LOJA DE OURO
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Depois de várias semanas sem sair de casa, só pra ir trabalhar, resolvi dar um rolê. Já tava na hora de superar a minha ex-namorada, ela não merecia nem mais um minuto! Então tomei um banho, me barbeie, peguei meu melhor look — bom, aquele que me fazia sentir mais confiante quando era solteiro e saía pra paquerar. Fui na gaveta do criado-mudo: peguei um anel e 2 correntes de ouro — pelo menos era o que eu achava que ela tinha me dado.
Sai pela porta decidido a dar um ponto final naquela relação e começar uma nova era. Fui dirigindo até Cuenca, já que na minha cidade não tinha daquelas lojas que nos últimos anos se multiplicaram por causa da crise.
Ao chegar em Cuenca, desci do carro, nervoso, até pensei em voltar pra casa, mas tinha passado tão mal desde que minha namorada me largou, criei coragem e fui direto praquela loja, se é que dá pra chamar assim, não sem antes reparar em várias minas.
Depois de uns 15 minutos me deliciando a vista, principalmente com uma loira, uns 20 anos, cara de anjo que nunca quebrou um prato, mas com umas curvas de diaba que me fez tremer. Mas enfim, não quero fugir do assunto. Cheguei, fiquei na frente daquela portinha amarela pensando se entrava ou não por pelo menos 1 minuto. Peguei a maçaneta e entrei, não tinha volta. Tava pronto pra me livrar da minha antiga e torturante relação com a Ana.
Tinha 1 pessoa avaliando uns brincos, fiquei esperando no fundo da loja. 5 minutos depois ela terminou e foi embora, me aproximei daquela janelinha parecida com a de um banco, salvando as distâncias. E lá estava uma mulher, Olga, aparentando uns 35-40 anos, morena, baixinha, com uma cabeleira cacheada até o meio das costas, olhos grandes, lábios grossos mas não demais, de um vermelho que contrastava com o moreno da pele dela. Era cheinha, mas não muito, com uns peitos ainda empinados pelo sutiã que usava, diria, bom, afirmo 120, umas nádegas grandes mas ainda bem no lugar. Tava com um vestido colorido justo até os joelhos e com um decote em V no qual não consegui evitar de olhar, e ela respondeu com um sorriso, acho que todo homem que ia na loja dela não conseguia evitar, ela já tava acostumada!! Ela gostava de se exibir, como pude descobrir mais tarde.
Depois dessa visão e de ter pegado aquele canal, peguei as 2 correntes e o anel e falei pra ela:
- Boa tarde!
- Muito calor! disse ela com um meio sorriso maroto.
- Aqui dentro muito mais! Respondi sem pensar.
- Sim! Às vezes esse localzinho aqui esquenta demais. Outro sorriso, fiquei vermelho que nem um pimentão.
Depois disso, fiquei muito nervoso, além disso baixei o olhar por vergonha e, ao fazer isso, vi de novo aquele decote sem fim, o que desencadeou ainda mais meu nervosismo.
- O que você quer? Ela disse ao ver que eu respondia.
- Será que você podia avaliar essas peças de ouro pra mim?
- Claro, pra isso que eu tô aqui, né?
Tirei elas do bolso e entreguei pela janelinha, ela pegou sem tirar os olhos dos meus e me dando o melhor sorriso dela.
- Se for tudo ouro e você quiser vender, pode tirar uma boa grana!! E mais um sorrisinho.
Pensei que aquele sorriso era comum com todos os clientes, mas depois percebi que não era bem assim. Ela foi até a mesinha, se virou e me olhou, e eu respondi com um sorriso, achando que era o normal. Ela sentou e disse:
- As correntes estão enroscadas uma na outra!!
Fazia tempo que elas estavam guardadas na gaveta, foi minha ex-namorada que me deu. Decidi me livrar delas pra começar um novo ciclo!! Não sei como consegui falar isso, ainda mais pra uma estranha.
Ela, ao ouvir isso, girou a cadeira — aquela típica de todos os escritórios — e, soltando as duas correntes que ainda não tinha separado, me respondeu:
- Pois com o peso que elas têm e o valor, tanto econômico quanto sentimental, hoje mesmo se quiser você pode começar um novo ciclo e com certeza melhor! Ela piscou um olho pra mim, deu um sorriso e voltou pro seu trampo.
- Valeu!!
- Não tem de quê!! continuava deslizando elas, mas me olhando a toda hora.
De repente, ela se virou de novo na cadeira com as correntes na mão e, sem parar de me olhar com aquele sorriso, percebendo de novo que eu tava olhando pro começo dos peitões incríveis dela, com um sorrisão que dava até pra ver a gengiva.
— Tá de boa se eu trocar pra outra mesa? Porque eu fico meio nervosa quando um homem fica me encarando desse jeito!!
Fiquei sem reação com essa frase, ela se sentia desconfortável com meu olhar, ou pelo menos era o que eu achava, sei lá, não sabia como responder. Gaguejando e como pude, respondi:
- Desculpa, não foi minha intenção te deixar desconfortável em momento nenhum, peço desculpas se te incomodei de alguma forma.
- Relaxa, não me incomoda nada! Pelo contrário.
Troquei de mesa e, ao fazer isso, dei uma olhada nela de cima a baixo. Reparei nas pernas curtas, mas incríveis — do tipo que eu chamaria de "jamonas". Ela continuou o trampo por uns 10 minutos, e eu não consegui tirar os olhos dela. Mas, pra ser sincero, só via as costas e a cabeleira dela. Depois desse tempo, ela virou a cadeira e deixou eu ver um pouquinho da cor preta da calcinha dela, mas não muito bem. Foi até a outra mesa, tudo isso com um olhar e um sorriso. Acendeu uma mini balança e colocou as três peças.
- 22 gramas as três, agora vamos ver se são de ouro!
- Ok!
Pego uma espécie de pedra preta retangular e um pote com um líquido azulado. Vai raspando cada uma na pedra e depois jogando o líquido pra ver se é verdadeira.
Passei uma das correntes pela pedra retangular e coloquei o líquido em seguida, e assim sucessivamente com as outras. No final, ela me disse com um sorriso diferente, mas muito embriagador:
- Duas são de ouro! Mas essa sua ex-namorada te passou a perna! Kkkk!
- Que puta promíscua! Saiu lá do fundo de mim.
- Relaxa! Se não for pra dar certo, pelo menos tu vai secar uns trocados e com certeza não vai ser difícil arrumar outra gostosa.
Ao mesmo tempo em que ouvia essas palavras tranquilizadoras, percebi que ela tava tentando dar em cima de mim. Na hora, pensei que faria isso com todos os homens e talvez com alguma mulher também.
- Então quanto você me daria?
- O que você quiser?
- Como? Eu disse.
- Perdão! São uns 15 gramas por 20 euros, mas pra você, 22!
Não sabia como reagir àquilo e nem como tentar alguma aproximação dali. Escaneei ela de novo e uma excitação subiu dos meus pés até a cabeça, mas se concentrando na minha entreperna. Mesmo com o ar-condicionado, minha temperatura subiu! Ela era gostosa e sabia disso!
- 330 euros! Vale pra você?
- Sim! Sim!
- Então preciso do seu RG pra te cadastrar no meu arquivo.
Saquei o RG, ela fotocopiou junto com as correntes e foi pro fundo da loja, acho que devia ter o cofre lá. Ela se abaixou num ângulo de 90º, me dando uma visão excelente do começo das nalgas incríveis dela, porque o vestido subiu um pouco. Ao perceber a visão que tava me dando, ela se inclinou mais pra frente com a desculpa de que o dinheiro tava mais no fundo do cofre, levantando ainda mais o vestido justinho, enquanto em mim também começou a subir o meu pau graças àquelas nalgas. Tava morrendo de vontade de ter elas nas minhas mãos, na minha boca...
Se virei e ela veio em direção à janela, rebolando e se exibindo pra mim agora com aquele decote de tirar o fôlego, mas com uma novidade: os bicos dos peitos marcavam, mesmo o sutiã tentando disfarçar, mas minha imaginação era maior que aquele sutiã e eu já os via na minha boca, duros como pedra, e eu os apertava com minhas mãos, juntando eles, levantando, eu os chupava e lambia com minha língua e mordia com vontade, deixando eles molhados com minha saliva enquanto ela gemia. Que sensação!
- Aqui tem 330, Pablo! Li meu nome no RG, supus.
- Valeu! Fui andando até a porta.
- Espera! Você precisa assinar um comprovante de entrega e ainda não te devolvi o RG. Além disso, será que te trato tão mal assim pra você querer sumir da minha vista?
- Pelo contrário, você me trata incrível e tomara que eu tivesse muito mais ouro pra poder vir mais vezes.
- Você me deixou vermelho. Valeu.
Me dirigi até o guichê onde ela deixou meu RG e uma folha com meus dados e o valor entregue, me indicando onde eu tinha que assinar e colocar a data. Eureca!! Tinha a oportunidade perfeita pra tentar algo mais com aquela mulher incrível, sem que minha timidez tivesse que atrapalhar. Peguei o RG e a folha, assinei, mas em vez de colocar a data, botei meu número de celular, pensando que assim daria pra saber se o flerte que a gente tava tendo naquela loja era real ou só coisa da minha cabeça. Assim que terminei, entrou um casal na loja, me afastei do guichê e, enquanto ela começava a atender eles, rapidamente larguei aquela folha e, depois de me despedir rapidinho antes que ela conferisse o documento, saí da loja esperando ansioso por uma resposta.
Agora ela tinha a bola em cima da sua telha!!!
Depois de sair da loja, fui correndo pro centro da cidade, sem olhar pra trás como se alguém tivesse me perseguindo, e ainda sem ter certeza se tinha feito certo em dar meu número de telefone pra ela. Pensei: "E se ela só queria ser educada? Será que vai achar que fui um sem-vergonha?
Pouco depois, já estava longe dali, mas não sei se foi pela pressa com que andei ou pela exibição daquelas curvas da Olga, a balconista.
Sentei numa varandinha pra tomar algo gelado, bem gelado mesmo, pra baixar o calor que tava saindo do meu corpo inteiro!
Pouco tempo depois de eu estar sentado, apareceu uma novinha. Eu tava de olho no celular, sem olhar pra ela.
- Oi!! O que você quer beber?
Sem levantar os olhos e sem dar bola pra camareira, falei:
- Uma clara! Com mais limão do que cerveja.
- Ok!! Já vou trazer pra você. Dito isso, foi pra dentro do bar. De repente, levantei a cabeça e virei na direção que ela ia. Quando fiz isso, só consegui ver uma malha preta cobrindo uma bunda espetacular e empinada.
- Poooode trazer pra mim num copo gelado! Falei gaguejando, sem conseguir tirar os olhos daquela rabeta gostosa.
Ela se virou pra onde eu estava, e eu me amaldiçoei por não ter percebido o tesão que era aquela jovem garçonete.
- Vale! Só um minuto e já te sirvo.
Dizendo isso com um sorriso lindo, igual ao resto do corpo dela. Olhando bem, eu diria que ela tinha uns 20 anos, provavelmente trabalhava no verão depois que o curso acabava. Tinha 1,70m, cabelo castanho preso num coque que destacava o rostinho angelical, com uns olhos castanhos grandes e uns lábios que, sem serem grandes, eram carnudos. Vestia uma camiseta vermelha de alcinha, com os ombros de fora. Uns peitos médios em formato de pera, com uns bicos pontudos, dava pra imaginar pelo que a camiseta deixava ver.
- Valeu!!
Pouco depois ela trouxe a bebida e eu pude ver aquela deusa de novo. Fui bebendo devagar pra continuar escaneando aquele corpo que não parava de se mexer servindo as outras mesas. Resignado, terminei minha bebida, ela trouxe a conta e pensei em fazer igual na loja de ouro, mas não fiz, porque a vendedora nem tinha me chamado a atenção, e eu achando que ela tava flertando. Quem diria a garçonete, que nem tinha me olhado.
Levantei do meu assento um pouco menos acalorado, mas ainda com um baita foguinho, e fui pelo mesmo caminho de volta pra pegar meu carro e ir pra casa — a tarde já tava acabando. Enquanto caminhava, perdido nos meus pensamentos, nem percebi que tava na frente da loja de ouro. Quando virei, vi ela de novo: tava fechando a porta de metal, agachada, me dando mais uma visão daquele rabão. Parei sem saber por quê. Quando ela terminou, se levantou, virou e me pegou de novo olhando pra ela. Ela me encarou nos olhos e, bem sensual, disse:
- Até logo, gostosão! Piscou um olho pra mim e foi se afastando, rebolando aquela cintura que me deixava louco.
