No meu relato anterior, contei como descobri o prazer sexual delicioso de transar com outros homens. "Juan, o Cavalo" me iniciou de uma maneira deliciosa na arte de trair meu marido. Embora ele me comesse gostoso e tivesse uma boa ferramenta, não queria me envolver emocionalmente com ele, então o vi mais uma vez e foi só isso.
No bairro onde moro, há um vizinho que tem uma mercearia. É um homem alto, forte, com pouco cabelo na cabeça, mas peludo por todo o corpo... é um pervertido. Sempre olhava meus peitos quando eu usava blusas finas que marcavam, e quando usava leggings, ele olhava minha bunda de uma maneira tão lasciva que eu sentia como se ele me penetrasse com o olhar. Como contei no relato anterior, eu era muito tímida e isso me incomodava e deixava desconfortável, mesmo o dono da mercearia sendo um homem maduro e bonito. Não imaginava ter nada com ele.
A falta de atenção do meu marido, minhas experiências sexuais com Juan e minha crescente febre e desejo sexual fizeram com que eu começasse a pensar e fantasiar sobre seduzir e transar com aquele homem. Eu imaginava coisas ternas, perversas e deliciosas, cheguei a me masturbar pensando em tudo que ele me faria e em como eu o seduziria para que isso acontecesse.
Um belo dia, coloquei meus leggings pretos, os mais justos que tinha, uma calcinha fio dental preta também para dar a impressão de que não estava usando nada, e uma camiseta de algodão fina, sem sutiã. Só coloquei um colete por cima para que ninguém na rua me visse. Saí rumo à mercearia dele e lá estava ele, atendendo clientes. Era de tarde e estava muito calor. Dei algumas voltas dentro da loja e, quando fiquei sozinha com ele, tirei o colete e fingi que não estava acontecendo nada, como se não percebesse que meus peitos estavam colados na camiseta e meus mamilos eretos saltavam através do tecido. Quando estava no balcão pagando a garrafa de água que peguei, ele nem prestou atenção no que eu dizia. Estava embasbacado, olhando descaradamente meus peitos, com o olhar fixo... e com a boca aberta, respirava fundo e saiu do seu transe quando abri minha água e bebi, derramando um jato grande sobre meus peitos, molhando minha camisa e mostrando literalmente minha carne pra ele.
- Ai… que tonta, já me molhei, você tem uma toalha pra me emprestar?
- Claro, aqui dentro de casa, passa… ele disse.
Abriu a passagem do balcão apressadamente e me mostrou uma entrada para um quarto nos fundos.
Me convidou pra passar, mas não se moveu nem um centímetro da entrada do balcão, deixando um buraquinho de uns 20 a 30 cm. Senti um vazio no estômago, por tê-lo deixado tão excitado só mostrando meus peitos. Hesitei um momento, mas me enchi de coragem e avancei.
- Com licença… falei, e passei apertadinha entre ele e a parede, esfregando minhas nádegas nele… não consegui sentir o membro dele, só senti sua barriga e suas mãos na minha cintura quando ele “me ajudou a passar”… suas mãos eram grandes e grossas e quase envolveram toda minha cintura.
Me decepcionei um pouco, pensei que se não consegui sentir o pau dele quando encostei minhas nádegas era porque ele era pequeno. Então entrei e com uma toalha de mão comecei a me secar. Foi aí que ouvi a cortina da loja sendo fechada. Fiquei com um pouco de medo e pensei: o que eu fiz?… esse homem vai querer me comer depois de tudo que fui mostrar e provocar, e eu já não estava tão excitada a ponto de permitir.
Me apressei a me secar e, quando estava pra colocar o colete e sair de lá, senti ele parar atrás de mim e me segurar suavemente pelos braços, dizendo no meu ouvido: “E então, vizinha? Já secou bem ou quer que eu ajude??”.
Ele se encostou mais em mim e senti um volume duro como pedra tentando abrir caminho entre as calças dele, meus leggings e minhas nádegas. Continuou me acariciando e dizendo no meu ouvido como me desejava e como eu o excitava. Isso não me importou, só me excitei de novo sentindo o corpo dele contra o meu, e quando me masturbava pensando nele, sem perceber, ele já estava amassando meus peitos!!
