Por El Probador
Uns anos atrás, eu gostava de jogar jogos de estratégia online e passava muito tempo em um em particular. Lá conheci muita gente com quem compartilhava camaradagem e batalhas, fazendo parte do mesmo clã. Entre todos os membros do meu clã, tinha uma jogadora que, além de ser muito boa no jogo e ser minha "vizinha" na minha vila virtual, nos fóruns era muito simpática e tínhamos gostos parecidos, então me animei a mandar mensagens privadas pra conhecê-la um pouco melhor. No começo, as mensagens eram as típicas desse tipo de jogo (pedindo recursos, ajuda com a vila, etc), mas logo começamos a nos entender e as conversas ficaram mais pessoais, tipo perguntar nomes reais, profissões, etc. Como naquela época a rede social mais famosa era o Messenger, um dia criei coragem e pedi o e-mail dela pra continuar as conversas por lá, já que o jogo não era o melhor lugar pra falar de coisas pessoais. Ela topou. Demorou uns dois dias pra me chamar porque estava numa viagem de trabalho, mas os dias passaram e o que começou como umas conversas bestas entre jogadores virou uma amizade cada vez mais íntima; passávamos noites inteiras jogando enquanto comentávamos o dia e planos pro verão que tava chegando. Numa dessas conversas, perguntei a cidade dela e descobri que morávamos relativamente perto; com o tempo percebi que cada vez que falava com ela, esquecia por um tempo meus problemas e ela alegrava meus dias, a gente se divertia pra caralho juntos. Um belo dia resolvi me jogar de cabeça e inventei uma suposta viagem pra cidade dela, a trabalho; perguntei se ela gostaria de se encontrar, e ela demorou pra responder... demorou o suficiente pra eu me arrepender de ter perguntado e falei pra esquecer, que não queria deixar ela desconfortável. Ela disse que não estava acostumada com essas coisas e falei pra ela que era só tomar um café e me mostrar algum ponto turístico, que não tava querendo pedir ela em namoro nem nada parecido... só se conhecer pessoalmente e ter a mesma putaria que a gente tinha toda noite na internet, sem compromisso nenhum porque não queria que ela se sentisse pressionada a sair comigo. Parece que ela curtiu a ideia e topou. Um mês depois, tava na cidade dela com a desculpa de buscar um pacote pessoalmente pro meu trampo e combinamos de nos encontrar numa cafeteria no centro; ela era muito envergonhada e quase não tinha me mandado umas duas fotos onde mal dava pra adivinhar os traços físicos dela, além de um cabelão escuro brilhante e uma pele branca... Tava tão nervoso que cheguei 15 minutos antes nesse encontro e sentei na mesa de onde dava pra ver melhor a porta; entraram várias minas jovens que pareciam com a que eu esperava, mas nenhuma chegou perto da minha mesa. Comecei a pensar que essa mulher era na verdade um homem que tinha tirado uma onda comigo e que em alguma conversa por telefone que a gente teve, seria a namorada ou a irmã dele que se passava pela dona daquilo e, quando já tava começando a me sentir um idiota, a Ana apareceu. Naquele momento percebi que a mulher que vinha na minha direção dava um banho na da foto. A Ana era morena, com um cabelão caindo sobre as bochechas coradas; os olhos castanhos dela cravaram nos meus e me tocaram a alma, enquanto os lábios carnudos dela esboçaram um sorriso que deixava ver uma dentadura perfeita. O corpo dela era escultural, coberto por uma calça jeans bem apertada e uma camisa branca cujos botões de cima estavam desabotoados e deixavam bastante pra imaginação... não acreditava que uma gostosa daquelas tinha cruzado meu caminho, nem nos meus melhores sonhos eu poderia ter uma mulher assim.
