Con mi vecino de 60 años

Isso aconteceu comigo no final de 2018, três meses depois que o pai do meu vizinho o expulsou de casa. Quando precisávamos tomar injeções, minha mãe nos levava numa vizinha que era enfermeira, quando ela não estava, nos levava no dono Paco, um vizinho que morava no meio do quarteirão. Ele era viúvo, tinha uns 60 anos e morava sozinho. Tinha só um filho que o visitava todo fim de semana. Era branco, um pouco gordo, media uns 1,70m, todo o cabelo branco e parecia gente boa.

Como eu ficava muito doente da garganta, me receitaram um tratamento de injeções. Tinha que tomar uma injeção a cada 7 dias por dois meses. Já tinha tomado 6 injeções. Minha mãe me levava e aproveitava para bater papo com a vizinha, e eu brincava um pouco com o filho dela, que tinha uns 26 anos. Mas ela nos avisou que na semana seguinte sairia de férias e não estaria. Minha mãe disse que não tinha problema, que iríamos no dono Paco. Como minha mãe tinha coisas para fazer no dia que eu precisava tomar a injeção, me mandou sozinho.

Toquei a campainha e depois de um tempo o vizinho apareceu.

"Boa tarde, dono Paco, minha mãe me mandou pra ver se o senhor podia me aplicar a injeção."

"Sim, claro, deixa eu abrir o portão da rua."

"Por que o senhor fecha o portão, dono Paco?"

"Por se algum ladrão quiser entrar, já estou velho e não ouço bem, melhor prevenir essa situação."

"Ah, bom." Ele abriu e me deixou entrar. A casa dele cheirava a mofo e estava quase no escuro, com muitas coisas nas vitrines e um pouco de poeira. Ele foi buscar álcool e algodão, e eu dei a caixa da injeção. Ele começou a preparar.

"Essas são daquelas que doem muito."

"É, já tomei 7 e falta 1", menti, porque depois ele deixava um caroço e doía.

"Não se preocupa, vou aplicar devagar e esfregar bastante pra não doer." Ele terminou de preparar. "Vem pro quarto que vou aplicar."

Chegamos no quarto e ele me deixou entrar. "Abaixa a calça."

Abaixei só um pouco, como fazia com a vizinha, e me deitei.

"Não, abaixa mais, até os joelhos, é pra eu esfregar melhor e não... Deixei você com a bola.
Me levantei um pouco, abaixei mais a calça e me acomodei de novo. Com a mão livre, ele começou a pegar minhas duas nádegas e a massageá-las, como se estivesse vendo em qual ia aplicar a injeção.

É que um lado é mais sensível que o outro e dói menos. Ele ficou uns dois minutos escolhendo em qual nádega ia me injetar, e eu comecei a ficar um pouco excitado. Já fazia mais de 3 meses que ninguém me tocava assim. Finalmente ele se decidiu e aplicou a injeção. Como fiquei duro, formou uma bola.

"Viu, você ficou duro e saiu uma bola, mas não se preocupa, agora eu massageio bem e ela some."

Ele colocou o algodão onde aplicou a injeção e começou a massagear devagar. Com essa massagem, eu relaxei, e nessa hora ele começou a massagear com as duas mãos.

E disse: "É pra não ficar nada da bola."

Eu não disse nada, só gemi um pouco. Ele massageava de cima das nádegas em forma circular, e quando os polegares se encontravam no meio das minhas nádegas, tentava empurrá-los em direção ao meu cuzinho, mas não passou dali. Naquela hora, me vieram todos os tipos de lembranças com meu vizinho e comecei a ficar mais excitado. Ele percebeu porque, sem conseguir controlar minha bunda, ela começou a se mexer um pouco.

"Pronto, já sumiu a bola, já pode se levantar."

Ele saiu do quarto e eu vi um pequeno volume na calça dele. Ele foi pra sala. Quando me levantei, percebi que tinha molhado o cobertor com meus líquidos pré-seminais. Procurei nos bolsos da calça algum papel, mas não tinha nenhum, pra limpar um pouco e ele não perceber. Limpei o melhor que pude com a mão e fui pra sala.

"Quanto devo, don Paco?"

"Espera um pouquinho." Ele foi pro quarto, voltou e disse: "Nada." Eu fiquei vermelho porque notei que ele tinha percebido que sujei o cobertor.

"É que minha mãe me deu 10 pesos pra dar pro senhor."

"Não se preocupa e gasta eles, mas não conta pra sua mãe. Vem semana que vem pra eu aplicar a outra injeção."

Quando ele disse isso, vi em seus olhos, aquela luxúria que eu via nos olhos do meu vizinho.
Sim, eu venho na outra semana.

