Capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/3705801/La-Milf-de-mis-suenos-Capitulo-I-El-sueno.htmlOs olhares estavam ficando mais frequentes e ela parecia não dar importância, mas eu me sentia desconfortável sentindo aqueles olhos em cima de nós. Antes da professora chegar, tanto garotas quanto garotos se aproximavam da April e perguntavam quem ela era.
Ela se mostrava muito tranquila e alegre, respondendo cada pergunta que faziam. Resumindo, disse que era da Inglaterra, que por causa do trabalho do pai teve que se mudar pro nosso país, principalmente porque ele era muito superprotetor com ela, já que é filha única.
Vários ofereceram pra ela trocar de lugar. Eu achei que ela ia fazer isso, já que no fim das contas eu não sou uma pessoa agradável nem sociável. No entanto, April recusou cada pedido de troca e ficou sentada ao meu lado.
Quando a professora chegou e viu a garota, pediu pra ela se apresentar. Ela contou de novo os motivos da mudança e, como seu espanhol não era tão fluente, demorava pra dizer certas palavras, o que fez a apresentação ficar meio longa. Quando finalmente terminou, ela sussurrou no meu ouvido:
A: Tô começando a detestar ter que me apresentar, espero que na outra aula não peçam de novo.
Eu suspiro, olho pra ela e digo:
Y: Eu detesto sermos o centro das atenções. Bom, você, porque pra mim tanto faz, mas os olhares deles me deixam desconfortável.
A: Se quiser, posso trocar de lugar, não é minha intenção te incomodar.
Y: Não precisa, Princesa. Gosto da sua presença, é quentinha e muito agradável.
A: (Confusa) Princesa?
Y: (Corado) É que seu rosto me lembra o de uma princesa.
A: (Sorri) Sério?
Y: Sim. Espero que não te incomode. Se incomodar, não vou mais te chamar assim.
A: Não, não me incomoda. Pelo contrário, me elogia.
Não entendia o que tava acontecendo comigo, mas tava curioso com a garota nova e cada vez que ela sorria eu sentia uma satisfação. Durante a aula inteira fiquei distraído, por causa dela e pelo sonho que tive. Sentia meu pau ficando duro. Cada vez mais duro, meu boxer me apertava tanto que chegava a doer a ereção. O pior de tudo é que eu não podia me levantar, já que com certeza iam notar meu pau duro, e muito menos tentar arrumar meu pênis ali mesmo.
Finalmente a aula terminou, ou pelo menos foi o que pensei. Saí desesperado para o banheiro, me tranquei e liberei meu pau. Ele estava muito inchado. Fui masturbando devagar e, ao fazer isso, minha mente imaginava a senhora Celeste e seus peitões. Fechei os olhos para recordar aquele sonho maravilhoso que tive, reviver aquela fantasia onde nós dois nos dávamos prazer. Mas, para deixar ainda mais excitante, imaginei que o idiota do senhor Roberto nos pegava no flagra.
Finalmente consegui me relaxar. Saí do banheiro e revirei os bolsos para ver quanto dinheiro tinha para comprar um café da manhã. Percebi que só dava para um lanche e um suco. Não era o melhor café, mas pior era não comer nada. Enquanto fazia a fila para comprar, meus colegas estavam conversando no grupo. O Cristian, meio tarado, ficava me provocando sobre a senhora Celeste, dizendo que ela era uma MILF de outro mundo. Já o Hugo falava para eu parar de falar essas besteiras e, em vez disso, dar algum conselho a ele. Estava nisso quando senti novamente uma presença quente. Olhei para a direita e vi a April. Ao vê-la, fiquei paralisado. Ela estava sozinha e me disse:
A: Desculpa te incomodar, mas estava te procurando.
Y: (Atordoado) A mim?
A: Sim (sorri). Como você saiu antes, não ouviu sobre o trabalho que a professora passou.
Y: Trabalho?
A: É, temos que fazer um trabalho em duplas, e eu te escolhi como meu parceiro.
Não entendia nada. Juraria que a aula tinha terminado quando eu saí da sala. Menos ainda conseguia entender por que aquela garota me escolheu como companheiro de trabalho. Confuso, perguntei:
Y: A mim? Por quê?
A: Porque não conheço mais ninguém e, no tempo em que sentamos juntos, percebi que você é um bom menino e também responsável.
Y: É muito rápido para... Afirmar isso, além disso, não prestei atenção na aula de hoje.
A: Eu sei, mas quando você foi embora também deixou isso.
Ela tira a mochila e pega meu caderno da matéria, não podia acreditar que além de sair antes da aula, também tinha esquecido meu caderno.
A: Espero que não se importe, mas li tudo que você tinha e me ajudou muito.
Y: (Perplexo) Por quê?
A: Porque, como sou a nova, não sabia o que está acontecendo, mas ao ler seu caderno tudo ficou muito claro, gostaria de poder ler os outros cadernos das matérias que temos.
Finalmente chegou minha vez de comprar, pedi o lanche e um suco de laranja, não sabia o que dizer para a garota, que esperava ao meu lado, quando recebi minhas coisas, simplesmente saí da Booty e andei alguns metros sem ter dito nada, ela andou atrás de mim, me virei e a olhei novamente, percebi que ela ainda tinha meu caderno nas mãos, o qual peguei e ela soltou, guardei meu caderno na mochila, a garota me olha com um rosto de decepção e tristeza.
A: Você não quer ficar comigo, né? Não tem problema com isso, ainda há tempo para falar com a professora, você fica com algum amigo e eu trabalho sozinha.
Me sentia mal, por ser o causador daquele rosto angustiado, ela só tinha sido amigável e gentil, mas eu só tinha ficado procurando desculpas para me afastar dela.
Y: Princesa, você não é o problema, sou eu, já que não costumo interagir com desconhecidos, no início gostei de ficar ao seu lado, mas conforme os minutos foram passando fiquei confuso e distraído.
Ela agora mostrava um rosto de culpa.
A: Acho melhor não trabalharmos juntos se te incomodo.
April se vira e começa a se afastar de mim, não sabia como agir, mas vê-la cada vez mais longe me destruía, então corri atrás dela e quando cheguei ao seu lado, peguei sua mão, ela assustada se virou, então eu a abracei.
Y: Princesa, sei que tudo isso te parece estranho ou uma brincadeira de mau gosto, mas sou esquisito e melodramático assim mesmo. Como te falei, não costumo interagir muito, mas quero trabalhar com você e ir te conhecendo. Só não quero te obrigar a me aceitar como sou. Se me achar um idiota e babaca, não trabalhe comigo. Mas se quiser me conhecer como eu quero te conhecer, acho que seria ótimo fazermos aquele trabalho juntos.
Depois de ouvir minhas palavras, senti que April estava disposta a me dar uma nova chance, e isso se concretizou quando ela me abraçou.
A: Tom... Posso te chamar de Tom, né?
Y: Sim.
A: Tom... Talvez isso não tenha começado da melhor forma, mas algo dentro de mim diz que preciso trabalhar com você e assim poder ir te conhecendo... Que tal a gente sentar pra conversar e se apresentar melhor?
Y: Conheço um lugar onde costumo ir quando quero ficar sozinho. Se quiser, podemos ir lá pra ter mais privacidade e você me conhecer um pouco melhor.
A: Claro, assim a gente pode conversar mais tranquilo.
Paramos de nos abraçar e eu peguei a mão dela, guiando-a até aquele lugar. Quando chegamos, sentei no chão e ela fez o mesmo. Com os dois sentados, nos encaramos fixamente. Ela estendeu a mão e eu a minha, nos apresentando de novo. Depois disso, começamos uma conversa agradável, contando nossos gostos e depois passando para histórias da infância. Ficamos assim um bom tempo. Olhei as mensagens no meu celular e vi que Cristian tinha continuado com o seu fetiche, agora enviando fotos de atrizes pornô.
April decidiu tirar o moletom que estava usando, e assim pude notar que debaixo dele ela só usava um top esportivo. Seu corpo era muito bem trabalhado. Os seios não eram tão grandes quanto os da senhora Celeste, mas mesmo assim pra mim eram enormes. Sua cintura era linda. Fiquei hipnotizado e senti minha rola endurecendo lentamente de novo. E como não ficar, vestida daquele jeito ela estava muito gostosa.
Meus meus olhos subiam e desciam, deliciando aquela gostosa, ela sorri e deixa o moletom entre as pernas e se aproxima mais de mim.
A: Tem algo de errado?
Y: Não, não tem nada.
A: Tem certeza? Porque você está bem vermelho.
Y: Talvez seja por causa da temperatura.
A: Entendo, eu tirei o moletom porque estava com calor, espero que não te incomode.
Y: Não, claro que não.
