Olá, comunidade! Mais uma vez, agradecido por todos os comentários e pontos.
Para quem está chegando agora nessa história, recomendo que entre no meu perfil e leia todos os capítulos anteriores.
Para quem já vinha acompanhando antes, espero que curtam a quinta parte do relato:
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Capítulo 5
Fiquei olhando pra minha irmã com o cérebro em ponto morto. Ela estava ali, me encarando, ou melhor, encarando minha pica que ainda continuava dura, apontando pro teto igual um míssil prestes a decolar. Deve ter passado um segundo, que pareceu uma eternidade, até um de nós conseguir reagir. Será que eu tinha acabado de ver a língua da minha irmã se lambendo ao me ver com o pau na mão?
Não, tava delirando. Só podia ser delírio. Com certeza foi uma ilusão de ótica ou alguma sacanagem da minha mente, depois de ter fantasiado segundos antes com a ideia da minha irmã engolindo meu leite.
Também não foi como se eu tivesse tido muito tempo pra analisar, porque na hora a voz da Clara explodiu, com a cara vermelha de vergonha.
– Que porra você tá fazendo com isso? – Ela tinha desviado os olhos do meu pau, e agora tava me encarando, puta.
Fiquei tentado a continuar nu da cintura pra baixo pra ver como ela reagia, mas esse surto de loucura só durou um instante. Caí na real e, o mais rápido que pude, levantei a calça de novo.
– Baixa a voz, sua idiota! – Gritei, tentando não falar muito alto. – Não sabe bater antes de entrar? – Me apressei a fechar a porta do meu quarto de novo, pra evitar que meus velhos vissem a cena se subissem na hora.
– Você tava se masturbando? – Ela perguntou num tom de incredulidade.
– Não, tava jogando Star Wars… – Não consegui segurar meu sarcasmo apesar da situação. – Não viu meu sabre de luz?
– Que Seu idiota!" - A raiva parecia estar ganhando terreno.
"Que porra você tem que ficar entrando assim no meu quarto? Pelo menos eu entrei no seu quando você não tinha fechado a porta!" - Me antecipei antes que ela pudesse me acusar com isso.
"Eu queria te perguntar uma coisa!" - Tentou se defender, mas era óbvio que não tinha como se fazer de vítima. Se ela tinha entrado de uma vez no meu quarto, não era minha culpa se me encontrava assim.
"Ah, é? Beleza, o que você quer?" - Perguntei sorrindo, me sentindo vitorioso naquela situação.
"Deus, não sei..." - Abriu a boca, mas parecia que não sabia o que dizer. "Agora esqueci!" - Estava muito nervosa e eu não parava de saborear aquele momento. "A puta que te pariu, você e essa coisa!" - Ficou vermelha de vergonha de novo. Ver ela daquele jeito era algo a que eu não estava acostumado, mas não pude evitar pensar em como ela estava gostosa.
"Tá me zoando?" - Tentava não rir dela, mas não conseguia evitar, era divertido demais.
"E o que você quer que eu faça se te encontro engatilhando esse baita pau?" - Olhou pra minha virilha de novo. Agora eu estava vestido, mas parecia que ela estava me escaneando com raio-X, tentando ver o que estava escondido.
"Bom, se você não sabe o que tem que me perguntar, melhor vazar até lembrar." - Falei, abrindo a porta do meu quarto e colocando a mão no ombro dela pra reforçar o recado.
Não dei tempo pra ela responder, já tinha expulsado ela do meu quarto e fechado a porta de novo.
Queria ter a chave pra evitar que alguém entrasse de novo, mas não fazia ideia de onde podia ter ficado. Não tava afim de fazer nada estranho, mas precisava de um momento de paz sem ter que ficar de olho na porta pra ver se meus velhos apareciam ou minha irmã entrava de novo. Voltei a me jogar na cama com a cabeça a mil.
Será que a Clara tinha mesmo se lambuzado vendo meu pau duro? Só podia ter sido imaginação minha. Não tinha chance dela me querer. Vontade… ou será que não? Não, era ridículo. Tinha que me acalmar ou ia fazer uma cagada tão grande que minha irmã nunca ia me perdoar, mesmo que eu me arrancasse a pele pelo resto da vida.
Quando cheguei no apartamento, meu segundo celular avisou que tinha uma mensagem nova das minhas três obsessões. Largando tudo que estava no chão, fiquei desesperado pra destravar a tela e abrir o WhatsApp.
Era uma foto só, mas dessa vez não dava pra ver nenhuma parte do corpo delas. A única coisa na imagem era um vibrador apoiado em cima de uns lençóis brancos, o que parecia ser uma cama — ou pelo menos era o que eu achava, porque não tinha como adivinhar. Ele tava brilhando, como se estivesse molhado. Se era saliva ou outro tipo de líquido, não dava pra ter certeza.
Também não dava pra ver nenhum objeto por perto, então não tinha nada de referência pra eu saber o tamanho daquele brinquedo, embora parecesse ser grande. Só tinha uma palavra acompanhando a mensagem:Praticando.Uma única palavra, além dos três corações assinando a mensagem, como já estavam me acostumando.
Minha cabeça começou a imaginar todo tipo de coisa quando li aquela palavra. Será que estavam falando do que eu tava pensando? O vibrador tava molhado… Que parte dos corpos delas ele tinha visitado? Não consegui evitar sentir inveja daquele vibrador. Foi aí que uma gargalhada escapou da minha boca.
Sentir inveja de um brinquedo sexual! Era o cúmulo! Continuei rindo por mais alguns segundos quando outro pensamento surgiu: no fim das contas, meu trabalho não era tão diferente assim. Basicamente, eu cumpria a função de um brinquedo sexual, só que nesse caso eu era de carne e osso. Bom, eu seria um brinquedo sexual, mas pelo menos me pagavam bem pra isso.
Com esse pensamento na cabeça, terminei de guardar todas as minhas coisas pra depois comer algo e ir descansar. A tentação de me masturbar mais uma vez era grande, mas preferi me segurar. Na quarta-feira, me esperava uma nova sessão com minhas clientes favoritas e eu queria chegar o mais carregado possível.
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Eu tinha acordado muito ansioso naquela quarta-feira, de tanto que vinha antecipando o que ia rolar horas depois. A vez anterior tinha sido muito prazerosa, e eu tinha certeza de que dessa vez não seria diferente.
Saí do meu apartamento um pouco antes do habitual pra ir a uma cafeteria que ficava perto do local, onde serviam um café bom que sempre me ajudava a ficar mais preparado pro dia de trabalho.
Tava sentado perto da janela quando três figuras que iam pela calçada do outro lado chamaram minha atenção. Eram mulheres jovens, vestidas com roupas de escritório. As duas mais altas eram morenas, e estavam vestidas de forma parecida, com saias azul-marinho que chegavam acima dos joelhos e camisas de cor clara (amarelo e branco, respectivamente) meio soltas. Apesar de estar um pouco longe, dava pra ver que uma das garotas tinha um belo par de peitos.
A terceira figura era mais baixa que as outras duas, com uma calça social preta que apertava um pouco mais na altura da bunda, que mesmo àquela distância dava pra ver que era bem gostosa. Uma cascata de cabelo ruivo cobria parte das costas do paletó também preto.
A menos que eu estivesse muito enganado, aquelas figuras eram Clara, Jessica e Betty.
Que porra elas estavam fazendo por ali? Nunca tinha visto elas por perto. Não era impossível, já que naquela área sempre passava muita gente a toda hora durante o dia, mas mesmo assim chamava a atenção. Talvez elas já tivessem ido ali várias vezes e só agora eu as reconhecia. Já tinha acontecido outras vezes de algum conhecido me dizer que dias antes tinha me visto na rua e eu nem ter percebido. Eu era meio desligado às vezes.
Além disso, assim como eu tinha ido tomar um café, na mesma quadra e várias ao redor tinha um monte de restaurantes e cafeterias, o que explicaria por que eu as via por ali.
Elas já tinham virado a esquina quando acabei me convencendo de que nem podia afirmar com certeza que realmente eram elas. Só tinha visto de costas por uns trinta segundos. Podia ser qualquer outro trio de mulheres, não necessariamente minha irmã e as amigas dela.
De qualquer forma, fiquei feliz por não ter cruzado com elas na rua. Até podia inventar alguma desculpa para estar naquela área, mas, diferente delas, eu não estava vestido com roupa de trabalho de escritório. Nem mochila ou bolsa tinha pra mentir, dizendo que estava levando documentos pra algum cliente.
Tentando limpar a mente de preocupações bestas, terminei o café, paguei a conta e fui pro meu trampo.
Andei umas duas quadras na direção oposta à que as três minhas tinham ido e parei na frente de uma porta no meio da quadra. Toquei a campainha e olhei pra câmera de segurança pra que o porteiro me reconhecesse. Ele abriu e Atravessei o corredor que levava à entrada dos funcionários do point da Erica.
