Suruba da Carmen

Sou a Carmen, a que tá transando todo santo dia com meu cunhado Ramón, que veio morar com a gente. Fiquei grávida do meu cunhado, acho que faz uns 3 meses, mas não tenho certeza de quem é o pai, já que, como vocês sabem, também transei com os encanadores. Joaquim, meu vizinho, tinha organizado aquela festa, num sítio de um amigo dele, e agora, já estando eu de 2 meses de gravidez, ele me dá um convite dizendo: "Toma, Carmen, pra você e seu marido, e se o Ramón, seu cunhado, quiser, também pode vir. Mas acho que você vai com seu cunhado antes do que com seu marido, pelo otário e estranho que ele é, haha. Vai ser uma festa bem putaria, por isso é melhor você ir com seu cunhado. Sei porque te ouvi transando com seu cunhado, pelos gritos que você dá às vezes, coisa que nunca te ouvi com seu marido, e olha que você já tem quatro filhos. Você não sabe as punhetas que eu bato, pensando que sou eu que tô te comendo. Além disso, você tá cada dia mais gostosa, apesar dos partos. Dá pra ver que uma boa transa te faz um bem danado. Mas fica tranquila que não vou contar pra ninguém." Ele me perguntou se eu toparia se meu cunhado não se importasse com outras rolas na minha buceta, e eu disse que sim. Falei pro meu marido, um baita dum corno, e ele, como sempre, disse que não, que ia ficar com o menino em casa, e que o irmão dele me acompanhasse. E lá estávamos no dia seguinte, eu e meu cunhado na casa do Joaquim. Ele convidou uns amigos dele: um gordo, um alto, um moreno em boa forma, um da minha altura mais ou menos (que não é muito alto), e o Joaquim. A gente se cumprimentou, me perguntaram sobre a gravidez e começou uma conversa. Eles estavam bebendo cerveja, mas eu não podia beber por causa da gravidez. Mesmo assim, o clima esquentou, principalmente eu, vendo tanto homem. Todo mundo sabia pra que estávamos ali, então o Joaquim me perguntou na frente de todos se podia tocar minha barriga. Eu disse que sim e levantei o vestido que tava usando, deixando ver minhas meias. — Ah, Carmen, como te deixaram — ele disse. dizia Joaquim enquanto passava a mão na minha barriga. - Quem encheu tua buceta de porra se divertiu pra caralho com uma mulher como você, meu cunhado Ramón falou já que a gente tá à vontade, eu fico de fora e ela faz o que quiser. - Eu não falei nada, só chamei os outros amigos pra me apalparem um pouco também. - Todos iam me acariciando de boa, até que o gordo foi direto ao ponto e começou a meter os dedos na minha buceta, falando: "porra, dona, a senhora tá com a buceta ensopada". - "Ei, ei, mais devagar" – os outros falavam. - Mas ele tava muito excitado, e puxou o pau, tava bem duro, afastou todo mundo e sem esperar minha aprovação enfiou na minha buceta. - Os outros amigos tiraram meu vestido enquanto o amigo me comia. - Ele parecia desesperado. - A barriga dele batia na minha com desespero, tava tão excitado que num momento subiu em cima de mim apertando minha barriga, se enfiando mais fundo, mas os amigos seguraram ele e afastaram com medo de machucar o bebê. Mal separaram ele da minha buceta, ele começou a gozar, porra escorreu pelos meus peitos enormes, outro otário igual meu marido que com duas estocadas já gozava. - Tiveram que tirar meu sutiã e meus peitos ficaram de fora. - Todos começaram a apertar eles com força, embora não saísse muita porra, eles apertavam e apertavam, começaram a enfiar os paus na minha boca, enquanto se revezavam pra foder minha buceta. - Todos tavam muito excitados, eu tava com um tesão do caralho, deixava eles brincarem comigo, me fodarem à vontade. Os paus entravam e saíam de mim. Ninguém gozava, só me deixavam no meio do caminho e aí rodavam. Eu molhava meu cu com os fluidos da minha buceta. - Num momento mudamos de posição, me deitaram de barriga pra cima em cima de um dos amigos, o moreno, que começou a meter no meu cu devagar, eu já tinha feito muito por ali, então não foi difícil. Com ele dentro por trás, o amigo gordo apareceu de novo, mas empurraram ele porque já tinha me fodido por um bom tempo. Antes e até correndo, mas ele empurrou todo mundo e se enfiou na minha buceta e se recusava a sair de lá, então eu tinha duas picas como se estivessem presas dentro. Aí outro dos amigos, o alto, se acomodou em cima de mim e começou a fazer umas punhetas russas com meus peitos, e outro veio se meter na minha boca. — Tinha todos os meus buracos cheios, sentia todo mundo saindo e entrando gostoso, então Joaquim começou a falar pro gordo que ele tinha que sair, que já tinha acabado o turno dele, mas ele não ouvia, com certeza tava há muito tempo sem foder porque tava igual um louco. Aí Joaquim fala — bom, Carmen, você vai ter que fazer mais espaço — E então ele se enfia entre o que tava fodendo meus peitos e o gordo, e se aperta contra minha barriga grávida. O gordo empurra ele com a barriga e ele não consegue se encaixar, mas depois de outra tentativa, ele consegue se posicionar na minha buceta, e começou a empurrar. O gordo tenta tirar ele, mas só consegue enfiar os dois dentro de mim. Então eu tava com uma dupla fodida de buceta deliciosamente gostosa, me deixava louca, todo mundo entrava e saía sem parar, e sentir duas picas quentes na minha buceta me fodendo fez eu começar a gozar como nunca, que delícia. Aaaaaaaaah queeeeeee gostoooooooooo, os dois ao mesmo tempo, deixava encaixada até o fundo, sentia o gozo quente deles chegando no fundo, eu chorava de prazer até o gordo ficar parado dentro. O gordo gozou dentro soltando o leite dele, e saiu de mim. — Joaquim continuava me fodendo, e o sêmen começava a sair entre as estocadas dele, o gozo do gordo e ele também começou a gozar, e saiu da minha buceta. Aí começaram a rodar. — Todos passaram pela minha buceta em dupla penetração, enchiam minha buceta de gozo e saíam, davam uma pausa pequena e voltavam a me foder. — Trocavam de posição sem me deixar nem um segundo sem pica dentro, tanto na buceta quanto no meu cu. — Metiam em todo lugar sem piedade, minha barriga se mexia e mexia com os solavancos, e eu continuava recebendo picas e gozo em todos os buracos, embora onde mais Quando gozaram dentro de mim, foi na buceta. — Todos gozaram dentro da minha buceta, um mar de porra escorria e eles ficavam loucos, e de novo metiam e gozavam de novo. Fiquei deitada de barriga pra cima na cama com as pernas abertas, soltando porra pela buceta e um pouco pelo cu. De repente, sentia que vinham me foder de novo, se quisessem. E minha buceta enchia de porra de novo. — Quando senti que estava satisfeita, ouvi alguém bater na porta, depois um barulho de vozes masculinas começando a perguntar como uns loucos: Cadê a mulher grávida…? — Aí meu cunhado falou: A grávida já foi bem fodida, na próxima vez. E foram embora. Eu não aguentava mais, já meio acalmada, tomei um banho, eles também, e não aconteceu mais nada.

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