olá amig@s do poringa.net.
tenho que agradecer a boa energia de todo mundo.
pelos comentários e pelas mensagens.
adoro interagir com todo mundo.
hoje trago pra vocês mais uma das minhas histórias nunca contadas.
faz dois anos que conheço e tenho como cliente o dono da loja de ferragens do bairro.
ele não é um cara muito simpático, pra ser sincero.
não é de fazer amigos e a única paixão que tem é a pescaria.
nada a ver com a jovem e linda mulher dele.
Macarena é uma mulher muito simpática.
loira, peituda e com um corpo muito gostoso.
é uma mulher que chama a atenção de todos os homens do bairro,
incluindo eu, claro.
muitas vezes ela foi minha cliente na oficina, com serviços de manutenção.
eu aproveitava pra conversar com aquela mulher incrível.
mas sempre era uma conversa agradável e nada mais.
só que tudo começou uma noite, umas 2 da manhã.
quando o telefone me acordou de repente.
eu não ia atender, porque não conhecia o número.
mas depois de várias chamadas insistentes, atendi.
eu: oi (falei de má vontade)
macarena: oi, maury?
eu: sim, sou eu, quem fala??
ela disse o nome dela
Macarena, a mulher do dono da loja de ferragens.
e se você não me ajudar, vou virar a ex-mulher do dono da loja de ferragens..
por favor, me ajuda.
eu: calma, o que aconteceu??
macarena: tô na estrada com o carro do meu marido.
porque ele levou minha caminhonete pra pescar.
saí com uma amiga e a gente bebeu um pouco.
não posso ligar pro seguro porque o carro é do meu marido.
por favor, você pode vir me ajudar?
pago o que você quiser, tá?
eu: não se preocupa, o que aconteceu com o carro?
ela: peguei um buraco no acostamento e quebrou alguma coisa na roda, não sei.
ficou uma roda torta pra fora. por favor, me ajuda.
eu: ok. me manda a localização pelo WhatsApp que eu vou praí.
macarena: mil obrigadas, maury.
eu me troquei, coloquei umas ferramentas na minha caminhonete e fui.
quando cheguei, como ela tinha dito, a roda do lado do acompanhante tava totalmente virado pro outro lado e ela e a amiga dela bem bebadas.
cumprimentei elas rapidinho e com uma lanterna comecei a dar uma olhada no carro.
como eu imaginava, o parafuso da barra estabilizadora tinha quebrado. então inventei um jeito pra ela conseguir dirigir devagar até a casa dela.
não conseguia evitar de ouvir os comentários da amiga.
que a minha cliente não sabia como calar.
a gostosa falava que ela tinha razão, esse teu mecânico é muito gato.
e um monte de coisa assim.
nena, tendo esse mecânico, o que cê vai fazer comigo?
se fosse meu mecânico, sabe as galhadas que eu enfio no meu marido kkkk.
para de falar besteira, tu tá bêbada. ela repreendia.
bêbada mas não cega, amiga.
deve foder como uma besta, hmm buceta.
cala a boca, ele vai ouvir, nena. ela repreendia de novo.
riam e dava pra ver o porre que elas tavam.
macarena: pronto, já foi? cê é um gênio.
eu: cê pode andar devagar,
troquei o parafuso por uma chave de fenda e arame.
com isso cê consegue chegar na sua casa e depois a gente arruma direito com a peça certa.
mas antes a gente passa no posto de gasolina.
tem certeza que cê consegue dirigir???
macarena: sim, não se preocupa, tô bem.
quando chegamos no posto de gasolina, dei uma olhada no reparo com uma luz melhor.
tava tudo certo, desde que a gente andasse devagar e com cuidado.
macarena: tá tudo bem?
eu: sim, sim, a gente volta devagar, não dá nada.
mas antes compra um café preto sem açúcar. cê não pode dirigir assim.
macarena: não dá nada, posso dirigir, ou é pra você?
eu: não, senhora, ou cê faz alguma coisa pra melhorar ou sinto muito.
te deixo aqui e levo vocês.
e amanhã a gente vem buscar o carro.
cê decide? no seu estado cê não pode dirigir.
macarena: ok, cê tem razão.
cê quer um também?
eu: não, tô bem, obrigado.
foi assim, ela foi comprar um café e eu fiquei na caminhonete.
quando de repente chegou a Roberta, a amiga dela.
que tava com um porre danado.
Roberta: oi. Lindo e a Macarena?
Sou Roberta, a amiga da Maca.
Eu: Oi, sou Maurício, o mecânico da Maca.
Tô comprando um café.
Roberta: Adorei sua caminhonete.
Dá pra ir com você, né?
Pena que a Maca não vai deixar.
Eu: Não pode deixar sua amiga sozinha dirigindo.
Roberta: Não, é verdade,
não tenho outra escolha.
Mas eu gostaria.
Não sei se você curtiria minha companhia.
Eu: Claro que sim.
Mas acho que o marido dela não ia gostar da ideia.
Roberta: Haaa, quem te disse que eu era casada?
Eu: Sua aliança me contou. Kkkkk.