Ela continuou falando, mas eu era incapaz de prestar atenção no que ela dizia, ela falava e falava, enquanto eu a devorava com o olhar. Era a segunda mulher que me provocava aquilo e, sinceramente, pra mim ela não tinha nada a invejar da senhora Celeste. Em um momento, meu celular toca e eu, inconscientemente, tiro do bolso e desbloqueio. A distância entre nós não era muita, então ela conseguiu ver as mensagens depravadas que o Cristian tinha mandado. Uma delas era a imagem de uma milf transando com um novinho e, abaixo da imagem, dizia: "É assim que quero ver você, Tomás, com sua milf".
Ela fica corada e, ao ver essa reação, eu volto à realidade.
A: Não sabia que você gostava de mulheres mais velhas.
Envergonhado, jogo meu celular.
A: (Rindo) Ei, calma. Seu segredo vai ficar seguro comigo, a gente já falou de coisas bem pessoais, então não tenha medo de confiar nisso. Eu sou uma tumba. Além disso, se quiser, também posso te ajudar a conquistar essa milf.
Y: (Confuso) Como?
A: Suponho que ela não se interessa por você porque deve achar que ficar com alguém mais novo é proibido. Ou, se o problema for você, posso te ajudar a controlar seus nervos, dar dicas de como se aproximar dela e o que dizer pra iniciar ou manter uma conversa.
Y: (Surpreso) Você fala sério?
A: Falo.
Depois de dizer isso, ela se levanta e começa a alongar. Nesse momento, percebi que a April também tinha uma bunda enorme, que ficava maravilhosa toda vez que ela se agachava.
A: Tava começando a sentir uma cãibra, então preferi alongar antes que dê uma, Espero que não te incomode.
Ela devia estar maluca se achava que aquilo ia me incomodar, meus olhos não paravam de apreciar aquele cenário. Ela ficou assim por um bom tempo, quando termina, se vira e me olhando, pergunta.
A: Quais planos você tem pra hoje?
Y: Nada, acho que estudar.
Ela sorri e me pergunta se eu gostaria de acompanhá-la depois das aulas pra dar uma volta pela cidade, eu surpreso respondo que não tinha nenhum problema em fazer isso. E assim foi, depois de terminar a aula que tínhamos, fomos almoçar juntos, ela que convidou, era a primeira vez que eu comia fora do meu apartamento e com uma pessoa.
Depois disso, percorremos diferentes pontos da cidade e ela se maravilhava com qualquer detalhe, da minha parte, eu curtia mais a companhia dela, a conversa que tivemos antes permitiu aquilo. Depois de algumas horas, com o céu já escurecendo, ela recebe uma ligação do pai, o som estava muito alto, então pude escutar o que aquele homem dizia, que parecia preocupado, perguntava onde ela estava, ela respondeu que estava dando uma volta pela cidade com um amigo, aquilo não agradou o homem e ele disse que ia buscá-la. Ela ficou em silêncio, aceitando o que o homem tinha dito, estava desanimada, dava pra ver no rosto dela, então decidi pegar na mão dela e convidá-la pra tomar um sorvete, mas rapidamente lembrei que não tinha dinheiro, já que tinha gastado tudo de manhã.
Pedi desculpas por tê-la iludido com o assunto do sorvete, ela riu e aquela angústia desapareceu, então disse que ela pagaria, mas ficaria esperando que eu cumprisse o convite em outra ocasião. Ela escolheu um sorvete de chocolate, da minha parte escolhi um de abacaxi, April e eu fomos sentar num banco, enquanto esperávamos o pai dela chegar, num momento ela se aproxima do meu ouvido e sussurra.
A: O que você acabou de fazer, é ter segurança em si mesmo, você deveria agir com essa mesma segurança quando fala ou interaja com sua Milf, assim ela não vai achar que você é um menino imaturo e vai te ver como um homem decidido.
Depois de dizer isso, vejo chegar um homem de uns 45 anos mais ou menos, cabelo curto e meio grisalho, de terno, rosto muito sério. "April", ele diz, "pai", enquanto ela se levanta e se despede de mim com um beijo na bochecha, o que me pega de surpresa. Isso não agradou ao homem, que me olhou com uma expressão desafiante e irritada. Engoli seco enquanto me levantava e me aproximava dele com medo, estendi a mão e disse:
Y: Boa tarde, senhor, meu nome é Tomás. Sou colega de faculdade da sua filha.
Tudo isso com um medo que me fazia tremer. O homem estendeu a mão e apertou a minha com muita força, apenas dizendo“oi”depois ele se vira e diz para April entrar no carro, mas antes de ir embora, ela pede meu número de celular. Durante o dia todo, a gente não tinha trocado número, acho que porque passamos o tempo fazendo coisas diferentes e conversando. Assim que passei meu número, vejo que o homem ainda estava olhando com uma cara ameaçadora, então antes que April me desse outro beijo na bochecha ou me abraçasse ou fizesse alguma outra loucura, só peguei a mão dela, me virei e disse que a gente se via amanhã.
Voltei andando pro apartamento. Quando estava chegando, meu celular toca. Olho e eram mensagens da April. Ela dizia que a atitude que eu tive na frente do pai dela não devia refletir quando eu falasse com a Milf. Enquanto lia a mensagem, vi a senhora Celeste entrando no apartamento dela. Fiquei perplexo e ao mesmo tempo excitado, porque ela estava usando um vestido jardineira e dava pra ver que não tinha nada por baixo ou não estava usando sutiã. Mesmo tendo sido um momento breve, vê-la assim me deixou louco. Me aproximei devagar da porta do apartamento dela, com medo de que ela saísse e me visse. Tinha muitos motivos pelos quais eu não queria falar com ela, só de mencionar que a deixei esperando de noite.
Mas pra minha sorte, ela não saiu e tinha deixado a porta um pouco aberta. Tinha muitas dúvidas naquele instante, mas lembrei das palavras da April, então pensei numa boa desculpa pra justificar minha entrada no apartamento. Abri a porta devagar e não a vi. Sem fazer nenhum tipo de barulho, comecei a me aproximar do quarto dela. No entanto, percebi que o banheiro, que ficava do lado do quarto, tinha a porta de novo meio aberta e as luzes estavam acesas.
Suspirei e, de maneira bem sorrateira, me aproximei da porta do banheiro, que abri um pouco mais com o pé. Ao fazer isso, eu a vejo. Contemplo a Milf dos meus sonhos. Notei que ela estava meio suja de terra, então imaginei que ela tinha feito alguma jardinagem, que era um dos passatempos dela quando Fazia tempo. Os botões daquele jardineira apertada pareciam que a qualquer momento iam estourar e deixariam seus peitos à mostra, meu pau não podia estar mais excitado, então suavemente desci minha calça e a cueca, libertando meu cacete.
A senhora Celeste começa a tirar aquela jardineira, saber que a veria nua deixava meus pulsos a mil. Quando finalmente tinha desabotoado os botões, vejo aqueles peitos balançando, aquilo não fez outra coisa senão me excitar mais, lentamente ela começou a deixar seu torso nu, aquela milf tinha um abdômen sem gordurinhas, o que me surpreendeu, já que pensava que ela tivesse, mas eu estava enganado, ela continuou abaixando sua jardineira e comecei a apreciar sua bunda, que não era como a da April, mas parecia igualmente deliciosa, finalmente ela tirou aquela peça completamente e ver suas pernas longas e sensuais fez com que eu já gozasse um pouco.
Ao ver que aquele pequeno jato tinha caído no chão, decidi subir a cueca e me masturbar com ela posta, para evitar deixar prova do crime que estava cometendo, estava correndo um grande risco, pois não sabia se o filho da senhora Celeste estava no quarto e se não era o caso, ele poderia chegar a qualquer momento e me encontrar com a mão no pau e espiando sua mãe.
Ela não percebia minha presença e já no banho, pude ver como ela lavava aquele corpo sexual, provocante e delicioso que tinha, o que mais gostava era quando ela passava as mãos em seus peitos enormes e como eles balançavam a qualquer movimento. Cada vez mais a luxúria me dominava, desejava descer a cueca e tirá-la junto com a calça, entrar no chuveiro com ela, beijá-la, chupar seus peitos e foder com ela, mas me controlei, desta vez não era porque meus nervos queriam me pregar uma peça, mas porque eu queria fazer sexo com ela, não estupra-la, queria que ambos nos satisfizéssemos e nos divertíssemos juntos, estava prestes a gozar, quando ela termina de se banhar. Rapidamente subi minha calça, mesmo com uma ereção que a qualquer momento ia explodir. Consegui me mover bem, acho que por causa da adrenalina de não querer ser pego. Abri a porta com cuidado e saí do apartamento. Do mesmo jeito que abri, fechei a porta, mas justo quando fiz isso, ouvi a voz do Esteban, o filho da Milf.
E: Oi Tomás, como você tá?
Sem reagir.
E: Tomás?
Y: (Nervoso) Oi.
E: (Desconfiado) Posso saber o que você tava fazendo no apartamento?
Sendo bem sincero, fiquei apavorado na hora, mas respirei fundo e de alguma forma consegui inventar uma mentira meio convincente.
