Como aqueles que acompanham meus relatos sabem que a Erika é uma puta entre as vadias, talvez não se surpreendam com o que vou contar agora.
Pessoalmente, quanto mais rabos abrirem seus buracos pra mim, melhor, mas acho que tem uns limites na moral de cada um. Isso, queridos leitores, vocês é que decidem, porque eu não posso fazer nada pra tirar o valor dos fatos. Sem mais delongas, vamos entrar no que interessa... Por mais que a gente tente manter as aparências, com a constante tesão entre as pernas da minha esposa, é quase impossível que pessoas próximas não descubram nossa vida sexual, igual aconteceu com a Norma, a irmã mais velha dela, e recentemente com a Loli, que felizmente se integrou nos jogos sexuais que a gente pratica. Embora não me incomode nada ter relações com a Loli e nem preciso dizer que adoraria que a Norma entrasse também, o incesto como tal é muito erótico e difícil de entender aos olhos dos outros. (De forma hipócrita, claro, porque a grande maioria dos seres humanos já desejou algum membro da família.) Esclarecido isso... Numa tarde em que ignoramos a quarentena, convidamos a Loli com o parceiro dela e uns amigos nossos pra passar uma noite divertida. Lá pela meia-noite, enquanto as minas estavam sendo fodidas como manda o figurino, a campainha tocou insistentemente... Subi na sacada pra ver quem era, e não é que era meu pai e meu sogro? Estavam lá fora. O sumiço do meu rosto, ou pelo menos foi o que senti. Voltei pra sala, onde a orgia tava a todo vapor, e em voz alta avisei que a festa sexual tinha acabado agora... Todos viraram pra mim, alguns com raiva e as minas com resignação. Baixamos o volume da música e, do jeito que tô contando, todo mundo foi se arrumar. A campainha continuava tocando, deixando meus nervos ainda mais à flor da pele, e quando a sala parecia uma festa qualquer, eu e a Erika saímos pra receber o par de intrometidos. Obviamente, os presentes ainda estavam com a tesão a mil, mas disfarçaram muito bem. Os senhores entraram cumprimentando todo mundo e, mesmo assim, a A tensão tava no ar. Já com meu pai e meu sogro instalados, não tive outra escolha a não ser sentar junto com eles e tentar acompanhar o ritmo na bebida. Como os dois são de longa carreira, é foda. Pra piorar, as minas, percebendo que os velhos iam ficar um tempão, se revezavam pra sumir e dar vazão aos instintos. Tenho que admitir que a situação tava uma puta sacanagem, com umas vadias gostosas loucas por pica e fugindo pra dar uma foda. Duas horas depois, os estragos da bebida já tavam pegando os dois chatos, que iam no banheiro toda hora, até que meu pai, quando teve chance, chegou perto de mim e falou: "Meu filho, pode ser o álcool, mas quando passei pelo seu quarto, ouvi gemidos e só vejo sua esposa e sua cunhada em casa. Será que você deixou um pornô no DVD?"... Não soube o que responder na hora, mas minha esposa, que tava por perto, ouviu e disse: "Sogro, o senhor conhece seu filho, ele deve ter esquecido de tirar." Respirei aliviado e, em particular, falei pra minha esposa e cunhada que elas tinham que tomar mais cuidado. As duas concordaram e eu deixei o nervosismo passar. Mais tarde, os velhos tavam mais dormindo que acordados, e meu irmão achou divertido meter na minha esposa bem na frente deles. A Erika, entre excitada e nervosa, deixou rolar, e como ninguém acordava, as investidas do meu irmão ficaram mais escandalosas. O tesão era tanto que ele soltou os peitos dela e dava umas palmadas sonoras. No outro lado do sofá, onde tava meu sogro, o Roger, namorado da Loli, fez a mesma coisa, dando uma fodida violenta na filha mais nova, que teve um orgasmo nada discreto. Depois da putaria, as vadias, sem mais disfarçar, foram pro quarto principal, seguidas por todo mundo que tava ali, enquanto eu e Roger ficávamos de olho nos dois dormindo. O tempo passava e quem já tava satisfeito ia saindo. ao se despedir, pedindo pra