Bom, te espero, se quiser que eu te dê uma massagem como a de hoje, inventa uma desculpa pra sua mãe pra gente ter mais tempo e ele piscou o olho pra mim.
Ele saiu pra me abrir a porta e eu saí correndo com o coração batendo muito rápido, e com uma sensação de excitação tremenda.
Cheguei em casa e fui direto pro banheiro me masturbar, saí e minha mãe me perguntou:
Por que você demorou?

É que o seu Paco estava me mostrando umas fotos dele e da esposa quando eram mais jovens, sabe que ele quase não sai. Ah, ele me pediu pra te perguntar se eu posso ficar pra jantar na outra semana, depois da injeção.
Mas a vizinha já volta na outra semana.
Sim, eu sei, mas o seu Paco fica sempre sozinho.
Bom, se você quer, pode.

Como naquela época (os anos 80), todos os vizinhos eram de confiança ou não havia tanta insegurança como agora, ou a gente não sabia, então não era mal visto eu ficar sozinho com meu vizinho. Passei a semana toda pensando em como seria nosso encontro e como seria o pau dele, se eu conheceria outras coisas, várias vezes tive que me masturbar pensando em como ele me foderia.

Finalmente chegou o dia da injeção, passei o dia quase sem comer, fui tomar banho e só coloquei um moletom e nada de calcinha, e uma camiseta, por volta das 18:00, disse pra minha mãe que ia me injetar com o seu Paco.
Tenta não incomodar muito o seu Paco e não demora muito, vá com cuidado.
Cheguei e bati, quase imediatamente o seu Paco veio me atender.
Que bom que você pôde vir, você vai ficar um pouco mais?
Sim, eu disse pra minha mãe que você me convidou pra jantar.
Bom, entra.

Entramos na casa, e eu apliquei a injeção, ele parecia um pouco nervoso, as mãos tremiam um pouco e ele estava suando.
Pronto, agora vamos pro quarto.
Como já conhecia o caminho, fui na frente, e perguntei até onde eu baixava a calça.
Até os joelhos, como da outra vez.
Peguei o moletom e Desci minhas calças até os joelhos e me deitei na cama, rapidamente apliquei a injeção, mas de propósito deixei meu pau duro para formar o caroço.
Não se preocupe, agora eu tiro rapidinho.

Ele começou a agarrar minhas nádegas com as duas mãos, desesperado, e começou a gemer e me disse:
"Ei, é melhor você tirar a calça, para que eu possa massagear melhor e não sujar." Ele se levantou.
"Bem," eu me virei e olhei nos olhos dele, "eu tiro ou o senhor tira?"
"Não se preocupe, eu tiro." Ele pegou o elástico da minha calça e começou a puxá-la para baixo, e comentou: "Você não está de cueca."
Eu ri um pouco e disse: "É que esqueci."
Ele tirou minhas calças, deixou-as de lado e foi até a penteadeira, pegando um óleo de bebê.
"Com esse óleo, o caroço das injeções sai melhor." Ele passou nas mãos e começou a me massagear.

Naquele momento, percebi que suas mãos eram mais macias que as do meu vizinho. Imaginei que, como ele não trabalhava mais, por isso eram mais suaves, mas seus dedos eram bem grossos.
"Vou subir na cama, porque já cansei de ficar curvado. Feche bem as pernas, para que fiquem entre as minhas e eu não machuque você."
Fechei as pernas e levantei um pouco minhas nádegas para excitá-lo mais. "Assim está bom."
Ele disse: "Perfeito, não se ofenda, mas você tem uma bundinha bem gostosa."

Não soube o que dizer. Depois de um tempo, agradeci. Ele começou a massagear novamente, mas agora mais intensamente. Com o óleo, suas mãos deslizavam mais sobre mim. Ele começou a alternar as mãos, e quando o polegar de qualquer uma delas passava pelo início das minhas nádegas, ele pressionava mais, e seu dedo tocava meu cuzinho. Naquele momento, eu estava a mil, comecei a gemer: "Hummm, hummm." Relaxei e me deixei cair completamente na cama.
"Você gosta do que estou fazendo, bebê?"
"Sim, gosto muito."
"Quer que pare ou continuamos?"
"Não, não pare, continue, seu Paco." E comecei a mover meus quadris em pequenos círculos.
Naquele momento, seu polegar passou pelo meu cuzinho e parou lá, tentando entrar.
Eu apertei um pouco... Pouco para que ele notasse que era minha primeira vez fazendo aquilo, e não pensasse que eu era um viadinho.
"Você tá bem apertadinho, nunca brincou com ninguém assim?"
Eu disse que não, que era a primeira vez.
"Bom, vou ter que usar outro líquido pra escorregar melhor."

