Uma nova chance de sair pra ver o que rola... JORGE Passaram-se várias semanas sem que nada acontecesse. Tô falando de nada com ninguém de fora, nem nada parecido. Também não tive notícias do Luis. Não sabia se a Carla tinha falado com ele, e achei melhor não perguntar. Mas o sexo entre a gente... puta merda. Eu tava ficando seco… hahaha. A gente transava todo dia, muitos dias até repetia (sempre que dava pra conciliar com as crianças). Ainda ficávamos fantasiando, muitas vezes, com o terceiro, brincando com a pica de borracha que a gente usa direto. Só que agora, quando a Carla tava de venda e eu metia nela com aquela pica, eu botava nome: Luis. E não me importava. Também, muitas vezes, ela pedia pra eu colocar as lentes de contato. Talvez eu nunca tenha te contado, mas o maior fetiche da Carla são olhos claros. Comprei umas lentes claras uma vez, meus olhos naturais são castanhos, e a Carla adora quando eu coloco elas na hora do sexo. E assim, entre lentes e vendas… as semanas foram passando… até que tivemos chance de sair de novo, de deixar as crianças. Reservei um hotel na cidade, porque a gente queria desligar e passar mais tempo juntos. Não preparei nada, não contatei o Luis nem procurei nenhum candidato pra minha mulher. Esse fim de semana eu ia curtir ela, mas, claro, se pintasse alguma coisa… CARLA Finalmente chegamos no hotel, sozinhos, sem crianças. Sem dúvida, aquelas semanas, desde aqueles encontros com o Luis, algo em mim tinha mudado. Me sentia muito segura de mim mesma, adorava me vestir sensual, adorava me sentir observada por outros homens. E amava transar com meu marido, tinha virado uma rotina indispensável pra mim. A verdade é que a gente não tinha conversado muito sobre o assunto, exceto quando a gente transava e eu vendava os olhos, momento em que, com a pica de borracha que a gente costuma usar, eu relembrava aquela noite tão cheia de sexo, ficava toda molhada, e gozava como nunca na cama. E claro, eu adorava, como sempre, quando o Jorge colocava os olhos claros, eu me excitava pra caralho. Não consegui evitar, mesmo tendo resistido por muito tempo, de mandar uma mensagem pro Luis avisando que naquela noite a gente ia dar um pulo na discoteca onde a gente se conheceu: - Oi, sou a Carla, acho que você lembra de mim. Só queria te falar que sábado a gente vai sair, provavelmente vai estar na discoteca de sempre. Caso a gente se encontre. Beijos. E a real é que a única resposta dele me desanimou um pouco com o cara: - Ok. (E um emoji de beijinho) Enfim, naquela tarde no hotel, depois de curtir um pouco o spa, a gente deu uma trepada, como não podia ser diferente, no quarto. E ali, enquanto ele me comia, o Jorge me falou: - Imagina a gente encontrar o Luis de novo hoje à noite? Você ia gostar? – ele sussurrou no meu ouvido enquanto, por cima de mim, me empurrava com força sem parar… - Ah… sim… sim… então…. Eu mandei mensagem pra ele…. - Ah, é?.. não me diga… - Só pra avisar que a gente vai estar na festa hoje à noite… - Mas… você ia gostar de reencontrar ele? Ia gostar de sentir o pauzão dele de novo…? - Ah… sim… - as palavras do meu marido me acenderam…- siiiiiiiiiii – e a gente gozou junto… Depois de nos recuperar, foi o Jorge quem insistiu no assunto: - Então, se a gente vai reencontrar o Luis, é bom você se vestir do jeito certo…. Hã… cê me entende…. - Não cria muita expectativa – cortei ele- a real é que a gente perdeu o contato, e pela resposta dele, acho que não quer repetir a dose. Acho que é daqueles caras que depois que fazem, não repetem…. - Bom – respondeu meu marido- a gente vê. Vamos nos divertir e pronto. Mas mesmo assim, se não for por ele, é por mim, espero te ver vestida do jeito que você sabe que eu gosto. - Fica tranquilo…. – falei- mais de um vai ficar de olho…- e sorri pra ele…- O Jorge chegou perto pra me beijar, enquanto apertava minha bunda com força e me puxava pra perto dele… - Como você me deixa louco….