Antes de começar. Não esperava o apoio que deram pro conto anterior, espero que esse seja mais do mesmo se vocês gostaram da história. Isso era só pra ser um conto, mas me motivaram a escrever essa segunda parte. Queria saber se vocês curtem esse tipo de conto curto ou preferem que seja mais longo. É isso, um abraço e valeu. Antes que eu esqueça, depende de vocês se querem que eu continue a história; já tenho quase pronto o capítulo 3. Fiquei em choque. Meu nome é Matías e minha irmã disse: “MATI, quero sua pica dentro de mim”. Será que ela tava falando de mim ou do vizinho da frente, um cara de 50 anos? Devo ter ouvido errado, não acredito que minha irmã disse isso ou que estava se referindo a mim. Não é possível, sou irmão dela, nunca passei dos limites com ela nem nada do tipo, fui um irmão mais velho que cuida e protege a irmã. Decidi que o melhor era ir dormir e esquecer esse infortúnio.
No dia seguinte, tudo foi normal. Preparei o café da manhã, chamei minha irmã, batemos um papo e depois cada um foi para a aula. Aquele dia foi muito bom pra mim, bom, na maior parte.
No recreio, eu saí pro pátio indo pro banheiro. Depois desse rolê, voltei pra minha sala e de repente vejo a María, uma das minas mais gostosas. Era uma bomba, era tudo que você pode imaginar e mais, mas voltando. O namorado dela, um tal de Carlos, tava puxando ela pelos braços e xingando ela de um jeito agressivo, mas nada demais até que vi ele levantar a mão. Foi nesse momento que eu intervim.
Eu: Ei, ei, ei, ei.
Eu: Ei, Carlos, qual é o teu problema?
C: Não se mete.
Eu: Mas o que você queria, bater numa mulher?
C: Vaza, já falei, ou vai ser pior pra você.
Eu: É mesmo?
Nessa hora, chegaram uns caras e nos separaram. O resto do dia de aula foi uma merda, entediante pra caralho, mas beleza, faltavam só cinco minutos pro sinal tocar pra ir embora.
Riiing, riiing, riiing, riiing. Finalmente. Todo mundo saiu, mas na saída do colégio tava de novo a cena da manhã: Carlos puxando a María pelos braços. Aí intervim de novo, e nem consegui falar uma palavra, porque Carlos me deu um soco na cara, pra ser mais exato na altura da sobrancelha esquerda, que ele rachou.
M: Mas o que você tá fazendo?!
C: Cala a boca.
Eu: Cê tá louco ou o quê?
C: Isso é o que dá se meter onde não é chamado.
Nessa hora, respondi e devolvi o soco do mesmo jeito, e a porra da briga começou. Soco pra cá, soco pra lá. Mentiria se dissesse que eu tava ganhando. Na real, os dois tavam dando pena, porque ambos tinham boa condição física e resistência, e não parávamos de nos bater até que meu amigo chegou. Fabiány nos separou
F: mas o que vocês tão fazendo, par de babacas
C: cala a boca ou eu te bato também
Eu: quem você vai bater, seu acabado
F: calem a boca os dois, vocês tão fazendo papel de ridículo, BABACAS! Naquele momento, Fabián empurrou Carlo pra trás, me pegou pelo braço e me levou pra casa junto com a María. Quando chegamos, entramos e me deixaram na sala. Esperaram minha irmã, que chegou brava por eu ter demorado, mas a raiva dela passou quando me viu naquele estado.
S: Que que é isso?
S: Alguém me explica o que aconteceu, porque meu irmão tá nesse estado.
F: Ele brigou, Sofí.
M: É, ele se pegou com meu namor... com meu ex-namorado.
S: Como assim "ex", María?
M: É, ex, por causa do que ele fez, por tudo, por como deixou seu irmão.
S: Ah, já entendi. Tudo isso foi por sua culpa, né?
M: Quê? Não!! Claro que não.
