Olá, comunidade! Como sempre, muito obrigado pelos comentários e pontos de vocês.
Pra quem tá chegando agora na história, recomendo dar uma olhada no perfil e ler os capítulos anteriores.
Sem mais delongas, deixo com vocês o sexto capítulo:
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Capítulo 6Eu tinha comido a Jessi. Eu tinha comido a Betty. Eu tinha comido a minha irmã. Eu tinha comido a Jessi. Eu tinha comido a Betty. Eu tinha comido a minha irmã. Eu tinha comido a Jessi. Eu tinha comido a Betty. Eu tinha comido a minha irmã.Minha cabeça repetia as mesmas palavras sem parar. Eu tinha entrado num ciclo infinito do qual não conseguia escapar. Se fosse um computador, teria desligado e ligado de novo na hora, mas essa opção não existia pra mim.
Como caralhos eu não tinha percebido? Já na quarta-feira eu tinha visto elas, agora não tinha a menor dúvida. No aniversário da Clara, elas mentiram pros meus pais. Nem fodendo que iam contar que as três foram transar com um desconhecido e que o presente foi deixar meter uma bela pica!
E agora descobria que não foi só uma bela pica, mas sim a minha pica! Minha pica. A puta que pariu.Eu tinha comido minha irmã.Minutos antes, a ideia de transar com elas teria me excitado pra caralho, mas saber que tinha realmente acontecido foi como bater de frente com uma parede que eu nem sabia que existia.
O toque do telefone ecoou nos meus ouvidos, me trazendo de volta à realidade. Olhei pra tela: Clara Trabalho. Era o número que eu tinha salvo há alguns minutos. O número pelo qual eu tinha me comunicado pelo meu outro celular e pelo qual tinha recebido aqueles vídeos tão excitantes da minha irmã e das amigas dela engolindo minha porra.
Eu queria descer do carro e jogar o telefone no lixo, voltar pra dentro e dirigir até ficar a dez mil quilômetros de distância. Com que cara eu podia ir naquele momento buscar minha irmã depois de uma descoberta dessas?
Mas não dava pra deixar ela na mão com as amigas por causa de algo que elas não tinham culpa. Elas não sabiam quem tinha estado do outro lado da tela o tempo todo. Bati a cabeça no volante umas duas vezes, tentei controlar minha respiração, que tava muito ofegante, e atendi a ligação.
— Alô? — Tava um puta esforço pra minha voz não tremer. Eu precisava de calma, mas era óbvio que não ia conseguir naquela noite.
— Cadê você? — A voz irritada da minha irmã se ouvia por cima do barulho da galera e dos carros. — Tamo te esperando faz 10 minutos!
— É, já tô indo praí. É que demoraram pra caralho pra tirar o carro do estacionamento. — Por sorte consegui inventar essa mentira. Pelo menos meu cérebro tava servindo pra alguma coisa.
— Ah, tá bom! Beleza, lembra que a gente tá na esquina do monumento! — A voz dela tava menos brava, parecia que tinha acreditado em mim.
— Já vou sair, fica tranquila.
Desliguei na hora. Não queria ouvir a voz da minha irmã mais do que o necessário. Liguei o carro e fui o mais rápido possível buscá-las. Tinha uma multidão andando por lá. Parecia que muitas das fãs que tinham ido pro show também tinham escolhido aquele ponto como Ponto de encontro. Mas elas estavam lá, inconfundíveis apesar da multidão. Não pude evitar pensar que as três estavam lindas.
Um formigamento voltou a aparecer na minha entreperna e quase me dei um soco na pica de tanta raiva por não conseguir evitar ficar de pau duro ao ver minha irmãzinha.
Dei um jeito de chegar o mais perto possível delas e fiz sinal para subirem rápido antes que o semáforo ficasse verde de novo. Estavam tão sorridentes, deviam ter se divertido pra caralho. Será que tinham o mesmo sorriso quando terminavam os turnos comigo?
— Valeu, maninho! Valeu! Valeu! Valeu! Valeu! — Assim que entrou no carro, minha irmã se jogou em mim, se pendurou no meu pescoço enquanto não parava de repetir essa palavra. A voz dela parecia prestes a falhar de tanta emoção.
— De nada, irmãzinha. — Tentei sorrir, mesmo me sentindo um merda. — Mas agora me solta que tenho que arrancar, por favor.
Jessica e Betty subiram nos bancos de trás bem na hora em que o semáforo ficava verde. Arranquei assim que o trânsito deixou.
As minas não pararam de falar animadas durante toda a viagem de volta. Me agradeciam um monte de vezes e contavam com todos os detalhes tudo o que tinham vivido, as músicas que cantaram, as danças, os cumprimentos, as luzes, e como as outras minas compartilharam o momento com elas na primeira fila.
Eu só soltava uma palavra ou outra de vez em quando, tentando sorrir, mas sem ouvir porra nenhuma do que elas diziam. Não parava de lembrar de todos os momentos que a gente tinha passado naquela salinha separados por um painel. Aquelas três minas que eu levava no carro tinham me dado uns orgasmos do caralho. Meu cérebro tava um puta bagunça, e eu não ia encontrar paz enquanto elas continuassem no carro comigo.
— Tá bem? — Não sabia que cara eu tava fazendo naquele momento, mas Clara me olhava preocupada. — Cê tá com uma cara... Péssimo.
—Acho que caiu mal o que comi enquanto esperava lá fora. —Considerando a qualidade da comida que vendiam na área onde rolou o show, não era uma mentira tão ruim da minha parte.
—Bom, agora quando chegarmos em casa, a gente dá um jeito nisso, tá? —Minha irmã tinha entrado no modo mãezona e eu não aguentava ela ser tão boazinha comigo.
Mal virei o rosto pra olhar pra ela. Toda vez que eu via a cara da minha irmã, não conseguia evitar de imaginá-la chupando minha pica de todas as maneiras possíveis, exatamente como tinha feito durante tantas quartas-feiras ao meio-dia. Os lábios dela me lembravam todas as vezes que ela tinha me dado um beijinho de despedida na cabeça da rola quando terminava o turno comigo.
Minha cabeça estava em qualquer lugar, mal sabia o que tava fazendo enquanto dirigia, o que era um perigo enorme pra todo mundo dentro do carro. Por sorte, não batemos em nada durante a viagem.
Finalmente chegamos em casa e as garotas insistiram pra eu esperar ali um minuto enquanto minha irmã entrava pra pegar algum remédio pra minha dor de estômago falsa.
Saí do carro pra pegar um ar enquanto Betty e Jessica voltavam a me agradecer pelo presente que eu tinha dado.
—Foi o melhor dia das nossas vidas! —disse Jessica, me abraçando, ainda toda empolgada.
—Um dos melhores, com certeza! —completou Betty, trocando um olhar cúmplice com a amiga. Os peitões dela se espremiam contra meu corpo. Morria de vontade de enfiar a cara no decote dela e ao mesmo tempo me odiava por pensar nisso.
—É, você tem razão… Também tem que contar o dia do spa! Os dois melhores momentos das nossas vidas em menos de dez dias! —Jessi devolveu o olhar cúmplice, sorrindo, achando que eu não tinha sacado a referência.
Não sabia se tava com mais vontade de mandar elas tomarem no cu e dizer que tinham que me agradecer por esses dois momentos da vida delas, não só pelo show, ou de entrar no carro e vazar. direto pro apartamento. Mas não tinha outra opção a não ser ficar na minha, calar a boca e fingir que a troca de palavras entre elas tinha passado batido por mim.
—Toma aqui, isso vai te ajudar. —Minha irmã tinha se aproximado com um comprimido e um copo d'água.
—Valeu. —Respondi sem olhar pra ela e engoli o comprimido na hora.
—Não quer ficar pra dormir aqui em casa, só por precaução? —Ela ainda tava no modo mãezona, e isso me fazia sentir ainda mais culpado. —Você chega bem no apartamento?
—Sim, fica tranquila. —Que vontade de mandar ela pastar! Não ia ficar naquela casa nem ferrando, pelo menos naquela noite era a pior ideia da história.
—Tá bom, então. —Ela se aproximou pra me abraçar mais uma vez antes de me deixar subir no carro. —Sério, obrigada por tudo. Você me deu o melhor presente do mundo.
Por que caralhos ela tinha que ficar tão sentimental comigo naquele momento? A última coisa que eu queria era sentir o corpo dela colado no meu, e a outra não parava de me abraçar. Porra, que azar do caralho! Mas não podia recusar, então só a envolvi com os braços por uns segundos, esperei ela me soltar, me despedi dela e das amigas dela e entrei no carro.
Já era madrugada quando cheguei no apartamento, mas a única coisa que me importava naquele momento era a garrafa de vodka que eu tinha guardada no armário. Geralmente usava pra fazer algum drink, mas naquela noite era a única bebida que ia me fazer companhia.
Quando finalmente me arrastei cambaleando até a cama, já tinha sumido metade do conteúdo daquela garrafa. Ainda tava com a roupa que tinha usado durante o dia, mas não liguei. Apaguei assim que encostei a cabeça no travesseiro.
