Irmãs de tanga e calcinha

Os mais velhos vão conhecer essa história, mas pros mais novos aqui, deixo essa grande e tarada história.
Como só vou postar essa primeira parte, no final vão procurar as outras partes com o usuário nickbendt, garanto que não vão se arrepender.

Não deixemos morrer joias como essa.

Sem mais delongas, o primeiro capítulo.Irmãs de tanga e calcinha
incesto
filialCapítulo um

Naquele dia, depois do almoço, Agustina foi tomar um banho pra depois ir pro turno da tarde na faculdade. Um tempinho depois que ela saiu, Martín e o amigo Lucas estavam jogando, como quase todo dia, no Play 3. O jogo favorito deles era o FIFA.

Enquanto jogavam uma partida, começaram a falar das minas da sala e das professoras.

Naquela manhã, a professora de Matemática tava muito gostosa, maquiada e vestida com uma saia no meio da coxa, de óculos. Os dois zoaram, dizendo que ela tinha saído de um vídeo pornô.

Falando sobre minas, Lucas chegou, como sempre, no assunto das irmãs do Martín.

Embora os dois fossem virgens, e o máximo que tinham feito com uma garota fossem uns beijos nas vizinhas que tinham se mudado fazia tempo, eles sabiam um pouco de sexo de tanto ver vídeo na internet.

Lucas era bem sem noção. Não tinha problema em falar umas paradas que podiam deixar o amigo envergonhado. Sem maldade, mas ele era muito extrovertido, diferente do Martín.

- E aí, já viu suas irmãs peladas? - Mandou Lucas.
- Não seja idiota. - Respondeu Martín, irritado.
- Sério. Você teve que ter visto pelo menos um peito delas uma hora.
- Não, para de encher o saco.
- Me conta como são os peitos delas, por favor. Você teve que ter visto uma vez. Como são os bicos? - Lucas falava meio sério, meio na brincadeira.
- Vi os peitos da Agustina há muito tempo, uma vez só. Tá feliz? - Disse Martín de má vontade.
- A Agus? Caralho! E como são, me conta! - Lucas tava empolgado.
- Sei lá, não lembro. Foi faz tempo...
- Essa deusa deve ter uns peitos lindos. Dava um braço pra gozar nos peitos dela. - Finalizou Lucas.

Martín nem respondeu mais. Continuaram no jogo, enquanto os dois estavam com a cabeça em outro lugar...

No fim da tarde, naquele dia, Martín foi tomar banho, como toda noite. Tirou toda a roupa, jogou num canto do banheiro, quando viu umas peças femininas.

Naquele cantinho do banheiro, todo mundo Os integrantes da família sempre, antes de tomar banho, jogam a roupa suja ali, e depois vão pro lavanderia. Não era a primeira vez que ele via a roupa das irmãs ali, mas dessa vez teve algo que chamou a atenção dele.

Ele viu uma calça jeans preta, a mesma que a Agustina usou no almoço, então assumiu que era a roupa da Agus, que tinha tomado banho à tarde antes de ir pra faculdade.

Especificamente, chamou a atenção dele um sutiã, que estava dobrado ali, junto com as outras peças. Imediatamente, ele lembrou do que o amigo tinha dito naquela tarde: "gozar nos peitos dela". Veio na mente dele a imagem de uma rola cuspindo porra nos peitões da irmã dele, e a própria rola dele ficou dura que nem um mastro.

Ele tentou se controlar, pensar em outra coisa, mas antes de entrar no chuveiro, viu outra peça íntima...

Uma calcinha rosa por baixo da calça jeans, mal dava pra ver.

- Não é nada... (Ele disse pra si mesmo na mente)

Ele se abaixou e pegou a peça. Toda amassada. Desdobrou ela direitinho, pra ver a forma original. Ficou surpreso ao ver que era bem pequenininha. Se perguntou se aquilo não devia incomodar, porque pelo fino que era o tecido...

Ele imaginou a irmã mais velha, Agustina, usando aquela peça, e o pau dele dava pulinhos de excitação. Imaginou como a calcinha rosa devia entrar bem fundo na racha dela, e teve que começar a se tocar!

Ele tava congelando de frio, lá fora continuava nevando e o banheiro tava gelado, pelado, mas ter aquela peça na mão, inexplicavelmente, tava deixando ele com um tesão danado.

Ele deixou ela ali, dobrada debaixo da calça jeans como tava, pra não levantar suspeitas. Quis esquecer o assunto e que aquilo não acontecesse de novo. Entrou rápido no chuveiro antes de pegar um resfriado, e a excitação foi passando aos poucos...

Capítulo II: Tentações

A irmã mais velha, Agustina, com seus 21 anos, já tinha tido alguns namorados, e atualmente tava namorando. Fazia alguns anos que ela já tinha experimentado sexo pela primeira vez, então Ela tinha conhecimento na prática sobre o ato sexual.

Diferente do caso da Florcha, que com 19 anos, apesar de já ter namorado, não tinha ido tão longe com ele. Era um colega de escola um ano mais velho, mas o namoro durou pouco e só teve beijos. Na idade dela, ainda era virgem e quase não tinha conhecimento sexual, só coisas básicas aprendidas com as amigas.