Ele se levantou, acendeu as luzes e foi buscar um pano. Abriu minhas nádegas e me limpou o melhor que pôde, jogou o pano fora, ajoelhou no chão e com as mãos puxou minhas pernas para que minha bunda ficasse na beirada da cama. Com suas mãos grandes, abriu minhas nádegas e começou a comer meu cu. Eu dei um gritinho de prazer.
"Isso, assim eu gosto mais, humm, humm."
Sentia sua baba escorrendo pelos meus ovos e me deixando todo molhado. Da excitação, esqueci de apertar meu esfíncter e a ponta da língua dele começou a entrar.

"Já está pronto", ele disse. Colocou o dedo do meio na entrada do meu ânus e começou a empurrar. Eu gemei mais alto, como se estivesse doendo.
"Está doendo", falei.

"Relaxa um pouco e deixa entrar pouquinho, e já não vai doer."
Afrouxei um pouco para que seu dedo entrasse, e ele ficou parado.
"Me diz quando não sentir tanta dor. Vai ver que quando meu dedo todo estiver dentro, você vai começar a gostar."
"Continua metendo." Afrouxei mais um pouco, até que chegou na metade. "Para", eu disse.
"Já falta pouco, só mais um pouquinho." Ele já estava todo suado e sem fôlego.

"Bom, já mete tudo." Deixei entrar tudo e apertei de novo. Ele ficou parado por um minuto e começou com o vai e vem devagar, depois mais rápido. Sentia seu dedo grosso dentro de mim. Parou um momento e tentou meter outro dedo. Eu deixei, já estava muito excitado e não me importei que ele soubesse que não era minha primeira vez. Custou um pouco porque fazia tempo que eu não metia nada.

"Uau, você tá bem apertadinho, mas olha como meus dedos já escorregam." Ele me virou de costas e me ajudou a levantar com a outra mão.
"Levanta as pernas e apoia na beirada, abre o máximo que puder." Era a primeira vez que eu via algo entrando... no meu cu, eu via os dois dedos dele entrarem até o fundo e quando ele tirava dava pra ver que meu cuzinho também saía um pouquinho, isso me deixou ainda mais excitada, instintivamente, como pude, baixei minha mão pra conseguir tocar no pau dele, mas não senti que fosse muito grande.
Posso ver ele?
É que é muito pequeno.

Não importa, eu quero ver, o que eu queria era que ele já enfiasse em mim, ele tirou os dois dedos, se limpou um pouco com o cobertor, se levantou com dificuldade, começou a desabotoar o cinto e depois a calça caiu, ele tinha uma cueca larga e uma barriga grande que cobria um pouco o pau dele, já estava todo molhado pelos fluidos pré-seminais, mas estava todo mole, ele ficou me olhando um pouco envergonhado, eu me levantei.
Posso tocar?
Se você quiser.
Comecei a tocar por baixo, e pouco a pouco ele começou a ficar duro, mas como a barriga dele estava atrapalhando, eu disse.

Por que você não deita, pra ver se fica mais fácil? Ele sentou na beirada da cama, abriu as pernas e se deixou cair, eu me coloquei entre as pernas dele de joelhos e sim, foi mais fácil tentar masturbá-lo, ele começou a endurecer imediatamente, mas realmente era pequeno, uns 12 cm de comprimento, mas compensava na largura, uns 6 cm, eu subia e descia o prepúcio dele rapidamente.
Se quiser, pode dar um beijinho.
Bom, vamos ver como é o gosto, comecei a dar só beijinhos, um atrás do outro, e isso fez ele ficar mais excitado, ele achou que eu não sabia chupar um pau.
Ele me disse: enfia na sua boca e chupa como se fosse um pirulito, mas não use os dentes de jeito nenhum.
Mas acho que não cabe na minha boca.
Só tenta.

