Na manhã seguinte, Pedro foi pro trampo um pouco mais cedo que de costume e eu fui pra escola, então a gente não se trompou de manhã, e não tive tempo de falar com ele nem de descobrir se ele tinha mudado de ideia.
Se teve um dia em que eu não prestei atenção nas aulas, foi aquele. Não conseguia me concentrar e parar de pensar no que fazer; na verdade, meus professores perceberam e me chamaram a atenção várias vezes, e a Sandra, minha melhor e praticamente única amiga, também notou. Então, durante o recreio, quando estávamos sozinhas, ela disse que eu estava estranha e me perguntou o que estava rolando.
A Sandra e eu nos conhecíamos desde pequenas e, como já disse, era minha única amiga e a única pessoa para quem eu consideraria contar. Então, me decidi e contei pra ela depois da insistência dela.
— Porra, tia! Que pesado! Eu não sei o que teria feito se ele tivesse me rejeitado assim.
Eu sabia que a Sandra gostava do meu irmão, mas acho que nem ele percebia que ela existia, ou a considerava uma pirralha que às vezes vinha em casa pra ver a irmã.
— Também não sei o que fazer.
— Ei, e ele gostou?
— Acho que sim... porque depois vi ele batendo uma escondido.
— Tomara que eu tivesse estado lá pra ver também!
— Ou pra ele te ver, né? — perguntei com sarcasmo.
— Bem... — ela ficou vermelha que nem um tomate — nunca nenhum garoto me viu pelada nem me tocou... e seu irmão Pedro é tão gostoso...
O recreio acabou e o resto da manhã foi ainda pior, porque a Sandra também não soube me dar nenhuma solução. Quando cheguei em casa, lembrei que era terça-feira e que meu irmão não vinha almoçar, porque ficava trabalhando à tarde e chegava em casa praticamente de noite. Então, preparei algo e comi sem vontade. Depois de comer, me deitei no sofá pra ver TV um pouco, mas como não tava passando nada interessante, decidi colocar um filme no videocassete velho do meu irmão.
Depois de fuçar um pouco na estante entre as fitas, encontrei um filme que não era ruim, porque a maioria era de sangue e terror, ou uns rolos insuportáveis que meu irmão gostava, sem falar nos jogos de futebol gravados da TV.
Coloquei a fita, Apertei o play e me joguei no sofá, mas a única coisa que aparecia na TV era aquele chiado de neve, igual quando a antena tá desconectada. Então, contrariada, levantei de novo e tirei a fita.
Foi aí que percebi que a fita não era um filme original, com a etiqueta dele, mas sim uma fita pra gravar, com um adesivo que só dizia "Maria, Nº 3" e uma data de vários meses atrás, no fim do verão passado. Isso me deixou bem curiosa, porque naquela época era quando Pedro tinha começado a sair com a Maria, pouco depois da Sara, a ex-namorada dele, ter dado o pé na bunda. Mas, sinceramente, achei que fosse alguma gravação caseira de festa de aniversário ou algo assim (embora, pelo que eu sabia, Pedro não tivesse câmera de vídeo, então algum amigo devia ter gravado pra ele).
Também reparei que a fita não estava rebobinada até o começo, e por isso não aparecia nada na TV. Tomada pela curiosidade, coloquei a fita de novo e rebobinei ela, roendo as unhas de impaciência. Mal hábito que eu tinha na época e que ainda mantenho.
Quando a fita começou, minha curiosidade aumentou ainda mais, porque em vez de uma festa de aniversário chata ou de um passeio no campo, a única coisa que aparecia era o quarto do meu irmão e só se ouvia os ecos e barulhos normais de uma casa, o trânsito na rua e outros sons abafados. Por um tempo não aconteceu nada, então apertei o avanço rápido e de repente a Maria entrou andando bem rápido no quarto, de um jeito muito cômico, como nos filmes antigos de cinema mudo.
Voltei pra velocidade normal, mas a Maria só fez foi se deitar de bruços atravessada na cama, com os cotovelos apoiados na colcha e os joelhos dobrados, levantando as pernas enquanto folheava uma revista. Pacientemente, esperei um bom tempo, mas a idiota da Maria não fazia nada além de balançar as pernas e virar páginas de uma revista de fofoca.
De repente, a Maria falou.
- Pedrão! - ouvi bem clarinho. ...mal, mas ela estava gritando, chamando meu irmão, que eu imaginei que estivesse fora do quarto, porque não ouvia direito o que ela dizia.
— Vai vir ou não? — ela disse de novo, e de novo não entendi a resposta do meu irmão.
— Qual é, cara, falta muito?
Meu irmão apareceu pelo lado esquerdo da imagem, por onde devia estar a porta do quarto, sem camiseta e descalço, vestindo só uma calça jeans e com um cinzeiro na mão e um cigarro na boca.
— Que impaciente que você é! Toma aqui — e passou o cigarro pra namorada depois de dar uma tragada.
Maria pegou, deu uma tragada também e começou a tossir. Foi aí que reparei numa coisa que me chamou a atenção: o cigarro não parecia normal... na verdade, me lembrou meu avô, que tinha morrido uns dois anos antes, e nunca comprava maço de cigarro, ele mesmo enrolava os dele usando uma bolsinha de couro onde guardava o fumo, e um livrinho com um papel bem fininho.
Mas nunca tinha visto Pedro enrolar cigarro... devia ser um saco, sendo tão fácil só tirar do maço e acender.
— Ei, quanto você colocou aí? Não tá muito forte? — perguntou Maria quando parou de tossir.
— Não, bobinha, o que acontece é que você ainda não se acostumou.
Pedro sentou na cama do lado dela e, sem avisar, deu um tapa na bunda dela.
— Ei! — reclamou Maria.
— Ai, minha menina, que tosseira.
— É, mas são muito bons.
— Cê gosta, né? — e deu outro tapa — igual menina safada.
Maria se mexeu um pouco, mas não reclamou.
— Você foi uma menina safada, né? — outro tapa.
— Cê sabe que sim — o som era horrível, mal dava pra entender o que diziam.
— Vem cá — e puxou ela pelas pernas, arrastando até colocar ela de bruços sobre os joelhos dele, igual quando minha mãe me dava palmada quando eu era pequena, ou ainda fazia com minha irmã Anita.
E pra minha surpresa, foi exatamente isso que Pedro fez... levantou a saia dela e deu outro tapa. Nádegas.
Quando o cuzão da Maria ficou pra cima, vi que a brega tava usando umas calcinhas brancas de algodão estampadas... Meu Deus, pensei, que cafona, mas isso eu nem uso mais... embora tivesse custado mais de uma briga com minha mãe, minha calcinha já não parecia mais com a da Anita.
Continuaram fumando um tempo, passando o cigarro um pro outro, e o Pedro de vez em quando dava uns tapas na bunda da namorada, até que num dado momento puxou a calcinha dela pra baixo e deixou o rabo dela todo pelado... Tava meio vermelho, mas pra minha surpresa, em vez de continuar batendo, começou a beijar as nádegas dela, e daqui a pouco meteu a mão entre as coxas dela.
Maria se remexia um pouco com cara de tesão, igual uma putinha sendo acariciada.
- Umm!... continua...
- Cê gosta, né?