S: É, claro.
F: Ei... meninas.
F: Chega, já tivemos briga demais por causa desse babaca.
M: É, você tem razão. Vou embora, depois me conta como ele fica.
F: Ok, fica tranquila.
S: Valeu, Fabi, por trazer ele.
F: De nada, me conta como ele tá depois. Preciso ir.
S: Sim, sem problema. Valeu.
S: Como é que aconteceu tudo isso, hein?
Eu: Não sei do que você tá falando, irmãzinha.
S: Como assim não sabe? Olha o estado que você tá.
Eu: Tô bem, que nem alface.
S: É, que nem alface murcha você tá. Olha só, todo moído.
Eu: Bom, não é pra tanto.
S: É sim, é pra tanto. Mas olha, sua irmãzinha vai cuidar de você.
Eu: É mesmo?
S: Tá duvidando?
Eu: Bom, é que tudo que você cuida morre.
S: Rsrs, vou tentar que isso não aconteça com você.
Eu: Ok, confio em você.
E foi assim que o dia acabou, com minha irmã grudada em mim, que não me largava um instante. Quando já tava na minha cama, vendo minhas mensagens, recebi uma do Fabián:
F: Babaca, não morreu?
Eu: Não, seu pedaço de merda.
F: Hmm, não tenho tanta sorte assim.
Eu: Pois é, parece que não.
F: Bom, agora sério.
Eu: Ok, fala.
F: Melhor você não ir pra aula amanhã. Pode rolar de novo, e aí sim você morre.
Eu: Sei lá.
F: Fica de boa em casa, que de tarde passo pra deixar a tarefa.
Eu: Ok, bro. Valeu pela preocupação.
F: De nada, bro.
F: Agora descansa.
Eu: Ok.
Durante a noite, não consegui pegar no sono. Consegui ouvir minha irmã gemendo lá pras 2 da madrugada, e ela gemia de um jeito... e falava umas coisas que não dava pra entender direito
S: ahhh, ahhh MMMMM MMMM mmmmmMMMMMmmmMMMMM ah ah ah ah ah AH AH
S: sim sim SIM SIM AI AI!!1 que gostosoooo sim sim sim SImmmmmmMMMMMMMMmmmmmm
S: ahhh, ahhh MMMMM MMMM mmmmmMMMMMmmmMMMMM ah ah ah ah ah AH AH
S: sim sim sim sim ASSIM ASSIM ASSIM AI!!! Que delícia, filha da puta
S: como eu queria ah AH AH AH ah como eu queria ter você dentrOOOOOOOOOOOO
Depois ela se levantou pra ir no banheiro, e uns 30 minutos depois passou pelo meu quarto. Eu, claro, fingi que tava dormindo e ouvi ela dizer "como eu te amo, Matías". Qualquer um naquela situação ia pensar que era pra mim, mas aí a minha janela dá direto pra casa do meu vizinho Matías, de 50 anos. E eu não queria acreditar que o que minha irmã disse era pra mim, e sim pro vizinho. Depois de falar isso, ela foi dormir.
No dia seguinte, acordei pra fazer café da manhã pra minha irmã, mas ela já tava comendo.
Eu: oi, Sofí
S: oi, bobão
Eu: hein?
S: ah, é assim que seu amiguinho não te chama?
Eu: chama... mas você não
S: é, tem razão, mas o que cê tá fazendo acordado?
Eu: ué, não tenho que ir pra aula?
S: claro que não
Sofia pega o celular dela e tira uma foto minha
Eu: e isso?
S: é pra avisar por que você não foi pra aula hoje e que não vai amanhã, nem eu
Eu: cê tá me dando ordens agora?
S: sim, agora quem manda sou eu, tá claro?