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Os dias seguintes foram os mais difíceis que eu já tinha enfrentado até então. Tive muitos problemas nos turnos durante a semana, embora tivesse conseguido me virar porque as clientas que atendi não eram tão exigentes quanto outras. Por sorte, nenhuma reclamação chegou aos ouvidos da Erica. Quando o domingo chegou, eu tinha considerado seriamente inventar alguma desculpa para não ter que ir na casa dos meus pais. Sabia que precisava conversar com minha irmã, tinha que fazer isso antes de receber uma mensagem da minha chefe avisando que eu teria que atender algum turno numa quarta-feira ao meio-dia. Mas não conseguia me animar. Como é que alguém faz pra dizer pra própria irmã que ficou chupando a buceta dela por uns dois anos sem saber? Apesar de tudo, uma coisa estava clara pra mim: ela precisava saber, não tinha outro jeito. Se eu ainda não soubesse quem eram minhas três clientes favoritas (ainda era difícil acreditar que eram realmente elas, mas não tinha dúvidas), a história seria outra. Mas não era assim, e eu não podia manter isso escondido. Resignado, mas decidido, estacionei na calçada da casa dos meus pais com um plano formado na cabeça. Pelo menos a angústia que sofri nos dias anteriores já tinha passado, e não precisei forçar tanto um sorriso ao encontrar minha família.
O almoço passou normal, e durante a sobremesa comecei a executar o que tinha planejado.
— Clara… cê me escuta? — Chamei ela, enquanto ela tava vidrada no celular.
— O que foi, maninho? — Perguntou de um jeito amigável. Tava muito mais simpática comigo desde que tinha recebido os ingressos na semana passada.
— Que tal se você vier comigo pro apartamento? Preciso que me ajude com uma parada lá, e achei que você podia dar uma força. — Cruzei os dedos mentalmente pra ela dizer que sim. Pra ser sincero, era um plano de merda, mas não consegui inventar nada melhor.
— Fechou! Vou me trocar e a gente sai daqui a pouco. — Respondeu sorrindo.
Em qualquer outro momento da vida, ela teria recusado e dito pra esperar outro dia, ou que passaria depois do trabalho, me obrigando a levá-la de carro de volta pra casa. Mas era óbvio que ela ainda se sentia Muito em dívida comigo depois do presente de aniversário dela.
Um tempo depois, já estava no sofá da sala, esperando minha irmã descer do quarto, quando a vi descendo as escadas. Ela estava com uma camiseta larga e uma calça jeans justa. Ficava apavorado de ter que ir atrás dela porque sabia que, inevitavelmente, ia ficar de olho na bunda perfeita dela, então fui na frente e entrei primeiro no carro.
O sol já estava começando a se pôr quando chegamos no meu apartamento. Fazia tempo que ela não entrava naquele lugar, então se surpreendeu ao ver ele tão bem mobiliado.
— Caralho! Esse lugar tá irado! — Exclamou, varrendo o apartamento todo com o olhar.
— É, gostei de como ficou. — Respondi, enquanto a convidava pra sentar num sofá e eu ocupava o que estava na frente dela.
— E o que você queria que eu visse? — Ela passeava os olhos por tudo, procurando o motivo pelo qual eu a tinha trazido até ali.
— Nada, isso foi uma desculpa pra você vir comigo. — Minhas mãos estavam encharcadas de nervosismo, enquanto procurava o melhor jeito de tocar no assunto. — Precisava falar com você sobre uma coisa sem que papai e mamãe ouvissem.
— O que aconteceu? — Ela me olhava preocupada, como se eu estivesse prestes a anunciar que me restavam seis meses de vida. — Você tá bem?
— Não. Não tô bem. — Me forcei a olhar nos olhos dela. — Lembra do seu aniversário?
— Lembro, claro que lembro! — Ela sorria, apesar da preocupação. — Com um presente desses que você deu, não vou esquecer nunca!
— É, então... Não queria falar desse presente, mas sim do que as meninas te deram. — Não encontrei outro jeito de chegar ao ponto, ser mais direto que isso me parecia impossível. Minha irmã ficou surpresa com o assunto da conversa. Ficou em silêncio por uns segundos antes de falar.
— Do dia de spa? — Ela me olhava um pouco mais nervosa, o sorriso tinha sumido.
— Spa o caralho. Não foram a spa nenhum.
— Claro que fomos a um spa! — Tentou soar convincente, mas o nervosismo a traiu.
— Não, Não foram a um spa. – Repeti com firmeza, não tava a fim de ficar enrolando. – Foram a um lugar especial no centro, um lugar onde as mulheres vão chupar pica e transar com desconhecidos. Esse foi o presente de aniversário que a Jessi e a Betty te deram: uma pica boa pra comer as três.
Minha irmã me olhava horrorizada, como se tivesse encontrado um cadáver despedaçado na cama depois de acordar de um sonho gostoso.
– Como caralhos você ficou sabendo disso? – Ela perguntou com a voz fraca.
Como resposta, mostrei o celular que tinha comprado pra me comunicar só com elas, com o WhatsApp aberto na única conversa que tinha.
Minha irmã pegou e passou as poucas mensagens que tinha ali na velocidade da luz. Não demorou pra entender o que aquilo significava.
– Porque quem comeu vocês naquele dia fui eu. – Falei, acabando com qualquer esperança que ela pudesse ter de que tinha chegado a uma conclusão errada.
Não sabia se ela tinha entendido o que eu disse, porque o olhar dela tava completamente vazio, como se o cérebro tivesse saído da cabeça e voado pra longe, pra fora do apartamento. Passou uma eternidade até ela falar.
– A puta da mãe… Era você mesmo… – Ela sussurrou, olhando pra parede.
Eu esperava uma reação muito mais dramática. E com certeza as palavras dela me pegaram de surpresa. Agora quem tava surpreso era eu.
– Como assim “era você mesmo”? Você sabia? – Ela desviava o olhar. – Clara, olha nos meus olhos. Você sabia que era eu?
– Não, não sabia. – Ela respondeu finalmente depois de uns segundos de silêncio tenso. – Não tinha certeza, mas desconfiava.
– Tá me zoando? Por que não falou antes? Desde quando desconfiava? Sabia que tava chupando minha pica e não falou nada? – As perguntas saíram todas amontoadas, brigando pra serem as primeiras.
– Desde que a gente viu ela na casa do Charly. – Ela disse, começando a história. – A gente tava conversando sobre o que tinha passado, e a Betty deixou escapar que você tinha uma quase tão grande quanto a que a gente tinha visto no local, e eu pensei que ela tinha razão, que parecia demais. E depois que a gente passou meu número, vi a foto que você mandou e fiquei na dúvida. E vi de novo quando entrei no seu quarto e notei semelhanças no formato, no tamanho, tudo. – Ela tinha ficado vermelha de vergonha por ter que falar do meu pau, mas eu não parei ela, precisava saber.
– E por que você não me falou nada? – Eu tava desesperado pra saber essa resposta.
– Porque eu não tinha certeza! – Ela explodiu, levantando a voz. – O que eu ia te dizer? “Olha, maninho, tira teu pau aí que preciso confirmar uma parada”. Claro, super fácil de explicar. E se eu tivesse errada? Ia ter que explicar que a gente ia com a Jessica e a Betty de vez em quando num local no centro chupar um pau? Tudo normal, né? Afinal, todo irmão tem uma conversa dessas todo domingo ao meio-dia.
Ela tinha um ponto. Teria sido muito arriscado se ela me perguntasse uma coisa dessas e no fim não fosse eu. Tentei pensar em alguma saída, em algo que a gente poderia ter feito pra não se meter nessa merda de situação, mas não, não vinha nada na cabeça.
Ficamos em silêncio por um bom tempo, cada um absorto nos próprios pensamentos. De vez em quando trocávamos um olhar, mas não sabíamos o que dizer depois de uma revelação dessas.
– Como é que a gente chegou nisso, caralho? – Perguntou minha irmã em voz alta, olhando pro teto.
– Isso que eu queria saber. Como é que vocês descobriram esse lugar? – Não tinha certeza se queria saber essa história, mas mesmo assim fiz a pergunta.
– Eu? Como é que você tá trampando LÁ, porra? – Ela rebateu, baixando o olhar até cravar nos meus olhos.
– Eu comi a dona. – Não ia ficar enrolando nessa história. – Conheci ela uma noite que saí com uns conhecidos, e ela me levou pro apartamento dela. A filha da puta me virou do avesso. – Lembrava daquela noite como se não tivesse passado nem um dia. Uma das melhores fodas da minha vida, junto com a que eu tinha tido uma semana atrás, com minha irmã e as amigas dela. –Ele gostou do tamanho que eu tinha e me ofereceu trampo. Quando ele falou o que eu podia ganhar, nem pensei duas vezes.
–É tão bom assim o pagamento? –O comentário sobre meu salário fez a tensão dela diminuir um pouco.
–O que você acha? –Não consegui segurar um sorriso de satisfação, enquanto apontava com a mão o que tinha no meu apartamento.
–Além de trabalhar deixando os outros chuparem sua pica, ainda ganha uma grana pra caralho! –Minha irmã soltou um suspiro de indignação. –Não podia ser mais sem vergonha?
–Não me pagam por ter muito cu, irmãzinha. Me pagam por ter muita pica. –Não era o comentário mais adequado, mas ela tinha deixado a porta aberta e eu nunca fui de perder essas chances.
–Tá me falando isso sério? –Ela perguntou, surpresa por eu ter a ousadia de fazer uma piada dessas.
Comecei a rir pra caralho. Ela ficou me olhando por um segundo e depois começou a rir também. Era tudo tão absurdo que era impossível não rir. Éramos dois irmãos conversando num domingo à tarde sobre como tinha começado uma história que acabou virando incesto.
Ficamos assim por um bom tempo até nos acalmarmos. Não sei por que, mas aquilo me fez um bem danado. Acho que foi o jeito que meu cérebro encontrou pra extravasar toda a angústia que eu tinha acumulado nos últimos dias. Melhor isso do que ficar me lamentando na frente da minha irmã.
–Você ainda não me contou como vocês foram parar lá. –Falei, depois que ela também tinha se acalmado.