- Cê sabe que sim
- Cê vai deixar hoje?
- Deixar? Pedro, cê sabe que eu não quero... a gente já falou isso várias vezes.
- Ah, vai! Maria, não seja careta... tô morrendo na punheta.
- E boquete, né? ou cê vai reclamar dos boquetes que eu faço?
Maria se sentou e começaram a se beijar enquanto Pedro passava a mão nos peitos dela por cima da camisa, e Maria por sua vez começou a passar a mão no volume que crescia na calça dele e que eu também conhecia.
Pedro começou a desabotoar a camisa dela, até que ficou toda aberta, mas não tirou da namorada. Na verdade, também não tirou o sutiã dela, só puxou pra baixo até deixar as duas tetonas da namorada à mostra — que peituda a desgraçada!
Depois fez uma coisa que me surpreendeu: começou a chupar os peitos dela, primeiro um e depois o outro, lambendo os bicos, igual um bebê mamando na mãe, e conforme ia se "animando", até dava umas mordidinhas.
Maria tinha uns peitos enormes — pensei com inveja — embora os meus não fossem ruins (de uns tempos pra cá eu tinha começado a gostar deles, porque até então me incomodavam um pouco).
Além disso, reparei que Ela tinha um sinal bem grande numa delas, na direita, perto do canal. Achei muito sexy.
— Ai! Cuidado, bruto — reclamou Maria. Ela tinha uns mamilos bem escuros, com um círculo bem grande e escuro ao redor que coroava cada peito, e os mamilos tinham crescido bastante, ficando durinhos, como dois chifrinhos.
Isso começou a me deixar a mil, e quase sem perceber, comecei a me tocar com a mão direita por cima da calcinha, enquanto com a esquerda apertava meus próprios peitos. Pena que não conseguia lambê-los direito! Como meu irmão estava fazendo com Maria — como será que era a sensação?
Meu irmão continuava chupando os peitos dela, afastando de vez em quando a corrente de ouro que Maria usava, com um pingente grande e feio pra mim, que descansava entre os dois montinhos de carne.
Maria desabotoou a braguilha do meu irmão, enfiou a mão e puxou o pau dele. Eu abaixei minha calcinha pra me tocar melhor e deixei ela largada no chão, distraída.
Na TV, Maria começava a subir e descer a mão, enquanto o pau do meu irmão ficava cada vez mais duro e grande.
— Ei.
— O quê?
— Sério, quanto você colocou?
— Por quê?
— Acho que tô perdendo um pouco a cabeça.
— Claro, boba, é porque você tá chapada.
— Não... dessa vez é diferente, digo, mais que o normal.
Meu irmão não respondeu, só começou a beijar ela.
Minha mão continuava brincando na minha entreperna, esfregando pra cima e pra baixo, abrindo caminho entre os pelinhos. Como sempre, percebi que comecei a ficar bem molhada rapidinho.
Pedro, sem parar de beijar Maria, tirou o sutiã e a camisa dela, enquanto ela, também sem separar os lábios, continuava subindo e descendo a mão. Reparei que ela era bem morena, mas tinha dois triângulos brancos, um em cada peito, e a bunda também branca: as marcas do biquíni, claro. Lembrei que a peça tinha quase um ano, do final do verão passado.
Eu sabia que María passava um mês na praia com os pais todo ano... por isso ela era tão morena! E claro, naquela época, fazer topless na praia não era nada normal, e mesmo que fosse... conhecendo o pai e a mãe de María, o quanto eles eram caretas... Lembro que achei meio estranho vê-la tão morena e com aquelas marcas brancas nas partes mais íntimas, porque, mesmo eu pegando sol quando ia pra praia ou piscina, era muito branca e nunca ficava realmente morena.
- Deixa eu chupar ela pra você.
- E mais nada?
- Nãooo — e ela começou a rir que nem uma menina boba, como se estivesse besta.
Mas o fato é que ela se ajoelhou no chão entre as pernas dele, puxou a calça pra baixo e meteu o pau na boca enquanto eu acelerava o ritmo da minha mão. Ummm, que gostoso!
Ela continuava balançando a cabeça ritmadamente pra cima e pra baixo enquanto meu irmão começava a ofegar um pouco. Num dado momento, ele agarrou o pau firme por baixo e, sem tirar da boca dela, ela continuou chupando a cabeça.
- Espera... espera.
- O quê? — quando ela tirou o pau da boca, fez um barulho tipo "plop", igual quando você abre uma garrafa.
- É que vou gozar rápido se você continuar assim.
- Bom... essa é a ideia, não é? — ela riu de novo, como se estivesse lesada — depois você começa comigo.
Maria não parava de mover a mão pra cima e pra baixo, agora mais devagar, e eu percebi que o pau do Pedro estava todo babado, com fios de saliva nos pelos do saco, igual ao que Maria tinha no canto da boca.
- Não... tive uma ideia melhor — ele disse —. Vamos...
E ele se levantou enquanto ajudava Maria a se ajoelhar na cama, de quatro, e ele ficou atrás dela, mas não tirou a saia dela, então teve que levantar de novo, e ela ficou toda amassada na altura do quadril.
Nessa posição, os peitos de Maria balançavam quase roçando a colcha, e também o pingente no final da corrente.
Pedro estava meio cômico andando com o pau O pau dele tava apontando pra frente e balançando pra direita e esquerda, mas no fim ele se ajoelhou atrás dela e enfiou a língua entre as pernas dela. Lambeu de baixo pra cima, mexendo a cabeça e dando lambidas enormes enquanto se apoiava na bunda dela, com uma mão em cada lado.
— Hummm... Isso... continua, sim — Maria não demorou pra gemer de tesão.
Ela arqueava as costas, de modo que os peitos dela descansavam completamente no lençol, enquanto meu irmão apertava com as mãos a bunda dela, abrindo mais a racha que tinha entre elas, como se quisesse chegar bem fundo no corpo da namorada dele.
Eu tava quase não aguentando mais, então tive que parar de me tocar por um momento, mas o que eu tava vendo me deixava tão excitada que logo comecei a enfiar o dedo médio da mão direita na minha rachinha, sentindo um arrepio de prazer.
Reparei — com um pouco de nojo — que as lambidas do Pedro chegavam tão alto que quase tava lambendo o cu dela, e minhas suspeitas se confirmaram quando vi o Pedro enrolar a língua e focar no buraquinho dela.
— Ei? O que cê tá fazendo? — ela disse com um suspiro.
— Cê não gosta? — ele parou um instante pra falar.
— Cê é um porco, mas... — Ela disse mais alguma coisa, mas o som da fita era tão ruim que não ouvi.
Naquela hora, meu irmão fez um gesto que me deixou confusa: lambeu longamente o dedo médio da mão dele, e enfiou no cu da Maria!
— Ai... Não... para... isso não.
— Cala a boca — ele segurou ela.
— Falei que não... Tira — ela tentou se mexer.
Mesmo assim, a mão do Pedro empurrava cada vez mais o dedo pra dentro, até que ele decidiu parar, e começou a recuar também bem devagar, mas não tirou ele completamente, e sim começou de novo um avanço lento pra dentro.