Eu fiquei parado ali, sem mover um músculo, mas com os olhos cravados nela. De repente, como se soubesse que eu tava olhando — já tinha me pegado várias vezes! —, ela virou a cabeça e, olhando nos meus olhos, fez algo que, só de lembrar, me dá um calafrio. Ela deu uma olhada ao redor pra ver se ninguém percebia o que ia fazer e, ao se virar pra mim, mordeu levemente o lábio inferior, umedecendo ele devagar com a ponta da língua, fazendo o vermelho brilhar de um jeito sensual. Meu coração bateu tão forte que parecia querer saltar pra pegar aquela boca, mas não!! Fiquei paralisado, o suor escorrendo pela minha testa e minhas pernas duras como pedra. Tentei falar alguma coisa:
- Tchau!! Só consegui falar isso, mesmo que na minha mente eu queria dizer que ela era uma deusa e que as curvas dela me deixavam louco.
Depois de alguns segundos nos olhando com luxúria, pelo menos da minha parte e dela também, imaginei, ela se virou de novo sem parar de sorrir pra mim, aos poucos continuou seu caminho, sabendo que eu tava olhando, começou a rebolando com descaro e muita sensualidade.
Depois de um tempo e sem tirar os olhos daquele rebolado que já tava me deixando louco de desejo, eu também segui meu caminho até o carro, pensando como eu queria saborear cada centímetro daquele corpo. Cheguei, entrei no carro, liguei o motor e tive que colocar o ar condicionado no talo, porque tava suando — mas não era pelo calor, e sim por tudo que tinha rolado naquela tarde.
Fui pra casa com uma felicidade que não sentia há muito tempo.
Uma vez em casa, a tarde já tava acabando e dando lugar a uma noite que parecia que ia ser bem quente, e junto com o calor que eu já tava sentindo no corpo, tomei um banho de água fria que, no contato com a pele, parecia que fervia. Quando saí, não jantei e tomei umas cervejinhas bem geladas enquanto via TV, mas sem prestar muita atenção, e de repente falei:
- Porra! Cadê meu celular!! Rapidamente procurei e vi que quase não tinha bateria, peguei o carregador e liguei na mesinha de cabeceira. Depois disso, me preparei pra dormir, mas foi em vão, porque só conseguia pensar nela e ficar olhando pro celular direto até o sono vencer minha excitação.
Com os primeiros raios de sol que entravam pela minha janela, acordei com o corpo todo suado e com uma ereção do caralho, e a visão da Olga veio na minha cabeça, mas eu tava sozinho na cama. Aos poucos, enfiei a mão por baixo do pijama e comecei a me masturbar de leve, imaginando que era ela que tava segurando meu pau e me dando um boquete foda, sem parar de me olhar com uma cara safada. Quase sem perceber, senti que ia gozar, levantei correndo pro banheiro pra sujar o menos possível, cheguei bem na hora porque, assim que apontei meu pau pra pia, o primeiro jato foi direto no vidro, mas o resto eu consegui controlar mais ou menos.
Depois de tomar um banho e limpar os restos de porra, fui pelado com a toalha enrolada na cintura. Olhei pro celular, decepcionado por não ter nem uma ligação ou um simples SMS. Desiludido, me vesti e fui pra cozinha almoçar. Quando tava mordendo uma torrada, o barulho do celular me assustou. Larguei a torrada na hora e fui correndo, torcendo pra ser ela. Peguei o celular e vi que eram 2 SMS de alguém que não tava na minha agenda. Fiquei olhando pra tela uns segundos, rezando pra ser ela. Me decidi, abri e dizia:
Oi !! Sou a Olga, da loja de ouro, lembra de mim? Eu lembro de você sim, mesmo não ligando pra todo mundo que entra, mas depois de reparar como você me olhava, eu gostei e você me atraiu. Só queria saber se você topa tomar algo quando eu fechar. Não fica imaginando coisas estranhas, só quero te conhecer um pouco melhor. Um beijinho!! Te espero ou não?
Um sorriso se desenhou no meu rosto enquanto pensava em como queria a Olga, mas tentei me acalmar antes de responder pra não colocar algo no SMS onde eu pudesse pisar na bola e perder minha chance. Depois de pensar um pouco, decidi deixar passar umas duas horas pra ela não perceber minha ansiedade.
Voltei pra cozinha pra terminar meu almoço, mas não consegui, meu estômago tava fechado de nervoso. Peguei um papel e fui escrevendo ideias engenhosas e bonitas ao mesmo tempo, mas sem ser obscenas nem atrevidas, pra colocar na resposta pra Olga.
Depois de um tempo e sem conseguir escrever nada decente, peguei o celular e resolvi dar uma volta pra tomar um ar. Umas duas horas depois andando por aí, voltei pra casa decidido a responder. Sentei no sofá e falei pra ela:
Olá Olga!! Fico feliz que você me escreveu, porque eu não tava muito certo de tudo. Claro que adoraria tomar algo com você e bater um papo. Fica tranquila, não sou do tipo que quer te levar pra cama só por ir tomar um drink (embora eu pense que adoraria te ter o tempo todo na minha cama e aproveitar esse corpão!!). Me diz que horas que eu passo e vou ser pontual, porque não gosto de fazer uma dama esperar, ainda mais uma tão gostosa quanto você? Muitos beijos!
Mandei e relaxei da tensão das últimas 24 horas, liguei a TV e esperei a resposta sabendo que o mais difícil já estava feito!!
A resposta não demorou muito. Em 15 minutos, meu celular tocou, era o mesmo número. Rapidamente abri e dizia:
Amor, passo aí umas 19h, te espero. Ah! Sendo sincera, o que te falei antes não é o que eu pensava. Adoraria que você me seduzisse, porque adoro como seus olhos brilham e me despem quando me olham. Beijão!
Fiquei paralisado, alucinado, mas principalmente excitado com a declaração e a proposta dela ao mesmo tempo.
Durante o resto do dia, o tempo passou devagar, e eu não conseguia parar de pensar no corpo da Olga. Aqueles peitos enormes que deviam esconder uns bicos tipo bolacha maria, a pele morena macia e ao mesmo tempo firme, e o que mais me deixava louco era aquela rabuda enorme, que mesmo sendo grande ainda se mantinha no lugar, por causa dos exercícios, pensei.
Depois de comer, tava muito nervoso, fui pra sala e me servi um dose de Orujo de ervas. Funcionou, porque pouco depois tava esticado no sofá dormindo.
Levantei, tomei banho e, depois de me vestir sem descuidar nenhum detalhe, me perfumei como manda o figurino, mas sem exagerar, porque queria prender a Olga!
No meio do caminho, tive que parar o carro por causa de um acidente. A caravana andava devagar, mas meu relógio corria rápido demais. Não parava de olhar pro relógio a cada minuto e ficar nervoso por não chegar na hora, de perder a chance que eu tinha. A guarda civil abriu uma pista alternativa e finalmente cheguei em Cuenca. Estacionei e saí voando pra loja de ouro...
Chegando bem na hora, ela tinha acabado de fechar e estava prestes a baixar a persiana, mas rapidamente, sem que ela percebesse minha presença, me aproximei esticando meu braço por trás dela, baixei a persiana e meu corpo ficou colado no dela. Foi aí que, pela primeira vez, com um leve roçar, confirmei que a Olga tinha uma bunda impressionante e dura como pedra. Imediatamente, minha excitação fez eu ter uma ereção que não passou despercebida.
Naquele dia, ela tava usando um vestido parecido com o que vi na primeira vez, mas bem mais justinho, verde com estampas florais amarelas e roxas, na altura do joelho e com um decote preso por botões, três deles abertos mostrando o começo dos peitões enormes dela. Umas sandálias de verão com um saltozinho fazendo a bunda dela se levantar de leve. Tava um escândalo!!
Bem quando a persiana começava a descer, além do contato dos nossos corpos, ela se virou rapidamente com cara de surpresa. Ao me ver, acabou se virando por completo, ficando separados por apenas centímetros. Os olhos dela mudaram de um jeito que me fez arrepiar, e os lábios dela desenharam um sorriso lindo e sensual.
- Oi! Que susto você me deu, amor!! Pensei que iam me roubar. Me afastei pra você poder fechar a fechadura da persiana. Ela se virou sem parar de me olhar e se inclinou de um jeito sensual pra fechar o lugar por completo.
- Se tentarem, vão ter que passar por cima do meu cadáver!!
- Espero que não aconteça porque...!! Ela piscou o olho pra mim enquanto passava a ponta da língua no canto dos lábios.
- Eu também não quero, ainda mais agora que estou começando a conhecer uma mulher tão incrível!! Falei quase ao mesmo tempo que ela.
Assim que ela terminou, os olhos dela falaram e com um simples movimento eu entendi que a gente tinha que vazar dali, mas não sabia pra onde, só fui. Juntos, a gente caminhou por aquelas ruas sem trocar palavra, só com olhares rápidos e uns sorrisos aqui e ali, até chegar no nosso destino: um cafézinho pequeno na esquina de duas ruas, perto do centro de Cuenca.
Uuff! Pensei que a gente ia pra casa dela e não sabia como reagir se rolasse, tava muito nervoso! A gente sentou numa mesinha, eu tava prestes a explodir e já ia começar a falar.
- Olá, Olga!! Me virei e vi a garçonete do local se aproximando de nós sem conseguir conter um sorriso mais que suspeito.
— Bea! Beleza? Você não tava de férias, disse ao ver aquela garçonete. Dava pra ver que Olga tava surpresa.
Ela se aproximou até ficar entre os dois.
- Sim, mas o Pedro (o outro garçom) sofreu um acidente de trânsito, nada grave, tá de licença!! Kkkk!
- Diz pra ela se recuperar logo!!
- Ok!! Vou falar. E você? Tá bem, né? Disse num tom de brincadeira, me olhou e depois fez o mesmo com a Olga. Deu pra entender tudo!!
- Não! Não! É um cliente da loja, mas...
- Mas nada! Não precisa me explicar nada, não sou sua mãe!! Além disso, dá pra entender.. ele é muito gostoso, se me permite a ousadia!!
- HA! HA! Rimos os três ao mesmo tempo.
- Valeu! Falei pra garçonete enquanto olhava pra Olga, que tava vermelha que nem um tomate.
- Viu!!! Disse Bea, ao mesmo tempo que dava uns pequenos cotoveladas nele pra tirar o peso da situação. Isso relaxou Olga e desenhou um sorrisinho no rosto dela.
- Não se acanhe, mulher! Bem que algumas de nós gostariam de ter clientes como ele na vida!! Ai! Desculpa! No meu negócio! Sou a Bea, amiga dessa envergonhada. Ela veio na minha direção, rapidamente me levantei e trocamos dois beijos.
— Eu Pablo, prazer!!
- Você tá gostosa, não tem nada de errado nisso, além do mais, você já não precisa dar satisfação pra ninguém!!
- Que sem vergonha você é, Bea!! Mas somos só amigos! A cara dela parecia dizer outra coisa.
Vendo que a Olga tava meio intimidada pela Bea, fiquei na dúvida se ajudava ela ou apertava um pouco mais pra saber até onde eu podia chegar com ela. Desde o pouco tempo que conhecia ela e as poucas palavras que a gente tinha trocado, não sabia o que fazer, mas lembrei dos nossos olhares e, mais importante, dos SMS. Decidi botar toda a carne no fogo.
— Somos só amigos! A Olga pareceu se contentar com minha afirmação.
Em seguida, soltei a bomba.
— Mas, Bea, sendo sincero, e já que aqui entre nós três tá todo mundo à vontade, não me importaria, aliás, adoraria ser algo a mais, mesmo não conhecendo ela tão bem. Ela me passa uma parada que não sei explicar, só sei que não queria perder a chance de descobrir, isso sim, só se ela quiser também!
Surpresas, Bea e Olga se olharam por alguns segundos, Olga não sabia onde se esconder (fiz merda, pensei), mas o rosto de Bea se iluminou como se fosse para ela. Ela engoliu seco e, me olhando, disse.
- Porra! Porra! Tô com os pelos arrepiados, tô toda animada, se você tá falando isso pra mim, eu levanto e te beijo como nunca te beijaram, ou te pego pela mão e te arrasto até minha casa...
- Para! Para! Cê tá esquecendo que foi pra mim que ela falou.
Olga, ao mesmo tempo que empurra a cadeira pra trás e se levanta se aproximando de mim, vai se inclinando devagar até que nossos rostos se aproximam. Aquele sorriso na minha cara nunca vou esquecer e logo em seguida ela me beija, primeiro um beijo rápido, mas seguido de outro, e outro, e então se levanta e aos poucos vai se sentando no meu colo.