Y: Nada, tipo... Vim pedir açúcar pra dona Celeste, já que cheguei agora da faculdade e tô muito cansado pra ir comprar, mas ninguém abriu.
E: Juro que te vi saindo.
Y: Que estranho, se a porta tá fechada. Talvez você pensou isso por causa da posição que eu tava e a luz do prédio, pode dar uma ilusão de ótica.
Queria me salvar de qualquer jeito, mesmo que soasse ridículo. Sabia que era crível, porque sempre que falava com ele, eu falava umas coisas esquisitas.
E: Hmm... Pode ser. Bom, vou entrar e falo pra minha mãe que você tá procurando açúcar. Se ela não tiver, eu te empresto.
Y: Beleza, valeu, parceiro.
Vendo ele entrar, dei um suspiro de alívio, mesmo sabendo que as suspeitas dele continuavam. Por uns segundos fechei os olhos e tentei entender o que tinha feito. Cheguei à conclusão que tudo era por causa da menina nova. Ela tava tendo um papel importante na minha vida e mesmo tendo conhecido ela só hoje, já tinha mudado várias coisas em mim.
Minha reflexão foi interrompida quando senti a porta abrindo. Quando abriu, eu também abri meus olhos. Foi quando vi a Milf. Ela só tava cobrindo o corpo com uma toalha, que não era tão grande, já que deixava ver um pouco da buceta dela. Ver ela assim fez eu me lembrar da minha ereção, que não tinha ido embora mas Meu pau explodiu ali mesmo, senti como enchia minha cueca, ela sorriu e me disse.
C: Desculpa sair assim, mas eu estava tomando banho, o que você precisava, Tomás?
Gaguejando, eu sabia que ela percebia que eu não conseguia falar e tartamudeava por causa dela, finalmente as palavras saíram.
Y: A... A... Açú... Açú... Açúcar...
C: Ok, se você não se importa, vou colocar uma roupa, mas para você não ficar esperando, vai para seu apartamento, eu levo o açúcar.
Ela sorri e eu simplesmente me limito a balançar a cabeça afirmando, a senhora Celeste fecha a porta e eu andei o mais rápido que pude para entrar no meu apartamento, quando entrei tirei a mochila e fui ao banheiro, tirei a calça que estava com porra, a cueca parecia uma piscina disso, eu tinha gozado tanto que tinha até no meu abdômen, limpei o resto de porra que tinha no meu pau com a camiseta já que ela também tinha sido atingida por um jato. Queria tomar banho, mas aquilo não era possível, já que a qualquer momento a senhora Celeste ia bater na porta, então procurei uma calça de moletom e coloquei, quando estava fazendo isso, ouço batidas na porta e segundos depois a voz da minha querida Milf chamando meu nome.
Não deu tempo de cobrir meu torso, já que queria acabar com aquela situação. Ao abrir a porta, fico perplexo de novo, já que a senhora Celeste parecia estar zombando de mim ou querendo me excitar de propósito, por que digo isso? Pois, ela naquele instante estava com um baby-doll preto e sem nada por baixo, assim pude ver seus peitos e sua buceta depilada. Sabia que tinha gozado há pouco, mas foi inevitável que meu pau ficasse duro de novo.
C: Aqui está o açúcar, meu menino.
Y: Bri... Brigado...
Ao pegar o pacote de açúcar, ela observa um pouco de porra que eu tinha no abdômen.
C: Tem uma coisa aí, meu menino.
Ela passa seu dedo indicador e sentir aquele contato com meu corpo, me derreteu, foi curto, mas para mim foram vários segundos, ela olha para o dedo e depois leva à boca, onde lambe e finalmente engole aquele esperma.
C: (Sorri) Estava delicioso, que tenha uma boa e agradável noite, Tomás.
Ela se virou, permitindo que eu visse sua bunda, pequena mas provocante, quando ia abrir a porta, ela se agacha levemente, levantando aquela bunda linda e me mostrando novamente aquela buceta madura, abre e se levanta, para fechar se vira sorrindo e balançando suavemente seus peitos.
Eu estava totalmente confuso e ao mesmo tempo muito excitado, entrei no banheiro para tomar um banho e me masturbar mais uma vez, mas que Milf era a senhora Celeste, não parava de pensar naquele corpo nu, enquanto me perguntava,Ela tá me provocando de propósito?Enquanto fantasiava eufórico com ela, num momento parei e comecei a imaginar a garota nova, aquela linda jovem, cada vez mais me excitava pensar nos seus peitos, na sua cintura e na sua bunda, que mulher era a April. Mas além disso, imaginei ela percebendo minha ereção quando estávamos na sala de aula, ela olhava fixamente para minha virilha e, ao ver como meu pau sofria, decidia ajudá-lo, se esgueirava debaixo das mesas sem que ninguém percebesse, abaixava minha calça e minha cueca e começava a me fazer um boquete.
Foi tão bom que não demorei para gozar, e se a anterior foi uma boa descarga, essa foi ainda melhor, fiquei completamente exausto e senti minhas bolas vazias, limpei o resto do sêmen com água e depois me sequei, coloquei uma camiseta e uma cueca, para dormir tranquilo, satisfeito e feliz. No dia seguinte não tinha aula de manhã, então planejava dormir a manhã toda, mas a April me mandou mensagem para nos encontrarmos, já que o trabalho que fazíamos juntos tinha que ser entregue naquele mesmo dia antes das 23h. Tinha outra mensagem, era do Cristian, ele me perguntou como tinha sido com a senhora Celeste, eu não queria contar o que tinha acontecido, foi a primeira vez que menti para um dos meus amigos, disse que fui incapaz de falar com ela, pois quando cheguei, ela estava fora do seu apartamento e só usava um vestido, sem nada por baixo, o que me excitou demais e só de lembrar, fazia meu pau ficar duro de novo, o Cristian riu de mim, dizendo que eu devia ter agido com mais confiança na hora e poderia ter aproveitado a oportunidade, como ter tocado um dos seus seios e dizer que foi um acidente, se ele soubesse a verdade, de qualquer forma ele nunca ia acreditar.
Tomei banho, me vesti e saí para a Universidade, a April me esperava na biblioteca, quando cheguei ela era a única estudante lá, assim como tinha acontecido ontem na sala de aula. Ela estava vestindo uma blusa azul-clara, não tinha um decote muito revelador, mas seus seios pareciam incríveis, e uma saia branca. Abri a porta e me aproximei dela. Ao me ver, ela sorriu e me deu um beijo na bochecha. Sentei ao lado dela e peguei meu laptop para começar a fazer a atividade, mas ela sussurrou no meu ouvido, perguntando se eu tinha visto a senhora Celeste ontem. Respondi que sim. Ela perguntou de novo, dessa vez querendo saber como eu agi na frente dela. Eu queria mentir, como fiz com o Cristian, mas tudo que tinha acontecido, eu devia a ela, e contei absolutamente tudo, exceto que me masturbei pensando nela. Enquanto contava minha história, mais estudantes iam chegando na biblioteca, então baixei ainda mais a voz. Quando estava terminando, percebi o quão vermelha estava seu rosto e que ela tinha derrubado um lápiz perto da sua buceta, com o qual se batia discretamente.
Y: Tudo isso aconteceu e eu devo a você.
A: (Ainda vermelha e um pouco confusa) Por quê?
Y: Porque desde que estou ao seu lado, comecei a agir um pouco mais decidido e a correr riscos, algo que não teria feito antes, por causa dos meus nervos e medos.
A: Mas... se a gente... se conhece desde ontem...
Olhei levemente para sua virilha e ela tinha a mão dentro da saia, muito provavelmente enfiando alguns dedos dentro da sua buceta.
Y: Mesmo assim, desde o primeiro instante algo começou a mudar em mim, como por exemplo te dizer para ficar sentada ao meu lado. O normal teria sido pedir para você ir embora.
A: Entendo...
Ela soltou um gemido suave, depois mordeu levemente e de maneira suave seu lábio inferior. Estava em completo êxtase, mas justo nessa hora seu celular tocou. Assustada, parou de se tocar e senti algo cair. Nervosa, atendeu: era seu pai.
Enquanto ela falava com o pai, me abaixei debaixo da mesa. Queria saber o que tinha caído. Percebi que era o lápiz. Ao pegá-lo, senti que estava molhado, estava coberto pelos fluidos vaginais da April. Aquilo me... Fiquei com tesão e lambi o lápis, saboreando seus doces sucos. Depois que terminei de lamber o lápis, saí e ela estava terminando de falar com o pai, suspirando nervosa.
A: Ok, obrigada, pai.
Ela me olha e fica corada ao ver que eu tinha o lápiz dela na minha mão.
A: Desculpa...
Y: Pelo quê?
A: Porque esse tempo todo, a gente nem começou o trabalho.
Y: Somos um casal, a responsabilidade é dos dois, não só sua, Princesa.
A: Mesmo assim, sinto que te distraí pra você falar de outras coisas.
