Se quiser ler a primeira parte:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3700936/La-Sobrina---Parte-1.html
Bom, como seguir depois de ter encontrado sua sobrinha daquele jeito. Como voltar a vê-la como uma menina. Agora era uma mulher que gostava de gemer, de trepar, de ficar de quatro. Isso faz a gente duvidar se é certo ou errado. Mas já era tarde demais.
No dia seguinte de ter visto minha sobrinha pelada trepando, ela chegou perto e disse:
F- Tio, desculpa de novo, não queria...
- Relaxa, todo mundo já fez isso, coisa de uma noite. O foda foi que te interrompi no meio.
F- Nada, ainda bem que você apareceu, porque ele era ruim nisso.
- Em trepar?
F- É – ela corou.
Os outros dias seguiram a rotina, com idas e vindas. Facu, trampo, apê, exercício de vez em quando, sair com a sobrinha pra passear. Tudo era igual, mas ao mesmo tempo não era. Aqueles mamilos martelavam minha cabeça, aquela bunda empinada me deixava acordado de noite. Então decidi começar a espiar minha sobrinha, sim, foi o quanto as coisas mudaram, não me julguem.
O olho mágico do banheiro dava direto numa vista perfeita do chuveiro, e como nunca comprei uma cortina de banho, era perfeito. Nunca tinha percebido como era fácil vê-la nua o tempo todo que esteve comigo, mas nunca tinha parado pra pensar na minha sobrinha pelada.
Numa sexta, estávamos na sala vendo um filme. Ela encheu o saco a semana inteira pra gente sair pra correr e finalmente topei. Se eu soubesse como ela ia vestida, teria ido antes.
Ela tava com um top esportivo fluorescente apertando aqueles peitos lindos e uma legging preta marcando toda aquela buceta. Aquela bunda brilhava. Corremos e voltamos, minto se disser que não vi de vez em quando aqueles peitos quicando pra cima e pra baixo, todos suados. Veio na minha cabeça a imagem daqueles mamilos marrom escuro. Me surpreendeu que fossem assim, pensei que ela teria mamilos rosa ou marrom claro. Ela tinha mamilos marrom escuro, mas não daqueles pontudos de documentário, eram pequenos com uma aréola também. Chiquita. Pra lamber eles inteirinhos a noite toda.
Bom, o negócio é que a gente chegou, eu sentei na sala pra descansar, ela também, e começamos a ver um filme. No meio do filme, ela levanta e fala que vai tomar banho. Essa é a minha chance, pensei.
Ela foi pro quarto dela e eu ouvia ela começando a separar a roupa, pensava nas calcinhas fio dental e nas cuecas que ela tinha, uma vontade de tirar tudo dela. Eu me fazia de besta vendo o filme e esperava. Não aguentava mais, queria ver logo aquele corpo pelado, todo ensaboado. Até que eu tinha visto aquele rabo e os peitos dela antes, mas foram só uns 2 segundos. Foi tudo muito rápido. Queria ver ela tirando aquela roupinha molhada, aquela legging toda suada, queria ver ela abaixando a fio dental e ver aquela buceta linda se abrindo. Queria ver se era depilada e dava pra ver os lábios, ou se tinha pelinhos. Queria ver ela abaixando o zíper do top e ver aqueles peitos lindos caindo, queria ver aqueles bicos dos peitos que eu não parava de pensar.
Ouvi ela abrindo o chuveiro, e queria ver ela se despindo, mas pensei que era muito arriscado. Ir lá ver e ela sair porque esqueceu alguma coisa, ia ficar parecendo o tio tarado. Decidi esperar ela entrar no chuveiro. Quando senti a água caindo nela, levantei do sofá, andei pelo corredor todo agitado, não por ter corrido antes, mas pela situação. Tava errado, eu sabia, mas queria ver aquele corpo se movendo debaixo d'água todo pelado. Cheguei na porta e comecei a ficar de pau duro sem ter visto nada, me abaixei pra olhar pelo buraco da fechadura com uma grande expectativa. Me dei conta que ela tinha colocado uma camiseta ou uma toalha ou algo assim e não me deixava ver. A decepção foi grande, mas me trouxe alívio. Não ia ver minha sobrinha pelada.
