Isso aconteceu comigo no final de 2018, 3 meses depois que o pai do meu vizinho expulsou ele de casa. Quando a gente precisava tomar injeção, minha mãe levava a gente numa vizinha que era enfermeira, mas quando ela não estava, levava a gente no seu Paco, um vizinho que morava no meio da quadra, era viúvo, tinha uns 60 anos, morava sozinho. Só tinha um filho que ia visitar ele todo fim de semana, pele branca, um pouco gordo, media uns 1,70m, cabelo todo branco e parecia ser gente boa.
Como eu ficava doente da garganta direto, me mandaram um tratamento de injeções, tinha que tomar uma a cada 7 dias por dois meses, já tinha tomado 6. Minha mãe me levava e aproveitava pra bater papo com a vizinha, enquanto eu brincava um pouco com o filho dela, que tinha uns 26 anos. Mas ela avisou que na semana seguinte ia sair de férias e não ia estar. Minha mãe falou que não tinha problema, que a gente ia com seu Paco. Como minha mãe tinha coisas pra fazer no dia que eu tinha que ir tomar a injeção, ela me mandou sozinho.
Toquei a campainha e depois de um tempo o vizinho apareceu.
— Boa tarde, seu Paco. Minha mãe me mandou pra ver se o senhor podia me aplicar a injeção.
— Claro, deixa eu abrir o portão.
— Por que o senhor tá fechando o portão, seu Paco?
— Pra evitar que algum ladrão entre. Já tô velho e não ouço bem, melhor prevenir.
— Ah, tá bom. Ele abriu e me deixou entrar. A casa dele cheirava a mofo, tava quase escura, tinha um monte de coisas nas vitrines, um pouco de poeira. Ele foi pegar álcool e algodão, eu entreguei a caixa da injeção, e ele começou a preparar.
— Essas são das que doem muito.
— É, já tomei 7 e falta 1, menti, porque depois ficava um caroço e doía.
— Não se preocupa, vou aplicar devagar e vou massagear bastante pra não doer. Terminou de preparar.
— Vem pro quarto que eu vou aplicar.
Chegamos no quarto e ele me deixou entrar.
— Abaixa as calças.
Abaixei só um pouco, igual fazia com a vizinha, e me deitei.
— Não, abaixa mais, até o joelho, é pra eu massagear melhor e não Deixei você com um calombo.
Me levantei um pouco, puxei mais a calça pra baixo e me ajeitei de novo. Com a mão que tava livre, ele começou a pegar nas minhas duas nádegas e a massagear, como se tivesse escolhendo onde ia aplicar a injeção.
É que um lado é mais sensível que o outro e dói menos. Ele passou uns dois minutos escolhendo em qual nádega ia aplicar, e eu já tava começando a ficar excitado. Fazia mais de três meses que ninguém me tocava daquele jeito. Finalmente ele decidiu e me deu a injeção. Como eu fiquei duro, formou um calombo.
— Viu? Você ficou duro e criou um calombo. Mas não se preocupa, já já eu massajo bem e isso some.
Ele colocou o algodão no lugar da injeção e começou a massagear devagar. Com aquela massagem, eu relaxei, e nessa hora ele começou a esfregar com as duas mãos.
— É pra não sobrar nenhum calombo — ele disse.
Eu não falei nada, só soltei uns gemidos baixinhos. Ele massageava em círculo desde a parte de cima das nádegas, e quando os polegares se encontravam no meio do meu rabo, ele tentava empurrá-los em direção ao meu cuzinho, mas não passou disso. Naquela hora, me vieram todos os tipos de lembranças do meu vizinho, e eu fiquei ainda mais excitado. Ele percebeu porque, sem conseguir controlar, minha bunda começou a se mexer um pouco.
— Pronto, já sumiu o calombo. Pode levantar.
Ele saiu do quarto, e eu vi um pequeno volume na calça dele. Ele foi pra sala. Quando me levantei, percebi que tinha molhado o cobertor com meu líquido pré-seminal. Procurei um papel nos bolsos da calça, mas não tinha nada pra limpar um pouco e ele não perceber. Limpei o melhor que pude com a mão e fui pra sala.
— Quanto eu te devo, seu Paco?
— Espera um pouquinho.
Ele foi pro quarto, voltou e disse:
— Nada.
Eu fiquei vermelho porque notei que ele tinha percebido que eu tinha sujado o cobertor.
— É que minha mãe me deu dez reais pra te pagar.
— Não se preocupa, fica com o dinheiro. Mas não conta pra sua mãe. Você vem na outra semana pra eu aplicar a outra injeção.