–Quer saber mesmo? –Ela viu que eu concordava e começou a contar a história dela. –A Jessica tinha descoberto pela boca de uma amiga velha da mãe dela. Aquela é uma mina rica, que nunca teve muito filtro na vida, e tinha bastante intimidade com a Jessi pra contar. Depois ela veio e contou pra mim e pra Betty. Uns meses depois foi O aniversário da Jessi e ela falou pra gente ir naquele lugar pra ver qual era, numa quarta ao meio-dia, aproveitando a hora do almoço. E foi aí que você nos atendeu pela primeira vez.
Ela ficou em silêncio por um instante enquanto me olhava, analisando minha reação. Eu lembrava daquele momento muito claramente. Era a primeira vez que eu tinha que atender mais de uma mina ao mesmo tempo, tinha me custado horrores não gozar na hora porque me dava um tesão do caralho saber que três garotas se revezavam pra chupar minha pica. Mas não fiz nenhum comentário sobre isso, só esperava pra ver se ela continuava a história.
– A Jessi tinha falado que, segundo a amiga da mãe dela, os paus que tinham lá eram espetaculares, mas a gente nunca imaginou encontrar uma parada daquelas. Quase que a gente tinha medo de tocar, mas a Jessi foi na frente e começou, e depois a Betty e eu fomos nos animando. Quando terminamos o turno, estávamos todas molhadas. Quando voltei pro meu trampo, tive que ir no banheiro me masturbar porque não aguentava mais. Certeza que a Jessica e a Betty fizeram a mesma coisa.
Olhava pra minha irmã e não conseguia acreditar que ela tava me contando que tinha se masturbado pensando na minha pica. Só fiquei em silêncio, com medo de que qualquer interrupção cortasse o momento.
– E bom, depois disso a gente nem pensou duas vezes em voltar. Não muito seguido, porque os turnos são caros, mas pra gente era um prazer que a gente se dava de vez em quando. Era como qualquer grupo de amigas que se junta pra ir no cinema, só que a gente se juntava pra chupar um puta pau. Uns meses atrás a gente teve a ideia de te passar aquele número, porque nunca passou pela nossa cabeça que podia ser alguém que a gente conhecia. – Ela ficou me encarando com uma expressão estranha, que começava a me deixar desconfortável.
Eu tava tentando absorver tudo que ela tinha me contado quando a voz dela me trouxe de volta pro apartamento.
– Não imaginava que você tinha comprado um celular separado pra falar com a gente. – Ela apontou pro meu segundo celular. – Foi uma boa ideia. Queria ter pensado nisso também. – Completou. —E na semana passada… —comecei a dizer, após alguns segundos de silêncio.
—Na semana passada você nos fodeu de vez, cara… —ela soltou de uma vez. —Mas falo no bom sentido. —Mostrava um sorriso meio triste, sabendo que aquela lembrança não seria mais a mesma depois da revelação que tinha rolado no meu apartamento.
—Sim, mas queria saber… —tentei começar, mas ela me cortou na hora.
—Não, não me faz falar disso, por favor. —Ela me olhava com um jeito suplicante.
—Só uma coisa, me diz isso e a gente nunca mais toca no assunto. Juro. —Era algo que eu morria de vontade de saber desde aquele dia, e por mais que estivesse me arriscando pra caralho, decidi pressionar.
—Tá bom, o que você quer saber? —Ela voltou a olhar pro teto, evitando contato visual.
—A terceira garota, a que gozou tão violentamente… qual das três foi?
Se eu achava que já tinha visto minha irmã morrer de vergonha, não era nada comparado ao tom de vermelho que o rosto dela alcançou ao ouvir minha pergunta. Nem precisava me dizer nada, só com aquela reação já entendi que era ela quem tinha tido aquele orgasmo tão forte que acabou caída no chão soluçando.
—E você foi a que no final de tudo… —Não sabia o que me levou a mencionar isso, mas mesmo assim falei. Provavelmente era o tesão que começava a me dominar depois de tantos dias de culpa, ou talvez eu não tivesse caído na real de que era minha irmã que estava me contando tudo. Talvez fosse justamente por ser minha irmã, e eu não conseguia evitar que essa ideia me excitava.
—Era meu aniversário, né? —Foi tudo o que ela conseguiu me responder, escondendo o rosto entre as mãos.
De novo o silêncio nos dominou. Eu tinha ouvido da boca da minha irmã que ela e as amigas não só iam regularmente chupar meu pau há uns dois anos, como também, há pouco mais de uma semana, tinham transado comigo e ela tinha engolido todo o sêmen que eu tinha acumulado especialmente praquela ocasião. ocasião.
–E agora que merda a gente faz? –Fiz a pergunta porque eu não fazia a menor puta ideia de como ia seguir no dia a dia depois daquilo.
–Não sei. –Ela respondeu, com o olhar fixo no chão.
–Se minha chefe descobre isso, ela me mata. –Era verdade, a Erica proibia terminantemente que os funcionários se envolvessem com a clientela, embora eu não tivesse certeza se ela tinha considerado a possibilidade de que as amigas de infância e a irmã de um dos funcionários fizessem parte dessa clientela.
–Você pretende continuar indo naquele lugar? –Clara me olhava surpresa.
–E por que eu não deveria ir mais? Quem trampa lá sou eu, não vocês... Ou o quê? Vai me dizer que pensa em voltar lá?
–Não quero nem pensar nisso agora, e ainda tenho que contar pras meninas! –Ela segurou a cabeça com as mãos, como se tentasse impedir que ela explodisse em pedaços. –Como é que vou fazer pra contar essa merda?
–Não faço a menor ideia. –Eu sentia pena da situação em que minha irmã se encontrava. Não só tinha descoberto que tinha chupado a pica e deixado o próprio irmão comer ela, como ainda por cima as amigas dela também tinham feito o mesmo! –A gente vai ter que pensar em alguma coisa. –Completei, embora não me viesse nenhum plano à cabeça.
Minha irmã não respondeu. Ainda olhava para baixo, e notei que algumas lágrimas caíam no chão. Ela estava chorando em silêncio. Me aproximei e sentei ao lado dela.
–Você tá bem? –Não poderia haver pergunta mais idiota naquele momento, mas era a única coisa que me veio à mente.
–Não, seu otário! O que você acha?
–Não, eu sei que não... Entendo como você se sente, comigo também acontece a mes... –Clara me calou com um olhar cheio de raiva, apesar das lágrimas.
–Não acontece a mesma coisa. Nem ousa dizer que acontece a mesma coisa! Você não faz ideia do que é saber que a pica que me deixou tão molhada desde o primeiro momento, com a qual fiquei fantasiando por anos em poder ter só pra mim, que me fez chorar de prazer de tão bom que foi... Senti quando ele tava enfiado até o fundo, e no fim das contas é a pica do meu irmão. Que porra eu faço agora? Jessi e Betty não têm esse problema, elas podem fazer o que der na telha com você, você pode fazer o que quiser com elas, mas eu, que caralho eu faço? Vou passar o resto da vida batendo punheta enquanto elas se divertem com você? Tá ligado o quão injusto isso é?
O silêncio apertava meus tímpanos quando minha irmã terminou de falar. Ela tinha razão. Eu não sabia se ia rolar algo com a Jessica ou com a Betty, mas elas não tinham o mesmo conflito moral que a Clara. Pra ela, eu era a fruta mais proibida do mundo, diferente das outras. Tinha a comida servida numa bandeja de prata, mas não podia dar nem uma mordida, por mais que esticasse o braço.
— Cê acha mesmo que eu encostaria um dedo nelas enquanto você tem que segurar a onda? Pra mim, elas são tão proibidas quanto você. Cê acha que não foi um baque saber que as três minas com quem eu curti tanto tempo e com quem fantasiava desde o primeiro dia que atendi eram vocês três? Me dá vontade de cortar minha pica agora mesmo! — Não era totalmente verdade, eu tinha caminho livre com a Jessi e a Betty, mas falar que ia comer as amigas dela não era a melhor forma de consolar um pouco minha irmã.
A gente ficou se olhando de novo em silêncio. Minha cabeça tava a mil, e um incômodo na virilha me fez perceber que eu tava de pau duro apesar de tudo. Quanto tempo tava assim? Quase certeza que desde que minha irmã começou a contar como foi a primeira vez que elas tiveram um turno comigo.
— Te encho de porrada se você cortar essa porra. Seria um crime contra a humanidade. — Minha irmã falou no mesmo tom que usava anos atrás pra dizer pra não mexer no som dela quando colocava os Backstreet Boys. Tava falando super sério.
Eu comecei a me cagar de rir de novo com o comentário, e minha irmã não conseguiu evitar de rir junto. Risadas. Que porra tava acontecendo com a gente? Como a gente tinha chegado numa situação onde minha irmã falava quase com carinho da minha pica?
— Já tá ficando tarde — comentei, depois que a gente se acalmou um pouco. Olhei pela janela, o céu tava alaranjado. — Melhor eu te levar pra casa.
— É, vamos — disse minha irmã, levantando do sofá.
Depois que a Clara passou uns minutos no banheiro pra se arrumar, saímos do apartamento pra descer até o carro. Enquanto esperávamos o elevador, minha irmã se encostou de costas e pegou meus braços pra me forçar a abraçar ela. Eu me deixei levar e, sem pensar muito, acabei fazendo ela sentir minha ereção nas costas dela.
— Assim a gente não vai terminar bem — disse minha irmã rindo, ao notar minha pica bem dura colada no corpo dela.
— Juro que não faço de propósito, mas não consigo evitar. Queria não ficar tão tesudo pensando em vocês — falei sério, era só olhar pra minha irmã que meu cérebro já lembrava de tudo que a gente tinha feito no salão da Erica. — Mas não consigo tirar isso da cabeça.