Y: Princesa, ainda temos tempo, não se preocupa.
A: Eu sei e por isso pedi permissão pro meu pai, pra você ir comigo em casa, ele disse que sim, mas só nos deu uma hora.
Y: Podemos começar agora, depois vamos tomar café da manhã e continuamos nos tempos livres, pra deixar o mínimo possível quando formos pra sua casa.
A: (Sorri) Ok...
Começamos a trabalhar e o ambiente ficou alegre, mesmo estando contra o tempo, não deixamos que isso nos afetasse. Quando terminamos a primeira parte, senti que tínhamos dado nosso melhor e se continuássemos assim íamos tirar uma nota espetacular. Saímos da biblioteca e ela se agarrou no meu braço direito, senti seus peitos macios e grandes, fomos tomar café da manhã juntos, mas nosso momento de alegria foi interrompido por algumas colegas de curso que se aproximaram da April.
Elas disseram que queriam conversar um momento em particular, April me olhou e eu fiz uma cara de "pode ir", sem problema, que nos veríamos na sala de aula, ela foi com as garotas, eu fiquei sozinho como de costume, mas dessa vez não queria ficar sozinho, queria continuar junto da April.
Era hora de voltar pra sala de aula, então peguei minhas coisas e fui pra sala, quando cheguei April já estava sentada, tinha o lugar do lado dela ocupado pela mochila, uma das garotas que a tinha levado antes perguntou se podia sentar ao lado dela, mas April respondeu que o lugar já estava ocupado, ela se vira e me vê, levanta a mão e me chama, eu me aproximo dela, ela diz que guardou o assento para mim, aquilo me deixou feliz.
April, já com mais confiança, fazia piadas comigo durante as aulas, isso não quer dizer que ela não prestava atenção no que o professor dizia, pelo contrário, ela participava muito na aula, respondendo perguntas, dando exemplos, etc. Era a primeira vez que eu podia ver seu desempenho, já que nas primeiras aulas ela se limitou a ouvir e anotar. Eu sentia que estava vendo a verdadeira April, olhei para ela sorrindo e escrevi no meu caderno se ela queria ser minha amiga, ela leu e sussurrou no meu ouvido,Pensei que já éramos amigos desde ontem, mas se essa é sua forma de confirmar uma amizade, então minha resposta é sim.Ao terminar a aula, April e eu voltamos para a biblioteca para continuar nosso trabalho. Ela estava bem concentrada, e por minha parte, não sofria nenhuma ereção apesar de estar ao lado dela e ver seus seios. Depois disso, fomos almoçar juntos e April deixou de ser séria, soltando sua natureza brincalhona.
Finalmente fomos para nossa última aula, que não foi muito diferente da anterior. Ao terminar, April esperou que eu guardasse minhas coisas e me pegou pela mão, andando bem rápido.
A: (Suspira) Papai está trabalhando, se a gente se apressar, teremos mais tempo para terminar o trabalho.
Y: April, posso te perguntar uma coisa?
A: Já está perguntando, (risos) então fala.
Y: Onde fica sua casa?
A: Não sei explicar direito... Mas é meio afastada da cidade.
Ao ouvir essa explicação, fiquei desconcertado, parei e ela me olhou meio confusa.
Y: E como você planeja que a gente chegue lá?...
A: Mandei uma mensagem para minha mãe, para ela vir nos buscar, então anda logo.
Continuamos nosso caminho, e enquanto andávamos, comecei a perceber como as mãos dela eram macias. Ela estava alegre, mesmo tendo que terminar um trabalho que estava pela metade. Distraído pela sua beleza, não percebi que sua mãe tinha chegado.
A: Tom... Minha mãe já chegou.
Y: O quê?
A: Que minha mãe está nos esperando.
Ela se aproximou do carro e eu a segui, sentando no banco de trás, enquanto ela foi para o banco do passageiro. Não tinha apreciado bem a mulher, e quando a olhei, fiquei paralisado. Era exatamente como a filha, exceto por ter o cabelo mais curto e os seios pareciam um pouco caídos, mas mesmo assim ela parecia muito sensual. Naquele momento, ela usava um vestido amarelo que só destacava aquele corpo maduro.
Durante o trajeto, fiquei olhando para a mulher, e ela permitia que eu justificasse aquilo, já que tinha iniciado uma conversa comigo. Mas April sabia que eu estava me deliciando ao olhar para sua mãe, e quando chegamos na casa dela, Ela me deu um golpe na virilha sem que a mãe percebesse.
Y: Por que você fez isso? (Tentando aguentar a dor)
A: Você pode olhar e desejar qualquer mulher madura, mas a minha mãe não, muito menos fodendo com sua licença para fantasiar com ela.
Ela se aproxima e nossos olhos se encaram fixamente, dava pra notar a raiva dela e me dava medo só de pensar se fizesse alguma piada naquele momento.
A: Entendeu?
Y: Eu nem fiquei excitado, Princesa... Sei que com sua mãe não...
Descobri um outro lado da April e que eu desejava nunca mais ver. Entramos na casa e ela me levou pro seu quarto, as paredes eram brancas, a cama dela era bem larga, pra duas ou até três pessoas, o guarda-roupa era enorme, tinha algumas fotos dela quando criança penduradas na parede, uma estante com troféus, uma TV, alguns móveis e um banheiro só pra ela.
A: Tá bom, senta na minha cama e vamos começar.
Y: Como assim?
A: Vamos começar a fazer a lição de casa.
Não sei por que, mas estava dando duplo sentido pra essas palavras e isso estava começando a me excitar, mas ainda doía meu pau depois do golpe, então era bem difícil que ele ficasse duro tão fácil. Foi difícil, mas conseguimos, terminamos o trabalho a tempo, o pai dela desde que chegou em casa tinha ido nos ver umas cinco vezes e a cara de ameaça dele pra mim evitava que eu pensasse em qualquer coisa que não fosse o trabalho.
Cansado, me joguei rapidamente na cama dela, April fez o mesmo e sorriu.
A: Sabia que a gente ia conseguir... (Suspira) Já tá muito tarde... Quer ficar aqui comigo?
Não sabia o que ela tava pretendendo, mas ela tinha razão que já era muito tarde, mesmo assim, eu tava convencido que o pai dela ia me levar até meu apartamento se fosse necessário na base do chute.
Y: Duvido que seu pai queira isso.
A: Ele é um homem superprotetor, mas sempre me recompensa quando cumpro meu dever e obedeço ele, então minha recompensa hoje, vai ser você...
Y: Tem certeza?
A: Sim...
Ela e eu saímos do quarto e o O homem parecia meio cansado, a garota conversou com seu pai e sua mãe sobre eu dormir lá. A mulher não se opôs, mas ele não era nada fácil de convencer. No entanto, acabou aceitando. Eu sentia medo toda vez que ele me olhava.
A: (Feliz) Pronto... Hoje você fica e amanhã vamos juntos para a Universidade...
Nesse momento lembrei que não tínhamos aula no dia seguinte. Ela devia ter esquecido também ou não tinha percebido, já que era nova.
Y: April, amanhã não temos aula.
A: (Surpresa) Sério? Por quê?
Y: Porque foi assim que fizeram o horário.
A: Bom... Então podemos nos divertir tranquilas e dormir até tarde. Depois te levo ao seu apartamento. Ah, e você vai dormir no sofá, já que o quarto de hóspedes está vazio. Espero que não se importe.
Y: Não, tranquila, vou ficar bem.
Ela pega minha mão e sorri maliciosamente, me levando para o seu quarto.
A: Vamos nos divertir um pouco.
Y: E seu pai?
A: Ele deve estar dormindo como uma pedra. Só se preocupe em estar no sofá quando ele acordar, que é lá pelas 6 da manhã.
Entramos no quarto dela. Ela sorria e eu não fazia ideia no que ela estava pensando.
Y: E o que vamos jogar?
Vejo que ela começa a se aproximar de mim. Nossa distância diminuía, ela encostou seus peitos no meu peito e envolveu meu pescoço com os braços.
A: Tom... Eu não sou qualquer uma, mas desde que você me contou o que fez ontem, não parei de pensar no seu pau... Passei o dia todo segurando essa vontade, mas não aguento mais...
Y: Princesa...
Nossos rostros foram se aproximando lentamente. Era um momento de fraqueza dos dois. Apesar de saber que o pai dela poderia me matar se nos encontrasse assim, eu queria continuar. Finalmente nos beijamos. Era meu primeiro beijo e foi espetacular. Nunca tinha sentido uma sensação como aquela. Nossas línguas brincavam enquanto se entrelaçavam com a saliva um do outro. Meu pau ficou duro de novo. Ela e eu continuamos nos beijando e... Fomos nos deitando na cama dela.
Sei que este capítulo não é muito excitante, mas queria desenvolver um pouco mais os personagens, principalmente a garota nova. De qualquer forma, prometo fazer o próximo capítulo mais excitante, espero que tenham gostado e deixem seus comentários, para eu ir vendo se vocês estão curtindo ou não.