Pedro continuava apertando as costas da Maria pra baixo, segurando ela pra não se mexer, mas já não precisava mais... ela começou a se mover no ritmo pra frente e pra trás, esfregando os peitos e a bochecha no lençol.
Infelizmente, eu não conseguia sentir alguém lambendo meu buraquinho, nem minha bucetinha,... mas o que eu tava vendo dava pra tentar fazer: lambi o mesmo dedo que tinha visto meu irmão lamber e, bem devagar, enfiei no meu buraquinho de trás. No começo doeu um pouco, mas pensei que era tipo cagar quando você tá presa: só questão de respirar e relaxar um pouco, sem apertar pra fora.
A verdade é que não posso dizer que gostei... era estranho. Além disso, já não dava mais pra ficar me tocando na buceta e nos peitos ao mesmo tempo... precisava de mais mãos... precisava do meu irmão. Então decidi tirar o dedo do cu e focar no que eu sabia fazer bem... minha buceta que a essa altura já tava bem molhada, e meus mamilos durinhos.
Mas a Maria parecia que tava gostando, e notei que o Pedro já tava enfiando também o dedo indicador.
— Cê tá gostando, so...? — Não deu pra ouvir o resto, porque ele começou a falar baixinho.
— Sim, mas não... não coloca mais.
— Bom, então... — de novo não entendi — ... pela frente.
— Não... já te falei que não — Maria tremeu porque o Pedro continuava bombando com os dedos dentro dela.
— Que... — ele sussurrava e não dava pra ouvir — ... em troca? Hein?
Maria calou a boca, só gemia. Aí o Pedro se inclinou sobre ela até colocar a boca na orelha dela (porque ela tava com a cabeça virada pro lado) e falou alguma coisa que não ouvi.
Seja lá o que foi, pareceu acordar a Maria.
— Nem fodendo, cê tá louco?
— Vamos...
— Nem pensar...
— Qual é, mulher — Pedro com a outra mão começou a acariciar a bucetinha dela, enquanto continuava com os dedos enfiados no buraquinho da namorada.
— Mas... — parecia que tava funcionando, porque já não tinha tanta convicção na voz dela — vai doer.
— Não, mulher, tá doendo agora?
— É que...
— Deixa comigo.
E aí ele tirou os dedos do cu, e se afastou da Maria por um momento. Saiu da cena por um segundo e voltou com um pote... tipo de óleo hidratante ou algo assim. Achei que ele tinha pegado do banheiro.
Ele pingou uma gotinha nos dedos e outra entre as nádegas de María, e enfiou os dedos de novo, mas dessa vez os dois ao mesmo tempo.
— Uai! Tá muito frio.
— Xiu! Cala a boca! — e começou a esfregar a buceta da namorada dele assim como eu tava fazendo com a minha, mas tão rápido que ela gemia, de olhos fechados, ora levantando as costas com os peitos balançando pra frente e pra trás feito sinos, ora se arqueando de um jeito que enterrava os peitos no lençol e apoiava a bochecha na cama, mordendo o lábio de baixo.
Quando María tava quase gozando — e eu também, porque minha mão não tinha parado um segundo — Pedro parou por um instante, tirou os dedos, pegou o vidro de óleo de novo e deixou um fiozinho cair no pau dele. Com a mão, enquanto se punhetava, foi espalhando o óleo todo, e quando achou que tava bem lambuzado, apontou a ponta do pau entre as nádegas de María, guiando com o dedo indicador da mão direita, e começou a apertar.
— Ahhhh!... Não!... para... para, pelo amor de Deus, dói...
— Xiu! cala a boca... aguenta um pouco, é só um instante — e continuava enfiando o pau no cuzinho apertado de María.
— Não, pelo amor de Deus, arde...
— Calma — ele levou uma mão na buceta dela, na parte de cima, bem onde eu tinha aquele botãozinho que me dava tanto prazer quando eu apertava, e começou a massagear com a ponta dos dedos.
— Ai!... — María tava de olhos fechados, mas as lágrimas tinham escapado e uma corria pelo lençol, que ela amassava com as mãos.
— Pronto. Já entrou tudo.
— Pelo amor de Deus, não mexe... não continua.
— Mas amor, se eu deixar parado vai doer mais, tenho que tirar. — e começou a recuar.
— Ah!... porra, arde!... Não... nÃO para de me tocar a buceta. — ela começou a suspirar.
— Melhor?
— Sim, sim... mas não para com a mão, pelo amor de Deus.
Pedro começou a meter... pra frente... pra trás uma vez e outra, sem nunca tirar o pau de dentro, e cada vez mais rápido, enquanto não parava de apertar o botãozinho de María. Ah... Ah... continua, filho da puta... continua... tô com tesão.
- Cê tá gostando, né?
- Não para... não para, que delícia...
- Já sabia que você ia gostar... Peraí, vamos mudar de posição.
Temporariamente, Pedro se separou de Maria — lembro que pensei que era como se tivesse desconectado uma tomada — e sentou de barriga pra cima na cama, deixando o pau dele duro pra cima igual um mastro, e agarrou ele com a mão direita pela base, perto dos ovos.
- Sobe em cima, vamos!
- Como?
- Isso, como se fosse sentar em cima...
- Mas... — mesmo assim, ela subiu na cama, com os pés dos dois lados do quadril do meu irmão, e começou a descer até ficar de cócoras, enquanto meu irmão guiava a ponta do pau dele pro cu dela...
Aí, como ficaram de frente pra câmera, pude ver de verdade que ele tava metendo no cu dela... Porra, que forte... Só tinha entrado a pontinha, e a buceta da Maria tava vermelha e inchada, me dando uma vista completa pela primeira vez naquela posição. E pra minha surpresa, percebi que não tinha um pelo... Era igual a de um bebê.
Tava distraída comparando minha buceta com a da namorada do meu irmão (e pensando que tava perdendo, igual com os peitos dela) quando de repente Pedro soltou o pau, que tava segurando com a mão direita, e colocou as duas mãos no quadril da Maria, como se quisesse segurar ela, como se achasse que ela ia cair. Mas em vez disso, puxou a namorada pra baixo enquanto levantava o próprio quadril, enfiando tudo nela.
- Aaaaah!... — e parou de gritar de repente, porque desabou pra frente e teve que apoiar as mãos de novo na cama.
- Porra, Maria, teu buraco é igual um forno... tá muito quente e apertado...
- Filho da puta... Dói... Pra caralho.
- Peraí... vou te consolar — e na mesma hora começou a tocar a buceta da Maria enquanto dava estocadas rítmicas pra cima. Com uma mão, separava a bucetinha e com os dedos da outra se enfiava na carne rosada dela. parando de vez em quando pra apertar com dois dedos dos dois lados do botãozinho dela.
A Maria tava acompanhando o ritmo, já recuperada, sentada de joelhos na pica do meu irmão, e eu via os peitos dela subindo e descendo, enquanto o pingente no fim da correntinha batia neles a cada estocada do Pedro.
Logo ela começou a gritar, ao mesmo tempo que eu sentia um arrepio subindo pelas minhas costas, da bunda pra cima, como se tivessem me abrindo ao meio, esticando minha rachinha e me partindo em duas metades.
Mordi meu lábio e me machuquei... mesmo assim gritei, acho que bem alto, e no momento final comecei a levantar minha bunda do sofá, erguendo minha bucetinha num ritmo, enquanto apertava forte minha mão intrusa entre as coxas.