- ele falou- JORGE No bar do hotel, esperar a Carla descer pra gente se encontrar pareceu uma eternidade. Deu tempo de tomar duas cervejas, esperava pedir o shandy pra ela, até que chegasse. Na minha cabeça, eu imaginava ela, gostosa como ela é, vestida do jeito mais provocante. Será que escolheria um vestido curto, ou uma legging marcando a bunda…? Era inacreditável, mas eu sentia a pica nos meus jeans começando a apertar. E eu só estava imaginando minha amada esposa. Definitivamente, a gente tinha mudado. Se antes já éramos um casal muito sexual, desde que a Carla se “libertou”, a gente virou dois animais. Mas tenho que admitir: eu adorava. Então ela chegou. Dessa vez não reparei se o barman deu uma olhada, ou uns caras sentados no sofá. Não conseguia tirar os olhos dela. Ela tava com uma camiseta regata vermelha, que eu nunca tinha visto antes. Mas essa era uma Carla diferente. A camisa descia pelos peitos dela, sem sutiã, marcando os bicos, num decote bem abaixo deles. As costas ficavam praticamente nuas. Uma saia preta rodada, curtinha, completava. As pernas dela brilhavam com um sapato de cunha no final, na mesma cor preta, que valorizava tudo. Um casaquinho curto, tipo bolero, que ela vestiu no caminho enquanto vinha na minha direção, conseguiu disfarçar os bicos… A gente se beijou… — Minha nossa… — consegui falar — — Gostou…? — perguntou toda provocante — — Buffff… o que você acha… CARLA A noite tava sendo incrível. Pra janta, o Jorge me levou num lugar romântico, pra petiscar nossos pratos favoritos: umas gambinhas grelhadas, um polvo à galega, e uns chocos. Jorge continuou na cerveja, eu passei pros mojitos depois do shandy no bar do hotel. Ver a reação do Jorge quando ele me viu com minha roupa não tinha preço. Sabia que ele ia amar. Quando meu marido desceu pro bar e comecei a me arrumar, experimentei. Coloquei uma tanga preta, bem sexy, e depois de vestir a saia, me olhei no espelho. Não sei se era pela quantidade enorme de sexo do último mês, mas me via mais magra. O conjunto era ousado, sim, mas me favorecia. Os peitos dançavam livres sob a camisa, mas com uns dois movimentos verifiquei que não iam escapar de mim. Com umas voltas em mim mesma, notei que se me virasse rápido demais dava pra ver mais do que o necessário… enfim, pensei, com uns mojitos isso passa… e pra alegrar a noite do meu marido, saí exatamente assim. Conforme a janta avançava, entre risadas, carícias e amassos, minha preocupação com a roupa foi embora. Além disso, mojito atrás de mojito, camarão atrás de camarão, comecei a ficar alegrinha, animada. Na verdade, fui umas duas vezes ao banheiro, e no caminho percebi vários olhares, principalmente pros meus peitos… (no banheiro vi que, talvez pelo álcool, talvez pela excitação das conversas com meu marido, meus bicos apareciam perfeitamente). JORGE Tava a mil. A janta tava rolando linda, e minha linda Carla tava cada vez mais feliz, animada e deslumbrante. Já tinha reparado umas duas vezes, enquanto conversava com ela, como os peitos dela apareciam pela blusa. Mas a pica deu uns estralos quando Carla, indo pro banheiro, foi "examinada" por mais de um cliente (coisa que eu não perdia de vista, e depois comentávamos rindo). Aquilo me excitava, mas nela eu sentia que excitava