Quando ele disse isso, eu vi no... Os olhos dele, aquela luxúria que eu via nos olhos do meu vizinho.
Sim, eu venho na outra semana.
Bom, te espero. Se quiser que eu te dê uma massagem como a de hoje, inventa alguma coisa pra sua mãe pra gente ter mais tempo. E ele piscou o olho pra mim.
Ele saiu pra me abrir a porta, e eu saí correndo com o coração batendo muito rápido, e com uma sensação de excitação tremenda.
Cheguei em casa e entrei no banheiro pra me masturbar. Saí e minha mãe me perguntou:
Por que você demorou?
É que o seu Paco estava me mostrando umas fotos de quando ele e a mulher dele eram mais jovens, você sabe que ele quase não sai. Ah, e ele me pediu pra pedir sua permissão pra ver se eu podia ficar pra jantar na outra semana, depois da injeção.
Mas a vizinha volta na outra semana.
Sim, eu sei, mas o seu Paco fica sempre sozinho.
Bom, se você quer, tudo bem.
Naquela época (anos 80), todos os vizinhos eram de confiança, ou não tinha tanta insegurança como agora, ou não se sabia. Não era mal visto eu ficar sozinho com meu vizinho. A semana inteira fiquei pensando em como seria nosso encontro, como seria o pau dele, se eu conheceria outras coisas. Várias vezes tive que me masturbar pensando em como ele me comeria.
Finalmente chegou o dia da injeção. Passei quase sem comer, entrei no banho e só coloquei uma calça de moletom, sem cueca, e uma camiseta. Lá pelas 6 da tarde, falei pra minha mãe que ia tomar a injeção com seu Paco.
Tenta não incomodar muito seu Paco e não demora, vai com cuidado.
Cheguei e bati na porta. Quase na hora, seu Paco abriu e veio me receber.
Que bom que você pôde vir. Vai ficar mais um tempinho?
Sim, falei pra minha mãe que você me convidou pra jantar.
Bom, entra.
Entramos em casa, e eu apliquei a injeção. Ele parecia um pouco nervoso, as mãos tremiam um pouco e ele estava suando.
Já tá pronta. Vamos pro quarto.
Como já sabia o caminho, fui na frente e perguntei até onde eu devia baixar a calça.
Até os joelhos, como da outra vez.
Peguei a calça de moletom e... Baixei eles até o joelho e me deitei na cama, rápido me aplico a injeção, mas de propósito fiquei duro pra formar o caroço.
Não se preocupa, daqui a pouco tiro rapidinho.
Ela começou a agarrar minhas nádegas com as duas mãos, desesperada, e começou a gemer e disse:
— Olha, melhor você tirar a calça, pra eu poder dar um massagem melhor e não sujar nada. Ela se levantou.
— Bom, me virei e olhei nos olhos dela: tiro eu ou a senhora tira?
— Não se preocupa, eu tiro. Pegou o elástico da calça e começou a baixar, e comentou: você não tá de cueca.
Dei uma risadinha e falei: é que esqueci.
Ela tirou a calça, deixou de lado e foi até o toucador pegar um óleo de bebê.
— Com esse óleo, as bolinhas das injeções saem melhor. Passou nas mãos e começou a me massagear.
Na hora percebi que as mãos dela eram mais macias que as do meu vizinho. Imagino que como ela não trabalhava mais, por isso eram mais suaves, mas os dedos eram bem grossos.
— Vou subir na cama, porque já cansei de ficar curvada. Fecha bem as pernas, pra ficarem no meio de mim e eu não te machucar.
Fechei as pernas e levantei um pouco a bunda pra deixar ela mais excitada.
— Assim tá bom.
Ela disse: — Perfeito, não vai se ofender, mas você é bem bundudo.
Não soube o que responder, depois de um tempo falei obrigado. Ela começou de novo a massagem, mas agora mais intensa, com o óleo as mãos deslizavam mais em mim. Começou a alternar as mãos e quando o polegar de qualquer uma passava pelo começo da minha bunda, ela apertava mais e o dedo tocava meu cuzinho. Naquela hora eu tava a mil, comecei a gemer hummm, hummm, me relaxei e me deixei cair de vez na cama.
— Você gosta do que eu tô fazendo, bebê?
— Gosto muito.
— Quer que pare ou continuo?
— Não, não para, continua, dona Paco, e comecei a mexer o quadril em círculos pequenos.
Nesse momento, ela passava o polegar no meu cuzinho e deixou ele ali, tentando enfiar.
Eu apertei um pouco. pra que ele nem notasse que era minha primeira vez fazendo isso, e não pensasse que eu era um viadinho.