- Quero que você descubra o que te atrai em mim, mas vai ter que me mostrar o que espero de você!! Disse no ouvido enquanto mordia a orelha
Parece que o tempo para ao nosso redor. Passo minha mão direita pela cintura dela até o começo da bunda e a outra entre as coxas dela. Ela me envolve com as mãos no meu pescoço, nossos lábios se encontram e a gente se beija apaixonadamente como se fosse o fim do mundo.
- Ei!! Ei! Casal, para que eu tô aqui!! Exclamou a Bea.
Depois de um tempo sem conseguir parar de nos beijar e explorar levemente nossos corpos, não sei quanto, paramos de nos beijar e nós dois olhamos pra Bea.
- Fazer sacanagem em casa!! Tamo num lugar público, não sou de pedra, ainda por cima tô há duas velas tempo demais que fico com ciúme, pra não dizer pior...
- CACHONDA!! Sentencio Olga, deixando tanto eu quanto a própria Bea pasmos.
- Pois é! E mais ainda quando você levar ele pra casa e soltar a paixão desenfreada de vocês na cama. Só de imaginar... olha como eu fico!!
Pela primeira vez, reparei na Bea como uma mulher gostosa.
Tinha uns 40 e poucos anos, bem vividos. Uns 1,75m com um corpo esbelto, sem curvas exageradas, mas tudo no lugar certo. Cabelo loiro liso até os ombros, pele também morena igual a da Olga, onde já dava pra ver o tempo passando. Rosto fino, com dois olhos castanhos grandes que se destacavam, um narizinho arrebitado bem bonitinho e uma boca pequena, mas interessante, combinada com dentes perfeitos. Pescoço bem comprido, onde ali sim se notava a idade, seguido por ombros estreitos que realçavam as tetinhas pequenas, que ainda desafiavam a gravidade. Pela blusa vermelha dava pra ver os bicos grandes e bem durinhos. Barriga lisa, cintura fina e uma bunda pequena, mas parecia tonificada pelo esporte.
- Me dá vontade de ir com vocês e fazer uma loucura!! Somos amigas desde pequenas e já fizemos muitas, mas essa eu sinto que seria inesquecível.
- Cala a boca! Cala a boca! O que o Pablo vai pensar?
- Agora tô em branco, mas intrigado com as loucuras de vocês.
— Pablo, se a Olga quiser, eu conto pra você, mas aqui não dá... Me olhando diretamente com olhos cheios de tesão.
Olga de repente me beijou de novo, mas com uma luxúria que eu atribuí à lembrança das experiências dela com a Bea. Isso me esquentou tanto que eu nem lembrava direito, só pensava naquelas duas gostosas em situações picantes, tipo orgias, a três e até de forma lésbica. Precisava fazer alguma coisa pra descobrir os segredos delas e, por que não, participar.
- Por mim, tudo bem, mas melhor entre as duas assim não vão faltar detalhes, não acham?
- Sim, querido, e você, o que acha, Olga? Bea me olha com cara de santa.
- O que vou fazer... mas não vou te deixar sozinha com essa loba!! Ah! Isso vai ficar pra outro dia, porque hoje eu quero você pra mim em plenas condições. Ao mesmo tempo, me beijou de novo, pegou na minha mão pra gente sair dali, só nós dois.
Em seguida, a gente se preparava pra sair da cafeteria. Me despedi da Bea dando dois beijos, ela fez questão de roçar o canto dos lábios nos meus. Senti um arrepio percorrer o corpo todo, junto com os beijos na Olga e as fantasias que aquelas duas mulheres iam me contar. Isso fez minhas pernas ficarem sem força, que foi parar direto na minha entreperna.
- Espero te ver outro dia, Pablo, com mais tempo pra te contar nossas loucuras!! De novo aqueles olhos cheios de safadeza.
Caminhei alguns passos tentando recuperar as forças sem perceber que a Olga e a Bea estavam conversando algo que não escutei. Elas se despediram com um abraço e um olhar cúmplice.
- Beleza, vamos nessa, safadinho! Gosta de provocar, hein? Disse Olga se aproximando pra colar o corpo e me beijando.
- Provocar eu!! Você é quem me provoca! Tô louco desde que te vi na loja com essas curvas! Agarrei ela forte pela cintura e desci as duas mãos até a bunda dela, grande e dura, e beijei ela de novo.
A gente tava se beijando e eu senti uma vontade de abrir os olhos, aí lá estava a Bea me encarando com aqueles olhões dela. Ela percebeu que eu tava olhando, e sem se intimidar passou a língua nos lábios, seguido de uma mordidinha no lábio inferior.
Vou te comer" — achei que li nos lábios dela, mas mesmo que tivesse me xingado, o jeito ardente de mexer a boca e o tom lascivo que todo o corpo dela exalava provocaram uma excitação extrema que eu nunca tinha vivido.
Depois de uma cena dessas com aquele par de milf, separei meus lábios dos de Olga e falei:
- Não aguento mais!! Quero te despir e fazer você gozar do jeito que você merece!!
Ela me olhou confirmando o que eu queria.
- Então vamos pra minha casa, fica bem aqui mesmo!! Tô muito tesuda!
Nos separamos, ela passa a mão na minha cintura segurando minha mão e eu, com a que ficou livre, agarro a bunda dela. Feito dois apaixonados, a gente se afasta devagar sem tirar os olhos um do outro, com a vontade do que vinha depois.
Duas ruas adiante, paramos na frente de um prédio novo. Olga me beijou de novo enquanto procurava as chaves na bolsa. Assim que as pegou, foi na frente, abriu o portão. Abracei ela por trás, fazendo ela sentir minha ereção contra a bunda dela. Não hesitei em beijar o pescoço dela e, pela primeira vez, apalpei os peitões dela por cima da roupa. Eram melhores do que eu imaginava, duros e quentes.
-Mmm! Suspiro assim que ela abriu a porta do patamar. Nós nos enfiamos pelo patamar, mas sem sair da posição inicial.
- Não aguento mais!!Oh!Oh! Sussurro enquanto a gente vai se aprofundando até chegar na porta da casa dela.
Com tanta excitação, as chaves caíram dela. Ela se inclinou sem separar o corpo do meu, as bundas dela se mexiam tentando encaixá-las entre minhas pernas. Ela pega as chaves e, com um movimento lento, sem parar de se esfregar em mim.
Com certa dificuldade, consigo abrir a porta, vamos passar juntinhos como recém-casados. Fechei a porta e a loucura se soltou entre nós. Girei ela rapidamente pra apoiar na parede.
- Te desejo!! Quero gozar contigo!! Disse ao mesmo tempo que a beijava e começava a desabotoar os botões que restavam na parte da frente do vestido.
- Pois é, aqui estou eu, sou toda sua!! Tiro a camiseta e jogo ela longe.
Peguei nos dois peitos dela, tava louco por eles, tirei eles pra fora do sutiã e comecei a lamber do começo até as auréolas, eram enormes, de cor escura que contrastava com a pele dela, mas o que mais impressionou foram aqueles bicos totalmente durinhos apontando pra cima, não me segurei, abri a boca o máximo que pude pra enfiar eles dentro, uma vez lá não parei de passar minha língua sobre aqueles bicos enormes e duros, mordia eles.
- Para! MMM! Para! Vamos pro meu quarto que a gente fica mais à vontade! A gente se separou e ela passou na frente.
Deixei ela avançar uns metros pra me deliciar com a bunda dela. Quando percebeu, ela parou, se virou e me olhou com tesão. Devagarzinho, foi desabotoando o que restava do vestido e, abrindo pelos ombros, deixou ele escorregar lentamente pelo corpo dela. Meu desejo de vê-la pelada se realizou, fiquei chocado, era impressionante.
O cabelo cacheado até abaixo dos ombros contrastava com a pele morena e desenhava as linhas de cada curva do corpo, destacando aquela bunda grande, mas na medida certa, e umas pernas bem torneadas.
- Você gostou? Me olhando, piscando o olho e mordendo o lábio inferior.
Afirmei com a cabeça porque não conseguia falar.
- Não fica aí parado, vem pegar ele que não morde!!
Não hesitei nem um segundo diante do desafio, baixei a calça e a cueca de uma vez, deixando minha ereção à mostra. Olhei nos olhos dela enquanto me masturbava devagar e disse:
- Pois essa aqui quer te morder!! Enquanto dizia isso, me aproximei da Olga e não parava de subir e descer minha mão no meu pau.
Quando ficamos cara a cara, a Olga deslizou a mão dela até meu pau, tirou a minha e começou a bater uma lentamente, puxou minha pele pra trás deixando minha glande aparecendo, tava enorme e dava pra ver o líquido pré-gozo.
- Quem vai morder ela sou eu!! Desço até ficar a centímetros da boca dela. Passo a língua desde o talo até a glande várias vezes, deixando saliva por toda ela.
Minhas pernas fraquejaram, não tive outra escolha senão me apoiar no corredor. Ela aproveita pra enfiar a ponta como se fosse um pirulito, apertando com os lábios e passando em círculos por cima dele.
- AGGG! Olga, como eu gosto! Gemendo sem controle.
- Quanto tempo sem colocar nada na boca!!
Dizia enquanto tirava ela, pra continuar chupando, mas agora mais rápido até a base. Tentei pensar em outra coisa pra aguentar mais, não dava, o ritmo frenético da boca dela somado ao balanço dos peitos fez com que logo eu chegasse ao fim.
- Não vou aguentar muito carinho! MMM!!
- Relaxa, goza na minha boca que tô doida pra sentir seu leite!! Glup! Glup! Cada um mais rápido que o outro.
O momento chegou em poucos minutos, minhas pernas se tensionaram enquanto sentia todas as veias do meu pau engrossarem. E explodiu!! Comecei a gozar pra caralho, mas Olga abriu ainda mais a boca, não conseguiu segurar tudo, começou a vazar levemente pelos lados, caindo um pouco nos peitos dela, outros entre as coxas e no chão.
- UUFFF! Você é incrível, Olga!
- Valeu! Mas isso é só o começo! Passou a língua recolhendo os restos dos lábios dela pra me mostrar toda a minha gozada, engolir e ficar se lambendo.
Agarrei ela pelos ombros, puxando ela pra mim pra beijar, e pela primeira vez senti meu próprio gozo.
— Espero estar à sua altura, princesa!
- Tenho certeza de que você vai estar à nossa altura..
- Na nossa altura? Interrompi ela pra esclarecer a última parte.
- É uma surpresa, mas não pensa nisso agora. Vamos tomar um banho, descansar e te recuperar!!
A gente se beijou e foi pro chuveiro. Nem tinha entrado no chuveiro direito quando eu ouvi a porta da entrada bater, fiquei nervoso pra caralho!
Estaria casada...
Nós nos beijamos e fomos pro chuveiro. Mal tínhamos entrado no chuveiro quando ouvi a porta da entrada bater, fiquei nervoso pra caralho!
Rápido eu vesti a camiseta, os sapatos e fui até atrás da porta do banheiro tentando me esconder, mas antes tranquei ela.
Cada segundo de silêncio, meu coração batia mais rápido, acelerou quando um barulho de saltos foi se aproximando de onde eu estava. Parou na frente da porta, a maçaneta foi deslizando devagar, quase sem fazer barulho, mas quando empurrou a porta, ela não abriu.
- Cê tá aí? Abre! Era a voz da Olga.
A voz dela me relaxou um pouco, tirei o seguro, a porta começou a abrir devagar, quando tava no meio a Olga se esgueirou pra dentro e, se apoiando nela, fechou de novo. Ela tinha arrumado bem o vestido e abotoado os botões do decote, pensei que alguma coisa não tava certa.
- Cari! A gente teve um pequeno contratempo. Meu coração tava prestes a explodir, a Olga percebeu meu nervosismo, pegou minhas mãos, juntou nossos corpos e me beijou pra me acalmar. Depois disso, ela sorriu pra mim.
—Quem era? —falei gaguejando.
- Já! Já! Não, é meu filho que veio pegar um jogo do videogame que ele tinha esquecido. Beijo!
- Se eu tô incomodando, vou embora e a gente fica pra outro dia que tu não tiver nada pra fazer.
- Nada disso, gatinha! Fode e vai passar a noite na casa dos primos.
A mão dela deslizou por baixo da minha camiseta, acariciando meu peito, descendo devagar até chegar no meu pau, que endureceu na hora. Ela começou a percorrer ele de cima pra baixo. Ficou na ponta dos pés, mordeu minha orelha, beijou meu pescoço até chegar nos meus lábios e a gente se beijou.
A gente tava tão vidrado nos beijos que, de repente, a porta deu uma ameaçada de abrir, mas fechou de novo por causa dos nossos corpos.
- Mamãe! Mamãe!
- O que você quer, filho? Tô pelada! Ela ficou vermelha e nervosa.
