem que ser tomado com moderação.
-Maria: mas... como?
-Fernando: pensei em ensinar ele aqui em casa e tomar uns copos com eles de boa, mostrar como se deve beber com moderação. Não ficar enchendo o saco ou proibir, porque isso seria pior.
-Maria: parece legal, mas quando? Você vai esse fim de semana pro congresso.
-Fernando: você pode fazer isso, ele te obedece mais, te respeita e te quer mais.
-Maria: você sabe que eu não aguento. Sou muito fraca, tomo dois copos e quase fico bêbada. -Fernando: então você toma dois e nada mais, assim eles vão ver que não precisa beber muito.
-María: tá bom, mas faço isso pelo Luismi!
-Fernando: claro, amor, você é uma mãe maravilhosa. Convida eles pra passar o fim de semana em casa com a desculpa de não ficar sozinha, e depois a gente faz o que combinamos.
Eu não acreditava no que tava ouvindo. Parecia que o Fernando queria a todo custo entregar a própria mulher pra gente. Facilitou muito as coisas pra nós. Então decidi apertar um pouco e entrei na cozinha de repente.
-Eu: olha só… o que tá rolando aqui? Ouvi direito? Essa mulher gostosa quer convidar os amigos do filho pra ficar na casa dela enquanto o marido não tá, pra não se sentir sozinha? E ainda quer nos embebedar?
-María: não! Você entendeu tudo errado. É uma confusão, um mal-entendido…
-Fernando: que isso? E o que você tá fazendo aqui? Tá nos espionando?
-Eu: vim pegar um copo d’água. Acho que entendi tudo o que tá acontecendo aqui. Mas não se preocupem. Vai ser nosso segredo.
Não dei tempo pra eles reagirem. Me virei e voltei pro quarto do Luismi sem esperar resposta, embora o Fernando estivesse resmungando alguma coisa e a María ficasse com as palavras na boca.
Já no jantar, o Fernando fez uns comentários dando abertura pra María pedir pra gente ficar e passar o fim de semana inteiro na casa dela com o filho. Me fiz de surpreso enquanto piscava o olho pra María, que tava visivelmente desconfortável. Os moleques ficaram doidos, não conseguiam disfarçar a euforia. Já o Luismi tentou se livrar de novo, mas como sempre, sem sucesso.
A gente foi embora quase na hora. Fernando levou cada um de nós no carro dele até em casa pra pegar o necessário pro fim de semana. Eu enchi minha mochila com várias surpresas.
*******♪ settimo atto ♪*******
*******♫ aria cantabile ♫*******
Quase meia-noite, a gente já tava voltando com o Fernando pra casa dele. Os moleques com um sorriso de orelha a orelha, já o Luismi tava pálido igual uma folha. Era óbvio que ele tava pensando que a situação tava indo pro caralho e ela tava morrendo de raiva por se sentir impotente, sem poder falar nem fazer nada, senão tudo ia ser descoberto, além disso eu tinha o vídeo pornô da mãe dela com tudo incluso, até o trabalhinhos dela com o vibrador que ninguém podia ver, senão a família dela ia se foder. Com esse pensamento, sentiu um arrepio descendo pelo corpo todo que paralisou ele de medo, então decidiu ver como a noite ia se desenrolar. Não tinha outra alternativa senão seguir nosso jogo.
Fernando deixou a gente na porta e foi viajar. Maria tava esperando acordada, e quando a gente chegou, soltei um elogio pesado que deixou ela vermelha que nem um tomate. Era inacreditável que um cara conseguia fazer ela corar tão fácil, essa santarrona. Tentando mudar de assunto e sem me responder, ela falou pra todo mundo:
- Maria: que tal a gente tomar uns drinks?
- Luismi: mãe, a gente não bebe.
- Maria: não se faz de bobo que você sabe muito bem que não é verdade.
- Eu: sim, senhora, ótima ideia, mas só se a senhora deixar eu servir os drinks, é o mínimo que posso fazer depois do jantar delicioso que a senhora preparou.
- Maria: que cavalheiro, faça as honras (falou em tom de brincadeira). Vou tomar fernet com coca, mas não me enche muito.
- Juan: eu ajudo você, Raul.