Já estava molhada de novo e, sem dizer palavras, comecei a rebol corpo entre seus braços, abri sua camisa e acariciei seu peito peludo enquanto o olhava com um olhar lascivo e brincalhão.
—Você é uma putinha safada e vou te dar o que merece… — ele disse.
—Mostra então — respondi.
Com uma de suas mãos grossas, ele me levantou, me pegando entre as pernas, fazendo uma espécie de assento entre minha bunda e minha buceta, me colocou na altura do rosto dele e me beijou com vigor.
Gostei de sentir sua língua dentro da minha boca e seu corpo de urso apertando meu corpo magro.
Quando me baixou, sentei na cama e ele se livrou da camisa e da calça. Eu tirei a camisa e deixei meus seios à mostra, com meus mamilos durinhos. Ele estava só de cueca, e debaixo da barriga dele aparecia um volume marcado para um dos lados.
Puxei sua cueca de uma vez e… surpresa! Libertou um pau exageradamente grosso! Não era muito longo, uns 15 cm mais ou menos, mas era tão grosso quanto um desodorante aerosol. Abri os olhos e a boca ao mesmo tempo e comecei a massageá-lo. Minha mão não conseguia envolver seu pau; quanto mais eu apertava e esfregava, mais duro ele ficava, cheio de veias grossas por todos os lados.
Tentei colocá-lo na boca, mas mal cabia a ponta e até a metade, já que parecia ficar mais grosso na base.
Chupei deliciosamente assim e enfiei dois dedinhos na vagina molhada por baixo da minha calcinha. Ele tinha os braços para os lados e só me olhava divertido enquanto eu me esforçava para enfiar seu pau na boca… De repente, ele sorriu, pegou minha cabeça entre suas duas mãos monstruosas e empurrou seu pau até dentro da minha garganta, tapando toda entrada de ar e fazendo com que lágrimas escorressem pela sensação de ter aquele pedaço de carne enorme dentro da minha boca. Quando considerou suficiente, ele puxou o pau e o tirou de uma vez. Os cantos da minha boca ficaram doloridos pela grossura do seu pau. Ele o enfiou de novo, com um empurrão forte até dentro, segurando minha cabeça ali. Senti que estava me afogando, mas havia algo gostoso e desconhecido nisso. Ele… Eu estava excitada e quando ele tirava eu pedia mais e mais!!
Fiquei de pé e desci meu legging, ficando só de calcinha fio-dental, com meu rabinho durinho esperando ele me comer, mas ele pegou minhas nádegas com as mãos, abriu e enfiou a língua o mais fundo que pôde. A barba áspera dele era a única coisa que eu conseguia sentir no meio do mar de prazer que a língua brincalhona dele provocava. Ele me percorreu como quis e me fez gritar pedindo pra ele me foder.
— Vou te fazer gritar, putinha, vou te dar o que você tá procurando.
Não me deu tempo de nada, enfiou dois dedos grossos que pareciam salsichas na minha boca e eu chupei bem, depois ele meteu um na minha boceta fumegante sem dificuldade nenhuma, assim ele me fodeu com as mãos até que senti o outro dedo abrindo caminho rápido e sem dó no meu cuzinho apertado.
Começou a me penetrar com o dedo indicador no cu e o polegar na boceta, movia os dedos muito rápido e meu cu doía enquanto a boceta sentia prazer… muito estranho, meu corpo se acostumou depois de um tempo com o dedo no cu e comecei a sentir prazer.
— Me come, por favor!! — eu pedia.
Ele tirou a mão dos meus buracos e apertou minhas nádegas de novo com as duas mãos, massageou, abriu ao máximo e disse:
— Vou te fazer gritar, vou te dar o que você merece!!
Colocou o pau no meio das minhas nádegas abertas e começou a esfregar ao longo, tipo quando enfia uma salsicha num pão de cachorro-quente, ficou assim um tempo até que, sem avisar, encaixou a cabeça do pau grosso no meu cuzinho semi-virgem… senti os músculos do esfíncter esticando, uma ardência e dor que me deram vontade de sair rastejando dali… mas ele me segurava firme pelas nádegas, apertou mais com as mãos e foi metendo centímetro por centímetro, se travava ele tirava e tentava de novo, a cada centímetro eu sentia uma dor que percorria do centro do meu cu até minha cabeça e pernas, ardia, queimava, eu arranhava os lençóis, ele, gritava e gemida… mas era uma dor gostosa que logo passou. transformando em prazer!! Aquela dor virou prazer e os gritos viraram gemidos, então quanto mais eu gemia, mais rápido e fundo ele metia, até que ele enfiava de uma vez e tirava quase tudo pra fazer de novo, eu só sentia todo o peso do corpo grande dele sobre mim quando ele chegava no fundo das minhas entranhas e o impacto das minhas nádegas macias na barriga peluda dele.