Não sabíamos se nos cumprimentávamos com dois beijos ou nos fundíamos num abraço, dado o tempo que estávamos conversando... optamos pela segunda opção. Aquela tarde foi maravilhosa, ela me mostrou a cidade e nós dois percebemos que nossa relação ia além de conversas pela internet, até que chegou a noite daquele sábado e, portanto, a hora de jantar. Eu tinha me dado ao trabalho de procurar um restaurante com boas referências e a convidei para jantar, depois fomos tomar uns drinques e, entre uma música e outra, acabamos nos beijando... tudo acontecia tão rápido... Convidei ela para o meu quarto no hotel e foi aí que a magia se quebrou, já que ela me disse que não podia mais manter a mentira e que não podia vir comigo. Imaginei que ela tivesse namorado e que eu era só um passatempo para aquela noite, mas queria estar com ela, então falei que pelo menos ela viesse e, sem medo nenhum, me contasse toda a verdade tomando o último drinque no meu quarto... se aquela amizade tivesse que acabar naquela noite, que pelo menos fosse conversando, como duas pessoas adultas. Ana hesitou por alguns segundos e no fim aceitou vir comigo. No caminho, puxei o assunto do jogo, para não deixá-la desconfortável, mas ao chegar no quarto, tentei beijá-la pela última vez e ela me disse que eu não podia querer uma pessoa como ela, pois ela não era como eu achava que era; não entendi direito, mas com o melhor dos meus sorrisos, peguei as mãos dela entre as minhas e as beijei, dizendo o quanto eu me divertia com ela, o quanto ela era importante pra mim e que, mesmo não podendo dizer se estava apaixonado por ela, eu sabia que naquela noite queria passá-la nos braços dela. Ela soltou uma lágrima, acariciou minha bochecha e me beijou na testa, dizendo que ninguém nunca tinha dito algo tão bonito e sincero pra ela; eu aproveitei a situação e devolvi aquele beijo, mas nos lábios. Aquilo virou um duelo de carícias e línguas que percorriam bocas e pescoços, dois corpos quentes que buscavam carícias, beijos, línguas... Nos abraçamos e pude sentir o calor dela; ela se Ela se apressou pra tirar minha camiseta e deixar meu peito à mostra, acariciando e beijando cada poro, enquanto eu tentava em vão desabotoar a camisa dela. Ela me empurrou e eu caí de costas na cama, virando espectador de um striptease em que ela tirou a camisa e o sutiã, pra depois se deitar em cima de mim e a gente se fundir em outro beijo longo. Na sequência, ela tirou minha calça e se deparou com um pau duro que parecia que ia explodir, roçou ele com as mãos e eu senti que não ia demorar muito pra gozar, então segurei as mãos dela e falei que queria mais beijos.
Habilmente, rolei até gozar por cima do corpo dela; minha língua e lábios percorreram cada centímetro do pescoço e dos peitos dela, brinquei de mordiscar e beliscar aqueles mamilos eretos que faziam aquela mulher gemer e arquear as costas de um jeito que eu nunca tinha visto. Foi aí que decidi descer mais, e, me entretendo na barriga lisa dela, desabotoei com facilidade o cinto e o botão que me separavam da calcinha dela. Nessa hora, os gemidos pararam e a Ana sentou rápido, colocou as mãos na calça, me impedindo de continuar; eu, que não queria forçar nada, me ajoelhei e perguntei se ela tava bem, se queria continuar, deixando claro que os limites eram dela. Nesse momento, ela começou a chorar e saiu correndo pro banheiro. Demorei um pouco pra me recompor e entender aquela indireta sutil que ela tinha me dado antes de começarmos a nos despir: a Ana não era uma mulher, pelo menos, não uma mulher completa. Aquilo foi um choque pra mim, porque nunca tinha enfrentado algo assim; foi um turbilhão de emoções e uma briga interna... uma parte de mim não queria continuar com aquilo, mas tinha outra parte que queria amar aquela mulher naquela noite.