Martim tinha uma boa relação com as irmãs, raramente brigavam como na maioria das famílias. Embora se desse bem com as duas, era melhor com a Florcha. Agustina era a mais velha, mais independente, e passava menos tempo em casa.

No sábado, a mãe já estava em casa. Depois do almoço, quando as três mulheres foram tirar a soneca, Martim aproveitou o momento para ver pornô na internet. Não tinha muitas oportunidades sem que ninguém pudesse ver, por isso escolhia esses momentos para fazer isso. Estava no notebook na sala, de frente para o corredor onde ficam os quartos, para que, se alguém viesse, ele pudesse perceber e fechar tudo.

Abriu vários vídeos do site favorito dele. Mal estava assistindo o primeiro, já com a excitação evidente, baixou um pouco a calça para se masturbar.

Assistiu a vários vídeos enquanto se tocava, pensando em ir à cozinha pegar algum tipo de papel para gozar, quando ouviu passos no corredor.

Segundos depois, viu a irmã Agustina andando, acordando da soneca. O garoto se amaldiçoou e escondeu discretamente o pinto, fechando todos os sites indecentes.

Agustina foi tomar banho porque tinha um compromisso com o namorado. Sábado à tarde, com certeza passaria com ele. O namorado era alguns anos mais velho que ela, e já fazia alguns meses que estavam juntos.

Martim pensou que podia ser uma boa oportunidade para voltar ao notebook e terminar o serviço, mas imediatamente a mãe dele acordou.

Com a frustração na cabeça e o tesão no pau, ele resolveu ligar para o melhor amigo, Lucas, para jogar umas partidas de FIFA. Enquanto esperava, viu a irmã Agustina se arrumando pra sair com o namorado, até que ela finalmente foi embora.

Bom, Martín estava largado no sofá numa tarde chata de sábado, e em poucos minutos quase dormiu. Os olhos fecharam, então ele decidiu ir ao banheiro jogar água fria no rosto pra se espantar de vez e receber o amigo.

Entrou no banheiro devagar, abriu a torneira e com as mãos jogou água no rosto. Pegou a toalha e se secou. Com esse movimento, ficou olhando pro outro lado do banheiro, onde viu de novo a roupa da irmã mais velha, que tinha acabado de tomar banho.

Naquela hora, veio na cabeça a imagem do dia anterior, quando pegou aquela peça feminina delicada. Numa situação normal, teria tentado ignorar e sair dali de boa. Mas naquele dia tava excitado pelos vídeos que tinha visto e não conseguiu terminar, e a tesão nubla o juízo.

— Bom, Agu, você me cortou na hora que eu ia gozar, então agora você vai ter que me ajudar. (Martim falava sozinho na mente).

O pau endureceu de novo e ele foi pro canto da roupa suja. Achou o que procurava.

Debaixo de uma camiseta, junto com um sutiã, tinha uma calcinha branca.

Pegou ela, deu uns passos até a porta pra ver se nem a mãe nem a Florcha estavam por perto, fechou bem a porta do banheiro e sentou no vaso. Abaixou a calça até o tornozelo e começou a desenrolar a calcinha da irmã.

Quando ela voltou à forma original, notou que, de novo igual da outra vez, parecia ser uma Booty-less. Como tava com tanto tesão naquela hora, imaginar o quanto a irmã mais velha é putinha usando esse tipo de calcinha fazia jorrar líquido pré-gozo que nem um bicho.

Enquanto segurava a Booty-less numa mão, com a outra se masturbava, e logo gozou. Na mente dele, a bunda nua da Agustina, na vista dele a calcinha da irmã. E na mão dele, muito esperma morno.

— Que delícia...

Ele se levantou dali, colocou a calcinha onde estava, e limpou o esperma da mão na torneira. Tinha sido a melhor punheta em anos.

Saiu do banheiro, depois de descarregar toda a excitação, e disse pra si mesmo que já era. No primeiro dia pegou a calcinha só por curiosidade, e no segundo porque a própria Agustina tinha interrompido a punheta dele sem perceber. Não ia mais bisbilhotar essas roupas nunca mais.

Depois daquelas aventuras no banheiro, o garoto cumpriu a promessa e não tocou mais nas roupas das irmãs. Cada dia que ia ao banheiro via elas lá, mas não dava importância por enquanto.

Um desses dias, Martín tinha ido um tempo na academia, obviamente lá dentro com o aquecimento era quente, o garoto estava na esteira há uns 3 km quando parou pra descansar um pouco.

Na academia tinha bastante gente, e muitas minas. Minas mais velhas que ele. Via os corpos delas, o que faziam, tava numa idade em que tentava espiar os corpos femininos sempre que tinha a mínima chance. Via como usavam tops que apertavam os peitos, as pernas longas e trabalhadas, as leggings justas que marcavam bundas pra todo lado.. até uma mina tinha os biquinhos do peito levemente marcados no top!

Como era de esperar, a ereção não demorou, e com o short de treino ficava bem evidente.

Teve que voltar pra esteira e parar de pensar em minas…

Assim que terminou o treino, quando tava saindo do lugar olhou mais bundas, quantas pudesse. Se agasalhou bem e caminhou até em casa. Durante o trajeto, lembrou de todas as minas e seus corpos gostosos, agora a ereção não aparecia por causa da calça comprida que tinha vestido. Assim que chegasse em casa, iria direto tomar banho e de quebra, já que a situação pedia, bater uma punheta na banheira pensando no que tinha visto na academia. Também era comum pra ele bater punheta na banheira, já que era um dos poucos momentos do dia em que ficava sozinho. Geralmente fazia isso Pensando nas colegas da escola.