-AGORA SIM VOCÊ TÁ PRONTA PRA EU TE FAZER MINHA!!
Ele disse com uma cara de pura luxúria e ficou completamente em pé em cima da cama, com minha bunda pequena empinada e minha cabeça apoiada no colchão, ele meteu forte e duro num empurrão com muita força e com todo o peso do corpo, meu cu já estava acostumado com o pau enorme dele mas mesmo assim senti como ele me abriu ao máximo e comecei a gritar de novo.
- ME DÁ MAIS!! Eu gritava pra ele
e ele respondeu me dando sem piedade, meteu forte e duro, me enfiou rápido, o mais rápido que pôde e meus gritos e gemidos viraram uivos, eu era uma vadia no cio… era a vadia dele, aos poucos eu desci meu corpo e fiquei totalmente de bruços e ele em cima de mim me enchendo de prazer anal…
- Não goza não! Eu disse
- Manda aqui dentro!! Apontei pro interior da minha boca
e depois de mais algumas enfiadas ele desmontou, e me virou de barriga pra cima de novo… ele massageou o pau e soltou um jato grande de porra que respingou no meu rosto todo e encheu minha boca, que eu devorei com luxúria, limpei com a mão o que respingou no rosto e chupei meus dedos até deixar tudo limpinho, depois chupei o pau dele até deixar limpo de porra.
Fiquei deitada de barriga pra cima exausta e feliz e ele começou a se vestir, quando me recuperei levantei e me vesti também e fiquei de pé pra ir embora, minhas pernas tremiam, como pude saí de lá, agradecendo por literalmente me abrir pra novos prazeres.
Desde aquele dia nunca mais fui a mesma, tinha novas perversões na mente e fiquei tipo uma semana com o gosto do pau dele no meu cu… meu marido nunca soube de nada, já que eu não deixava ele me comer por trás.
No bairro onde moro, há um vizinho que tem uma mercearia. É um homem alto, forte, com pouco cabelo na cabeça, mas peludo por todo o corpo... é um pervertido. Sempre olhava meus peitos quando eu usava blusas finas que marcavam, e quando usava leggings, ele olhava minha bunda de uma maneira tão lasciva que eu sentia como se ele me penetrasse com o olhar. Como contei no relato anterior, eu era muito tímida e isso me incomodava e deixava desconfortável, mesmo o dono da mercearia sendo um homem maduro e bonito. Não imaginava ter nada com ele.
A falta de atenção do meu marido, minhas experiências sexuais com Juan e minha crescente febre e desejo sexual fizeram com que eu começasse a pensar e fantasiar sobre seduzir e transar com aquele homem. Eu imaginava coisas ternas, perversas e deliciosas, cheguei a me masturbar pensando em tudo que ele me faria e em como eu o seduziria para que isso acontecesse.
Um belo dia, coloquei meus leggings pretos, os mais justos que tinha, uma calcinha fio dental preta também para dar a impressão de que não estava usando nada, e uma camiseta de algodão fina, sem sutiã. Só coloquei um colete por cima para que ninguém na rua me visse. Saí rumo à mercearia dele e lá estava ele, atendendo clientes. Era de tarde e estava muito calor. Dei algumas voltas dentro da loja e, quando fiquei sozinha com ele, tirei o colete e fingi que não estava acontecendo nada, como se não percebesse que meus peitos estavam colados na camiseta e meus mamilos eretos saltavam através do tecido. Quando estava no balcão pagando a garrafa de água que peguei, ele nem prestou atenção no que eu dizia. Estava embasbacado, olhando descaradamente meus peitos, com o olhar fixo... e com a boca aberta, respirava fundo e saiu do seu transe quando abri minha água e bebi, derramando um jato grande sobre meus peitos, molhando minha camisa e mostrando literalmente minha carne pra ele.