Caminhei até o banheiro e bati na porta; como só ouvia os soluços dela, pedi por favor que abrisse a porta e voltasse pra cama, que a gente podia conversar como adultos que éramos. Ela demorou uns segundos pra abrir e, sem olhar na minha cara, caminhou devagar e sentou, ainda semi-nua, na beira da cama. Eu me ajoelhei na frente dela e expliquei que ela não precisava ter medo. Falei que eu não sentia atração por um corpo, mas por um caráter, um jeito de ser que me deixou louco, a ponto de querer ir até o fim. A Ana me olhou e me beijou, começamos outra brincadeira de carícias que rapidamente deixaram meu pau duro de novo. A Ana tirou a calça e eu pude ver o volume dela por baixo do tecido da calcinha; aquela imagem foi estranha, mas aquela estranheza me atraía ainda mais. Enquanto eu pensava no que estava vivendo naquele exato momento, Ana beijou meus lábios e terminou de me despir, se jogando como uma fera no meu pau, que pedia atenção. Um simples roçar da língua dela me deu uma corrente de prazer que sacudiu meu corpo inteiro, e me apressei em dizer que não queria gozar tão cedo, pedido ao qual ela respondeu com um beijo na boca e um "não se preocupa, meu amor, ainda temos muita noite pela frente", voltando àquele boquete que tinha pausado pra atender meu pedido.
A língua dela passou devagar pela minha cabeça, fazendo círculos; de repente, meu pau sumiu na boca dela e a sucção dela me deu arrepios no corpo todo, dava pra ver que ela sabia o que tava fazendo. Nunca na minha vida eu tinha tido uma amante que me desse prazer oral igual a Ana tava me dando, ela subia e descia com a língua, pegando toda a grossura e o comprimento da minha ferramenta, enquanto me encarava bem nos olhos e eu podia ver e sentir cada pulsação, cada arrepio... Avissei que ia gozar, mas ela piscou um olho e continuou chupando... tive o orgasmo mais intenso da minha vida, soltando uma quantidade tão grande de porra que molhei a boca e o rosto dela inteiro, derramando meu leite nos peitos dela. Ela engoliu sem hesitar e limpou meu pau até deixar brilhando, depois foi pro banheiro terminar de se limpar e eu caí exausto na cama, com um sorriso enorme e ainda me perguntando como tinha chegado até ali.
Quando a Ana voltou, se deitou do meu lado e me beijou com carinho; eu me senti na obrigação de retribuir aquele favor sexual e parti pra cima de novo com beijos e carícias, com mordidas nos mamilos e lambidas no pescoço, enquanto minhas mãos desciam devagar pelo corpo dela, até roçar, por cima do tecido, aquele pau duro que pedia pra ser solto. Ana pediu de novo pra eu parar, porque não queria me ver fazendo algo que eu não quisesse. Fui sincero e falei que sem pressa, que não tava acostumado com aquilo, mas que queria tentar... aos poucos, mas tentar. Ela sorriu e afastou as mãos, então eu me coloquei por cima dela e, devagar, tirei a única peça de roupa que ainda tinha, deixando ela completamente pelada. Aquela imagem era estranha, mas excitante, então, com mais curiosidade do que medo, comecei a percorrer o corpo dela desde os pés, acariciando e beijando cada poro da pele, subindo por cada perna, até me deparar com aquele pau duro entre minhas mãos. O toque era macio, não tinha um único pelo; beijei a Ana com doçura e sussurrei que ainda não tava pronto pra chupar ele, mas a gente se colocou em posição fetal e, enquanto eu beijava o pescoço dela, masturbei ela devagar, arrancando pequenos orgasmos.