— Já tenho o jogo.
- Vale! Então se comporta direito na casa dos teus primos e me liga amanhã antes de vir pra eu estar em casa.
- Que chata! Meus tios querem ir passar o dia na piscina, posso ir?
- Tá bom, mas tu tem que ajudar tua tia no que ela mandar.
- Te amo, você é a melhor!
- Tchau, gostosa! A gente se olhou, sabia que ia ficar sozinho. A gente se beijou e, quando olhei pra ela, os olhos dela transbordavam safadeza.
Ouvi a porta fechar e, na mesma hora, minhas mãos começaram a desabotoar o decote sem tirar os olhos dela. Ao ver aquele decote na minha frente, não consegui me controlar e me abaixei pra lamber o canal da buceta.
- MMM! Nossa, que gostoso! Continua!
Olga não ficou pra trás, me puxou de forma brusca e jogou. Depois, uma mão enfiou dentro da minha calça, agarrando meu pau com força, enquanto com a outra tentava tirar minha calça e minha cueca igual uma louca. Peguei os dois braços dela, segurando-a. Ela me olhou incrédula, coloquei um dedo nos lábios dela e falei.
- Agora é a minha vez!
Peguei as alças do vestido, puxando-as pra cima e separando pelos ombros, fazendo com que, devagarzinho, fosse deslizando pelo corpo dela até o chão. Olga levantou um pé, tirou o vestido, e com o outro chutou ele pra longe. Deu um passo pra trás.
Não acredite no que via, que mulherão, ela tava com um conjunto de lingerie, em cima um sutiã vermelho Ferrari semi-transparente que apertava aqueles peitos, ao mesmo tempo que formava um decote imenso que brilhava por causa das minhas lambidas. Descendo o olhar, uma barriga sem ser chapada, mas dava pra ver que era malhada, terminando com um piercing. Combinando com a parte de cima, uma calcinha vermelha, onde dava pra ver molhada e adivinhar sem muito pelo.
- Você é uma deusa! Tentei ir até ela, mas ela me parou.
Me virei pra ela me ver bem. Tinha uma bunda enorme, mas tão gostosa. Depois de uns segundos, ela se virou pra mim.
- Tá gostando do que vê?
- Se eu gosto? Olha! Acabei de tirar a cueca, peguei no meu pau e comecei a bater uma lentamente.
- E você gosta do que vê? Avancei em direção a ela, rodeando suas mãos pela cintura, agarrando as nádegas e puxando-a para mim para que nossas bocetas se unissem.
- Vamos ter que descobrir, não acha?
Nós nos beijamos, fui levando ela até a pia, uma vez lá, subi minha mão acariciando toda a costa até chegar no fecho do sutiã, abri ele. Me afastei um pouco pra ela poder se soltar, ela pegou e jogou. Passou as mãos por baixo dos peitos pra levantá-los.
- Desde a primeira vez que vi eles, queria beijar eles, chupar eles.
- Então, o que você tá esperando? São todos seus.
Sem pensar nem um segundo, me joguei abrindo a boca o máximo que pude, direto e reto. Assim que a tive dentro, comecei a lamber igual louca, principalmente quando chegava no mamilo, que tava duríssimo. Aos poucos fui tirando a boca, e quando tirei totalmente, agarrei aquele mamilo entre meus dentes e passei minha língua nele.
- OOOOHHH!!! Cabrão, como você faz bem.
Olga se contorcia de prazer, e eu aproveitei pra levantá-la de quatro. Ela esticou a mão pro meu pau e começou a me masturbar enquanto eu passava de um peito pro outro.
- MMM! Que tesão você me dá, Olgaaaa! Minha mão desceu até a buceta dela, primeiro acariciando por fora, mas logo enfiei a mão por dentro da calcinha.
- Levanta um pouco essa bunda ou eu rasgo sua calcinha. A gente se beijou de novo com desespero.
Levanto ele e tiro elas. Passei a mão de novo naquela buceta molhada, enfiando um dedo, tirando e enfiando de novo, fazendo Olga suspirar. Quando tirei, passei a língua saboreando os fluidos sem parar de olhar pra ela, depois beijei ela compartilhando os próprios fluidos dela. Devagar fui descendo, sem parar de beijar por onde passava, até ter a buceta dela a poucos centímetros da minha cara.
- Querido, agora aproveita! Aspira fundo aquele perfume de buceta.
- AAAAHH! Olga abriu mais as pernas pra facilitar o que eu ia fazer e, com raiva, as mãos dela esmagaram minha cabeça contra a buceta dela.
Passei minha língua devagar de baixo pra cima pra saborear ela, bem molhadinha, enquanto ao mesmo tempo separava os lábios da buceta dela. Olga estava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Desci de novo e comecei a lamber os lábios dela enquanto brincava com meu dedo ao mesmo tempo.
- Chupa! Chupaaa! Que delíciaaaa! Ela dizia enquanto empurrava os quadris de trás pra frente.
Diante de tal pedido, junto com minha excitação, comecei a lamber, morder e enfiar minha língua de forma frenética, fazendo ela gozar.
Depois de uns minutos de putaria, o clitóris dela começou a endurecer, já anunciando o orgasmo. Enfiei dois dedos primeiro, depois três, pra tentar fazer ela gozar ainda mais gostoso.
- Ah! Oh! MMMM! Já tô gozando!
E lá se foi, logo depois explodi enchendo minha boca, que não conseguiu segurar tudo por mais que tentasse, acabei lambuzando minha cara, mas isso me esquentou ainda mais, o cheiro e o gosto salgado percorrendo dos meus lábios até minha garganta foi uma delícia.
- OOOOOOOOOOHH! Gemeu Olga bem alto.
Me levantei lambendo tudo que minha língua conseguia pegar, ela tentou descer da pica mas as pernas quase não respondiam, tive que segurá-la pela cintura e apoiar.
- Fica tranquila, não se cansa e eu beijei ela.
- Como vou me acalmar depois do orgasmo que você me deu, gostosa.
- Espero que não seja o último. Pisquei o olho pra ela, que respondeu mordendo o lábio inferior já roxo.
- Já! Já! A gente riu os dois de um jeito bem safado.
- Agora vamos tomar um banho e recuperar as forças. Ela se afastou de mim, abriu o box e, se inclinando para ligar a água, deixou aquela raba na minha frente.
- Plas! Dei uma tapa na bunda dela quando ela ia entrar no chuveiro.
- Ahhh! Safado! Vamos tomar um banho ou...
Cheguei por trás, passando meus braços e pegando os peitos dela, colocando meu pau entre as nádegas e beijando o pescoço e as costas dela.
- Como você me deixa, e não sei se vou conseguir me segurar.
Ainda nem tínhamos entrado no chuveiro quando, da sala, a gente ouviu o celular dela. Não demos muita importância, até que, pouco depois, o interfone também tocou.
- Quem será? Eu disse.
- Já vão se cansar, agora só estou pra você!
Mas não parei nenhum dos dois, Olga começou a ficar inquieta. Se afastou de mim, me beijou, pegou o vestido e vestiu rapidamente, abotoando o decote até em cima, mas seus bicos duros denunciavam a excitação dela, arrumou o cabelo.
- Vê se tá se lavando que agora eu vou.
- Ok.
- Ah! Não se ensaboa que eu quero fazer isso. Me beijou nos lábios pra depois se abaixar pegando meu pau, puxando minha cabeça, passando a língua e dando uma chupada final.
- MMM! Tô doida pra gente se ensaboar juntos.
Foi até a pia, abriu a torneira, enxaguou a boca pra não se entregar, e depois saiu do banheiro rebolando a cintura.
Quando saí do banho, entrei no chuveiro e comecei a me molhar da cabeça aos pés, imaginando o que ainda estava por vir com a Olga.
- Vou fazer uma siririca com esses peitos, vou foder até não aguentar mais sua buceta e essa rabuda assim que tiver a chance. Sussurrava para mim no chuveiro, segurando o registro com uma mão e com a outra passava devagar da base até a cabeça do meu pau.
Desliguei o chuveiro, a água escorria pelo meu corpo e parei de me masturbar porque não queria chegar ao fim, queria que fosse a Olga. O silêncio do apartamento foi quebrado quando ouvi a porta bater, seguido de uns passos, isso me deixou nervoso. Saí do chuveiro o mais silenciosamente que pude, me enxuguei enquanto me aproximava da porta para escutar e saber quem era.
Em poucos segundos, o silêncio foi quebrado.
— O que você tá fazendo aqui? Era a Olga.
- Se eu te falar a verdade, não consegui me segurar de vir depois do nosso encontro essa tarde. Era a Bea.
- Louca! A gente tava brincando.
- Não me pareceu, e acho que pro Pablo também não. Vamos perguntar pra ele?
- Ela vai pensar que sou uma piranha.
- E de mim também, mas não tô nem aí, não é a primeira putaria que a gente faz junto, ou cê não lembra?
- Eram outros tempos, além disso, só queria que meu casamento não fosse pra merda.
- Sim! Sim! A gente não se diverte os três? Você me pediu um favor e agora eu preciso de um. Com certeza o Pablito vai fazer melhor que seu ex-marido.
- Isso com certeza!
- Já comeu ela, sua piranha!
- Pois não, era pra isso que eu ia agora antes de você encher o saco.
- Então, o que estamos esperando? Tô a mil por hora e ter você na minha frente com esses peitões duros me faz lembrar do dia que eu chupei eles.
- Pra ser sincera, desde aquele dia que você comeu minha buceta, eu fico toda molhadinha e várias vezes quase pedi pra você fazer de novo. Ela tá tomando banho, não vai sair porque meu filho veio antes e ela vai pensar que ele voltou.
- Então vem aqui, Olga! Zass! Ouvi o som de uma peça de roupa rasgando.
As duas mina, supus que começaram a se beijar, se lamber, se morder e tirar a roupa. Aos poucos, cruzei o corredor, não conseguia parar de me tocar no pau. Quando cheguei no fim do corredor, os gemidos das duas me deram vontade de meter o bedelho, mas me segurei e espiei pelo buraco da porta.
- AAAAh! Geme Olga enquanto Bea chupava seus peitos.
Bea com o mamilo entre os dentes esticou o peito da Olga, soltou e fez o mesmo com o outro peito. Depois, foram se beijando até o sofá e se deixaram cair uma por cima da outra. Da minha posição, vi a Bea fazendo movimentos rítmicos em cima da Olga enquanto se beijam.
- MMM! Ohhh! As duas gemendo ao mesmo tempo.
Abri a porta um pouco mais pra ver elas melhor. Depois de uns minutos, elas deslizaram do sofá pro tapete mudando de posição, agora era a Olga por cima da Bea, mas com uma mudança principal: tavam fazendo um 69.
- Que saudade que eu tava de comer essa buceta de novo. Soltou Olga enquanto separava os lábios da buceta e enfiava dois dedos.
- AAAAh!! Gemiu, Bea.
- OOOh! Gemido da Olga, pelo que deduzi que a Bea já tinha começado a chupar a buceta dela.
Não aguentava mais, abri a porta por completo e fui até a sala me apoiar no batente pra bater uma vendo aquelas duas deusas gozando igual umas cachorras. Os gemidos delas eram um prazer pros meus ouvidos e eu aumentei freneticamente a punheta.
- Siiim! Não para. Bea gritava sem parar.
Tanto os movimentos dela quanto os meus aceleraram, antecipando nosso orgasmo.
- Já cheguei! Já cheguei! MMMMM! Gritou Olga.
- Aaaai, eu. Bea sussurrou.
- AAAAAAhhh! Gemeram ao mesmo tempo.
Ao ouvi-las, meu pau começou a soltar jorros potentes de porra caindo no chão. Minha respiração ficou mais forte, o que alertou as duas mulheres, que se levantaram me olhando ao mesmo tempo.
- Vejo que você gostou do espetáculo! Disse Bea enquanto se lambia.
Olga por trás da Bea passou as mãos na cintura dela e enfiou a cabeça por cima do ombro.
- Pois é, olha só como o chão tá, Bea.
- O espetáculo não foi de graça. Bea olhou pra minha buceta que ainda tinha restos da minha gozada.
- Não tenho dinheiro, mas se quiserem, tenho outra coisa pra compensar vocês. Falei pegando no meu pau, passando a mão de cima pra baixo.
Bea passou a mão na buceta da Olga, enfiou um dedo, tirou, levou à boca e depois deu pra Olga provar.
- O que você acha, amiga, a gente aceita pica como compensação.
- MMM! Parece bom pra mim.