******♫ aria colorare ♫******
A gente foi pra cozinha rindo cúmplices. Tava saindo tudo fácil. Preparamos os drinks com o Juan. Pra gente, escolhi um uísque caríssimo do Fernando. O copo da Maria tava cheio pra caralho, mais um desse e a gente virava ela com certeza, pensei enquanto preparava. Enquanto colocava parte do líquido dentro e mexia, lembrava das explicações do Fernando e pensava que aquela dose era o suficiente pra uma vaca de 600 quilos. Apesar de tudo que coloquei no drink, ainda assim sobrou muito, quase tínhamos esvaziado o frasco inteiro da veterinária do Fernando, tínhamos líquido suficiente pra deixar a Maria no cio por um mês.
Com o Juan, voltamos pra sala de jantar com os drinks. María provou o dela. Senti que tava forte, mas não falou nada, tinha que se comportar como a gente por ordem do marido dela, ser mais uma do grupo pra poder ensinar o filho dela a beber.
Na primeira meia hora, ficamos falando de coisas da escola. María perguntou se alguém tinha namorada, mas todo mundo disse que não. Quando os copos ficaram vazios, sem falar nada, levantei e servi outra rodada, mas dessa vez coloquei ainda mais fernet no copo da María e botei de novo a mesma quantidade de líquido de gado que antes. Não sabia quanto tempo ia demorar pra fazer efeito, mas tava certo de que era o suficiente pra deixar ela bem cachorra.
*******♫ recitativo accompagnato ♫*******
Passou mais meia hora e já dava pra ver María bem bêbada, quase não falava, só escutava o que os caras diziam. Já a gente parecia que não tinha bebido nada. Notei que María tinha começado a ficar vermelha, o líquido tava fazendo efeito.
– Eu: por que a gente não joga alguma coisa?
– María: o que a gente vai jogar, meninos?
– Eu: vamos jogar cartas.
– María: mas eu não sei jogar nada.
– Eu: a gente te ensina algum jogo.
– Nacho: vai de "fode-te"!
– Tincho: isso! Quem perder paga prenda.
– Juan: perfeito.
– Luismi: já vou pegar as cartas.
*******♫ aria agitata ♫*******
Luismi explicou as regras do jogo pra María, mas ela quase não tava entendendo nada, então a gente trapaceou descaradamente. Pisquei o olho pros outros pra eles me acompanharem e começamos a jogar. Eu dava as cartas, indicava quem perdia e decidia qual castigo ia ter que cumprir. Óbvio que não seguia as regras do jogo e María foi a primeira a perder. Falei que ela tinha que tomar um gole e ela fez sem reclamar. Toda vez que alguém da gente perdia, a gente seguia como se nada, sem pagar prenda. Ela tava destinada a perder todas as partidas.
Passaram umas rodadas e dava pra ver que o líquido tinha feito efeito na María. Ela tava muito mais vermelha e parecia estar sentindo Sensações na virilha dela nunca antes vividas. Por momentos, eu via ela apertar as coxas e até levar a mão na buceta inconscientemente. Dava pra ver que ela tava toda excitada e, de vez em quando, suspirava passando a mão na nuca.
Era hora de agir e subir de nível. As cartas já não importavam mais. Com qualquer uma que tirava do baralho, fazia os caras pagarem prenda. Fiz todo mundo perder um por um, e como castigo, tínhamos que tirar uma peça de roupa, ficando só de cueca. O Luismi não tava muito afim de ver a mãe dele, que, bêbada e cheia de tesão, ria que nem uma menina inocente quando a gente perdia. Nós outros ficávamos zoando ele pra Maria não desconfiar de nada. Até que chegou a hora de acelerar tudo. Era a vez de despir ela.
- Eu: Maria, a senhora tem que ficar de calcinha e sutiã.
- Maria: como assim? Cê tá louco? Sou a mãe do Luismi, amigo dele.
- Eu: sim, conhece as regras. A gente perdeu e pagou a prenda. E a senhora riu. Agora é sua vez, é justo ter o mesmo castigo.
- Maria: mas isso não tá certo, além disso, tô morrendo de vergonha.
- Eu: é só um jogo, vai ser tipo estar de biquíni.
- Maria: mas eu nunca uso biquíni e não tô na praia.
- Eu: vamos, não seja tão má perdedora. Perdeu e tem que cumprir o castigo.