avisar da próxima festa. como bom anfitrião, cometi o erro de acompanhar uns amigos até a saída e, quando voltei, nem meu pai nem Roger estavam na sala. achei que meu pai tinha ido ao banheiro e não me enganei. mexi um par de vezes no meu sogro e saí disparado pro andar de cima. fiquei imóvel ao ver meu pai espiando pela porta do meu quarto, com a pica na mão, batendo uma numa velocidade alucinante. envergonhado, fiquei do lado dele e toquei no ombro. ele não virou pra me olhar, mas senti um gelo na espinha ao ouvi-lo dizer... "puta gostosa que é minha nora, que peitão ela tem, e olha como engole pica! o que eu faria com essa puta se tivesse chance..." não disse nada, simplesmente não tinha como esconder o que estava vendo, nem culpar a bebedeira dele pra dizer que tinha visto errado. saí dos meus pensamentos ao ouvi-lo falar de novo: "mas se lá está sua cunhada! as punhetas que dediquei pra essa puta, então a temperatura é de família!!!" eu continuava feito um idiota sem dizer nada, e meu pai, no meio de convulsões, chegou ao orgasmo mais longo que já tinha tido na vida. agora, enquanto guardava a pica, ele me olhou. abaixei a cabeça sem saber o que fazer. ele sorriu de forma cúmplice e disse: "vou pegar uma bebida, vem comigo?"... chegamos na sala, me sentei automaticamente do lado dele. ele serviu as respectivas taças e acendeu um cigarro. deu umas tragadas e disse: "corno manso do caralho, hein filho! pelo menos já comeu a Loli?" assenti sem muita energia... "vamos, filho, não é pra tanto. no final, é problema seu se minha nora fode como uma puta. não se preocupa que não vou contar nada pra sua mãe." na hora, soube que o filho da puta ia tirar vantagem da situação e me resignei a ver o que ia rolar. tão imerso estava nos meus pensamentos que nem reparei na ausência do meu sogro, até que no andar de cima se ouviram passos apressados. os caras que estavam lá em cima saíram de casa seminus. óbvio que, sem se despedir, meteram o pé da casa...... Continua.
Pessoalmente, quanto mais rabos abrirem seus buracos pra mim, melhor, mas acho que tem uns limites na moral de cada um. Isso, queridos leitores, vocês é que decidem, porque eu não posso fazer nada pra tirar o valor dos fatos. Sem mais delongas, vamos entrar no que interessa... Por mais que a gente tente manter as aparências, com a constante tesão entre as pernas da minha esposa, é quase impossível que pessoas próximas não descubram nossa vida sexual, igual aconteceu com a Norma, a irmã mais velha dela, e recentemente com a Loli, que felizmente se integrou nos jogos sexuais que a gente pratica. Embora não me incomode nada ter relações com a Loli e nem preciso dizer que adoraria que a Norma entrasse também, o incesto como tal é muito erótico e difícil de entender aos olhos dos outros. (De forma hipócrita, claro, porque a grande maioria dos seres humanos já desejou algum membro da família.) Esclarecido isso... Numa tarde em que ignoramos a quarentena, convidamos a Loli com o parceiro dela e uns amigos nossos pra passar uma noite divertida. Lá pela meia-noite, enquanto as minas estavam sendo fodidas como manda o figurino, a campainha tocou insistentemente... Subi na sacada pra ver quem era, e não é que era meu pai e meu sogro? Estavam lá fora. O sumiço do meu rosto, ou pelo menos foi o que senti. Voltei pra sala, onde a orgia tava a todo vapor, e em voz alta avisei que a festa sexual tinha acabado agora... Todos viraram pra mim, alguns com raiva e as minas com resignação. Baixamos o volume da música e, do jeito que tô contando, todo mundo foi se arrumar. A campainha continuava tocando, deixando meus nervos ainda mais à flor da pele, e quando a sala parecia uma festa qualquer, eu e a Erika saímos pra receber o par de intrometidos. Obviamente, os presentes ainda estavam com a tesão a mil, mas disfarçaram muito bem. Os senhores entraram cumprimentando todo mundo e, mesmo assim, a A tensão