Se beijaram. Eu me aproximei dela primeiro, beijei a Bea. Olga se posicionou entre nós dois, pegando no meu pau, eu a beijei e os três fomos para o quarto.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Depois de várias semanas sem sair de casa, só pra ir trabalhar, resolvi dar um rolê. Já tava na hora de superar a minha ex-namorada, ela não merecia nem mais um minuto! Então tomei um banho, me barbeie, peguei meu melhor look — bom, aquele que me fazia sentir mais confiante quando era solteiro e saía pra paquerar. Fui na gaveta do criado-mudo: peguei um anel e 2 correntes de ouro — pelo menos era o que eu achava que ela tinha me dado.
Sai pela porta decidido a dar um ponto final naquela relação e começar uma nova era. Fui dirigindo até Cuenca, já que na minha cidade não tinha daquelas lojas que nos últimos anos se multiplicaram por causa da crise.
Ao chegar em Cuenca, desci do carro, nervoso, até pensei em voltar pra casa, mas tinha passado tão mal desde que minha namorada me largou, criei coragem e fui direto praquela loja, se é que dá pra chamar assim, não sem antes reparar em várias minas.
Depois de uns 15 minutos me deliciando a vista, principalmente com uma loira, uns 20 anos, cara de anjo que nunca quebrou um prato, mas com umas curvas de diaba que me fez tremer. Mas enfim, não quero fugir do assunto. Cheguei, fiquei na frente daquela portinha amarela pensando se entrava ou não por pelo menos 1 minuto. Peguei a maçaneta e entrei, não tinha volta. Tava pronto pra me livrar da minha antiga e torturante relação com a Ana.
Tinha 1 pessoa avaliando uns brincos, fiquei esperando no fundo da loja. 5 minutos depois ela terminou e foi embora, me aproximei daquela janelinha parecida com a de um banco, salvando as distâncias. E lá estava uma mulher, Olga, aparentando uns 35-40 anos, morena, baixinha, com uma cabeleira cacheada até o meio das costas, olhos grandes, lábios grossos mas não demais, de um vermelho que contrastava com o moreno da pele dela. Era cheinha, mas não muito, com uns peitos ainda empinados pelo sutiã que usava, diria, bom, afirmo 120, umas nádegas grandes mas ainda bem no lugar. Tava com um vestido colorido justo até os joelhos e com um decote em V no qual não consegui evitar de olhar, e ela respondeu com um sorriso, acho que todo homem que ia na loja dela não conseguia evitar, ela já tava acostumada!! Ela gostava de se exibir, como pude descobrir mais tarde.
Depois dessa visão e de ter pegado aquele canal, peguei as 2 correntes e o anel e falei pra ela:
- Boa tarde!
- Muito calor! disse ela com um meio sorriso maroto.
- Aqui dentro muito mais! Respondi sem pensar.
- Sim! Às vezes esse localzinho aqui esquenta demais. Outro sorriso, fiquei vermelho que nem um pimentão.
Depois disso, fiquei muito nervoso, além disso baixei o olhar por vergonha e, ao fazer isso, vi de novo aquele decote sem fim, o que desencadeou ainda mais meu nervosismo.
- O que você quer? Ela disse ao ver que eu respondia.
- Será que você podia avaliar essas peças de ouro pra mim?
- Claro, pra isso que eu tô aqui, né?
Tirei elas do bolso e entreguei pela janelinha, ela pegou sem tirar os olhos dos meus e me dando o melhor sorriso dela.
- Se for tudo ouro e você quiser vender, pode tirar uma boa grana!! E mais um sorrisinho.
Pensei que aquele sorriso era comum com todos os clientes, mas depois percebi que não era bem assim. Ela foi até a mesinha, se virou e me olhou, e eu respondi com um sorriso, achando que era o normal. Ela sentou e disse:
- As correntes estão enroscadas uma na outra!!
Fazia tempo que elas estavam guardadas na gaveta, foi minha ex-namorada que me deu. Decidi me livrar delas pra começar um novo ciclo!! Não sei como consegui falar isso, ainda mais pra uma estranha.
Ela, ao ouvir isso, girou a cadeira — aquela típica de todos os escritórios — e, soltando as duas correntes que ainda não tinha separado, me respondeu:
- Pois com o peso que elas têm e o valor, tanto econômico quanto sentimental, hoje mesmo se quiser você pode começar um novo ciclo e com certeza melhor! Ela piscou um olho pra mim, deu um sorriso e voltou pro seu trampo.
- Valeu!!
- Não tem de quê!! continuava deslizando elas, mas me olhando a toda hora.
De repente, ela se virou de novo na cadeira com as correntes na mão e, sem parar de me olhar com aquele sorriso, percebendo de novo que eu tava olhando pro começo dos peitões incríveis dela, com um sorrisão que dava até pra ver a gengiva.
— Tá de boa se eu trocar pra outra mesa? Porque eu fico meio nervosa quando um homem fica me encarando desse jeito!!
Fiquei sem reação com essa frase, ela se sentia desconfortável com meu olhar, ou pelo menos era o que eu achava, sei lá, não sabia como responder. Gaguejando e como pude, respondi:
- Desculpa, não foi minha intenção te deixar desconfortável em momento nenhum, peço desculpas se te incomodei de alguma forma.
- Relaxa, não me incomoda nada! Pelo contrário.
Troquei de mesa e, ao fazer isso, dei uma olhada nela de cima a baixo. Reparei nas pernas curtas, mas incríveis — do tipo que eu chamaria de "jamonas". Ela continuou o trampo por uns 10 minutos, e eu não consegui tirar os olhos dela. Mas, pra ser sincero, só via as costas e a cabeleira dela. Depois desse tempo, ela virou a cadeira e deixou eu ver um pouquinho da cor preta da calcinha dela, mas não muito bem. Foi até a outra mesa, tudo isso com um olhar e um sorriso. Acendeu uma mini balança e colocou as três peças.
- 22 gramas as três, agora vamos ver se são de ouro!
- Ok!
Pego uma espécie de pedra preta retangular e um pote com um líquido azulado. Vai raspando cada uma na pedra e depois jogando o líquido pra ver se é verdadeira.
Passei uma das correntes pela pedra retangular e coloquei o líquido em seguida, e assim sucessivamente com as outras. No final, ela me disse com um sorriso diferente, mas muito embriagador:
- Duas são de ouro! Mas essa sua ex-namorada te passou a perna! Kkkk!
- Que puta promíscua! Saiu lá do fundo de mim.
- Relaxa! Se não for pra dar certo, pelo menos tu vai secar uns trocados e com certeza não vai ser difícil arrumar outra gostosa.
Ao mesmo tempo em que ouvia essas palavras tranquilizadoras, percebi que ela tava tentando dar em cima de mim. Na hora, pensei que faria isso com todos os homens e talvez com alguma mulher também.
- Então quanto você me daria?
- O que você quiser?
- Como? Eu disse.
- Perdão! São uns 15 gramas por 20 euros, mas pra você, 22!
Não sabia como reagir àquilo e nem como tentar alguma aproximação dali. Escaneei ela de novo e uma excitação subiu dos meus pés até a cabeça, mas se concentrando na minha entreperna. Mesmo com o ar-condicionado, minha temperatura subiu! Ela era gostosa e sabia disso!
- 330 euros! Vale pra você?
- Sim! Sim!
- Então preciso do seu RG pra te cadastrar no meu arquivo.
Saquei o RG, ela fotocopiou junto com as correntes e foi pro fundo da loja, acho que devia ter o cofre lá. Ela se abaixou num ângulo de 90º, me dando uma visão excelente do começo das nalgas incríveis dela, porque o vestido subiu um pouco. Ao perceber a visão que tava me dando, ela se inclinou mais pra frente com a desculpa de que o dinheiro tava mais no fundo do cofre, levantando ainda mais o vestido justinho, enquanto em mim também começou a subir o meu pau graças àquelas nalgas. Tava morrendo de vontade de ter elas nas minhas mãos, na minha boca...
Se virei e ela veio em direção à janela, rebolando e se exibindo pra mim agora com aquele decote de tirar o fôlego, mas com uma novidade: os bicos dos peitos marcavam, mesmo o sutiã tentando disfarçar, mas minha imaginação era maior que aquele sutiã e eu já os via na minha boca, duros como pedra, e eu os apertava com minhas mãos, juntando eles, levantando, eu os chupava e lambia com minha língua e mordia com vontade, deixando eles molhados com minha saliva enquanto ela gemia. Que sensação!
- Aqui tem 330, Pablo! Li meu nome no RG, supus.
- Valeu! Fui andando até a porta.
- Espera! Você precisa assinar um comprovante de entrega e ainda não te devolvi o RG. Além disso, será que te trato tão mal assim pra você querer sumir da minha vista?
- Pelo contrário, você me trata incrível e tomara que eu tivesse muito mais ouro pra poder vir mais vezes.
- Você me deixou vermelho. Valeu.
Me dirigi até o guichê onde ela deixou meu RG e uma folha com meus dados e o valor entregue, me indicando onde eu tinha que assinar e colocar a data. Eureca!! Tinha a oportunidade perfeita pra tentar algo mais com aquela mulher incrível, sem que minha timidez tivesse que atrapalhar. Peguei o RG e a folha, assinei, mas em vez de colocar a data, botei meu número de celular, pensando que assim daria pra saber se o flerte que a gente tava tendo naquela loja era real ou só coisa da minha cabeça. Assim que terminei, entrou um casal na loja, me afastei do guichê e, enquanto ela começava a atender eles, rapidamente larguei aquela folha e, depois de me despedir rapidinho antes que ela conferisse o documento, saí da loja esperando ansioso por uma resposta.
Agora ela tinha a bola em cima da sua telha!!!
Depois de sair da loja, fui correndo pro centro da cidade, sem olhar pra trás como se alguém tivesse me perseguindo, e ainda sem ter certeza se tinha feito certo em dar meu número de telefone pra ela. Pensei: "E se ela só queria ser educada? Será que vai achar que fui um sem-vergonha?
Pouco depois, já estava longe dali, mas não sei se foi pela pressa com que andei ou pela exibição daquelas curvas da Olga, a balconista.
Sentei numa varandinha pra tomar algo gelado, bem gelado mesmo, pra baixar o calor que tava saindo do meu corpo inteiro!
Pouco tempo depois de eu estar sentado, apareceu uma novinha. Eu tava de olho no celular, sem olhar pra ela.
- Oi!! O que você quer beber?
Sem levantar os olhos e sem dar bola pra camareira, falei:
- Uma clara! Com mais limão do que cerveja.
- Ok!! Já vou trazer pra você. Dito isso, foi pra dentro do bar. De repente, levantei a cabeça e virei na direção que ela ia. Quando fiz isso, só consegui ver uma malha preta cobrindo uma bunda espetacular e empinada.
- Poooode trazer pra mim num copo gelado! Falei gaguejando, sem conseguir tirar os olhos daquela rabeta gostosa.
Ela se virou pra onde eu estava, e eu me amaldiçoei por não ter percebido o tesão que era aquela jovem garçonete.
- Vale! Só um minuto e já te sirvo.
Dizendo isso com um sorriso lindo, igual ao resto do corpo dela. Olhando bem, eu diria que ela tinha uns 20 anos, provavelmente trabalhava no verão depois que o curso acabava. Tinha 1,70m, cabelo castanho preso num coque que destacava o rostinho angelical, com uns olhos castanhos grandes e uns lábios que, sem serem grandes, eram carnudos. Vestia uma camiseta vermelha de alcinha, com os ombros de fora. Uns peitos médios em formato de pera, com uns bicos pontudos, dava pra imaginar pelo que a camiseta deixava ver.
- Valeu!!
Pouco depois ela trouxe a bebida e eu pude ver aquela deusa de novo. Fui bebendo devagar pra continuar escaneando aquele corpo que não parava de se mexer servindo as outras mesas. Resignado, terminei minha bebida, ela trouxe a conta e pensei em fazer igual na loja de ouro, mas não fiz, porque a vendedora nem tinha me chamado a atenção, e eu achando que ela tava flertando. Quem diria a garçonete, que nem tinha me olhado.
Levantei do meu assento um pouco menos acalorado, mas ainda com um baita foguinho, e fui pelo mesmo caminho de volta pra pegar meu carro e ir pra casa — a tarde já tava acabando. Enquanto caminhava, perdido nos meus pensamentos, nem percebi que tava na frente da loja de ouro. Quando virei, vi ela de novo: tava fechando a porta de metal, agachada, me dando mais uma visão daquele rabão. Parei sem saber por quê. Quando ela terminou, se levantou, virou e me pegou de novo olhando pra ela. Ela me encarou nos olhos e, bem sensual, disse:
- Até logo, gostosão! Piscou um olho pra mim e foi se afastando, rebolando aquela cintura que me deixava louco.
