
Já fazia dois dias desde que estive com Dave. Ainda me sentia como se tivesse sido estuprada, mesmo que alguns digam que não dá pra estuprar quem está disposto. — Mas será que você realmente está disposto se for por hipnose? Sim, o vídeo de mim parece que fui uma participante disposta, mas na minha mente eu estava lutando com todas as forças. Só não tinha força pra me defender. No trabalho, não conseguia render, eu tentava. Mas me sentia muito deprimida. Queria ter forças pra tocar minha vida pra frente, mesmo querendo, não conseguia dizer o que estava errado. As pessoas vinham até mim e perguntavam se tinha algo errado. Tentava falar as palavras e aí meu estômago embrulhava, corria pro banheiro e vomitava. Minha aparência estava lastimável, e todo mundo percebeu. Mesmo assim, todos continuavam trabalhando e, independente da minha cara, seguiam na lida. No dia seguinte, voltei ao trabalho. Recebi ligação atrás de ligação. Fiquei tão feliz por estar ocupada. Precisava manter minha mente longe dos acontecimentos dos últimos dias. Bem antes do fim do meu expediente, apareceu uma mensagem no meu computador. "Me encontre depois do turno no estacionamento, vou estar no meu carro." Deletei a mensagem sem responder. Os próximos 30 minutos passaram muito devagar, e a única coisa em que conseguia pensar era no Dave. Tentei forçá-lo a sair da minha cabeça, mas ele não ia embora. Fechava os olhos e via o corpo duro dele sobre mim. Abria os olhos e sentia as mãos dele acariciando minha pele. Alguém se aproximou por trás de mim e tocou meu ombro. Quase pulei da cadeira.😱 "Caramba, Mary, bebe menos café. Pensei que você fosse gritar por um minuto. O que há com você, afinal? Parece que está no mundo da lua." Olhei pra Bonnie, minha secretária. "Não, tá tudo bem. Você tem razão; preciso tomar menos café. Desculpa por isso. O que foi?" Ela me olhou como se eu fosse maluca. "É hora de ir, a menos que você esteja planejando ficar trabalhando até mais tarde." Reagi rápido e falei: — Ah, não, de jeito nenhum. absoluto. Tentei brincar enquanto pegava minhas coisas e saía pela porta. Uns minutos depois, percebi que estava sozinho no estacionamento. Olhei ao redor e vi todos os carros saindo do estacionamento onde estavam. E então vi o carro dela, num canto escuro. Tentei me afastar, mas não consegui. Caminhei devagar até o carro dela. Ela sentou no capô, me olhando com aquele sorriso arrogante no rosto. "Você realmente achou que conseguiria resistir a vir até mim, né? Sabe que me quer. Você é viciada em mim, Mary. Não pode negar. Pensa em mim o tempo todo. E agora não sabe o que fazer..." Ela sorriu pra mim e estendeu a mão para afastar meu cabelo do rosto, colocando-o atrás da minha orelha. Quando o dedo dela roçou minha bochecha, senti um formigamento intenso na minha buceta. Ela começou a pulsar. Começou a escorrer. O que estava acontecendo comigo? Será que ela tinha razão? Eu era viciada? Olhei pra ela com lágrimas nos olhos. Queria tocá-la, sentir o corpo duro dela. Ela pegou minha mão e me puxou devagar. Não conseguia tirar os olhos do rosto dela. Minha respiração ficou mais rápida e funda quando ela segurou minha nuca e lentamente aproximou meus lábios dos dela. Minha mente estava um turbilhão, excitada e enojada ao mesmo tempo. Como eu ia viver assim? Quando os lábios dela tocaram os meus, me derreti nos braços dela, meu coração batendo loucamente contra o peito dela. As mãos dela se enroscaram no meu cabelo, me segurando firme contra os lábios dela. Meu coração batia forte quando os lábios dela se separaram dos meus e desceram pela minha garganta. Ela puxou minha camisa pra trás e senti os dentes dela morderem meu ombro. Minha buceta começou a pulsar, e senti minha calcinha encharcar em segundos. Minhas mãos agarraram os ombros dela, e eu estava gemendo alto contra o peito dela. Me ouvi falar e não sabia por que estava dizendo aquilo. "Me fode, Dave, por favor, fode a sua putinha." Não tinha ninguém no estacionamento escuro em frente à empresa quando ela desabotoou minha calça. As calças caíram no chão. Ele puxou minha calcinha pra baixo, me virou pra olhar o carro dele e me meteu pra dentro.