Aaah Porra,... que delícia... quase sempre que eu me masturbava, dava uma vontade imensa de mijar, e eu deixava minha calcinha molhada ou os lençóis da cama. Mas dessa vez acho que mijuei de verdade, porque senti jorrar na minha mão e nas minhas coxas.
Quando o terremoto passou, dando os últimos tremores em forma de arrepios e espasmos que erguiam meus quadris no sofá, percebi que deviam ter passado uns minutos.
Na tela, a Maria tava deitada de bruços na cama, enquanto meu irmão tava de pé do lado, se acariciando a pica.
— Filho da puta... Me arrombou o cu.
— Mas você gozou gostoso, né?
— Sim, mas não vou conseguir sentar por uma semana.
— Pois eu não gozei...
— Então se fode... seu bruto.
— Vai, Maria... não pode me deixar assim... Deixa eu gozar nos seus peitos.
— Não devia... tô dolorida toda... Da próxima vez vou meter meu dedo no seu cu... pra ver se você gosta.
Enquanto conversavam, a Maria virou, ficando completamente de barriga pra cima, enquanto o Pedro se ajoelhou sobre ela, com as pernas dele na altura do peito dela, como se sentasse no umbigo dela.
Agora que eu tava mais relaxada, pude reparar nos detalhes de novo... Pedro colocou a pica entre as duas montanhas de carne da namorada dele, enquanto ela as juntava, apertando-as, porque ele amarrava os peitos dela pelos lados.
Aí meu irmão começou a se mover pra frente e pra trás, sobre a barriga da Maria, de um jeito que as tetas apertadas esfregavam a pica. Como elas estavam de lado em relação à câmera, eu via a ponta da pica do meu irmão aparecendo por cima, perto do pescoço da Maria. "Puta merda!" — pensei — "Ele tá batendo punheta com as tetas dela! Que ideia!" Mas logo percebi que pra fazer isso tinha que ter umas tetas como as da Maria. Por exemplo, as minhas, mesmo sendo grandes, acho que não dariam conta... a pica dele escaparia.
A Maria tinha pegado o travesseiro e colocado atrás da cabeça, então com o pescoço dobrado, a cada estocada a pica quase batia nos lábios dela... e ela aproximou a boca o suficiente pra dar uns beijinhos na ponta. Ela fez biquinho, e a pontinha da pica alcançava a cada investida.
Meu irmão ofegava cada vez mais, conforme aumentava o ritmo, até que começou a grunhir e eu vi um jato branco saindo da ponta, acertando a Maria no queixo e sujando um lábio. Ele deu mais cinco ou seis estocadas, e em cada uma saía um jato de líquido branco, embora não tão grande quanto o primeiro. Quando terminou, reparei na cavidade logo abaixo da garganta da Maria, acima dos peitos... tinha se formado uma poça branca...
— Eca! Tenta acertar direito... me sujou a boca — e ela passou o dorso da mão no lábio inferior manchado.
Eu ainda estava deitada no sofá, mas já completamente relaxada, e enquanto via na tela meu irmão começando a se vestir, me toquei... o som da câmera era tão ruim porque não devia estar muito perto da cama... além disso, o enquadramento era meio estranho... "Mas é claro!" Como pude ser tão burra, a câmera devia estar na estante que o Pedro tinha no quarto dele. Me levantei do sofá deixando A calcinha no chão, a fita passando e uma mancha enorme molhada no assento do sofá... Puta merda! Que bagunça... vou ter que limpar isso.
Não foi difícil achar a câmera. Ela tava bem escondida na estante enorme, entre montanhas de livros, pastas com anotações, bonequinhos... Na verdade, tava bem no fundo, com uma pilha de livros em cima.
Aí eu percebi o segundo detalhe importante: a câmera (que eu não fazia ideia de como meu irmão tinha comprado nem de onde ele tinha tirado, porque como eu já disse, naquela época não era um objeto muito comum) tava escondida ali há meses. Ou seja, Maria não sabia que ele tava gravando ela... e continuava sem saber.
Além disso... — corri até o vídeo e tirei a fita — é isso mesmo, "Maria. Número 3" tava escrito na etiqueta. Ou seja, tinha mais... pelo menos mais duas, mas podiam ser várias.
E comecei a procurar, revirando todas as fitas, mas nada. Então voltei pro quarto, mas também não achei nada... claro que tinha várias gavetas trancadas com chave.
Essa correria toda deve ter levado um tempão, porque aí ouvi a fechadura na porta do apartamento, o tilintar das chaves... Entrei em pânico... corri pra sala, virei a almofada do sofá pra não aparecer a mancha que não tive tempo de limpar, peguei a fita de novo e aí a porta se abriu.
Eu me virei, escondendo a fita de vídeo nas costas e encarando meu irmão.
— Oi.
— Oi... — ele disse, desviando o olhar pro tapete.
— Como foi o dia? — caralho, a calcinha, ele tava olhando pra minha calcinha branca jogada no chão. Não deu tempo de pegar.
Comecei a ficar vermelha que nem um tomate. E pra desviar a atenção dele, não me veio outra coisa na cabeça senão perguntar:
— Você falou com o Papai?
— Falei — horror! O que ele teria dito!
— E o que você disse?
— Que amanhã mesmo você tem que ir embora.
Isso me irritou um pouco, e aí, sem pensar, falei a primeira coisa que veio na cabeça.
— Não, não vou a lugar nenhum.
— Já vai. Já conversamos sobre isso, Mariola...
- Porque se não... – eu interrompi.
- Quê? Vai me ameaçar?
E aí tirei as mãos das costas e mostrei a fita pra ele.
- Vou contar pra Maria que você grava ela sem ela saber – foi um tiro no escuro. Talvez eles se masturbassem juntos no sofá se vendo.
- De... De onde você tirou isso? – ele ficou pálido. Bingo! Eu tinha acertado, a Maria não sabia de nada. – Já te falei pra não mexer nas minhas coisas – e começou a olhar o chaveiro pra ver se faltava alguma chave.
- Você deixou por aí, idiota... e eu vi... tudo.
- E mais alguma coisa pelo que vejo? – ele disse, dando uma olhada na calcinha que ainda estava jogada no tapete.
- Bom, eu... – fiquei vermelha que nem um tomate.
- Tá bem. O que você quer? Em troca de manter sua boquinha fechada na frente da Maria.
- Ficar... que você fale com o papai de novo e convença ele a me deixar ficar. Vamos fazer o trato.
- E?
- Bom, e que você me ensine...
- Te ensinar? O quê?
- Tudo...
- Tudo? – e ele começou a rir, o que aliviou a tensão – Ha ha ha.
- Bom... coisas, sabe, coisas que eu nunca fiz e você faz com a Maria.
- Mariola, Mariola – ele disse enquanto se aproximava e pegava minha calcinha do chão – você é uma putinha.
- Ei! – aquilo me irritou – não me xinga!
- Acredite, não falei isso como um xingamento – e aí, antes de guardar a calcinha no bolso, ele levou até o nariz e inspirou fundo – mas se prefere outra palavra: você virou uma piranha.