Ele entrou correndo em casa, foi pro banheiro e se deparou com a irmã Florcha tomando banho.

- Dá logo, Florcha, tô todo suado! – Disse Martinho, escondendo a verdadeira pressa pra tomar banho.

Teve que esperar vários minutos, até que finalmente Florcha saiu do banheiro, enrolada numa toalha. O garoto nem ligou pra ela e entrou no banheiro.

Tirou toda a roupa, já com o pau duro e preparado, estimulado pelas gostosas da academia. Jogou a roupa no canto, e chamou a atenção dele de novo.

Na roupa da Florcha, que tinha acabado de se lavar, em cima de tudo, ela tinha deixado a calcinha pequenininha que tinha usado.
Branca. Martinho tava com o pau pronto e muito tarado, e falou baixinho:
- Prometi não pegar as da Agus... do mesmo jeito, só vou pegar essa da Florcha pra ver como é, e nada mais...

Tentando não se sentir culpado, pegou a calcinha fio dental da outra irmã dele. Era branca, na frente tinha detalhes transparentes... do mesmo tamanho pequenininho que as que a Agustina usa.

O garoto observou ela enquanto se acariciava o pau, até que decidiu deixar ela onde tava. Antes de largar, o tecido dobrou um pouco e ele conseguiu ver algo estranho na parte de dentro da calcinha.

Intrigado, abriu a peça de novo e virou pra ver o lado interno. Na parte da frente, tinha alguns pelinhos escuros, o garoto rapidamente pensou nos pentelhos da irmã dele.

Mas o que mais chamou a atenção dele, foi ver mais pra baixo, na parte mais fina da fio dental, toda brilhosa.

Olhou mais de perto, e parecia que aquela parte tava molhada. Tocou nessa parte, e sentiu um líquido viscoso. E bem pegajoso. Chegou mais perto ainda, e sentiu um cheiro estranho.

Logo percebeu que o cheiro vinha dessa umidade na calcinha, e notou que era delicioso. Mal se deu conta, quando já tava quase gozando. O que era aquilo tudo?

Martinho de repente se viu aspirando a umidade da calcinha da irmã Florcha. Não Entendia muito bem o que tava rolando com ele, mas continuou naquilo, vendo como no tecido se misturavam pelos pubianos com aquela umidade, transformando todo aquele ritual em algo extremamente morbidão e tesudo.

- Deeeeeeeeeus...

Suspirava baixinho. Na mente dele, vieram imagens da buceta da irmã roçando aquele pedaço de pano... não aguentou mais, bateu uma rapidão pensando na irmã Florcha, com a calcinha na cara, sentindo aquele cheiro de pussy que matava ele.

Na hora, o esperma espirrou pela banheira. Mais uma gozada monstra. Suspirou de prazer, e largou a Booty-less onde tava.

Era um moleque bem inexperiente. Um total novato em relação ao sexo. Então, depois de tomar banho, antes de dormir, foi com o notebook pro quarto e pesquisou no Google.

Depois de vários minutos e várias páginas visitadas, conseguiu entender a situação, e o que era aquilo na calcinha que tinha deixado ele tão louco!.

- Lubrificação e fluxo vaginal... seja lá o que for, é uma delícia! (Falou isso na mente dele)

Limpou o histórico e foi dormir.

Capítulo III: Avanços perigosos

Na manhã seguinte, enquanto o Martín tava na aula chata de história, e a professora falava e falava, ele foi se desligando mentalmente da aula – embora ainda estivesse ali – e pensava nos próximos passos dele.

Depois das gozadas fodas dos dias anteriores, tava disposto a continuar fazendo a mesma coisa, mas antes teria que ajustar alguns detalhes.

Mesmo no fundo, ele achava que o que fazia não era totalmente certo, ou moralmente certo, tentava se enganar.

Terminada a manhã na escola, e depois de ir pra casa, planejou os próximos movimentos.

Naquela tarde, ele ia sair com os parças da escola, então antes de sair de casa, lembrou da roupa que as irmãs dele estavam usando naquele dia.

A Agustina tava de jeans azul com a camiseta cinza, e a Florcha de jeans preto com uma blusa verde. Gravou isso na mente e partiu. Tudo pronto.

Se desligou 100% da vida cotidiana dele durante a partida de futebol, onde a honra do time e dos companheiros tá em jogo. Algo que só um homem consegue entender.

Já com o sol caindo no horizonte e a temperatura despencando, depois da batalha no campo, voltou pra casa pra tomar um banho caprichado e descansar pra começar um novo dia.

Chegou em casa já de noite. Entrou pela garagem. O carro não tava. Mamãe devia ter levado alguma das irmãs dele pra algum lugar. Boa notícia, porque se a mãe visse ele todo enlameado entrando em casa, ia levar uma bronca.

Deixou as chuteiras no tanque e foi direto pro banheiro. Tirou a roupa cheia de terra e jogou no lugar de sempre. Lá tava, como todo dia, a roupa das irmãs dele.