tava no ar. Já com meu pai e meu sogro instalados, não tive outra escolha a não ser sentar junto com eles e tentar acompanhar o ritmo na bebida. Como os dois são de longa carreira, é foda. Pra piorar, as minas, percebendo que os velhos iam ficar um tempão, se revezavam pra sumir e dar vazão aos instintos. Tenho que admitir que a situação tava uma puta sacanagem, com umas vadias gostosas loucas por pica e fugindo pra dar uma foda. Duas horas depois, os estragos da bebida já tavam pegando os dois chatos, que iam no banheiro toda hora, até que meu pai, quando teve chance, chegou perto de mim e falou: "Meu filho, pode ser o álcool, mas quando passei pelo seu quarto, ouvi gemidos e só vejo sua esposa e sua cunhada em casa. Será que você deixou um pornô no DVD?"... Não soube o que responder na hora, mas minha esposa, que tava por perto, ouviu e disse: "Sogro, o senhor conhece seu filho, ele deve ter esquecido de tirar." Respirei aliviado e, em particular, falei pra minha esposa e cunhada que elas tinham que tomar mais cuidado. As duas concordaram e eu deixei o nervosismo passar. Mais tarde, os velhos tavam mais dormindo que acordados, e meu irmão achou divertido meter na minha esposa bem na frente deles. A Erika, entre excitada e nervosa, deixou rolar, e como ninguém acordava, as investidas do meu irmão ficaram mais escandalosas. O tesão era tanto que ele soltou os peitos dela e dava umas palmadas sonoras. No outro lado do sofá, onde tava meu sogro, o Roger, namorado da Loli, fez a mesma coisa, dando uma fodida violenta na filha mais nova, que teve um orgasmo nada discreto. Depois da putaria, as vadias, sem mais disfarçar, foram pro quarto principal, seguidas por todo mundo que tava ali, enquanto eu e Roger ficávamos de olho nos dois dormindo. O tempo passava e quem já tava satisfeito ia saindo. ao se despedir, pedindo pra avisar da próxima festa. como bom anfitrião, cometi o erro de acompanhar uns amigos até a saída e, quando voltei, nem meu pai nem Roger estavam na sala. achei que meu pai tinha ido ao banheiro e não me enganei. mexi um par de vezes no meu sogro e saí disparado pro andar de cima. fiquei imóvel ao ver meu pai espiando pela porta do meu quarto, com a pica na mão, batendo uma numa velocidade alucinante. envergonhado, fiquei do lado dele e toquei no ombro. ele não virou pra me olhar, mas senti um gelo na espinha ao ouvi-lo dizer... "puta gostosa que é minha nora, que peitão ela tem, e olha como engole pica! o que eu faria com essa puta se tivesse chance..." não disse nada, simplesmente não tinha como esconder o que estava vendo, nem culpar a bebedeira dele pra dizer que tinha visto errado. saí dos meus pensamentos ao ouvi-lo falar de novo: "mas se lá está sua cunhada! as punhetas que dediquei pra essa puta, então a temperatura é de família!!!" eu continuava feito um idiota sem dizer nada, e meu pai, no meio de convulsões, chegou ao orgasmo mais longo que já tinha tido na vida. agora, enquanto guardava a pica, ele me olhou. abaixei a cabeça sem saber o que fazer. ele sorriu de forma cúmplice e disse: "vou pegar uma bebida, vem comigo?"... chegamos na sala, me sentei automaticamente do lado dele. ele serviu as respectivas taças e acendeu um cigarro. deu umas tragadas e disse: "corno manso do caralho, hein filho! pelo menos já comeu a Loli?" assenti sem muita energia... "vamos, filho, não é pra tanto. no final, é problema seu se minha nora fode como uma puta. não se preocupa que não vou contar nada pra sua mãe." na hora, soube que o filho da puta ia tirar vantagem da situação e me resignei a ver o que ia rolar. tão imerso estava nos meus pensamentos que nem reparei na ausência do meu sogro, até que no andar de cima se ouviram passos apressados. os caras que estavam lá em cima saíram de casa seminus. óbvio que, sem se despedir, meteram o pé da casa...... Continua.
2 comentários - Minha esposa puta... até onde vai o limite dela