Essa palavra eu gostei mais. Piranha. Soava forte e suja. Era a primeira vez que eu ouvia, mas acredite, desde então não foi a última vez que me chamaram assim...
Se teve um dia em que eu não prestei atenção nas aulas, foi aquele. Não conseguia me concentrar e parar de pensar no que fazer; na verdade, meus professores perceberam e me chamaram a atenção várias vezes, e a Sandra, minha melhor e praticamente única amiga, também notou. Então, durante o recreio, quando estávamos sozinhas, ela disse que eu estava estranha e me perguntou o que estava rolando.A Sandra e eu nos conhecíamos desde pequenas e, como já disse, era minha única amiga e a única pessoa para quem eu consideraria contar. Então, me decidi e contei pra ela depois da insistência dela.
— Porra, tia! Que pesado! Eu não sei o que teria feito se ele tivesse me rejeitado assim.
Eu sabia que a Sandra gostava do meu irmão, mas acho que nem ele percebia que ela existia, ou a considerava uma pirralha que às vezes vinha em casa pra ver a irmã.
— Também não sei o que fazer.
— Ei, e ele gostou?
— Acho que sim... porque depois vi ele batendo uma escondido.
— Tomara que eu tivesse estado lá pra ver também!
— Ou pra ele te ver, né? — perguntei com sarcasmo.
— Bem... — ela ficou vermelha que nem um tomate — nunca nenhum garoto me viu pelada nem me tocou... e seu irmão Pedro é tão gostoso...
O recreio acabou e o resto da manhã foi ainda pior, porque a Sandra também não soube me dar nenhuma solução. Quando cheguei em casa, lembrei que era terça-feira e que meu irmão não vinha almoçar, porque ficava trabalhando à tarde e chegava em casa praticamente de noite. Então, preparei algo e comi sem vontade. Depois de comer, me deitei no sofá pra ver TV um pouco, mas como não tava passando nada interessante, decidi colocar um filme no videocassete velho do meu irmão.
Depois de fuçar um pouco na estante entre as fitas, encontrei um filme que não era ruim, porque a maioria era de sangue e terror, ou uns rolos insuportáveis que meu irmão gostava, sem falar nos jogos de futebol gravados da TV.
Coloquei a fita, Apertei o play e me joguei no sofá, mas a única coisa que aparecia na TV era aquele chiado de neve, igual quando a antena tá desconectada. Então, contrariada, levantei de novo e tirei a fita.
Foi aí que percebi que a fita não era um filme original, com a etiqueta dele, mas sim uma fita pra gravar, com um adesivo que só dizia "Maria, Nº 3" e uma data de vários meses atrás, no fim do verão passado. Isso me deixou bem curiosa, porque naquela época era quando Pedro tinha começado a sair com a Maria, pouco depois da Sara, a ex-namorada dele, ter dado o pé na bunda. Mas, sinceramente, achei que fosse alguma gravação caseira de festa de aniversário ou algo assim (embora, pelo que eu sabia, Pedro não tivesse câmera de vídeo, então algum amigo devia ter gravado pra ele).
Também reparei que a fita não estava rebobinada até o começo, e por isso não aparecia nada na TV. Tomada pela curiosidade, coloquei a fita de novo e rebobinei ela, roendo as unhas de impaciência. Mal hábito que eu tinha na época e que ainda mantenho.
Quando a fita começou, minha curiosidade aumentou ainda mais, porque em vez de uma festa de aniversário chata ou de um passeio no campo, a única coisa que aparecia era o quarto do meu irmão e só se ouvia os ecos e barulhos normais de uma casa, o trânsito na rua e outros sons abafados. Por um tempo não aconteceu nada, então apertei o avanço rápido e de repente a Maria entrou andando bem rápido no quarto, de um jeito muito cômico, como nos filmes antigos de cinema mudo.
Voltei pra velocidade normal, mas a Maria só fez foi se deitar de bruços atravessada na cama, com os cotovelos apoiados na colcha e os joelhos dobrados, levantando as pernas enquanto folheava uma revista. Pacientemente, esperei um bom tempo, mas a idiota da Maria não fazia nada além de balançar as pernas e virar páginas de uma revista de fofoca.
De repente, a Maria falou.
- Pedrão! - ouvi bem clarinho. ...mal, mas ela estava gritando, chamando meu irmão, que eu imaginei que estivesse fora do quarto, porque não ouvia direito o que ela dizia.
— Vai vir ou não? — ela disse de novo, e de novo não entendi a resposta do meu irmão.
— Qual é, cara, falta muito?
Meu irmão apareceu pelo lado esquerdo da imagem, por onde devia estar a porta do quarto, sem camiseta e descalço, vestindo só uma calça jeans e com um cinzeiro na mão e um cigarro na boca.
— Que impaciente que você é! Toma aqui — e passou o cigarro pra namorada depois de dar uma tragada.
Maria pegou, deu uma tragada também e começou a tossir. Foi aí que reparei numa coisa que me chamou a atenção: o cigarro não parecia normal... na verdade, me lembrou meu avô, que tinha morrido uns dois anos antes, e nunca comprava maço de cigarro, ele mesmo enrolava os dele usando uma bolsinha de couro onde guardava o fumo, e um livrinho com um papel bem fininho.
Mas nunca tinha visto Pedro enrolar cigarro... devia ser um saco, sendo tão fácil só tirar do maço e acender.
— Ei, quanto você colocou aí? Não tá muito forte? — perguntou Maria quando parou de tossir.
— Não, bobinha, o que acontece é que você ainda não se acostumou.
Pedro sentou na cama do lado dela e, sem avisar, deu um tapa na bunda dela.
— Ei! — reclamou Maria.
— Ai, minha menina, que tosseira.
— É, mas são muito bons.
— Cê gosta, né? — e deu outro tapa — igual menina safada.
Maria se mexeu um pouco, mas não reclamou.
— Você foi uma menina safada, né? — outro tapa.
— Cê sabe que sim — o som era horrível, mal dava pra entender o que diziam.
— Vem cá — e puxou ela pelas pernas, arrastando até colocar ela de bruços sobre os joelhos dele, igual quando minha mãe me dava palmada quando eu era pequena, ou ainda fazia com minha irmã Anita.
E pra minha surpresa, foi exatamente isso que Pedro fez... levantou a saia dela e deu outro tapa. Nádegas.
Quando o cuzão da Maria ficou pra cima, vi que a brega tava usando umas calcinhas brancas de algodão estampadas... Meu Deus, pensei, que cafona, mas isso eu nem uso mais... embora tivesse custado mais de uma briga com minha mãe, minha calcinha já não parecia mais com a da Anita.
Continuaram fumando um tempo, passando o cigarro um pro outro, e o Pedro de vez em quando dava uns tapas na bunda da namorada, até que num dado momento puxou a calcinha dela pra baixo e deixou o rabo dela todo pelado... Tava meio vermelho, mas pra minha surpresa, em vez de continuar batendo, começou a beijar as nádegas dela, e daqui a pouco meteu a mão entre as coxas dela.
Maria se remexia um pouco com cara de tesão, igual uma putinha sendo acariciada.
- Umm!... continua...
- Cê gosta, né?
- Cê sabe que sim
- Cê vai deixar hoje?
- Deixar? Pedro, cê sabe que eu não quero... a gente já falou isso várias vezes.
