2º conto: Barby Franco

Este é meu segundo relato, espero que gostem.

Como um bom fanático por futebol, sempre gostei de trazer amigos em casa pra ver os jogos e curtir um pouco. Dessa vez, tava rolando Boca-Huracán e resolvi chamar um amigo que é torcedor do Huracán.
Falei com meu amigo, que me perguntou se podia levar uma amiga que é muito fã do Huracán, e eu disse que não tinha problema. Pedi pra eles virem um pouco antes do jogo começar, pra gente tomar alguma coisa e ficar de bobeira.

Umas horas antes da partida, meu amigo chega com a tal garota, e meus olhos se arregalaram quando vi quem entrou: era uma morena de arrasar.
Na hora percebi que era a Barby Franco, aquela morena que foi aeromoça do idiota do Guido e a "namorada" do Burlando. Meu amigo nos apresentou e fomos pra sala fazer o pré-jogo.

Eu e meu amigo adorávamos apostar, fosse dinheiro ou fazer um churrasco pros caras e tal. Então, como sempre, apostamos — dessa vez grana, tudo normal.
Num certo momento, meu amigo foi ao banheiro, e ela me disse baixinho que também queria apostar. Falei que não tinha problema, mas que não contasse pro meu amigo, porque ele conta tudo pro meu namorado. Ela disse que não ia falar nada e ficou mais tranquila.

O tempo passou e o jogo começou, tranquilo, sem problemas. De repente, gol do Huracán, e minha cara começou a mudar. Na sequência, gol do Boca, um alívio pra mim. E no último lance da partida, pênalti pro Boca e gol.
Gritei que nem um louco e falei pro meu amigo ir pagando, porque era o fim, enquanto a Barby, do lado dele, segurava a cabeça — e vocês já vão entender por quê.

O jogo termina, e meu amigo pergunta se ele leva ela em casa. Surpreendentemente, ela diz que não, que o Fernando mandou uma mensagem falando que ia passar pra buscá-la na minha casa, e meu amigo foi embora.
Assim que ele saiu, ela me soltou uma que me surpreendeu:

Barby: Olha, não tenho grana.
Eu: E então? Como a gente resolve isso?
Barby: Olha... Cara, percebi o que você tem aí embaixo (me referindo à ereção que eu tinha, impossível de disfarçar).
A única coisa que Deus me deu foi uma rola bem grande e grossa, 23x8. Sou magro, sem um corpo definido, mas pelo visto ela não ligou pra isso.
Aliás, esqueci de comentar que ela estava usando uma camiseta do Huracán sem nada por baixo, porque claramente dava pra ver os mamilos — era isso que tava causando minha ereção — e uma calça jeans clara que marcava a bunda linda dela.

A Barby senta no sofá e me manda mostrar minha rola, e eu obedeço na hora.
Quando mostro a rola, ela fica chocada com o tamanho daquela pica e tira a camiseta e a calça, e começa a se masturbar na minha frente. Ela me disse pra eu bater uma também, mas sem encostar nela. Sem problemas, falei.

Ela começou a enfiar uns dedos na buceta dela e começou a gemer de um jeito que me fez bater uma com mais força.

Barby: mmmmmm que rola você tem, buceta mmmm ahhhhh
Eu: e você tem uma buceta linda, meu amor
Barby: mmmm ahhhh vou gozar, bebê mmmm ahhhhhh

Ela começa a ter um orgasmo tão forte que as pernas tremiam, e eu já não aguentava mais. Me aproximei e gozei entre os peitos dela, tanto leite que ela pegou os peitos e começou a lamber como uma puta profissional.

Eu caí do lado dela no sofá, e minha rola queria continuar na ação, e ela percebeu.

Barby: acho que você quer mais, bebê
Eu: é a única vez que vou dar essa chance, puta.

Então, enquanto minha rola recuperava a vitalidade leiteira, comecei a chupar a buceta dela sem parar, metendo a língua o máximo que podia.

Barby: ahhhhhh ahhhhhh sim, papai ahhhhhhhhh sim, sim ahhhhhh
Eu: você gosta, puta?
Barby: sim, adoro mmmmm ahhhhhhh

Passaram-se alguns minutos e comecei a enfiar uns dedos naquela buceta que era uma delícia, e ela não parava de gemer como a puta que é, até que gozou de novo.

Então, com minha rola já 100% dura, sentei no O sofá e ela sentou de frente pra mim, em cima do meu pau, olhando pra mim. Assim que sentiu ele nas paredes da buceta, abriu os olhos e a boquinha, surpresa com o tamanho do pedaço de pau que tava enfiando.
Barby: é muito grande ahhhhhhhh ahhhhhhhhh
Eu: Sim, bebê, vou enfiar até o fundo, sua puta de merda.
Barby: ahhhhh ahhhhhhh sim, sim, me dá duro ahhhhhhhh ahhhhhhh
Comecei a meter com mais força e ela gritava cada vez mais alto, enquanto meu pau chegava no fundo da alma dela.
Depois, ela virou de costas e eu continuei metendo mais forte, enquanto com uma das mãos conseguia tocar o clitóris dela pra ela gozar e gritar ainda mais.
Barby: você é um filho da puta ahhhhhhh ahhhhhhhh ahhhh você gosta que eu grite, não é, bebê? ahhhhhhh ahhh
Eu: sim... quero ver você gozar.
Barby: ahhhhh ahhhhhhhh sim, sim ahhhhhhhhh
O tempo passou e eu pensei comigo: não vou gozar até não comer o cu dela.
Então, coloquei ela de quatro no sofá e comecei a lamber o cu dela.
Barby: você quer comer meu cu, docinho? esse pau é grande demais pra mim.
Eu: você vai gostar, puta.
Pra surpreender ela, decidi enfiar de uma vez, sem ela esperar, e ela deu um grito que deu pra ouvir até na Antártida.
Barby: ahhhhh filho da puta!!!!!! ahhhh ahhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhh
Eu: não esperava, não é, sua filha da puta?
Barby: não ahhhhhh mas eu adoro ahhhhhh ahhhhhhh
Comecei a meter com toda a força que tinha e dava tapas na bunda dela pra deixar bem marcada. Ela gritava como nunca:
Barby: ahhhhhhhhh ahhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Eu: isso, bebê, grita igual a puta que você é.
Barby: ahhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh
O tempo passou e ela gozou umas quantas vezes, aí chegou minha vez:
Eu: onde você quer que eu goze, putona?
Barby: mmmmm no rostinho... enche meu rostinho de porra, docinho ammmm
Eu: pode deixar, bebê.
Ela se ajoelhou na minha frente e começaram a sair jatos de porra por todo o rostinho dela, até deixar a cara bem branquinha do meu leite.
Barby: que filho da puta que você é... me banhou de porra.
Eu: é o que Que você merece por não ter grana pra apostar
Barby: mesmo assim cê gosta de mim, né
Eu: adorei, putinha, na próxima vez que tiver um jogo assim a gente continua.
Barby: contanto que a gente aposte alguma coisa.
Eu: fechado. sem problema
Ela entrou no banho rapidinho e aí buzinaram, era o namorado vindo buscá-la.
Barby: a gente se vê na próxima
Eu, por baixo, pensava que não demorasse tanto até o próximo encontro.2º conto: Barby Franco

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Barby Franco

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