Muito obrigada por lerem.
Ela se mostrava muito tranquila e alegre, respondendo cada pergunta que faziam. Resumindo, disse que era da Inglaterra, que por causa do trabalho do pai teve que se mudar pro nosso país, principalmente porque ele era muito superprotetor com ela, já que é filha única.
Vários ofereceram pra ela trocar de lugar. Eu achei que ela ia fazer isso, já que no fim das contas eu não sou uma pessoa agradável nem sociável. No entanto, April recusou cada pedido de troca e ficou sentada ao meu lado.
Quando a professora chegou e viu a garota, pediu pra ela se apresentar. Ela contou de novo os motivos da mudança e, como seu espanhol não era tão fluente, demorava pra dizer certas palavras, o que fez a apresentação ficar meio longa. Quando finalmente terminou, ela sussurrou no meu ouvido:
A: Tô começando a detestar ter que me apresentar, espero que na outra aula não peçam de novo.
Eu suspiro, olho pra ela e digo:
Y: Eu detesto sermos o centro das atenções. Bom, você, porque pra mim tanto faz, mas os olhares deles me deixam desconfortável.
A: Se quiser, posso trocar de lugar, não é minha intenção te incomodar.
Y: Não precisa, Princesa. Gosto da sua presença, é quentinha e muito agradável.
A: (Confusa) Princesa?
Y: (Corado) É que seu rosto me lembra o de uma princesa.
A: (Sorri) Sério?
Y: Sim. Espero que não te incomode. Se incomodar, não vou mais te chamar assim.
A: Não, não me incomoda. Pelo contrário, me elogia.
Não entendia o que tava acontecendo comigo, mas tava curioso com a garota nova e cada vez que ela sorria eu sentia uma satisfação. Durante a aula inteira fiquei distraído, por causa dela e pelo sonho que tive. Sentia meu pau ficando duro. Cada vez mais duro, meu boxer me apertava tanto que chegava a doer a ereção. O pior de tudo é que eu não podia me levantar, já que com certeza iam notar meu pau duro, e muito menos tentar arrumar meu pênis ali mesmo.
Finalmente a aula terminou, ou pelo menos foi o que pensei. Saí desesperado para o banheiro, me tranquei e liberei meu pau. Ele estava muito inchado. Fui masturbando devagar e, ao fazer isso, minha mente imaginava a senhora Celeste e seus peitões. Fechei os olhos para recordar aquele sonho maravilhoso que tive, reviver aquela fantasia onde nós dois nos dávamos prazer. Mas, para deixar ainda mais excitante, imaginei que o idiota do senhor Roberto nos pegava no flagra.
Finalmente consegui me relaxar. Saí do banheiro e revirei os bolsos para ver quanto dinheiro tinha para comprar um café da manhã. Percebi que só dava para um lanche e um suco. Não era o melhor café, mas pior era não comer nada. Enquanto fazia a fila para comprar, meus colegas estavam conversando no grupo. O Cristian, meio tarado, ficava me provocando sobre a senhora Celeste, dizendo que ela era uma MILF de outro mundo. Já o Hugo falava para eu parar de falar essas besteiras e, em vez disso, dar algum conselho a ele. Estava nisso quando senti novamente uma presença quente. Olhei para a direita e vi a April. Ao vê-la, fiquei paralisado. Ela estava sozinha e me disse:
A: Desculpa te incomodar, mas estava te procurando.
Y: (Atordoado) A mim?
A: Sim (sorri). Como você saiu antes, não ouviu sobre o trabalho que a professora passou.
Y: Trabalho?
A: É, temos que fazer um trabalho em duplas, e eu te escolhi como meu parceiro.
Não entendia nada. Juraria que a aula tinha terminado quando eu saí da sala. Menos ainda conseguia entender por que aquela garota me escolheu como companheiro de trabalho. Confuso, perguntei:
Y: A mim? Por quê?
A: Porque não conheço mais ninguém e, no tempo em que sentamos juntos, percebi que você é um bom menino e também responsável.
Y: É muito rápido para... Afirmar isso, além disso, não prestei atenção na aula de hoje.
A: Eu sei, mas quando você foi embora também deixou isso.
Ela tira a mochila e pega meu caderno da matéria, não podia acreditar que além de sair antes da aula, também tinha esquecido meu caderno.
A: Espero que não se importe, mas li tudo que você tinha e me ajudou muito.
Y: (Perplexo) Por quê?
A: Porque, como sou a nova, não sabia o que está acontecendo, mas ao ler seu caderno tudo ficou muito claro, gostaria de poder ler os outros cadernos das matérias que temos.
Finalmente chegou minha vez de comprar, pedi o lanche e um suco de laranja, não sabia o que dizer para a garota, que esperava ao meu lado, quando recebi minhas coisas, simplesmente saí da Booty e andei alguns metros sem ter dito nada, ela andou atrás de mim, me virei e a olhei novamente, percebi que ela ainda tinha meu caderno nas mãos, o qual peguei e ela soltou, guardei meu caderno na mochila, a garota me olha com um rosto de decepção e tristeza.
A: Você não quer ficar comigo, né? Não tem problema com isso, ainda há tempo para falar com a professora, você fica com algum amigo e eu trabalho sozinha.
Me sentia mal, por ser o causador daquele rosto angustiado, ela só tinha sido amigável e gentil, mas eu só tinha ficado procurando desculpas para me afastar dela.
Y: Princesa, você não é o problema, sou eu, já que não costumo interagir com desconhecidos, no início gostei de ficar ao seu lado, mas conforme os minutos foram passando fiquei confuso e distraído.
Ela agora mostrava um rosto de culpa.
A: Acho melhor não trabalharmos juntos se te incomodo.
April se vira e começa a se afastar de mim, não sabia como agir, mas vê-la cada vez mais longe me destruía, então corri atrás dela e quando cheguei ao seu lado, peguei sua mão, ela assustada se virou, então eu a abracei.
Y: Princesa, sei que tudo isso te parece estranho ou uma brincadeira de mau gosto, mas sou esquisito e melodramático assim mesmo. Como te falei, não costumo interagir muito, mas quero trabalhar com você e ir te conhecendo. Só não quero te obrigar a me aceitar como sou. Se me achar um idiota e babaca, não trabalhe comigo. Mas se quiser me conhecer como eu quero te conhecer, acho que seria ótimo fazermos aquele trabalho juntos.
Depois de ouvir minhas palavras, senti que April estava disposta a me dar uma nova chance, e isso se concretizou quando ela me abraçou.
A: Tom... Posso te chamar de Tom, né?
Y: Sim.
A: Tom... Talvez isso não tenha começado da melhor forma, mas algo dentro de mim diz que preciso trabalhar com você e assim poder ir te conhecendo... Que tal a gente sentar pra conversar e se apresentar melhor?
Y: Conheço um lugar onde costumo ir quando quero ficar sozinho. Se quiser, podemos ir lá pra ter mais privacidade e você me conhecer um pouco melhor.
A: Claro, assim a gente pode conversar mais tranquilo.
Paramos de nos abraçar e eu peguei a mão dela, guiando-a até aquele lugar. Quando chegamos, sentei no chão e ela fez o mesmo. Com os dois sentados, nos encaramos fixamente. Ela estendeu a mão e eu a minha, nos apresentando de novo. Depois disso, começamos uma conversa agradável, contando nossos gostos e depois passando para histórias da infância. Ficamos assim um bom tempo. Olhei as mensagens no meu celular e vi que Cristian tinha continuado com o seu fetiche, agora enviando fotos de atrizes pornô.
April decidiu tirar o moletom que estava usando, e assim pude notar que debaixo dele ela só usava um top esportivo. Seu corpo era muito bem trabalhado. Os seios não eram tão grandes quanto os da senhora Celeste, mas mesmo assim pra mim eram enormes. Sua cintura era linda. Fiquei hipnotizado e senti minha rola endurecendo lentamente de novo. E como não ficar, vestida daquele jeito ela estava muito gostosa.
Meus meus olhos subiam e desciam, deliciando aquela gostosa, ela sorri e deixa o moletom entre as pernas e se aproxima mais de mim.
A: Tem algo de errado?
Y: Não, não tem nada.
A: Tem certeza? Porque você está bem vermelho.
Y: Talvez seja por causa da temperatura.
A: Entendo, eu tirei o moletom porque estava com calor, espero que não te incomode.
Y: Não, claro que não.
Ela continuou falando, mas eu era incapaz de prestar atenção no que ela dizia, ela falava e falava, enquanto eu a devorava com o olhar. Era a segunda mulher que me provocava aquilo e, sinceramente, pra mim ela não tinha nada a invejar da senhora Celeste. Em um momento, meu celular toca e eu, inconscientemente, tiro do bolso e desbloqueio. A distância entre nós não era muita, então ela conseguiu ver as mensagens depravadas que o Cristian tinha mandado. Uma delas era a imagem de uma milf transando com um novinho e, abaixo da imagem, dizia: "É assim que quero ver você, Tomás, com sua milf".