Eu fiquei parado ali, sem mover um músculo, mas com os olhos cravados nela. De repente, como se soubesse que eu tava olhando — já tinha me pegado várias vezes! —, ela virou a cabeça e, olhando nos meus olhos, fez algo que, só de lembrar, me dá um calafrio. Ela deu uma olhada ao redor pra ver se ninguém percebia o que ia fazer e, ao se virar pra mim, mordeu levemente o lábio inferior, umedecendo ele devagar com a ponta da língua, fazendo o vermelho brilhar de um jeito sensual. Meu coração bateu tão forte que parecia querer saltar pra pegar aquela boca, mas não!! Fiquei paralisado, o suor escorrendo pela minha testa e minhas pernas duras como pedra. Tentei falar alguma coisa:
- Tchau!! Só consegui falar isso, mesmo que na minha mente eu queria dizer que ela era uma deusa e que as curvas dela me deixavam louco.
Depois de alguns segundos nos olhando com luxúria, pelo menos da minha parte e dela também, imaginei, ela se virou de novo sem parar de sorrir pra mim, aos poucos continuou seu caminho, sabendo que eu tava olhando, começou a rebolando com descaro e muita sensualidade.
Depois de um tempo e sem tirar os olhos daquele rebolado que já tava me deixando louco de desejo, eu também segui meu caminho até o carro, pensando como eu queria saborear cada centímetro daquele corpo. Cheguei, entrei no carro, liguei o motor e tive que colocar o ar condicionado no talo, porque tava suando — mas não era pelo calor, e sim por tudo que tinha rolado naquela tarde.
Fui pra casa com uma felicidade que não sentia há muito tempo.
Uma vez em casa, a tarde já tava acabando e dando lugar a uma noite que parecia que ia ser bem quente, e junto com o calor que eu já tava sentindo no corpo, tomei um banho de água fria que, no contato com a pele, parecia que fervia. Quando saí, não jantei e tomei umas cervejinhas bem geladas enquanto via TV, mas sem prestar muita atenção, e de repente falei:
- Porra! Cadê meu celular!! Rapidamente procurei e vi que quase não tinha bateria, peguei o carregador e liguei na mesinha de cabeceira. Depois disso, me preparei pra dormir, mas foi em vão, porque só conseguia pensar nela e ficar olhando pro celular direto até o sono vencer minha excitação.
Com os primeiros raios de sol que entravam pela minha janela, acordei com o corpo todo suado e com uma ereção do caralho, e a visão da Olga veio na minha cabeça, mas eu tava sozinho na cama. Aos poucos, enfiei a mão por baixo do pijama e comecei a me masturbar de leve, imaginando que era ela que tava segurando meu pau e me dando um boquete foda, sem parar de me olhar com uma cara safada. Quase sem perceber, senti que ia gozar, levantei correndo pro banheiro pra sujar o menos possível, cheguei bem na hora porque, assim que apontei meu pau pra pia, o primeiro jato foi direto no vidro, mas o resto eu consegui controlar mais ou menos.
Depois de tomar um banho e limpar os restos de porra, fui pelado com a toalha enrolada na cintura. Olhei pro celular, decepcionado por não ter nem uma ligação ou um simples SMS. Desiludido, me vesti e fui pra cozinha almoçar. Quando tava mordendo uma torrada, o barulho do celular me assustou. Larguei a torrada na hora e fui correndo, torcendo pra ser ela. Peguei o celular e vi que eram 2 SMS de alguém que não tava na minha agenda. Fiquei olhando pra tela uns segundos, rezando pra ser ela. Me decidi, abri e dizia:
Oi !! Sou a Olga, da loja de ouro, lembra de mim? Eu lembro de você sim, mesmo não ligando pra todo mundo que entra, mas depois de reparar como você me olhava, eu gostei e você me atraiu. Só queria saber se você topa tomar algo quando eu fechar. Não fica imaginando coisas estranhas, só quero te conhecer um pouco melhor. Um beijinho!! Te espero ou não?
Um sorriso se desenhou no meu rosto enquanto pensava em como queria a Olga, mas tentei me acalmar antes de responder pra não colocar algo no SMS onde eu pudesse pisar na bola e perder minha chance. Depois de pensar um pouco, decidi deixar passar umas duas horas pra ela não perceber minha ansiedade.
Voltei pra cozinha pra terminar meu almoço, mas não consegui, meu estômago tava fechado de nervoso. Peguei um papel e fui escrevendo ideias engenhosas e bonitas ao mesmo tempo, mas sem ser obscenas nem atrevidas, pra colocar na resposta pra Olga.
Depois de um tempo e sem conseguir escrever nada decente, peguei o celular e resolvi dar uma volta pra tomar um ar. Umas duas horas depois andando por aí, voltei pra casa decidido a responder. Sentei no sofá e falei pra ela:
Olá Olga!! Fico feliz que você me escreveu, porque eu não tava muito certo de tudo. Claro que adoraria tomar algo com você e bater um papo. Fica tranquila, não sou do tipo que quer te levar pra cama só por ir tomar um drink (embora eu pense que adoraria te ter o tempo todo na minha cama e aproveitar esse corpão!!). Me diz que horas que eu passo e vou ser pontual, porque não gosto de fazer uma dama esperar, ainda mais uma tão gostosa quanto você? Muitos beijos!
Mandei e relaxei da tensão das últimas 24 horas, liguei a TV e esperei a resposta sabendo que o mais difícil já estava feito!!
A resposta não demorou muito. Em 15 minutos, meu celular tocou, era o mesmo número. Rapidamente abri e dizia:
Amor, passo aí umas 19h, te espero. Ah! Sendo sincera, o que te falei antes não é o que eu pensava. Adoraria que você me seduzisse, porque adoro como seus olhos brilham e me despem quando me olham. Beijão!
Fiquei paralisado, alucinado, mas principalmente excitado com a declaração e a proposta dela ao mesmo tempo.
Durante o resto do dia, o tempo passou devagar, e eu não conseguia parar de pensar no corpo da Olga. Aqueles peitos enormes que deviam esconder uns bicos tipo bolacha maria, a pele morena macia e ao mesmo tempo firme, e o que mais me deixava louco era aquela rabuda enorme, que mesmo sendo grande ainda se mantinha no lugar, por causa dos exercícios, pensei.
Depois de comer, tava muito nervoso, fui pra sala e me servi um dose de Orujo de ervas. Funcionou, porque pouco depois tava esticado no sofá dormindo.
Levantei, tomei banho e, depois de me vestir sem descuidar nenhum detalhe, me perfumei como manda o figurino, mas sem exagerar, porque queria prender a Olga!
No meio do caminho, tive que parar o carro por causa de um acidente. A caravana andava devagar, mas meu relógio corria rápido demais. Não parava de olhar pro relógio a cada minuto e ficar nervoso por não chegar na hora, de perder a chance que eu tinha. A guarda civil abriu uma pista alternativa e finalmente cheguei em Cuenca. Estacionei e saí voando pra loja de ouro...
Chegando bem na hora, ela tinha acabado de fechar e estava prestes a baixar a persiana, mas rapidamente, sem que ela percebesse minha presença, me aproximei esticando meu braço por trás dela, baixei a persiana e meu corpo ficou colado no dela. Foi aí que, pela primeira vez, com um leve roçar, confirmei que a Olga tinha uma bunda impressionante e dura como pedra. Imediatamente, minha excitação fez eu ter uma ereção que não passou despercebida.
Naquele dia, ela tava usando um vestido parecido com o que vi na primeira vez, mas bem mais justinho, verde com estampas florais amarelas e roxas, na altura do joelho e com um decote preso por botões, três deles abertos mostrando o começo dos peitões enormes dela. Umas sandálias de verão com um saltozinho fazendo a bunda dela se levantar de leve. Tava um escândalo!!
Bem quando a persiana começava a descer, além do contato dos nossos corpos, ela se virou rapidamente com cara de surpresa. Ao me ver, acabou se virando por completo, ficando separados por apenas centímetros. Os olhos dela mudaram de um jeito que me fez arrepiar, e os lábios dela desenharam um sorriso lindo e sensual.
- Oi! Que susto você me deu, amor!! Pensei que iam me roubar. Me afastei pra você poder fechar a fechadura da persiana. Ela se virou sem parar de me olhar e se inclinou de um jeito sensual pra fechar o lugar por completo.
- Se tentarem, vão ter que passar por cima do meu cadáver!!
- Espero que não aconteça porque...!! Ela piscou o olho pra mim enquanto passava a ponta da língua no canto dos lábios.
- Eu também não quero, ainda mais agora que estou começando a conhecer uma mulher tão incrível!! Falei quase ao mesmo tempo que ela.
Assim que ela terminou, os olhos dela falaram e com um simples movimento eu entendi que a gente tinha que vazar dali, mas não sabia pra onde, só fui. Juntos, a gente caminhou por aquelas ruas sem trocar palavra, só com olhares rápidos e uns sorrisos aqui e ali, até chegar no nosso destino: um cafézinho pequeno na esquina de duas ruas, perto do centro de Cuenca.
Uuff! Pensei que a gente ia pra casa dela e não sabia como reagir se rolasse, tava muito nervoso! A gente sentou numa mesinha, eu tava prestes a explodir e já ia começar a falar.
- Olá, Olga!! Me virei e vi a garçonete do local se aproximando de nós sem conseguir conter um sorriso mais que suspeito.
— Bea! Beleza? Você não tava de férias, disse ao ver aquela garçonete. Dava pra ver que Olga tava surpresa.
Ela se aproximou até ficar entre os dois.
- Sim, mas o Pedro (o outro garçom) sofreu um acidente de trânsito, nada grave, tá de licença!! Kkkk!
- Diz pra ela se recuperar logo!!
- Ok!! Vou falar. E você? Tá bem, né? Disse num tom de brincadeira, me olhou e depois fez o mesmo com a Olga. Deu pra entender tudo!!
- Não! Não! É um cliente da loja, mas...
- Mas nada! Não precisa me explicar nada, não sou sua mãe!! Além disso, dá pra entender.. ele é muito gostoso, se me permite a ousadia!!
- HA! HA! Rimos os três ao mesmo tempo.
- Valeu! Falei pra garçonete enquanto olhava pra Olga, que tava vermelha que nem um tomate.
- Viu!!! Disse Bea, ao mesmo tempo que dava uns pequenos cotoveladas nele pra tirar o peso da situação. Isso relaxou Olga e desenhou um sorrisinho no rosto dela.
- Não se acanhe, mulher! Bem que algumas de nós gostariam de ter clientes como ele na vida!! Ai! Desculpa! No meu negócio! Sou a Bea, amiga dessa envergonhada. Ela veio na minha direção, rapidamente me levantei e trocamos dois beijos.
— Eu Pablo, prazer!!
- Você tá gostosa, não tem nada de errado nisso, além do mais, você já não precisa dar satisfação pra ninguém!!
- Que sem vergonha você é, Bea!! Mas somos só amigos! A cara dela parecia dizer outra coisa.
Vendo que a Olga tava meio intimidada pela Bea, fiquei na dúvida se ajudava ela ou apertava um pouco mais pra saber até onde eu podia chegar com ela. Desde o pouco tempo que conhecia ela e as poucas palavras que a gente tinha trocado, não sabia o que fazer, mas lembrei dos nossos olhares e, mais importante, dos SMS. Decidi botar toda a carne no fogo.
— Somos só amigos! A Olga pareceu se contentar com minha afirmação.
Em seguida, soltei a bomba.
— Mas, Bea, sendo sincero, e já que aqui entre nós três tá todo mundo à vontade, não me importaria, aliás, adoraria ser algo a mais, mesmo não conhecendo ela tão bem. Ela me passa uma parada que não sei explicar, só sei que não queria perder a chance de descobrir, isso sim, só se ela quiser também!
Surpresas, Bea e Olga se olharam por alguns segundos, Olga não sabia onde se esconder (fiz merda, pensei), mas o rosto de Bea se iluminou como se fosse para ela. Ela engoliu seco e, me olhando, disse.
- Porra! Porra! Tô com os pelos arrepiados, tô toda animada, se você tá falando isso pra mim, eu levanto e te beijo como nunca te beijaram, ou te pego pela mão e te arrasto até minha casa...
- Para! Para! Cê tá esquecendo que foi pra mim que ela falou.
Olga, ao mesmo tempo que empurra a cadeira pra trás e se levanta se aproximando de mim, vai se inclinando devagar até que nossos rostos se aproximam. Aquele sorriso na minha cara nunca vou esquecer e logo em seguida ela me beija, primeiro um beijo rápido, mas seguido de outro, e outro, e então se levanta e aos poucos vai se sentando no meu colo.