Eu: sim, senhora
S: cala a boca, idiota
Eu: hahahahahahaha
S: vou nessa, se cuida
Eu: ok, vai com Deus
Bom, essa manhã não teve nada demais. Fui tomar banho e fiquei lá um tempão, umas horinha mais ou menos. Quando saí, já era umas 10 da manhã e bateram na porta. Era a Maria, com o uniforme que ficava muito bem nela.
Eu: oi, e você?
M: oi, bem, vim ver meu salvador
Eu: mas não tem aula?
M: nossa turma saiu mais cedo e não passaram dever de casa
Eu: ah, que bom
M: hein... posso entrar?
Eu: claro, entra
Quer alguma coisa?
M: não, nada
E aí começamos a conversar sobre coisas bestas, sem importância. Ela me contou sobre a vida dela. da agora ex-namorada dela e o quão idiota ele era, eu contei umas paradas minhas e assim foi o resto da manhã até que chegou a hora do almoço e ela me diz:
M: uma pergunta
Eu: fala aí
M: por que você brigou com o Carlos?
Eu: é… porque ele tava te tratando mal, quase te bateu
M: só por isso?
M: ou será que você gosta de mim?
Eu: hein?
Eu: olha, Maria, isso que eu fiz, qualquer cara faria por qualquer mina
M: sabe, eu quero uma coisa
Eu: então fala, olha que eu não tô com muito…
Ela me dá um beijo daqueles que ressuscitam morto, e olha que meu amigão tava durinho por causa daquele beijo selvagem. Mas aí aconteceu uma parada. Minha irmã chegou, me viu dando um beijo na Maria e gritou, gritou com raiva e saiu correndo pro quarto dela. Enquanto isso, a Maria tava rindo da situação.
Eu: sabe, Maria, você não precisava ter feito isso
M: e por que não? Não vai me dizer que sua irmã te controla
Eu: não, ela não me controla, mas é muito ciumenta
M: sem problema, vou embora. Só mais uma coisa, ferramenta bonita, parece que é grande
Eu: hein? Ah, é…
Tentei me cobrir como dava
M: vou nessa, tchau
Fui direto pro quarto da minha irmã
Eu: Sofí, posso entrar, por favor?
S: não, some!!!
Eu: não fala comigo nesse tom que me machuca
S: e a machucada que você me fez?
Eu: que machucada, se foi só um beijo?
S: é que eu te amo
Eu: e eu também te amo, irmã
S: não, você não entende, eu não te amo como você me ama!!!!
Dá uns pontinhos no relato se vocês gostaram e comenta aí
No dia seguinte, tudo foi normal. Preparei o café da manhã, chamei minha irmã, batemos um papo e depois cada um foi para a aula. Aquele dia foi muito bom pra mim, bom, na maior parte.
No recreio, eu saí pro pátio indo pro banheiro. Depois desse rolê, voltei pra minha sala e de repente vejo a María, uma das minas mais gostosas. Era uma bomba, era tudo que você pode imaginar e mais, mas voltando. O namorado dela, um tal de Carlos, tava puxando ela pelos braços e xingando ela de um jeito agressivo, mas nada demais até que vi ele levantar a mão. Foi nesse momento que eu intervim.
Eu: Ei, ei, ei, ei.
Eu: Ei, Carlos, qual é o teu problema?
C: Não se mete.
Eu: Mas o que você queria, bater numa mulher?
C: Vaza, já falei, ou vai ser pior pra você.
Eu: É mesmo?
Nessa hora, chegaram uns caras e nos separaram. O resto do dia de aula foi uma merda, entediante pra caralho, mas beleza, faltavam só cinco minutos pro sinal tocar pra ir embora.
Riiing, riiing, riiing, riiing. Finalmente. Todo mundo saiu, mas na saída do colégio tava de novo a cena da manhã: Carlos puxando a María pelos braços. Aí intervim de novo, e nem consegui falar uma palavra, porque Carlos me deu um soco na cara, pra ser mais exato na altura da sobrancelha esquerda, que ele rachou.
M: Mas o que você tá fazendo?!