Ela fica corada e, ao ver essa reação, eu volto à realidade.
A: Não sabia que você gostava de mulheres mais velhas.
Envergonhado, jogo meu celular.
A: (Rindo) Ei, calma. Seu segredo vai ficar seguro comigo, a gente já falou de coisas bem pessoais, então não tenha medo de confiar nisso. Eu sou uma tumba. Além disso, se quiser, também posso te ajudar a conquistar essa milf.
Y: (Confuso) Como?
A: Suponho que ela não se interessa por você porque deve achar que ficar com alguém mais novo é proibido. Ou, se o problema for você, posso te ajudar a controlar seus nervos, dar dicas de como se aproximar dela e o que dizer pra iniciar ou manter uma conversa.
Y: (Surpreso) Você fala sério?
A: Falo.
Depois de dizer isso, ela se levanta e começa a alongar. Nesse momento, percebi que a April também tinha uma bunda enorme, que ficava maravilhosa toda vez que ela se agachava.
A: Tava começando a sentir uma cãibra, então preferi alongar antes que dê uma, Espero que não te incomode.
Ela devia estar maluca se achava que aquilo ia me incomodar, meus olhos não paravam de apreciar aquele cenário. Ela ficou assim por um bom tempo, quando termina, se vira e me olhando, pergunta.
A: Quais planos você tem pra hoje?
Y: Nada, acho que estudar.
Ela sorri e me pergunta se eu gostaria de acompanhá-la depois das aulas pra dar uma volta pela cidade, eu surpreso respondo que não tinha nenhum problema em fazer isso. E assim foi, depois de terminar a aula que tínhamos, fomos almoçar juntos, ela que convidou, era a primeira vez que eu comia fora do meu apartamento e com uma pessoa.
Depois disso, percorremos diferentes pontos da cidade e ela se maravilhava com qualquer detalhe, da minha parte, eu curtia mais a companhia dela, a conversa que tivemos antes permitiu aquilo. Depois de algumas horas, com o céu já escurecendo, ela recebe uma ligação do pai, o som estava muito alto, então pude escutar o que aquele homem dizia, que parecia preocupado, perguntava onde ela estava, ela respondeu que estava dando uma volta pela cidade com um amigo, aquilo não agradou o homem e ele disse que ia buscá-la. Ela ficou em silêncio, aceitando o que o homem tinha dito, estava desanimada, dava pra ver no rosto dela, então decidi pegar na mão dela e convidá-la pra tomar um sorvete, mas rapidamente lembrei que não tinha dinheiro, já que tinha gastado tudo de manhã.
Pedi desculpas por tê-la iludido com o assunto do sorvete, ela riu e aquela angústia desapareceu, então disse que ela pagaria, mas ficaria esperando que eu cumprisse o convite em outra ocasião. Ela escolheu um sorvete de chocolate, da minha parte escolhi um de abacaxi, April e eu fomos sentar num banco, enquanto esperávamos o pai dela chegar, num momento ela se aproxima do meu ouvido e sussurra.
A: O que você acabou de fazer, é ter segurança em si mesmo, você deveria agir com essa mesma segurança quando fala ou interaja com sua Milf, assim ela não vai achar que você é um menino imaturo e vai te ver como um homem decidido.
Depois de dizer isso, vejo chegar um homem de uns 45 anos mais ou menos, cabelo curto e meio grisalho, de terno, rosto muito sério. "April", ele diz, "pai", enquanto ela se levanta e se despede de mim com um beijo na bochecha, o que me pega de surpresa. Isso não agradou ao homem, que me olhou com uma expressão desafiante e irritada. Engoli seco enquanto me levantava e me aproximava dele com medo, estendi a mão e disse:
Y: Boa tarde, senhor, meu nome é Tomás. Sou colega de faculdade da sua filha.
Tudo isso com um medo que me fazia tremer. O homem estendeu a mão e apertou a minha com muita força, apenas dizendo“oi”depois ele se vira e diz para April entrar no carro, mas antes de ir embora, ela pede meu número de celular. Durante o dia todo, a gente não tinha trocado número, acho que porque passamos o tempo fazendo coisas diferentes e conversando. Assim que passei meu número, vejo que o homem ainda estava olhando com uma cara ameaçadora, então antes que April me desse outro beijo na bochecha ou me abraçasse ou fizesse alguma outra loucura, só peguei a mão dela, me virei e disse que a gente se via amanhã.
Voltei andando pro apartamento. Quando estava chegando, meu celular toca. Olho e eram mensagens da April. Ela dizia que a atitude que eu tive na frente do pai dela não devia refletir quando eu falasse com a Milf. Enquanto lia a mensagem, vi a senhora Celeste entrando no apartamento dela. Fiquei perplexo e ao mesmo tempo excitado, porque ela estava usando um vestido jardineira e dava pra ver que não tinha nada por baixo ou não estava usando sutiã. Mesmo tendo sido um momento breve, vê-la assim me deixou louco. Me aproximei devagar da porta do apartamento dela, com medo de que ela saísse e me visse. Tinha muitos motivos pelos quais eu não queria falar com ela, só de mencionar que a deixei esperando de noite.
Mas pra minha sorte, ela não saiu e tinha deixado a porta um pouco aberta. Tinha muitas dúvidas naquele instante, mas lembrei das palavras da April, então pensei numa boa desculpa pra justificar minha entrada no apartamento. Abri a porta devagar e não a vi. Sem fazer nenhum tipo de barulho, comecei a me aproximar do quarto dela. No entanto, percebi que o banheiro, que ficava do lado do quarto, tinha a porta de novo meio aberta e as luzes estavam acesas.
Suspirei e, de maneira bem sorrateira, me aproximei da porta do banheiro, que abri um pouco mais com o pé. Ao fazer isso, eu a vejo. Contemplo a Milf dos meus sonhos. Notei que ela estava meio suja de terra, então imaginei que ela tinha feito alguma jardinagem, que era um dos passatempos dela quando Fazia tempo. Os botões daquele jardineira apertada pareciam que a qualquer momento iam estourar e deixariam seus peitos à mostra, meu pau não podia estar mais excitado, então suavemente desci minha calça e a cueca, libertando meu cacete.
A senhora Celeste começa a tirar aquela jardineira, saber que a veria nua deixava meus pulsos a mil. Quando finalmente tinha desabotoado os botões, vejo aqueles peitos balançando, aquilo não fez outra coisa senão me excitar mais, lentamente ela começou a deixar seu torso nu, aquela milf tinha um abdômen sem gordurinhas, o que me surpreendeu, já que pensava que ela tivesse, mas eu estava enganado, ela continuou abaixando sua jardineira e comecei a apreciar sua bunda, que não era como a da April, mas parecia igualmente deliciosa, finalmente ela tirou aquela peça completamente e ver suas pernas longas e sensuais fez com que eu já gozasse um pouco.
Ao ver que aquele pequeno jato tinha caído no chão, decidi subir a cueca e me masturbar com ela posta, para evitar deixar prova do crime que estava cometendo, estava correndo um grande risco, pois não sabia se o filho da senhora Celeste estava no quarto e se não era o caso, ele poderia chegar a qualquer momento e me encontrar com a mão no pau e espiando sua mãe.
Ela não percebia minha presença e já no banho, pude ver como ela lavava aquele corpo sexual, provocante e delicioso que tinha, o que mais gostava era quando ela passava as mãos em seus peitos enormes e como eles balançavam a qualquer movimento. Cada vez mais a luxúria me dominava, desejava descer a cueca e tirá-la junto com a calça, entrar no chuveiro com ela, beijá-la, chupar seus peitos e foder com ela, mas me controlei, desta vez não era porque meus nervos queriam me pregar uma peça, mas porque eu queria fazer sexo com ela, não estupra-la, queria que ambos nos satisfizéssemos e nos divertíssemos juntos, estava prestes a gozar, quando ela termina de se banhar. Rapidamente subi minha calça, mesmo com uma ereção que a qualquer momento ia explodir. Consegui me mover bem, acho que por causa da adrenalina de não querer ser pego. Abri a porta com cuidado e saí do apartamento. Do mesmo jeito que abri, fechei a porta, mas justo quando fiz isso, ouvi a voz do Esteban, o filho da Milf.
E: Oi Tomás, como você tá?
Sem reagir.
E: Tomás?
Y: (Nervoso) Oi.
E: (Desconfiado) Posso saber o que você tava fazendo no apartamento?
Sendo bem sincero, fiquei apavorado na hora, mas respirei fundo e de alguma forma consegui inventar uma mentira meio convincente.
Y: Nada, tipo... Vim pedir açúcar pra dona Celeste, já que cheguei agora da faculdade e tô muito cansado pra ir comprar, mas ninguém abriu.
E: Juro que te vi saindo.