Ela ficou vermelha, mas não parava de dar em cima de mim.
Até que a Macarena chegou.
Macarena: Oi, fazendo amigos novos, Ro???
Pronto, já tô melhor.
Entre o medo e o café, acho que passou a animação que eu tava.
Eu: Ok, melhor assim, agora devagar a gente vai.
Roberta: Te incomoda, amiga, se eu for com ele? Kkkk.
Macarena: Sobe no carro e para de fazer papelão, quer?
Mil desculpas, Maury.
Assim, elas foram pro carro e eu segui atrás.
Acompanhei elas até a porta da casa da Macarena.
Ela me perguntou quanto devia,
mas eu falei: "Não se preocupa, a gente acerta amanhã quando eu vier arrumar o carro."
Eu: Venho umas 10h. Te parece?
Assim dá tempo de comprar as peças.
Macarena: Sim, sim. Muito obrigada.
A gente se despediu e fui dormir.
No outro dia, no horário combinado, fui até a casa dela.
Quando cheguei, ela abriu a garagem.
Rapidamente desmontei as peças quebradas pra comprar os reparos.
Quando ela chegou com o mate, eu já tinha terminado de desmontar tudo.
Eu: Já tá tudo pronto, vamos comprar as peças?
Macarena: Genial, que rapidez! E eu vim com o mate.
Sei que você gosta e trabalha melhor tomando mate. Kkkk.
Eu: Bom, já que começou, não dá pra desperdiçar.
Vai me passando o mate enquanto a gente vai comprar a peça.
Assim, fomos comprar a peça, ela me passando mate. Papeando.
Até me pediu. Desculpa pela parada da amiga.
Ela tava preocupada se eu ia conseguir arrumar o carro.
Antes de domingo, quando o marido dela chegava.
Já que ele não gostava que ela saísse com a amiga à noite.
Compramos as peças e voltamos.
Ela tava com uma calça jeans elastano que marcava a bunda enorme dela.
E nem preciso falar da pussy que dava pra ver marcando na frente.
A blusa decotada dela deixava ver os peitos impressionantes.
Na loja de peças, eu não era o único que olhava pra ela, todos os caras tavam desnudando ela com o olhar.
E ela, como se nada.
O celular dela não parava de tocar e ela respondia as mensagens com um sorriso.
Quando chegamos na casa dela, comecei a montar tudo.
Ela foi se trocar pra ficar confortável e fazer as coisas dela.
O celular não parava de tocar.
Daí a pouco ela voltou pra ver como tava o conserto e perguntou se eu queria um mate.
Falei que sim sem olhar.
Quando percebo, vejo ela bem na minha frente.
Ela tinha se abaixado pra pegar um banquinho.
E eu pude ver aquela bunda como se tivesse me encarando, a um braço de distância.
Ela tinha trocado a calça por uma legging preta curta. E uma regata cavada.
Me fiz de desentendido, mas meu pau fez um volume na minha calça.
Tentava disfarçar, mas dava pra notar.
Ela fazia o mate com a garrafa térmica entre as pernas.
E respondia as mensagens que chegavam sem parar.
De repente, percebi que ela tava numa postura provocativa.
Então decidi jogar o jogo dela.
Tudo fez sentido quando ela, com cara safada, disse:
"A minha amiga manda lembranças. A Rô."
Eu mandei lembranças também.
Disfarçadamente, ela tirou uma foto minha pra amiga dela.
E outra enxurrada de mensagens chegou, fazendo ela rir.
Macarena: "Minha amiga é doida varrida."
"Não liga pra ela."
Eu: "Percebi, mas parece ser gente boa."
"Bem, senhora, já terminei."
Macarena: "Que rápido."
Mas cortei o que ela ia dizer.
Quando me levantei e deixei bem na cara que visse o volume que ela, com os joguinhos dela, tinha provocado.
Ela não Finjo e olho ela com atenção.
Eu: Bom, onde... posso lavar as mãos?
Saindo daquele momento.
Macarena: Vem, passa no banheiro.
Eu: Não, tudo bem em qualquer lugar, não quero sujar seu banheiro com graxa.
Macarena: Pode vir tranquilo, não tem problema. Vou pegar o detergente e você lava com água quente.
A casa era um luxo.
A putinha me levou pro banheiro do quarto. O luxo daquele banheiro era de hotel cinco estrelas.
Eu: Te parabenizo, você tem uma casa linda.
Macarena: Obrigada. Não se preocupa se sujar aqui, eu limpo tudo. Haha.
Fala quanto te devo, assim foda-se o dinheiro.
Falei o valor e ela foi embora, ficando sozinho no banheiro lavando as mãos. Tirei a camiseta e fiquei só de calça.
Quando ela voltou com o dinheiro, parou me encarando da porta. Enquanto eu ensaboava os braços, via ela me olhando pelo espelho. Quando a vi, sorri e ela ficou vermelha.
Ela veio andando com o dinheiro na mão.
Macarena: Vou colocar o dinheiro no seu bolso.