ainda mais. Adorava isso. Já tava na hora de querer chegar na balada, queria ver ela dançando na pista, do jeito que tava vestida, linda, sensual… Depois da janta fomos direto pra lá. Devo admitir que no caminho, eu teria comido ela, teria fodido ela em qualquer canto. Mas foram só beijos, carícias, amassos. A vontade era mútua, eu sabia. Adorava que Carla tivesse tão a fim. Chegamos no lugar, fomos no bar e pedimos uns drinks. Já tava cheio, gente no balcão, e principalmente gente na pista dançando no ritmo da salsa, bachata, o que tava tocando. Carla me implorou pra ir pra pista com ela, mas falei que alguém tinha que vigiar a bolsa dela, e além disso, eu não me mexia bem… a gente reboleu um pouco ali mesmo, sensual, enquanto A gente se beijava. —Oi —interromperam a gente. Quando olhei, vi o Luis. —Fala, tio, beleza? — trocamos um aperto de mão… —E aí, gato? —A Carla deu dois beijos nele, e eu vi como o olhar dela se iluminou de repente… —Ah, nada, tô por aqui de novo… —e puxando pela mão, colocou do nosso lado uma mulata, alta, muito gostosa pra falar a verdade — apresento vocês à Júlia, minha namorada. Júlia, esses são o Jorge e a Carla, uns amigos… A gente se deu dois beijos. —Vai dançar? — a Júlia me perguntou… —Olha, não — recusei educadamente — não é minha praia. A gente vem mais por causa dela — falei apontando pra Carla. —Então, amor, vou dar uma voltinha com o Héctor, ok? — a Júlia falou pro Luis. —Fica à vontade, vida — respondeu o Luis dando um selinho nela — a gente se vê por aí, quem sabe eu tiro a Carla pra dançar um pouco… —e pegando a Carla pela mão, me perguntou: — Se importa, Jorge? —Não — respondi — claro que não, se ela quiser… Eles foram pra pista, mas eu não vi na Carla aquele mesmo brilho de animação que ela tinha pouco antes, quando o Luis apareceu de surpresa. CARLA Enquanto o Luis me levava pela mão pra pista, minha cabeça não parava de pensar: Namorada?? Como assim namorada? Mas ele não falava que ia de flor em flor, que não gostava de amarras? Não sentia ciúme, ou pelo menos achava que não… mas tinha me pegado de surpresa. Enfim, a gente começou a se mexer na pista, mas eu sentia que não tinha a mesma química da última vez, os movimentos não eram tão sensuais, não me sentia desejada como antes, nas outras vezes. Depois de uma dança agitada, tocou uma lenta… que oportunidade. O Luis se aproximou e me puxou pra perto dele: —Carla, desculpa, não sei se devia ter te falado… —a gente falava com as cabeças uma do lado da outra, no ritmo da balada — —Relaxa, tranquilo, é sua vida, faz um mês que não sei de você, mas admito que me pegou de surpresa… —Eu sei, eu não sou muito de namorar, mas conheci a Júlia faz três semanas, e não consegui resistir, gosto muito dela e a gente tá saindo… —Acho ótimo, você é novo, cada um tem sua cara-metade… —É, mas a gente não precisa perder A amizade, se quiser. Eu gosto muito de você e do Jorge... — Não vejo por que não — sorri — além disso, você também é um amor... e fica tranquilo, o que rolou com a gente é segredo absoluto, a Júlia não vai saber de nada... — Não, se a Júlia sabe... Arregalei os olhos: — A Júlia sabe que a gente transou os três? — Nããão, não não... hahaha. A Júlia sabe que eu fiz ménage, e essas paradas. Mas de vocês ela só sabe de agora, quando apresentei como amizade. — Ahhh... — ainda bem, pensei. Só me faltava a sombra de uma namorada ciumenta naquela noite. — Mas... — o Luís não terminou a frase... — O quê? — perguntei — É que eu contei o nosso rolê pra um amigo meu, o Oscar. Somos amigos de infância, ele também já fez essas coisas... e eu falei que