- Ah, vai! Maria, não seja careta... tô morrendo na punheta.
- E boquete, né? ou cê vai reclamar dos boquetes que eu faço?
Maria se sentou e começaram a se beijar enquanto Pedro passava a mão nos peitos dela por cima da camisa, e Maria por sua vez começou a passar a mão no volume que crescia na calça dele e que eu também conhecia.
Pedro começou a desabotoar a camisa dela, até que ficou toda aberta, mas não tirou da namorada. Na verdade, também não tirou o sutiã dela, só puxou pra baixo até deixar as duas tetonas da namorada à mostra — que peituda a desgraçada!
Depois fez uma coisa que me surpreendeu: começou a chupar os peitos dela, primeiro um e depois o outro, lambendo os bicos, igual um bebê mamando na mãe, e conforme ia se "animando", até dava umas mordidinhas.
Maria tinha uns peitos enormes — pensei com inveja — embora os meus não fossem ruins (de uns tempos pra cá eu tinha começado a gostar deles, porque até então me incomodavam um pouco).
Além disso, reparei que Ela tinha um sinal bem grande numa delas, na direita, perto do canal. Achei muito sexy.
— Ai! Cuidado, bruto — reclamou Maria. Ela tinha uns mamilos bem escuros, com um círculo bem grande e escuro ao redor que coroava cada peito, e os mamilos tinham crescido bastante, ficando durinhos, como dois chifrinhos.
Isso começou a me deixar a mil, e quase sem perceber, comecei a me tocar com a mão direita por cima da calcinha, enquanto com a esquerda apertava meus próprios peitos. Pena que não conseguia lambê-los direito! Como meu irmão estava fazendo com Maria — como será que era a sensação?
Meu irmão continuava chupando os peitos dela, afastando de vez em quando a corrente de ouro que Maria usava, com um pingente grande e feio pra mim, que descansava entre os dois montinhos de carne.
Maria desabotoou a braguilha do meu irmão, enfiou a mão e puxou o pau dele. Eu abaixei minha calcinha pra me tocar melhor e deixei ela largada no chão, distraída.
Na TV, Maria começava a subir e descer a mão, enquanto o pau do meu irmão ficava cada vez mais duro e grande.
— Ei.
— O quê?
— Sério, quanto você colocou?
— Por quê?
— Acho que tô perdendo um pouco a cabeça.
— Claro, boba, é porque você tá chapada.
— Não... dessa vez é diferente, digo, mais que o normal.
Meu irmão não respondeu, só começou a beijar ela.
Minha mão continuava brincando na minha entreperna, esfregando pra cima e pra baixo, abrindo caminho entre os pelinhos. Como sempre, percebi que comecei a ficar bem molhada rapidinho.
Pedro, sem parar de beijar Maria, tirou o sutiã e a camisa dela, enquanto ela, também sem separar os lábios, continuava subindo e descendo a mão. Reparei que ela era bem morena, mas tinha dois triângulos brancos, um em cada peito, e a bunda também branca: as marcas do biquíni, claro. Lembrei que a peça tinha quase um ano, do final do verão passado.
Eu sabia que María passava um mês na praia com os pais todo ano... por isso ela era tão morena! E claro, naquela época, fazer topless na praia não era nada normal, e mesmo que fosse... conhecendo o pai e a mãe de María, o quanto eles eram caretas... Lembro que achei meio estranho vê-la tão morena e com aquelas marcas brancas nas partes mais íntimas, porque, mesmo eu pegando sol quando ia pra praia ou piscina, era muito branca e nunca ficava realmente morena.
- Deixa eu chupar ela pra você.
- E mais nada?
- Nãooo — e ela começou a rir que nem uma menina boba, como se estivesse besta.
Mas o fato é que ela se ajoelhou no chão entre as pernas dele, puxou a calça pra baixo e meteu o pau na boca enquanto eu acelerava o ritmo da minha mão. Ummm, que gostoso!
Ela continuava balançando a cabeça ritmadamente pra cima e pra baixo enquanto meu irmão começava a ofegar um pouco. Num dado momento, ele agarrou o pau firme por baixo e, sem tirar da boca dela, ela continuou chupando a cabeça.
- Espera... espera.
- O quê? — quando ela tirou o pau da boca, fez um barulho tipo "plop", igual quando você abre uma garrafa.
- É que vou gozar rápido se você continuar assim.
- Bom... essa é a ideia, não é? — ela riu de novo, como se estivesse lesada — depois você começa comigo.
Maria não parava de mover a mão pra cima e pra baixo, agora mais devagar, e eu percebi que o pau do Pedro estava todo babado, com fios de saliva nos pelos do saco, igual ao que Maria tinha no canto da boca.
- Não... tive uma ideia melhor — ele disse —. Vamos...
E ele se levantou enquanto ajudava Maria a se ajoelhar na cama, de quatro, e ele ficou atrás dela, mas não tirou a saia dela, então teve que levantar de novo, e ela ficou toda amassada na altura do quadril.
Nessa posição, os peitos de Maria balançavam quase roçando a colcha, e também o pingente no final da corrente.
Pedro estava meio cômico andando com o pau O pau dele tava apontando pra frente e balançando pra direita e esquerda, mas no fim ele se ajoelhou atrás dela e enfiou a língua entre as pernas dela. Lambeu de baixo pra cima, mexendo a cabeça e dando lambidas enormes enquanto se apoiava na bunda dela, com uma mão em cada lado.
— Hummm... Isso... continua, sim — Maria não demorou pra gemer de tesão.
Ela arqueava as costas, de modo que os peitos dela descansavam completamente no lençol, enquanto meu irmão apertava com as mãos a bunda dela, abrindo mais a racha que tinha entre elas, como se quisesse chegar bem fundo no corpo da namorada dele.
Eu tava quase não aguentando mais, então tive que parar de me tocar por um momento, mas o que eu tava vendo me deixava tão excitada que logo comecei a enfiar o dedo médio da mão direita na minha rachinha, sentindo um arrepio de prazer.
Reparei — com um pouco de nojo — que as lambidas do Pedro chegavam tão alto que quase tava lambendo o cu dela, e minhas suspeitas se confirmaram quando vi o Pedro enrolar a língua e focar no buraquinho dela.
— Ei? O que cê tá fazendo? — ela disse com um suspiro.
— Cê não gosta? — ele parou um instante pra falar.
— Cê é um porco, mas... — Ela disse mais alguma coisa, mas o som da fita era tão ruim que não ouvi.
Naquela hora, meu irmão fez um gesto que me deixou confusa: lambeu longamente o dedo médio da mão dele, e enfiou no cu da Maria!
— Ai... Não... para... isso não.
— Cala a boca — ele segurou ela.
— Falei que não... Tira — ela tentou se mexer.
Mesmo assim, a mão do Pedro empurrava cada vez mais o dedo pra dentro, até que ele decidiu parar, e começou a recuar também bem devagar, mas não tirou ele completamente, e sim começou de novo um avanço lento pra dentro.
Pedro continuava apertando as costas da Maria pra baixo, segurando ela pra não se mexer, mas já não precisava mais... ela começou a se mover no ritmo pra frente e pra trás, esfregando os peitos e a bochecha no lençol.