O silêncio se estendeu por vários segundos, enquanto eu tentava evitar que minhas mãos começassem a percorrer o corpo dela inteiro.
— Eu também não consigo esquecer. Tô muito molhada — respondeu minha irmã em voz baixa. A mão dela acariciava minha coxa, e subia devagar até uma área bem perigosa. — Por que você tinha que ser meu irmão? — perguntou, angustiada.
Não consegui falar nada, porque naquele exato momento ouvi o som do elevador chegando no andar, cortando completamente o clima. A gente se separou na hora exata que a porta abriu e uma senhora idosa nos olhava, esperando a gente entrar.
Me afastei da Clara e avancei pro elevador. Tava quase entrando quando a mão da minha irmã pegou minha camiseta pra me parar. Fiz um sinal pra senhora, que tinha se afastado da porta pra deixar a gente entrar, e ela apertou o botão pra continuar descendo.
Assim que Perdemos de vista aquela senhora, explodiu tudo que a gente tinha contido.
Minha irmã envolveu meu pescoço com as mãos, eu levantei ela segurando aquele rabo glorioso que tanto me fascinava, e nos fundimos num beijo intenso no meio do corredor do prédio. A boca dela era a fruta mais doce que eu já tinha provado na vida, e cada vez que nossas línguas se encontravam, sentia uma festa de fogos de artifício na minha cabeça e no meu pau. Era inacreditável o quanto essa mina me deixava com tesão!
Depois de um tempo, que podia ter sido uns minutos ou um século, a gente se tocou que estava no meio do corredor e praticamente correu de volta pro meu apartamento. A ansiedade fodia com minhas mãos, e foi um parto enfiar a chave no buraco da fechadura. Quase arrebentei a porta de tão desesperado que eu tava.
Finalmente conseguimos entrar e, mal fechei a porta, começamos a tirar parte da roupa o mais rápido possível, enquanto eu guiava ela direto pro meu quarto.
Lá dentro, deixei ela cair de costas na cama e me coloquei por cima. Os dois estavam muito ofegantes, como se tivéssemos terminado de correr uma maratona. Aqueles olhos verdes da minha irmã estavam cheios de luxúria, e um sorriso cúmplice se desenhou nas nossas bocas.
Voltamos a nos beijar com a intensidade de um casal de amantes que não se via há meses, enquanto nossas mãos passeavam por todo lado. Desci pro pescoço dela pra lamber, o que fez minha irmã soltar um suspiro gostoso. Sentia o perfume dela inundando meu nariz. Dava pra ter ficado morando naquele cantinho, mas tinha outras partes do corpo dela pra explorar.
Minhas mãos libertaram os peitos dela da prisão do sutiã e comecei a beijá-los. Com o polegar, comecei a brincar com um dos mamilos, que tava duro igual pedra, enquanto meus lábios se divertiam com o outro.
Fazia círculos com a língua e, de vez em quando, pressionava de leve com os dentes. Clara Ela não parava de gemer e ofegar, as mãos apoiadas na minha cabeça, me mantendo naquela posição pra que eu nem pensasse em largar o serviço.
Soltando o peito dela, deixei minha mão descer pela barriga, e provoquei outro gemido na minha irmã quando cheguei na virilha dela. Mesmo por cima da calcinha fio-dental dava pra sentir o quanto ela tava molhada. Brinquei um pouco com os dedos, puxei o tecido fino pro lado e enfiei um dedo. Um suspiro eterno de prazer escapou dos lábios dela.
— Assim, maninho, assim… — ouvi ela dizer entre gemidos, cada vez mais alto enquanto meu dedo explorava o interior dela. Clara reforçou o recado com as mãos, guiando minha cabeça pra baixo.
Sem me fazer de rogado, minhas mãos tiraram a calcinha fio-dental dela, deixando a bucetinha molhada à mostra. Sorri ao ver que tava toda depilada, exceto por uma tirinha fina de pelos ruivos que enfeitava a entrada uns milímetros mais acima.
Finalmente aproximei meu rosto e dediquei uns segundos pra observar a buceta rosada dela, brilhando com os sucos escorrendo até minha cama. Beijei a parte interna das coxas dela, me aproximando devagar do centro.
Minha irmã já tava de saco cheio de esperar e cruzou as pernas atrás da minha nuca. A ordem era clara, mas se ainda restava alguma dúvida, ela também falou em voz alta.
— Chupa essa buceta de uma vez, seu viado! Tô morrendoooo!
A última parte do recado se esticou até Clara soltar todo o ar que tinha nos pulmões. Eu tinha enterrado minha língua nela o mais fundo que dava. Por dentro e por fora, minha boca e minha língua se dedicaram a uma única tarefa: causar todo o prazer que eu pudesse.
Enquanto Clara se contorcia e ofegava, as mãos dela seguraram minha cabeça e pressionaram ainda mais meu rosto contra o corpo dela. As unhas cravaram na minha pele, me causando um pouco de dor, mas ela podia me fazer sangrar que mesmo assim eu não ia me desgrudar por nada nesse mundo. Minha boca se enchia com o gosto dela, o gosto delicioso de uma fruta proibida.
Um gemido longo foi a sinal de que ela tinha atingido um orgasmo intenso. Finalmente, a pressão que mantinha meu rosto contra o corpo dela afrouxou, e voltei a me aproximar da boca dela para beijá-la, compartilhando os próprios sucos com ela.
— Valeu, maninho… — Ela conseguiu dizer, quando foi interrompida por uma nova série de gemidos, que voltaram a encher o quarto.
Eu tinha introduzido meu dedo indicador dentro da boceta encharcada dela. Sentia tanto calor lá dentro que parecia ferver. Comecei a tirá-lo devagar para depois enfiá-lo de uma vez, arrancando outro gemido da boca da minha irmã.
— Mais rápido… mais… — Clara me instigava entre ofegos.
Se minha irmãzinha pedia, minha irmãzinha tinha. Acelerei o ritmo, movia minha mão tão rápido que parecia um pistão. Fiquei assim por um minuto até tirar o dedo para lamber na frente dos olhos da minha irmã. A cara dela era a cara do tesão, e ela não hesitou em lamber também quando aproximei da boca dela. Piranha gulosa! Como não ia ficar excitado com ela?
Minha mão voltou pra entreperna dela, mas dessa vez foram dois dedos que enfiei nela. Depois que ela se acostumou a tê-los dentro, comecei meu ataque movendo a mão a toda velocidade. Um barulho de estalos inundava meu quarto, provocado pela minha mão.
Enquanto isso, com a outra mão, fazia o possível pra manter minha irmã no lugar, coisa difícil de conseguir de tanto que ela se contorcia de prazer. Parecia que eu tava fazendo um exorcismo nela, mas se o diabo tava dentro dela, não ia pedir pra ele sair.
— Já… quase… — As sensações eram tão intensas que minha irmã mal conseguia respirar, quem dirá falar algo coerente.
Deixei meus dedos o mais fundo que pude e comecei a movê-los com fúria. Ela tava tão molhada que parecia que meus dedos tinham mergulhado num pântano. Minha mão não parou de se mover a todo vapor até que, finalmente, ela soltou um som quase animal, enquanto o corpo todo se arqueava. e vibrava de prazer. Tirei minha mão e um jorro potente de um líquido quente saiu da caverninha da minha irmã. Clara se contorceu por mais alguns segundos, agarrada nos lençóis, enquanto um segundo jorro, bem menos potente, sujava minha cama. Quando acabou, a tensão dela sumiu completamente e ela se encolheu em posição fetal, como se tentasse se defender de todas as sensações que invadiam o corpo dela.
Eu me deitei ao lado dela e a envolvi com meus braços, tentando confortá-la. Mais uma vez, parecia soluçar de tão forte que tinha sido o orgasmo dela. Ela se grudou em mim e apoiou a raba dela no meu pau, que já tava pronto pra entrar em ação.
— Acho que você gostou, hein, irmãzinha? — Falei no ouvido dela, enquanto acariciava a cintura dela.
— Filho da puta... — Respondeu com a voz fraca, lutando pra segurar as lágrimas. — É a segunda vez na minha vida que me fazem gozar assim, e as duas vezes foi você. — Ela se virou, sorriu e me deu um beijo suave na boca. — Valeu, irmãozinho.
— De nada, irmãzinha. Agora é sua vez. — Anunciei, tirando a cueca.
Um som veio de fora do quarto. Era uma música dos Backstreet Boys. Ia falar pra ela ignorar, mas minha irmã nem ligou.
— Quem pode estar me ligando agora? — Disse Clara, levantando da cama e saindo correndo pro celular dela.
Fiquei quieto, prestando atenção nas palavras que chegavam ao meu quarto.
— Mãe? O que aconteceu? — Não dava pra ouvir o que a minha velha tava falando, mas dava pra ouvir as respostas da minha irmã, que ficava mais preocupada a cada palavra. — COMO? Mas que... Tá bem? Tem certeza?... Onde vocês estão agora?... Sim, a gente vai praí. Sim, sim, não se preocupa... Fica tranquila que vai dar tudo certo... A gente já vai praí.
Antes que eu pudesse falar alguma coisa, minha irmã já tinha aparecido de novo no meu quarto. Mais uma vez, ela lutava pra segurar as lágrimas, mas dessa vez não era por causa do prazer.
— O que aconteceu? — A angústia no rosto da minha irmã acabou com qualquer tesão que eu tava sentindo até aquele momento.
—Veste rápido. A gente tem que ir pra clínica. O pai teve um infarto.
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Espero que vocês tenham gostado da leitura.
A gente se vê no próximo capítulo.
Até a próxima!
Pra quem tá chegando agora na história, recomendo dar uma olhada no perfil e ler os capítulos anteriores.