Ficou atrás de mim. Com a mão direita, colocou a grana no meu bolso e passou a mão roçando no meu pau enquanto enfiava a mão bem no fundo.
Eu continuei ensaboando as mãos. Ela, com a mão já sem o dinheiro, voltou até onde tava meu pau e começou a tocar. Acariciava bem devagar.
Macarena: Esse é o meu troco?
Eu: Não, é um brinde da casa.
Enquanto secava as mãos, curtia as carícias suaves que ela me dava. Com a direita me tocava o pau e com a outra, minhas costas. Minha mão esquerda foi direto pra bunda dela. Inclinei a cabeça pra trás e ela me beijou.
E aí começou o caos. Me virei. Tudo muito selvagem e sensual. A gente se tocava por todo lado. Primeiro com a roupa. Eu descobrindo a maciez da pele dela por baixo da roupa. A regata de tecido fino virou tiras nas minhas mãos. Devagar, o tecido foi se... rompendo.
Coisa que adorei.
Já imaginava que essas gatinhas, como a amiga disse, curtem o selvagem.
E percebi que ela tava entregue pra qualquer parada.
Beijei ela bem quente.
Muita língua e paixão.
Com um puxão no cabelo, fiz ela jogar a cabeça pra trás.
Passei minha língua pelo pescoço dela e enchi de beijos.
Até chegar nas tetinhas gostosas dela.
Os biquinhos rosados e durinhos eram um manjar pra minha língua, e os gemidos dela, um deleite pros meus ouvidos.
Com as mãos, puxei a calcinha dela pra baixo, deixando ela nua na minha frente.
Segurando ela pela cintura, virei ela de costas.
Ela se surpreendeu, porque não achou que eu fosse fazer isso.
Ou simplesmente não tá acostumada a ficar sob o controle de alguém.
Mas não falou nada e deixou eu fazer o que quisesse com ela.
Posicionei ela do meu jeito.
Apoiada na pia do banheiro.
Com a bunda virada pro meu rosto e as pernas abertas.
Ela sentiu minhas mãos enfiarem os dedos separando as nádegas, seguidas da minha língua percorrendo desde a buceta até o cu dela.
Isso fez ela tremer de prazer.
Não dizia uma palavra, só gemia igual uma putinha.
A buceta dela tava encharcada com os sucos dela e minha saliva.
Enfiei dois dedos dentro dela.
Fazendo ela soltar um: aiii, meu Deeeus.
O celular dela não parava de receber mensagem.
Eu: Tanta mensagem assim, é seu marido?
Macarena: Ha ha, não... mmm... é minha amiga, o quê? Uiii, aiii, meu Deus.
Mmm, quer saber o que tô fazendo. Uiii.
Eu: Conta pra ela. Não tô nem aí.
Macarena: Não consigo mmm nem falar, e você quer mmm que eu responda as mensagens???
Eu: Manda uma mensagem sua pra ela.
Quero te ouvir.
Macarena: Mmm, não ia ser muito estranho?
Eu: Fala, faz isso. Quero ver como você conversa com ela enquanto eu chupo você.
Continuei chupando a buceta e o cu dela na mesma posição.
Enquanto ela não sabia se fazia ou não.
Mas ela me surpreendeu quando ouvi o tom do microfone.
Maca: Oi—a-mi-ga, a-go-ra não con-si-go res-pon-der. de-pois a gente fa-la si....?
Caiu, me lembra de você pela resposta.
Ro: amiga, te aconteceu algo? Tá ofegante. Te aconteceu algo??
Eu: responde.
Maca: não... burra, de-pois te con-to.
Ro: filha da puta, ele tá te comendo, não é ofegante.
hahaha, que fodida violenta ele tá te dando.
Maca: a-guen-ta... de-pois te con-to.
Tô chu-pan-do...... a buceta e o cu. O filho da puta.... tô quase gozando.
meu deus Maury, mete a pica, não aguento mais.
Ro: filha da puta... e me deixa na mão?
Amiga ruim?
Maca: não, burra, você não sabe como ele chupa a buceta e o cu é genial.
Entre a língua e os dedos dele, me fez gozar que nem uma puta.
Ro: te falei, amiga, que inveja.
E eu aqui com esse otário cortando o barato.
Quero ver como esse selvagem te come.
Maca: cê tá louca?
Eu peguei o telefone da mão dela.
Maca: já te cansei? É sua culpa, você quis que eu falasse com ele.
Eu: não, vamos dar algo pra ela ver.
Maca: não, cê tá louco?
Vocês dois são malucos.
Eu: não, nada disso.
Só quero me divertir com você e sua amiga.
Maca: não, cê tá louco igual ela.
Eu: vamos, isso vai te encantar, gata.
Vocês duas queriam que eu mostrasse o quão selvagem eu sou?
Maca: não, quem te disse isso. Mmm
Maury, tô muito tesuda.
E isso é por dar trela pra puta da Ro.
Aiii deus, quero que você me coma.
O telefone dela caía áudios um atrás do outro.
Mas a Maca não conseguia responder chupando minha pica.
E enquanto minha boca chupava a buceta dela,
ela só apertava pra ouvir o que a amiga dizia.