Entre o jogo, os trancos da partida e a derrota que levou, esqueceu do que tinha colocado na cabeça antes de sair de casa, e naquele momento lembrou.

Não tava nem um pouco excitado naquela hora, e o corpo nu dele pedia pra entrar logo na água quente porque tava congelando.

Dessa vez tinha roupa de só uma das irmãs dele.

Tava uma camiseta verde, com uma calça jeans preta, meias, mais um sutiã cor de pele e uma calcinha que também parecia ser daquela cor, não dava pra ver direito porque tava dobrada embaixo do sutiã. Pela roupa, isso é da Florcha, pensou o garoto.

Tava esfriando e resolveu entrar no chuveiro, sem mexer na roupa.

- Hummm. – A água quente premiou o corpo dele, já quase congelado.

Depois do xampu, colocou uma mão no pau e acariciou de leve.

Sentia a água caindo no corpo, enquanto se encostava na banheira, acariciando o pinto, que foi ficando duro devagar.

Pensou em algum estímulo sexual. Virginia. A mina mais gostosa da sala. A rainha. A deusa. Nunca falhava.

Ok, dessa vez segurou o pau com a mão pra começar a bater uma.

O cabelo loiro da Virginia, a carinha de santinha dela… pensou no que faria com ela. à sua coleguinha se a tivesse amarrada numa cama. A punheta foi aumentando de velocidade, enquanto imaginava o que faria com aquela mulher.

Depois de alguns minutos, já estava pronto. Seu corpo jovem respondia rapidamente aos estímulos. Estava prestes a gozar, quando parou a masturbação.

Fechou a torneira e se secou com uma toalha. Vestiu uma camisa de manga comprida, um moletom e as meias. Se abaixou sobre a roupa da irmã, levantou o sutiã dali e pegou a calcinha da irmã.

Colocou ela na posição original e procurou o interior. E olha só! A mesma mancha de umidade estava ali. Dessa vez parecia menor, estava úmida mas não tanto quanto a anterior. Colocou a mão no pau ereto e pulsante, pôs a calcinha com a parte molhada no nariz e começou a parte boa de verdade.

De novo foi invadido por aquele cheiro característico de mulher, de buceta.

Aspirou o quanto pôde daquela droga, pensou na coleguinha de sala enquanto batia uma devagar, não aguentaria muito. Queria aproveitar o momento, se preparou para acabar com aquilo, quando de repente:

Toc toc.

- Filho, falta muito??? - Agustina.

Se desesperou, se atrapalhou todo e a peça caiu no chão.

- Sim, sim... não, digo, já vou sair. - Respondeu enquanto jogava a calcinha no lugar onde estava, procurando o sutiã pra colocar por cima como estava antes.
- O quê?
- Que já, já tô saindo!

Ouviu os passos se afastando e respirou aliviado... ufa! Por pouco não foi pego. Quem sabe o que a irmã diria se visse ele fazendo o que estava fazendo. O pau murchou mais rápido do que nunca, do susto!

Se vestiu por completo e saiu de lá, enquanto Agustina entrava pra tomar banho.

Depois disso, tentou enterrar o ocorrido. Enquanto Agustina tomava banho, chegaram em casa Florcha e a mãe de uma reunião de sei lá o quê.

Enfim, depois do jantar foi pro notebook navegar na internet visitando como fazia diariamente seus sites favoritos antes de dormir. Se deitou na cama com o notebook, e depois de visitar todos os sites favoritos e se "informar" sobre coisas como o time de futebol, corridas, etc. Fechou o pc e ficou pensando no escuro.

Na mente dele, voltou o ocorrido do banheiro, acontecido há poucas horas. Já tinha cheirado duas vezes a intimidade da irmã Florcha, mas com a Agustina ainda não tinha feito isso. Abriu o notebook de novo e entrou num site erótico. Abriu o primeiro vídeo que apareceu, era de lésbicas e enfiou a mão dentro da calça.

O vídeo tinha sido muito bom, curto mas bom, e já estava quase no clímax de novo, e pensou em ir ao banheiro pegar a calcinha da outra irmã, Agustina. De repente ficou muito, mas muito excitado, e a mente dele começou a ferver a toda velocidade. Na cabeça dele, pensava em coisas assim:

"Como será? Com certeza é bem pequenininha e apertada… Será que tá molhada igual a da Florcha? Morro de vontade de sentir o cheirinho da sua buceta, Agus."

Ele estava realmente excitado, pensando em coisas que jamais imaginaria. Estava saindo do controle. Sentia os dedos escorregando com o líquido pré-ejaculatório grosso que jorrava, e não queria sujar os lençóis.

Se descobriu, deixou o notebook na cama, levantou, escondendo como podia o pau duríssimo na calça que não aguentava a ereção monstruosa. Andou sorrateiramente pelo corredor, até dar de cara com a porta do banheiro. Ouviu a chuva do chuveiro caindo. Porra! Repetiu na mente.

A mãe dele estava tomando banho, e ele não podia arriscar entrar pra cumprir seus planos sujos. A mãe podia ver ele facilmente. Bateu em retirada, foi pra cama dele pra chata ação de dormir.

