Tenho uma amiga de 36 anos, vamos chamar ela de Sole, casada, que comigo tá descobrindo o quão puta ela pode ser. Ela é casada com um otário que não sabe como lidar com ela. Daqueles babacas que gozam rapidinho e nem ligam se a mulher gozou ou não. Comigo ela se soltou, curtindo coisas novas, superando tabus ou medos causados por insegurança ou pela rotina de um casamento sem fogo. Isso aconteceu nesse fim de semana de quarentena. Embora a gente venha se encontrando escondido há mais de um ano, dessa vez foi especial. Vocês já vão saber por quê. Combinamos de nos ver às 13h30, já que por causa dos horários da quarentena ela ficava sozinha até as 16h. Nossos encontros costumam ser super rápidos porque ela só se arrisca a fugir por poucos minutos, e a Sole tem a capacidade de gozar em questão de dois minutos (literalmente); o que é um problema pra mim, que quero comer ela por muito mais tempo. Voltando ao sábado, a ideia era ir direto pra cama, pedir comida e aproveitar aquele tempinho até o delivery chegar. Como eu disse, fomos direto ao que interessa. Tomamos um banho juntos, onde acariciei o corpinho pequeno e lindo dela. Preciso mencionar que ela se mantém incrivelmente bem, parece ter uns 22 anos, tranquilo. Uma bundinha pequena e empinada, e os peitinhos super firmes, com o mamilo bem pequeno e rosado. De rosto, é um anjo com uns olhões que apaixonam. Já na cama, ela adora que eu faça oral nela, comi a bucetinha delicada dela por meia hora. Nesse tempo, ela gozou três vezes, tava doida com os gritos que dava. Ela pediu um 69, o que é novidade pra ela, é a quarta ou quinta vez que a gente faz. É novo pra ela porque em anos de casamento o marido nunca conseguiu que ela fizesse oral nele. Ela me disse que tem vergonha. Ela não é muito experiente, mas saber que ela é super envergonhada, que eu a deixo vibrando de prazer do jeito que como a buceta dela, sentir ela gemer e a língua dela acariciando minha pica me deixa louco. Com tanta estimulação, ela não aguenta mais e sozinha senta na minha pica, de costas pra mim, que entra fácil porque ela já tava ensopada. Foram segundos de cavalgar de leve e veio o primeiro orgasmo dela com penetração. Ela se vira, a gente se beija carinhosamente e ela relaxa um pouco em cima de mim. De novo, começa a me cavalgar, dessa vez mais frenética, até gozar mordendo meu lábio e gritando na minha cara. Acreditem, é um espetáculo do caralho. Nessa altura, já começa a doer nela porque fica muito sensível e não tá acostumada a transar mais de 10 minutos. Nas vezes que a gente teve tempo, tenho que ser cuidadoso e dar pausas, porque senão ela realmente fica quebrada. A gente varia posições pra eu gozar, o que devo admitir que finjo demência e tento prolongar. Coloco ela de mãozinhas na parede e realmente dói, então paro com essa posição; de quatro na cama, consigo comer ela por alguns minutos, onde ela me pede por favor pra gozar e eu noto que tá doendo. Esclareço que a dor é por causa da sensibilidade dela, meu tamanho é médio. A gente faz papai e mamãe tranquilo, com muitos beijos e tentando não doer, alternando com perninhas no ombro. Nesse momento, lembro que o arrombado do marido tentou o booty nos últimos dias, segundo ela me contou, mas obviamente gozou assim que enfiou a porta. Sem dizer nada, perninhas no ombro, apoio meu pau no booty dela, esperando a reação, que foi encorajadora. Prometo cuidar dela, só peço pra ela relaxar. Viro ela de barriga pra baixo e dou uma chupada no booty pra dilatar, a primeira da vida dela, que delícia como ela gemia. Voltamos pras perninhas no ombro e tento penetrar, obviamente assustada, foi difícil, mas entrou, comi super de leve e ela ficou toda excitada. Ela me pede pra montar de novo e me dá mais duas gozadas, ensopando meu pau com os fluidos dela. Nessa cavalgada dela, brinquei com os dedos no booty dela. Ela me pede pra, por favor, agora gozar, e eu proponho booty de novo com ela sentada em mim. Eu só tive que enfiar a porta no booty dela, entrar só um pouco e deixar ela aproveitar. Doía, mas ela foi empurrando sozinha pra enfiar bem fundo no booty, eu só ajudava lubrificando com saliva. A carinha linda dela expressando dor misturado com prazer, me deixava louco. Já com bastante da minha pica dentro, ficamos parados até que ela estivesse totalmente dilatada e eu pudesse comê-la devagar. Ela ficou super excitada de novo e sozinha se masturbou para me dar uma última gozada. Nessa altura, eu já estava mais que feliz. Imagina desvirgar aquela bunda aos 35 anos e ela ter curtido daquele jeito. Fui o primeiro que comeu a bunda dela aos 35!!!!!! A quantidade de otários que ela deve ter tido na vida sexual que não souberam fazê-la aproveitar coisas novas. Sugeri continuar a bunda de conchinha, mas ela estava dolorida e não quis. Por isso, comi ela na buceta por alguns minutos buscando minha gozada, que consegui entre seus gritos de prazer e dor. Dormimos alguns minutos e ela pulou da cama correndo para tomar banho, porque queria ficar tranquila quando o parceiro chegasse. Talvez minha história seja chata, mas o fato de levá-la por caminhos novos nas nossas fodas e coroar esse fim de semana com a estreia daquela bunda linda, de uma mulher tão submissa na cama e conseguir tirar aquela puta de dentro dela me deixa louco. Tomara que eu tenha mais oportunidades de meter na bundinha dela com calma. Hoje ela confessou que queria a gozada na bundinha e um dia na boca.
3 comentários - Casada desperdiciada ....