Suas mãos habilidosas procuraram e encontraram minha ferramenta, já dura e batendo na bunda dela. Acariciaram ela e naquele momento senti a necessidade de provar aquele manjar, então me deitei sobre ela e a beijei de novo, enquanto sentia o toque dos nossos paus e nossas mãos nos masturbando um ao outro. Desci pelo corpo dela e me deparei com a carne dela; com muito cuidado, passei minha língua sobre a glande e provei aquele líquido que no começo achei estranho, mas não era desagradável. Embora com muito menos habilidade que ela, coloquei o membro dela na minha boca e fiz meu primeiro boquete, só que ela não quis gozar na minha boca e me afastou no último momento, gozando na barriga dela. Ela limpou e engoliu todo o sêmen de um jeito muito erótico, me beijou e disse que estava pronta para o próximo passo. Foi até a bolsa e tirou um tubinho de lubrificante, que deixou na mesinha; me explicou para que servia e eu puxei ela pelo braço, atraindo-a para perto de mim. Colocando ela de bruços e eu por cima das costas dela, comecei uma brincadeira de língua em volta do buraquinho dela, que arrancou mais de um gemido, lubrifiquei com minha saliva todo o cuzinho dela e meus dedos foram abrindo devagar, sem pressa, acompanhados pelos movimentos da bacia dela, até que ela ficou de quatro, totalmente à minha mercê. Com muito cuidado e depois de colocar a camisinha, encostei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e penetrei. Ana me segurou e disse para eu deixar ela fazer, então obedeci e vi o corpo dela enterrando minha ferramenta na bunda dela, enquanto apertava o esfíncter para eu sentir a força dos músculos em volta do meu pau... era excitante, logo estávamos num vai e vem frenético de corpos, os dois gritando como animais no cio, e eu masturbando ela enquanto metia com força no cu dela.
Entre gemidos, ela pedia pra eu avisar antes de gozar, e eu avisei; ela se afastou de mim e virou pra receber gostosa minha segunda descarga da noite, menos abundante, mas um orgasmo tão intenso quanto o primeiro. Com toda a porra na boca dela, ela engoliu e perguntou se eu queria experimentar uma parada, e eu topei; ela juntou com habilidade as últimas gotas de sêmen que saíam do meu pau e me entregou com a língua... era a primeira vez que eu fazia algo assim, mas tava adorando ter quebrado "minhas regras", então fui até o fim e quis que a Ana terminasse do mesmo jeito que eu, então me preparei pra dar prazer oral nela até o fim... ela gemia e, quando me agarrou pra me afastar, eu continuei chupando e ela gozou na minha boca... a gente se fundiu num beijo longo e, logo depois, nos abraçamos, de frente um pro outro, com minha cabeça no peito dela, pra recuperar as forças daquela noite intensa de sexo.
Uns anos atrás, eu gostava de jogar jogos de estratégia online e passava muito tempo em um em particular. Lá conheci muita gente com quem compartilhava camaradagem e batalhas, fazendo parte do mesmo clã. Entre todos os membros do meu clã, tinha uma jogadora que, além de ser muito boa no jogo e ser minha "vizinha" na minha vila virtual, nos fóruns era muito simpática e tínhamos gostos parecidos, então me animei a mandar mensagens privadas pra conhecê-la um pouco melhor. No começo, as mensagens eram as típicas desse tipo de jogo (pedindo recursos, ajuda com a vila, etc), mas logo começamos a nos entender e as conversas ficaram mais pessoais, tipo perguntar nomes reais, profissões, etc. Como naquela época a rede social mais famosa era o Messenger, um dia criei coragem e pedi o e-mail dela pra continuar as conversas por lá, já que o jogo não era o melhor lugar pra falar de coisas pessoais. Ela topou. Demorou uns dois dias pra me chamar porque estava numa viagem de trabalho, mas os dias passaram e o que começou como umas conversas bestas entre jogadores virou uma amizade cada vez mais íntima; passávamos noites inteiras jogando enquanto comentávamos o dia e planos pro verão que tava chegando. Numa dessas conversas, perguntei a cidade dela e descobri que morávamos relativamente perto; com o tempo percebi que cada vez que falava com ela, esquecia por um tempo meus problemas e ela alegrava meus dias, a gente se divertia pra caralho juntos. Um belo dia resolvi me jogar de cabeça e inventei uma suposta viagem pra cidade dela, a trabalho; perguntei se ela gostaria de se encontrar, e ela demorou pra responder... demorou o suficiente pra eu me arrepender de ter perguntado e falei pra esquecer, que não queria deixar ela desconfortável. Ela