Infelizmente, eu não conseguia sentir alguém lambendo meu buraquinho, nem minha bucetinha,... mas o que eu tava vendo dava pra tentar fazer: lambi o mesmo dedo que tinha visto meu irmão lamber e, bem devagar, enfiei no meu buraquinho de trás. No começo doeu um pouco, mas pensei que era tipo cagar quando você tá presa: só questão de respirar e relaxar um pouco, sem apertar pra fora.
A verdade é que não posso dizer que gostei... era estranho. Além disso, já não dava mais pra ficar me tocando na buceta e nos peitos ao mesmo tempo... precisava de mais mãos... precisava do meu irmão. Então decidi tirar o dedo do cu e focar no que eu sabia fazer bem... minha buceta que a essa altura já tava bem molhada, e meus mamilos durinhos.
Mas a Maria parecia que tava gostando, e notei que o Pedro já tava enfiando também o dedo indicador.
— Cê tá gostando, so...? — Não deu pra ouvir o resto, porque ele começou a falar baixinho.
— Sim, mas não... não coloca mais.
— Bom, então... — de novo não entendi — ... pela frente.
— Não... já te falei que não — Maria tremeu porque o Pedro continuava bombando com os dedos dentro dela.
— Que... — ele sussurrava e não dava pra ouvir — ... em troca? Hein?
Maria calou a boca, só gemia. Aí o Pedro se inclinou sobre ela até colocar a boca na orelha dela (porque ela tava com a cabeça virada pro lado) e falou alguma coisa que não ouvi.
Seja lá o que foi, pareceu acordar a Maria.
— Nem fodendo, cê tá louco?
— Vamos...
— Nem pensar...
— Qual é, mulher — Pedro com a outra mão começou a acariciar a bucetinha dela, enquanto continuava com os dedos enfiados no buraquinho da namorada.
— Mas... — parecia que tava funcionando, porque já não tinha tanta convicção na voz dela — vai doer.
— Não, mulher, tá doendo agora?
— É que...
— Deixa comigo.
E aí ele tirou os dedos do cu, e se afastou da Maria por um momento. Saiu da cena por um segundo e voltou com um pote... tipo de óleo hidratante ou algo assim. Achei que ele tinha pegado do banheiro.
Ele pingou uma gotinha nos dedos e outra entre as nádegas de María, e enfiou os dedos de novo, mas dessa vez os dois ao mesmo tempo.
— Uai! Tá muito frio.
— Xiu! Cala a boca! — e começou a esfregar a buceta da namorada dele assim como eu tava fazendo com a minha, mas tão rápido que ela gemia, de olhos fechados, ora levantando as costas com os peitos balançando pra frente e pra trás feito sinos, ora se arqueando de um jeito que enterrava os peitos no lençol e apoiava a bochecha na cama, mordendo o lábio de baixo.
Quando María tava quase gozando — e eu também, porque minha mão não tinha parado um segundo — Pedro parou por um instante, tirou os dedos, pegou o vidro de óleo de novo e deixou um fiozinho cair no pau dele. Com a mão, enquanto se punhetava, foi espalhando o óleo todo, e quando achou que tava bem lambuzado, apontou a ponta do pau entre as nádegas de María, guiando com o dedo indicador da mão direita, e começou a apertar.
— Ahhhh!... Não!... para... para, pelo amor de Deus, dói...
— Xiu! cala a boca... aguenta um pouco, é só um instante — e continuava enfiando o pau no cuzinho apertado de María.
— Não, pelo amor de Deus, arde...
— Calma — ele levou uma mão na buceta dela, na parte de cima, bem onde eu tinha aquele botãozinho que me dava tanto prazer quando eu apertava, e começou a massagear com a ponta dos dedos.
— Ai!... — María tava de olhos fechados, mas as lágrimas tinham escapado e uma corria pelo lençol, que ela amassava com as mãos.
— Pronto. Já entrou tudo.
— Pelo amor de Deus, não mexe... não continua.
— Mas amor, se eu deixar parado vai doer mais, tenho que tirar. — e começou a recuar.
— Ah!... porra, arde!... Não... nÃO para de me tocar a buceta. — ela começou a suspirar.
— Melhor?
— Sim, sim... mas não para com a mão, pelo amor de Deus.
Pedro começou a meter... pra frente... pra trás uma vez e outra, sem nunca tirar o pau de dentro, e cada vez mais rápido, enquanto não parava de apertar o botãozinho de María. Ah... Ah... continua, filho da puta... continua... tô com tesão.
- Cê tá gostando, né?
- Não para... não para, que delícia...
- Já sabia que você ia gostar... Peraí, vamos mudar de posição.
Temporariamente, Pedro se separou de Maria — lembro que pensei que era como se tivesse desconectado uma tomada — e sentou de barriga pra cima na cama, deixando o pau dele duro pra cima igual um mastro, e agarrou ele com a mão direita pela base, perto dos ovos.
- Sobe em cima, vamos!
- Como?
- Isso, como se fosse sentar em cima...
- Mas... — mesmo assim, ela subiu na cama, com os pés dos dois lados do quadril do meu irmão, e começou a descer até ficar de cócoras, enquanto meu irmão guiava a ponta do pau dele pro cu dela...
Aí, como ficaram de frente pra câmera, pude ver de verdade que ele tava metendo no cu dela... Porra, que forte... Só tinha entrado a pontinha, e a buceta da Maria tava vermelha e inchada, me dando uma vista completa pela primeira vez naquela posição. E pra minha surpresa, percebi que não tinha um pelo... Era igual a de um bebê.
Tava distraída comparando minha buceta com a da namorada do meu irmão (e pensando que tava perdendo, igual com os peitos dela) quando de repente Pedro soltou o pau, que tava segurando com a mão direita, e colocou as duas mãos no quadril da Maria, como se quisesse segurar ela, como se achasse que ela ia cair. Mas em vez disso, puxou a namorada pra baixo enquanto levantava o próprio quadril, enfiando tudo nela.
- Aaaaah!... — e parou de gritar de repente, porque desabou pra frente e teve que apoiar as mãos de novo na cama.
- Porra, Maria, teu buraco é igual um forno... tá muito quente e apertado...
- Filho da puta... Dói... Pra caralho.
- Peraí... vou te consolar — e na mesma hora começou a tocar a buceta da Maria enquanto dava estocadas rítmicas pra cima. Com uma mão, separava a bucetinha e com os dedos da outra se enfiava na carne rosada dela. parando de vez em quando pra apertar com dois dedos dos dois lados do botãozinho dela.
A Maria tava acompanhando o ritmo, já recuperada, sentada de joelhos na pica do meu irmão, e eu via os peitos dela subindo e descendo, enquanto o pingente no fim da correntinha batia neles a cada estocada do Pedro.
Logo ela começou a gritar, ao mesmo tempo que eu sentia um arrepio subindo pelas minhas costas, da bunda pra cima, como se tivessem me abrindo ao meio, esticando minha rachinha e me partindo em duas metades.
Mordi meu lábio e me machuquei... mesmo assim gritei, acho que bem alto, e no momento final comecei a levantar minha bunda do sofá, erguendo minha bucetinha num ritmo, enquanto apertava forte minha mão intrusa entre as coxas.