Y: Que estranho, se a porta tá fechada. Talvez você pensou isso por causa da posição que eu tava e a luz do prédio, pode dar uma ilusão de ótica.
Queria me salvar de qualquer jeito, mesmo que soasse ridículo. Sabia que era crível, porque sempre que falava com ele, eu falava umas coisas esquisitas.
E: Hmm... Pode ser. Bom, vou entrar e falo pra minha mãe que você tá procurando açúcar. Se ela não tiver, eu te empresto.
Y: Beleza, valeu, parceiro.
Vendo ele entrar, dei um suspiro de alívio, mesmo sabendo que as suspeitas dele continuavam. Por uns segundos fechei os olhos e tentei entender o que tinha feito. Cheguei à conclusão que tudo era por causa da menina nova. Ela tava tendo um papel importante na minha vida e mesmo tendo conhecido ela só hoje, já tinha mudado várias coisas em mim.
Minha reflexão foi interrompida quando senti a porta abrindo. Quando abriu, eu também abri meus olhos. Foi quando vi a Milf. Ela só tava cobrindo o corpo com uma toalha, que não era tão grande, já que deixava ver um pouco da buceta dela. Ver ela assim fez eu me lembrar da minha ereção, que não tinha ido embora mas Meu pau explodiu ali mesmo, senti como enchia minha cueca, ela sorriu e me disse.
C: Desculpa sair assim, mas eu estava tomando banho, o que você precisava, Tomás?
Gaguejando, eu sabia que ela percebia que eu não conseguia falar e tartamudeava por causa dela, finalmente as palavras saíram.
Y: A... A... Açú... Açú... Açúcar...
C: Ok, se você não se importa, vou colocar uma roupa, mas para você não ficar esperando, vai para seu apartamento, eu levo o açúcar.
Ela sorri e eu simplesmente me limito a balançar a cabeça afirmando, a senhora Celeste fecha a porta e eu andei o mais rápido que pude para entrar no meu apartamento, quando entrei tirei a mochila e fui ao banheiro, tirei a calça que estava com porra, a cueca parecia uma piscina disso, eu tinha gozado tanto que tinha até no meu abdômen, limpei o resto de porra que tinha no meu pau com a camiseta já que ela também tinha sido atingida por um jato. Queria tomar banho, mas aquilo não era possível, já que a qualquer momento a senhora Celeste ia bater na porta, então procurei uma calça de moletom e coloquei, quando estava fazendo isso, ouço batidas na porta e segundos depois a voz da minha querida Milf chamando meu nome.
Não deu tempo de cobrir meu torso, já que queria acabar com aquela situação. Ao abrir a porta, fico perplexo de novo, já que a senhora Celeste parecia estar zombando de mim ou querendo me excitar de propósito, por que digo isso? Pois, ela naquele instante estava com um baby-doll preto e sem nada por baixo, assim pude ver seus peitos e sua buceta depilada. Sabia que tinha gozado há pouco, mas foi inevitável que meu pau ficasse duro de novo.
C: Aqui está o açúcar, meu menino.
Y: Bri... Brigado...
Ao pegar o pacote de açúcar, ela observa um pouco de porra que eu tinha no abdômen.
C: Tem uma coisa aí, meu menino.
Ela passa seu dedo indicador e sentir aquele contato com meu corpo, me derreteu, foi curto, mas para mim foram vários segundos, ela olha para o dedo e depois leva à boca, onde lambe e finalmente engole aquele esperma.
C: (Sorri) Estava delicioso, que tenha uma boa e agradável noite, Tomás.
Ela se virou, permitindo que eu visse sua bunda, pequena mas provocante, quando ia abrir a porta, ela se agacha levemente, levantando aquela bunda linda e me mostrando novamente aquela buceta madura, abre e se levanta, para fechar se vira sorrindo e balançando suavemente seus peitos.
Eu estava totalmente confuso e ao mesmo tempo muito excitado, entrei no banheiro para tomar um banho e me masturbar mais uma vez, mas que Milf era a senhora Celeste, não parava de pensar naquele corpo nu, enquanto me perguntava,Ela tá me provocando de propósito?Enquanto fantasiava eufórico com ela, num momento parei e comecei a imaginar a garota nova, aquela linda jovem, cada vez mais me excitava pensar nos seus peitos, na sua cintura e na sua bunda, que mulher era a April. Mas além disso, imaginei ela percebendo minha ereção quando estávamos na sala de aula, ela olhava fixamente para minha virilha e, ao ver como meu pau sofria, decidia ajudá-lo, se esgueirava debaixo das mesas sem que ninguém percebesse, abaixava minha calça e minha cueca e começava a me fazer um boquete.
Foi tão bom que não demorei para gozar, e se a anterior foi uma boa descarga, essa foi ainda melhor, fiquei completamente exausto e senti minhas bolas vazias, limpei o resto do sêmen com água e depois me sequei, coloquei uma camiseta e uma cueca, para dormir tranquilo, satisfeito e feliz. No dia seguinte não tinha aula de manhã, então planejava dormir a manhã toda, mas a April me mandou mensagem para nos encontrarmos, já que o trabalho que fazíamos juntos tinha que ser entregue naquele mesmo dia antes das 23h. Tinha outra mensagem, era do Cristian, ele me perguntou como tinha sido com a senhora Celeste, eu não queria contar o que tinha acontecido, foi a primeira vez que menti para um dos meus amigos, disse que fui incapaz de falar com ela, pois quando cheguei, ela estava fora do seu apartamento e só usava um vestido, sem nada por baixo, o que me excitou demais e só de lembrar, fazia meu pau ficar duro de novo, o Cristian riu de mim, dizendo que eu devia ter agido com mais confiança na hora e poderia ter aproveitado a oportunidade, como ter tocado um dos seus seios e dizer que foi um acidente, se ele soubesse a verdade, de qualquer forma ele nunca ia acreditar.
Tomei banho, me vesti e saí para a Universidade, a April me esperava na biblioteca, quando cheguei ela era a única estudante lá, assim como tinha acontecido ontem na sala de aula. Ela estava vestindo uma blusa azul-clara, não tinha um decote muito revelador, mas seus seios pareciam incríveis, e uma saia branca. Abri a porta e me aproximei dela. Ao me ver, ela sorriu e me deu um beijo na bochecha. Sentei ao lado dela e peguei meu laptop para começar a fazer a atividade, mas ela sussurrou no meu ouvido, perguntando se eu tinha visto a senhora Celeste ontem. Respondi que sim. Ela perguntou de novo, dessa vez querendo saber como eu agi na frente dela. Eu queria mentir, como fiz com o Cristian, mas tudo que tinha acontecido, eu devia a ela, e contei absolutamente tudo, exceto que me masturbei pensando nela. Enquanto contava minha história, mais estudantes iam chegando na biblioteca, então baixei ainda mais a voz. Quando estava terminando, percebi o quão vermelha estava seu rosto e que ela tinha derrubado um lápiz perto da sua buceta, com o qual se batia discretamente.
Y: Tudo isso aconteceu e eu devo a você.
A: (Ainda vermelha e um pouco confusa) Por quê?
Y: Porque desde que estou ao seu lado, comecei a agir um pouco mais decidido e a correr riscos, algo que não teria feito antes, por causa dos meus nervos e medos.
A: Mas... se a gente... se conhece desde ontem...
Olhei levemente para sua virilha e ela tinha a mão dentro da saia, muito provavelmente enfiando alguns dedos dentro da sua buceta.
Y: Mesmo assim, desde o primeiro instante algo começou a mudar em mim, como por exemplo te dizer para ficar sentada ao meu lado. O normal teria sido pedir para você ir embora.
A: Entendo...
Ela soltou um gemido suave, depois mordeu levemente e de maneira suave seu lábio inferior. Estava em completo êxtase, mas justo nessa hora seu celular tocou. Assustada, parou de se tocar e senti algo cair. Nervosa, atendeu: era seu pai.
Enquanto ela falava com o pai, me abaixei debaixo da mesa. Queria saber o que tinha caído. Percebi que era o lápiz. Ao pegá-lo, senti que estava molhado, estava coberto pelos fluidos vaginais da April. Aquilo me... Fiquei com tesão e lambi o lápis, saboreando seus doces sucos. Depois que terminei de lamber o lápis, saí e ela estava terminando de falar com o pai, suspirando nervosa.
A: Ok, obrigada, pai.
Ela me olha e fica corada ao ver que eu tinha o lápiz dela na minha mão.
A: Desculpa...
Y: Pelo quê?
A: Porque esse tempo todo, a gente nem começou o trabalho.
Y: Somos um casal, a responsabilidade é dos dois, não só sua, Princesa.
A: Mesmo assim, sinto que te distraí pra você falar de outras coisas.
Y: Princesa, ainda temos tempo, não se preocupa.
A: Eu sei e por isso pedi permissão pro meu pai, pra você ir comigo em casa, ele disse que sim, mas só nos deu uma hora.