A mãe era a última a tomar banho sempre, antes de ir dormir, então toda a roupa suja da família ela recolhia pra levar pro tanque depois do banho. Não tinha outra oportunidade naquele dia. Até pensou em ir pro tanque, mas era arriscado demais, porque toda roupa misturada num cesto seria difícil de encontrar as peças que procurava, e com isso faria barulho que levantaria suspeitas.

Capítulo IV: Obsessão

Com o passar dos dias, essa prática ia sendo cada vez mais cotidiana para o garoto.

Martín sempre olhou para suas irmãs como isso, irmãs. Não despertavam nele nenhum tipo de interesse sexual. Mas com as novas ações, isso ia começar a mudar aos poucos.

Geralmente durante o dia, ele lembrava da roupa que suas irmãs estavam usando para que, no final do dia, soubesse de quem eram aquelas peças.

Numa dessas tardes, enquanto jogava no play com o amigo, viu sua irmã Florcha saindo de casa. Ela estava com o cabelo meio molhado e bem vestida, com certeza ia para a aula de inglês.

- Tô indo!

O amigo Lucas ficou acompanhando a partida, enquanto Martín não perdia oportunidade e ia para o banheiro.

Procurou entre a roupa e encontrou a peça da irmã.

Uma calcinha preta com bordas brancas, toda molhada só para ele.

Levou até o nariz.

- Mmmm que delícia!!!

Aquele aroma profundo, o cheiro mais íntimo da irmã dele invadia seus pulmões, enchendo-o de prazer.

Pensou em como a irmã se sentiria se descobrisse o que ele fazia. Ele tinha uma ótima relação com ela. Sentia-se mal por fazer aquilo, mas não conseguia evitar.

Deixou a peça onde estava e voltou para o amigo. À noite já tinha material para se masturbar!

A tarde passou, e naquele dia ele quis esperar para tomar banho. Queria ser o último, para descobrir a calcinha da outra irmã, Agustina.

Mas não deu certo. A garota não chegou em casa até tarde, então o adolescente teve que tomar banho. Obviamente, usou a calcinha preta da Florcha para fazer uma baita punheta.

:::

Numa sexta à tarde, Martín e Florcha já tinham chegado da escola, e Agustina estava de folga na faculdade. A mãe trabalhava, e naquele dia era hora de fazer algumas tarefas domésticas.

Esse tipo de tarefa Muitas vezes sobrava pros mais novos, já que a mãe trabalhava várias horas por dia e sempre pedia pros filhos darem uma mão.

Tinha que lavar o chão e limpar os móveis na sala de casa.

Geralmente, as tarefas eram divididas entre os irmãos. Naquele dia, o Martín ficou de esfregar o chão e a Agustina de limpar os móveis. A Florcha tava "de folga" naquele dia em relação às tarefas de casa.

O Martín foi pro lavandero pegar um balde, encheu de água e pegou o pano de chão. Passou pelo corredor, cruzando o quarto das irmãs – a Agus e a Florcha dividiam o quarto – e bateu na porta pra avisar a Agustina que era a vez dela limpar os móveis. Foi até a sala pra começar o serviço.

Tava molhando o pano quando a Agustina veio rápida, passou na frente dele e seguiu caminho até a porta da frente. Enquanto cruzava a sala, falou:

- Desculpa, maninho, mas o Javi me chamou, tchauuu.
- Que?

O Martín não acreditou no que a irmã mais velha tava dizendo. A sem-vergonha ia embora porque o namorado chamou, o idiota do 'Javi'. Ele tinha raiva dela. Não por nada específico, mas não gostava que a irmã tivesse namorado.

Ela fechou a porta e foi embora.

Bom, que se dane – pensou – no fim das contas, quando ela voltar, vai ter que fazer.

Começou a tarefa dele, quando dessa vez a outra irmã apareceu em casa.

- Oi, neném. O que cê tá fazendo? – A Florcha cumprimentou o irmão com um beijo.
- Limpando um pouco… A Agus me deixou na mão kkk.
- Kkk a doida deve tá com o Javi, né?
- Exato…
- Beleza, e o que precisa fazer?
- Hoje era a vez dela limpar os móveis.
- Tá, deixa que eu faço hoje. Não quero que a mãe chegue e veja tudo sujo.

A Florcha tinha acabado de chegar da academia. As duas irmãs de casa eram frequentadoras de um tipo de academia que só ia mulher, porque também davam aula de dança lá. A Florcha e a Agus quando eram pequenas iam pra dançar e agora, mais velhas, iam pra malhar um pouco "pra manter a raba", como elas diziam. Claro que tinham horários diferentes. Raramente as duas coincidiam juntas.

O garoto continuou com a tarefa de esfregar o chão, enquanto Florencia tirava a jaqueta, pegava um pano velho com o produto de limpeza e começava a limpar os móveis.

Martim, de vez em quando, olhava para a irmã – ela estava de costas para ele. Ele reparava no corpo gostoso da irmã. Vinham à mente os comentários obscenos dos colegas sobre ela. Florcha estava com o cabelo solto, usando um top justinho e uma legging preta bem apertada. Roupa de academia.

Principalmente, ele olhava muito pra bunda dela. De vez em quando, dava uma espiada na irmã, que, alheia aos pensamentos sombrios do irmão, só se dedicava a lustrar os móveis.