C: Cala a boca.
Eu: Cê tá louco ou o quê?
C: Isso é o que dá se meter onde não é chamado.
Nessa hora, respondi e devolvi o soco do mesmo jeito, e a porra da briga começou. Soco pra cá, soco pra lá. Mentiria se dissesse que eu tava ganhando. Na real, os dois tavam dando pena, porque ambos tinham boa condição física e resistência, e não parávamos de nos bater até que meu amigo chegou. Fabiány nos separou
F: mas o que vocês tão fazendo, par de babacas
C: cala a boca ou eu te bato também
Eu: quem você vai bater, seu acabado
F: calem a boca os dois, vocês tão fazendo papel de ridículo, BABACAS! Naquele momento, Fabián empurrou Carlo pra trás, me pegou pelo braço e me levou pra casa junto com a María. Quando chegamos, entramos e me deixaram na sala. Esperaram minha irmã, que chegou brava por eu ter demorado, mas a raiva dela passou quando me viu naquele estado.
S: Que que é isso?
S: Alguém me explica o que aconteceu, porque meu irmão tá nesse estado.
F: Ele brigou, Sofí.
M: É, ele se pegou com meu namor... com meu ex-namorado.
S: Como assim "ex", María?
M: É, ex, por causa do que ele fez, por tudo, por como deixou seu irmão.
S: Ah, já entendi. Tudo isso foi por sua culpa, né?
M: Quê? Não!! Claro que não.
S: É, claro.
F: Ei... meninas.
F: Chega, já tivemos briga demais por causa desse babaca.
M: É, você tem razão. Vou embora, depois me conta como ele fica.
F: Ok, fica tranquila.
S: Valeu, Fabi, por trazer ele.
F: De nada, me conta como ele tá depois. Preciso ir.
S: Sim, sem problema. Valeu.
S: Como é que aconteceu tudo isso, hein?
Eu: Não sei do que você tá falando, irmãzinha.
S: Como assim não sabe? Olha o estado que você tá.
Eu: Tô bem, que nem alface.
S: É, que nem alface murcha você tá. Olha só, todo moído.
Eu: Bom, não é pra tanto.
S: É sim, é pra tanto. Mas olha, sua irmãzinha vai cuidar de você.
Eu: É mesmo?
S: Tá duvidando?
Eu: Bom, é que tudo que você cuida morre.
S: Rsrs, vou tentar que isso não aconteça com você.
Eu: Ok, confio em você.
E foi assim que o dia acabou, com minha irmã grudada em mim, que não me largava um instante. Quando já tava na minha cama, vendo minhas mensagens, recebi uma do Fabián:
F: Babaca, não morreu?
Eu: Não, seu pedaço de merda.
F: Hmm, não tenho tanta sorte assim.
Eu: Pois é, parece que não.
F: Bom, agora sério.
Eu: Ok, fala.
F: Melhor você não ir pra aula amanhã. Pode rolar de novo, e aí sim você morre.
Eu: Sei lá.
F: Fica de boa em casa, que de tarde passo pra deixar a tarefa.
Eu: Ok, bro. Valeu pela preocupação.
F: De nada, bro.
F: Agora descansa.
Eu: Ok.
Durante a noite, não consegui pegar no sono. Consegui ouvir minha irmã gemendo lá pras 2 da madrugada, e ela gemia de um jeito... e falava umas coisas que não dava pra entender direito
S: ahhh, ahhh MMMMM MMMM mmmmmMMMMMmmmMMMMM ah ah ah ah ah AH AH
S: sim sim SIM SIM AI AI!!1 que gostosoooo sim sim sim SImmmmmmMMMMMMMMmmmmmm
S: ahhh, ahhh MMMMM MMMM mmmmmMMMMMmmmMMMMM ah ah ah ah ah AH AH
S: sim sim sim sim ASSIM ASSIM ASSIM AI!!! Que delícia, filha da puta
S: como eu queria ah AH AH AH ah como eu queria ter você dentrOOOOOOOOOOOO
Depois ela se levantou pra ir no banheiro, e uns 30 minutos depois passou pelo meu quarto. Eu, claro, fingi que tava dormindo e ouvi ela dizer "como eu te amo, Matías". Qualquer um naquela situação ia pensar que era pra mim, mas aí a minha janela dá direto pra casa do meu vizinho Matías, de 50 anos. E eu não queria acreditar que o que minha irmã disse era pra mim, e sim pro vizinho. Depois de falar isso, ela foi dormir.