Y: Podemos começar agora, depois vamos tomar café da manhã e continuamos nos tempos livres, pra deixar o mínimo possível quando formos pra sua casa.
A: (Sorri) Ok...
Começamos a trabalhar e o ambiente ficou alegre, mesmo estando contra o tempo, não deixamos que isso nos afetasse. Quando terminamos a primeira parte, senti que tínhamos dado nosso melhor e se continuássemos assim íamos tirar uma nota espetacular. Saímos da biblioteca e ela se agarrou no meu braço direito, senti seus peitos macios e grandes, fomos tomar café da manhã juntos, mas nosso momento de alegria foi interrompido por algumas colegas de curso que se aproximaram da April.
Elas disseram que queriam conversar um momento em particular, April me olhou e eu fiz uma cara de "pode ir", sem problema, que nos veríamos na sala de aula, ela foi com as garotas, eu fiquei sozinho como de costume, mas dessa vez não queria ficar sozinho, queria continuar junto da April.
Era hora de voltar pra sala de aula, então peguei minhas coisas e fui pra sala, quando cheguei April já estava sentada, tinha o lugar do lado dela ocupado pela mochila, uma das garotas que a tinha levado antes perguntou se podia sentar ao lado dela, mas April respondeu que o lugar já estava ocupado, ela se vira e me vê, levanta a mão e me chama, eu me aproximo dela, ela diz que guardou o assento para mim, aquilo me deixou feliz.
April, já com mais confiança, fazia piadas comigo durante as aulas, isso não quer dizer que ela não prestava atenção no que o professor dizia, pelo contrário, ela participava muito na aula, respondendo perguntas, dando exemplos, etc. Era a primeira vez que eu podia ver seu desempenho, já que nas primeiras aulas ela se limitou a ouvir e anotar. Eu sentia que estava vendo a verdadeira April, olhei para ela sorrindo e escrevi no meu caderno se ela queria ser minha amiga, ela leu e sussurrou no meu ouvido,Pensei que já éramos amigos desde ontem, mas se essa é sua forma de confirmar uma amizade, então minha resposta é sim.Ao terminar a aula, April e eu voltamos para a biblioteca para continuar nosso trabalho. Ela estava bem concentrada, e por minha parte, não sofria nenhuma ereção apesar de estar ao lado dela e ver seus seios. Depois disso, fomos almoçar juntos e April deixou de ser séria, soltando sua natureza brincalhona.
Finalmente fomos para nossa última aula, que não foi muito diferente da anterior. Ao terminar, April esperou que eu guardasse minhas coisas e me pegou pela mão, andando bem rápido.
A: (Suspira) Papai está trabalhando, se a gente se apressar, teremos mais tempo para terminar o trabalho.
Y: April, posso te perguntar uma coisa?
A: Já está perguntando, (risos) então fala.
Y: Onde fica sua casa?
A: Não sei explicar direito... Mas é meio afastada da cidade.
Ao ouvir essa explicação, fiquei desconcertado, parei e ela me olhou meio confusa.
Y: E como você planeja que a gente chegue lá?...
A: Mandei uma mensagem para minha mãe, para ela vir nos buscar, então anda logo.
Continuamos nosso caminho, e enquanto andávamos, comecei a perceber como as mãos dela eram macias. Ela estava alegre, mesmo tendo que terminar um trabalho que estava pela metade. Distraído pela sua beleza, não percebi que sua mãe tinha chegado.
A: Tom... Minha mãe já chegou.
Y: O quê?
A: Que minha mãe está nos esperando.
Ela se aproximou do carro e eu a segui, sentando no banco de trás, enquanto ela foi para o banco do passageiro. Não tinha apreciado bem a mulher, e quando a olhei, fiquei paralisado. Era exatamente como a filha, exceto por ter o cabelo mais curto e os seios pareciam um pouco caídos, mas mesmo assim ela parecia muito sensual. Naquele momento, ela usava um vestido amarelo que só destacava aquele corpo maduro.
Durante o trajeto, fiquei olhando para a mulher, e ela permitia que eu justificasse aquilo, já que tinha iniciado uma conversa comigo. Mas April sabia que eu estava me deliciando ao olhar para sua mãe, e quando chegamos na casa dela, Ela me deu um golpe na virilha sem que a mãe percebesse.
Y: Por que você fez isso? (Tentando aguentar a dor)
A: Você pode olhar e desejar qualquer mulher madura, mas a minha mãe não, muito menos fodendo com sua licença para fantasiar com ela.
Ela se aproxima e nossos olhos se encaram fixamente, dava pra notar a raiva dela e me dava medo só de pensar se fizesse alguma piada naquele momento.
A: Entendeu?
Y: Eu nem fiquei excitado, Princesa... Sei que com sua mãe não...
Descobri um outro lado da April e que eu desejava nunca mais ver. Entramos na casa e ela me levou pro seu quarto, as paredes eram brancas, a cama dela era bem larga, pra duas ou até três pessoas, o guarda-roupa era enorme, tinha algumas fotos dela quando criança penduradas na parede, uma estante com troféus, uma TV, alguns móveis e um banheiro só pra ela.
A: Tá bom, senta na minha cama e vamos começar.
Y: Como assim?
A: Vamos começar a fazer a lição de casa.
Não sei por que, mas estava dando duplo sentido pra essas palavras e isso estava começando a me excitar, mas ainda doía meu pau depois do golpe, então era bem difícil que ele ficasse duro tão fácil. Foi difícil, mas conseguimos, terminamos o trabalho a tempo, o pai dela desde que chegou em casa tinha ido nos ver umas cinco vezes e a cara de ameaça dele pra mim evitava que eu pensasse em qualquer coisa que não fosse o trabalho.
Cansado, me joguei rapidamente na cama dela, April fez o mesmo e sorriu.
A: Sabia que a gente ia conseguir... (Suspira) Já tá muito tarde... Quer ficar aqui comigo?
Não sabia o que ela tava pretendendo, mas ela tinha razão que já era muito tarde, mesmo assim, eu tava convencido que o pai dela ia me levar até meu apartamento se fosse necessário na base do chute.
Y: Duvido que seu pai queira isso.
A: Ele é um homem superprotetor, mas sempre me recompensa quando cumpro meu dever e obedeço ele, então minha recompensa hoje, vai ser você...
Y: Tem certeza?
A: Sim...
Ela e eu saímos do quarto e o O homem parecia meio cansado, a garota conversou com seu pai e sua mãe sobre eu dormir lá. A mulher não se opôs, mas ele não era nada fácil de convencer. No entanto, acabou aceitando. Eu sentia medo toda vez que ele me olhava.
A: (Feliz) Pronto... Hoje você fica e amanhã vamos juntos para a Universidade...
Nesse momento lembrei que não tínhamos aula no dia seguinte. Ela devia ter esquecido também ou não tinha percebido, já que era nova.
Y: April, amanhã não temos aula.
A: (Surpresa) Sério? Por quê?
Y: Porque foi assim que fizeram o horário.
A: Bom... Então podemos nos divertir tranquilas e dormir até tarde. Depois te levo ao seu apartamento. Ah, e você vai dormir no sofá, já que o quarto de hóspedes está vazio. Espero que não se importe.
Y: Não, tranquila, vou ficar bem.
Ela pega minha mão e sorri maliciosamente, me levando para o seu quarto.
A: Vamos nos divertir um pouco.
Y: E seu pai?
A: Ele deve estar dormindo como uma pedra. Só se preocupe em estar no sofá quando ele acordar, que é lá pelas 6 da manhã.
Entramos no quarto dela. Ela sorria e eu não fazia ideia no que ela estava pensando.
Y: E o que vamos jogar?
Vejo que ela começa a se aproximar de mim. Nossa distância diminuía, ela encostou seus peitos no meu peito e envolveu meu pescoço com os braços.
A: Tom... Eu não sou qualquer uma, mas desde que você me contou o que fez ontem, não parei de pensar no seu pau... Passei o dia todo segurando essa vontade, mas não aguento mais...
Y: Princesa...
Nossos rostros foram se aproximando lentamente. Era um momento de fraqueza dos dois. Apesar de saber que o pai dela poderia me matar se nos encontrasse assim, eu queria continuar. Finalmente nos beijamos. Era meu primeiro beijo e foi espetacular. Nunca tinha sentido uma sensação como aquela. Nossas línguas brincavam enquanto se entrelaçavam com a saliva um do outro. Meu pau ficou duro de novo. Ela e eu continuamos nos beijando e... Fomos nos deitando na cama dela.
Sei que este capítulo não é muito excitante, mas queria desenvolver um pouco mais os personagens, principalmente a garota nova. De qualquer forma, prometo fazer o próximo capítulo mais excitante, espero que tenham gostado e deixem seus comentários, para eu ir vendo se vocês estão curtindo ou não.
Muito obrigada por lerem.
2 comentários - A Milf dos meus sonhos. Capítulo II "A novinha
Lo haces genial y espero con ansias el siguiente capitulo