A Sobrinha - Parte 3 (com fotos)

Bom, no dia seguinte de ter visto minha sobrinha transando, depois de ter visto ela pelada no chuveiro, já pensei: é isso. Já vi o corpo inteiro dela, mas a sensação de vê-la nua de novo era incrível. O tesão já tava enorme nesse ponto. Queria continuar vendo ela se despir, queria ver aqueles peitos, queria ver aquela bunda, aqueles bicos, aquela buceta.

Naquele dia, tomei café sabendo que no domingo ela já ia embora. Ela já tinha terminado os trâmites pra se inscrever na universidade. Isso me fez pensar que não ia mais poder aproveitar aquela vista.

F- Tio, então, domingo eu volto pra minha casa, então não vou mais te incomodar.
- Nada, não incomodou nada, nem senti que você tava por aqui.
F- Exceto naquela noite…
- Exceto naquela noite kkkk mas fica tranquila que seu pai não sabe de nada.
F- Sobre isso, tio, queria te perguntar se no sábado eu podia encontrar minhas amigas pra comer alguma coisa aqui.
- Sim, sem problema, justo combinei de sair com uns amigos, então vou deixar o apê só pra você. Só não faz bagunça.
F- Não, prometo.

Essa mina já me manipulava na boa, como se soubesse que eu tô devendo algo por ter visto ela pelada. Naquele sábado, ela saiu à tarde pra comprar umas bebidas. Me veio a ideia, como todo voyeurista, de instalar um app no notebook dela pra ver o que ela fazia. A linha da ética e da moral já tinha ficado pra trás nesse ponto. Ela tava no quarto dela, e o simples perfume que eu sentia já fazia minha pica ficar dura. Poder sentir aquele perfume no pescoço dela enquanto beijo. Sentir aquele perfume no peito dela enquanto lambo e chupo aqueles bicos.

Enquanto instalava o app, percebi que nunca tinha olhado no notebook dela se tinha alguma foto. Achei estranho, já que não achei nada no celular, não esperava encontrar nada no computador.

A surpresa que tive ao ver umas fotos dela posando de quatro. Sempre de roupa, mas insinuando algo mais. As fotos eram melhores que as do celular. Mas a melhor foi uma onde ela puxava o shortinho e deixava ver aquela buceta. Era Gostosa, que vontade de chupar todos os fluidos dela, que vontade de ter ela de pernas abertas me dizendo "Sim, tio, mete tudo em mim, vai, me faz de sua putinha, me come toda, me faz sua". Tive que bater uma na hora mesmo com a pica enrolada numa das calcinhas sujas dela.

Pra não prolongar a história, consegui instalar o app e dava pra ver claramente o que minha sobrinha fazia no quarto dela, desde que o computador estivesse ligado. Imaginava vê-la se trocar e até se tocar, enfiar os dedinhos naquela bucetinha, que doçura seria ver aquilo.

Chega o sábado, vou me trocar no meu quarto, ou foi o que disse pra minha sobrinha. Falei pra ela colocar música no notebook e conectar nuns alto-falantes que tinha lá, era o plano perfeito.

Ela fez exatamente isso, e pude ver como tirava uma regatinha amarela que tava usando. Ficou de sutiã, um daqueles que deixava a peitinha cair naturalmente, sem bojo, dava pra perceber que era meio transparente porque o biquinho bonito aparecia. Vejo que ela começa a separar a roupa que ia vestir, um vestidinho branco todo colado no corpo. Vi que pegou um sutiã branco e uma calcinha, ou melhor, um fio dental branco. Pega uma toalha, se enrola nela e vai tomar banho. De novo, ela tinha colocado algo na fechadura, então espiá-la no banheiro não era opção. Tive que esperar ela terminar de tomar banho, dizer pra ela se secar no quarto dela pra eu entrar no banheiro e sair. Mentira! Queria vê-la, se secando, se vestindo, vê-la inteira como mulher.