Minha chefa tinha tudo muito bem planejado. A porta por onde eu tinha entrado ficava do lado oposto da rua por onde as clientes entravam, então não tinha chance de cruzarem com a gente. Assim, mesmo se encontrássemos alguma delas na rua, não teríamos como saber, já que nunca tínhamos trocado nem um olhar.
Entrei no meu lado da sala e me deparei de novo com os mesmos objetos de sempre. Uma expressão de surpresa se desenhou no meu rosto. Quase certeza que tava pronto pra foto, mas não tinha ninguém ali pra me clicar no momento certo.
Não eram os mesmos objetos de sempre. Um deles tinha mudado. Em vez do cartão amarelo de sempre, o que estava em cima da mesa era dourado.
Não podia acreditar. O céu tinha ouvido minhas preces e me abençoado com um presente que ocupava minhas fantasias há tempos.
Meu coração batia no peito como se quisesse sair e cruzar pro outro lado do painel por conta própria. Mas eu precisava me acalmar, senão o nervosismo faria tudo acabar antes de começar, e eu já tinha planejado esticar aquele turno ao máximo. Tava ansioso pra sair pra trabalhar, mas elas ainda não tinham chegado.
Olhei a hora na tela do celular e percebi que ainda não eram meio-dia. Faltavam cinco minutos, e passei eles com os olhos grudados no relógio, como se assim pudesse acelerar o tempo na base da força de vontade.
Bem quando vi marcar meio-dia, ouvi o som da porta se abrindo do outro lado do painel. Finalmente tinham chegado.
Tinha um nó no estômago, o nervosismo tava me matando. Tanto tempo desejando que isso acontecesse e agora que tava na situação, tinha medo de cagar tudo e algo dar errado, de não conseguir render como planejei. As dúvidas invadiam minha cabeça e eu lutava pra espantá-las enquanto me me preparava pra começar o turno.
Pra piorar, parecia que o nervosismo tava me pregando uma peça. Não conseguia terminar de ficar duro! Olhei pra baixo com raiva, quase me xingando pelo péssimo senso de oportunidade que minha pika parecia ter. Meu coração tava bombando mais sangue do que nunca, mas parecia que tinham feito um piquete bem antes de chegar no meu pau.
—Não pode ser que isso tá acontecendo comigo agora… — murmurei baixinho, quase me deixando levar pelo desespero.
Uns sussurros leves do outro lado me mostraram que eu não era o único que se sentia assim. Meio consolado por essa ideia, respirei fundo e relaxei. Precisava pensar em algo que me excitasse, e a imagem da minha irmã se lambendo enquanto fixava os olhos no meu pau apareceu na minha mente. Não podia ser tão doente de pensar nisso pra ficar duro! Me odiando, suspirei aliviado ao sentir que minha ideia tinha funcionado.
Um minuto depois, já tinha conseguido começar como de costume, e enfiei meu membro naquele buraco por onde já tinha passado tantas vezes, esperando passar por uns buracos que morria de vontade de conhecer pela primeira vez.
As coisas começaram como de sempre, com as minas demorando pra me saborear, embora de vez em quando eu percebesse um leve tremor tomando conta delas, como se a ansiedade fosse demais e elas tivessem dificuldade de se controlar. Eu entendia o que causava aquele tremor, porque sentia a mesma coisa.
As expectativas eram altas, todo mundo naquele quadrado pequeno separado por um painel sabia pra que tava ali, mas a gente lutava contra a tentação… Pelo menos elas lutavam, eu não tinha outra escolha.
Seria outra história se a porra do painel não existisse. Provavelmente já taria desesperado pra meter nelas, mas tinha que admitir que demorar pra saborear a ansiedade tinha seu lado excitante.
Mais uma vez, rolou aquela competiçãozinha pra ver quem conseguia Enfiar mais centímetros do meu pau na boca dela e por mais tempo. Desde o começo já percebi que, diferente de outras vezes, dessa vez parecia que ia ser uma luta até a morte.
A primeira já tinha deixado a barra bem alta, porque conseguiu aguentar quase um minuto com dois terços do meu pau na garganta dela. Tive que lutar com todas as forças contra a vontade de gozar naquele momento. Não parecia que eu ia durar muito se esse era o jeito que elas pensavam em aquecer os motores.
Quando chegou a vez da segunda, eu já estava num ponto que via estrelas. Depois de lutar por uns segundos que duraram séculos pra mim, ela chegou quase a encostar o rosto no painel de tão fundo que conseguiu enfiar. Ouvi uns sons de surpresa das outras duas garotas, o que só aumentou ainda mais minha excitação.
O tesão da situação pedia pra eu descarregar tudo naquele exato instante, mas forcei minha cabeça a pensar em qualquer coisa pra não obedecer a esse chamado. De futebol a política e tudo que tinha no meio, tentei com todas as minhas forças me segurar.
Uns tosses e gemidos entrecortados, vindo do outro lado da parede fina que nos separava, foram a trilha sonora que enchia minha cabeça enquanto a terceira delas tentava ganhar a competição. Infelizmente pra ela, não foi o caso, embora tivesse conseguido chegar num ponto parecido com o da primeira garota.
Não entendia de onde vinha essa luta até a morte, mas meu pau deu umas sacudidas, tentando mostrar que aplaudia as performances delas.
Por uns instantes não aconteceu nada. Só conseguia ouvir a respiração pesada de uma delas, quase certeza que era a que acabara de ter meu pau na garganta, e uns sons de zíper e algo batendo no chão, mas fazendo só um barulho leve, só isso. Eu continuava esperando, enquanto por dentro agradecia aquela pausa. respiro pra poder baixar um pouco a sensação de estar à beira do orgasmo.
Como da última vez, agora sentia um calor diferente na cabeça do pau, quando ele encostou na parte de fora da buceta de uma das minhas clientes favoritas. Mas dessa vez ninguém ia ficar satisfeito com um contato tão limitado.
Que delícia que tava! Desde o primeiro momento, parecia que aquela buceta queria me chupar até me deixar seco. O barulho dos gemidos me alcançou enquanto aquela caverna tão quente e molhada me apertava pra eu avançar cada vez mais pra dentro.
Já tava na metade quando ela se mexeu de novo pra frente até voltar pra ponta. Não queria abandonar aquele lugar que me fazia tão bem, mas, como sempre que algo rolava com elas, eu não ditava as regras do jogo.
Pela segunda vez, senti o corpo dela se aproximar de mim, e dessa vez consegui enfiar mais fundo. Ela ficou parada por uns segundos enquanto eu curtia aquele calor que ameaçava me derreter. Eu tentava não me mexer, pra que aquela mina que eu não conhecia quase nada pudesse se acostumar antes de começar a ação.
Se pelo menos eu pudesse usar minhas mãos! Já tinha agarrado ela pela cintura pra comandar os movimentos e aumentar a intensidade, mas não dava, tudo por causa daqueles malditos centímetros que nos separavam.
Agora sim, devagar mas seguro, ela tinha começado a se mover pra trás e pra frente. Parecia decidida a aproveitar cada centímetro de pau que avançava dentro dela, sem acelerar em nenhum momento.
Mas eu não ia ficar ali parado que nem uma estátua. Enquanto ela se movia pra fora mais uma vez, eu puxei meu pau um pouco, forçando ela a se mexer de novo em minha direção. Assim fui atraindo ela pro meu lado, aos poucos, até que praticamente tava com a raba colada na parede. Foi aí que comecei a meter de uma vez pra frente.
Possivelmente aquela mina soltou um berro que dava pra ouvir do outro lado. ponta da cidade, mas dava pra ver que ela tinha coberto a boca com as mãos, porque o barulho que saiu foi bem mais baixo.
Mesmo assim, na mesma hora ela encostou a raba de novo na parede, me convidando pra eu tomar as rédeas da situação.
Demorei uns segundos pra entender como o corpo dela ficava colado sem ir pra frente, mas agora quase dava pra ver claramente como as amigas dela seguravam ela naquela posição pra poder receber meu pau inteirinho.
Sentia os fluidos que ela soltava escorrendo pelo meu tronco, mas isso só serviu pra eu aumentar o ritmo até onde dava. Os gemidos que aquela cliente desconhecida soltava enchiam o quarto, mesmo sendo óbvio que alguém (não sabia se era ela mesma ou uma das amigas) fazia o possível pra abafar com a mão.
Um tremor passou pelo meu corpo, mas não fui eu que comecei — veio do corpo do outro lado. Senti ela se soltar de repente, enquanto um jorro de líquido quente conseguia escapar pelo buraco, mesmo comigo bem colado.