O pau do garoto foi despertando. Ele olhava descaradamente pra bunda grande e redonda da irmã. A legging era tão justa que era impossível não olhar. Enquanto continuava lavando o chão, imaginava como a irmã seria pelada. Imaginava puxando a calcinha dela pra baixo pra deixar aquela raba perfeita à mostra. O pau dele ia explodir dentro da calça jeans.

Florcha estava limpando o móvel da TV. Passava o pano na madeira. Ela se abaixou e abriu uma das portinhas de vidro do móvel, pra limpar tudo lá embaixo.

O garoto não perdia nenhum detalhe dos movimentos da irmã. A adolescente apoiou os dois joelhos no chão, inclinando-se pra frente pra limpar bem a parte interna do móvel.

– Ela ficou de quatro, ela ficou de quatrôôôô – O garoto repetia coisas na mente.

Diante dele, Florcha ficou alguns segundos naquela posição comprometedora, com a bunda bem empinada, pronta pra ser macetada.

Martim quis tirar o pau ali mesmo, pra gozar igual um louco enquanto observava o espetáculo.

Com uma mão segurava o secador e com a outra se acariciava o pau duro por cima da calça. Enquanto admirava a rabuda da irmã, imaginava a calcinha que ela devia estar usando, e, com o tamanho pequeno que são e o quanto a legging era apertada, devia estar bem metida. na use a palavra: buceta! Não aguentava de vontade de pegar naquela calcinha toda molhada!

Finalmente, Flor terminou aquilo. Martín tirou a mão de onde estava e fingiu que nada tinha acontecido, continuou esfregando.

- Bom, já acabou isso. Vou tomar um banhinho porque estou toda suada!

O garoto estava deixando de ver a irmã como irmã, e começava a vê-la como 'gostosa'.

Estava muito excitado, e naquela tarde, depois que Florencia saiu do banho, Agustina voltou para casa e também entrou no chuveiro. Então, naquele dia, ele finalmente conheceria o cheiro de Agustina... e com o que tinha visto de Flor, imaginou o festim que faria no banheiro.

Horas depois...

Depois que as duas irmãs tomaram banho, a mãe chegou em casa. O garoto entrou rapidamente no banheiro.

Tirou toda a roupa, abriu o chuveiro para não levantar suspeitas e evitar que qualquer som que fizesse fosse ouvido.

Foi direto para a roupa jogada. Observou dois tipos de roupa claramente identificáveis. De um lado, a "montanha" de roupa de Flor, e do lado, a de Agustina.

Começou a revirar e percebeu que dentro da legging da Florencia estava a calcinha que ela tinha usado naquele dia.

"Hummm... tirou tudo junto."

Tirou a fio dental da legging e a primeira coisa que notou foi que já a tinha visto.

Era idêntica à que Agustina tinha usado uns dias atrás, que o garoto tinha usado para se masturbar. Era impossível esquecer aquilo.

Pensou se elas teriam duas do mesmo estilo, ou seja, duas peças iguais cada irmã, mas não ligou muito naquele momento, e já com o pau bem duro, procurou a parte de dentro.

Brilhosa. De novo bem molhada. Com pelinhos pretos espalhados por ali.

Martín colocou um dos dedos naquela parte e sentiu a ponta do dedo deslizar pelo tecido.

"Uffa, isso é demais."

Levou até o rosto para aspirar a droga que mais gostava. Que cheiro gostoso. Fundo!

Ia se tocar, mas se segurou. Ainda com a calcinha da Florencia na mão, procurou no montinho de roupa da outra irmã.

Tirou de cima a camiseta, o suéter, a calça, o sutiã, até identificar o objeto do desejo.

“Não pode ser”

Deixou a calcinha da Flor de lado e juntou com as duas mãos a peça da Agustina.

Esticou bem na frente dos olhos pra ver a forma original. Uma tanga roxa, com detalhes tipo bolinhas brancas. O moleque ficou estupefato.

Percebeu que o chuveiro tava soltando água demais, então se apressou.

Observou com cuidado a tanga da Agustina e procurou por dentro.

Viu como a parte de baixo era finíssima! Embora as que ele via sempre fossem pequenas, essa era ainda menor! A parte da tanga que cobre a buceta era muito fina, e isso levava o moleque ao êxtase de prazer.

“Aposto que entra tudo nela”

Não tava molhada, nem nada do tipo. Levou até o rosto pra sentir o cheiro, e com certeza tinha. A parte do tecido que tocava a buceta da Agustina soltava um aroma de mulher tão forte quanto o da Florcha.

O moleque ficou sentindo aquele cheiro, até deixar as peças onde estavam, pra não levantar suspeitas se alguém entrasse. E entrou no chuveiro.

Tomou banho o mais rápido que pôde: sabonete, xampu, e em alguns minutos tava pronto.

Secou o corpo todo, e antes de se vestir, voltou a pegar a calcinha da Flor e a tanga da Agustina.

Sentou no chão em cima da toalha que tinha usado pra se secar, pegou as duas peças íntimas com a mão esquerda, e levou até o rosto pra se estimular do jeito que mais gostava. Com a mão direita, se masturbava.

Depois de sentir aquele cheiro embriagante, imaginava as irmãs. Lembrou da pose da Flor quando tava limpando o móvel, de quatro, e imaginou a Agustina de pernas abertas, mostrando a buceta…

Acelerou os movimentos manuais e terminou enchendo a beirada. da banheira com esperma grosso e quente.