Não pensei que a Maria fosse demorar tanto pra aceitar, estando tão bêbada e com aquela sensação de calor tão estranha pra ela. Os caras começaram a soltar uns elogios pra animar ela ainda mais, mas parecia que só aumentava a vergonha dela. Levantei, peguei na mão dela e tirei ela da mesa. Enquanto todo mundo continuava elogiando, fiz ela girar uma volta inteira. Ela esqueceu do castigo de tão bêbada que tava e ria dos meus elogios mais ousados. Já mais solta, sentei e mandei ela se despir. Entre risadas, ela cumpriu o castigo, fazendo um striptease lento, rebolando na frente do filho e dos amigos dele.
Todo mundo curtia o show que ela mesma tava dando. Até o próprio filho não perdia um segundo. detalhe. A calcinha dela tava bem molhada, fruto da tesão involuntária que ela tava sentindo. Quando percebeu, sentou pra continuar jogando.
Nas rodadas seguintes, o castigo dela foi tomar os drinks dela. Ficamos mais meia hora nessa. Nessa hora, o Luismi já tava bebendo quase no mesmo ritmo que a mãe. Parecia que ele tinha decidido que, já que não podia evitar o que ia rolar, ia aproveitar.
Era hora de aumentar a aposta. Cravei meu olhar nos olhos da María. Sabia que do que eu fosse falar dependia todo o meu plano.
- Eu: Perdeu de novo, senhora. Agora quero que tire o sutiã pra gente ver essas tetas maravilhosas.
- María: Cê tá louco? O que cê pensa que é? Acha que sou uma puta?
- Eu: Não fica brava, senhora, é só um jogo.
María se levantou, fingindo que ia embora. Olhou pra virilha dela, toda encharcada, mas não ligou. Tinha que sair dali de qualquer jeito. Não ia se pelar na frente do marido, muito menos na frente de uns adolescentes tarados e do próprio filho, que não fazia nada pra impedir. Tudo parecia perdido quando o Luismi interveio:
- Luismi: Vai, mãe, não fica brava! É só um jogo. Além disso, eu tô aqui e te prometo que não rola nada. Outro dia a gente jogou na casa do Raul e a mãe dele perdeu e cumpriu a prova. Ela é mãe melhor que você?
*******♫ aria agitada ♫*******
O filho da puta tinha tocado no ponto fraco da santarrona da mãe dele. Com certeza era uma desculpa bem besta pra María, mas com a tesão que ela tava, não ligou. Só importava que o filho tinha acertado onde mais doía. Ela se virou e, sem dizer nada, tirou o sutiã, deixando todo mundo babando e com uma ereção descomunal. A gente já tinha curtido as tetas dela, mas dessa vez, talvez pela situação e pelo tesão do momento, elas pareciam ainda mais gostosas. Os bicos estavam mais duros do que nunca, apontando pra gente desafiadores, feito flechas. Não conseguíamos tirar o olho das tetas dela, balançando a cada movimento. Vi os caras abaixei as mãos e olhei por baixo da mesa confirmando minhas suspeitas. Todos tiraram as picas pra fora e se masturbavam na frente dela, inclusive o próprio filho. Maria parecia não perceber, sentou, pegou o baralho e começou a distribuir as cartas, mesmo que naquele jogo não se distribuíssem as cartas.
Percebi que ela estava perdida, já não negaria nada. Mandei ela tirar a calcinha e ela fez como se fosse nada, sem levantar da cadeira, tirou e jogou em cima da mesa me olhando desafiadora. Todos gritamos de empolgação. Antes que o resto pudesse reagir, peguei a peça molhada e levei ao meu rosto pra aproveitar minha vitória parcial, me deliciando com o cheiro de mulher no cio. Os caras se masturbavam sem parar debaixo da mesa e Maria continuava nosso jogo completamente pelada. Ela tava como fora de si, não percebia o que tava rolando.
*******♫ aria di bravura ♫*******
Já não precisava fingir o jogo. Luismi se adiantou a todos e, dominado pelo tesão da situação somado à impotência, tesão e bebedeira, ordenou pra mãe com tom dominante:
-Luismi: agora a gente quer que você se deite em cima da mesa com as pernas abertas e deixe a gente te ver bem.
-Maria: você não acha que isso é demais? sou sua mãe.
-Luismi: você perdeu, mãe, tem que cumprir o castigo, o jogo é assim. Me faz sentir orgulhoso de você.