Ouço ela sair do banheiro e gritar que já tá pronto. Entro no banheiro, faço um pouco de barulho e começo a ver pelo celular. Ela senta na cama, com uma toalha enrolada no corpo e outra no cabelo. Primeiro seca o cabelo, nisso tudo já tava com a pica na mão, preparado. Vê-la nua, embora não fosse a primeira vez, parecia a primeira vez. Já tinha visto tudo, mas ao mesmo tempo era tudo novo e excitante.

Finalmente, ela tira a toalha do corpo e começa a secar os peitos. Vê-los tão macios me Dava uma vontade de massagear elas a noite toda. Elas iam e vinham com o movimento da mão dela, ela se tocava e se olhava no espelho que tinha no quarto dela. Se olhava e arrumava, tocava os peitos, circulava a aréola com os dedos, mexia nos mamilos. A excitação era enorme. Quando vejo que ela para, já estava de fio dental, tinha colocado no banheiro, então a buceta ficou de fora. Mas ver aquela raba pela primeira vez de fio dental foi um tesão. Assentava que nem a camisa 10 do Diego. Ver ela andando de fio dental e pelada no quarto se arrumando, não sei como não entrei pra macetar ela na hora. Ela colocou o sutiã e continuou brincando com os peitos, balançando eles pra lá e pra cá, vendo se ficavam na posição certa pra todo mundo ver. Esse sutiã também era meio transparente, mas com meia taça. Ela levantava os peitos e eles ficavam todos apertadinhos. Quando vi que ela tava vestindo o vestido, saí do banheiro. O trabalho já tava feito.

Me preparo pra sair quando ela sai do quarto toda arrumada.

F- Tio! Demorou pra caramba no banheiro
- É kkkk tava me arrumando também, mas não fiquei igual a você
F- Como que eu tô?
- Tá linda, princesa (meu olho escapou pro decote dela)
F- Tio! O que cê tá olhando? Deve ser que tô bem então
- Me desculpa, princesa, é que você já tá bem grandinha e seu decote gritou "me olha" kkkk (ela ficou vermelha)

Saio naquele sábado, de boa, olhando de vez em quando o celular pra ver se aparecia algo na câmera, mas nada. Já era improvável. Já tinha visto ela e já era muita espionagem por hoje. Decidi focar em mim naquela noite. Não sou de pegar muita gente, mas naquela noite tava com uma vontade doida de meter, peguei uma loira bonita de rosto, só beijei e ela não quis soltar mais. Trocamos os números e só. Voltei pra casa com um saco cheio, mas pra ver a sobrinha.

Quando chego, não tinha mais ninguém na sala, então achei que todo mundo já tinha ido embora. Quando vou pro meu quarto, escuto música baixinho vindo do quarto dela. peça. Não tive mais coragem de voltar, mas lembrei da câmera.

Fui ver e era minha sobrinha dançando com aquele vestidinho branco, que quando fui embora chegava um pouco abaixo da altura da bunda, agora já apareciam os cachezinhos daquele rabo lindo. Na cama, sentado um cara, verdade que não sei se era o mesmo da outra vez, mas não liguei. Queria ver o que minha sobrinha fazia.

Ela dançava e rebolava, de costas pra câmera, então tinha uma vista boa da bundinha redonda dela, aqueles cachecos cada vez mais aparecendo. O cara colocava as mãos na bunda e ia subindo devagar o vestido. Minha sobrinha se deixava enquanto continuava dançando. O cara puxa ela pra perto e vejo pelos movimentos que ele tira o pau e minha sobrinha começa a bater uma pra ele. Com as lindas mãozinhas dela, via os movimentos pra cima e pra baixo enquanto o cara curtia e massageava os peitos dela com uma mão e a bunda com a outra.