As mãos dele estavam por baixo da minha camisa, tirando meu sutiã pra poder pegar nas minhas tetas. Eu não tava lutando contra ele, mesmo que devesse. Eu devia estar gritando por ajuda pra aqueles carros passando a poucos metros de distância. Mas não tava, eu era a foxy dele, toda disposta. Ouvi o zíper dele e senti o pau duro deslizando dentro da minha buceta molhada e pronta. Abri mais as pernas, pra facilitar a entrada no meu buraco quente. "Ai, meu Deus." 💕💕 Gemei alto quando senti ele enfiar tudo devagar. "Ah, sim, quero tudo, quero que você me foda fundo e gostoso." Eu tava ouvindo aquilo como se fosse de outra pessoa, mas era minha voz. Soava tão distante. Dava pra ouvir a risada do Dave quando ele respondeu com as estocadas fundas. Meu corpo aceitava sem hesitar, como se ele fosse meu dono. Meu corpo respondia ao dele como se fôssemos amantes de longa data. Os únicos sons eram os grunhidos dele enquanto metia e meus gemidos enquanto eu tomava cada pedaço da carne dele. — Ahhh, Daveee!! 😍 Ele sussurrou no meu ouvido. "Você é minha, Mary. De agora em diante. Sabe disso. Seu corpo e sua mente me pertencem. Você é minha foxy pra eu usar, e adora isso." As estocadas dele nunca diminuíam, e minha buceta ardia por ele. A mão dele desceu pro meu clitóris e começou a acariciar enquanto ele metia fundo no meu corpo. Senti mais prazer do que achava possível enquanto ele sussurrava: "Goza pra mim, sua putinha." Eu explodi em volta do pau dele, meu corpo tremeu e espasmou. As únicas coisas que me seguraram foram os braços fortes dele na minha cintura e o poste longo fincado entre minhas pernas. Quando comecei a me acalmar, ainda sentia o pau dele me socando, e amava aquilo! Eu era a puta dele! Tava empurrando de volta, tentando forçar ele mais fundo dentro de mim. Ele me apertou mais forte, os dentes morderam meu pescoço, uma mão acariciou minha Cabelo puxado pra trás pra dar mais acesso à minha pele. Eu me arrepiei de tesão quando senti os dedos dele arrastando pelo meu ombro. Queria que ele me fodesse. Não queria que parasse nunca. "Nunca para de me foder, Dave, por favor, por favor". Dave começou a bater a vara dele no meu corpo e me abraçou o mais forte que podia enquanto começava a tremer, o esperma dele jorrando fundo dentro do meu útero. Eu podia ouvir os grunhidos de animal dele enquanto se ajoelhava sobre a sua mulher. A semente quente dele me encheu, e eu comecei a ter outro orgasmo, tremendo, gemendo, minha buceta apertando o pau dele, ordenhando cada gota de esperma. Senti as contrações dentro de mim quando meu corpo empurrou a semente dele mais fundo. Desabei sobre o capô do carro dele, ofegante, tentando recuperar o fôlego. Meu coração batia forte no peito. Senti o peso dele nas minhas costas, as mãos dele me acariciando enquanto a gente se recuperava na escuridão do estacionamento. O pau dele escorregou pra fora, finalmente saciado. Senti o esperma dele escorrendo pelas minhas coxas. Eu estava tremendo quando lentamente me virei pra olhar pra ele e me ajoelhei aos pés dele. Olhei pra ele enquanto pegava cuidadosamente o pau dele já gasto na minha boca. Minha língua lambeu suavemente o esperma dele misturado com meus fluidos. E eu gemi enquanto limpava ele bem. As mãos dele acariciavam meu rosto, e eu senti que era ali que eu pertencia, aos pés dele. Finalmente recobrei a sanidade enquanto a gente já estava saindo do estacionamento. Gritei pra ele. — Por que você faz isso comigo? Ele me olhou do jeito mais duro que alguém já me olhou. E disse. — Eu sou David Williams, irmão de um funcionário que morreu não faz muito tempo, que você teve. O nome dele, Michael Williams. Lembra dele... Comecei a gaguejar, não conseguia acreditar. — Mi...chael... Will...iams 👀 Quis dizer alguma coisa, pedir desculpas. Mas Dave não deixou. Ele berrou. — Fica quieta, rabuda!!! No resto do caminho, não falei mais nada. Só chorei sem parar, não Precisava ouvir isso, mas era algo que já tinha intuído, tava condenada...
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