Essas últimas palavras venceram a pouca resistência da mãe. Ela levantou e se deitou totalmente de pernas abertas em cima da mesa. Na mesma hora, nós cinco nos jogamos em cima dela, apalpando ela toda. Juan e Nacho foram direto pros peitos dela, que amassavam e apertavam desesperados, o resto focou na buceta já encharcada dela.
-Maria: me soltem! não vale tocar...
-Eu: vamos, dona Fernandez, não se faça de rogada que a gente sabe que você tá gostando.
-Maria: tô tonta, pelo amor de Deus, me soltem.
-Luismi: relaxa, mãe, e deixa rolar.
Num último surto de sanidade, Maria tentou me levantei, mas peguei ela pelos ombros e empurrei de volta suavemente sobre a mesa, agora eu não ia deixar ela escapar. Percebia que a Maria tava sentindo umas sensações contraditórias, por um lado devia achar que tava traindo todas as crenças religiosas dela se deixando apalpar por uns caras que incluíam o próprio filho, por outro a buceta dela tava pulsando, não parava de se molhar, com certeza nunca tinha sentido algo assim, tava com um tesão do caralho, mas aquilo não era certo pra ela. Mas ela se entregou ao prazer, não conseguia fazer nada pra evitar o que tava rolando.
Aí fui pegar a câmera de vídeo e comecei a gravar a cena. Um novo vídeo pornô caseiro da Maria, mas dessa vez acordada, onde eu era de novo o diretor, produtor, câmera e protagonista, tudo ao mesmo tempo:
- Eu: vai, Tincho, come a buceta dela!
- Maria: parem já, o que vocês tão fazendo comigo!
- Eu: não reclama, dona, a gente tá dando o que a senhora precisa!
- Juan: e isso é só o começo
- Eu: sorri pra câmera!
- Maria: desliga isso!
- Eu: CALA A BOCA, PORCA! a partir de agora a gente vai fazer o que eu quiser com você.
Já tava tudo encaminhado. Começava o treinamento da santinha pra transformar ela na nossa puta. Enquanto o Tincho lambia a buceta dela, mandei o Luismi e o Juan chuparem os peitos dela. Foi incrível ver o jeito desesperado que os caras tinham de devorar ela. O Luismi parecia o mais louco pra mamar a própria mãe. Eu continuava gravando tudo. Falei pro Nacho pegar ela pela boca e ele tentou enfiar o pau, mas a Maria mantinha ela fechada, não ia chupar "aquilo", tava resistindo.
De repente o trabalho do Tincho fez efeito, a Maria começou a se contorcer e deixou ele todo molhado quando começou a gozar pra caralho. Os lábios da buceta dela abriam e fechavam sozinhos, ela começou a gemer de prazer, e de novo a gente viu a cachoeira orgásmica dela molhando a mesa e formando uma poça pegajosa no chão.
Esse foi o momento que o Nacho Aproveitou pra enfiar o pau dela goela abaixo de uma só vez e deixar as bolas coladas na cara da Maria. Agarrou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder a garganta dela. Maria parecia que ia vomitar, mas não vomitou. Não tinha mais forças pra resistir. Nacho empurrava com toda a alma.
Não demorou muito pra gozar, enfiei meu pau o mais fundo que pude, chegando onde ninguém nunca tinha chegado, no fundo da garganta dela, forçando Maria a engolir toda porra. Tirei ele escorrendo babas e sêmen que descia pelo rosto vermelho de Maria.— Nacho: cê gostou da minha porra, seu pedaço de puta?
— Maria: que nojo!
— Eu: bem feito, Nacho, agora grava você como eu meto o pau nessa puta reprimida e abro bem a buceta dela!
— Maria: não, por favor, eu posso engravidar!
— Eu: melhor ainda, cê quer ter um irmãozinho, Luismi?
— Luismi: não, amigo, já deu pra hoje, larga ela, Raúl! Pelo amor de Deus.
— Eu: não seja viado, agora não vou parar. Ela é toda nossa e vamos aproveitar.
Tirei todo mundo de cima da Maria. Queria ela toda pra mim. Virei ela na mesa pra não ficar em pé em cima da poça do esguicho dela e me coloquei entre as pernas abertas dela, apoiando os pés dela nos meus ombros, levantando um pouco aquele rabão. Coloquei meu pau entre os lábios da buceta dela e fui esfregando devagar, molhando minha cabeçona nos sucos vaginais dela, até que, de uma só vez, enfiei com força os 24 cm da minha estaca grossa. O grito de dor dela ecoou pela casa toda. Ela só tinha conhecido a micropica do marido. Era a primeira vez na vida dela que provava outro pau, e nunca um que a preenchesse daquele jeito.
