Minha vizinha e a conta fake do Instagram. PARTE 2

Elas têm uma boa elasticidade pra fazer de tudo com elas. — falei. E o que exatamente fizeram com a mina no consultório? — perguntou. Ela tinha um rasgo na parte interna da coxa e quando começou a massagear, eu fiquei de pau duro e notei que ela não parava de olhar pra ele. — falei, inventando detalhes. — hummm, por algum motivo deve ser, hehe, às vezes os olhos vão sozinhos pra essa parte, kkk, ainda mais quando são bons, hehe. — comentou. Na hora percebi que dava pra esquentar ela. Sim — falei — se você soubesse como é, kkk. Uuuh, kkk, acho que você não teria vergonha de mostrar ele, hehe, já que fala tanto... Só pra confirmar... — respondeu na hora. Não tenho problema, mas ele tá dormindo, você teria que me ajudar. — outra mentira, tava com a rola a todo vapor. Kkkk. Outra notificação, abro e aparece ela pelada na cama dela. Uma gostosa. Tirei a foto e mandei pra ela, ela viu na hora. Que pico gostoso e eu aqui sozinha. Não posso falar que sou o vizinho dela, por mais tarado que eu esteja, não consigo parar de bater uma vendo a foto que ela mandou. — olha, queria que você metesse aqui. — mandou uma foto da bunda enorme dela. Eu tava quase gozando, não conseguia soltar o pau. De repente toca uma chamada, era ela pedindo videochamada. O que eu faço?! Não consegui atender. E ela mandou uma mensagem. O que foi?! Sério que não quer ver como você me deixa? Me liga de novo. E eu atendo. Ela tava se tocando nos peitos. Me mostra como você bate uma. — disse. Mostrei e tentando não gozar, kkk, e pra não aparecer nada além do meu pau ou alguma parte da minha casa pra ela não saber que era eu, o vizinho dela. Ela abaixa a câmera e começa a enfiar os dedos na buceta dela, depilada. Três dedos, bem molhada. Ela gemia. Não aguentava mais, meu pau ia explodir. Ela pediu pra eu mostrar o rosto e ela enfiava os dedos na boca como se tivesse chupando um pau. Não sabia o que fazer, apaguei a luz pra ela não ver quem era. Ela pedia pra eu mostrar, mas eu não mostrava. E naquele momento, uma notificação iluminou a tela do meu celular e ela conseguiu me ver. Ela não sabia que me desesperei, perdi até minha ereção. Ela não falava comigo. Passaram uns 30 minutos e chegou uma notificação. "Não tá certo o que você fez, por que fez isso? Me fala a verdade. A gente se conhece há muitos anos." — dizia a mensagem. O que eu podia dizer pra ela? Tava bloqueado. Se ela me denunciasse, era o meu fim. Vou falar a verdade. "Não sabia como falar com você, sempre gostei de você como mulher e sabia que se eu falasse, não teria chance de ver as coisas que vi. Você é linda." Eu escrevia e parava. Até que enviei a mensagem. "Não vou mentir pra você, não conseguiria fazer essas coisas com alguém como você porque sou mais velha que você e ainda somos vizinhos. Mas a verdade é que não consigo parar de olhar a foto que você mandou, e a videochamada me deixou muito a fim. Você tem que me compensar..." Não sabia o que responder e escrevi: "O que eu posso fazer?" Ela demorou um pouco e respondeu: "Vamos nos encontrar no meu quintal, dá pra você pular o muro dos fundos?" Fiquei sem ar e o pau ficou duríssimo na hora. "Agora?" — escrevi. Era mais ou menos 11 da noite. "Não me faça esperar ou todo mundo vai saber." — ela mandou essa mensagem e eu levantei, fui no banheiro, me limpei um pouco, coloquei uns camisinhas no bolso e saí pro quintal. Coloquei a escada e pulei pro quintal dela. Lá estava ela, de roupão, fumando um cigarro. "Então era você, menininho" — ela disse com um sorrisinho. "Desculpa, sério, tava muito tesudo e não sei, só me veio isso na cabeça" — tentei me explicar. "Já tinha visto antes? Pelo Instagram?" — ela disse, tragando o cigarro. "Não, é a primeira vez que crio um perfil falso" — me desculpei. "Não tô falando disso" — ela disse. "Te perguntei se já tinha visto mulheres antes pelo aplicativo e se já tinha brincado." Fiquei paralisado, ela se aproximou, sentou numa cadeira de praia e abriu o roupão. "Espero que o que você me mostrou pela câmera não fosse falso" — ela respondeu. "Vem cá.

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