Continuando minhas aventuras com a Marlene, a mãe do Max, hoje vou contar a última noite que passei com ela — uma noite muito gostosa de sexo e masoquismo, mas também a noite que acabou com uma amizade e talvez destruiu uma família!
No último relato, contei quando comi ela na cozinha dela durante a festa de Natal e, enquanto fodía ela bem gostoso, o marido corno vigiava a porta pra ninguém nos descobrir. Tudo foi muito gostoso, mas naquele dia, o Max desconfiou que algo não estava certo e, mesmo eu tendo comido a mãe dele de madrugada, ele ficou com uma pulga atrás da orelha.
Marlene e eu continuávamos torturando o velho. A gente transava agora enquanto ele comia ou via TV. Marlene era mais sem vergonha e tratava ele como lixo de verdade. E, embora eu curtisse ver a cara de perdedor dele, admito que no fundo me sentia mal, porque ele era o pai do meu amigo de infância e talvez não merecesse aquilo!
Mas já era tarde. Eu estava tão metido nessa tortura mental que só cumpria meu papel de garanhão. Naquela noite, combinei com Marlene de dar um show do caralho pro marido dela — um show masoquista. Ela sempre quis ser dominada, levada no cu e humilhada, e eu ia realizar a fantasia dela!
Cheguei na hora certa. Quando cheguei, Marlene já me esperava num roupão vermelho jeans, cabelo solto e perfumada. A gente se beijou como de costume, e eu deixei minha mochila com os instrumentos que usaria pra fantasia dela no sofá da sala.
E, sem perder mais tempo, a gente se beijou e começou o amasso gostoso. Minhas mãos acariciavam aquelas pernas que me deixam louco. Ela acariciava meu pau por cima da calça!
M: — Tenho uma surpresa pra você, gato!
L: — É? Qual?
Ela se levantou na minha frente e tirou o roupão. Um espetacular conjunto de couro tipo lingerie colado no corpo escultural dela apareceu. Meu pau reagiu, subindo na hora. Ela, me olhando toda safada, se ajoelhou, tirou meu amigo da calça e começou a me dar um boquete do caralho!
L: — Uh! Como você tá gostoso, uhm!
M: — Tá gostando? Escolhi pra você Pra você, pra essa noite!
L: Uhm, genial, combina com meus instrumentos!
Marlene engolia de forma espetacular minha rola dura, acariciava e puxava com força, depois sumia na boca dela como se fosse uma anaconda, mordia minha cabeça, tava se esbaldando com minha rola dura!
L: Assim mesmo, gostosa, uf!!
M: Uhm, que rola gostosa, adoro!
Agora segurando ela pela nuca, eu fodia a boca dela com violência, tava desesperado, ela mal respirava, mas isso não me impedia de continuar afogando ela com minha rola, eu tava no limite, super excitado, tanto que não aguentei mais e enchi a boca gostosa dela com meu leite quente!
L: Ah, sim, ah!!!!
M: Uhm!!! Mmm!!!
Fiquei satisfeito, ela limpava meu leite do rosto dela e me pegou pela mão, me levando pro quarto!
M: Que gozada gostosa, adoro seu sabor!
L: E o corno?
M: É pra lá que vamos, ele tá nos esperando!
Entramos no quarto dela e no canto tava o marido, amarrado numa cadeira, suado e meio com medo, olhava pra gente e acho que queria gritar, olhei pra Marlene e ela tava com um sorriso de orelha a orelha, malvado, pronta pra tudo!
V: O que vão fazer comigo?
M: Nada com você, na verdade, você vai ver o que vão fazer comigo!
Esse foi o sinal, Marlene se virou e me olhou com um sorrisão, e a gente começou a se beijar, nossas línguas se enroscavam e minhas mãos agarravam as bundas gostosas e carnudas dela, o velho só olhava a esposa se entregando pra mim!
Ela tirou minha camiseta e começou a lamber e morder meus mamilos, as mãos dela percorriam meu corpo todo, verdade, ela me deixou super excitado, que gostoso era sentir a língua dela no meu corpo, ela baixou minha calça e, mesmo minha rola ainda não estando dura, ela acariciava e beijava olhando pro marido!
Com o fervor nos olhos do corno, ela voltou a me chupar, as chupadas dela eram magníficas, como boa cúmplice eu apertava a cabeça dela e olhava desafiante pro pai do meu amigo Max!