Minha imaginação só conseguiu interpretar aquilo como ela tendo gozado de um jeito espetacular, e não deu pra evitar um sorriso ao ver na minha mente o corpo dela no chão tremendo, de tão forte que devia ter sido o orgasmo. Ouvi uns gemidos altos, com uma risadinha no meio, quase confirmando o que eu suspeitava.
Uma a menos, faltavam duas.
Filhas da puta! Agora dava pra sentir como as outras duas amigas saboreavam meu pau ainda coberto pelos fluidos daquela que tava se recuperando do orgasmo. Que gulosas que eram! Adorava aquele nível de perversão.
Depois de deixarem ele bem limpinho, foi a vez da próxima desconhecida. Igual à primeira, ela demorou pra se acostumar com meu membro, embora parecesse que o orgasmo forte da amiga tinha deixado ela excitada e ela não hesitava tanto na hora de se deixar penetrar.
Em pouco mais de um minuto já tínhamos começado a aumentar o ritmo consideravelmente. Aquela garota tinha um pouco mais de resistência, mas dava pra ouvir seus gemidos abafados mesmo assim.
Poucos segundos depois, no entanto, ela me pegou de surpresa ao se afastar completamente da parede, me deixando no ar mais uma vez. Mas não demorei muito pra entender por que ela tinha feito aquilo, quando senti de novo uma boca engolindo meu pau o máximo que podia por alguns segundos.
A primeira garota parecia ter se recuperado, porque agora eram duas se dedicando a me dar prazer oral, se revezando entre si. Será que a safadeza daquelas garotas não tinha limites? Dividido entre o prazer que subia pela minha cabeça e a raiva de não poder ter um encontro com elas sem uma separação no meio, me deixei levar.
De novo, senti como estava entrando em uma das minhas clientes. Supus que a segunda não ia se contentar com menos do que a amiga tinha recebido e, de imediato, entramos num ritmo intenso de penetração.
Outro tremor sacudiu meu pau quando ela finalmente gozou. Não jorrou tanto quanto a amiga, mas senti como meu membro tinha ficado encharcado quando ela se soltou de mim. As duas amigas, nem lerda nem preguiçosa, voltaram a me envolver com suas línguas, mais uma vez decididas a saborear meu pau, temperado com o néctar de uma delas.
Finalmente, chegou a vez da terceira cliente. No primeiro contato com a entrada daquela buraquinha, era como se pudessem nascer bolhas na ponta de tão quente que estava. Mas aquela garota parecia ter planejado brincar um pouco comigo, porque na primeira tentativa de penetrá-la, ela afastou o corpo na hora, e depois deu uma batidinha no tronco do meu pau, como se estivesse me castigando por avançar sem permissão.
Tinha que admitir, aquele pequeno gesto me fez sorrir, eu gostava que ela fosse tão safada comigo. Ela me tinha nas mãos, tanto literal quanto metaforicamente.
Uns segundos depois decidiu largar os jogos pra se dedicar ao que tinha vindo fazer naquele dia. Foi aí que eu realmente consegui entrar nela. Caralho! Como aquela mina era apertada… A gente teve que lutar uma batalha pequena pra minha cabeça passar, mas dava pra ver que a excitação falou mais alto, porque depois que essa luta acabou, ela deixou eu avançar com um pouco mais de facilidade. Depois de uns minutos, consegui entrar por completo, ou pelo menos o quanto a separação no quarto permitia. Na hora, me lamentei pela existência daquela maldita barreira. Nada me faria mais feliz do que poder agarrar a cintura delas pra pegar impulso e enterrar meu pau até sentir as bundinhas batendo nas minhas coxas. Mesmo assim, não podia reclamar de como tava sendo naquele momento. Parecia que tinham guardado o melhor pro final, porque aquela mina sem nome nem rosto tava me dando uma guerra danada, mas com uma buceta que era um inferno. Eu não me animava a aumentar o ritmo, mas umas batidinhas leves na parede me chamaram a atenção. Ela queria que eu metesse mais forte, e eu não via motivo pra não dar o gosto. Quando comecei a meter de verdade, ela conseguiu se sincronizar comigo, acompanhando os movimentos pra ter mais alcance. Como aquela mina era gostosa, dava pra derreter ouro lá dentro… O que eu não daria pra estar numa cama com ela e deixar ela me montar até me deixar mais seco que um deserto! O calor dela, a atitude brincalhona no começo e depois muito mais decidida, o apertado que era, os gemidos… Não tinha nada que não me agradasse, mas eu nem tinha visto a cara dela, o que só servia pra aumentar minha excitação. Finalmente, o volume dos gemidos dela começou a subir e, ao mesmo tempo, ficaram entrecortados. Parecia que a qualquer momento ela ia gozar, e eu não tava muito atrás nesse aspecto. Mas ela me ganhou na mão e soltou um grito de prazer que detonou em meus tímpanos com mais força que a explosão da bomba de Hiroshima. Esse grito se esticou por uns segundos enquanto uma quantidade surpreendente de líquido parecia banhar meu pau à distância.
Ouvi um barulho do outro lado. Parecia que a última garota tinha caído no chão depois de perder o controle das pernas. Dava pra ouvir uns gemidos fortes, misturados com um choro baixinho. Será que ela tava chorando de tão forte que tinha gozado? Eu sorria de satisfação enquanto meu ego subia mais alto que o Monte Everest ao saber que eu tinha sido capaz de uma parada dessas.
Controlei o horário, já tava quase no fim do turno e meu pau já tava no ponto, pronto pra soltar o que eu vinha guardando desde domingo.
Minhas três clientes favoritas se aproximaram pra me masturbar com gosto, e eu não podia estar mais grato por isso. Mordi a língua pra evitar que meus gemidos fossem ouvidos com força, mas inevitavelmente chegaram nos ouvidos delas. Uma boca cobriu minha glande enquanto uma mão percorria o resto do meu pau, me convidando a gozar.
Se elas queriam assim, quem era eu pra negar?
Com um resfôlego forte, deixei sair tudo que tinha acumulado naquela boca que se esforçava pra receber meu esperma tão quente quanto o interior das buracinhas delas. Esses lábios não se soltaram até que, com um último espasmo, eu deixei sair a última gota que ainda tinha guardada.
Em seguida, chegou claramente aos meus ouvidos o som inconfundível de alguém engolindo alguma coisa, o que só podia significar que uma delas tinha ficado com meu leite, sem dividir com as outras.
— Filha da puta… — O sussurro tinha um tom de inveja direcionado àquela egoísta que tinha se encarregado de guardar o tesouro branco só pra ela. Esperava uma briguinha pelo que tinha acabado de rolar, mas parecia que isso já tinha sido combinado antes. Será que a competiçãozinha que elas fizeram no começo do turno tinha como prêmio ficar com o que saísse de mim? Pau? Isso explicaria a intensidade com que decidiram engolir meu pau.
Assim que tudo terminou, ouvi os sons de sempre que indicavam que já estavam guardando as coisas e, nesse caso, se vestindo de novo. Os beijinhos de despedida de sempre não demoraram, dando o fechamento oficial a um turno que eu já sabia que ia ficar marcado a fogo na minha memória.
Quando ouvi a porta fechar depois que saíram do quarto, a adrenalina já estava passando, e comecei a sentir o cansaço tomando conta do meu corpo. Sentei numa cadeira que estava perto e estiquei as pernas enquanto bebia um pouco de água.
Isso com certeza tinha sido muito intenso. Será que ia se repetir um dia? Será que teria outra quarta-feira onde eu ia me deparar com um cartão dourado me esperando com a promessa de uma transa como a que eu tinha acabado de ter hoje?
Cheguei no meu apê ainda com um sorriso de orelha a orelha. Minhas pernas pediam pra descansar, e depois de um jantar leve, me joguei na cama pra dar o gostinho delas depois do que definitivamente tinha sido um dos melhores dias da minha vida.
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O resto da semana passou voando, como se eu ainda estivesse nas nuvens depois do que tinha rolado naquela quarta-feira, e quando me dei conta já era domingo.
Como era de se esperar, Betty e Jessica já estavam na casa dos meus pais, conversando com minha irmã na sala, fazendo um esquenta antes do almoço pra comemorar o aniversário da Clara.
Tanto a Jessica quanto a Betty levantaram na hora com um sorriso de orelha a orelha e me rodearam dos dois lados pra me abraçar. Eu só me deixei ser pego pra aproveitar a chance de colocar minhas mãos nas cinturas delas e sentir os peitos delas esmagando contra meu corpo.
— Oi, meninas! Como vocês estão? — Perguntei com um sorriso.
— Muito bem! E você? — Betty tinha se sentado de novo junto com a Jessica.
— Aqui, Me aproximando da aniversariante pra cumprimentar. –Falei, já na frente da minha irmã. –Feliz aniversário, maninha! –Exclamei, pegando ela pela cintura pra abraçar e levantar até a cabeça dela ficar acima da minha.
