Fiz 18 anos!!!

Desculpe por ter ficado tanto tempo ausente, mas essa quarentena prejudica todo mundo. Sem mais desculpas, aqui vai a continuação da minha história. A história de uma garota que gostava mais de rola do que de doce de leite. E finalmente completei dezoito anos, o que significava que já podia entrar num hotel com o Rubén... com o Rubén ou com qualquer um, hahaha. Lembro muito bem dessa primeira vez. O nervosismo, a ansiedade. Eu já me sentia uma mulher completa por poder entrar num motel, ou hotel de encontro, como se dizia antigamente. Fomos num que era perto de casa, na Juan B. Justo com Emilio Lamarca, então cheguei do colégio, me troquei, vestindo uma roupa mais adequada à minha recém-estreada maioridade e com a pressa lógica do momento, saí de novo. Esperei ele na calçada em frente, dando voltas no quarteirão, já que ele viria direto do trabalho. Devem ter passado uns quinze, vinte minutos, quando vejo ele descer de um táxi, como sempre de terno e pasta. Atravessei a rua, nos cumprimentamos com um simples oi e, sem mais delongas, entramos no hotel. Eu achava engraçado pensar que bem em frente ficava o "Coto" onde eu costumava acompanhar minha mãe pra comprar carne e verduras. E sempre que passava por ali, ficava de olho nos casais que entravam e saíam. Agora era eu que entrava com meu amante. Porque naquele exato momento percebi que éramos isso. Éramos amantes. O segurança do depósito era só um cara com quem eu transava, só tesão e luxúria, já com o Rubén, além do tesão e da luxúria, também tinha outros sentimentos, não sei se amor, mas algo bem parecido. Nessa primeira vez ficamos umas três horas, aproveitando o que não podíamos aproveitar em nenhum outro lugar, já que não tínhamos mais o apartamento ao lado e a laje do prédio era arriscado usar com tanta frequência. Já no hotel podíamos ir quando quiséssemos, e a verdade é que eu queria ir sempre. Mas além do hotel, tinha um lugar muito especial onde eu queria que também me fizesse o amor. Era sábado à tarde, um tempinho depois do almoço, nunca mais esqueço. Tava ouvindo o álbum "Like a prayer" da Madonna, que tinha acabado de lançar. No meu rádio-gravador tava tocando "Express yourself" quando minha mãe aparece e me pergunta se quero acompanhar ela no Once pra comprar roupa. A verdade é que eu precisava de sutiã, porque não sei se era de tanto transar, mas meus peitos tinham inchado, e os que eu tinha estavam apertando, então falei que sim, que ia com ela. — Enquanto você se veste, vou avisar a Mony que já vamos sair — ela me diz. Aí, entre ela terminar de falar e antes de chegar na porta, na minha cabeça começaram a engrenar um monte de coisas no ritmo de "Love song", que era a música seguinte na fita. Era sábado à tarde, se a Mony também fosse pro Once, significava que o Rubén ficava sozinho, já que ele não trabalhava aos sábados. — Mãe, acabei de lembrar que segunda tenho prova de matemática, melhor eu ficar pra estudar, lembra que preciso tirar no mínimo um 8 — falo antes dela sair. — Pode estudar amanhã — ela insiste. — É, mas tenho dever de História, Geografia, preciso aprender umas fórmulas de Química que são grego pra mim, não vou ter tempo — insisti, decidida a conseguir o que queria. — Precisa que eu compre alguma coisa? — ela pergunta, já conformada em me deixar. — Sutiã — falo. — É, verdade que no último ano você aumentou pelo menos dois tamanhos, são os hormônios — ela responde ao sair. "É, os hormônios e as picas", pensei. Levanto e vou correndo pra janela. Quase na hora vejo ela sair com a Mony, conversando super animadas. Fico olhando até elas chegarem na Nazca, onde pegam o ônibus, e aí perco elas de vista. Se vou fazer isso, tem que ser agora, falo pra mim mesma, não posso perder nem um segundo. Abaixo o som, arrumo a roupa, faço duas maria-chiquinhas no cabelo e subo pro 4º "B". Não toco a campainha, bato de leve, pra não chamar atenção. Como não atiende, bato um pouco mais forte. Agora sim, abre meio dormindo, já que tava no meio da soneca. — A Mony foi pra Once com minha mãe, então a gente pode transar