L: Olha!! Que gostoso ela engole a esposa amada de você!
Entre provocações e sarcasmo, comecei o jogo jogo psicológico contra o pai do Max, enquanto isso a Marlene continuava se afogando com meu pau!
Assim que ele ficou duro, começou o jogo. Tirei uma algema da minha mochila, coloquei as mãos dela nas costas e algemei. Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela, transformando-a na minha mascote. O cuck só olhava, entre surpreso e apavorado, enquanto eu continuava tirando meus brinquedos sexuais. Um chicote, um apertador de bico, umas bolas anais e uma vela pequena, tudo pronto pra começar a sodomizar a mãe do Max na frente do marido dela!
M: Agora você vai ver o que ele vai fazer comigo!
L: É, aproveita o show, velho!
Comecei jogando ela na cama de bruços e, molhando a mão, comecei a dar palmadas, mas palmadas fortes, com violência. A Marlene gritava, e o velho também. Isso me excitou, e agora com as duas mãos eu batia nas bundas carnudas dela com tanta força que estavam vermelhas, quase se rasgando!
M: Ah!! Meu Deus, ah!!
L: Que bunda gostosa, olha, velho, como a bunda fica vermelha, olha!
Coloquei ela de quatro e peguei meu chicote. Coloquei na boca dela, e ela começou a lamber como se fosse um pau. Eu acariciava os peitos duros dela, e ela continuava lambendo o chicote até deixar ele molhado e pronto pra usar!
Abri o zíper do negligé de couro sensual dela, deixando as costas sensuais à mostra. Comecei a beijar e lamber, percorrendo do pescoço até onde começam as nádegas. Ela respirava ofegante, o cuck só observava. Então, com muita força, dei a primeira chicotada!
M: Ai!!!! Minhas costas!
Uma, duas, três chicotadas. Ela já suava. A cada golpe, ela soltava um grito, e o cuck marido também!
V: Deixa ela, filho da puta, deixa!
L: Quer que eu pare já?
M: Não!!!! Continua, ah!!
Uma e outra vez, puxava o cabelo dela e batia na bunda, que já estava com feridas. Com minha língua, lambia a orelha dela, e meus dedos também brincavam na buceta dela, molhada de tesão!
Depois de bater nela com o chicote, peguei ela Peguei ela pelos cabelos e levantei, dando um beijão com mordida incluída. Ela me mordia tão forte que saía sangue do meu lábio, e num ato safado, ela lambia com a língua. A mina tava doida, sim!
Por outro lado, o cuck, entre soluços e raiva, olhava as cenas dignas de qualquer filme hardcore!
Deitei ela na cama, ela sentiu um alívio ao descansar as costas cheias de arranhões. Comecei a lamber a buceta gostosa dela e os peitos lindos, ela acariciava minha cabeça e curtia como eu tava comendo ela. Minha língua entrava e saía, eu mordia o clitóris dela e mordia a parte interna das coxas, chupava os peitos dela com desespero e depois beijava de língua enquanto ela me abraçava com as pernas gostosas dela.
Peguei os apertadores de bico e coloquei de uma vez, ela gritou ao sentir aquele aparelho apertando. Eu continuei comendo a buceta gostosa dela, ela tava tão excitada com tudo que começou a gozar como uma chuva, não era dourada, mas parecia um penhasco de puro prazer!
M: Ah, papai, ahn, que gostoso!!
L: Marlene, sério, que deusa você é!
M: Ah, que gostoso, ahn!!
L: E isso é só o começo!
Enquanto ela continuava com os bicos apertados e eu arrumava as bolas anais, ela dançava sensual pro velho. Sério, parecia uma sala de tortura ou de seita estranha. O velho só olhava pra Marlene, ela colocou os peitos na cara dele enquanto sussurrava:
M: Sei que você gosta, esse sempre foi seu desejo!
Ele não dizia nada, só passava a língua no corpo suado de Marlene. Aí peguei ela pelo braço e comecei a beijar, deitei ela na cama, acendi a vela. Ela, olhando pro marido, só aceitava o que eu fazia com ela!
Peguei a vela e comecei a pingar cera quente nas coxas gostosas dela, passei pelo lado direito deixando o líquido quente cair. Ela gritava e se contorcia, mas não tirava os olhos do marido cuck!
Passei a língua nas costas arranhadas dela e também deixei cair cera. Ela gemia gostoso, me deixou hipnotizado, até hoje não sei por que topei aquilo, mas naquele momento eu tava a mil!