Sem mais delongas, deixo com vocês o sexto capítulo:
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Capítulo 6Eu tinha comido a Jessi. Eu tinha comido a Betty. Eu tinha comido a minha irmã. Eu tinha comido a Jessi. Eu tinha comido a Betty. Eu tinha comido a minha irmã. Eu tinha comido a Jessi. Eu tinha comido a Betty. Eu tinha comido a minha irmã.Minha cabeça repetia as mesmas palavras sem parar. Eu tinha entrado num ciclo infinito do qual não conseguia escapar. Se fosse um computador, teria desligado e ligado de novo na hora, mas essa opção não existia pra mim.
Como caralhos eu não tinha percebido? Já na quarta-feira eu tinha visto elas, agora não tinha a menor dúvida. No aniversário da Clara, elas mentiram pros meus pais. Nem fodendo que iam contar que as três foram transar com um desconhecido e que o presente foi deixar meter uma bela pica!
E agora descobria que não foi só uma bela pica, mas sim a minha pica! Minha pica. A puta que pariu.Eu tinha comido minha irmã.Minutos antes, a ideia de transar com elas teria me excitado pra caralho, mas saber que tinha realmente acontecido foi como bater de frente com uma parede que eu nem sabia que existia.
O toque do telefone ecoou nos meus ouvidos, me trazendo de volta à realidade. Olhei pra tela: Clara Trabalho. Era o número que eu tinha salvo há alguns minutos. O número pelo qual eu tinha me comunicado pelo meu outro celular e pelo qual tinha recebido aqueles vídeos tão excitantes da minha irmã e das amigas dela engolindo minha porra.
Eu queria descer do carro e jogar o telefone no lixo, voltar pra dentro e dirigir até ficar a dez mil quilômetros de distância. Com que cara eu podia ir naquele momento buscar minha irmã depois de uma descoberta dessas?
Mas não dava pra deixar ela na mão com as amigas por causa de algo que elas não tinham culpa. Elas não sabiam quem tinha estado do outro lado da tela o tempo todo. Bati a cabeça no volante umas duas vezes, tentei controlar minha respiração, que tava muito ofegante, e atendi a ligação.
— Alô? — Tava um puta esforço pra minha voz não tremer. Eu precisava de calma, mas era óbvio que não ia conseguir naquela noite.
— Cadê você? — A voz irritada da minha irmã se ouvia por cima do barulho da galera e dos carros. — Tamo te esperando faz 10 minutos!
— É, já tô indo praí. É que demoraram pra caralho pra tirar o carro do estacionamento. — Por sorte consegui inventar essa mentira. Pelo menos meu cérebro tava servindo pra alguma coisa.
— Ah, tá bom! Beleza, lembra que a gente tá na esquina do monumento! — A voz dela tava menos brava, parecia que tinha acreditado em mim.
— Já vou sair, fica tranquila.
Desliguei na hora. Não queria ouvir a voz da minha irmã mais do que o necessário. Liguei o carro e fui o mais rápido possível buscá-las. Tinha uma multidão andando por lá. Parecia que muitas das fãs que tinham ido pro show também tinham escolhido aquele ponto como Ponto de encontro. Mas elas estavam lá, inconfundíveis apesar da multidão. Não pude evitar pensar que as três estavam lindas.
Um formigamento voltou a aparecer na minha entreperna e quase me dei um soco na pica de tanta raiva por não conseguir evitar ficar de pau duro ao ver minha irmãzinha.
Dei um jeito de chegar o mais perto possível delas e fiz sinal para subirem rápido antes que o semáforo ficasse verde de novo. Estavam tão sorridentes, deviam ter se divertido pra caralho. Será que tinham o mesmo sorriso quando terminavam os turnos comigo?
— Valeu, maninho! Valeu! Valeu! Valeu! Valeu! — Assim que entrou no carro, minha irmã se jogou em mim, se pendurou no meu pescoço enquanto não parava de repetir essa palavra. A voz dela parecia prestes a falhar de tanta emoção.
— De nada, irmãzinha. — Tentei sorrir, mesmo me sentindo um merda. — Mas agora me solta que tenho que arrancar, por favor.
Jessica e Betty subiram nos bancos de trás bem na hora em que o semáforo ficava verde. Arranquei assim que o trânsito deixou.
As minas não pararam de falar animadas durante toda a viagem de volta. Me agradeciam um monte de vezes e contavam com todos os detalhes tudo o que tinham vivido, as músicas que cantaram, as danças, os cumprimentos, as luzes, e como as outras minas compartilharam o momento com elas na primeira fila.
Eu só soltava uma palavra ou outra de vez em quando, tentando sorrir, mas sem ouvir porra nenhuma do que elas diziam. Não parava de lembrar de todos os momentos que a gente tinha passado naquela salinha separados por um painel. Aquelas três minas que eu levava no carro tinham me dado uns orgasmos do caralho. Meu cérebro tava um puta bagunça, e eu não ia encontrar paz enquanto elas continuassem no carro comigo.
— Tá bem? — Não sabia que cara eu tava fazendo naquele momento, mas Clara me olhava preocupada. — Cê tá com uma cara... Péssimo.
—Acho que caiu mal o que comi enquanto esperava lá fora. —Considerando a qualidade da comida que vendiam na área onde rolou o show, não era uma mentira tão ruim da minha parte.
—Bom, agora quando chegarmos em casa, a gente dá um jeito nisso, tá? —Minha irmã tinha entrado no modo mãezona e eu não aguentava ela ser tão boazinha comigo.
Mal virei o rosto pra olhar pra ela. Toda vez que eu via a cara da minha irmã, não conseguia evitar de imaginá-la chupando minha pica de todas as maneiras possíveis, exatamente como tinha feito durante tantas quartas-feiras ao meio-dia. Os lábios dela me lembravam todas as vezes que ela tinha me dado um beijinho de despedida na cabeça da rola quando terminava o turno comigo.
Minha cabeça estava em qualquer lugar, mal sabia o que tava fazendo enquanto dirigia, o que era um perigo enorme pra todo mundo dentro do carro. Por sorte, não batemos em nada durante a viagem.
Finalmente chegamos em casa e as garotas insistiram pra eu esperar ali um minuto enquanto minha irmã entrava pra pegar algum remédio pra minha dor de estômago falsa.
Saí do carro pra pegar um ar enquanto Betty e Jessica voltavam a me agradecer pelo presente que eu tinha dado.
—Foi o melhor dia das nossas vidas! —disse Jessica, me abraçando, ainda toda empolgada.
—Um dos melhores, com certeza! —completou Betty, trocando um olhar cúmplice com a amiga. Os peitões dela se espremiam contra meu corpo. Morria de vontade de enfiar a cara no decote dela e ao mesmo tempo me odiava por pensar nisso.
—É, você tem razão… Também tem que contar o dia do spa! Os dois melhores momentos das nossas vidas em menos de dez dias! —Jessi devolveu o olhar cúmplice, sorrindo, achando que eu não tinha sacado a referência.
Não sabia se tava com mais vontade de mandar elas tomarem no cu e dizer que tinham que me agradecer por esses dois momentos da vida delas, não só pelo show, ou de entrar no carro e vazar. direto pro apartamento. Mas não tinha outra opção a não ser ficar na minha, calar a boca e fingir que a troca de palavras entre elas tinha passado batido por mim.
—Toma aqui, isso vai te ajudar. —Minha irmã tinha se aproximado com um comprimido e um copo d'água.
—Valeu. —Respondi sem olhar pra ela e engoli o comprimido na hora.
—Não quer ficar pra dormir aqui em casa, só por precaução? —Ela ainda tava no modo mãezona, e isso me fazia sentir ainda mais culpado. —Você chega bem no apartamento?
—Sim, fica tranquila. —Que vontade de mandar ela pastar! Não ia ficar naquela casa nem ferrando, pelo menos naquela noite era a pior ideia da história.
—Tá bom, então. —Ela se aproximou pra me abraçar mais uma vez antes de me deixar subir no carro. —Sério, obrigada por tudo. Você me deu o melhor presente do mundo.
Por que caralhos ela tinha que ficar tão sentimental comigo naquele momento? A última coisa que eu queria era sentir o corpo dela colado no meu, e a outra não parava de me abraçar. Porra, que azar do caralho! Mas não podia recusar, então só a envolvi com os braços por uns segundos, esperei ela me soltar, me despedi dela e das amigas dela e entrei no carro.
Já era madrugada quando cheguei no apartamento, mas a única coisa que me importava naquele momento era a garrafa de vodka que eu tinha guardada no armário. Geralmente usava pra fazer algum drink, mas naquela noite era a única bebida que ia me fazer companhia.
Quando finalmente me arrastei cambaleando até a cama, já tinha sumido metade do conteúdo daquela garrafa. Ainda tava com a roupa que tinha usado durante o dia, mas não liguei. Apaguei assim que encostei a cabeça no travesseiro.
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Os dias seguintes foram os mais difíceis que eu já tinha enfrentado até então. Tive muitos problemas nos turnos durante a semana, embora tivesse conseguido me virar porque as clientas que atendi não eram tão exigentes quanto outras. Por sorte, nenhuma reclamação chegou aos ouvidos da Erica. Quando o domingo chegou, eu tinha considerado seriamente inventar alguma desculpa para não ter que ir na casa dos meus pais. Sabia que precisava conversar com minha irmã, tinha que fazer isso antes de receber uma mensagem da minha chefe avisando que eu teria que atender algum turno numa quarta-feira ao meio-dia. Mas não conseguia me animar. Como é que alguém faz pra dizer pra própria irmã que ficou chupando a buceta dela por uns dois anos sem saber? Apesar de tudo, uma coisa estava clara pra mim: ela precisava saber, não tinha outro jeito. Se eu ainda não soubesse quem eram minhas três clientes favoritas (ainda era difícil acreditar que eram realmente elas, mas não tinha dúvidas), a história seria outra. Mas não era assim, e eu não podia manter isso escondido. Resignado, mas decidido, estacionei na calçada da casa dos meus pais com um plano formado na cabeça. Pelo menos a angústia que sofri nos dias anteriores já tinha passado, e não precisei forçar tanto um sorriso ao encontrar minha família.