Você é bem apertadinho, nunca brincou com ninguém assim?
Falei que não, que era a primeira vez.
Bom, vou ter que usar outro líquido pra deslizar melhor.
Ele levantou, acendeu as luzes e foi pegar um pano, abriu minhas nádegas e me limpou o melhor que pôde e jogou o pano fora, ajoelhou no chão e com as mãos puxou minhas pernas pra deixar minha bunda na beirada da cama, com as mãos grandes abriu minhas nádegas e começou a chupar meu cu, eu soltei um gritinho de prazer, isso, assim eu gosto mais, humm, humm, sentia a baba dele escorrendo pelas minhas bolas e me deixando todo molhado, de tanta excitação esqueci de apertar meu esfíncter e a ponta da língua dele começou a entrar.
Já tá pronto, ele disse, colocou o dedo do meio na entrada do meu cu e começou a empurrar, eu gemi mais alto como se tivesse doendo.
Tá doendo, falei.
Relaxa um pouco e deixa entrar devagar, aí não vai doer mais.
Afrouxei um pouco pra deixar entrar um pedaço do dedo dele, e ele ficou parado.
Fala quando não sentir tanta dor, vai ver que quando meu dedo inteiro entrar em você, vai começar a gostar.
Continua enfiando, afrouxei mais um pouco, até que chegou na metade, falei para.
Já falta pouco, só mais um pouco, ele já tava todo suado e sem fôlego.
Beleza, enfia tudo agora, deixei entrar tudo e apertei de novo, ele ficou parado tipo um minuto, e começou a meter e tirar devagar, e depois mais rápido, e eu sentia o dedo grosso dele dentro de mim, ele parou um momento e tentou enfiar outro dedo, eu deixei, já tava muito excitado e não liguei mais que ele soubesse que não era minha primeira vez, ele teve um pouco de trabalho porque fazia tempo que eu não enfiava nada.
Caralho, você é bem apertadinho, mas olha só como meus dedos já deslizam, virei de barriga pra cima e ele me ajudou a levantar com a outra mão.
Levanta as pernas e apoia na beirada e abre o máximo que conseguir, era a primeira vez que eu via algo entrando no meu cu, eu via como entravam os dois dedos dele até o fundo e quando ele tirava, dava pra ver que meu furinho também saía um pouco, isso me deixou mais excitada, instintivamente, do jeito que dava, eu desci a mão pra tocar no pau dele, mas não senti ele muito grande.
Pode me mostrar?
É que ele é bem pequeno.
Não importa, quero ver, o que eu queria era que ele metesse logo, ele tirou os dois dedos, se limpou um pouco no cobertor, se levantou com dificuldade, começou a desabotoar o cinto e a calça caiu, ele tava com umas cuecas enormes e uma barriga grande que escondia um pouco o pau dele, já tava todo molhado com o líquido pré-seminal, mas tava todo murcho, ele ficou me olhando meio envergonhado, eu me levantei.
Posso tocar?
Se você quiser.
Comecei a tocar ele por baixo, e aos poucos foi endurecendo, mas como a barriga atrapalhava, eu falei.
Por que você não deita, pra ver se fica mais fácil, ele sentou na beira da cama, abriu as pernas e se deitou, eu fiquei de joelhos entre as pernas dele e aí foi mais fácil tentar masturbar ele, começou a endurecer na hora, mas era pequeno mesmo, uns 12 cm de comprimento, mas compensava na grossura, uns 6 cm, eu subia e descia a pele dele rápido.
Se quiser, pode dar um beijinho.
Bom, vou ver qual é o gosto, comecei a dar só beijinhos, um atrás do outro, e isso deixou ele mais excitado, ele achava que eu não sabia chupar um pau.
Ele falou coloca ele na sua boca e chupa como se fosse um pirulito, mas não usa os dentes de jeito nenhum.
Mas acho que não cabe na minha boca.
Só tenta.
Demorei um pouco, mas nada demais, e comecei a chupar devagar.
Isso, gostosa, continua, continua, hummm, que boquinha gostosa você tem.
Sem ele perceber, eu me agachei e comecei a enfiar 3 dedos, depois de 5 minutos chupando ele e enfiando os dedos, já queria ver se o pau dele cabia no meu cu, então me levantei.
Falei vou tentar enfiar o pau todo na minha boca, pra que me visse fazendo isso e ficasse mais excitado.
Sim, bebê, come ela toda.