Deu um pouco de trabalho, mas nada extraordinário, e comecei a chupar devagar.
Isso, bebê, continua, continua, hummm, que boquinha gostosa você tem.
Sem que ele percebesse, fiquei de cócoras e comecei a enfiar 3 dedos, depois de 5 min chupando ele e enfiando os dedos, já queria ver se o pau dele caberia no meu cu, então me levantei.
Disse a ele: vou tentar enfiar todo o seu pau na minha boca, para que me visse fazendo isso e ficasse mais excitado. Se sim, bebê, come tudo. Ele se levantou um pouco, apoiando-se nos cotovelos, e eu comecei com a tarefa. Na verdade, foi fácil, só tive que abrir a boca o máximo que pude, mas logo percebi que não era comparável com os 18 cm do meu vizinho. Chegava até o tronco dele e eu a tirava por completo. O sabor do seu pré-gozo era diferente do do meu vizinho, tinha um gosto mais forte. Comecei a fazer mais rápido; ele me parou. Posso enfiar meu pau no seu cu?   E se me machucar? É muito grande. Parecia que ele ficava mais excitado se eu fingisse ser inocente. Não, vou cuidar muito bem de você. Vamos, deixa eu tentar. Tá bom, mas tenha muito cuidado. Ele se levantou da cama e me disse: sobe na cama e se apoia nos joelhos e nas mãos (de quatro). Ele me puxou para a beirada, mas com a barriga dele e minha bunda, o pau dele não chegava no meu cu. Ele ficou um pouco desesperado, deitou de costas e tentou me colocar em cima dele, mas aconteceu a mesma coisa: a barriga grande dele atrapalhava. Além disso, a ereção dele começou a diminuir. Ele ficou meio em choque.   Eu disse: calma. E minha mão foi até o pau dele para masturbá-lo um pouco e fazer o pau levantar de novo. A boa notícia é que o pau dele ficou duro de novo, porque eu não ia ficar sem enfiar aquele pau tão grosso. Olha, eu fico na beirada da cama, e você pega uns travesseiros ou almofadas para que seu pau fique na altura da minha bunda. Eu deito e levanto as pernas para que só minha bunda fique na beirada. Ele parecia possuído, rapidamente se levantou da cama, jogou as almofadas. Eu me deitei como tinha dito e ficamos perfeitos. Uma parte da barriga dele ficou em cima de mim. Como pôde, ele posicionou o pau na entrada do meu cu e começou a empurrar. No começo, a entrada da cabeça não doeu, mas quando chegou no final da glande começaram alguns problemas, porque realmente era muito grande e eu estava há 3 meses sem enfiar nada. Espera um pouco enquanto eu me acostumo.   Ele pegou como pôde o óleo de bebê, colocou na mão, tirou o pau e o encheu. de óleo, e ele começou a enfiar os dedos de novo, primeiro dois e depois tentou com três, isso fez eu ficar mais excitado e me dilatou melhor, ele se posicionou de novo na posição ideal e começou a meter e sacar devagar, sem passar de onde doía.
Enfia devagar, eu queria sentir meu cu sendo aberto por aquela rola tão grossa, senti meu ânus se abrindo, eu fazia força como se fosse cagar, e quando parava de fazer força ela entrava mais um pouco, levamos uns 5 minutos pra enfiar tudo.
Esperei um pouco e falei: agora pode mexer. Ele começou a se mover devagar, só tirava um pouco e enfiava de novo, depois da dor inicial a excitação voltou, e desci minha mão pra sentir aquela rola entrando, isso durou bastante tempo, e durante isso, don Paco falava:
Você tá bem apertadinho, sinto como se você quisesse engolir minha rola toda.

E sim, meu cu tava tendo contrações, igual nas últimas vezes com meu vizinho, comecei a gemer alto e ele ficou ainda mais excitado com isso e começou a meter o mais forte que podia, e gozou dentro de mim. Acho que ele tava há anos sem transar porque me encheu de porra, até vazou do meu cu, ainda com ele dentro.
Ele tirou e falou: me dá sua mão. Me levantei um pouco, me apoiei com a outra mão na cama, juntei os dedos e ele começou a enfiar no meu cu, entraram quase até os nós dos dedos. Falei: você não tem um espelho pra eu me ver? Ele conseguiu se levantar, tremendo pra caminhar, foi ao banheiro pegar o espelho, colocou na altura do meu cu e sim, me surpreendi com o quanto ele tava aberto.
Acho que ele viu minha cara de preocupação e falou: não se preocupa, em pouco tempo volta ao tamanho normal. Se quiser, toma um banho pra tirar o cheiro de sexo e descansa um pouco, mas não molha o cabelo. Tirei os tênis, as meias e a camiseta, e tomei um banho rápido. Saí e ele me deu uma toalha: preparei um sanduíche pra você comer e gozar, porque já são 7:30 da noite. Nem tinha percebido que a gente demorou tanto. Rapidinho comi tudo e falei:
Obrigado por tudo.

Não, obrigado eu. Espero que a gente repita. outra vez, quando quiser vem na minha casa.
Se eu me recuperar venho na outra semana.
Bom, vou estar te esperando, ele abriu a porta e eu tentei correr, mas senti um incômodo e preferi andar.
Cheguei em casa e minha mãe perguntou:
"Como foi?"
"Bem, o seu Paco me ensinou um jogo novo, mas depois te explico como era, porque tô com muito sono."
Me despedi e fui pro meu quarto, ainda consegui enfiar a ponta dos meus cinco dedos no meu cu e me masturbei.

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