A buceta dela apertava pra caralho. O interior úmido dela fervia tanto que quase gozei na hora. Por um tempo fiquei parado enquanto amassava os peitões enormes dela, beliscando de vez em quando os bicos pontudos, até o corpo dela se acostumar e eu comecei a meter feito uma fera selvagem. Logo depois, a expressão dela mudou, e da rejeição pela dor passou pra entrega total pelo prazer extremo. O corpo dela parecia ter vida própria e, contra as crenças dela, se mexia buscando mais e mais prazer. Ela tava muito gostosa, e não conseguiu evitar outro orgasmo escandaloso, molhando tudo de novo.
Não parei de meter nela Forcei por um tempo até explodir dentro dela. Ficou escorrendo esperma e super ofegante, mas naquela noite eu não daria trégua. Então mandei um por um ocupar meu lugar e todos gozaram dentro dela. Todos menos o Luismi, e essa era a linha tênue que eu precisava quebrar:
- Eu: Luismi, é sua vez.
- Maria: Não faz isso, filho, sou sua mãe.
Luismi não disse nada, só aproximou o pau da suja buceta da mãe, onde escorria a porra de todos os amigos, e meteu de uma só vez, igual a gente tinha feito. Começou a empurrar num ritmo frenético que durou pouco, gozando mais rápido que todos, mas também dentro dela. Depois se afastou sem falar nada. Maria chorava, o filho tinha traído ela, que tinha dado tudo pra ele e ele pagava assim.
Maria estava atordoada, deitada na mesa da sala com as pernas penduradas no chão. Escorria resto de porra da gente pela virilha dela, descendo pelas pernas e pingando no chão, que já era um chiqueiro. O cheiro de sexo tomava a sala toda. A gente, os caras, tava descansando sentado ao redor dela, feliz de ter comido a mãe do nosso amigo, e enquanto admirava o nosso trabalho, via o sexo vermelho da Maria pulsando sem parar. A cena era um poema erótico. Um quadro renascentista. Ela continuava ofegante, toda escarrapachada na mesa, com o corpo brilhando dos fluidos dela e dos nossos. Com as marcas das nossas mãos nos peitos e na cintura dela. Ficamos assim por meia hora, comentando como ela tinha sido gostosa, como era bom soltar a puta que tinha dentro dela, agradecendo ao Luismi por ajudar a gente a comer a puta da mãe dele, e outras sacanagens, até que tive o impulso de ir ainda mais longe no meu plano perverso. Queria desvirginar aquele cu.
*******♫ aria da dude ♫*******
Mandei os caras tirarem ela da mesa e, entre todos, colocaram ela de quatro no chão. Maria era tipo uma Boneco de pano, não se mexia.
- Eu: Luismi, coloca uns travesseiros debaixo dela e levanta bem a bunda dela. Nacho e Juan seguram ela firme, e você - Tincho grava isso direito. Vou destruir esse cu fechado de puta reprimida.- María: não, por favor, isso não, por favor, te imploro, não faça isso...
- Tincho: cala a boca e olha pra câmera, pedaço de puta.
- Juan: Vamos Raúl, mete com força!
- Eu: Luismi, traz a beautiful da geladeira e passa no cu da sua mãe.
María reclamou ao sentir o toque dos dedos do filho com a beautiful gelada na pele ardente e xingava sem parar. Por causa da diferença de temperatura, o cu dela se contraiu mais e ela começou a mijar em si mesma. Os garotos xingaram ela aos berros e ameaçaram soltar, mas gritei mais alto pra segurarem firme. Nada ia impedir de estourar a bunda da dona Fernandez.
- Eu: muito bem Luismi, agora passa na minha pica pra fazer o cu da sua mamãe.
- Luismi: NÃO, QUE NOJO!
- Eu: faz logo, seu viado de merda! Ou vou mostrar os vídeos pra todo mundo e vão ver que filho da puta você é, comendo sua própria mãe e como ela se deixa comer, a putona, por todos nós?