No dia seguinte, acordei pra fazer café da manhã pra minha irmã, mas ela já tava comendo.
Eu: oi, Sofí
S: oi, bobão
Eu: hein?
S: ah, é assim que seu amiguinho não te chama?
Eu: chama... mas você não
S: é, tem razão, mas o que cê tá fazendo acordado?
Eu: ué, não tenho que ir pra aula?
S: claro que não
Sofia pega o celular dela e tira uma foto minha
Eu: e isso?
S: é pra avisar por que você não foi pra aula hoje e que não vai amanhã, nem eu
Eu: cê tá me dando ordens agora?
S: sim, agora quem manda sou eu, tá claro?
Eu: sim, senhora
S: cala a boca, idiota
Eu: hahahahahahaha
S: vou nessa, se cuida
Eu: ok, vai com Deus
Bom, essa manhã não teve nada demais. Fui tomar banho e fiquei lá um tempão, umas horinha mais ou menos. Quando saí, já era umas 10 da manhã e bateram na porta. Era a Maria, com o uniforme que ficava muito bem nela.
Eu: oi, e você?
M: oi, bem, vim ver meu salvador
Eu: mas não tem aula?
M: nossa turma saiu mais cedo e não passaram dever de casa
Eu: ah, que bom
M: hein... posso entrar?
Eu: claro, entra
Quer alguma coisa?
M: não, nada
E aí começamos a conversar sobre coisas bestas, sem importância. Ela me contou sobre a vida dela. da agora ex-namorada dela e o quão idiota ele era, eu contei umas paradas minhas e assim foi o resto da manhã até que chegou a hora do almoço e ela me diz:
M: uma pergunta
Eu: fala aí
M: por que você brigou com o Carlos?
Eu: é… porque ele tava te tratando mal, quase te bateu
M: só por isso?
M: ou será que você gosta de mim?
Eu: hein?
Eu: olha, Maria, isso que eu fiz, qualquer cara faria por qualquer mina
M: sabe, eu quero uma coisa
Eu: então fala, olha que eu não tô com muito…
Ela me dá um beijo daqueles que ressuscitam morto, e olha que meu amigão tava durinho por causa daquele beijo selvagem. Mas aí aconteceu uma parada. Minha irmã chegou, me viu dando um beijo na Maria e gritou, gritou com raiva e saiu correndo pro quarto dela. Enquanto isso, a Maria tava rindo da situação.
Eu: sabe, Maria, você não precisava ter feito isso
M: e por que não? Não vai me dizer que sua irmã te controla
Eu: não, ela não me controla, mas é muito ciumenta
M: sem problema, vou embora. Só mais uma coisa, ferramenta bonita, parece que é grande
Eu: hein? Ah, é…
Tentei me cobrir como dava
M: vou nessa, tchau
Fui direto pro quarto da minha irmã
Eu: Sofí, posso entrar, por favor?
S: não, some!!!
Eu: não fala comigo nesse tom que me machuca
S: e a machucada que você me fez?
Eu: que machucada, se foi só um beijo?
S: é que eu te amo
Eu: e eu também te amo, irmã
S: não, você não entende, eu não te amo como você me ama!!!!
Dá uns pontinhos no relato se vocês gostaram e comenta aí
6 comentários - Los Celos De Mi Hermana cap 2