Virei ela de barriga pra cima de novo e arranquei o prendedor de bico na violência, ela gritou tão gostoso que meu pau endureceu ainda mais, abri as pernas dela e comecei a penetrar devagar, fazia com cuidado enquanto minha língua aliviava a dor dos bicos dela com chupadas!
Marlene pegou a vela e começou a derramar cera nas minhas costas, isso me deixou louco, minhas estocadas foram aumentando, eu segurava os braços dela e me empurrava com força, ela gemia e continuava me queimando, e até começou a me arranhar, praticamente lacerando minhas costas todas!
M: Ah, sim, assim me come, que gostoso, uhm!
L: Isso, assim, gata, que gostoso!
M: Uhm, amor, você é o melhor, me come, me come!
L: Marlene, que gostoso, isso é o paraíso!
Deitei na cama e Marlene começou a me cavalgar, fazia muito gostoso, os movimentos circulares dela apertavam meu pau fenomenalmente, o marido dela suando e claramente excitado só olhava a mulher dele me dando um sexo do caralho!
L: Isso!!! Amor maduro, agh!
M: Me come, agh, que gostoso, enfia teu pau em mim, papai!!
Entre os diálogos e os movimentos, a cena era espetacular, Marlene arranhava meu peito, derrubava cera em mim deixando meu peito todo vermelho e me dava tapas, puxava meu cabelo levantando minha cabeça e batendo ela na cama, enquanto eu arranhava as coxas dela e puxava o cabelo dela, dando uns tapas nela de vez em quando, que sexo masoquista gostoso eu tava tendo com a mãe do Max!
M: Ah!!! Luisinho, que gostoso uhm!!
L: Sua puta!!! De quem você é?
M: Sua, papai, sua!!
L: Ouviu, cuck, agora sua mulher é minha!!
M: Sou sua, uhm, ah, uf!!!
O cuck só olhava a mulher dele me dando uma cavalgada do caralho, a gente se beijava, continuava se submetendo um ao outro, entre porradas e estocadas, a gente tava levando isso pra outro nível, um nível que não tava nos meus planos!
V: Já!!! Parem com essa loucura!
L: Nem fodendo, sua velha agora é minha puta e você tem que ver isso que delícia que você tá perdendo!
V: E se chegar alguém, para com isso!
M: Cala a boca! Deixa eu foder gostoso!!
Marlene se virou e se deixava cair gostosão pra caralho, eu com meus dedos acariciava o clitóris e o cu dela, ela parecia uma minhoca em cima de mim, se empalando gostoso, arranhava as costas dela, rasgando mais ainda, o corno gritava, Marlene também e eu, possuído pela loucura, batia nas coxas e na bunda da mãe do meu melhor amigo!
M: Mais, enfia mais fundo, vou gozar, gatinho!!
L: ISSO, continua assim e me faz gozar, mamãe!
M: Ah, que gostoso é foder com você, uhm!!
L: Você é o melhor, uhm, deus!!!
Os movimentos perfeitos dela e a minha aceleração fizeram a gente gozar num orgasmo maravilhoso, eu puxava os cabelos dela e mordia os peitos, ela fincava as unhas e me mordia, era o orgasmo das nossas vidas!
M: Ah!!! Que gostoso, uhm, isso, assim, uhm!
L: Ah, Marlene, que gostoso, ah!!
M: Deus, uhm, nunca senti isso, deus!!!
L: Eu também não, ah!!!
Ficamos deitados, cheios de feridas e de prazer, Marlene ficou deitada, eu levantei e peguei um lubrificante da minha mochila, com ele comecei a cobrir as bolas anais, ela me olhava sorrindo e disse pro corno dela:
M: Agora você vai ver como vão destruir meu cu!
Ela se deitou de bruços e eu me aproximei devagar, comecei a beijar aquela bunda gostosa, machucada e arranhada, mas ainda era uma delícia, minha língua lambia os ferimentos e se perdia no meio daquele rabão, minhas mãos acariciavam as coxas dela que eu tanto amava, o corno olhava atento e Marlene gemia e gemia!
Naquele momento, não liguei pro Max, nem pro pai dele, nem pra ninguém, só queria comer a mãe dele, ela já tava perdida num mar de sexo e pronta pra gozar com o marido!