você era puro fogo, Carla, porque você é... — Hahahaha — ri — não é pra tanto... JORGE Eles já estavam na pista fazia um tempo. Lembro que não perdia um detalhe enquanto ia tomando meu gim-tônica. Mas não tinha muito o que ver. Dançavam colados, conversando, mas não vi nenhum gesto que fizesse pensar que naquela noite a gente ia ter sorte e repetir o que rolou um mês antes. Na verdade, em mais de uma ocasião meus olhos se perdiam explorando a pista, explorando o resto do lugar. Me surpreendi reparando mais em homens do que em mulheres. E embora deva admitir que tinha umas gostosas naquele lugar de tirar o fôlego... meu objetivo era ver a Carla gozando de novo como nunca, se divertindo. Tipo, queria vê-la se exibindo, queria vê-la dançando "solta" como da outra vez com o Luís, e até, tenho que admitir, não parava de imaginá-la transando de novo como da outra vez. Tava assim, nos meus pensamentos "obscenos", quando ela apareceu... — Eiiii — me beijou — me pede outro mojito? — Claro — sorri pra ela, e pedi a bebida, junto com outro gim pra mim — Como é que tá? — Bom... — me olhou e fez biquinho, engraçada — tem más notícias... nosso amante arranjou uma namorada... — Não fala "nosso" — falei — que parece que é meu amante também. Era seu amante, pior pra ele... — Mas... — e sorriu safada — ele disse que tem um amigo ela quer me conhecer… Minha mente, tarada, voltou a ligar o modo “on”… -Ah, é? – sorri abertamente para ela… -Nossa – Carla deve ter notado minha expressão no rosto – parece que você está mais feliz que eu… -Pra ser sincero… – falei – você tá uma gostosa, é uma pena não dividir essa mulher tão linda que tenho hoje com alguém… -Kkkkkkk… seu pervertido… – ela me beijou – a gente vê… Carla tomou uns goles do mojito dela… -Vou voltar pra pista, ok? -Claro, meu amor, se diverte… Dessa vez vi ela ir sozinha pra pista, mas não demorou pra ter mais de um pretendente pra rebolar com ela. Essa era minha mina… mmmm… Continuei com meus drinks. Golinhos e golinhos, curtindo ver minha mulher se mexendo na pista. Não faltavam voluntários em cada dança, mas sabia que nenhum era do gosto dela (por educação, vi ela dançar um par de vezes com um senhor mais velho, pelo menos tava feliz, dançando, sorrindo, e de vez em quando me olhando…) -Oi amigo, você é o Jorge? Me virei pra voz, que era de um moleque do meu lado. Era um pouco mais baixo que eu, moreno, bem jovem, usava uma regata branca que deixava o corpo bem cuidado à mostra. Mas o que mais me chamou atenção foram os olhos dele, uns olhos claros, que eu sabia que podiam enlouquecer minha mulher. -Ah… sim. Sou eu. E você? -Prazer… sou o Oscar – apertou minha mão e se aproximou pra falar no meu ouvido – Sou o cara que essa noite vai foder sua esposa. Talvez o normal fosse engasgar com o gim, ou mandar ele pra merda na hora. Mas, em vez disso, tenho que admitir, a pica deu um estalo… -Ah… é? – foi o que consegui falar… -Sou amigo do Luis. Ele falou muito bem da sua esposa. E acho foda vocês terem esse tipo de relação, hein… -E que tipo de relação a gente tem? – tava ficando nervoso, tomei outro gole do meu copo – -Ué… aberta, não? Vocês não transam com outros? -Bom, na verdade não. Só testamos com o Luis, e eu sou hétero, Só participei, fizemos um menage, mas só pra Carla…
— Sim, sim, sim… calma, irmão, hahaha. Não quero nada contigo. Mas vocês querem repetir, né?
— Bom… não sei… você vai com muita sede ao pote, cara…
— Não, não vou com sede ao pote. Percebi sua reação quando falei que vou comer sua esposa. Isso te excita, você é um cuck consentido, mesmo que ainda não tenham descoberto.