disse que não estava acostumada com essas coisas e falei pra ela que era só tomar um café e me mostrar algum ponto turístico, que não tava querendo pedir ela em namoro nem nada parecido... só se conhecer pessoalmente e ter a mesma putaria que a gente tinha toda noite na internet, sem compromisso nenhum porque não queria que ela se sentisse pressionada a sair comigo. Parece que ela curtiu a ideia e topou. Um mês depois, tava na cidade dela com a desculpa de buscar um pacote pessoalmente pro meu trampo e combinamos de nos encontrar numa cafeteria no centro; ela era muito envergonhada e quase não tinha me mandado umas duas fotos onde mal dava pra adivinhar os traços físicos dela, além de um cabelão escuro brilhante e uma pele branca... Tava tão nervoso que cheguei 15 minutos antes nesse encontro e sentei na mesa de onde dava pra ver melhor a porta; entraram várias minas jovens que pareciam com a que eu esperava, mas nenhuma chegou perto da minha mesa. Comecei a pensar que essa mulher era na verdade um homem que tinha tirado uma onda comigo e que em alguma conversa por telefone que a gente teve, seria a namorada ou a irmã dele que se passava pela dona daquilo e, quando já tava começando a me sentir um idiota, a Ana apareceu. Naquele momento percebi que a mulher que vinha na minha direção dava um banho na da foto. A Ana era morena, com um cabelão caindo sobre as bochechas coradas; os olhos castanhos dela cravaram nos meus e me tocaram a alma, enquanto os lábios carnudos dela esboçaram um sorriso que deixava ver uma dentadura perfeita. O corpo dela era escultural, coberto por uma calça jeans bem apertada e uma camisa branca cujos botões de cima estavam desabotoados e deixavam bastante pra imaginação... não acreditava que uma gostosa daquelas tinha cruzado meu caminho, nem nos meus melhores sonhos eu poderia ter uma mulher assim.
Não sabíamos se nos cumprimentávamos com dois beijos ou nos fundíamos num abraço, dado o tempo que estávamos conversando... optamos pela segunda opção. Aquela tarde foi maravilhosa, ela me mostrou a cidade e nós dois percebemos que nossa relação ia além de conversas pela internet, até que chegou a noite daquele sábado e, portanto, a hora de jantar. Eu tinha me dado ao trabalho de procurar um restaurante com boas referências e a convidei para jantar, depois fomos tomar uns drinques e, entre uma música e outra, acabamos nos beijando... tudo acontecia tão rápido... Convidei ela para o meu quarto no hotel e foi aí que a magia se quebrou, já que ela me disse que não podia mais manter a mentira e que não podia vir comigo. Imaginei que ela tivesse namorado e que eu era só um passatempo para aquela noite, mas queria estar com ela, então falei que pelo menos ela viesse e, sem medo nenhum, me contasse toda a verdade tomando o último drinque no meu quarto... se aquela amizade tivesse que acabar naquela noite, que pelo menos fosse conversando, como duas pessoas adultas. Ana hesitou por alguns segundos e no fim aceitou vir comigo. No caminho, puxei o assunto do jogo, para não deixá-la desconfortável, mas ao chegar no quarto, tentei beijá-la pela última vez e ela me disse que eu não podia querer uma pessoa como ela, pois ela não era como eu achava que era; não entendi direito, mas com o melhor dos meus sorrisos, peguei as mãos dela entre as minhas e as beijei, dizendo o quanto eu me divertia com ela, o quanto ela era importante pra mim e que, mesmo não podendo dizer se estava apaixonado por ela, eu sabia que naquela noite queria passá-la nos braços dela. Ela soltou uma lágrima, acariciou minha bochecha e me beijou na testa, dizendo que ninguém nunca tinha dito algo tão bonito e sincero pra ela; eu aproveitei a situação e devolvi aquele beijo, mas nos lábios. Aquilo virou um duelo de carícias e línguas que percorriam bocas e pescoços, dois corpos quentes que buscavam carícias, beijos, línguas... Nos abraçamos e pude sentir o calor dela; ela se Ela se apressou pra tirar minha camiseta e deixar meu peito à mostra, acariciando e beijando cada poro, enquanto eu tentava em vão desabotoar a camisa dela. Ela me empurrou e eu caí de costas na cama, virando espectador de um striptease em que ela tirou a camisa e o sutiã, pra depois se deitar em cima de mim e a gente se fundir em outro beijo longo. Na sequência, ela tirou minha calça e se deparou com um pau duro que parecia que ia explodir, roçou ele com as mãos e eu senti que não ia demorar muito pra gozar, então segurei as mãos dela e falei que queria mais beijos.