- Ai… que tonta, já me molhei, você tem uma toalha pra me emprestar?
- Claro, aqui dentro de casa, passa… ele disse.
Abriu a passagem do balcão apressadamente e me mostrou uma entrada para um quarto nos fundos.
Me convidou pra passar, mas não se moveu nem um centímetro da entrada do balcão, deixando um buraquinho de uns 20 a 30 cm. Senti um vazio no estômago, por tê-lo deixado tão excitado só mostrando meus peitos. Hesitei um momento, mas me enchi de coragem e avancei.
- Com licença… falei, e passei apertadinha entre ele e a parede, esfregando minhas nádegas nele… não consegui sentir o membro dele, só senti sua barriga e suas mãos na minha cintura quando ele “me ajudou a passar”… suas mãos eram grandes e grossas e quase envolveram toda minha cintura.
Me decepcionei um pouco, pensei que se não consegui sentir o pau dele quando encostei minhas nádegas era porque ele era pequeno. Então entrei e com uma toalha de mão comecei a me secar. Foi aí que ouvi a cortina da loja sendo fechada. Fiquei com um pouco de medo e pensei: o que eu fiz?… esse homem vai querer me comer depois de tudo que fui mostrar e provocar, e eu já não estava tão excitada a ponto de permitir.
Me apressei a me secar e, quando estava pra colocar o colete e sair de lá, senti ele parar atrás de mim e me segurar suavemente pelos braços, dizendo no meu ouvido: “E então, vizinha? Já secou bem ou quer que eu ajude??”.
Ele se encostou mais em mim e senti um volume duro como pedra tentando abrir caminho entre as calças dele, meus leggings e minhas nádegas. Continuou me acariciando e dizendo no meu ouvido como me desejava e como eu o excitava. Isso não me importou, só me excitei de novo sentindo o corpo dele contra o meu, e quando me masturbava pensando nele, sem perceber, ele já estava amassando meus peitos!!
Já estava molhada de novo e, sem dizer palavras, comecei a rebol corpo entre seus braços, abri sua camisa e acariciei seu peito peludo enquanto o olhava com um olhar lascivo e brincalhão.
—Você é uma putinha safada e vou te dar o que merece… — ele disse.
—Mostra então — respondi.
Com uma de suas mãos grossas, ele me levantou, me pegando entre as pernas, fazendo uma espécie de assento entre minha bunda e minha buceta, me colocou na altura do rosto dele e me beijou com vigor.
Gostei de sentir sua língua dentro da minha boca e seu corpo de urso apertando meu corpo magro.
Quando me baixou, sentei na cama e ele se livrou da camisa e da calça. Eu tirei a camisa e deixei meus seios à mostra, com meus mamilos durinhos. Ele estava só de cueca, e debaixo da barriga dele aparecia um volume marcado para um dos lados.
Puxei sua cueca de uma vez e… surpresa! Libertou um pau exageradamente grosso! Não era muito longo, uns 15 cm mais ou menos, mas era tão grosso quanto um desodorante aerosol. Abri os olhos e a boca ao mesmo tempo e comecei a massageá-lo. Minha mão não conseguia envolver seu pau; quanto mais eu apertava e esfregava, mais duro ele ficava, cheio de veias grossas por todos os lados.
Tentei colocá-lo na boca, mas mal cabia a ponta e até a metade, já que parecia ficar mais grosso na base.
Chupei deliciosamente assim e enfiei dois dedinhos na vagina molhada por baixo da minha calcinha. Ele tinha os braços para os lados e só me olhava divertido enquanto eu me esforçava para enfiar seu pau na boca… De repente, ele sorriu, pegou minha cabeça entre suas duas mãos monstruosas e empurrou seu pau até dentro da minha garganta, tapando toda entrada de ar e fazendo com que lágrimas escorressem pela sensação de ter aquele pedaço de carne enorme dentro da minha boca. Quando considerou suficiente, ele puxou o pau e o tirou de uma vez. Os cantos da minha boca ficaram doloridos pela grossura do seu pau. Ele o enfiou de novo, com um empurrão forte até dentro, segurando minha cabeça ali. Senti que estava me afogando, mas havia algo gostoso e desconhecido nisso. Ele… Eu estava excitada e quando ele tirava eu pedia mais e mais!!