Ele limpou com papel higiênico, teve que cortar várias vezes para limpar tudo que tinha soltado. Já estava "como nova". Em seguida, a mãe entraria no chuveiro, mas por sorte não dava para notar que alguém tinha se masturbado gostoso.

Ele também colocou as roupas femininas de volta no lugar e terminou de se vestir para sair muito mais relaxado e dormir confortável e prazerosamente.

O fato de ir tomar banho era mais prazeroso do que nunca.

Nos momentos livres, em vez de pensar nas garotas da sala, ele pensava nas irmãs.

Com o passar dos dias, ele foi se inteirando cada vez mais sobre elas.

Quase sempre esperava as duas tomarem banho, e depois ele ia para pegar as roupas das duas gostosas.

Depois de vários dias repetindo o ritual, ele foi percebendo algumas coisas.

Ambas usavam as mesmas calcinhas. Muitas vezes ele encontrava uma das garotas usando uma calcinha que a outra já tinha usado.

Isso aconteceu várias vezes, onde o garoto encontrava as roupas que a Flor tinha usado um dia, e depois as encontrava na roupa da Agustina.

E também descobria que as calcinhas e tangas que a Florencia usava estavam quase sempre mais molhadas que as da Agustina.

Não era uma regra fixa, mas era mais ou menos assim. Além disso, nas da Florcha ele quase sempre encontrava alguns pelinhos escuros, enquanto nas da Agustina quase nunca encontrava.

Assim, ele foi imaginando muitas coisas nas suas fantasias.

Quando pensava na Florcha, imaginava ela com a buceta peludinha, e a Agus toda depilada.

A obsessão começava a fazer estrago no adolescente tarado.

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Eram família, e por isso muitas vezes as garotas andavam com pouca roupa pela casa. Momentos em que saíam do chuveiro, ou precisavam se trocar, ou chegavam da escola ou faculdade e se despiam rapidamente para se trocar. Não se importavam que o Martín estivesse vendo elas, nunca teriam imaginado como o irmãozinho as olhava. Até aquele momento, as garotas ainda viam o "anão" como isso, o irmão mais novo.
Desde sempre, a vida inteira foi assim. Em casa, eram todos família, e ficar um tempo com pouca roupa não era nada demais.

Um dia, estavam tomando café da manhã, Martín e, ao lado dele, Agustina. Florcha ainda estava na cama, e a mãe, no banheiro.

Agustina estava com a roupa de dormir: uma camiseta de manga comprida, esticada e velha, desbotada, e uma calça também comprida.

Estava muito apressada, porque para a faculdade tinha que andar vários quarteirões e sempre saía de casa antes dos outros. Estava atrasada e foi se apressando.

Foi até o quarto e trouxe para a cozinha a roupa que ia vestir hoje. Estava parada ao lado de Martín, que estava sentado tranquilamente tomando seu chá. A garota tomou um gole de café, colocou a xícara na mesa e tirou a blusa de dormir, ficando de sutiã.

Um sutiã muito bonito, por sinal. Cor da pele, embora Martín pouco se importasse, porque espiava de soslaio a irmã enquanto ela se trocava ao lado dele.

Ele via os peitos dela de lado, como se mexiam naquele sutiã apertado, enquanto o cabelo quase loiro caía sobre o corpo dela.

Aqueles peitos grandes e redondos queriam escapar do sutiã a cada movimento… que espetáculo a irmã mais velha estava dando sem nem perceber.

Ela vestiu uma blusa, seguiu com outra e uma jaqueta. Tomou mais alguns goles de café e agora tirava a calça.

Com as duas mãos nas laterais do quadril, pegando o elástico da calça, puxou rápido até os tornozelos e, com ajuda dos pés, tirou-a.

Martín aproveitou para olhar de novo de lado, e Agus se abaixou para pegar a calça do chão, quando foi para baixo com as mãos para pegá-la.

Durante aqueles poucos segundos, a irmã dele tinha ficado com as pernas esticadas, mas com o tronco inclinado para baixo para juntar a roupa de dormir, e ela tinha ficado numa posição sexual bem explícita.

Martín observou tudo aquilo quase balançando levemente a cabeça pro lado, e viu como por alguns segundos a Agustina estava com a calcinha branca toda enfiadinha na bunda e abaixada, então por uns décimos de segundo ele conseguiu ver mais embaixo, como com a pressão de estar abaixada, a buceta marcava levemente no tecido!

Foi por milésimos, mas aquela imagem ia ficar gravada na mente dele. Ele conseguiu ver a parte onde a calcinha cobria a buceta e por cima estava marcadinha!

Dava pra ver bem a rachinha marcada no meio e dos dois lados os lábios inchadinhos.

Obviamente o cara não reagiu, e continuou com a xícara de chá como se nada tivesse acontecido. Logo a Agustina vestiu a calça jeans, arrumou o cabelo, e calçou os tênis pra ir embora enquanto terminava o café…

Pouco a dizer sobre o que aconteceu assim que a Agus foi embora. Martín foi pro banheiro escovar os dentes e… fazer outra baita punheta lembrando do que tinha visto.

Pois no mesmo dia, depois da escola e o resto da tarde, ele chegou em casa ao anoitecer e foi tomar banho como todo dia.