- Quero que você descubra o que te atrai em mim, mas vai ter que me mostrar o que espero de você!! Disse no ouvido enquanto mordia a orelha
Parece que o tempo para ao nosso redor. Passo minha mão direita pela cintura dela até o começo da bunda e a outra entre as coxas dela. Ela me envolve com as mãos no meu pescoço, nossos lábios se encontram e a gente se beija apaixonadamente como se fosse o fim do mundo.
- Ei!! Ei! Casal, para que eu tô aqui!! Exclamou a Bea.
Depois de um tempo sem conseguir parar de nos beijar e explorar levemente nossos corpos, não sei quanto, paramos de nos beijar e nós dois olhamos pra Bea.
- Fazer sacanagem em casa!! Tamo num lugar público, não sou de pedra, ainda por cima tô há duas velas tempo demais que fico com ciúme, pra não dizer pior...
- CACHONDA!! Sentencio Olga, deixando tanto eu quanto a própria Bea pasmos.
- Pois é! E mais ainda quando você levar ele pra casa e soltar a paixão desenfreada de vocês na cama. Só de imaginar... olha como eu fico!!
Pela primeira vez, reparei na Bea como uma mulher gostosa.
Tinha uns 40 e poucos anos, bem vividos. Uns 1,75m com um corpo esbelto, sem curvas exageradas, mas tudo no lugar certo. Cabelo loiro liso até os ombros, pele também morena igual a da Olga, onde já dava pra ver o tempo passando. Rosto fino, com dois olhos castanhos grandes que se destacavam, um narizinho arrebitado bem bonitinho e uma boca pequena, mas interessante, combinada com dentes perfeitos. Pescoço bem comprido, onde ali sim se notava a idade, seguido por ombros estreitos que realçavam as tetinhas pequenas, que ainda desafiavam a gravidade. Pela blusa vermelha dava pra ver os bicos grandes e bem durinhos. Barriga lisa, cintura fina e uma bunda pequena, mas parecia tonificada pelo esporte.
- Me dá vontade de ir com vocês e fazer uma loucura!! Somos amigas desde pequenas e já fizemos muitas, mas essa eu sinto que seria inesquecível.
- Cala a boca! Cala a boca! O que o Pablo vai pensar?
- Agora tô em branco, mas intrigado com as loucuras de vocês.
— Pablo, se a Olga quiser, eu conto pra você, mas aqui não dá... Me olhando diretamente com olhos cheios de tesão.
Olga de repente me beijou de novo, mas com uma luxúria que eu atribuí à lembrança das experiências dela com a Bea. Isso me esquentou tanto que eu nem lembrava direito, só pensava naquelas duas gostosas em situações picantes, tipo orgias, a três e até de forma lésbica. Precisava fazer alguma coisa pra descobrir os segredos delas e, por que não, participar.
- Por mim, tudo bem, mas melhor entre as duas assim não vão faltar detalhes, não acham?
- Sim, querido, e você, o que acha, Olga? Bea me olha com cara de santa.
- O que vou fazer... mas não vou te deixar sozinha com essa loba!! Ah! Isso vai ficar pra outro dia, porque hoje eu quero você pra mim em plenas condições. Ao mesmo tempo, me beijou de novo, pegou na minha mão pra gente sair dali, só nós dois.
Em seguida, a gente se preparava pra sair da cafeteria. Me despedi da Bea dando dois beijos, ela fez questão de roçar o canto dos lábios nos meus. Senti um arrepio percorrer o corpo todo, junto com os beijos na Olga e as fantasias que aquelas duas mulheres iam me contar. Isso fez minhas pernas ficarem sem força, que foi parar direto na minha entreperna.
- Espero te ver outro dia, Pablo, com mais tempo pra te contar nossas loucuras!! De novo aqueles olhos cheios de safadeza.
Caminhei alguns passos tentando recuperar as forças sem perceber que a Olga e a Bea estavam conversando algo que não escutei. Elas se despediram com um abraço e um olhar cúmplice.
- Beleza, vamos nessa, safadinho! Gosta de provocar, hein? Disse Olga se aproximando pra colar o corpo e me beijando.
- Provocar eu!! Você é quem me provoca! Tô louco desde que te vi na loja com essas curvas! Agarrei ela forte pela cintura e desci as duas mãos até a bunda dela, grande e dura, e beijei ela de novo.
A gente tava se beijando e eu senti uma vontade de abrir os olhos, aí lá estava a Bea me encarando com aqueles olhões dela. Ela percebeu que eu tava olhando, e sem se intimidar passou a língua nos lábios, seguido de uma mordidinha no lábio inferior.
Vou te comer" — achei que li nos lábios dela, mas mesmo que tivesse me xingado, o jeito ardente de mexer a boca e o tom lascivo que todo o corpo dela exalava provocaram uma excitação extrema que eu nunca tinha vivido.
Depois de uma cena dessas com aquele par de milf, separei meus lábios dos de Olga e falei:
- Não aguento mais!! Quero te despir e fazer você gozar do jeito que você merece!!
Ela me olhou confirmando o que eu queria.
- Então vamos pra minha casa, fica bem aqui mesmo!! Tô muito tesuda!
Nos separamos, ela passa a mão na minha cintura segurando minha mão e eu, com a que ficou livre, agarro a bunda dela. Feito dois apaixonados, a gente se afasta devagar sem tirar os olhos um do outro, com a vontade do que vinha depois.
Duas ruas adiante, paramos na frente de um prédio novo. Olga me beijou de novo enquanto procurava as chaves na bolsa. Assim que as pegou, foi na frente, abriu o portão. Abracei ela por trás, fazendo ela sentir minha ereção contra a bunda dela. Não hesitei em beijar o pescoço dela e, pela primeira vez, apalpei os peitões dela por cima da roupa. Eram melhores do que eu imaginava, duros e quentes.
-Mmm! Suspiro assim que ela abriu a porta do patamar. Nós nos enfiamos pelo patamar, mas sem sair da posição inicial.
- Não aguento mais!!Oh!Oh! Sussurro enquanto a gente vai se aprofundando até chegar na porta da casa dela.
Com tanta excitação, as chaves caíram dela. Ela se inclinou sem separar o corpo do meu, as bundas dela se mexiam tentando encaixá-las entre minhas pernas. Ela pega as chaves e, com um movimento lento, sem parar de se esfregar em mim.
Com certa dificuldade, consigo abrir a porta, vamos passar juntinhos como recém-casados. Fechei a porta e a loucura se soltou entre nós. Girei ela rapidamente pra apoiar na parede.
- Te desejo!! Quero gozar contigo!! Disse ao mesmo tempo que a beijava e começava a desabotoar os botões que restavam na parte da frente do vestido.
- Pois é, aqui estou eu, sou toda sua!! Tiro a camiseta e jogo ela longe.
Peguei nos dois peitos dela, tava louco por eles, tirei eles pra fora do sutiã e comecei a lamber do começo até as auréolas, eram enormes, de cor escura que contrastava com a pele dela, mas o que mais impressionou foram aqueles bicos totalmente durinhos apontando pra cima, não me segurei, abri a boca o máximo que pude pra enfiar eles dentro, uma vez lá não parei de passar minha língua sobre aqueles bicos enormes e duros, mordia eles.
- Para! MMM! Para! Vamos pro meu quarto que a gente fica mais à vontade! A gente se separou e ela passou na frente.
Deixei ela avançar uns metros pra me deliciar com a bunda dela. Quando percebeu, ela parou, se virou e me olhou com tesão. Devagarzinho, foi desabotoando o que restava do vestido e, abrindo pelos ombros, deixou ele escorregar lentamente pelo corpo dela. Meu desejo de vê-la pelada se realizou, fiquei chocado, era impressionante.
O cabelo cacheado até abaixo dos ombros contrastava com a pele morena e desenhava as linhas de cada curva do corpo, destacando aquela bunda grande, mas na medida certa, e umas pernas bem torneadas.
- Você gostou? Me olhando, piscando o olho e mordendo o lábio inferior.
Afirmei com a cabeça porque não conseguia falar.
- Não fica aí parado, vem pegar ele que não morde!!
Não hesitei nem um segundo diante do desafio, baixei a calça e a cueca de uma vez, deixando minha ereção à mostra. Olhei nos olhos dela enquanto me masturbava devagar e disse:
- Pois essa aqui quer te morder!! Enquanto dizia isso, me aproximei da Olga e não parava de subir e descer minha mão no meu pau.
Quando ficamos cara a cara, a Olga deslizou a mão dela até meu pau, tirou a minha e começou a bater uma lentamente, puxou minha pele pra trás deixando minha glande aparecendo, tava enorme e dava pra ver o líquido pré-gozo.
- Quem vai morder ela sou eu!! Desço até ficar a centímetros da boca dela. Passo a língua desde o talo até a glande várias vezes, deixando saliva por toda ela.
Minhas pernas fraquejaram, não tive outra escolha senão me apoiar no corredor. Ela aproveita pra enfiar a ponta como se fosse um pirulito, apertando com os lábios e passando em círculos por cima dele.
- AGGG! Olga, como eu gosto! Gemendo sem controle.
- Quanto tempo sem colocar nada na boca!!
Dizia enquanto tirava ela, pra continuar chupando, mas agora mais rápido até a base. Tentei pensar em outra coisa pra aguentar mais, não dava, o ritmo frenético da boca dela somado ao balanço dos peitos fez com que logo eu chegasse ao fim.
- Não vou aguentar muito carinho! MMM!!
- Relaxa, goza na minha boca que tô doida pra sentir seu leite!! Glup! Glup! Cada um mais rápido que o outro.
O momento chegou em poucos minutos, minhas pernas se tensionaram enquanto sentia todas as veias do meu pau engrossarem. E explodiu!! Comecei a gozar pra caralho, mas Olga abriu ainda mais a boca, não conseguiu segurar tudo, começou a vazar levemente pelos lados, caindo um pouco nos peitos dela, outros entre as coxas e no chão.
- UUFFF! Você é incrível, Olga!
- Valeu! Mas isso é só o começo! Passou a língua recolhendo os restos dos lábios dela pra me mostrar toda a minha gozada, engolir e ficar se lambendo.
Agarrei ela pelos ombros, puxando ela pra mim pra beijar, e pela primeira vez senti meu próprio gozo.
— Espero estar à sua altura, princesa!
- Tenho certeza de que você vai estar à nossa altura..
- Na nossa altura? Interrompi ela pra esclarecer a última parte.
- É uma surpresa, mas não pensa nisso agora. Vamos tomar um banho, descansar e te recuperar!!
A gente se beijou e foi pro chuveiro. Nem tinha entrado no chuveiro direito quando eu ouvi a porta da entrada bater, fiquei nervoso pra caralho!
Estaria casada...
Nós nos beijamos e fomos pro chuveiro. Mal tínhamos entrado no chuveiro quando ouvi a porta da entrada bater, fiquei nervoso pra caralho!
Rápido eu vesti a camiseta, os sapatos e fui até atrás da porta do banheiro tentando me esconder, mas antes tranquei ela.
Cada segundo de silêncio, meu coração batia mais rápido, acelerou quando um barulho de saltos foi se aproximando de onde eu estava. Parou na frente da porta, a maçaneta foi deslizando devagar, quase sem fazer barulho, mas quando empurrou a porta, ela não abriu.
- Cê tá aí? Abre! Era a voz da Olga.
A voz dela me relaxou um pouco, tirei o seguro, a porta começou a abrir devagar, quando tava no meio a Olga se esgueirou pra dentro e, se apoiando nela, fechou de novo. Ela tinha arrumado bem o vestido e abotoado os botões do decote, pensei que alguma coisa não tava certa.
- Cari! A gente teve um pequeno contratempo. Meu coração tava prestes a explodir, a Olga percebeu meu nervosismo, pegou minhas mãos, juntou nossos corpos e me beijou pra me acalmar. Depois disso, ela sorriu pra mim.
—Quem era? —falei gaguejando.
- Já! Já! Não, é meu filho que veio pegar um jogo do videogame que ele tinha esquecido. Beijo!
- Se eu tô incomodando, vou embora e a gente fica pra outro dia que tu não tiver nada pra fazer.
- Nada disso, gatinha! Fode e vai passar a noite na casa dos primos.
A mão dela deslizou por baixo da minha camiseta, acariciando meu peito, descendo devagar até chegar no meu pau, que endureceu na hora. Ela começou a percorrer ele de cima pra baixo. Ficou na ponta dos pés, mordeu minha orelha, beijou meu pescoço até chegar nos meus lábios e a gente se beijou.
A gente tava tão vidrado nos beijos que, de repente, a porta deu uma ameaçada de abrir, mas fechou de novo por causa dos nossos corpos.
- Mamãe! Mamãe!
- O que você quer, filho? Tô pelada! Ela ficou vermelha e nervosa.
— Já tenho o jogo.