Fiquei de pé e desci meu legging, ficando só de calcinha fio-dental, com meu rabinho durinho esperando ele me comer, mas ele pegou minhas nádegas com as mãos, abriu e enfiou a língua o mais fundo que pôde. A barba áspera dele era a única coisa que eu conseguia sentir no meio do mar de prazer que a língua brincalhona dele provocava. Ele me percorreu como quis e me fez gritar pedindo pra ele me foder.
— Vou te fazer gritar, putinha, vou te dar o que você tá procurando.
Não me deu tempo de nada, enfiou dois dedos grossos que pareciam salsichas na minha boca e eu chupei bem, depois ele meteu um na minha boceta fumegante sem dificuldade nenhuma, assim ele me fodeu com as mãos até que senti o outro dedo abrindo caminho rápido e sem dó no meu cuzinho apertado.
Começou a me penetrar com o dedo indicador no cu e o polegar na boceta, movia os dedos muito rápido e meu cu doía enquanto a boceta sentia prazer… muito estranho, meu corpo se acostumou depois de um tempo com o dedo no cu e comecei a sentir prazer.
— Me come, por favor!! — eu pedia.
Ele tirou a mão dos meus buracos e apertou minhas nádegas de novo com as duas mãos, massageou, abriu ao máximo e disse:
— Vou te fazer gritar, vou te dar o que você merece!!
Colocou o pau no meio das minhas nádegas abertas e começou a esfregar ao longo, tipo quando enfia uma salsicha num pão de cachorro-quente, ficou assim um tempo até que, sem avisar, encaixou a cabeça do pau grosso no meu cuzinho semi-virgem… senti os músculos do esfíncter esticando, uma ardência e dor que me deram vontade de sair rastejando dali… mas ele me segurava firme pelas nádegas, apertou mais com as mãos e foi metendo centímetro por centímetro, se travava ele tirava e tentava de novo, a cada centímetro eu sentia uma dor que percorria do centro do meu cu até minha cabeça e pernas, ardia, queimava, eu arranhava os lençóis, ele, gritava e gemida… mas era uma dor gostosa que logo passou. transformando em prazer!! Aquela dor virou prazer e os gritos viraram gemidos, então quanto mais eu gemia, mais rápido e fundo ele metia, até que ele enfiava de uma vez e tirava quase tudo pra fazer de novo, eu só sentia todo o peso do corpo grande dele sobre mim quando ele chegava no fundo das minhas entranhas e o impacto das minhas nádegas macias na barriga peluda dele.
-AGORA SIM VOCÊ TÁ PRONTA PRA EU TE FAZER MINHA!!
Ele disse com uma cara de pura luxúria e ficou completamente em pé em cima da cama, com minha bunda pequena empinada e minha cabeça apoiada no colchão, ele meteu forte e duro num empurrão com muita força e com todo o peso do corpo, meu cu já estava acostumado com o pau enorme dele mas mesmo assim senti como ele me abriu ao máximo e comecei a gritar de novo.
- ME DÁ MAIS!! Eu gritava pra ele
e ele respondeu me dando sem piedade, meteu forte e duro, me enfiou rápido, o mais rápido que pôde e meus gritos e gemidos viraram uivos, eu era uma vadia no cio… era a vadia dele, aos poucos eu desci meu corpo e fiquei totalmente de bruços e ele em cima de mim me enchendo de prazer anal…
- Não goza não! Eu disse
- Manda aqui dentro!! Apontei pro interior da minha boca
e depois de mais algumas enfiadas ele desmontou, e me virou de barriga pra cima de novo… ele massageou o pau e soltou um jato grande de porra que respingou no meu rosto todo e encheu minha boca, que eu devorei com luxúria, limpei com a mão o que respingou no rosto e chupei meus dedos até deixar tudo limpinho, depois chupei o pau dele até deixar limpo de porra.
Fiquei deitada de barriga pra cima exausta e feliz e ele começou a se vestir, quando me recuperei levantei e me vesti também e fiquei de pé pra ir embora, minhas pernas tremiam, como pude saí de lá, agradecendo por literalmente me abrir pra novos prazeres.
Desde aquele dia nunca mais fui a mesma, tinha novas perversões na mente e fiquei tipo uma semana com o gosto do pau dele no meu cu… meu marido nunca soube de nada, já que eu não deixava ele me comer por trás.
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