— Um cuck consentido? — Aquele moleque tava merecendo um murro, mas eu sentia curiosidade pra ver onde aquela conversa ia dar…
— Siim, amigo, na confiança, já estive com gente como vocês…
— Fala aí… — Tomei mais um gole do meu drink, relaxei… comecei a ficar curioso. Me conta mais…
— Olha, por exemplo… você gosta que a Carla se exiba… que outros a olhem com desejo?
Olhei pra pista. Lá estava ela, agora sem par, mas com vários caras ao redor dando mais que uma olhadinha de vez em quando…
— Sim, adoro — falei sem tirar os olhos dela…
— E você não gosta de vê-la gozar, vê-la trepando, mesmo que não seja com você, vê-la se divertir?
As palavras do Oscar estavam me deixando excitado… além disso, ele tava acertando em cheio…
— Sim… — falei sem desgrudar os olhos da pista, sem parar de olhar pra Carla, que de vez em quando olhava pra gente com curiosidade, já tinha percebido que eu tava acompanhado…
— Então, tem muitos homens como você, você é um cuck consentido. Essa noite, se quiser, vou te fazer ver isso…
Comecei a ficar tonto, meu coração tava a mil. Aquele moleque era pura confiança, e as palavras dele, longe de me irritar, já estavam começando a me excitar…
— Ok — falei enquanto via a Carla voltando pra gente — se você for capaz de seduzi-la…
— Oi — Carla me beijou — Quem é seu amigo?..
CONTINUA
— Sim, sim, sim… calma, irmão, hahaha. Não quero nada contigo. Mas vocês querem repetir, né?
— Bom… não sei… você vai com muita sede ao pote, cara…
— Não, não vou com sede ao pote. Percebi sua reação quando falei que vou comer sua esposa. Isso te excita, você é um cuck consentido, mesmo que ainda não tenham descoberto.
— Um cuck consentido? — Aquele moleque tava merecendo um murro, mas eu sentia curiosidade pra ver onde aquela conversa ia dar…
— Siim, amigo, na confiança, já estive com gente como vocês…
— Fala aí… — Tomei mais um gole do meu drink, relaxei… comecei a ficar curioso. Me conta mais…
— Olha, por exemplo… você gosta que a Carla se exiba… que outros a olhem com desejo?
Olhei pra pista. Lá estava ela, agora sem par, mas com vários caras ao redor dando mais que uma olhadinha de vez em quando…
— Sim, adoro — falei sem tirar os olhos dela…
— E você não gosta de vê-la gozar, vê-la trepando, mesmo que não seja com você, vê-la se divertir?
As palavras do Oscar estavam me deixando excitado… além disso, ele tava acertando em cheio…
— Sim… — falei sem desgrudar os olhos da pista, sem parar de olhar pra Carla, que de vez em quando olhava pra gente com curiosidade, já tinha percebido que eu tava acompanhado…
— Então, tem muitos homens como você, você é um cuck consentido. Essa noite, se quiser, vou te fazer ver isso…
Comecei a ficar tonto, meu coração tava a mil. Aquele moleque era pura confiança, e as palavras dele, longe de me irritar, já estavam começando a me excitar…
— Ok — falei enquanto via a Carla voltando pra gente — se você for capaz de seduzi-la…
— Oi — Carla me beijou — Quem é seu amigo?..
CONTINUA
3 comentários - Minha esposa gostosa voltando da festa
Muero de ganas por saber como sigue
Yo he tenido la suerte de que a mi esposa le encanta la Salsa...y al profesor de salsa le gustaba algo más que ese tipo de baile.
Cada vez que me acuerdo las cosas que hicieron, se me va la cabeza.
Yo he tenido la suerte de que a mi esposa le encanta la Salsa...y al profesor de salsa le gustaba algo más que ese tipo de baile.
Cada vez que me acuerdo las cosas que hicieron, se me va la cabeza.