Embora ela não estivesse vestida de um jeito que desse pra chamar de provocante, a camiseta justa que ela usava deixava marcados os peitos dela bem na altura do meu rosto. O desejo fugaz de enfiar a cara bem no meio daquele vale passou pela minha cabeça, mas consegui reprimir o impulso bem a tempo.
Por sorte, o almoço foi tranquilo. Não tinha visto as amigas da Clara desde aquela noite no aniversário do Charly, então tava com umas dúvidas do que podia rolar, mas nem a Betty nem a Jessica pareciam agir diferente do tratamento de sempre.
Já tínhamos comido um bolo de aniversário muito gostoso feito pela minha mãe, que deixou todo mundo sem vontade de levantar da mesa por um tempinho, quando chegou a hora de entregar os presentes pra minha irmã.
Primeiro foi a vez dos meus pais, que deram um vale-compras numa loja de roupas famosa que ela era fanática. Quando chegou a vez da Jessica e da Betty, elas não entregaram nada.
–A gente deu adiantado. –Falou a Jessi, provocando risadas nas três amigas.
–É, foi um presente que todas nós pudemos curtir. –Completou a Betty, ainda rindo.
–Que legal! –Exclamou minha mãe. –O que elas te deram? –Perguntou, olhando pra elas com curiosidade.
–Me deram uma sessão de spa no centro. A gente foi pra lá na quarta. –Respondeu minha irmã, naturalmente. Depois trocou um olhar rápido e cúmplice com as amigas, que meus pais não perceberam.
–Por isso que vocês tão tão radiantes! –Falou meu pai, olhando pras três com um sorriso amigável. Elas só sorriram com o elogio.
–Qual vocês foram? O da avenida? –Minha mãe continuava tentando matar a curiosidade.
–Um que fica perto do centro esportivo. –Respondeu a Betty. — Abriu há uns meses, mas tinham falado bem do lugar, então fomos. E, sinceramente, foi maravilhoso. — O sorriso no rosto dela confirmava que realmente tinham se divertido pra caralho.
Algo não batia. Na quarta-feira, eu tinha certeza de que as tinha visto perto do meu trampo. Ou não? Tinham sido elas ou só minha imaginação? Por que aquele olhar cúmplice da minha irmã com as amigas? Será que elas realmente tinham ido num spa?
Minha cabeça fervia de perguntas, mas não era hora de soltar acusações sem noção, ainda mais porque, pra acusar, eu teria que admitir que estava na área. Além disso, não queria ferrar minha irmã no meio do aniversário dela.
— E você? — Clara me olhava ansiosa. — Você disse que tinha um presente surpresa pra mim, então mais te vale que seja bom. — Ela completou, me ameaçando de brincadeira.
— Sei lá, você me diz. — Retruquei sorrindo, entregando um envelope.
Minha irmã abriu com a ansiedade típica de uma criança de cinco anos no Natal e tirou o que tinha dentro. Ficou encarando os objetos na mão como se fossem o tesouro mais importante da história da humanidade. De certa forma, pelo menos pra ela, com certeza eram. Os olhos dela começaram a encher de lágrimas de emoção, mas ela ainda não tinha dito uma palavra.
— Porra, mané! O que foi? — Jessica se aproximou preocupada, com Betty no pé. — O que ele te deu?
As amigas viram o que ela segurava e, depois de alguns segundos de incredulidade, soltaram um grito tão agudo que não me surpreenderia se todos os cachorros da rua tivessem começado a latir.
— Tá me zoando! — Betty ainda não conseguia controlar o volume da voz. Também brotaram lágrimas dos olhos dela e dos de Jessica. — Fala que são de verdade! Mais te vale que sejam de verdade porque te mato se forem falsas! — Ela completou, me encarando enquanto tentava segurar a emoção, sem sucesso.
Eu comecei a rir enquanto concordava com a cabeça. cabeça. Até imaginei que iam gostar do presente, mas não pensei que fossem reagir de um jeito tão louco.
- O que que elas têm? – Meu pai me perguntou, me olhando sem entender nada.
- Ele comprou os ingressos pro show! – Minha irmã respondeu quase gritando de tanta emoção. ELE COMPROU OS INGRESSOS PRO SHOW DE REENCONTRO! – Ela gritou, mostrando os ingressos pros meus pais.
As três tinham sido, na adolescência, extremamente fãs dos Backstreet Boys, a ponto de eu lembrar claramente como minha irmã tinha coberto cada canto do quarto dela com pôsteres, recortes de revistas, figurinhas, desenhos e qualquer outra coisa que tivesse a imagem de algum dos integrantes.
A gente até tinha tido aquelas discussões óbvias com minha irmã porque ela vivia colocando o som dela com as músicas da banda, o que enchia muito o saco da minha versão adolescente, e eu vivia aparecendo no quarto dela pra gritar que parasse com "essa música de merda".
Infelizmente pra ela, durante a época de maior fama da banda, nossa família não tava passando pelo melhor momento financeiro, então a grande dívida dela e das amigas era poder ir a um show deles.
Quando anunciaram que a banda faria uma turnê mundial de reencontro e viria pra Argentina, como nenhuma das três tinha condições de comprar os ingressos, não tiveram outra escolha a não ser se conformar que continuariam condenadas a nunca vê-los ao vivo.
Daquela época já tinham passado uns meses, e eu tinha comprado os ingressos adiantado, preparando a surpresa pro aniversário da minha irmãzinha, que caía dias antes do show.
Tanto minha irmã quanto as amigas vieram me abraçar e me encher de beijos de agradecimento. Alguns deles foram dados perigosamente perto dos meus lábios, mas por sorte (ou azar) não passaram do limite com os beijos.
Claro que eu tinha adorado pra caralho estar rodeado por aquelas três gostosas e Sentir os lábios dela no meu rosto e os peitos dela pressionando meu corpo. Talvez eu devesse comprar mais ingressos pros shows favoritos delas, se com isso eu conseguia mais momentos assim.
- Mano... E ainda são nas primeiras filas. – Comentou minha irmã, enxugando as lágrimas e examinando os ingressos com cuidado. - Custaram os olhos da cara! Como você fez pra pagar? – Ela perguntou, curiosa.
- Consegui umas semanas atrás. A irmã de um colega de trabalho tinha eles, mas não sei por que, teve que revender, e tava me passando quase pela metade do preço porque parecia que precisava da grana urgente, então aproveitei a chance. – Menti com convicção. Com o suposto salário que eu ganhava, teria sido impossível comprar uns ingressos tão caros, então já tinha a história pronta caso surgisse essa pergunta.
- Não sei como vamos fazer pra te pagar esse favor! – Disse Betty, ainda chorando junto com a Jessica, que balançava a cabeça em silêncio. - Não acredito! – Exclamou, olhando pros ingressos como se pudessem sumir no ar se ela tirasse os olhos por mais de um segundo.
- A gente vê depois, com certeza vocês vão dar um jeito de me recompensar. – Comentei com um sorriso. Eu tentava evitar que minha cabeça imaginasse demais as possíveis formas como minha irmã e as amigas poderiam me pagar, mas de vez em quando alguma imagem fugaz dos quatro tendo uma puta festa sexual passava pela minha mente. Definitivamente não era algo que eu pudesse falar em voz alta.
- A gente vai achar alguma coisa, fica tranquilo que isso não vai ficar assim! – Respondeu Jessica, que já tinha parado de chorar e olhava pros ingressos com a mesma intensidade que minha irmã e as amigas.
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Finalmente chegou o dia do show e, como eu não tinha nenhum plantão naquele dia, me ofereci pra levar elas até o estádio e ficar por perto até o show acabar pra elas voltarem comigo. Elas iam me pagar a gasolina, mas mesmo assim saía muito mais barato do que pagar um táxi, além de que Voltariam mais rápido comigo.
E já que estava lá, aproveitava pra passar mais um tempo com a Betty e a Jessica. Não ia perder a chance de deixar elas ainda mais em dívida comigo. Ainda não tinha nenhum plano em mente, mas não me custava nada continuar acumulando pontos positivos, caso um dia surgisse uma boa oportunidade de rolar algo com elas.
A viagem de ida foi tranquila, e deixei elas a umas quadras do estádio pra poder achar um lugar pra estacionar sem ser roubado pelos preços. Quando desceram, pude curtir por alguns segundos a visão das bundas delas enfiadas em jeans apertados, enquanto caminhavam pro estádio. Como elas eram gostosas de costas!
As horas passaram e foi chegando perto do horário que elas tinham me falado que o show podia acabar. Liguei pra minha irmã pra confirmar onde ela tava, mas ninguém atendeu. Achei que o show ainda não tinha terminado, então esperei mais uns minutos. Liguei de novo, mas ninguém atendeu. Finalmente, na terceira tentativa, alguém respondeu.