- Vale! Então se comporta direito na casa dos teus primos e me liga amanhã antes de vir pra eu estar em casa.
- Que chata! Meus tios querem ir passar o dia na piscina, posso ir?
- Tá bom, mas tu tem que ajudar tua tia no que ela mandar.
- Te amo, você é a melhor!
- Tchau, gostosa! A gente se olhou, sabia que ia ficar sozinho. A gente se beijou e, quando olhei pra ela, os olhos dela transbordavam safadeza.
Ouvi a porta fechar e, na mesma hora, minhas mãos começaram a desabotoar o decote sem tirar os olhos dela. Ao ver aquele decote na minha frente, não consegui me controlar e me abaixei pra lamber o canal da buceta.
- MMM! Nossa, que gostoso! Continua!
Olga não ficou pra trás, me puxou de forma brusca e jogou. Depois, uma mão enfiou dentro da minha calça, agarrando meu pau com força, enquanto com a outra tentava tirar minha calça e minha cueca igual uma louca. Peguei os dois braços dela, segurando-a. Ela me olhou incrédula, coloquei um dedo nos lábios dela e falei.
- Agora é a minha vez!
Peguei as alças do vestido, puxando-as pra cima e separando pelos ombros, fazendo com que, devagarzinho, fosse deslizando pelo corpo dela até o chão. Olga levantou um pé, tirou o vestido, e com o outro chutou ele pra longe. Deu um passo pra trás.
Não acredite no que via, que mulherão, ela tava com um conjunto de lingerie, em cima um sutiã vermelho Ferrari semi-transparente que apertava aqueles peitos, ao mesmo tempo que formava um decote imenso que brilhava por causa das minhas lambidas. Descendo o olhar, uma barriga sem ser chapada, mas dava pra ver que era malhada, terminando com um piercing. Combinando com a parte de cima, uma calcinha vermelha, onde dava pra ver molhada e adivinhar sem muito pelo.
- Você é uma deusa! Tentei ir até ela, mas ela me parou.
Me virei pra ela me ver bem. Tinha uma bunda enorme, mas tão gostosa. Depois de uns segundos, ela se virou pra mim.
- Tá gostando do que vê?
- Se eu gosto? Olha! Acabei de tirar a cueca, peguei no meu pau e comecei a bater uma lentamente.
- E você gosta do que vê? Avancei em direção a ela, rodeando suas mãos pela cintura, agarrando as nádegas e puxando-a para mim para que nossas bocetas se unissem.
- Vamos ter que descobrir, não acha?
Nós nos beijamos, fui levando ela até a pia, uma vez lá, subi minha mão acariciando toda a costa até chegar no fecho do sutiã, abri ele. Me afastei um pouco pra ela poder se soltar, ela pegou e jogou. Passou as mãos por baixo dos peitos pra levantá-los.
- Desde a primeira vez que vi eles, queria beijar eles, chupar eles.
- Então, o que você tá esperando? São todos seus.
Sem pensar nem um segundo, me joguei abrindo a boca o máximo que pude, direto e reto. Assim que a tive dentro, comecei a lamber igual louca, principalmente quando chegava no mamilo, que tava duríssimo. Aos poucos fui tirando a boca, e quando tirei totalmente, agarrei aquele mamilo entre meus dentes e passei minha língua nele.
- OOOOHHH!!! Cabrão, como você faz bem.
Olga se contorcia de prazer, e eu aproveitei pra levantá-la de quatro. Ela esticou a mão pro meu pau e começou a me masturbar enquanto eu passava de um peito pro outro.
- MMM! Que tesão você me dá, Olgaaaa! Minha mão desceu até a buceta dela, primeiro acariciando por fora, mas logo enfiei a mão por dentro da calcinha.
- Levanta um pouco essa bunda ou eu rasgo sua calcinha. A gente se beijou de novo com desespero.
Levanto ele e tiro elas. Passei a mão de novo naquela buceta molhada, enfiando um dedo, tirando e enfiando de novo, fazendo Olga suspirar. Quando tirei, passei a língua saboreando os fluidos sem parar de olhar pra ela, depois beijei ela compartilhando os próprios fluidos dela. Devagar fui descendo, sem parar de beijar por onde passava, até ter a buceta dela a poucos centímetros da minha cara.
- Querido, agora aproveita! Aspira fundo aquele perfume de buceta.
- AAAAHH! Olga abriu mais as pernas pra facilitar o que eu ia fazer e, com raiva, as mãos dela esmagaram minha cabeça contra a buceta dela.
Passei minha língua devagar de baixo pra cima pra saborear ela, bem molhadinha, enquanto ao mesmo tempo separava os lábios da buceta dela. Olga estava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Desci de novo e comecei a lamber os lábios dela enquanto brincava com meu dedo ao mesmo tempo.
- Chupa! Chupaaa! Que delíciaaaa! Ela dizia enquanto empurrava os quadris de trás pra frente.
Diante de tal pedido, junto com minha excitação, comecei a lamber, morder e enfiar minha língua de forma frenética, fazendo ela gozar.
Depois de uns minutos de putaria, o clitóris dela começou a endurecer, já anunciando o orgasmo. Enfiei dois dedos primeiro, depois três, pra tentar fazer ela gozar ainda mais gostoso.
- Ah! Oh! MMMM! Já tô gozando!
E lá se foi, logo depois explodi enchendo minha boca, que não conseguiu segurar tudo por mais que tentasse, acabei lambuzando minha cara, mas isso me esquentou ainda mais, o cheiro e o gosto salgado percorrendo dos meus lábios até minha garganta foi uma delícia.
- OOOOOOOOOOHH! Gemeu Olga bem alto.
Me levantei lambendo tudo que minha língua conseguia pegar, ela tentou descer da pica mas as pernas quase não respondiam, tive que segurá-la pela cintura e apoiar.
- Fica tranquila, não se cansa e eu beijei ela.
- Como vou me acalmar depois do orgasmo que você me deu, gostosa.
- Espero que não seja o último. Pisquei o olho pra ela, que respondeu mordendo o lábio inferior já roxo.
- Já! Já! A gente riu os dois de um jeito bem safado.
- Agora vamos tomar um banho e recuperar as forças. Ela se afastou de mim, abriu o box e, se inclinando para ligar a água, deixou aquela raba na minha frente.
- Plas! Dei uma tapa na bunda dela quando ela ia entrar no chuveiro.
- Ahhh! Safado! Vamos tomar um banho ou...
Cheguei por trás, passando meus braços e pegando os peitos dela, colocando meu pau entre as nádegas e beijando o pescoço e as costas dela.
- Como você me deixa, e não sei se vou conseguir me segurar.
Ainda nem tínhamos entrado no chuveiro quando, da sala, a gente ouviu o celular dela. Não demos muita importância, até que, pouco depois, o interfone também tocou.
- Quem será? Eu disse.
- Já vão se cansar, agora só estou pra você!
Mas não parei nenhum dos dois, Olga começou a ficar inquieta. Se afastou de mim, me beijou, pegou o vestido e vestiu rapidamente, abotoando o decote até em cima, mas seus bicos duros denunciavam a excitação dela, arrumou o cabelo.
- Vê se tá se lavando que agora eu vou.
- Ok.
- Ah! Não se ensaboa que eu quero fazer isso. Me beijou nos lábios pra depois se abaixar pegando meu pau, puxando minha cabeça, passando a língua e dando uma chupada final.
- MMM! Tô doida pra gente se ensaboar juntos.
Foi até a pia, abriu a torneira, enxaguou a boca pra não se entregar, e depois saiu do banheiro rebolando a cintura.
Quando saí do banho, entrei no chuveiro e comecei a me molhar da cabeça aos pés, imaginando o que ainda estava por vir com a Olga.
- Vou fazer uma siririca com esses peitos, vou foder até não aguentar mais sua buceta e essa rabuda assim que tiver a chance. Sussurrava para mim no chuveiro, segurando o registro com uma mão e com a outra passava devagar da base até a cabeça do meu pau.
Desliguei o chuveiro, a água escorria pelo meu corpo e parei de me masturbar porque não queria chegar ao fim, queria que fosse a Olga. O silêncio do apartamento foi quebrado quando ouvi a porta bater, seguido de uns passos, isso me deixou nervoso. Saí do chuveiro o mais silenciosamente que pude, me enxuguei enquanto me aproximava da porta para escutar e saber quem era.
Em poucos segundos, o silêncio foi quebrado.
— O que você tá fazendo aqui? Era a Olga.
- Se eu te falar a verdade, não consegui me segurar de vir depois do nosso encontro essa tarde. Era a Bea.
- Louca! A gente tava brincando.
- Não me pareceu, e acho que pro Pablo também não. Vamos perguntar pra ele?
- Ela vai pensar que sou uma piranha.
- E de mim também, mas não tô nem aí, não é a primeira putaria que a gente faz junto, ou cê não lembra?
- Eram outros tempos, além disso, só queria que meu casamento não fosse pra merda.
- Sim! Sim! A gente não se diverte os três? Você me pediu um favor e agora eu preciso de um. Com certeza o Pablito vai fazer melhor que seu ex-marido.
- Isso com certeza!
- Já comeu ela, sua piranha!
- Pois não, era pra isso que eu ia agora antes de você encher o saco.
- Então, o que estamos esperando? Tô a mil por hora e ter você na minha frente com esses peitões duros me faz lembrar do dia que eu chupei eles.
- Pra ser sincera, desde aquele dia que você comeu minha buceta, eu fico toda molhadinha e várias vezes quase pedi pra você fazer de novo. Ela tá tomando banho, não vai sair porque meu filho veio antes e ela vai pensar que ele voltou.
- Então vem aqui, Olga! Zass! Ouvi o som de uma peça de roupa rasgando.
As duas mina, supus que começaram a se beijar, se lamber, se morder e tirar a roupa. Aos poucos, cruzei o corredor, não conseguia parar de me tocar no pau. Quando cheguei no fim do corredor, os gemidos das duas me deram vontade de meter o bedelho, mas me segurei e espiei pelo buraco da porta.
- AAAAh! Geme Olga enquanto Bea chupava seus peitos.
Bea com o mamilo entre os dentes esticou o peito da Olga, soltou e fez o mesmo com o outro peito. Depois, foram se beijando até o sofá e se deixaram cair uma por cima da outra. Da minha posição, vi a Bea fazendo movimentos rítmicos em cima da Olga enquanto se beijam.
- MMM! Ohhh! As duas gemendo ao mesmo tempo.
Abri a porta um pouco mais pra ver elas melhor. Depois de uns minutos, elas deslizaram do sofá pro tapete mudando de posição, agora era a Olga por cima da Bea, mas com uma mudança principal: tavam fazendo um 69.
- Que saudade que eu tava de comer essa buceta de novo. Soltou Olga enquanto separava os lábios da buceta e enfiava dois dedos.
- AAAAh!! Gemiu, Bea.
- OOOh! Gemido da Olga, pelo que deduzi que a Bea já tinha começado a chupar a buceta dela.
Não aguentava mais, abri a porta por completo e fui até a sala me apoiar no batente pra bater uma vendo aquelas duas deusas gozando igual umas cachorras. Os gemidos delas eram um prazer pros meus ouvidos e eu aumentei freneticamente a punheta.
- Siiim! Não para. Bea gritava sem parar.
Tanto os movimentos dela quanto os meus aceleraram, antecipando nosso orgasmo.
- Já cheguei! Já cheguei! MMMMM! Gritou Olga.
- Aaaai, eu. Bea sussurrou.
- AAAAAAhhh! Gemeram ao mesmo tempo.
Ao ouvi-las, meu pau começou a soltar jorros potentes de porra caindo no chão. Minha respiração ficou mais forte, o que alertou as duas mulheres, que se levantaram me olhando ao mesmo tempo.
- Vejo que você gostou do espetáculo! Disse Bea enquanto se lambia.
Olga por trás da Bea passou as mãos na cintura dela e enfiou a cabeça por cima do ombro.
- Pois é, olha só como o chão tá, Bea.
- O espetáculo não foi de graça. Bea olhou pra minha buceta que ainda tinha restos da minha gozada.
- Não tenho dinheiro, mas se quiserem, tenho outra coisa pra compensar vocês. Falei pegando no meu pau, passando a mão de cima pra baixo.
Bea passou a mão na buceta da Olga, enfiou um dedo, tirou, levou à boca e depois deu pra Olga provar.
- O que você acha, amiga, a gente aceita pica como compensação.
- MMM! Parece bom pra mim.
Se beijaram. Eu me aproximei dela primeiro, beijei a Bea. Olga se posicionou entre nós dois, pegando no meu pau, eu a beijei e os três fomos para o quarto.
MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
0 comentários - Relato Erótico: Loja de Ouro