Um pequeno vício.

Tenho um vício pequeno: quando fico sozinha, visto um micro biquíni, pego uns cigarros, meu dildo favorito e subo no terraço. Coloco a cadeira, preparo o dildo lubrificando ele até a base, afasto o fio minúsculo que tenta cobrir minha bunda e sento naquela grossa peça de borracha. Sinto meu cu se abrir e ser preenchido devagar. Depois de alguns minutos de prazer, sentindo o ar frio da noite no meu corpo, aquela sensação de estar exposta com meu pau pra fora é excitante. Pego um dos cigarros que levo no fio da tanga e acendo. Curto ele enquanto rebolo, lembrando de todos os paus que já passaram pelo meu cu, a delícia de me sentir uma mulherzinha submissa a um macho feroz. Meu pau goteja pré-gozo. Termino os dois cigarros e é então que aumento a velocidade dos meus quadris, pra cima e pra baixo, em círculos. Levanto e abro as pernas, apoiando nos braços da cadeira. Escolhi esse dildo porque me lembrava o pau do primeiro macho que me dominou, talvez um pouco mais comprido. Lembrava a sensação da barriga dele nas minhas costas, como ele elogiava minha bunda, dizendo que era melhor que a buceta da esposa dele. A sensação do gozo dele se espalhando dentro de mim porque tinha rompido de tão forte que meu cu era castigado. Meu pau endureceu só para cuspir meu leite enquanto o orgasmo me fazia contorcer na cadeira. Na minha mente, só pensava: "Que delícia". E espero uns minutos enquanto me recupero com o dildo ainda no meu cu pulsante. Talvez eu continue, talvez me contente com só um orgasmo, mas meu cu pede mais. Quer uma vara de verdade e quente, uma que venha acompanhada de mãos grandes que batam nas minhas nádegas enquanto meu macho curte meu interior quente, uma que o encha da porra masculina a qual ele é viciado. E, sem pensar, meus quadris começam a se mover de novo e me perco outra vez no prazer dos meus pensamentos.

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