Ele se levantou um pouco, apoiando-se nos cotovelos, e eu comecei a tarefa. Na verdade, foi fácil, só precisei abrir a boca o máximo que podia, mas rapidinho entrou. Não dava pra comparar com os 18 cm do meu vizinho, eu ia até a base e tirava ela toda, o gosto do pré-gozo dele era diferente do do meu vizinho, tinha um sabor mais forte. Comecei a fazer mais rápido; ele me parou.
Posso meter meu pau no seu cu?
E se machucar? É muito grande, parecia que ele ficava mais excitado quando eu fazia a inocente.
Não, vou cuidar de você direitinho, vai, deixa eu tentar.
Tá bom, mas toma muito cuidado.
Ele se levantou da cama e disse: "Sobe na cama e se apoia nos joelhos e nas mãos (de quatro)", me puxou pra beirada, mas com a barriga dele e minha bunda, o pau não chegava no meu cu. Ele ficou meio frustrado, deitou de barriga pra cima e tentou me colocar em cima dele, mas deu no mesmo, a barriga enorme atrapalhava. Além disso, a ereção dele começou a murchar, ele ficou meio em choque.
Falei: "Calma", e minha mão foi pro pau dele pra masturbar um pouco e fazer ele endurecer de novo. Ainda bem que o pau dele subiu de novo, porque eu não ia ficar sem meter aquele pau tão grosso.
"Olha, eu vou ficar na beirada da cama, e você pega uns travesseiros ou almofadas pra deixar seu pau na altura da minha bunda. Eu deito e levanto minhas pernas, só deixando minha bunda na beirada." Parecia possuído, rapidinho ele levantou da cama, jogou as almofadas, eu me deitei como tinha dito e ficou perfeito. Uma parte da barriga dele ficou em cima de mim, do jeito que deu, ele encaixou o pau na entrada do meu cu e começou a empurrar. No começo, a entrada da cabeça não doeu, mas quando chegou no final da glande começaram os problemas, porque era muito grande e eu tava há 3 meses sem meter nada.
"Espera um pouquinho enquanto eu me acostumo."
Ele pegou o óleo de bebê do jeito que deu, passou na mão, tirou o pau e encheu ele. de óleo, e começou a enfiar os dedos de novo, primeiro dois e depois tentou com três, isso fez com que eu me esquentasse e dilatasse melhor. De novo, ele se ajeitou na posição ideal e começou com vai e vem devagar, sem passar do ponto onde doía.
Vai colocando aos poucos, queria me sentir partido por aquela rola tão grossa, senti meu cu se abrindo, eu forçava como se quisesse cagar, e quando parava de forçar, entrava um pouco mais. Levamos uns 5 minutos para ter ela toda dentro.
Esperei um pouco e falei: "agora mexe". Ele começou o movimento devagar, só tirava um pouco e enfiava de novo. Depois da dor inicial, o tesão voltou, e eu desci a mão para sentir aquela rola entrando. Isso durou um bom tempo, e nisso, seu Paco me dizia:
"Você é bem apertadinho, parece que quer engolir minha rola toda."
E sim, eu tinha contrações no cu, como nas últimas vezes com meu vizinho. Comecei a gemer alto, e ele se esquentou com isso e começou a meter o mais forte que podia, e gozou dentro de mim. Acho que ele estava há anos sem transar, porque me deixou cheio de porra, até escorreu pelo meu cu, ainda com ele dentro.
Ele tirou a rola e disse: "me dá sua mão". Levantei um pouco, me apoiei com a outra mão na cama, ele juntou meus dedos e começou a enfiá-los no meu cu, entravam quase até os nós dos dedos. Perguntei: "você não tem um espelho para eu me ver?" Ele se levantou como pôde, tremia ao andar, foi ao banheiro pegar o espelho, colocou na altura do meu cu e fiquei surpreso com o quanto estava aberto.
Acho que ele viu minha cara de preocupação e disse: "não se preocupe, em pouco tempo volta ao tamanho normal. Se quiser, toma um banho para tirar o cheiro de sexo e descansa um pouco, mas não molha o cabelo." Tirei os tênis, as meias e a camiseta, entrei no banho rápido, saí e ele me deu uma toalha. "Preparei um sanduíche para você comer e ir embora, porque já são 7:30 da noite." Não tinha percebido que a gente tinha demorado tanto. Comi tudo rápido e falei:
"Valeu por tudo."
"Não, valeu você. Espero que a gente repita. De novo, quando quiser, vem na minha casa.
Se eu me recuperar, vou na outra semana.
Beleza, vou ficar te esperando. Abri a porta e tentei correr, mas senti um leve incômodo, aí resolvi andar.
Cheguei em casa e minha mãe perguntou:
— Como foi?
