Insatisfecha 2 ....

No meu relato anterior, contei como descobri o delicioso prazer sexual de transar com outros homens. "João, o Cavalo" me iniciou de um jeito gostoso na arte de botar chifre no meu marido. Embora ele tenha me comido deliciosamente e tivesse uma boa ferramenta, eu não queria me envolver emocionalmente com ele, então o vi mais uma vez e foi só.

Na vila onde moro, tem um vizinho que tem um mercadinho. É um homem alto, forte, careca na cabeça, mas peludo no corpo todo... é um tarado. Sempre olhava pros meus peitos quando eu usava camisetas finas e eles marcavam, e quando eu vestia leggings, ele olhava pra minha bunda de um jeito tão lascivo que eu sentia que ele me penetrava com o olhar. Como contei no relato anterior, eu era muito tímida, e isso me incomodava e me deixava desconfortável. Apesar de o dono da mercearia ser um homem maduro e bonito, eu não imaginava ter nada com ele.

A falta de atenção do meu marido, minhas experiências sexuais com o João e minha febre e desejo sexual crescentes me fizeram começar a pensar e fantasiar sobre seduzir e transar com aquele homem. Eu imaginava coisas doces, perversas e deliciosas. Cheguei a me masturbar pensando em tudo que ele faria comigo e em como eu o seduziria pra isso acontecer.

Um belo dia, coloquei meus leggings pretos, os mais justos que eu tinha, uma calcinha fio dental preta também pra dar a impressão de que eu não tava usando nada, e uma camiseta de algodão fina, sem sutiã. Só coloquei um colete por cima pra ninguém na rua me ver. Saí rumo ao mercadinho dele, e lá estava ele, atendendo clientes. Era de tarde e fazia muito calor. Dei umas voltas dentro da loja e, quando fiquei a sós com ele, tirei o colete e fingi que não tava acontecendo nada, como se eu não percebesse que meus peitos colavam na camiseta e meus mamilos eretos pulavam pra fora do tecido. Quando eu tava no balcão pagando a garrafa d'água que peguei, ele nem prestou atenção no que eu dizia. Tava besta, olhando descaradamente pros meus peitos, com o olhar fixo. e a boca aberta, respirava fundo e saiu do transe quando abri minha água e bebi, derramando um jorro grande sobre meus peitos, molhando minha camisa e mostrando literalmente minha carne.
— ai… que boba, já me molhei, você tem uma toalha pra me emprestar?
— claro, aqui dentro da minha casa, entra… — ele disse.
Ele abriu a passagem do balcão apressadamente e me mostrou uma entrada pra um cômodo nos fundos.
Ele me convidava pra entrar, mas não se moveu nem um centímetro da entrada do balcão, deixando um espacinho de uns 20 a 30 cm, mais ou menos. Senti um frio na barriga, do jeito que ele ficou excitado só de mostrar meus peitos, hesitei um momento, mas criei coragem e avancei.
— com licença… — falei, e passei apertada entre ele e a parede, esfregando minha bunda nele… não consegui sentir o pau dele, só senti a barriga e as mãos dele na minha cintura quando ele me “ajudou a passar”… as mãos dele eram grandes e grossas e quase rodeavam toda minha cintura.
Fiquei meio decepcionada, pensei que se não senti o pau dele quando encostei minha bunda era porque ele tinha um pequeno, então entrei e com uma toalha de mão comecei a me secar, aí ouvi a cortina da loja se fechando, me deu um pouco de medo e pensei: o que eu fiz?… esse homem vai querer me comer depois do que eu fui mostrar e esquentar, e já não tava tão excitada pra permitir.
Me apressei pra me secar e quando ia vestir o colete e sair dali, senti ele parar atrás de mim e me segurar suavemente pelos braços, falando no meu ouvido: “então, vizinha? Já secou bem ou quer que eu ajude??”.
Ele se encostou mais em mim e senti um volume duro como pedra tentando se abrir caminho entre a calça dele, minha legging e minha bunda, continuou me acariciando e falando no meu ouvido como me desejava e como aquilo o excitava, isso não me importou, só me aqueci de novo sentindo o corpo dele contra o meu e quando eu me masturbava pensando nele, quando menos percebi ele já tava amassando meus peitos!!
Já tô molhada de novo e sem dizer palavras comecei a rebolar sensualmente corpo entre os braços dele, abri a camisa dele e acariciei o peito peludo enquanto olhava pra ele com tesão e um jeito brincalhão.
—Você é uma putinha safada e vou te dar o que merece… ele disse
—Me mostra, respondi

Com uma das mãos grossas dele, ele me levantou me segurando entre as pernas, fazendo tipo um assento entre minha bunda e minha buceta, me colocou na altura do rosto dele e me beijou com força.

Adorei sentir a língua dele dentro da minha boca e o corpo de urso apertando meu corpo magro.

Quando ele me abaixou, sentou na cama e se livrou da camisa e da calça. Eu tirei minha camisa e deixei meus peitos à mostra, com os bicos durinhos. Ele só estava de cueca e, por baixo da barriga, aparecia um volume marcado para um dos lados.

Puxei a cueca dele de uma vez e… surpresa, um pau exageradamente grosso se soltou!! Não era muito comprido, uns 15 cm mais ou menos, mas era grosso como um desodorante aerosol. Abri os olhos e a boca ao mesmo tempo e comecei a massagear ele, minha mão não conseguia rodear o pau dele inteiro. Quanto mais eu apertava e esfregava, mais duro ficava, cheio de veias grossas por todo lado.