Mas eu tava decidido a sodomizar ela na frente do marido, mas nunca imaginei o que ia acontecer no final!
No último relato, contei quando comi ela na cozinha dela durante a festa de Natal e, enquanto fodía ela bem gostoso, o marido corno vigiava a porta pra ninguém nos descobrir. Tudo foi muito gostoso, mas naquele dia, o Max desconfiou que algo não estava certo e, mesmo eu tendo comido a mãe dele de madrugada, ele ficou com uma pulga atrás da orelha.
Marlene e eu continuávamos torturando o velho. A gente transava agora enquanto ele comia ou via TV. Marlene era mais sem vergonha e tratava ele como lixo de verdade. E, embora eu curtisse ver a cara de perdedor dele, admito que no fundo me sentia mal, porque ele era o pai do meu amigo de infância e talvez não merecesse aquilo!
Mas já era tarde. Eu estava tão metido nessa tortura mental que só cumpria meu papel de garanhão. Naquela noite, combinei com Marlene de dar um show do caralho pro marido dela — um show masoquista. Ela sempre quis ser dominada, levada no cu e humilhada, e eu ia realizar a fantasia dela!
Cheguei na hora certa. Quando cheguei, Marlene já me esperava num roupão vermelho jeans, cabelo solto e perfumada. A gente se beijou como de costume, e eu deixei minha mochila com os instrumentos que usaria pra fantasia dela no sofá da sala.
E, sem perder mais tempo, a gente se beijou e começou o amasso gostoso. Minhas mãos acariciavam aquelas pernas que me deixam louco. Ela acariciava meu pau por cima da calça!
M: — Tenho uma surpresa pra você, gato!
L: — É? Qual?
Ela se levantou na minha frente e tirou o roupão. Um espetacular conjunto de couro tipo lingerie colado no corpo escultural dela apareceu. Meu pau reagiu, subindo na hora. Ela, me olhando toda safada, se ajoelhou, tirou meu amigo da calça e começou a me dar um boquete do caralho!
L: — Uh! Como você tá gostoso, uhm!
M: — Tá gostando? Escolhi pra você Pra você, pra essa noite!
L: Uhm, genial, combina com meus instrumentos!
Marlene engolia de forma espetacular minha rola dura, acariciava e puxava com força, depois sumia na boca dela como se fosse uma anaconda, mordia minha cabeça, tava se esbaldando com minha rola dura!
L: Assim mesmo, gostosa, uf!!
M: Uhm, que rola gostosa, adoro!
Agora segurando ela pela nuca, eu fodia a boca dela com violência, tava desesperado, ela mal respirava, mas isso não me impedia de continuar afogando ela com minha rola, eu tava no limite, super excitado, tanto que não aguentei mais e enchi a boca gostosa dela com meu leite quente!
L: Ah, sim, ah!!!!
M: Uhm!!! Mmm!!!
Fiquei satisfeito, ela limpava meu leite do rosto dela e me pegou pela mão, me levando pro quarto!
M: Que gozada gostosa, adoro seu sabor!
L: E o corno?
M: É pra lá que vamos, ele tá nos esperando!
Entramos no quarto dela e no canto tava o marido, amarrado numa cadeira, suado e meio com medo, olhava pra gente e acho que queria gritar, olhei pra Marlene e ela tava com um sorriso de orelha a orelha, malvado, pronta pra tudo!
V: O que vão fazer comigo?
M: Nada com você, na verdade, você vai ver o que vão fazer comigo!
Esse foi o sinal, Marlene se virou e me olhou com um sorrisão, e a gente começou a se beijar, nossas línguas se enroscavam e minhas mãos agarravam as bundas gostosas e carnudas dela, o velho só olhava a esposa se entregando pra mim!
Ela tirou minha camiseta e começou a lamber e morder meus mamilos, as mãos dela percorriam meu corpo todo, verdade, ela me deixou super excitado, que gostoso era sentir a língua dela no meu corpo, ela baixou minha calça e, mesmo minha rola ainda não estando dura, ela acariciava e beijava olhando pro marido!
Com o fervor nos olhos do corno, ela voltou a me chupar, as chupadas dela eram magníficas, como boa cúmplice eu apertava a cabeça dela e olhava desafiante pro pai do meu amigo Max!
L: Olha!! Que gostoso ela engole a esposa amada de você!
Entre provocações e sarcasmo, comecei o jogo jogo psicológico contra o pai do Max, enquanto isso a Marlene continuava se afogando com meu pau!
