Manu, o típico cara ruim pra esportes. Excelente aluno, nunca visto com namorada. E embora ninguém tivesse certeza, todo mundo falava que ele era gay. A questão era descobrir, mas não queríamos que ele se sentisse mal nem nada. A ideia foi convidar ele pra casa do Lauty numa quarta-feira depois da educação física, que sempre foi nossa tarde. Chega aquela quarta, falamos pra ele se queria ir com a gente pra casa do Lauty. Pra zoar, ver vídeo, jogar PlayStation. Enfim, ele topou numa boa. Até porque na nossa casa sempre esperavam a gente até às 18h, e era sempre só uma hora. De física, de 13h às 14h. Então a gente tinha algumas horas pra conseguir o que a gente queria. Enfim, já na casa, o Lauty foi direto. Eu fiquei gelado quando, sem nenhum aviso, ele perguntou se o Manu já tinha penetrado analmente ou se já tinham metido nele. E sem o menor rubor nem nada, ele contou que era menina, ou seja, passivo. Em uníssono, perguntamos: "Passivo?" E ele começou a explicar que tem caras passivos, ativos, versáteis. E explicou cada parada e soltou a pergunta: "Por que vocês queriam saber?" E aí eu falei que a gente queria se pegar, se comer mutuamente, e ele riu quando a gente contou. O caso é que ele disse que ensinava a gente se a gente fizesse pra ele algo que ele sempre tinha desejado. Então a gente se pelou e combinou de realizar a fantasia dele. Dessa vez, fui eu de cobaia. Fiquei de quatro, e o Manu tirou um vidrinho do bolso, era vaselina, e passou um monte no meu buraquinho e na mão do Lauty. Então começaram a me alargar com um dedo até que ficasse confortável. Aí já meteram dois. Doeu um pouco, mas era uma mistura muito, muito hot. O caso é que comecei a ter uma ereção forte quando conseguiram colocar quatro dedos de boa. O Manu falou: "Tá pronto, faz teu dele." Foi assim que perderam a virgindade do meu cuzinho. Só de lembrar, já tô de pau duro. Foi tanto tesão que o Lauty gozou na hora. Então, bem voluntarioso, ele falou: "Agora quero eu." E o mesmo procedimento, só que antes de passar a vaselina, eu não aguentei. Vontade de chupar a bunda dela, meti a língua fundo até ela gemer. Aí sim, um dedo, dois, três, quatro e ela falou: "Manu, faz teu". Nunca curti tanto penetrar como naquele momento, sentir a temperatura lá dentro. Acho que uns minutos durei metendo e gozamos juntos, eu dentro dela e ele todo no tapete. Já aprendendo, e satisfeitos, era hora de realizar a fantasia do Manu...
0 comentários - Experimentando