Grande puta que minha sobrinha sempre foi. Amava sexo, amava ser comida, amava ter paus na mão, ficar de quatro, mas o ato que vi depois nunca tinha visto nela antes. Ela se abaixa e ajoelha no chão. Pelo ângulo da câmera já não dava pra ver o que ela fazia, mas era óbvio. Via a nuca da minha sobrinha indo e vindo, o cara segurando o cabelo dela, curtindo um boquete gostoso da minha putinha de sobrinha. Que delícia deve ter sido sentir esses lábios carnudos, percorrendo a ponta do meu pau, ver ela descer chupando tudo, me olhar com aqueles olhinhos pra ver como eu tava gostando, sentir essa linguinha nas minhas bolas, no pau, me pedindo pra gozar na boquinha dela. Lindo.

Enquanto via esse ato da minha sobrinha, vejo — porque áudio não tinha — que o cara parece falar algo que faz ela ficar brava, ela levanta, e dava pra ver que discutiam alguma coisa. Que idiota você tem que ser pra irritar alguém que tá te fazendo um boquete?, pensei. Vi ela limpando a boquinha, então capaz que ele gozou na boca dela, ou era o que eu achava.

Ouvia murmúrios e vejo ela fechar O notebook, o espetáculo já tinha acabado. Escuto alguém indo embora, imagino que seja o cara, a música desliga e eu já não sentia mais nada.

A propósito, nem tinha me trocado, nem escovado os dentes nem nada. Até que me preparei pra dormir e já ouvia os roncos da minha sobrinha. Achei estranho, já que nunca tinha ouvido ela roncar antes. E percebi que quem tinha ido pro apartamento tinha se acabado de beber, um deles era minha sobrinha com certeza. Passou um pensamento perigoso pela minha cabeça.

Abri devagar a porta do quarto dela e lá estava ela, toda jogada, espalhada na cama. Vi que o vestido branco tava no chão. Já tinha visto o pijama dela antes, um shortinho e uma camiseta velha, mas as duas peças estavam no armário. Tava tudo escuro, mas eu ouvia os roncos, então entrei. Acendi a luz do celular e vi que ela tava coberta até as costas. Mas as costas dela estavam nuas. Nada, pensei, ia poder ver os peitos da minha sobrina ao vivo e a cores. Tava muito agitado, exaltado, acho até que tremia um pouco, não de medo, mas de tesão.

Peguei o lençol devagar e comecei a puxar pra baixo. Era um cirurgião, cada movimento era suave e lento, mesmo ouvindo os roncos. Cheguei até a cintura dela e, de fato, ela tava dormindo de peitos de fora, mas de bruços. Passei os dedos nas costas dela e era macio como seda. Agora a parte de baixo, continuei descendo, respirava pela boca nesse momento, e vejo aquelas duas covinhas que eram a antesala da calcinha fio dental branca que ela tinha vestido mais cedo. Tava na minha frente aquela bunda que só tinha visto espiando. Agora tava a centímetros de mim. Tinha a pica que estourava a cueca. Coloquei uma mão numa nádega e senti aquela maciez, aquela bunda gostosa, tava na palma da minha mão. Coloquei a outra mão na outra nadeguinha e apertei devagar, ela nem se mexeu. Dava pra ver que tinha dormido profundamente, até devia estar meio bêbada, já que tava com a boquinha aberta e babava um pouco no travesseiro. Tiro meu pau pra fora e apoio devagar na boquinha dela. Deslizo suavemente a cabeça do meu pau por esses lábios vermelhos, o líquido pré-gozo misturado com a baba dela formou um fio de saliva entre meu pau e a boquinha dela. Me segurei pra caralho pra não enfiar até o fundo da garganta. Tava no limite.

Voltei pra bundinha dela. Quis separar as nadeguinhas pra ver se dava pra enxergar aquele buraquinho preto, aquele cuzinho proibido. Apoio as mãos nas nádegas e vou separando devagar. Era difícil pegar a tanga e puxar. Quando comecei a vislumbrar o anel de couro, ela se mexeu um pouco, me assustei e saí do quarto.

Voltei pro meu e a punheta que bati quase me desidratou. Saía porra a litros. Devem ter passado uns 15 minutos e já queria dormir, já tinha passado demais naquela noite, mas ter minha sobrinha ali nua pra sentir não me deixava fechar os olhos.