— Alô? Pedro? — Era a voz da minha mãe.
— Mãe? O que cê tá fazendo no estádio? — Dizer que eu tava confuso era pouco. Não fazia sentido minha mãe ter acabado de atender o telefone da minha irmã.
— Que estádio? Tamo em casa, aqui. Sua irmã deixou esse telefone porque a bateria tinha acabado e ela levou o do trabalho. Ela não te avisou? — Ela perguntou uns segundos depois, ligando os pontos.
— Não! Claro que não! — Queria matar minha irmã. Como é que eu ia falar com ela agora? — Nem sabia que ela tinha um telefone do trabalho!
— Essa menina… Tá com a cabeça em qualquer lugar esses dias desde que você deu os ingressos pra ela! — Reclamou minha mãe. — Cê tem caneta aí? Vou passar o número.
Anotei o número num papel que tinha por acaso no carro e, depois de desligar, salvei no celular. Na hora liguei pra minha irmã, que atendeu na mesma hora. Não deixei ela falar nada, já fui logo soltando minha raiva.
—Mas tu é burra ou o quê? Como é que não me avisa que tinha pegado outro celular? —falei quase aos gritos.
—Tá bom, foi mal! A gente tá indo pro lado da avenida, te esperamos na esquina do monumento. —respondeu, ignorando minhas reclamações. —Anda logo que já é tarde. —completou, e desligou.
Só o que faltava! Além de esquecer de me contar que levou outro celular, ainda tem a cara de pau de me apressar! Putasso, abri o WhatsApp pra mandar uma mensagem xingando ela, quando vi a foto de perfil do celular da empresa.
Era uma paisagem de praia. Uma paisagem de praia que eu conhecia muito bem. Era a mesma paisagem que eu tinha visto várias vezes nos últimos dois ou três meses.
O celular caiu da minha mão, mas nem liguei. Meu cérebro parecia ter desligado de vez, como se nunca mais fosse funcionar.
Finalmente tinha descoberto a identidade das minhas três clientes favoritas, que me deram tanto prazer nos últimos anos e me proporcionaram os melhores orgasmos da minha vida. Elas se chamavam Jéssica, Bete e Clara.
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Até aqui a quinta parte. Na sexta, vamos conhecer a reação do Pedro a essa notícia.
Espero que tenham curtido a leitura. Pontos e comentários são sempre bem-vindos.
Nos vemos na próxima.
Para quem está chegando agora nessa história, recomendo que entre no meu perfil e leia todos os capítulos anteriores.
Para quem já vinha acompanhando antes, espero que curtam a quinta parte do relato:
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Capítulo 5
Fiquei olhando pra minha irmã com o cérebro em ponto morto. Ela estava ali, me encarando, ou melhor, encarando minha pica que ainda continuava dura, apontando pro teto igual um míssil prestes a decolar. Deve ter passado um segundo, que pareceu uma eternidade, até um de nós conseguir reagir. Será que eu tinha acabado de ver a língua da minha irmã se lambendo ao me ver com o pau na mão?
Não, tava delirando. Só podia ser delírio. Com certeza foi uma ilusão de ótica ou alguma sacanagem da minha mente, depois de ter fantasiado segundos antes com a ideia da minha irmã engolindo meu leite.
Também não foi como se eu tivesse tido muito tempo pra analisar, porque na hora a voz da Clara explodiu, com a cara vermelha de vergonha.
– Que porra você tá fazendo com isso? – Ela tinha desviado os olhos do meu pau, e agora tava me encarando, puta.
Fiquei tentado a continuar nu da cintura pra baixo pra ver como ela reagia, mas esse surto de loucura só durou um instante. Caí na real e, o mais rápido que pude, levantei a calça de novo.
– Baixa a voz, sua idiota! – Gritei, tentando não falar muito alto. – Não sabe bater antes de entrar? – Me apressei a fechar a porta do meu quarto de novo, pra evitar que meus velhos vissem a cena se subissem na hora.
– Você tava se masturbando? – Ela perguntou num tom de incredulidade.
– Não, tava jogando Star Wars… – Não consegui segurar meu sarcasmo apesar da situação. – Não viu meu sabre de luz?
– Que Seu idiota!" - A raiva parecia estar ganhando terreno.
"Que porra você tem que ficar entrando assim no meu quarto? Pelo menos eu entrei no seu quando você não tinha fechado a porta!" - Me antecipei antes que ela pudesse me acusar com isso.
"Eu queria te perguntar uma coisa!" - Tentou se defender, mas era óbvio que não tinha como se fazer de vítima. Se ela tinha entrado de uma vez no meu quarto, não era minha culpa se me encontrava assim.
"Ah, é? Beleza, o que você quer?" - Perguntei sorrindo, me sentindo vitorioso naquela situação.
"Deus, não sei..." - Abriu a boca, mas parecia que não sabia o que dizer. "Agora esqueci!" - Estava muito nervosa e eu não parava de saborear aquele momento. "A puta que te pariu, você e essa coisa!" - Ficou vermelha de vergonha de novo. Ver ela daquele jeito era algo a que eu não estava acostumado, mas não pude evitar pensar em como ela estava gostosa.
"Tá me zoando?" - Tentava não rir dela, mas não conseguia evitar, era divertido demais.
"E o que você quer que eu faça se te encontro engatilhando esse baita pau?" - Olhou pra minha virilha de novo. Agora eu estava vestido, mas parecia que ela estava me escaneando com raio-X, tentando ver o que estava escondido.
"Bom, se você não sabe o que tem que me perguntar, melhor vazar até lembrar." - Falei, abrindo a porta do meu quarto e colocando a mão no ombro dela pra reforçar o recado.
Não dei tempo pra ela responder, já tinha expulsado ela do meu quarto e fechado a porta de novo.
Queria ter a chave pra evitar que alguém entrasse de novo, mas não fazia ideia de onde podia ter ficado. Não tava afim de fazer nada estranho, mas precisava de um momento de paz sem ter que ficar de olho na porta pra ver se meus velhos apareciam ou minha irmã entrava de novo. Voltei a me jogar na cama com a cabeça a mil.
Será que a Clara tinha mesmo se lambuzado vendo meu pau duro? Só podia ter sido imaginação minha. Não tinha chance dela me querer. Vontade… ou será que não? Não, era ridículo. Tinha que me acalmar ou ia fazer uma cagada tão grande que minha irmã nunca ia me perdoar, mesmo que eu me arrancasse a pele pelo resto da vida.
Quando cheguei no apartamento, meu segundo celular avisou que tinha uma mensagem nova das minhas três obsessões. Largando tudo que estava no chão, fiquei desesperado pra destravar a tela e abrir o WhatsApp.
Era uma foto só, mas dessa vez não dava pra ver nenhuma parte do corpo delas. A única coisa na imagem era um vibrador apoiado em cima de uns lençóis brancos, o que parecia ser uma cama — ou pelo menos era o que eu achava, porque não tinha como adivinhar. Ele tava brilhando, como se estivesse molhado. Se era saliva ou outro tipo de líquido, não dava pra ter certeza.
Também não dava pra ver nenhum objeto por perto, então não tinha nada de referência pra eu saber o tamanho daquele brinquedo, embora parecesse ser grande. Só tinha uma palavra acompanhando a mensagem:Praticando.Uma única palavra, além dos três corações assinando a mensagem, como já estavam me acostumando.
Minha cabeça começou a imaginar todo tipo de coisa quando li aquela palavra. Será que estavam falando do que eu tava pensando? O vibrador tava molhado… Que parte dos corpos delas ele tinha visitado? Não consegui evitar sentir inveja daquele vibrador. Foi aí que uma gargalhada escapou da minha boca.
Sentir inveja de um brinquedo sexual! Era o cúmulo! Continuei rindo por mais alguns segundos quando outro pensamento surgiu: no fim das contas, meu trabalho não era tão diferente assim. Basicamente, eu cumpria a função de um brinquedo sexual, só que nesse caso eu era de carne e osso. Bom, eu seria um brinquedo sexual, mas pelo menos me pagavam bem pra isso.
Com esse pensamento na cabeça, terminei de guardar todas as minhas coisas pra depois comer algo e ir descansar. A tentação de me masturbar mais uma vez era grande, mas preferi me segurar. Na quarta-feira, me esperava uma nova sessão com minhas clientes favoritas e eu queria chegar o mais carregado possível.
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Eu tinha acordado muito ansioso naquela quarta-feira, de tanto que vinha antecipando o que ia rolar horas depois. A vez anterior tinha sido muito prazerosa, e eu tinha certeza de que dessa vez não seria diferente.
Saí do meu apartamento um pouco antes do habitual pra ir a uma cafeteria que ficava perto do local, onde serviam um café bom que sempre me ajudava a ficar mais preparado pro dia de trabalho.