Habilmente, rolei até gozar por cima do corpo dela; minha língua e lábios percorreram cada centímetro do pescoço e dos peitos dela, brinquei de mordiscar e beliscar aqueles mamilos eretos que faziam aquela mulher gemer e arquear as costas de um jeito que eu nunca tinha visto. Foi aí que decidi descer mais, e, me entretendo na barriga lisa dela, desabotoei com facilidade o cinto e o botão que me separavam da calcinha dela. Nessa hora, os gemidos pararam e a Ana sentou rápido, colocou as mãos na calça, me impedindo de continuar; eu, que não queria forçar nada, me ajoelhei e perguntei se ela tava bem, se queria continuar, deixando claro que os limites eram dela. Nesse momento, ela começou a chorar e saiu correndo pro banheiro. Demorei um pouco pra me recompor e entender aquela indireta sutil que ela tinha me dado antes de começarmos a nos despir: a Ana não era uma mulher, pelo menos, não uma mulher completa. Aquilo foi um choque pra mim, porque nunca tinha enfrentado algo assim; foi um turbilhão de emoções e uma briga interna... uma parte de mim não queria continuar com aquilo, mas tinha outra parte que queria amar aquela mulher naquela noite.Caminhei até o banheiro e bati na porta; como só ouvia os soluços dela, pedi por favor que abrisse a porta e voltasse pra cama, que a gente podia conversar como adultos que éramos. Ela demorou uns segundos pra abrir e, sem olhar na minha cara, caminhou devagar e sentou, ainda semi-nua, na beira da cama. Eu me ajoelhei na frente dela e expliquei que ela não precisava ter medo. Falei que eu não sentia atração por um corpo, mas por um caráter, um jeito de ser que me deixou louco, a ponto de querer ir até o fim. A Ana me olhou e me beijou, começamos outra brincadeira de carícias que rapidamente deixaram meu pau duro de novo. A Ana tirou a calça e eu pude ver o volume dela por baixo do tecido da calcinha; aquela imagem foi estranha, mas aquela estranheza me atraía ainda mais. Enquanto eu pensava no que estava vivendo naquele exato momento, Ana beijou meus lábios e terminou de me despir, se jogando como uma fera no meu pau, que pedia atenção. Um simples roçar da língua dela me deu uma corrente de prazer que sacudiu meu corpo inteiro, e me apressei em dizer que não queria gozar tão cedo, pedido ao qual ela respondeu com um beijo na boca e um "não se preocupa, meu amor, ainda temos muita noite pela frente", voltando àquele boquete que tinha pausado pra atender meu pedido.
A língua dela passou devagar pela minha cabeça, fazendo círculos; de repente, meu pau sumiu na boca dela e a sucção dela me deu arrepios no corpo todo, dava pra ver que ela sabia o que tava fazendo. Nunca na minha vida eu tinha tido uma amante que me desse prazer oral igual a Ana tava me dando, ela subia e descia com a língua, pegando toda a grossura e o comprimento da minha ferramenta, enquanto me encarava bem nos olhos e eu podia ver e sentir cada pulsação, cada arrepio... Avissei que ia gozar, mas ela piscou um olho e continuou chupando... tive o orgasmo mais intenso da minha vida, soltando uma quantidade tão grande de porra que molhei a boca e o rosto dela inteiro, derramando meu leite nos peitos dela. Ela engoliu sem hesitar e limpou meu pau até deixar brilhando, depois foi pro banheiro terminar de se limpar e eu caí exausto na cama, com um sorriso enorme e ainda me perguntando como tinha chegado até ali.