Tentei colocar na boca, mas só cabia a ponta e até a metade, porque parecia que ficava ainda mais grosso na base.

Chupei ele assim, gostoso, e ele enfiava dois dedinhos na minha buceta molhada por baixo da minha calcinha fio dental. Ele estava com os braços para o lado e só me olhava com diversão enquanto eu me esforçava pra enfiar o pau dele na boca… de repente ele sorriu, pegou minha cabeça entre as duas mãos monstruosas dele e empurrou o pau dele até o fundo da minha garganta, tampando toda a entrada de ar e fazendo brotar lágrimas dos meus olhos pela sensação de ter um pedaço de carne daquele dentro da minha boca. Quando ele achou necessário, tirou o pau de uma puxada só. Os cantos da minha boca ficaram doloridos pelo grossor do pau dele. Ele enfiou de novo, com um empurrão forte até o fundo, segurando minha cabeça lá. Senti que tava me afogando, mas tinha algo gostoso e desconhecido nisso. me excitava e quando eu tirava, ela pedia mais e mais!!
Eu me levantei e desci minha legging, fiquei só de fio dental, com a raba empinada esperando ele me comer, mas ele pegou minhas nádegas com as mãos, abriu e enfiou a língua o mais fundo que podia, a barba áspera dele era a única coisa que eu sentia no meio do mar de prazer que a língua brincalhona dele me causava, ele me percorreu como quis e me fez pedir aos gritos que me comesse.
— Vou fazer você gritar, sua putinha, vou te dar o que você tá procurando.
Não me deu tempo de nada, enfiou dois dos dedos grossos como salsichas na minha boca e eu chupei eles bem, depois enfiou um na minha buceta fumegante sem dificuldade nenhuma, assim ele foi me comendo com as mãos até que eu senti o outro dedo abrir caminho rápido e sem piedade no meu cu apertado.
Ele começou a me penetrar com o dedo indicador no cu e o polegar na buceta, mexia os dedos muito rápido e doía meu cu e dava prazer na buceta… muito estranho, meu corpo se acostumou depois de um tempo com o dedo no cu e comecei a sentir prazer.
— Me come, por favor!! — eu dizia.
Ele tirou a mão dos meus buracos e apertou minhas nádegas de novo com as duas mãos, massageou, abriu ao máximo e disse:
— Vou fazer você gritar, vou te dar o que você merece!!
Colocou o pau no meio das minhas nádegas abertas e começou a esfregar ele por todo o comprimento, igual quando você enfia uma salsicha no pão de hot dog, ficou assim por um tempo até que, sem aviso, enfiou a cabeça do pau grosso dele no meu cuzinho semi-virgem… senti os músculos do meu esfíncter esticarem, senti uma queimação e uma dor que me fizeram querer sair de quatro dali… mas ele me segurava firme pelas nádegas, apertou mais com as mãos e foi enfiando centímetro por centímetro, se travava, tirava e tentava de novo, a cada centímetro que enfiava eu sentia uma dor que percorria do centro do meu cu até minha cabeça e pernas, ardia, queimava, eu arranhava os cobertores, arranhava ele, gritava e gemia… mas era uma dor gostosa que logo passou. transformando em prazer!! Aquela dor se transformou em prazer e os gritos em gemidos, então quanto mais eu gemia, mais rápido e fundo ele me metia, até que enfiava de uma vez e tirava quase tudo pra fazer de novo, eu só sentia o peso todo do corpo grande dele em cima de mim quando chegava no fundo das minhas entranhas e o choque das minhas nádegas macias com a barriga peluda dele.
-AGORA SIM, VOCÊ TÁ PRONTA PRA EU TE FAZER MINHA!!
Ele disse com uma cara de safado e se levantou completamente em cima da cama, com minha bunda minúscula pra cima e minha cabeça apoiada no colchão, ele meteu forte e duro de uma enfiada com muita força e com todo o peso do corpo dele, meu cu já tava acostumado com o pauzão dele mas ainda assim senti ele me abrir ao máximo e comecei a gritar de novo.
-MAIS, ME DÁ MAIS!! Eu gritava
e ele respondia me comendo sem piedade, metia forte e duro, me empurrava rápido, o mais rápido que conseguia, e meus gritos e gemidos viraram uivos, eu era uma puta no cio…era a puta dele, aos poucos abaixei meu corpo e fiquei totalmente de bruços e ele em cima de mim me enchendo de prazer anal…
-Não goza ainda! Falei pra ele
-Joga aqui dentro!! Apontei pra dentro da minha boca
e depois de mais umas enfiadas ele montou em mim, e me virou de barriga pra cima de novo…se masturbou o pau e soltou um jorrinho de esperma que espirrou na minha cara toda e encheu minha boca, que eu devorei com gosto, limpei com a mão o que espirrou no meu rosto e chupei os dedos até deixar limpo, depois chupei o pau dele até limpar todo o sêmen.
Fiquei deitada de barriga pra cima, exausta e feliz, e ele começou a se vestir, quando me recuperei levantei e me vesti também e me levantei pra ir embora, minhas pernas tremiam, consegui sair dali como pude, agradecendo ele por me abrir literalmente pra novos prazeres.
Desde aquele dia não fui mais a mesma, tinha novas perversões na cabeça e carreguei por quase uma semana o gosto do pau dele no meu cu…meu marido nunca ficou sabendo, já que eu não deixava ele me comer por trás.

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