Decidi tentar de novo. Abro a porta do quarto dela devagar e ouvia os roncos. Esse foi meu sinal pra entrar. Continuava tudo escuro. Acendo a lanterna do celular e fiquei louco.

Ela tava lá, ainda espalhada na cama, só que agora de barriga pra cima. Dava pra ver ainda na boquinha dela, nesses lábios, um fio de baba misturada com a do meu pau. Era lindo. Tinha acabado de bater uma punheta, mas continuava com o pau duro por causa da situação.

Me aproximei e olhei esses peitos de perto. Esses mamilos de perto. Eram lindos. Dava pra sentir o perfume dela.

Apoiei minhas mãos nos peitos dela devagar. Eram macios como imaginei. Roçava com a ponta dos dedos, circulava a aréola, o mamilinho dela. Tava ficando louco. Agarrei com as duas mãos e decidi apertar suavemente, bem de leve. Depois um pouco mais forte. Sem hesitar, comecei a lamber o peito dela, devagar, a excitação que eu sentia não dava pra descrever, passar minha língua por esses peitos era a glória. Depois aproximei meus lábios do mamilo dela e beijei devagar. Minha sobrinha ainda dormia profundamente. Passei a língua inteira pela aréola dela uma vez e outra, lambia o mamilhos uma e outra vez.
Desço pra barriguinha dela, roçando com a ponta dos dedos, e me deparo com a calcinha fio dental branca. Pensei em puxar pra baixo e tirar, mas achei que era arriscado demais e ela ia acordar. Peguei o elástico da cintura devagar e deslizei com dois dedos até a buceta. Já dava pra ver os pelinhos aparecendo. Afastei a calcinha e vi ela. Aquela buceta linda. Já tinha falado que tinha pelinhos, mas não me importava, era linda. Parece que molhou um pouco quando tava com o cara, porque a calcinha tava meio úmida e a buceta também tava um pouco molhada. Com um dedo, passei suavemente por aquela gatinha. Minha sobrinha continuava dormindo profundamente. Passei o dedo pra cima e pra baixo devagar, depois dois, e continuei assim. Praticamente tava masturbando minha sobrinha. Com um dedo, comecei a separar os lábios da buceta e enfiei um dedo bem de leve. Enfiava só até a altura da unha e tirava, e fiquei nisso por um tempão. Tava dedando minha sobrinha. A menina que vi crescer, que vi trepando uns dias atrás, que vi pelada se ensaboando toda, que vi se masturbando e fazendo boquete. Era inacreditável que ela continuasse dormindo, já comecei a pensar se metia nela dormida ou não, mas achei que já era demais.

Foi lindo quando ouvi:
– F-Mais.

Congelei. Apaguei a lanterna e fiquei parado uns segundos no escuro. Os roncos voltaram.
Quando enfiei um dedo de novo na buceta dela, tava toda molhada de novo, meti dois dedos e masturbei ela bem devagar, tinha todos os sucos dela nos meus dedos, vi que os mamilos tavam durinhos e lambi eles por um tempo. Voltei a colocar meu pau, que praticamente tava gozando na boca dela, misturou meu gozo com a baba dela nos lábios quando senti que ela começou a botar a língua pra fora aos poucos. Aí soube que ela tava meio acordada, meio dormindo e completamente bêbada. Uma mistura de tudo.

– Toma todo meu gozo – sussurrei.
– F-Sim, joga tudo na boquinha, quero tomar tudo.

Gozei inteiro na boca e um pouco no rosto dela no escuro. Embora não tenha chupado minha rola inteira, ela tinha lambido a cabeça dela.
Chupei um pouco os bicos dos peitos dela enquanto, de surpresa, ela voltou a dormir profundamente.

Limpei um pouco da porra do rostinho dela, passei meus dedos pela última vez naquela buceta toda molhada, e fui embora.

A aventura tinha acabado, ou foi o que pensei.

Continua...

Fotos do computador




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7 comentários - A Sobrinha - Parte 3 (com fotos)

alta turra la pendeja... divino como se pone