O almoço passou normal, e durante a sobremesa comecei a executar o que tinha planejado.
— Clara… cê me escuta? — Chamei ela, enquanto ela tava vidrada no celular.
— O que foi, maninho? — Perguntou de um jeito amigável. Tava muito mais simpática comigo desde que tinha recebido os ingressos na semana passada.
— Que tal se você vier comigo pro apartamento? Preciso que me ajude com uma parada lá, e achei que você podia dar uma força. — Cruzei os dedos mentalmente pra ela dizer que sim. Pra ser sincero, era um plano de merda, mas não consegui inventar nada melhor.
— Fechou! Vou me trocar e a gente sai daqui a pouco. — Respondeu sorrindo.
Em qualquer outro momento da vida, ela teria recusado e dito pra esperar outro dia, ou que passaria depois do trabalho, me obrigando a levá-la de carro de volta pra casa. Mas era óbvio que ela ainda se sentia Muito em dívida comigo depois do presente de aniversário dela.
Um tempo depois, já estava no sofá da sala, esperando minha irmã descer do quarto, quando a vi descendo as escadas. Ela estava com uma camiseta larga e uma calça jeans justa. Ficava apavorado de ter que ir atrás dela porque sabia que, inevitavelmente, ia ficar de olho na bunda perfeita dela, então fui na frente e entrei primeiro no carro.
O sol já estava começando a se pôr quando chegamos no meu apartamento. Fazia tempo que ela não entrava naquele lugar, então se surpreendeu ao ver ele tão bem mobiliado.
— Caralho! Esse lugar tá irado! — Exclamou, varrendo o apartamento todo com o olhar.
— É, gostei de como ficou. — Respondi, enquanto a convidava pra sentar num sofá e eu ocupava o que estava na frente dela.
— E o que você queria que eu visse? — Ela passeava os olhos por tudo, procurando o motivo pelo qual eu a tinha trazido até ali.
— Nada, isso foi uma desculpa pra você vir comigo. — Minhas mãos estavam encharcadas de nervosismo, enquanto procurava o melhor jeito de tocar no assunto. — Precisava falar com você sobre uma coisa sem que papai e mamãe ouvissem.
— O que aconteceu? — Ela me olhava preocupada, como se eu estivesse prestes a anunciar que me restavam seis meses de vida. — Você tá bem?
— Não. Não tô bem. — Me forcei a olhar nos olhos dela. — Lembra do seu aniversário?
— Lembro, claro que lembro! — Ela sorria, apesar da preocupação. — Com um presente desses que você deu, não vou esquecer nunca!
— É, então... Não queria falar desse presente, mas sim do que as meninas te deram. — Não encontrei outro jeito de chegar ao ponto, ser mais direto que isso me parecia impossível. Minha irmã ficou surpresa com o assunto da conversa. Ficou em silêncio por uns segundos antes de falar.
— Do dia de spa? — Ela me olhava um pouco mais nervosa, o sorriso tinha sumido.
— Spa o caralho. Não foram a spa nenhum.
— Claro que fomos a um spa! — Tentou soar convincente, mas o nervosismo a traiu.
— Não, Não foram a um spa. – Repeti com firmeza, não tava a fim de ficar enrolando. – Foram a um lugar especial no centro, um lugar onde as mulheres vão chupar pica e transar com desconhecidos. Esse foi o presente de aniversário que a Jessi e a Betty te deram: uma pica boa pra comer as três.
Minha irmã me olhava horrorizada, como se tivesse encontrado um cadáver despedaçado na cama depois de acordar de um sonho gostoso.
– Como caralhos você ficou sabendo disso? – Ela perguntou com a voz fraca.
Como resposta, mostrei o celular que tinha comprado pra me comunicar só com elas, com o WhatsApp aberto na única conversa que tinha.
Minha irmã pegou e passou as poucas mensagens que tinha ali na velocidade da luz. Não demorou pra entender o que aquilo significava.
– Porque quem comeu vocês naquele dia fui eu. – Falei, acabando com qualquer esperança que ela pudesse ter de que tinha chegado a uma conclusão errada.
Não sabia se ela tinha entendido o que eu disse, porque o olhar dela tava completamente vazio, como se o cérebro tivesse saído da cabeça e voado pra longe, pra fora do apartamento. Passou uma eternidade até ela falar.
– A puta da mãe… Era você mesmo… – Ela sussurrou, olhando pra parede.
Eu esperava uma reação muito mais dramática. E com certeza as palavras dela me pegaram de surpresa. Agora quem tava surpreso era eu.
– Como assim “era você mesmo”? Você sabia? – Ela desviava o olhar. – Clara, olha nos meus olhos. Você sabia que era eu?
– Não, não sabia. – Ela respondeu finalmente depois de uns segundos de silêncio tenso. – Não tinha certeza, mas desconfiava.
– Tá me zoando? Por que não falou antes? Desde quando desconfiava? Sabia que tava chupando minha pica e não falou nada? – As perguntas saíram todas amontoadas, brigando pra serem as primeiras.
– Desde que a gente viu ela na casa do Charly. – Ela disse, começando a história. – A gente tava conversando sobre o que tinha passado, e a Betty deixou escapar que você tinha uma quase tão grande quanto a que a gente tinha visto no local, e eu pensei que ela tinha razão, que parecia demais. E depois que a gente passou meu número, vi a foto que você mandou e fiquei na dúvida. E vi de novo quando entrei no seu quarto e notei semelhanças no formato, no tamanho, tudo. – Ela tinha ficado vermelha de vergonha por ter que falar do meu pau, mas eu não parei ela, precisava saber.
– E por que você não me falou nada? – Eu tava desesperado pra saber essa resposta.
– Porque eu não tinha certeza! – Ela explodiu, levantando a voz. – O que eu ia te dizer? “Olha, maninho, tira teu pau aí que preciso confirmar uma parada”. Claro, super fácil de explicar. E se eu tivesse errada? Ia ter que explicar que a gente ia com a Jessica e a Betty de vez em quando num local no centro chupar um pau? Tudo normal, né? Afinal, todo irmão tem uma conversa dessas todo domingo ao meio-dia.
Ela tinha um ponto. Teria sido muito arriscado se ela me perguntasse uma coisa dessas e no fim não fosse eu. Tentei pensar em alguma saída, em algo que a gente poderia ter feito pra não se meter nessa merda de situação, mas não, não vinha nada na cabeça.
Ficamos em silêncio por um bom tempo, cada um absorto nos próprios pensamentos. De vez em quando trocávamos um olhar, mas não sabíamos o que dizer depois de uma revelação dessas.
– Como é que a gente chegou nisso, caralho? – Perguntou minha irmã em voz alta, olhando pro teto.
– Isso que eu queria saber. Como é que vocês descobriram esse lugar? – Não tinha certeza se queria saber essa história, mas mesmo assim fiz a pergunta.
– Eu? Como é que você tá trampando LÁ, porra? – Ela rebateu, baixando o olhar até cravar nos meus olhos.
– Eu comi a dona. – Não ia ficar enrolando nessa história. – Conheci ela uma noite que saí com uns conhecidos, e ela me levou pro apartamento dela. A filha da puta me virou do avesso. – Lembrava daquela noite como se não tivesse passado nem um dia. Uma das melhores fodas da minha vida, junto com a que eu tinha tido uma semana atrás, com minha irmã e as amigas dela. –Ele gostou do tamanho que eu tinha e me ofereceu trampo. Quando ele falou o que eu podia ganhar, nem pensei duas vezes.
–É tão bom assim o pagamento? –O comentário sobre meu salário fez a tensão dela diminuir um pouco.
–O que você acha? –Não consegui segurar um sorriso de satisfação, enquanto apontava com a mão o que tinha no meu apartamento.
–Além de trabalhar deixando os outros chuparem sua pica, ainda ganha uma grana pra caralho! –Minha irmã soltou um suspiro de indignação. –Não podia ser mais sem vergonha?
–Não me pagam por ter muito cu, irmãzinha. Me pagam por ter muita pica. –Não era o comentário mais adequado, mas ela tinha deixado a porta aberta e eu nunca fui de perder essas chances.
–Tá me falando isso sério? –Ela perguntou, surpresa por eu ter a ousadia de fazer uma piada dessas.
Comecei a rir pra caralho. Ela ficou me olhando por um segundo e depois começou a rir também. Era tudo tão absurdo que era impossível não rir. Éramos dois irmãos conversando num domingo à tarde sobre como tinha começado uma história que acabou virando incesto.
Ficamos assim por um bom tempo até nos acalmarmos. Não sei por que, mas aquilo me fez um bem danado. Acho que foi o jeito que meu cérebro encontrou pra extravasar toda a angústia que eu tinha acumulado nos últimos dias. Melhor isso do que ficar me lamentando na frente da minha irmã.
–Você ainda não me contou como vocês foram parar lá. –Falei, depois que ela também tinha se acalmado.
–Quer saber mesmo? –Ela viu que eu concordava e começou a contar a história dela. –A Jessica tinha descoberto pela boca de uma amiga velha da mãe dela. Aquela é uma mina rica, que nunca teve muito filtro na vida, e tinha bastante intimidade com a Jessi pra contar. Depois ela veio e contou pra mim e pra Betty. Uns meses depois foi O aniversário da Jessi e ela falou pra gente ir naquele lugar pra ver qual era, numa quarta ao meio-dia, aproveitando a hora do almoço. E foi aí que você nos atendeu pela primeira vez.