Assim que ele ficou duro, começou o jogo. Tirei uma algema da minha mochila, coloquei as mãos dela nas costas e algemei. Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela, transformando-a na minha mascote. O cuck só olhava, entre surpreso e apavorado, enquanto eu continuava tirando meus brinquedos sexuais. Um chicote, um apertador de bico, umas bolas anais e uma vela pequena, tudo pronto pra começar a sodomizar a mãe do Max na frente do marido dela!
M: Agora você vai ver o que ele vai fazer comigo!
L: É, aproveita o show, velho!
Comecei jogando ela na cama de bruços e, molhando a mão, comecei a dar palmadas, mas palmadas fortes, com violência. A Marlene gritava, e o velho também. Isso me excitou, e agora com as duas mãos eu batia nas bundas carnudas dela com tanta força que estavam vermelhas, quase se rasgando!
M: Ah!! Meu Deus, ah!!
L: Que bunda gostosa, olha, velho, como a bunda fica vermelha, olha!
Coloquei ela de quatro e peguei meu chicote. Coloquei na boca dela, e ela começou a lamber como se fosse um pau. Eu acariciava os peitos duros dela, e ela continuava lambendo o chicote até deixar ele molhado e pronto pra usar!
Abri o zíper do negligé de couro sensual dela, deixando as costas sensuais à mostra. Comecei a beijar e lamber, percorrendo do pescoço até onde começam as nádegas. Ela respirava ofegante, o cuck só observava. Então, com muita força, dei a primeira chicotada!
M: Ai!!!! Minhas costas!
Uma, duas, três chicotadas. Ela já suava. A cada golpe, ela soltava um grito, e o cuck marido também!
V: Deixa ela, filho da puta, deixa!
L: Quer que eu pare já?
M: Não!!!! Continua, ah!!
Uma e outra vez, puxava o cabelo dela e batia na bunda, que já estava com feridas. Com minha língua, lambia a orelha dela, e meus dedos também brincavam na buceta dela, molhada de tesão!
Depois de bater nela com o chicote, peguei ela Peguei ela pelos cabelos e levantei, dando um beijão com mordida incluída. Ela me mordia tão forte que saía sangue do meu lábio, e num ato safado, ela lambia com a língua. A mina tava doida, sim!
Por outro lado, o cuck, entre soluços e raiva, olhava as cenas dignas de qualquer filme hardcore!
Deitei ela na cama, ela sentiu um alívio ao descansar as costas cheias de arranhões. Comecei a lamber a buceta gostosa dela e os peitos lindos, ela acariciava minha cabeça e curtia como eu tava comendo ela. Minha língua entrava e saía, eu mordia o clitóris dela e mordia a parte interna das coxas, chupava os peitos dela com desespero e depois beijava de língua enquanto ela me abraçava com as pernas gostosas dela.
Peguei os apertadores de bico e coloquei de uma vez, ela gritou ao sentir aquele aparelho apertando. Eu continuei comendo a buceta gostosa dela, ela tava tão excitada com tudo que começou a gozar como uma chuva, não era dourada, mas parecia um penhasco de puro prazer!
M: Ah, papai, ahn, que gostoso!!
L: Marlene, sério, que deusa você é!
M: Ah, que gostoso, ahn!!
L: E isso é só o começo!
Enquanto ela continuava com os bicos apertados e eu arrumava as bolas anais, ela dançava sensual pro velho. Sério, parecia uma sala de tortura ou de seita estranha. O velho só olhava pra Marlene, ela colocou os peitos na cara dele enquanto sussurrava:
M: Sei que você gosta, esse sempre foi seu desejo!
Ele não dizia nada, só passava a língua no corpo suado de Marlene. Aí peguei ela pelo braço e comecei a beijar, deitei ela na cama, acendi a vela. Ela, olhando pro marido, só aceitava o que eu fazia com ela!
Peguei a vela e comecei a pingar cera quente nas coxas gostosas dela, passei pelo lado direito deixando o líquido quente cair. Ela gritava e se contorcia, mas não tirava os olhos do marido cuck!
Passei a língua nas costas arranhadas dela e também deixei cair cera. Ela gemia gostoso, me deixou hipnotizado, até hoje não sei por que topei aquilo, mas naquele momento eu tava a mil!