Roberta: você queria ele só pra você, sua safada.
Ontem te falei pra chamar ele pra mim se não tivesse coragem.
Mas agora você tem ele só pra você?
Roberta: o que vocês tão fazendo?
Roberta: cê tá me matando, filha da puta.
Ro nem imagina o que a amiga tava fazendo.
A putinha tava com o marido em casa, mas queria pica alheia.
Enquanto a amiga dela e eu ouvíamos os áudios dela.
A gente tava enrolados num 69 gostoso.
Maca: Mmm maury, que gostoso você chupa.
Adoro que você coma minha bucetinha.
Enquanto me faz chupar seu pau.
Mmmm sim....mmmm.
Nunca me chuparam assim.
Me sinto uma puta.
Eu: Como eu invejo seu marido.
Ter uma puta dessas mmmm.
Maca: Quem dera, ele ia adorar.
Já quase nem me nota em casa.
Eu: Que otário, com o tanto que você é gostosa.
Mas melhor pra mim,
assim posso te foder.
Maca: Sim, quero um homem de verdade que me coma.
Quero sentir como é ser fodida de novo.
Isso era como uma honra pra mim.
Só precisei acomodá-la e fazê-la sentir do jeito que ela queria.
Como a boa puta que era, era o que ela merecia.
A bucetinha dela, rosa e quente.
Esperava ansiosa, esperava com gosto.
Umas boas sentadas de pau do seu novo homem.
Maca: Ai, meu deus, tá entrando mmmmm.
Ah ah ah sim mm, como é bom sentir você mmm.
Sim mmm, ai deus, entra gostoso.
Mmmm sim.
Que pau bom.
Aiii aiii sim.
Fico louca, deus...
Meu pau entrava e saía num ritmo que deixava ela louca.
Fazendo ela curtir toda a minha energia.
O primeiro orgasmo dela chegou pra ecoar pelo quarto inteiro.
Foi uma explosão de prazer.
Maca:. Ohhh meu deus mmmm
Ha ha mmm ha.....
Sim, como é gostoso mmmm.
Não consigo parar de aproveitar.
Mmm ha ha ha.
Que porra gostosa, meu deus.
Eu:. Que delícia que fica a sua buceta.
Quando você tem um orgasmo.
Você se molha e fica toda tesuda, adoro isso.
Ela curtia cada uma das minhas enfiadas.
A amiga dela não parava de mandar mensagens.
O que me deu a ideia de mandar provas de que a amiga dela estava muito bem.
Também mandava áudios pra ela ouvir como a amiga dela tava gozando e curtindo uma boa pica.
A amiga dela ficava doida vendo as fotos e os áudios.
Ouvir as duas trocando áudios me deixava mais e mais excitado.
Comendo essa puta com energia e aproveitando tudo que eu fazia.
Ele usava a palavra: buceta, ela curtia em todas as opções.
Quanto mais ele comia ela, mais áudios ouvia, mais vontade tinha de foder ela.
Ela não acreditava na minha resistência.
Minha energia em cada posição.
E contava pra amiga dela.
Enquanto a amiga morria de vontade.
De ser comida daquele jeito selvagem.
Que a buceta dela enchesse de pau.
E poder aproveitar.
Ela tava com muita vontade de brincar um pouco com a boca dela.
Maca: quero chupar esse seu pau.
Quero devorar ele.
E quero todo seu gozo nos meus peitos.
Ela não me deixou falar nada.
Só se ajoelhou e pegou meu pau pra eu ver que tava falando sério.
Saboreava meu pau como se fosse um sorvete delicioso.
Muita língua chupando, uma verdadeira loucura de prazer.
Ela tava doida.
Pedia o gozo.
Enquanto chupava e ordenhava minha rola.
Maca: Mmm, papai, que pau gostoso... mmm
Mmm, a menina quer esse gozo quente... mmm
Me dá, papai, quero tudo.
Enquanto mamava e batia punheta na minha rola.
Assim, meu pau deu o gosto.
O primeiro jato de gozo entrou na boca dela pra nunca mais sair.
E matou a fome dessa menina.
Mas o resto foi parar nos peitos lindos dela.
Mas não parou por aí, não, por muito tempo.
Usei meu pau como uma colher. Juntei a porra dos peitos dela.
Pra levar até a boca dela.
Juntava e chupava cada gota da minha porra.
Saboreando.
Seu delicioso pirulito de porra.
Ela curtiu pra caralho aquilo.
E mais ainda de tomarmos banho juntos e brincar um pouco mais.
Não só entre a gente, mas com a cabeça da amiga dela.
Assim passou a tarde até eu ir embora.
Tava na hora de vazar antes que o novo corno chegasse.
Continua.
P.S.: Bom, galera, espero que vocês curtam esse post.
É o começo de mais história quente.
Sei que é muito longo de ler.
Mas se não for, vocês não vão entender o que vem por aí.
Por isso tantos detalhes.
Só espero receber os comentários de vocês como sempre.
Saúde pra todo mundo.