Ela ficou em silêncio por um instante enquanto me olhava, analisando minha reação. Eu lembrava daquele momento muito claramente. Era a primeira vez que eu tinha que atender mais de uma mina ao mesmo tempo, tinha me custado horrores não gozar na hora porque me dava um tesão do caralho saber que três garotas se revezavam pra chupar minha pica. Mas não fiz nenhum comentário sobre isso, só esperava pra ver se ela continuava a história.
– A Jessi tinha falado que, segundo a amiga da mãe dela, os paus que tinham lá eram espetaculares, mas a gente nunca imaginou encontrar uma parada daquelas. Quase que a gente tinha medo de tocar, mas a Jessi foi na frente e começou, e depois a Betty e eu fomos nos animando. Quando terminamos o turno, estávamos todas molhadas. Quando voltei pro meu trampo, tive que ir no banheiro me masturbar porque não aguentava mais. Certeza que a Jessica e a Betty fizeram a mesma coisa.
Olhava pra minha irmã e não conseguia acreditar que ela tava me contando que tinha se masturbado pensando na minha pica. Só fiquei em silêncio, com medo de que qualquer interrupção cortasse o momento.
– E bom, depois disso a gente nem pensou duas vezes em voltar. Não muito seguido, porque os turnos são caros, mas pra gente era um prazer que a gente se dava de vez em quando. Era como qualquer grupo de amigas que se junta pra ir no cinema, só que a gente se juntava pra chupar um puta pau. Uns meses atrás a gente teve a ideia de te passar aquele número, porque nunca passou pela nossa cabeça que podia ser alguém que a gente conhecia. – Ela ficou me encarando com uma expressão estranha, que começava a me deixar desconfortável.
Eu tava tentando absorver tudo que ela tinha me contado quando a voz dela me trouxe de volta pro apartamento.
– Não imaginava que você tinha comprado um celular separado pra falar com a gente. – Ela apontou pro meu segundo celular. – Foi uma boa ideia. Queria ter pensado nisso também. – Completou. —E na semana passada… —comecei a dizer, após alguns segundos de silêncio.
—Na semana passada você nos fodeu de vez, cara… —ela soltou de uma vez. —Mas falo no bom sentido. —Mostrava um sorriso meio triste, sabendo que aquela lembrança não seria mais a mesma depois da revelação que tinha rolado no meu apartamento.
—Sim, mas queria saber… —tentei começar, mas ela me cortou na hora.
—Não, não me faz falar disso, por favor. —Ela me olhava com um jeito suplicante.
—Só uma coisa, me diz isso e a gente nunca mais toca no assunto. Juro. —Era algo que eu morria de vontade de saber desde aquele dia, e por mais que estivesse me arriscando pra caralho, decidi pressionar.
—Tá bom, o que você quer saber? —Ela voltou a olhar pro teto, evitando contato visual.
—A terceira garota, a que gozou tão violentamente… qual das três foi?
Se eu achava que já tinha visto minha irmã morrer de vergonha, não era nada comparado ao tom de vermelho que o rosto dela alcançou ao ouvir minha pergunta. Nem precisava me dizer nada, só com aquela reação já entendi que era ela quem tinha tido aquele orgasmo tão forte que acabou caída no chão soluçando.
—E você foi a que no final de tudo… —Não sabia o que me levou a mencionar isso, mas mesmo assim falei. Provavelmente era o tesão que começava a me dominar depois de tantos dias de culpa, ou talvez eu não tivesse caído na real de que era minha irmã que estava me contando tudo. Talvez fosse justamente por ser minha irmã, e eu não conseguia evitar que essa ideia me excitava.
—Era meu aniversário, né? —Foi tudo o que ela conseguiu me responder, escondendo o rosto entre as mãos.
De novo o silêncio nos dominou. Eu tinha ouvido da boca da minha irmã que ela e as amigas não só iam regularmente chupar meu pau há uns dois anos, como também, há pouco mais de uma semana, tinham transado comigo e ela tinha engolido todo o sêmen que eu tinha acumulado especialmente praquela ocasião. ocasião.
–E agora que merda a gente faz? –Fiz a pergunta porque eu não fazia a menor puta ideia de como ia seguir no dia a dia depois daquilo.
–Não sei. –Ela respondeu, com o olhar fixo no chão.
–Se minha chefe descobre isso, ela me mata. –Era verdade, a Erica proibia terminantemente que os funcionários se envolvessem com a clientela, embora eu não tivesse certeza se ela tinha considerado a possibilidade de que as amigas de infância e a irmã de um dos funcionários fizessem parte dessa clientela.
–Você pretende continuar indo naquele lugar? –Clara me olhava surpresa.
–E por que eu não deveria ir mais? Quem trampa lá sou eu, não vocês... Ou o quê? Vai me dizer que pensa em voltar lá?
–Não quero nem pensar nisso agora, e ainda tenho que contar pras meninas! –Ela segurou a cabeça com as mãos, como se tentasse impedir que ela explodisse em pedaços. –Como é que vou fazer pra contar essa merda?
–Não faço a menor ideia. –Eu sentia pena da situação em que minha irmã se encontrava. Não só tinha descoberto que tinha chupado a pica e deixado o próprio irmão comer ela, como ainda por cima as amigas dela também tinham feito o mesmo! –A gente vai ter que pensar em alguma coisa. –Completei, embora não me viesse nenhum plano à cabeça.
Minha irmã não respondeu. Ainda olhava para baixo, e notei que algumas lágrimas caíam no chão. Ela estava chorando em silêncio. Me aproximei e sentei ao lado dela.
–Você tá bem? –Não poderia haver pergunta mais idiota naquele momento, mas era a única coisa que me veio à mente.
–Não, seu otário! O que você acha?
–Não, eu sei que não... Entendo como você se sente, comigo também acontece a mes... –Clara me calou com um olhar cheio de raiva, apesar das lágrimas.
–Não acontece a mesma coisa. Nem ousa dizer que acontece a mesma coisa! Você não faz ideia do que é saber que a pica que me deixou tão molhada desde o primeiro momento, com a qual fiquei fantasiando por anos em poder ter só pra mim, que me fez chorar de prazer de tão bom que foi... Senti quando ele tava enfiado até o fundo, e no fim das contas é a pica do meu irmão. Que porra eu faço agora? Jessi e Betty não têm esse problema, elas podem fazer o que der na telha com você, você pode fazer o que quiser com elas, mas eu, que caralho eu faço? Vou passar o resto da vida batendo punheta enquanto elas se divertem com você? Tá ligado o quão injusto isso é?
O silêncio apertava meus tímpanos quando minha irmã terminou de falar. Ela tinha razão. Eu não sabia se ia rolar algo com a Jessica ou com a Betty, mas elas não tinham o mesmo conflito moral que a Clara. Pra ela, eu era a fruta mais proibida do mundo, diferente das outras. Tinha a comida servida numa bandeja de prata, mas não podia dar nem uma mordida, por mais que esticasse o braço.
— Cê acha mesmo que eu encostaria um dedo nelas enquanto você tem que segurar a onda? Pra mim, elas são tão proibidas quanto você. Cê acha que não foi um baque saber que as três minas com quem eu curti tanto tempo e com quem fantasiava desde o primeiro dia que atendi eram vocês três? Me dá vontade de cortar minha pica agora mesmo! — Não era totalmente verdade, eu tinha caminho livre com a Jessi e a Betty, mas falar que ia comer as amigas dela não era a melhor forma de consolar um pouco minha irmã.
A gente ficou se olhando de novo em silêncio. Minha cabeça tava a mil, e um incômodo na virilha me fez perceber que eu tava de pau duro apesar de tudo. Quanto tempo tava assim? Quase certeza que desde que minha irmã começou a contar como foi a primeira vez que elas tiveram um turno comigo.
— Te encho de porrada se você cortar essa porra. Seria um crime contra a humanidade. — Minha irmã falou no mesmo tom que usava anos atrás pra dizer pra não mexer no som dela quando colocava os Backstreet Boys. Tava falando super sério.
Eu comecei a me cagar de rir de novo com o comentário, e minha irmã não conseguiu evitar de rir junto. Risadas. Que porra tava acontecendo com a gente? Como a gente tinha chegado numa situação onde minha irmã falava quase com carinho da minha pica?
— Já tá ficando tarde — comentei, depois que a gente se acalmou um pouco. Olhei pela janela, o céu tava alaranjado. — Melhor eu te levar pra casa.
— É, vamos — disse minha irmã, levantando do sofá.
Depois que a Clara passou uns minutos no banheiro pra se arrumar, saímos do apartamento pra descer até o carro. Enquanto esperávamos o elevador, minha irmã se encostou de costas e pegou meus braços pra me forçar a abraçar ela. Eu me deixei levar e, sem pensar muito, acabei fazendo ela sentir minha ereção nas costas dela.
— Assim a gente não vai terminar bem — disse minha irmã rindo, ao notar minha pica bem dura colada no corpo dela.
— Juro que não faço de propósito, mas não consigo evitar. Queria não ficar tão tesudo pensando em vocês — falei sério, era só olhar pra minha irmã que meu cérebro já lembrava de tudo que a gente tinha feito no salão da Erica. — Mas não consigo tirar isso da cabeça.
O silêncio se estendeu por vários segundos, enquanto eu tentava evitar que minhas mãos começassem a percorrer o corpo dela inteiro.