na sua cama — falo entrando como um furacão. Era assim que eu era, quando me dava na cabeça que queria comer alguém, eu comia. — O quê? Cê tá louca? Te levo num hotel se tiver afim de trepar. — Tô afim de trepar, mas na sua cama — adiciono sem ouvir razão e me pelando em três movimentos, entro no quarto e me deito feito uma gazela sensual no leito conjugal dele. — Quero que me coma onde você come sua esposa — enfatizo, me acariciando provocativamente a buceta, abrindo os lábios e mostrando o suquinho que sai de dentro. Embora tentasse resistir, dava pra ver que na virilha começava a crescer um tesão daqueles que eu tanto gostava. — A gente tem pelo menos umas duas horas, dá até pra fazer a Booty — insisto e não precisei falar mais nada. Ele tirou a camiseta, a bermuda e de cueca subiu na cama. A primeira coisa que peguei foi o volume, apertando enquanto a gente se beijava com uma intensidade que quase nos deixava sem ar. Os dedos dele escorregaram dentro de mim, explorando com o tato aqueles cantos que o pau dele já tinha percorrido. Estar na cama dele, entre os lençóis dele, me revirar no cheiro dele e da esposa, sentir o sexo que tiveram à noite ou talvez de manhã, era algo que eu desejava há tempos. Depois daquela primeira vez que trepamos no apartamento vazio, às vezes, de madrugada, subia pro quarto andar e, encostando o ouvido na porta, conseguia ouvir os gemidos da Mony, os ofegos dele e até fantasiava estar com eles, igual tinha estado com Juan e Graciela. Puxei a cueca dele pra baixo e comecei a beijar as pernas dele, começando pelos joelhos, subindo pelas coxas, me metendo naquele vértice escuro onde pendiam, peludos e tentadores, os ovos dele. Com o Juan eu não tinha percebido, Mas no Rubén, o saco direito dele pendia mais baixo que o esquerdo. Lembro desse detalhe. Na hora, achei que fosse algo especial, uma marca única, embora mais tarde fosse perceber que todo mundo tem um saco mais baixo que o outro. Deixando esse detalhe de lado, enfiei os dois na boca e chupei como se fossem balas de goma. A partir do Rubén, isso virou um gosto adquirido: encher a boca de carne e pelo, chupar, sorver, mastigar, engolir o suquinho que se forma com a saliva e chupar de novo, uma e outra vez. Desde então, sempre que chupo a pica de um homem, não consigo evitar passar um tempão babando nos ovos dele. Depois começo a subir com a língua, seguindo o rastro da veia do meio, beijando aqui e ali, pelos lados, voltando pra subir de novo, beijando, lambendo e até mordendo toda aquela estrutura que cresce a cada carícia. Chego na ponta e dou uma lambida enorme na cabeça toda, que incha vermelha e dura, soltando umas gotinhas salgadas que, misturando com minha saliva, espalho por todo o contorno bem feito dela. Abro a boca e, olhando nos olhos dele, vou comendo ela aos pedaços, primeiro um, depois outro maior, até que ela tá pulsando no meu céu da boca. Ainda falta um pedaço bom, então continuo empurrando ela pra dentro, me ajudando com a língua, respirando sempre pelo nariz, aguentando os engasgos que ter um picaço desse entalado na garganta me causa. Na época eu não sabia, mas isso se chamava "garganta profunda", eu só queria comer ela toda, sentir ela enchendo minha boca, inchando minhas bochechas, me sufocando, mas ainda assim me permitindo saborear um petisco que devia estar entre as iguarias mais selecionadas. Eu gostava da pica do Rubén, até mais que a do Juan, por isso sempre que a gente tava junto, eu me dava ao luxo de chupar ela por um bom tempo. Ele também gostava de me chupar. Às vezes a gente se deitava um sobre o outro, num 69, e se chupava mutuamente. Até brincávamos de quem gozava primeiro em quem. Eu sempre perdia, porque só de sentir a língua e a barba dele, eu já ficava toda molhada sem controle. Já satisfeita e com o gosto da pica dele nos meus lábios, me ajeito de cócoras em cima do corpo dele e, abrindo bem a buceta com os dedos, me deixo preencher agora por aquela outra entrada que também adora senti-lo lá dentro. Sinto ele deslizar e se encaixar bem no fundo, os caras dele se