Virei ela de barriga pra cima de novo e arranquei o prendedor de bico na violência, ela gritou tão gostoso que meu pau endureceu ainda mais, abri as pernas dela e comecei a penetrar devagar, fazia com cuidado enquanto minha língua aliviava a dor dos bicos dela com chupadas!
Marlene pegou a vela e começou a derramar cera nas minhas costas, isso me deixou louco, minhas estocadas foram aumentando, eu segurava os braços dela e me empurrava com força, ela gemia e continuava me queimando, e até começou a me arranhar, praticamente lacerando minhas costas todas!
M: Ah, sim, assim me come, que gostoso, uhm!
L: Isso, assim, gata, que gostoso!
M: Uhm, amor, você é o melhor, me come, me come!
L: Marlene, que gostoso, isso é o paraíso!
Deitei na cama e Marlene começou a me cavalgar, fazia muito gostoso, os movimentos circulares dela apertavam meu pau fenomenalmente, o marido dela suando e claramente excitado só olhava a mulher dele me dando um sexo do caralho!
L: Isso!!! Amor maduro, agh!
M: Me come, agh, que gostoso, enfia teu pau em mim, papai!!
Entre os diálogos e os movimentos, a cena era espetacular, Marlene arranhava meu peito, derrubava cera em mim deixando meu peito todo vermelho e me dava tapas, puxava meu cabelo levantando minha cabeça e batendo ela na cama, enquanto eu arranhava as coxas dela e puxava o cabelo dela, dando uns tapas nela de vez em quando, que sexo masoquista gostoso eu tava tendo com a mãe do Max!
M: Ah!!! Luisinho, que gostoso uhm!!
L: Sua puta!!! De quem você é?
M: Sua, papai, sua!!
L: Ouviu, cuck, agora sua mulher é minha!!
M: Sou sua, uhm, ah, uf!!!
O cuck só olhava a mulher dele me dando uma cavalgada do caralho, a gente se beijava, continuava se submetendo um ao outro, entre porradas e estocadas, a gente tava levando isso pra outro nível, um nível que não tava nos meus planos!
V: Já!!! Parem com essa loucura!
L: Nem fodendo, sua velha agora é minha puta e você tem que ver isso que delícia que você tá perdendo!
V: E se chegar alguém, para com isso!
M: Cala a boca! Deixa eu foder gostoso!!
Marlene se virou e se deixava cair gostosão pra caralho, eu com meus dedos acariciava o clitóris e o cu dela, ela parecia uma minhoca em cima de mim, se empalando gostoso, arranhava as costas dela, rasgando mais ainda, o corno gritava, Marlene também e eu, possuído pela loucura, batia nas coxas e na bunda da mãe do meu melhor amigo!
M: Mais, enfia mais fundo, vou gozar, gatinho!!
L: ISSO, continua assim e me faz gozar, mamãe!
M: Ah, que gostoso é foder com você, uhm!!
L: Você é o melhor, uhm, deus!!!
Os movimentos perfeitos dela e a minha aceleração fizeram a gente gozar num orgasmo maravilhoso, eu puxava os cabelos dela e mordia os peitos, ela fincava as unhas e me mordia, era o orgasmo das nossas vidas!
M: Ah!!! Que gostoso, uhm, isso, assim, uhm!
L: Ah, Marlene, que gostoso, ah!!
M: Deus, uhm, nunca senti isso, deus!!!
L: Eu também não, ah!!!
Ficamos deitados, cheios de feridas e de prazer, Marlene ficou deitada, eu levantei e peguei um lubrificante da minha mochila, com ele comecei a cobrir as bolas anais, ela me olhava sorrindo e disse pro corno dela:
M: Agora você vai ver como vão destruir meu cu!
Ela se deitou de bruços e eu me aproximei devagar, comecei a beijar aquela bunda gostosa, machucada e arranhada, mas ainda era uma delícia, minha língua lambia os ferimentos e se perdia no meio daquele rabão, minhas mãos acariciavam as coxas dela que eu tanto amava, o corno olhava atento e Marlene gemia e gemia!
Naquele momento, não liguei pro Max, nem pro pai dele, nem pra ninguém, só queria comer a mãe dele, ela já tava perdida num mar de sexo e pronta pra gozar com o marido!
Mas eu tava decidido a sodomizar ela na frente do marido, mas nunca imaginei o que ia acontecer no final!
1 comentários - Mãe do Max VI: sadomasoquismo