Maury-solo-yo.
tenho que agradecer a boa energia de todo mundo.
pelos comentários e pelas mensagens.
adoro interagir com todo mundo.
hoje trago pra vocês mais uma das minhas histórias nunca contadas.
faz dois anos que conheço e tenho como cliente o dono da loja de ferragens do bairro.
ele não é um cara muito simpático, pra ser sincero.
não é de fazer amigos e a única paixão que tem é a pescaria.
nada a ver com a jovem e linda mulher dele.
Macarena é uma mulher muito simpática.
loira, peituda e com um corpo muito gostoso.
é uma mulher que chama a atenção de todos os homens do bairro,
incluindo eu, claro.
muitas vezes ela foi minha cliente na oficina, com serviços de manutenção.
eu aproveitava pra conversar com aquela mulher incrível.
mas sempre era uma conversa agradável e nada mais.
só que tudo começou uma noite, umas 2 da manhã.
quando o telefone me acordou de repente.
eu não ia atender, porque não conhecia o número.
mas depois de várias chamadas insistentes, atendi.
eu: oi (falei de má vontade)
macarena: oi, maury?
eu: sim, sou eu, quem fala??
ela disse o nome dela
Macarena, a mulher do dono da loja de ferragens.
e se você não me ajudar, vou virar a ex-mulher do dono da loja de ferragens..
por favor, me ajuda.
eu: calma, o que aconteceu??
macarena: tô na estrada com o carro do meu marido.
porque ele levou minha caminhonete pra pescar.
saí com uma amiga e a gente bebeu um pouco.
não posso ligar pro seguro porque o carro é do meu marido.
por favor, você pode vir me ajudar?
pago o que você quiser, tá?
eu: não se preocupa, o que aconteceu com o carro?
ela: peguei um buraco no acostamento e quebrou alguma coisa na roda, não sei.
ficou uma roda torta pra fora. por favor, me ajuda.
eu: ok. me manda a localização pelo WhatsApp que eu vou praí.
macarena: mil obrigadas, maury.
eu me troquei, coloquei umas ferramentas na minha caminhonete e fui.
quando cheguei, como ela tinha dito, a roda do lado do acompanhante tava totalmente virado pro outro lado e ela e a amiga dela bem bebadas.
cumprimentei elas rapidinho e com uma lanterna comecei a dar uma olhada no carro.
como eu imaginava, o parafuso da barra estabilizadora tinha quebrado. então inventei um jeito pra ela conseguir dirigir devagar até a casa dela.
não conseguia evitar de ouvir os comentários da amiga.
que a minha cliente não sabia como calar.
a gostosa falava que ela tinha razão, esse teu mecânico é muito gato.
e um monte de coisa assim.
nena, tendo esse mecânico, o que cê vai fazer comigo?
se fosse meu mecânico, sabe as galhadas que eu enfio no meu marido kkkk.
para de falar besteira, tu tá bêbada. ela repreendia.
bêbada mas não cega, amiga.
deve foder como uma besta, hmm buceta.
cala a boca, ele vai ouvir, nena. ela repreendia de novo.
riam e dava pra ver o porre que elas tavam.
macarena: pronto, já foi? cê é um gênio.
eu: cê pode andar devagar,
troquei o parafuso por uma chave de fenda e arame.
com isso cê consegue chegar na sua casa e depois a gente arruma direito com a peça certa.
mas antes a gente passa no posto de gasolina.
tem certeza que cê consegue dirigir???
macarena: sim, não se preocupa, tô bem.
quando chegamos no posto de gasolina, dei uma olhada no reparo com uma luz melhor.
tava tudo certo, desde que a gente andasse devagar e com cuidado.
macarena: tá tudo bem?
eu: sim, sim, a gente volta devagar, não dá nada.
mas antes compra um café preto sem açúcar. cê não pode dirigir assim.
macarena: não dá nada, posso dirigir, ou é pra você?
eu: não, senhora, ou cê faz alguma coisa pra melhorar ou sinto muito.
te deixo aqui e levo vocês.
e amanhã a gente vem buscar o carro.
cê decide? no seu estado cê não pode dirigir.
macarena: ok, cê tem razão.
cê quer um também?
eu: não, tô bem, obrigado.
foi assim, ela foi comprar um café e eu fiquei na caminhonete.
quando de repente chegou a Roberta, a amiga dela.
que tava com um porre danado.
Roberta: oi. Lindo e a Macarena?
Sou Roberta, a amiga da Maca.
Eu: Oi, sou Maurício, o mecânico da Maca.
Tô comprando um café.
Roberta: Adorei sua caminhonete.
Dá pra ir com você, né?
Pena que a Maca não vai deixar.
Eu: Não pode deixar sua amiga sozinha dirigindo.
Roberta: Não, é verdade,
não tenho outra escolha.
Mas eu gostaria.
Não sei se você curtiria minha companhia.
Eu: Claro que sim.
Mas acho que o marido dela não ia gostar da ideia.
Roberta: Haaa, quem te disse que eu era casada?
Eu: Sua aliança me contou. Kkkkk.
Ela ficou vermelha, mas não parava de dar em cima de mim.