Quando a Ana voltou, se deitou do meu lado e me beijou com carinho; eu me senti na obrigação de retribuir aquele favor sexual e parti pra cima de novo com beijos e carícias, com mordidas nos mamilos e lambidas no pescoço, enquanto minhas mãos desciam devagar pelo corpo dela, até roçar, por cima do tecido, aquele pau duro que pedia pra ser solto. Ana pediu de novo pra eu parar, porque não queria me ver fazendo algo que eu não quisesse. Fui sincero e falei que sem pressa, que não tava acostumado com aquilo, mas que queria tentar... aos poucos, mas tentar. Ela sorriu e afastou as mãos, então eu me coloquei por cima dela e, devagar, tirei a única peça de roupa que ainda tinha, deixando ela completamente pelada. Aquela imagem era estranha, mas excitante, então, com mais curiosidade do que medo, comecei a percorrer o corpo dela desde os pés, acariciando e beijando cada poro da pele, subindo por cada perna, até me deparar com aquele pau duro entre minhas mãos. O toque era macio, não tinha um único pelo; beijei a Ana com doçura e sussurrei que ainda não tava pronto pra chupar ele, mas a gente se colocou em posição fetal e, enquanto eu beijava o pescoço dela, masturbei ela devagar, arrancando pequenos orgasmos.
Suas mãos habilidosas procuraram e encontraram minha ferramenta, já dura e batendo na bunda dela. Acariciaram ela e naquele momento senti a necessidade de provar aquele manjar, então me deitei sobre ela e a beijei de novo, enquanto sentia o toque dos nossos paus e nossas mãos nos masturbando um ao outro. Desci pelo corpo dela e me deparei com a carne dela; com muito cuidado, passei minha língua sobre a glande e provei aquele líquido que no começo achei estranho, mas não era desagradável. Embora com muito menos habilidade que ela, coloquei o membro dela na minha boca e fiz meu primeiro boquete, só que ela não quis gozar na minha boca e me afastou no último momento, gozando na barriga dela. Ela limpou e engoliu todo o sêmen de um jeito muito erótico, me beijou e disse que estava pronta para o próximo passo. Foi até a bolsa e tirou um tubinho de lubrificante, que deixou na mesinha; me explicou para que servia e eu puxei ela pelo braço, atraindo-a para perto de mim. Colocando ela de bruços e eu por cima das costas dela, comecei uma brincadeira de língua em volta do buraquinho dela, que arrancou mais de um gemido, lubrifiquei com minha saliva todo o cuzinho dela e meus dedos foram abrindo devagar, sem pressa, acompanhados pelos movimentos da bacia dela, até que ela ficou de quatro, totalmente à minha mercê. Com muito cuidado e depois de colocar a camisinha, encostei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e penetrei. Ana me segurou e disse para eu deixar ela fazer, então obedeci e vi o corpo dela enterrando minha ferramenta na bunda dela, enquanto apertava o esfíncter para eu sentir a força dos músculos em volta do meu pau... era excitante, logo estávamos num vai e vem frenético de corpos, os dois gritando como animais no cio, e eu masturbando ela enquanto metia com força no cu dela.
Entre gemidos, ela pedia pra eu avisar antes de gozar, e eu avisei; ela se afastou de mim e virou pra receber gostosa minha segunda descarga da noite, menos abundante, mas um orgasmo tão intenso quanto o primeiro. Com toda a porra na boca dela, ela engoliu e perguntou se eu queria experimentar uma parada, e eu topei; ela juntou com habilidade as últimas gotas de sêmen que saíam do meu pau e me entregou com a língua... era a primeira vez que eu fazia algo assim, mas tava adorando ter quebrado "minhas regras", então fui até o fim e quis que a Ana terminasse do mesmo jeito que eu, então me preparei pra dar prazer oral nela até o fim... ela gemia e, quando me agarrou pra me afastar, eu continuei chupando e ela gozou na minha boca... a gente se fundiu num beijo longo e, logo depois, nos abraçamos, de frente um pro outro, com minha cabeça no peito dela, pra recuperar as forças daquela noite intensa de sexo.
8 comentários - Ana e sua surpresa
Me gustaría vivir una situación asi
Cuanto media su pene