Tava sentado perto da janela quando três figuras que iam pela calçada do outro lado chamaram minha atenção. Eram mulheres jovens, vestidas com roupas de escritório. As duas mais altas eram morenas, e estavam vestidas de forma parecida, com saias azul-marinho que chegavam acima dos joelhos e camisas de cor clara (amarelo e branco, respectivamente) meio soltas. Apesar de estar um pouco longe, dava pra ver que uma das garotas tinha um belo par de peitos.
A terceira figura era mais baixa que as outras duas, com uma calça social preta que apertava um pouco mais na altura da bunda, que mesmo àquela distância dava pra ver que era bem gostosa. Uma cascata de cabelo ruivo cobria parte das costas do paletó também preto.
A menos que eu estivesse muito enganado, aquelas figuras eram Clara, Jessica e Betty.
Que porra elas estavam fazendo por ali? Nunca tinha visto elas por perto. Não era impossível, já que naquela área sempre passava muita gente a toda hora durante o dia, mas mesmo assim chamava a atenção. Talvez elas já tivessem ido ali várias vezes e só agora eu as reconhecia. Já tinha acontecido outras vezes de algum conhecido me dizer que dias antes tinha me visto na rua e eu nem ter percebido. Eu era meio desligado às vezes.
Além disso, assim como eu tinha ido tomar um café, na mesma quadra e várias ao redor tinha um monte de restaurantes e cafeterias, o que explicaria por que eu as via por ali.
Elas já tinham virado a esquina quando acabei me convencendo de que nem podia afirmar com certeza que realmente eram elas. Só tinha visto de costas por uns trinta segundos. Podia ser qualquer outro trio de mulheres, não necessariamente minha irmã e as amigas dela.
De qualquer forma, fiquei feliz por não ter cruzado com elas na rua. Até podia inventar alguma desculpa para estar naquela área, mas, diferente delas, eu não estava vestido com roupa de trabalho de escritório. Nem mochila ou bolsa tinha pra mentir, dizendo que estava levando documentos pra algum cliente.
Tentando limpar a mente de preocupações bestas, terminei o café, paguei a conta e fui pro meu trampo.
Andei umas duas quadras na direção oposta à que as três minhas tinham ido e parei na frente de uma porta no meio da quadra. Toquei a campainha e olhei pra câmera de segurança pra que o porteiro me reconhecesse. Ele abriu e Atravessei o corredor que levava à entrada dos funcionários do point da Erica.
Minha chefa tinha tudo muito bem planejado. A porta por onde eu tinha entrado ficava do lado oposto da rua por onde as clientes entravam, então não tinha chance de cruzarem com a gente. Assim, mesmo se encontrássemos alguma delas na rua, não teríamos como saber, já que nunca tínhamos trocado nem um olhar.
Entrei no meu lado da sala e me deparei de novo com os mesmos objetos de sempre. Uma expressão de surpresa se desenhou no meu rosto. Quase certeza que tava pronto pra foto, mas não tinha ninguém ali pra me clicar no momento certo.
Não eram os mesmos objetos de sempre. Um deles tinha mudado. Em vez do cartão amarelo de sempre, o que estava em cima da mesa era dourado.
Não podia acreditar. O céu tinha ouvido minhas preces e me abençoado com um presente que ocupava minhas fantasias há tempos.
Meu coração batia no peito como se quisesse sair e cruzar pro outro lado do painel por conta própria. Mas eu precisava me acalmar, senão o nervosismo faria tudo acabar antes de começar, e eu já tinha planejado esticar aquele turno ao máximo. Tava ansioso pra sair pra trabalhar, mas elas ainda não tinham chegado.
Olhei a hora na tela do celular e percebi que ainda não eram meio-dia. Faltavam cinco minutos, e passei eles com os olhos grudados no relógio, como se assim pudesse acelerar o tempo na base da força de vontade.
Bem quando vi marcar meio-dia, ouvi o som da porta se abrindo do outro lado do painel. Finalmente tinham chegado.
Tinha um nó no estômago, o nervosismo tava me matando. Tanto tempo desejando que isso acontecesse e agora que tava na situação, tinha medo de cagar tudo e algo dar errado, de não conseguir render como planejei. As dúvidas invadiam minha cabeça e eu lutava pra espantá-las enquanto me me preparava pra começar o turno.
Pra piorar, parecia que o nervosismo tava me pregando uma peça. Não conseguia terminar de ficar duro! Olhei pra baixo com raiva, quase me xingando pelo péssimo senso de oportunidade que minha pika parecia ter. Meu coração tava bombando mais sangue do que nunca, mas parecia que tinham feito um piquete bem antes de chegar no meu pau.
—Não pode ser que isso tá acontecendo comigo agora… — murmurei baixinho, quase me deixando levar pelo desespero.
Uns sussurros leves do outro lado me mostraram que eu não era o único que se sentia assim. Meio consolado por essa ideia, respirei fundo e relaxei. Precisava pensar em algo que me excitasse, e a imagem da minha irmã se lambendo enquanto fixava os olhos no meu pau apareceu na minha mente. Não podia ser tão doente de pensar nisso pra ficar duro! Me odiando, suspirei aliviado ao sentir que minha ideia tinha funcionado.
Um minuto depois, já tinha conseguido começar como de costume, e enfiei meu membro naquele buraco por onde já tinha passado tantas vezes, esperando passar por uns buracos que morria de vontade de conhecer pela primeira vez.
As coisas começaram como de sempre, com as minas demorando pra me saborear, embora de vez em quando eu percebesse um leve tremor tomando conta delas, como se a ansiedade fosse demais e elas tivessem dificuldade de se controlar. Eu entendia o que causava aquele tremor, porque sentia a mesma coisa.
As expectativas eram altas, todo mundo naquele quadrado pequeno separado por um painel sabia pra que tava ali, mas a gente lutava contra a tentação… Pelo menos elas lutavam, eu não tinha outra escolha.
Seria outra história se a porra do painel não existisse. Provavelmente já taria desesperado pra meter nelas, mas tinha que admitir que demorar pra saborear a ansiedade tinha seu lado excitante.
Mais uma vez, rolou aquela competiçãozinha pra ver quem conseguia Enfiar mais centímetros do meu pau na boca dela e por mais tempo. Desde o começo já percebi que, diferente de outras vezes, dessa vez parecia que ia ser uma luta até a morte.
A primeira já tinha deixado a barra bem alta, porque conseguiu aguentar quase um minuto com dois terços do meu pau na garganta dela. Tive que lutar com todas as forças contra a vontade de gozar naquele momento. Não parecia que eu ia durar muito se esse era o jeito que elas pensavam em aquecer os motores.
Quando chegou a vez da segunda, eu já estava num ponto que via estrelas. Depois de lutar por uns segundos que duraram séculos pra mim, ela chegou quase a encostar o rosto no painel de tão fundo que conseguiu enfiar. Ouvi uns sons de surpresa das outras duas garotas, o que só aumentou ainda mais minha excitação.
O tesão da situação pedia pra eu descarregar tudo naquele exato instante, mas forcei minha cabeça a pensar em qualquer coisa pra não obedecer a esse chamado. De futebol a política e tudo que tinha no meio, tentei com todas as minhas forças me segurar.
Uns tosses e gemidos entrecortados, vindo do outro lado da parede fina que nos separava, foram a trilha sonora que enchia minha cabeça enquanto a terceira delas tentava ganhar a competição. Infelizmente pra ela, não foi o caso, embora tivesse conseguido chegar num ponto parecido com o da primeira garota.
Não entendia de onde vinha essa luta até a morte, mas meu pau deu umas sacudidas, tentando mostrar que aplaudia as performances delas.
Por uns instantes não aconteceu nada. Só conseguia ouvir a respiração pesada de uma delas, quase certeza que era a que acabara de ter meu pau na garganta, e uns sons de zíper e algo batendo no chão, mas fazendo só um barulho leve, só isso. Eu continuava esperando, enquanto por dentro agradecia aquela pausa. respiro pra poder baixar um pouco a sensação de estar à beira do orgasmo.
Como da última vez, agora sentia um calor diferente na cabeça do pau, quando ele encostou na parte de fora da buceta de uma das minhas clientes favoritas. Mas dessa vez ninguém ia ficar satisfeito com um contato tão limitado.
Que delícia que tava! Desde o primeiro momento, parecia que aquela buceta queria me chupar até me deixar seco. O barulho dos gemidos me alcançou enquanto aquela caverna tão quente e molhada me apertava pra eu avançar cada vez mais pra dentro.
Já tava na metade quando ela se mexeu de novo pra frente até voltar pra ponta. Não queria abandonar aquele lugar que me fazia tão bem, mas, como sempre que algo rolava com elas, eu não ditava as regras do jogo.