Até que a Macarena chegou.
Macarena: Oi, fazendo amigos novos, Ro???
Pronto, já tô melhor.
Entre o medo e o café, acho que passou a animação que eu tava.
Eu: Ok, melhor assim, agora devagar a gente vai.
Roberta: Te incomoda, amiga, se eu for com ele? Kkkk.
Macarena: Sobe no carro e para de fazer papelão, quer?
Mil desculpas, Maury.
Assim, elas foram pro carro e eu segui atrás.
Acompanhei elas até a porta da casa da Macarena.
Ela me perguntou quanto devia,
mas eu falei: "Não se preocupa, a gente acerta amanhã quando eu vier arrumar o carro."
Eu: Venho umas 10h. Te parece?
Assim dá tempo de comprar as peças.
Macarena: Sim, sim. Muito obrigada.
A gente se despediu e fui dormir.
No outro dia, no horário combinado, fui até a casa dela.
Quando cheguei, ela abriu a garagem.
Rapidamente desmontei as peças quebradas pra comprar os reparos.
Quando ela chegou com o mate, eu já tinha terminado de desmontar tudo.
Eu: Já tá tudo pronto, vamos comprar as peças?
Macarena: Genial, que rapidez! E eu vim com o mate.
Sei que você gosta e trabalha melhor tomando mate. Kkkk.
Eu: Bom, já que começou, não dá pra desperdiçar.
Vai me passando o mate enquanto a gente vai comprar a peça.
Assim, fomos comprar a peça, ela me passando mate. Papeando.
Até me pediu. Desculpa pela parada da amiga.
Ela tava preocupada se eu ia conseguir arrumar o carro.
Antes de domingo, quando o marido dela chegava.
Já que ele não gostava que ela saísse com a amiga à noite.
Compramos as peças e voltamos.
Ela tava com uma calça jeans elastano que marcava a bunda enorme dela.
E nem preciso falar da pussy que dava pra ver marcando na frente.
A blusa decotada dela deixava ver os peitos impressionantes.
Na loja de peças, eu não era o único que olhava pra ela, todos os caras tavam desnudando ela com o olhar.
E ela, como se nada.
O celular dela não parava de tocar e ela respondia as mensagens com um sorriso.
Quando chegamos na casa dela, comecei a montar tudo.
Ela foi se trocar pra ficar confortável e fazer as coisas dela.
O celular não parava de tocar.
Daí a pouco ela voltou pra ver como tava o conserto e perguntou se eu queria um mate.
Falei que sim sem olhar.
Quando percebo, vejo ela bem na minha frente.
Ela tinha se abaixado pra pegar um banquinho.
E eu pude ver aquela bunda como se tivesse me encarando, a um braço de distância.
Ela tinha trocado a calça por uma legging preta curta. E uma regata cavada.
Me fiz de desentendido, mas meu pau fez um volume na minha calça.
Tentava disfarçar, mas dava pra notar.
Ela fazia o mate com a garrafa térmica entre as pernas.
E respondia as mensagens que chegavam sem parar.
De repente, percebi que ela tava numa postura provocativa.
Então decidi jogar o jogo dela.
Tudo fez sentido quando ela, com cara safada, disse:
"A minha amiga manda lembranças. A Rô."
Eu mandei lembranças também.
Disfarçadamente, ela tirou uma foto minha pra amiga dela.
E outra enxurrada de mensagens chegou, fazendo ela rir.
Macarena: "Minha amiga é doida varrida."
"Não liga pra ela."
Eu: "Percebi, mas parece ser gente boa."
"Bem, senhora, já terminei."
Macarena: "Que rápido."
Mas cortei o que ela ia dizer.
Quando me levantei e deixei bem na cara que visse o volume que ela, com os joguinhos dela, tinha provocado.
Ela não Finjo e olho ela com atenção.
Eu: Bom, onde... posso lavar as mãos?
Saindo daquele momento.
Macarena: Vem, passa no banheiro.
Eu: Não, tudo bem em qualquer lugar, não quero sujar seu banheiro com graxa.
Macarena: Pode vir tranquilo, não tem problema. Vou pegar o detergente e você lava com água quente.
A casa era um luxo.
A putinha me levou pro banheiro do quarto. O luxo daquele banheiro era de hotel cinco estrelas.
Eu: Te parabenizo, você tem uma casa linda.
Macarena: Obrigada. Não se preocupa se sujar aqui, eu limpo tudo. Haha.
Fala quanto te devo, assim foda-se o dinheiro.
Falei o valor e ela foi embora, ficando sozinho no banheiro lavando as mãos. Tirei a camiseta e fiquei só de calça.
Quando ela voltou com o dinheiro, parou me encarando da porta. Enquanto eu ensaboava os braços, via ela me olhando pelo espelho. Quando a vi, sorri e ela ficou vermelha.
Ela veio andando com o dinheiro na mão.
Macarena: Vou colocar o dinheiro no seu bolso.
Ficou atrás de mim. Com a mão direita, colocou a grana no meu bolso e passou a mão roçando no meu pau enquanto enfiava a mão bem no fundo.