enroscando nos meus, e gozo ali mesmo, realizando um dos meus maiores desejos: dar uma trepada na cama dele. Não sei se foi pelo lugar, pelo clima, pelas mãos dele apertando meus peitos, mas foi o orgasmo mais intenso, brutal e exagerado que eu já tive até aquele momento. Fiquei como se estivesse suspensa no tempo, incapaz de me mexer, de murmurar qualquer coisa. Ele, sim, se mexeu: me agarrou pelas nádegas e começou a me comer com força, quase agressivo, fazendo as molas do colchão e a madeira da cama rangerem no ritmo dos movimentos dele. O barulho molhado, quase aquoso da penetração, se misturava com esses outros sons, adoçando meus ouvidos, me fazendo fantasiar que era a mulher dele, a esposa, a amante, tudo misturado no meu corpo ainda adolescente que vibrava de prazer a cada uma dessas enfiadas. Num momento, senti que ia explodir a bexiga, pulei da cama e corri pro banheiro, enquanto o Rubén ficava surpreso, a pica abandonada, balançando procurando um buraco pra se enfiar. — Tava me mijando — falei enquanto abria as comportas e soltava um jorro longo e intermitente de urina. Sem me limpar, voltei pra cama e fiquei de quatro. Rubén me penetrou de novo, deslizando entre meus lábios vaginais ainda molhados de mijo. Me agarrou pela cintura e me comeu com a mesma força de antes, até mais forte ainda, reavivando o som da madeira, das molas da cama e da umidade da minha buceta. Meus gemidos se encaixavam nesses sons, tudo se misturando com os próprios arquejos dele. —Então é assim que você come a Mony? — pergunto entre suspiros incontroláveis. —Ela não gosta tão forte — responde, sem parar seus avanços agressivos. —Me come do jeito que você come ela — peço, quase exigindo. Ele para e começa a se mover mais devagar, como calculando o ritmo, dando no final uma enfiada mais forte pra cima. Ali mesmo, gozei de novo. Me sentir comida do jeito que ele comia a mulher dele me desmontou por completo. Até me senti como se fosse ela, transando com meu marido na hora da sesta, não tinha nada mais excitante pra mim. Depois de mais algumas metidas, ele também goza. Tira o pau de dentro, bate uma com força e se descarrega nas minhas costas. Dava pra sentir o leite escorrendo pela minha coluna e omoplatas, me encharcando com aquela gosmentice gostosa. —É assim que a Mônica gosta que eu goze — confirma entre gemidos abafados, enquanto continua batendo uma, soltando as últimas gotinhas que caem preguiçosas nas minhas nádegas. Depois me contou que a mulher dele não gostava que ele gozasse dentro nem na boca. Que o único lugar que aceitava era nas costas. "Que chata!", pensei. —E no rosto? — perguntei curiosa, já que era uma das manias do Juan, lambuzar minha cara de leite. —Menos ainda, ela me mata se cair uma gotinha — responde resignado. —Em mim você pode gozar onde quiser — garanti, enchendo ele de beijos —Dentro, na boca, no rosto... Adoro seu leite! — Ia dizer: "É o leite mais gostoso que já provei", mas soaria muito puta, como se tivesse experimentado uma porrada de porra, quando a única que tinha provado até então era a do Juan. Depois da foda, levantei e fui pro banheiro. Primeiro me lavei no bidê, e depois tomei um banho rápido, superficial, pra tirar os restos de esperma e suor. Quando voltei pra cama, ele estava parado perto da janela, fumando um cigarro. Deixo cair a toalha que enrolava no corpo, e me deitando pergunto: —E com a Mony quantas gozadas você dá? Eles gozam toda vez que transam? — Ele me olha surpreso. — Uma, às vezes duas — ele confirma. Lembro que com o Juan, numa tarde, chegamos a fazer até quatro vezes. Não parávamos de foder, parecíamos coelhos. Terminávamos e começávamos de novo. — Eu tô com vontade de fazer de novo — falo, acariciando sensualmente meus mamilos, que estão durinhos. Ele apaga o cigarro no cinzeiro, abaixa a persiana e se aproxima decidido da cama. Ele tinha vestido uma cueca, então acaricio o volume apreciável que seus genitais formam por baixo. Dava pra sentir como inchava e endurecia, como se arqueava sob o tecido à medida que aumentava de tamanho. Quando puxo a cueca