— Bem, seu Paco me ensinou um jogo novo, mas depois te explico como era, porque tô com muito sono. Me despedi e fui pro meu quarto. Ainda consegui enfiar a ponta dos meus 5 dedos no meu cu e me masturbei.
Como eu ficava doente da garganta direto, me mandaram um tratamento de injeções, tinha que tomar uma a cada 7 dias por dois meses, já tinha tomado 6. Minha mãe me levava e aproveitava pra bater papo com a vizinha, enquanto eu brincava um pouco com o filho dela, que tinha uns 26 anos. Mas ela avisou que na semana seguinte ia sair de férias e não ia estar. Minha mãe falou que não tinha problema, que a gente ia com seu Paco. Como minha mãe tinha coisas pra fazer no dia que eu tinha que ir tomar a injeção, ela me mandou sozinho.
Toquei a campainha e depois de um tempo o vizinho apareceu.
— Boa tarde, seu Paco. Minha mãe me mandou pra ver se o senhor podia me aplicar a injeção.
— Claro, deixa eu abrir o portão.
— Por que o senhor tá fechando o portão, seu Paco?
— Pra evitar que algum ladrão entre. Já tô velho e não ouço bem, melhor prevenir.
— Ah, tá bom. Ele abriu e me deixou entrar. A casa dele cheirava a mofo, tava quase escura, tinha um monte de coisas nas vitrines, um pouco de poeira. Ele foi pegar álcool e algodão, eu entreguei a caixa da injeção, e ele começou a preparar.
— Essas são das que doem muito.
— É, já tomei 7 e falta 1, menti, porque depois ficava um caroço e doía.
— Não se preocupa, vou aplicar devagar e vou massagear bastante pra não doer. Terminou de preparar.
— Vem pro quarto que eu vou aplicar.
Chegamos no quarto e ele me deixou entrar.
— Abaixa as calças.
Abaixei só um pouco, igual fazia com a vizinha, e me deitei.
— Não, abaixa mais, até o joelho, é pra eu massagear melhor e não Deixei você com um calombo.
Me levantei um pouco, puxei mais a calça pra baixo e me ajeitei de novo. Com a mão que tava livre, ele começou a pegar nas minhas duas nádegas e a massagear, como se tivesse escolhendo onde ia aplicar a injeção.
É que um lado é mais sensível que o outro e dói menos. Ele passou uns dois minutos escolhendo em qual nádega ia aplicar, e eu já tava começando a ficar excitado. Fazia mais de três meses que ninguém me tocava daquele jeito. Finalmente ele decidiu e me deu a injeção. Como eu fiquei duro, formou um calombo.
— Viu? Você ficou duro e criou um calombo. Mas não se preocupa, já já eu massajo bem e isso some.
Ele colocou o algodão no lugar da injeção e começou a massagear devagar. Com aquela massagem, eu relaxei, e nessa hora ele começou a esfregar com as duas mãos.
— É pra não sobrar nenhum calombo — ele disse.
Eu não falei nada, só soltei uns gemidos baixinhos. Ele massageava em círculo desde a parte de cima das nádegas, e quando os polegares se encontravam no meio do meu rabo, ele tentava empurrá-los em direção ao meu cuzinho, mas não passou disso. Naquela hora, me vieram todos os tipos de lembranças do meu vizinho, e eu fiquei ainda mais excitado. Ele percebeu porque, sem conseguir controlar, minha bunda começou a se mexer um pouco.
— Pronto, já sumiu o calombo. Pode levantar.
Ele saiu do quarto, e eu vi um pequeno volume na calça dele. Ele foi pra sala. Quando me levantei, percebi que tinha molhado o cobertor com meu líquido pré-seminal. Procurei um papel nos bolsos da calça, mas não tinha nada pra limpar um pouco e ele não perceber. Limpei o melhor que pude com a mão e fui pra sala.
— Quanto eu te devo, seu Paco?
— Espera um pouquinho.
Ele foi pro quarto, voltou e disse:
— Nada.
Eu fiquei vermelho porque notei que ele tinha percebido que eu tinha sujado o cobertor.
— É que minha mãe me deu dez reais pra te pagar.
— Não se preocupa, fica com o dinheiro. Mas não conta pra sua mãe. Você vem na outra semana pra eu aplicar a outra injeção.
Quando ele disse isso, eu vi no... Os olhos dele, aquela luxúria que eu via nos olhos do meu vizinho.
Sim, eu venho na outra semana.
Bom, te espero. Se quiser que eu te dê uma massagem como a de hoje, inventa alguma coisa pra sua mãe pra gente ter mais tempo. E ele piscou o olho pra mim.