Ele não teve escolha senão me obedecer e fazer tudo que eu mandasse. O resto dos garotos incentivavam ele a terminar rápido pra poder sair da poça imunda formada no chão onde estavam apoiados. Apontei minha pica enorme e empurrei, gritando cheio de satisfação:
- Eu: AQUI ESTÁ SEU DONO, VADIA!
- María: NÃOOOOOOOOOOOOO!
O grito de María foi dilacerante. Só tinha conseguido enfiar a cabeça do meu pau forçando o cu apertado dela. Segurava ela com força pelos quadris e, vendo que ela não tinha forças pra se livrar da minha enrabada, falei pros garotos soltarem ela. Eles sentaram nas cadeiras que colocaram em volta de nós dois e, batendo punheta como loucos pras picas murchas depois de terem gozado na buceta da María. Me incentivavam pra eu estourar o cu dela na pica. Tincho gravava close-ups da cara. Peitos e bunda da María e de vez em quando no filho dela.
- María: TÔ DOENDO! TIRA LOGO, FILHO DA PUTA! AI MINHA BUNDA! CÊ TÁ ME MACHUCANDO! TIRA DA MINHA BUNDA! CÊ TÁ ME RASGANDO! PARA, FILHO DA PUTA! PARAAAAA!
- Eu: Luismi, abre mais as nádegas da sua puta velha.
María resistia imóvel, minha pica enorme entre lágrimas, xingamentos, gritos e súplicas. Se ela se mexesse, doía mais forte. Tava muito bêbada, mas sentia perfeitamente como o cu dela tava rasgado na frente do filho e dos amigos dele.
Luismi cravava os dedos pra manter bem aberta a bunda da mãe e não perdia nenhum detalhe da minha pica dentro daquele cu apertado. Empurrei e empurrei com a cintura, devagar mas com força, até enterrar tudo centímetro por centímetro. María gritava e chorava ainda mais alto. Minha pica era estrangulada no reto dela. Sentia as veias inchadas da minha pica pulsando e queimando com o fogo do interior daquela puta no cio. A bunda dela apertava, e pulsava também, reagindo pra se acomodar ao meu tamanho, com um movimento interno como se tivesse chupando minha pica com o cu.
Fiquei um tempão assim, curtindo sodomizar a puta reprimida da mãe do meu amigo, quando os caras começaram a ficar impacientes. Queriam mais ação. Já não se contentavam só em xingar a María e o filho dela. Queriam ver ela gozar como uma porca com outro squirt de quatro.
Gritei pro Luismi soltar a mãe dele e pro Tincho enfiar na boca dela enquanto gravava pra calar ela um pouco, e comecei de novo com uma metida e tirada frenética. Metia muito forte no cu dela, sem piedade e sem parar. O resto festejava. Os peitos gigantes dela balançavam rápido, dançavam loucamente sem controle, saltavam pra fora do torso por cima dos braços e batiam um no outro no meio do peito. Tincho mexia a cabeça dela no ritmo das minhas estocadas, puxando o cabelo dela com a mão esquerda enquanto gravava tudo com a direita, comendo ela forte e fundo pela boca. Agarrei os peitos dançantes dela, puxando os bicos pra fora. eu, ao mesmo tempo que enfiava toda a minha pica até bater minhas bolas no cu dela. Um fio de sangue escorria da bunda arrombada dela e se misturava com a nossa porra que ainda escorria da buceta dela.
Maria bufava empalada por frente e por trás. Mal conseguia respirar pelo nariz. De vez em quando, o Tincho soltava a boca dela pra esfregar na cara dela a pica toda babada, e Maria aproveitava pra tomar fôlego, me xingar aos berros e gemer em gritos por causa da minha porra de foda selvagem.
De repente, ela mudou de atitude. Quando escapava da pica do Tincho e conseguia falar, me provocava pra eu terminar logo aquele suplício. Mas era exatamente o contrário. Ver ela tão puta e arrebentada excitava ainda mais todo mundo, até o próprio filho dela.
— Maria: VAI, FILHO DA PUTA! ACABA LOGO DE UMA VEZ, INFELIZ! SERÁ QUE JÁ NÃO TEM MAIS PORRA? É SÓ ISSO QUE VOCÊ TEM, SEU AMO PATÉTICO? QUE VERGONHA! VOCÊ É MUITO FRANGO PRA ESSE PEDAÇO DE MULHER!