Eu continuei ensaboando as mãos. Ela, com a mão já sem o dinheiro, voltou até onde tava meu pau e começou a tocar. Acariciava bem devagar.
Macarena: Esse é o meu troco?
Eu: Não, é um brinde da casa.
Enquanto secava as mãos, curtia as carícias suaves que ela me dava. Com a direita me tocava o pau e com a outra, minhas costas. Minha mão esquerda foi direto pra bunda dela. Inclinei a cabeça pra trás e ela me beijou.
E aí começou o caos. Me virei. Tudo muito selvagem e sensual. A gente se tocava por todo lado. Primeiro com a roupa. Eu descobrindo a maciez da pele dela por baixo da roupa. A regata de tecido fino virou tiras nas minhas mãos. Devagar, o tecido foi se... rompendo.
Coisa que adorei.
Já imaginava que essas gatinhas, como a amiga disse, curtem o selvagem.
E percebi que ela tava entregue pra qualquer parada.
Beijei ela bem quente.
Muita língua e paixão.
Com um puxão no cabelo, fiz ela jogar a cabeça pra trás.
Passei minha língua pelo pescoço dela e enchi de beijos.
Até chegar nas tetinhas gostosas dela.
Os biquinhos rosados e durinhos eram um manjar pra minha língua, e os gemidos dela, um deleite pros meus ouvidos.
Com as mãos, puxei a calcinha dela pra baixo, deixando ela nua na minha frente.
Segurando ela pela cintura, virei ela de costas.
Ela se surpreendeu, porque não achou que eu fosse fazer isso.
Ou simplesmente não tá acostumada a ficar sob o controle de alguém.
Mas não falou nada e deixou eu fazer o que quisesse com ela.
Posicionei ela do meu jeito.
Apoiada na pia do banheiro.
Com a bunda virada pro meu rosto e as pernas abertas.
Ela sentiu minhas mãos enfiarem os dedos separando as nádegas, seguidas da minha língua percorrendo desde a buceta até o cu dela.
Isso fez ela tremer de prazer.
Não dizia uma palavra, só gemia igual uma putinha.
A buceta dela tava encharcada com os sucos dela e minha saliva.
Enfiei dois dedos dentro dela.
Fazendo ela soltar um: aiii, meu Deeeus.
O celular dela não parava de receber mensagem.
Eu: Tanta mensagem assim, é seu marido?
Macarena: Ha ha, não... mmm... é minha amiga, o quê? Uiii, aiii, meu Deus.
Mmm, quer saber o que tô fazendo. Uiii.
Eu: Conta pra ela. Não tô nem aí.
Macarena: Não consigo mmm nem falar, e você quer mmm que eu responda as mensagens???
Eu: Manda uma mensagem sua pra ela.
Quero te ouvir.
Macarena: Mmm, não ia ser muito estranho?
Eu: Fala, faz isso. Quero ver como você conversa com ela enquanto eu chupo você.
Continuei chupando a buceta e o cu dela na mesma posição.
Enquanto ela não sabia se fazia ou não.
Mas ela me surpreendeu quando ouvi o tom do microfone.
Maca: Oi—a-mi-ga, a-go-ra não con-si-go res-pon-der. de-pois a gente fa-la si....?
Caiu, me lembra de você pela resposta.
Ro: amiga, te aconteceu algo? Tá ofegante. Te aconteceu algo??
Eu: responde.
Maca: não... burra, de-pois te con-to.
Ro: filha da puta, ele tá te comendo, não é ofegante.
hahaha, que fodida violenta ele tá te dando.
Maca: a-guen-ta... de-pois te con-to.
Tô chu-pan-do...... a buceta e o cu. O filho da puta.... tô quase gozando.
meu deus Maury, mete a pica, não aguento mais.
Ro: filha da puta... e me deixa na mão?
Amiga ruim?
Maca: não, burra, você não sabe como ele chupa a buceta e o cu é genial.
Entre a língua e os dedos dele, me fez gozar que nem uma puta.
Ro: te falei, amiga, que inveja.
E eu aqui com esse otário cortando o barato.
Quero ver como esse selvagem te come.
Maca: cê tá louca?
Eu peguei o telefone da mão dela.
Maca: já te cansei? É sua culpa, você quis que eu falasse com ele.
Eu: não, vamos dar algo pra ela ver.
Maca: não, cê tá louco?
Vocês dois são malucos.
Eu: não, nada disso.
Só quero me divertir com você e sua amiga.
Maca: não, cê tá louco igual ela.
Eu: vamos, isso vai te encantar, gata.
Vocês duas queriam que eu mostrasse o quão selvagem eu sou?
Maca: não, quem te disse isso. Mmm
Maury, tô muito tesuda.
E isso é por dar trela pra puta da Ro.
Aiii deus, quero que você me coma.
O telefone dela caía áudios um atrás do outro.
Mas a Maca não conseguia responder chupando minha pica.
E enquanto minha boca chupava a buceta dela,
ela só apertava pra ouvir o que a amiga dizia.
Roberta: você queria ele só pra você, sua safada.