Procurou no canto da roupa e encontrou só roupa de uma das irmãs dele.

Chegou mais perto e percebeu que era da Agustina.

Não foi difícil achar a calcinha. Aquela que ele tinha visto de manhã cobrindo como podia tanta carne que a Agustina tinha…

Além disso, olhou pro sutiã, e lembrou da visão sublime daquelas tetonas enormes se balançando!

O pau apertava dentro da calça, então ele tirou a calça e foi abrindo a calcinha pra ver o interior.

Ela estava bem molhada, aquele brilho clássico cobria toda a área do tecido que roçava a buceta. Levou ela até o nariz e sentir o cheiro forte de buceta era supremo! E a putaria de ser da irmã mais velha dele, muito mais.

“Uffff, essa tá encharcada. Cê tava quentinha? Adoro que você ficou toda excitada hoje.”

Ele colocou a parte molhada da A calcinha sobre o pau dele e ele se masturbava. Espalhava o líquido vaginal pelo tronco do membro, enquanto batia uma num ritmo frenético.

Imaginava como a buceta da irmã dele soltava toda aquela umidade pegajosa na calcinha e ele morria de prazer.

Já tava com o pau todo duro, cheio da umidade da xereca da irmã mais velha. Levou o pano de novo no rosto pra cheirar, enquanto a mão deslizava pelo jovem pênis dele com todo o líquido viscoso da irmã.

Começaram a sair os jatos de porra pra todo lado… caíram nas pernas dele, no chão, alguns até na parede… puf!

Todo aquele ritual de instinto animal era algo de outro mundo. Depois de umas punhetas daquelas, ele ficava super relaxado… era terrivelmente satisfatório fazer isso com as calcinhas das irmãs.

Obviamente, a moral já tinha ido pro caralho… tudo girava em torno das irmãs e da roupa íntima delas.

Toda vez que entrava no banho, sabia de qual das irmãs eram as tangas, sabia que as duas usavam as mesmas, e se masturbava de propósito.

:::

Numa ocasião, a tarde tava bem fresca quando o Martin tava fazendo o dever da escola.

A Florcha passou por ali, com o cabelo preto ondulado, uma jaqueta e a legging preta justa destacando aquele rabo enorme…

— Como é que tá, anão?
— Complicado, Flor… vai pra academia?
— Vou!
— Daqui a pouco eu também vou.

Ela se despediu do garoto com um beijo, sempre tão educada com ele.

O moleque cansou de tanta lição e foi também pra academia espairecer um pouco.

Já no local, começou a rotina dele.

Parou pra descansar uns minutos, observando todo o movimento ali.

Cumprimentou os conhecidos que estavam treinando.

E as minas também fazendo exercício. Terminou o programa na academia naquele dia, vestiu a jaqueta e ficou de canto observando as garotas disfarçadamente.

Via elas como sempre, mas agora, em vez daquelas, imaginava que eram as irmãs dele. Voltou a casa.
- Boa tarde.. já cheguei

Flor tava no quarto dela, a mãe ainda não tinha chegado em casa e a Agustina tava na cozinha.
- Tomo banho eu ou vai você, Agu?
- Vai você, anão..
- Ok

Ele entrou no banheiro, ligou o chuveiro e, claro, foi direto pra roupa da Florcha.

Em cima da leggings, a calcinha fio-dental roxa tava ali! Dessa vez a Florencia tinha usado.

O garoto fez o de sempre, e percebeu que a calcinha tava molhadíssima.

“Foi pesado o treino? Parece que você suou toda a buceta, Flor…”

Sem falar no cheiro de buceta tão safado que aquela calcinha exalava!

Ele tava sentado no chão, ainda de jaqueta, com a calça e a cueca abaixadas, se masturbando com a calcinha recém-usada da irmã Florencia no rosto.

Tava nessa quando…
- O que você tá….?! – A Florcha tinha entrado no banheiro e descoberto tudo!

Florencia achou que, como o chuveiro já tava ligado, o moleque tava dentro… agora ela tava parada na porta, como uma estátua, vendo o irmãozinho com uma mão no pau e a outra na própria calcinha dela.

Continua…

Comentários em Destaque

Para mi, la mejor historia que tuvo la pagina.. Por lejos
Hay otras muy buenas, pero estoy de acuerdo al decir que ha sido la mejor

15 comentários - Irmãs de tanga e calcinha

Sin lugar a duda d las mejores historias 🐷
@nickbendt "gracias por tanto, perdon por tan poco". 😢
Vuelve maestro, vuelve. 😭
Excelente!!!!! Mis ptos solo por despertar la nostalgia
Aca dejo el link de Cap. 2 para que lo insertes al final del relato:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2350561/Hermanas-tangas-y-bombachas-II.html
lejos pero por choreo... la mejor historia! desp le sigue (ai gusto) MI PRIMA MARA!
Te borraron la parte 2. Resubelo maquina. Sigue así.
En los comentarios dejaron el Link ✌
Hola creo borraron el usuario nickbendt y sus relatos
En los comentarios está el link
Pra minha irmastra de 20 anos compraram umas tangas e deixaram em cima da cama, aí eu estreiei elas, esfreguei na minha rola e passei a ponta molhada onde vai a buceta em cada uma das tangas, tomara que um dia eu encontre as tangas dela bem molhadas no banheiro.