Ele saiu pra me abrir a porta, e eu saí correndo com o coração batendo muito rápido, e com uma sensação de excitação tremenda.
Cheguei em casa e entrei no banheiro pra me masturbar. Saí e minha mãe me perguntou:
Por que você demorou?
É que o seu Paco estava me mostrando umas fotos de quando ele e a mulher dele eram mais jovens, você sabe que ele quase não sai. Ah, e ele me pediu pra pedir sua permissão pra ver se eu podia ficar pra jantar na outra semana, depois da injeção.
Mas a vizinha volta na outra semana.
Sim, eu sei, mas o seu Paco fica sempre sozinho.
Bom, se você quer, tudo bem.
Naquela época (anos 80), todos os vizinhos eram de confiança, ou não tinha tanta insegurança como agora, ou não se sabia. Não era mal visto eu ficar sozinho com meu vizinho. A semana inteira fiquei pensando em como seria nosso encontro, como seria o pau dele, se eu conheceria outras coisas. Várias vezes tive que me masturbar pensando em como ele me comeria.
Finalmente chegou o dia da injeção. Passei quase sem comer, entrei no banho e só coloquei uma calça de moletom, sem cueca, e uma camiseta. Lá pelas 6 da tarde, falei pra minha mãe que ia tomar a injeção com seu Paco.
Tenta não incomodar muito seu Paco e não demora, vai com cuidado.
Cheguei e bati na porta. Quase na hora, seu Paco abriu e veio me receber.
Que bom que você pôde vir. Vai ficar mais um tempinho?
Sim, falei pra minha mãe que você me convidou pra jantar.
Bom, entra.
Entramos em casa, e eu apliquei a injeção. Ele parecia um pouco nervoso, as mãos tremiam um pouco e ele estava suando.
Já tá pronta. Vamos pro quarto.
Como já sabia o caminho, fui na frente e perguntei até onde eu devia baixar a calça.
Até os joelhos, como da outra vez.
Peguei a calça de moletom e... Baixei eles até o joelho e me deitei na cama, rápido me aplico a injeção, mas de propósito fiquei duro pra formar o caroço.
Não se preocupa, daqui a pouco tiro rapidinho.
Ela começou a agarrar minhas nádegas com as duas mãos, desesperada, e começou a gemer e disse:
— Olha, melhor você tirar a calça, pra eu poder dar um massagem melhor e não sujar nada. Ela se levantou.
— Bom, me virei e olhei nos olhos dela: tiro eu ou a senhora tira?
— Não se preocupa, eu tiro. Pegou o elástico da calça e começou a baixar, e comentou: você não tá de cueca.
Dei uma risadinha e falei: é que esqueci.
Ela tirou a calça, deixou de lado e foi até o toucador pegar um óleo de bebê.
— Com esse óleo, as bolinhas das injeções saem melhor. Passou nas mãos e começou a me massagear.
Na hora percebi que as mãos dela eram mais macias que as do meu vizinho. Imagino que como ela não trabalhava mais, por isso eram mais suaves, mas os dedos eram bem grossos.
— Vou subir na cama, porque já cansei de ficar curvada. Fecha bem as pernas, pra ficarem no meio de mim e eu não te machucar.
Fechei as pernas e levantei um pouco a bunda pra deixar ela mais excitada.
— Assim tá bom.
Ela disse: — Perfeito, não vai se ofender, mas você é bem bundudo.
Não soube o que responder, depois de um tempo falei obrigado. Ela começou de novo a massagem, mas agora mais intensa, com o óleo as mãos deslizavam mais em mim. Começou a alternar as mãos e quando o polegar de qualquer uma passava pelo começo da minha bunda, ela apertava mais e o dedo tocava meu cuzinho. Naquela hora eu tava a mil, comecei a gemer hummm, hummm, me relaxei e me deixei cair de vez na cama.
— Você gosta do que eu tô fazendo, bebê?
— Gosto muito.
— Quer que pare ou continuo?
— Não, não para, continua, dona Paco, e comecei a mexer o quadril em círculos pequenos.
Nesse momento, ela passava o polegar no meu cuzinho e deixou ele ali, tentando enfiar.
Eu apertei um pouco. pra que ele nem notasse que era minha primeira vez fazendo isso, e não pensasse que eu era um viadinho.
Você é bem apertadinho, nunca brincou com ninguém assim?
Falei que não, que era a primeira vez.
Bom, vou ter que usar outro líquido pra deslizar melhor.