Voltei pro sofá todo nervoso, pensando que tudo isso tava errado. Quando sentei, alguma coisa me cutucou nas costas. Era o celular dela. Eu sabia que não tinha senha. Todas aquelas reflexões morais e éticas de ver sua sobrinha pelada foram embora. Muito rápido. A primeira coisa que faço, abro a galeria e procuro, a desgraçada tinha umas 10 mil fotos, mas os banhos dela eram longos, então dava tempo. Procurei e procurei pelas fotos e nada. Tudo foto de amigas, saídas e família, o que não ajudava em nada a situação. Revirei a galeria inteira e não achei nada. Já tinha falhado duas vezes, algo me dizia que eu não devia ver minha sobrinha pelada.
Quando fecho a galeria, vi aquele app que guarda coisas na nuvem. Entrei e tinha mais fotos de eventos mais importantes e nada. Até que chego numa pasta no lugar mais escondido. Dizia FOTOS XXX e pensei, é aqui.
Abri e estavam as fotos. Minha sobrinha pelada, que alegria. Mas a merda era que eram fotos softs. Ela sempre tampando os bicos ou aparecendo muito pouco, de perfil, com aquela bunda sempre coberta por alguma coisa. Fiquei decepcionado. Eram boas, não me entendam mal, mas era um retrocesso. Se ela tinha uma barriguinha pra dar beijinhos por todo lado, aquelas pernas pra agarrar com as duas mãos, uma costa suave pra ver de quatro, um pescoço comprido pra morder. Muito sensuais.
Quando de repente…
F- Tioooo!!!
- Sim, o que foi?
F- Pode trazer o celular, quero ouvir música.
- Beleza, já vou levar.
Enquanto andava, nem pensei que já tinha uns 20 minutos e a água é cara. Bato na porta.
F- Abre só um pouquinho e deixa no chão, você precisa comprar um cortina de banho senão molho tudo hahaha
Num movimento rápido, viro a maçaneta com força, abro a porta só um pouco e deixo o celular no chão. Me agacho pra ver se meu plano funcionou e sim, de fato, a camiseta tinha caído e eu conseguia ver pelo buraquinho da fechadura. Levantei rápido e fiquei todo ofegante de novo. Minha pica tinha endurecido de novo num segundo. Quando me agacho, coloco meu olho no buraquinho e a vi.
Aquele corpo. Era um corpo simples, mas talvez o fato de ser minha sobrinha me excitava pra caralho. Pude ver aquela silhueta pelada, toda ensopada, ensaboada. Aquela bunda, já devo ter descrito várias vezes aquela bunda que já devem Ter em mente como ela era, mas meu Deus, era perfeita, que vontade de morder ela inteira, que vontade de deixar ela de quatro e todo aberto aquele asterisco, poder enterrar a pica naquela bunda redondinha deve ter sido lindo. E aqueles peitinhos, aqueles mamilos marronzinhos pediam pra ser chupados, lambidos, mordidos. Massagear aqueles peitos, colocar a pica no meio deles.
Mas a cereja do bolo foi aquela buceta. Nunca tinha visto antes, só nos meus sonhos. Mas o vapor já estava me pregando uma peça, vi que tinha pelinhos, será que não se depilou da última vez que ficou com o cara? Mas era linda, pequenininha, todos os lábios certinhos, com uns pelinhos bagunçados. Uma vontade de entrar no chuveiro pra foder ela toda. Tirar a pica pra fora, colocá-la de costas pra mim, abrir as pernas dela e penetrar ela toda. Eu me contentava em entrar pra chupar aquela buceta, passar a língua por lá teria sido lindo.
Bem quando eu ia bater uma punheta ali mesmo, ela fechou o chuveiro.
Fui pro meu quarto, todo agitado pelo que tinha vivido, bati uma punheta e fiquei mais calmo. Mas já era óbvio que minha sobrinha era algo a mais. Era uma mulher e agora eu queria mais…
To be Continued
Fotos do App


8 comentários - La Sobrina - Parte 2 (con fotos)
Van 10