— Eu: TOMA, PUTA DO CU! VOCÊ ADORA QUE OS AMIGOS DO SEU FILHO TE TRATEM COMO A VERDADEIRA VAGABUNDA QUE VOCÊ É! NA SUA VIDA INTEIRA VOCÊ NUNCA GOZOU TANTO! SERÁ QUE SEU MARIDO DE PIQUENO NÃO TE DÁ O SUFICIENTE, QUE VOCÊ PRECISA TRANSAR COM SEU PRÓPRIO FILHO E OS AMIGOS DELE? FILHA DA PUTA!
Tincho fez o máximo esforço, mas não aguentou muito. Tava tão excitado que gozou na garganta da Maria, mas não tirou a pica. Minhas estocadas por trás continuavam balançando a cabeça dela, fazendo a puta continuar engolindo a pica do Tincho sozinha. A boca dela transbordou de porra, que saía até pelo nariz. Maria tossia engasgada com a pica dele dentro, cuspindo porra e saliva.
Já satisfeito, Tincho tirou a pica mole da garganta dela e se afastou um pouco pra gravar a cena toda enquanto eu continuava comendo ela no cu igual um coelho endemoniado.
Passei mais meia hora assim até gozar inundando as entranhas dela, enquanto os dois soltávamos um berro animal. Tirei a pica do cu arrombado dela de uma só vez, e minha porra saiu em jatos misturada com o sangue dela. Maria caiu de lado. dos os almofadões e ficou rendida e ofegante no chão enquanto convulsionava pela segunda vez naquela noite. A gente, os caras, achava que ela podia desidratar de tanto líquido que jorrava em cada orgasmo.
- Eu: "Vem, galera! Olha como eu deixei a bunda dela!"
- Juan: "Nããão! Parece uma flor aberta!"
- Nacho: "Rapaz, que abertura de cu. Olha, entra quase minha mão inteira no rabo dela."
- Luismi: "Deixa ela descansar! Tá exausta! Vamos, galera, deixa ela em paz!"
- Tincho: "Nada disso, tanto tempo sem pica tem que recuperar todo o tempo perdido. Tem que meter até morrer."
- Eu: "Hahaha! Sim, já deixei o cu dela bem aberto pra todo mundo aproveitar. Luismi, pega o vibrador da minha mochila. Você sabe como a puta da sua mãe adora que você enfie na buceta dela."
- Maria continuava convulsionando jogada no chão. Gemia como uma cadela no cio enquanto seguia com o olhar o filho indo buscar o vibrador. Não entendia o que ele tinha dito, mas a excitação dela não diminuía. O corpo dela continuava quente e sedento de todo o prazer que a gente pudesse dar.
Passamos o resto da noite sodomizando a Maria em todas as posições possíveis enquanto o filho dela metia o vibrador na buceta dela. Um por um fomos gozando no cu arrombado dela, revezando também pra gravar. O último foi o Luismi, que puxava o cabelo dela com uma mão enquanto enfiava. Maria mexia a bunda involuntariamente; o que faziam com o vibrador deixava ela louca e ajudava a aliviar a ardência no cu dolorido. Ela tava no limite do prazer máximo que o corpo aguentava quando explodiu num último orgasmo. Finalmente o Luismi também gozou dentro da mãe ao ver ela chegar lá e sentir nas pernas os jatos que a porca expelia. Todo mundo comemorou a puta enrabada.
********♫ aria colorare ♫********
Tava amanhecendo quando finalmente deixamos a Maria descansar. A gente se vestiu, juntou as coisas e foi embora exausto cada um pra sua casa. casa. Não queríamos passar o resto do fim de semana limpando toda aquela bagunça, muito menos aguentar a ressaca da puta da mãe do Luismi. Os caras estavam com medo da reação da Maria quando ela estivesse sóbria, então deixei um bilhete na mesa dizendo:
"Lembra, puta, que temos tudo gravado. Se você falar qualquer merda, vamos mostrar pra todo mundo que você conhece o seu vídeo pornô, onde você aparece na farra com seu filho e se divertindo com os amigos dele. Sua reputação de merda vai pro caralho. SEU FILHO DA PUTA AMO"
No dia seguinte, Luismi me ligou da casa dos avós. A Maria tinha levado ele e não tava falando com ele.
No domingo, quando o Fernando chegou, ela disse que tinha que colocar o Luismi num internato, sem dar mais explicações.
********♫ interlúdio ♫*******
Continua...
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