— Eu também não consigo esquecer. Tô muito molhada — respondeu minha irmã em voz baixa. A mão dela acariciava minha coxa, e subia devagar até uma área bem perigosa. — Por que você tinha que ser meu irmão? — perguntou, angustiada.
Não consegui falar nada, porque naquele exato momento ouvi o som do elevador chegando no andar, cortando completamente o clima. A gente se separou na hora exata que a porta abriu e uma senhora idosa nos olhava, esperando a gente entrar.
Me afastei da Clara e avancei pro elevador. Tava quase entrando quando a mão da minha irmã pegou minha camiseta pra me parar. Fiz um sinal pra senhora, que tinha se afastado da porta pra deixar a gente entrar, e ela apertou o botão pra continuar descendo.
Assim que Perdemos de vista aquela senhora, explodiu tudo que a gente tinha contido.
Minha irmã envolveu meu pescoço com as mãos, eu levantei ela segurando aquele rabo glorioso que tanto me fascinava, e nos fundimos num beijo intenso no meio do corredor do prédio. A boca dela era a fruta mais doce que eu já tinha provado na vida, e cada vez que nossas línguas se encontravam, sentia uma festa de fogos de artifício na minha cabeça e no meu pau. Era inacreditável o quanto essa mina me deixava com tesão!
Depois de um tempo, que podia ter sido uns minutos ou um século, a gente se tocou que estava no meio do corredor e praticamente correu de volta pro meu apartamento. A ansiedade fodia com minhas mãos, e foi um parto enfiar a chave no buraco da fechadura. Quase arrebentei a porta de tão desesperado que eu tava.
Finalmente conseguimos entrar e, mal fechei a porta, começamos a tirar parte da roupa o mais rápido possível, enquanto eu guiava ela direto pro meu quarto.
Lá dentro, deixei ela cair de costas na cama e me coloquei por cima. Os dois estavam muito ofegantes, como se tivéssemos terminado de correr uma maratona. Aqueles olhos verdes da minha irmã estavam cheios de luxúria, e um sorriso cúmplice se desenhou nas nossas bocas.
Voltamos a nos beijar com a intensidade de um casal de amantes que não se via há meses, enquanto nossas mãos passeavam por todo lado. Desci pro pescoço dela pra lamber, o que fez minha irmã soltar um suspiro gostoso. Sentia o perfume dela inundando meu nariz. Dava pra ter ficado morando naquele cantinho, mas tinha outras partes do corpo dela pra explorar.
Minhas mãos libertaram os peitos dela da prisão do sutiã e comecei a beijá-los. Com o polegar, comecei a brincar com um dos mamilos, que tava duro igual pedra, enquanto meus lábios se divertiam com o outro.
Fazia círculos com a língua e, de vez em quando, pressionava de leve com os dentes. Clara Ela não parava de gemer e ofegar, as mãos apoiadas na minha cabeça, me mantendo naquela posição pra que eu nem pensasse em largar o serviço.
Soltando o peito dela, deixei minha mão descer pela barriga, e provoquei outro gemido na minha irmã quando cheguei na virilha dela. Mesmo por cima da calcinha fio-dental dava pra sentir o quanto ela tava molhada. Brinquei um pouco com os dedos, puxei o tecido fino pro lado e enfiei um dedo. Um suspiro eterno de prazer escapou dos lábios dela.
— Assim, maninho, assim… — ouvi ela dizer entre gemidos, cada vez mais alto enquanto meu dedo explorava o interior dela. Clara reforçou o recado com as mãos, guiando minha cabeça pra baixo.
Sem me fazer de rogado, minhas mãos tiraram a calcinha fio-dental dela, deixando a bucetinha molhada à mostra. Sorri ao ver que tava toda depilada, exceto por uma tirinha fina de pelos ruivos que enfeitava a entrada uns milímetros mais acima.
Finalmente aproximei meu rosto e dediquei uns segundos pra observar a buceta rosada dela, brilhando com os sucos escorrendo até minha cama. Beijei a parte interna das coxas dela, me aproximando devagar do centro.
Minha irmã já tava de saco cheio de esperar e cruzou as pernas atrás da minha nuca. A ordem era clara, mas se ainda restava alguma dúvida, ela também falou em voz alta.
— Chupa essa buceta de uma vez, seu viado! Tô morrendoooo!
A última parte do recado se esticou até Clara soltar todo o ar que tinha nos pulmões. Eu tinha enterrado minha língua nela o mais fundo que dava. Por dentro e por fora, minha boca e minha língua se dedicaram a uma única tarefa: causar todo o prazer que eu pudesse.
Enquanto Clara se contorcia e ofegava, as mãos dela seguraram minha cabeça e pressionaram ainda mais meu rosto contra o corpo dela. As unhas cravaram na minha pele, me causando um pouco de dor, mas ela podia me fazer sangrar que mesmo assim eu não ia me desgrudar por nada nesse mundo. Minha boca se enchia com o gosto dela, o gosto delicioso de uma fruta proibida.
Um gemido longo foi a sinal de que ela tinha atingido um orgasmo intenso. Finalmente, a pressão que mantinha meu rosto contra o corpo dela afrouxou, e voltei a me aproximar da boca dela para beijá-la, compartilhando os próprios sucos com ela.
— Valeu, maninho… — Ela conseguiu dizer, quando foi interrompida por uma nova série de gemidos, que voltaram a encher o quarto.
Eu tinha introduzido meu dedo indicador dentro da boceta encharcada dela. Sentia tanto calor lá dentro que parecia ferver. Comecei a tirá-lo devagar para depois enfiá-lo de uma vez, arrancando outro gemido da boca da minha irmã.
— Mais rápido… mais… — Clara me instigava entre ofegos.
Se minha irmãzinha pedia, minha irmãzinha tinha. Acelerei o ritmo, movia minha mão tão rápido que parecia um pistão. Fiquei assim por um minuto até tirar o dedo para lamber na frente dos olhos da minha irmã. A cara dela era a cara do tesão, e ela não hesitou em lamber também quando aproximei da boca dela. Piranha gulosa! Como não ia ficar excitado com ela?
Minha mão voltou pra entreperna dela, mas dessa vez foram dois dedos que enfiei nela. Depois que ela se acostumou a tê-los dentro, comecei meu ataque movendo a mão a toda velocidade. Um barulho de estalos inundava meu quarto, provocado pela minha mão.
Enquanto isso, com a outra mão, fazia o possível pra manter minha irmã no lugar, coisa difícil de conseguir de tanto que ela se contorcia de prazer. Parecia que eu tava fazendo um exorcismo nela, mas se o diabo tava dentro dela, não ia pedir pra ele sair.
— Já… quase… — As sensações eram tão intensas que minha irmã mal conseguia respirar, quem dirá falar algo coerente.
Deixei meus dedos o mais fundo que pude e comecei a movê-los com fúria. Ela tava tão molhada que parecia que meus dedos tinham mergulhado num pântano. Minha mão não parou de se mover a todo vapor até que, finalmente, ela soltou um som quase animal, enquanto o corpo todo se arqueava. e vibrava de prazer. Tirei minha mão e um jorro potente de um líquido quente saiu da caverninha da minha irmã. Clara se contorceu por mais alguns segundos, agarrada nos lençóis, enquanto um segundo jorro, bem menos potente, sujava minha cama. Quando acabou, a tensão dela sumiu completamente e ela se encolheu em posição fetal, como se tentasse se defender de todas as sensações que invadiam o corpo dela.
Eu me deitei ao lado dela e a envolvi com meus braços, tentando confortá-la. Mais uma vez, parecia soluçar de tão forte que tinha sido o orgasmo dela. Ela se grudou em mim e apoiou a raba dela no meu pau, que já tava pronto pra entrar em ação.
— Acho que você gostou, hein, irmãzinha? — Falei no ouvido dela, enquanto acariciava a cintura dela.
— Filho da puta... — Respondeu com a voz fraca, lutando pra segurar as lágrimas. — É a segunda vez na minha vida que me fazem gozar assim, e as duas vezes foi você. — Ela se virou, sorriu e me deu um beijo suave na boca. — Valeu, irmãozinho.
— De nada, irmãzinha. Agora é sua vez. — Anunciei, tirando a cueca.
Um som veio de fora do quarto. Era uma música dos Backstreet Boys. Ia falar pra ela ignorar, mas minha irmã nem ligou.
— Quem pode estar me ligando agora? — Disse Clara, levantando da cama e saindo correndo pro celular dela.
Fiquei quieto, prestando atenção nas palavras que chegavam ao meu quarto.
— Mãe? O que aconteceu? — Não dava pra ouvir o que a minha velha tava falando, mas dava pra ouvir as respostas da minha irmã, que ficava mais preocupada a cada palavra. — COMO? Mas que... Tá bem? Tem certeza?... Onde vocês estão agora?... Sim, a gente vai praí. Sim, sim, não se preocupa... Fica tranquila que vai dar tudo certo... A gente já vai praí.
Antes que eu pudesse falar alguma coisa, minha irmã já tinha aparecido de novo no meu quarto. Mais uma vez, ela lutava pra segurar as lágrimas, mas dessa vez não era por causa do prazer.
— O que aconteceu? — A angústia no rosto da minha irmã acabou com qualquer tesão que eu tava sentindo até aquele momento.
—Veste rápido. A gente tem que ir pra clínica. O pai teve um infarto.
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Espero que vocês tenham gostado da leitura.
A gente se vê no próximo capítulo.
Até a próxima!
24 comentários - Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte VI)
Son muy buenos los capítulos...
Justo que estábamos llegando a lo mejor... toca esperar de nuevo.
Los 10 son tuyos
Salen +10.
siga humillando con su pluma ..
van 10
Tus palabras son fotografías para mi cerebro!!!😏