Ele levantou, acendeu as luzes e foi pegar um pano, abriu minhas nádegas e me limpou o melhor que pôde e jogou o pano fora, ajoelhou no chão e com as mãos puxou minhas pernas pra deixar minha bunda na beirada da cama, com as mãos grandes abriu minhas nádegas e começou a chupar meu cu, eu soltei um gritinho de prazer, isso, assim eu gosto mais, humm, humm, sentia a baba dele escorrendo pelas minhas bolas e me deixando todo molhado, de tanta excitação esqueci de apertar meu esfíncter e a ponta da língua dele começou a entrar.
Já tá pronto, ele disse, colocou o dedo do meio na entrada do meu cu e começou a empurrar, eu gemi mais alto como se tivesse doendo.
Tá doendo, falei.
Relaxa um pouco e deixa entrar devagar, aí não vai doer mais.
Afrouxei um pouco pra deixar entrar um pedaço do dedo dele, e ele ficou parado.
Fala quando não sentir tanta dor, vai ver que quando meu dedo inteiro entrar em você, vai começar a gostar.
Continua enfiando, afrouxei mais um pouco, até que chegou na metade, falei para.
Já falta pouco, só mais um pouco, ele já tava todo suado e sem fôlego.
Beleza, enfia tudo agora, deixei entrar tudo e apertei de novo, ele ficou parado tipo um minuto, e começou a meter e tirar devagar, e depois mais rápido, e eu sentia o dedo grosso dele dentro de mim, ele parou um momento e tentou enfiar outro dedo, eu deixei, já tava muito excitado e não liguei mais que ele soubesse que não era minha primeira vez, ele teve um pouco de trabalho porque fazia tempo que eu não enfiava nada.
Caralho, você é bem apertadinho, mas olha só como meus dedos já deslizam, virei de barriga pra cima e ele me ajudou a levantar com a outra mão.
Levanta as pernas e apoia na beirada e abre o máximo que conseguir, era a primeira vez que eu via algo entrando no meu cu, eu via como entravam os dois dedos dele até o fundo e quando ele tirava, dava pra ver que meu furinho também saía um pouco, isso me deixou mais excitada, instintivamente, do jeito que dava, eu desci a mão pra tocar no pau dele, mas não senti ele muito grande.
Pode me mostrar?
É que ele é bem pequeno.
Não importa, quero ver, o que eu queria era que ele metesse logo, ele tirou os dois dedos, se limpou um pouco no cobertor, se levantou com dificuldade, começou a desabotoar o cinto e a calça caiu, ele tava com umas cuecas enormes e uma barriga grande que escondia um pouco o pau dele, já tava todo molhado com o líquido pré-seminal, mas tava todo murcho, ele ficou me olhando meio envergonhado, eu me levantei.
Posso tocar?
Se você quiser.
Comecei a tocar ele por baixo, e aos poucos foi endurecendo, mas como a barriga atrapalhava, eu falei.
Por que você não deita, pra ver se fica mais fácil, ele sentou na beira da cama, abriu as pernas e se deitou, eu fiquei de joelhos entre as pernas dele e aí foi mais fácil tentar masturbar ele, começou a endurecer na hora, mas era pequeno mesmo, uns 12 cm de comprimento, mas compensava na grossura, uns 6 cm, eu subia e descia a pele dele rápido.
Se quiser, pode dar um beijinho.
Bom, vou ver qual é o gosto, comecei a dar só beijinhos, um atrás do outro, e isso deixou ele mais excitado, ele achava que eu não sabia chupar um pau.
Ele falou coloca ele na sua boca e chupa como se fosse um pirulito, mas não usa os dentes de jeito nenhum.
Mas acho que não cabe na minha boca.
Só tenta.
Demorei um pouco, mas nada demais, e comecei a chupar devagar.
Isso, gostosa, continua, continua, hummm, que boquinha gostosa você tem.
Sem ele perceber, eu me agachei e comecei a enfiar 3 dedos, depois de 5 minutos chupando ele e enfiando os dedos, já queria ver se o pau dele cabia no meu cu, então me levantei.
Falei vou tentar enfiar o pau todo na minha boca, pra que me visse fazendo isso e ficasse mais excitado.
Sim, bebê, come ela toda.
Ele se levantou um pouco, apoiando-se nos cotovelos, e eu comecei a tarefa. Na verdade, foi fácil, só precisei abrir a boca o máximo que podia, mas rapidinho entrou. Não dava pra comparar com os 18 cm do meu vizinho, eu ia até a base e tirava ela toda, o gosto do pré-gozo dele era diferente do do meu vizinho, tinha um sabor mais forte. Comecei a fazer mais rápido; ele me parou.