pra baixo, a rola emerge dando um pulo e, depois de umas oscilações pronunciadas, fica firme, rígida, ereta, pulsando de excitação. — Você vai gozar na minha cara? — pergunto sexy, sensual, enquanto seguro e masturbo ela. — Gozo onde você quiser — ele confirma, me olhando com uns olhos injetados de luxúria. Começo beijando a glande, que sempre fica pra fora por ser bem mais larga que o resto, pulsante, ardente, de um vermelho furioso que me incita e obceca. Com a língua, deslizo por todo o comprimento da rola, e quando chego nas bolas, como e mastigo elas, me lambuzando com meus doces favoritos. Enterro o nariz na mata espessa do púbis dele e me afogo no aroma, chupo até os pelos, engolindo alguns pelo caminho. Solto a rola depois de um chupão longo e, me deitando de costas, abro as pernas, mostrando minha buceta em brasa, ainda dilatada pela foda anterior. Ele sobe em cima de mim e me penetra. Envolvo ele com minhas pernas e me mexo junto, ansiosa pra sentir o mais fundo possível. Queria que a rola dele atravessasse meu corpo inteiro, que virasse mais um órgão da minha anatomia, pra tê-lo comigo e senti-lo eternamente. Nos beijamos com paixão e desenfreado, sem parar de nos agitar em busca daquele novo estouro que nosso prazer merecia. Sentir a rola dele deslizando vigorosa, veemente. entre meus lábios, as bolas dele acariciando todo o volume por fora a cada metida, a barba dele roçando no meu rosto a cada beijo, era tudo que eu queria no mundo. Não tinha ambição maior do que fazer amor uma e outra vez com o Rubén. Amá-lo, nos amarmos, mesmo que escondido, pelo menos até ele perceber que me amava tanto quanto eu amava ele e a gente pudesse legitimar o nosso rolo. Sim, naquela época eu era uma romântica incurável. Me achava a protagonista de um romance da Corín Tellado, a versão adulta, claro. Quando senti que ele tava perto de gozar, sussurrei no ouvido dele: — Goza na minha cara! — Ele me olhou com aquele brilho que só a satisfação total provoca, e me beijou, acariciando com a língua todo o interior da minha boca. Eu já tinha gozado duas, três, nem sei quantas vezes, tinha me molhado por ele e pra ele, me entregando por completo àquele homem que, além do meu sexo, tinha capturado meu coração. Prestes a explodir, ele tira a pica e sobe em cima de mim, com o pau pulsando, aceso, molhado no meu fluido, apontando pra mim como se fosse me executar. Ele pega nele, bate uma punheta e goza na minha cara. Fecho os olhos bem na hora que o sêmen sai catapultado como uma cachoeira de pura vida. Quando tento abrir, mal consigo, porque o leite empapa em volta das minhas pálpebras. Fecho de novo, curtindo as sensações que me dá sentir a essência dele de homem, a virilidade dele, escorrendo pelas minhas bochechas. Como é que a Mony não gosta disso?, penso enquanto pego um pouco com os dedos, e levando à boca, saboreio com o maior dos prazeres. Saborear o seu homem deve ser a coisa mais gostosa que existe. E pra mim, o Rubén tinha gosto de Glória. Claro que naquela época eu ainda tava longe de saber que certos manjares com o tempo vão perdendo o sabor, e que pelo caminho a gente vai encontrando outros sabores que a gente curte mais do que os que curtia num certo momento. Tomamos banho juntos, e depois de nos beijarmos por um tempão, como se não Quiséssemos nos separar, saí do apartamento dele vinte minutos antes de sua esposa e minha mãe voltarem de Once. Rubén era meu mundo, o homem dos meus sonhos, das minhas fantasias, das minhas realidades. Era quem eu queria como marido, amante e pai dos meus filhos. Um antes e um depois... Embora nesse depois Rubén passasse a ser só mais um amante. Um entre tantos.Fiz 18 anos!!!

4 comentários - Fiz 18 anos!!!

Que lindo que hayas vuelto, y fue con un gran relato y muy linda foto jeje
Lest47
Como todos tus relatos anteriores me puso al palo. Tan bien escrito esta, que es como ver una pelicula. Esa foto es la guinda del pastel. Que rica CUCA tienes, te la llenaria de leche cada dos horas. Van pts y a favoritos.
como diria jhcomo diria jhonny tolengo,,,majestuoso!!!!