Aaah Porra,... que delícia... quase sempre que eu me masturbava, dava uma vontade imensa de mijar, e eu deixava minha calcinha molhada ou os lençóis da cama. Mas dessa vez acho que mijuei de verdade, porque senti jorrar na minha mão e nas minhas coxas.
Quando o terremoto passou, dando os últimos tremores em forma de arrepios e espasmos que erguiam meus quadris no sofá, percebi que deviam ter passado uns minutos.
Na tela, a Maria tava deitada de bruços na cama, enquanto meu irmão tava de pé do lado, se acariciando a pica.
— Filho da puta... Me arrombou o cu.
— Mas você gozou gostoso, né?
— Sim, mas não vou conseguir sentar por uma semana.
— Pois eu não gozei...
— Então se fode... seu bruto.
— Vai, Maria... não pode me deixar assim... Deixa eu gozar nos seus peitos.
— Não devia... tô dolorida toda... Da próxima vez vou meter meu dedo no seu cu... pra ver se você gosta.
Enquanto conversavam, a Maria virou, ficando completamente de barriga pra cima, enquanto o Pedro se ajoelhou sobre ela, com as pernas dele na altura do peito dela, como se sentasse no umbigo dela.
Agora que eu tava mais relaxada, pude reparar nos detalhes de novo... Pedro colocou a pica entre as duas montanhas de carne da namorada dele, enquanto ela as juntava, apertando-as, porque ele amarrava os peitos dela pelos lados.
Aí meu irmão começou a se mover pra frente e pra trás, sobre a barriga da Maria, de um jeito que as tetas apertadas esfregavam a pica. Como elas estavam de lado em relação à câmera, eu via a ponta da pica do meu irmão aparecendo por cima, perto do pescoço da Maria. "Puta merda!" — pensei — "Ele tá batendo punheta com as tetas dela! Que ideia!" Mas logo percebi que pra fazer isso tinha que ter umas tetas como as da Maria. Por exemplo, as minhas, mesmo sendo grandes, acho que não dariam conta... a pica dele escaparia.
A Maria tinha pegado o travesseiro e colocado atrás da cabeça, então com o pescoço dobrado, a cada estocada a pica quase batia nos lábios dela... e ela aproximou a boca o suficiente pra dar uns beijinhos na ponta. Ela fez biquinho, e a pontinha da pica alcançava a cada investida.
Meu irmão ofegava cada vez mais, conforme aumentava o ritmo, até que começou a grunhir e eu vi um jato branco saindo da ponta, acertando a Maria no queixo e sujando um lábio. Ele deu mais cinco ou seis estocadas, e em cada uma saía um jato de líquido branco, embora não tão grande quanto o primeiro. Quando terminou, reparei na cavidade logo abaixo da garganta da Maria, acima dos peitos... tinha se formado uma poça branca...
— Eca! Tenta acertar direito... me sujou a boca — e ela passou o dorso da mão no lábio inferior manchado.
Eu ainda estava deitada no sofá, mas já completamente relaxada, e enquanto via na tela meu irmão começando a se vestir, me toquei... o som da câmera era tão ruim porque não devia estar muito perto da cama... além disso, o enquadramento era meio estranho... "Mas é claro!" Como pude ser tão burra, a câmera devia estar na estante que o Pedro tinha no quarto dele. Me levantei do sofá deixando A calcinha no chão, a fita passando e uma mancha enorme molhada no assento do sofá... Puta merda! Que bagunça... vou ter que limpar isso.
Não foi difícil achar a câmera. Ela tava bem escondida na estante enorme, entre montanhas de livros, pastas com anotações, bonequinhos... Na verdade, tava bem no fundo, com uma pilha de livros em cima.
Aí eu percebi o segundo detalhe importante: a câmera (que eu não fazia ideia de como meu irmão tinha comprado nem de onde ele tinha tirado, porque como eu já disse, naquela época não era um objeto muito comum) tava escondida ali há meses. Ou seja, Maria não sabia que ele tava gravando ela... e continuava sem saber.
Além disso... — corri até o vídeo e tirei a fita — é isso mesmo, "Maria. Número 3" tava escrito na etiqueta. Ou seja, tinha mais... pelo menos mais duas, mas podiam ser várias.
E comecei a procurar, revirando todas as fitas, mas nada. Então voltei pro quarto, mas também não achei nada... claro que tinha várias gavetas trancadas com chave.
Essa correria toda deve ter levado um tempão, porque aí ouvi a fechadura na porta do apartamento, o tilintar das chaves... Entrei em pânico... corri pra sala, virei a almofada do sofá pra não aparecer a mancha que não tive tempo de limpar, peguei a fita de novo e aí a porta se abriu.
Eu me virei, escondendo a fita de vídeo nas costas e encarando meu irmão.
— Oi.
— Oi... — ele disse, desviando o olhar pro tapete.
— Como foi o dia? — caralho, a calcinha, ele tava olhando pra minha calcinha branca jogada no chão. Não deu tempo de pegar.
Comecei a ficar vermelha que nem um tomate. E pra desviar a atenção dele, não me veio outra coisa na cabeça senão perguntar:
— Você falou com o Papai?
— Falei — horror! O que ele teria dito!
— E o que você disse?
— Que amanhã mesmo você tem que ir embora.
Isso me irritou um pouco, e aí, sem pensar, falei a primeira coisa que veio na cabeça.
— Não, não vou a lugar nenhum.
— Já vai. Já conversamos sobre isso, Mariola...
- Porque se não... – eu interrompi.
- Quê? Vai me ameaçar?
E aí tirei as mãos das costas e mostrei a fita pra ele.
- Vou contar pra Maria que você grava ela sem ela saber – foi um tiro no escuro. Talvez eles se masturbassem juntos no sofá se vendo.
- De... De onde você tirou isso? – ele ficou pálido. Bingo! Eu tinha acertado, a Maria não sabia de nada. – Já te falei pra não mexer nas minhas coisas – e começou a olhar o chaveiro pra ver se faltava alguma chave.
- Você deixou por aí, idiota... e eu vi... tudo.
- E mais alguma coisa pelo que vejo? – ele disse, dando uma olhada na calcinha que ainda estava jogada no tapete.
- Bom, eu... – fiquei vermelha que nem um tomate.
- Tá bem. O que você quer? Em troca de manter sua boquinha fechada na frente da Maria.
- Ficar... que você fale com o papai de novo e convença ele a me deixar ficar. Vamos fazer o trato.
- E?
- Bom, e que você me ensine...
- Te ensinar? O quê?
- Tudo...
- Tudo? – e ele começou a rir, o que aliviou a tensão – Ha ha ha.
- Bom... coisas, sabe, coisas que eu nunca fiz e você faz com a Maria.
- Mariola, Mariola – ele disse enquanto se aproximava e pegava minha calcinha do chão – você é uma putinha.
- Ei! – aquilo me irritou – não me xinga!
- Acredite, não falei isso como um xingamento – e aí, antes de guardar a calcinha no bolso, ele levou até o nariz e inspirou fundo – mas se prefere outra palavra: você virou uma piranha.
Essa palavra eu gostei mais. Piranha. Soava forte e suja. Era a primeira vez que eu ouvia, mas acredite, desde então não foi a última vez que me chamaram assim...
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