Pela segunda vez, senti o corpo dela se aproximar de mim, e dessa vez consegui enfiar mais fundo. Ela ficou parada por uns segundos enquanto eu curtia aquele calor que ameaçava me derreter. Eu tentava não me mexer, pra que aquela mina que eu não conhecia quase nada pudesse se acostumar antes de começar a ação.
Se pelo menos eu pudesse usar minhas mãos! Já tinha agarrado ela pela cintura pra comandar os movimentos e aumentar a intensidade, mas não dava, tudo por causa daqueles malditos centímetros que nos separavam.
Agora sim, devagar mas seguro, ela tinha começado a se mover pra trás e pra frente. Parecia decidida a aproveitar cada centímetro de pau que avançava dentro dela, sem acelerar em nenhum momento.
Mas eu não ia ficar ali parado que nem uma estátua. Enquanto ela se movia pra fora mais uma vez, eu puxei meu pau um pouco, forçando ela a se mexer de novo em minha direção. Assim fui atraindo ela pro meu lado, aos poucos, até que praticamente tava com a raba colada na parede. Foi aí que comecei a meter de uma vez pra frente.
Possivelmente aquela mina soltou um berro que dava pra ouvir do outro lado. ponta da cidade, mas dava pra ver que ela tinha coberto a boca com as mãos, porque o barulho que saiu foi bem mais baixo.
Mesmo assim, na mesma hora ela encostou a raba de novo na parede, me convidando pra eu tomar as rédeas da situação.
Demorei uns segundos pra entender como o corpo dela ficava colado sem ir pra frente, mas agora quase dava pra ver claramente como as amigas dela seguravam ela naquela posição pra poder receber meu pau inteirinho.
Sentia os fluidos que ela soltava escorrendo pelo meu tronco, mas isso só serviu pra eu aumentar o ritmo até onde dava. Os gemidos que aquela cliente desconhecida soltava enchiam o quarto, mesmo sendo óbvio que alguém (não sabia se era ela mesma ou uma das amigas) fazia o possível pra abafar com a mão.
Um tremor passou pelo meu corpo, mas não fui eu que comecei — veio do corpo do outro lado. Senti ela se soltar de repente, enquanto um jorro de líquido quente conseguia escapar pelo buraco, mesmo comigo bem colado.
Minha imaginação só conseguiu interpretar aquilo como ela tendo gozado de um jeito espetacular, e não deu pra evitar um sorriso ao ver na minha mente o corpo dela no chão tremendo, de tão forte que devia ter sido o orgasmo. Ouvi uns gemidos altos, com uma risadinha no meio, quase confirmando o que eu suspeitava.
Uma a menos, faltavam duas.
Filhas da puta! Agora dava pra sentir como as outras duas amigas saboreavam meu pau ainda coberto pelos fluidos daquela que tava se recuperando do orgasmo. Que gulosas que eram! Adorava aquele nível de perversão.
Depois de deixarem ele bem limpinho, foi a vez da próxima desconhecida. Igual à primeira, ela demorou pra se acostumar com meu membro, embora parecesse que o orgasmo forte da amiga tinha deixado ela excitada e ela não hesitava tanto na hora de se deixar penetrar.
Em pouco mais de um minuto já tínhamos começado a aumentar o ritmo consideravelmente. Aquela garota tinha um pouco mais de resistência, mas dava pra ouvir seus gemidos abafados mesmo assim.
Poucos segundos depois, no entanto, ela me pegou de surpresa ao se afastar completamente da parede, me deixando no ar mais uma vez. Mas não demorei muito pra entender por que ela tinha feito aquilo, quando senti de novo uma boca engolindo meu pau o máximo que podia por alguns segundos.
A primeira garota parecia ter se recuperado, porque agora eram duas se dedicando a me dar prazer oral, se revezando entre si. Será que a safadeza daquelas garotas não tinha limites? Dividido entre o prazer que subia pela minha cabeça e a raiva de não poder ter um encontro com elas sem uma separação no meio, me deixei levar.
De novo, senti como estava entrando em uma das minhas clientes. Supus que a segunda não ia se contentar com menos do que a amiga tinha recebido e, de imediato, entramos num ritmo intenso de penetração.
Outro tremor sacudiu meu pau quando ela finalmente gozou. Não jorrou tanto quanto a amiga, mas senti como meu membro tinha ficado encharcado quando ela se soltou de mim. As duas amigas, nem lerda nem preguiçosa, voltaram a me envolver com suas línguas, mais uma vez decididas a saborear meu pau, temperado com o néctar de uma delas.
Finalmente, chegou a vez da terceira cliente. No primeiro contato com a entrada daquela buraquinha, era como se pudessem nascer bolhas na ponta de tão quente que estava. Mas aquela garota parecia ter planejado brincar um pouco comigo, porque na primeira tentativa de penetrá-la, ela afastou o corpo na hora, e depois deu uma batidinha no tronco do meu pau, como se estivesse me castigando por avançar sem permissão.
Tinha que admitir, aquele pequeno gesto me fez sorrir, eu gostava que ela fosse tão safada comigo. Ela me tinha nas mãos, tanto literal quanto metaforicamente.
Uns segundos depois decidiu largar os jogos pra se dedicar ao que tinha vindo fazer naquele dia. Foi aí que eu realmente consegui entrar nela. Caralho! Como aquela mina era apertada… A gente teve que lutar uma batalha pequena pra minha cabeça passar, mas dava pra ver que a excitação falou mais alto, porque depois que essa luta acabou, ela deixou eu avançar com um pouco mais de facilidade. Depois de uns minutos, consegui entrar por completo, ou pelo menos o quanto a separação no quarto permitia. Na hora, me lamentei pela existência daquela maldita barreira. Nada me faria mais feliz do que poder agarrar a cintura delas pra pegar impulso e enterrar meu pau até sentir as bundinhas batendo nas minhas coxas. Mesmo assim, não podia reclamar de como tava sendo naquele momento. Parecia que tinham guardado o melhor pro final, porque aquela mina sem nome nem rosto tava me dando uma guerra danada, mas com uma buceta que era um inferno. Eu não me animava a aumentar o ritmo, mas umas batidinhas leves na parede me chamaram a atenção. Ela queria que eu metesse mais forte, e eu não via motivo pra não dar o gosto. Quando comecei a meter de verdade, ela conseguiu se sincronizar comigo, acompanhando os movimentos pra ter mais alcance. Como aquela mina era gostosa, dava pra derreter ouro lá dentro… O que eu não daria pra estar numa cama com ela e deixar ela me montar até me deixar mais seco que um deserto! O calor dela, a atitude brincalhona no começo e depois muito mais decidida, o apertado que era, os gemidos… Não tinha nada que não me agradasse, mas eu nem tinha visto a cara dela, o que só servia pra aumentar minha excitação. Finalmente, o volume dos gemidos dela começou a subir e, ao mesmo tempo, ficaram entrecortados. Parecia que a qualquer momento ela ia gozar, e eu não tava muito atrás nesse aspecto. Mas ela me ganhou na mão e soltou um grito de prazer que detonou em meus tímpanos com mais força que a explosão da bomba de Hiroshima. Esse grito se esticou por uns segundos enquanto uma quantidade surpreendente de líquido parecia banhar meu pau à distância.
Ouvi um barulho do outro lado. Parecia que a última garota tinha caído no chão depois de perder o controle das pernas. Dava pra ouvir uns gemidos fortes, misturados com um choro baixinho. Será que ela tava chorando de tão forte que tinha gozado? Eu sorria de satisfação enquanto meu ego subia mais alto que o Monte Everest ao saber que eu tinha sido capaz de uma parada dessas.
Controlei o horário, já tava quase no fim do turno e meu pau já tava no ponto, pronto pra soltar o que eu vinha guardando desde domingo.
Minhas três clientes favoritas se aproximaram pra me masturbar com gosto, e eu não podia estar mais grato por isso. Mordi a língua pra evitar que meus gemidos fossem ouvidos com força, mas inevitavelmente chegaram nos ouvidos delas. Uma boca cobriu minha glande enquanto uma mão percorria o resto do meu pau, me convidando a gozar.
Se elas queriam assim, quem era eu pra negar?
Com um resfôlego forte, deixei sair tudo que tinha acumulado naquela boca que se esforçava pra receber meu esperma tão quente quanto o interior das buracinhas delas. Esses lábios não se soltaram até que, com um último espasmo, eu deixei sair a última gota que ainda tinha guardada.
Em seguida, chegou claramente aos meus ouvidos o som inconfundível de alguém engolindo alguma coisa, o que só podia significar que uma delas tinha ficado com meu leite, sem dividir com as outras.
— Filha da puta… — O sussurro tinha um tom de inveja direcionado àquela egoísta que tinha se encarregado de guardar o tesouro branco só pra ela. Esperava uma briguinha pelo que tinha acabado de rolar, mas parecia que isso já tinha sido combinado antes. Será que a competiçãozinha que elas fizeram no começo do turno tinha como prêmio ficar com o que saísse de mim? Pau? Isso explicaria a intensidade com que decidiram engolir meu pau.