Ontem te falei pra chamar ele pra mim se não tivesse coragem.
Mas agora você tem ele só pra você?
Roberta: o que vocês tão fazendo?
Roberta: cê tá me matando, filha da puta.
Ro nem imagina o que a amiga tava fazendo.
A putinha tava com o marido em casa, mas queria pica alheia.
Enquanto a amiga dela e eu ouvíamos os áudios dela.
A gente tava enrolados num 69 gostoso.
Maca: Mmm maury, que gostoso você chupa.
Adoro que você coma minha bucetinha.
Enquanto me faz chupar seu pau.
Mmmm sim....mmmm.
Nunca me chuparam assim.
Me sinto uma puta.
Eu: Como eu invejo seu marido.
Ter uma puta dessas mmmm.
Maca: Quem dera, ele ia adorar.
Já quase nem me nota em casa.
Eu: Que otário, com o tanto que você é gostosa.
Mas melhor pra mim,
assim posso te foder.
Maca: Sim, quero um homem de verdade que me coma.
Quero sentir como é ser fodida de novo.
Isso era como uma honra pra mim.
Só precisei acomodá-la e fazê-la sentir do jeito que ela queria.
Como a boa puta que era, era o que ela merecia.
A bucetinha dela, rosa e quente.
Esperava ansiosa, esperava com gosto.
Umas boas sentadas de pau do seu novo homem.
Maca: Ai, meu deus, tá entrando mmmmm.
Ah ah ah sim mm, como é bom sentir você mmm.
Sim mmm, ai deus, entra gostoso.
Mmmm sim.
Que pau bom.
Aiii aiii sim.
Fico louca, deus...
Meu pau entrava e saía num ritmo que deixava ela louca. Fazendo ela curtir toda a minha energia.
O primeiro orgasmo dela chegou pra ecoar pelo quarto inteiro.
Foi uma explosão de prazer.
Maca:. Ohhh meu deus mmmm
Ha ha mmm ha.....
Sim, como é gostoso mmmm.
Não consigo parar de aproveitar.
Mmm ha ha ha.
Que porra gostosa, meu deus.
Eu:. Que delícia que fica a sua buceta.
Quando você tem um orgasmo.
Você se molha e fica toda tesuda, adoro isso.
Ela curtia cada uma das minhas enfiadas.
A amiga dela não parava de mandar mensagens.
O que me deu a ideia de mandar provas de que a amiga dela estava muito bem.
Também mandava áudios pra ela ouvir como a amiga dela tava gozando e curtindo uma boa pica. A amiga dela ficava doida vendo as fotos e os áudios.
Ouvir as duas trocando áudios me deixava mais e mais excitado.
Comendo essa puta com energia e aproveitando tudo que eu fazia.
Ele usava a palavra: buceta, ela curtia em todas as opções. Quanto mais ele comia ela, mais áudios ouvia, mais vontade tinha de foder ela.
Ela não acreditava na minha resistência. Minha energia em cada posição.
E contava pra amiga dela.
Enquanto a amiga morria de vontade.
De ser comida daquele jeito selvagem.
Que a buceta dela enchesse de pau.
E poder aproveitar.
Ela tava com muita vontade de brincar um pouco com a boca dela.
Maca: quero chupar esse seu pau.
Quero devorar ele.
E quero todo seu gozo nos meus peitos.
Ela não me deixou falar nada.
Só se ajoelhou e pegou meu pau pra eu ver que tava falando sério.
Saboreava meu pau como se fosse um sorvete delicioso.
Muita língua chupando, uma verdadeira loucura de prazer.
Ela tava doida.
Pedia o gozo.
Enquanto chupava e ordenhava minha rola.
Maca: Mmm, papai, que pau gostoso... mmm
Mmm, a menina quer esse gozo quente... mmm
Me dá, papai, quero tudo.
Enquanto mamava e batia punheta na minha rola.
Assim, meu pau deu o gosto.
O primeiro jato de gozo entrou na boca dela pra nunca mais sair.
E matou a fome dessa menina.
Mas o resto foi parar nos peitos lindos dela.
Mas não parou por aí, não, por muito tempo. Usei meu pau como uma colher. Juntei a porra dos peitos dela.
Pra levar até a boca dela.
Juntava e chupava cada gota da minha porra.
Saboreando.
Seu delicioso pirulito de porra.
Ela curtiu pra caralho aquilo.
E mais ainda de tomarmos banho juntos e brincar um pouco mais.
Não só entre a gente, mas com a cabeça da amiga dela.
Assim passou a tarde até eu ir embora.
Tava na hora de vazar antes que o novo corno chegasse.
Continua.
P.S.: Bom, galera, espero que vocês curtam esse post.
É o começo de mais história quente.
Sei que é muito longo de ler.
Mas se não for, vocês não vão entender o que vem por aí.
Por isso tantos detalhes.
Só espero receber os comentários de vocês como sempre.
Saúde pra todo mundo.
Maury-solo-yo.
19 comentários - Maca, a mulher do ferreiro, agora tem um segredo. c/ fotos