Posso meter meu pau no seu cu?
E se machucar? É muito grande, parecia que ele ficava mais excitado quando eu fazia a inocente.
Não, vou cuidar de você direitinho, vai, deixa eu tentar.
Tá bom, mas toma muito cuidado.
Ele se levantou da cama e disse: "Sobe na cama e se apoia nos joelhos e nas mãos (de quatro)", me puxou pra beirada, mas com a barriga dele e minha bunda, o pau não chegava no meu cu. Ele ficou meio frustrado, deitou de barriga pra cima e tentou me colocar em cima dele, mas deu no mesmo, a barriga enorme atrapalhava. Além disso, a ereção dele começou a murchar, ele ficou meio em choque.
Falei: "Calma", e minha mão foi pro pau dele pra masturbar um pouco e fazer ele endurecer de novo. Ainda bem que o pau dele subiu de novo, porque eu não ia ficar sem meter aquele pau tão grosso.
"Olha, eu vou ficar na beirada da cama, e você pega uns travesseiros ou almofadas pra deixar seu pau na altura da minha bunda. Eu deito e levanto minhas pernas, só deixando minha bunda na beirada." Parecia possuído, rapidinho ele levantou da cama, jogou as almofadas, eu me deitei como tinha dito e ficou perfeito. Uma parte da barriga dele ficou em cima de mim, do jeito que deu, ele encaixou o pau na entrada do meu cu e começou a empurrar. No começo, a entrada da cabeça não doeu, mas quando chegou no final da glande começaram os problemas, porque era muito grande e eu tava há 3 meses sem meter nada.
"Espera um pouquinho enquanto eu me acostumo."
Ele pegou o óleo de bebê do jeito que deu, passou na mão, tirou o pau e encheu ele. de óleo, e começou a enfiar os dedos de novo, primeiro dois e depois tentou com três, isso fez com que eu me esquentasse e dilatasse melhor. De novo, ele se ajeitou na posição ideal e começou com vai e vem devagar, sem passar do ponto onde doía.
Vai colocando aos poucos, queria me sentir partido por aquela rola tão grossa, senti meu cu se abrindo, eu forçava como se quisesse cagar, e quando parava de forçar, entrava um pouco mais. Levamos uns 5 minutos para ter ela toda dentro.
Esperei um pouco e falei: "agora mexe". Ele começou o movimento devagar, só tirava um pouco e enfiava de novo. Depois da dor inicial, o tesão voltou, e eu desci a mão para sentir aquela rola entrando. Isso durou um bom tempo, e nisso, seu Paco me dizia:
"Você é bem apertadinho, parece que quer engolir minha rola toda."
E sim, eu tinha contrações no cu, como nas últimas vezes com meu vizinho. Comecei a gemer alto, e ele se esquentou com isso e começou a meter o mais forte que podia, e gozou dentro de mim. Acho que ele estava há anos sem transar, porque me deixou cheio de porra, até escorreu pelo meu cu, ainda com ele dentro.
Ele tirou a rola e disse: "me dá sua mão". Levantei um pouco, me apoiei com a outra mão na cama, ele juntou meus dedos e começou a enfiá-los no meu cu, entravam quase até os nós dos dedos. Perguntei: "você não tem um espelho para eu me ver?" Ele se levantou como pôde, tremia ao andar, foi ao banheiro pegar o espelho, colocou na altura do meu cu e fiquei surpreso com o quanto estava aberto.
Acho que ele viu minha cara de preocupação e disse: "não se preocupe, em pouco tempo volta ao tamanho normal. Se quiser, toma um banho para tirar o cheiro de sexo e descansa um pouco, mas não molha o cabelo." Tirei os tênis, as meias e a camiseta, entrei no banho rápido, saí e ele me deu uma toalha. "Preparei um sanduíche para você comer e ir embora, porque já são 7:30 da noite." Não tinha percebido que a gente tinha demorado tanto. Comi tudo rápido e falei:
"Valeu por tudo."
"Não, valeu você. Espero que a gente repita. De novo, quando quiser, vem na minha casa.
Se eu me recuperar, vou na outra semana.
Beleza, vou ficar te esperando. Abri a porta e tentei correr, mas senti um leve incômodo, aí resolvi andar.
Cheguei em casa e minha mãe perguntou:
— Como foi?
— Bem, seu Paco me ensinou um jogo novo, mas depois te explico como era, porque tô com muito sono. Me despedi e fui pro meu quarto. Ainda consegui enfiar a ponta dos meus 5 dedos no meu cu e me masturbei.
2 comentários - Com meu vizinho de 60 anos