Assim que tudo terminou, ouvi os sons de sempre que indicavam que já estavam guardando as coisas e, nesse caso, se vestindo de novo. Os beijinhos de despedida de sempre não demoraram, dando o fechamento oficial a um turno que eu já sabia que ia ficar marcado a fogo na minha memória.
Quando ouvi a porta fechar depois que saíram do quarto, a adrenalina já estava passando, e comecei a sentir o cansaço tomando conta do meu corpo. Sentei numa cadeira que estava perto e estiquei as pernas enquanto bebia um pouco de água.
Isso com certeza tinha sido muito intenso. Será que ia se repetir um dia? Será que teria outra quarta-feira onde eu ia me deparar com um cartão dourado me esperando com a promessa de uma transa como a que eu tinha acabado de ter hoje?
Cheguei no meu apê ainda com um sorriso de orelha a orelha. Minhas pernas pediam pra descansar, e depois de um jantar leve, me joguei na cama pra dar o gostinho delas depois do que definitivamente tinha sido um dos melhores dias da minha vida.
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O resto da semana passou voando, como se eu ainda estivesse nas nuvens depois do que tinha rolado naquela quarta-feira, e quando me dei conta já era domingo.
Como era de se esperar, Betty e Jessica já estavam na casa dos meus pais, conversando com minha irmã na sala, fazendo um esquenta antes do almoço pra comemorar o aniversário da Clara.
Tanto a Jessica quanto a Betty levantaram na hora com um sorriso de orelha a orelha e me rodearam dos dois lados pra me abraçar. Eu só me deixei ser pego pra aproveitar a chance de colocar minhas mãos nas cinturas delas e sentir os peitos delas esmagando contra meu corpo.
— Oi, meninas! Como vocês estão? — Perguntei com um sorriso.
— Muito bem! E você? — Betty tinha se sentado de novo junto com a Jessica.
— Aqui, Me aproximando da aniversariante pra cumprimentar. –Falei, já na frente da minha irmã. –Feliz aniversário, maninha! –Exclamei, pegando ela pela cintura pra abraçar e levantar até a cabeça dela ficar acima da minha.
Embora ela não estivesse vestida de um jeito que desse pra chamar de provocante, a camiseta justa que ela usava deixava marcados os peitos dela bem na altura do meu rosto. O desejo fugaz de enfiar a cara bem no meio daquele vale passou pela minha cabeça, mas consegui reprimir o impulso bem a tempo.
Por sorte, o almoço foi tranquilo. Não tinha visto as amigas da Clara desde aquela noite no aniversário do Charly, então tava com umas dúvidas do que podia rolar, mas nem a Betty nem a Jessica pareciam agir diferente do tratamento de sempre.
Já tínhamos comido um bolo de aniversário muito gostoso feito pela minha mãe, que deixou todo mundo sem vontade de levantar da mesa por um tempinho, quando chegou a hora de entregar os presentes pra minha irmã.
Primeiro foi a vez dos meus pais, que deram um vale-compras numa loja de roupas famosa que ela era fanática. Quando chegou a vez da Jessica e da Betty, elas não entregaram nada.
–A gente deu adiantado. –Falou a Jessi, provocando risadas nas três amigas.
–É, foi um presente que todas nós pudemos curtir. –Completou a Betty, ainda rindo.
–Que legal! –Exclamou minha mãe. –O que elas te deram? –Perguntou, olhando pra elas com curiosidade.
–Me deram uma sessão de spa no centro. A gente foi pra lá na quarta. –Respondeu minha irmã, naturalmente. Depois trocou um olhar rápido e cúmplice com as amigas, que meus pais não perceberam.
–Por isso que vocês tão tão radiantes! –Falou meu pai, olhando pras três com um sorriso amigável. Elas só sorriram com o elogio.
–Qual vocês foram? O da avenida? –Minha mãe continuava tentando matar a curiosidade.
–Um que fica perto do centro esportivo. –Respondeu a Betty. — Abriu há uns meses, mas tinham falado bem do lugar, então fomos. E, sinceramente, foi maravilhoso. — O sorriso no rosto dela confirmava que realmente tinham se divertido pra caralho.
Algo não batia. Na quarta-feira, eu tinha certeza de que as tinha visto perto do meu trampo. Ou não? Tinham sido elas ou só minha imaginação? Por que aquele olhar cúmplice da minha irmã com as amigas? Será que elas realmente tinham ido num spa?
Minha cabeça fervia de perguntas, mas não era hora de soltar acusações sem noção, ainda mais porque, pra acusar, eu teria que admitir que estava na área. Além disso, não queria ferrar minha irmã no meio do aniversário dela.
— E você? — Clara me olhava ansiosa. — Você disse que tinha um presente surpresa pra mim, então mais te vale que seja bom. — Ela completou, me ameaçando de brincadeira.
— Sei lá, você me diz. — Retruquei sorrindo, entregando um envelope.
Minha irmã abriu com a ansiedade típica de uma criança de cinco anos no Natal e tirou o que tinha dentro. Ficou encarando os objetos na mão como se fossem o tesouro mais importante da história da humanidade. De certa forma, pelo menos pra ela, com certeza eram. Os olhos dela começaram a encher de lágrimas de emoção, mas ela ainda não tinha dito uma palavra.
— Porra, mané! O que foi? — Jessica se aproximou preocupada, com Betty no pé. — O que ele te deu?
As amigas viram o que ela segurava e, depois de alguns segundos de incredulidade, soltaram um grito tão agudo que não me surpreenderia se todos os cachorros da rua tivessem começado a latir.
— Tá me zoando! — Betty ainda não conseguia controlar o volume da voz. Também brotaram lágrimas dos olhos dela e dos de Jessica. — Fala que são de verdade! Mais te vale que sejam de verdade porque te mato se forem falsas! — Ela completou, me encarando enquanto tentava segurar a emoção, sem sucesso.
Eu comecei a rir enquanto concordava com a cabeça. cabeça. Até imaginei que iam gostar do presente, mas não pensei que fossem reagir de um jeito tão louco.
- O que que elas têm? – Meu pai me perguntou, me olhando sem entender nada.
- Ele comprou os ingressos pro show! – Minha irmã respondeu quase gritando de tanta emoção. ELE COMPROU OS INGRESSOS PRO SHOW DE REENCONTRO! – Ela gritou, mostrando os ingressos pros meus pais.
As três tinham sido, na adolescência, extremamente fãs dos Backstreet Boys, a ponto de eu lembrar claramente como minha irmã tinha coberto cada canto do quarto dela com pôsteres, recortes de revistas, figurinhas, desenhos e qualquer outra coisa que tivesse a imagem de algum dos integrantes.
A gente até tinha tido aquelas discussões óbvias com minha irmã porque ela vivia colocando o som dela com as músicas da banda, o que enchia muito o saco da minha versão adolescente, e eu vivia aparecendo no quarto dela pra gritar que parasse com "essa música de merda".
Infelizmente pra ela, durante a época de maior fama da banda, nossa família não tava passando pelo melhor momento financeiro, então a grande dívida dela e das amigas era poder ir a um show deles.
Quando anunciaram que a banda faria uma turnê mundial de reencontro e viria pra Argentina, como nenhuma das três tinha condições de comprar os ingressos, não tiveram outra escolha a não ser se conformar que continuariam condenadas a nunca vê-los ao vivo.
Daquela época já tinham passado uns meses, e eu tinha comprado os ingressos adiantado, preparando a surpresa pro aniversário da minha irmãzinha, que caía dias antes do show.
Tanto minha irmã quanto as amigas vieram me abraçar e me encher de beijos de agradecimento. Alguns deles foram dados perigosamente perto dos meus lábios, mas por sorte (ou azar) não passaram do limite com os beijos.
Claro que eu tinha adorado pra caralho estar rodeado por aquelas três gostosas e Sentir os lábios dela no meu rosto e os peitos dela pressionando meu corpo. Talvez eu devesse comprar mais ingressos pros shows favoritos delas, se com isso eu conseguia mais momentos assim.
- Mano... E ainda são nas primeiras filas. – Comentou minha irmã, enxugando as lágrimas e examinando os ingressos com cuidado. - Custaram os olhos da cara! Como você fez pra pagar? – Ela perguntou, curiosa.
- Consegui umas semanas atrás. A irmã de um colega de trabalho tinha eles, mas não sei por que, teve que revender, e tava me passando quase pela metade do preço porque parecia que precisava da grana urgente, então aproveitei a chance. – Menti com convicção. Com o suposto salário que eu ganhava, teria sido impossível comprar uns ingressos tão caros, então já tinha a história pronta caso surgisse essa pergunta.
- Não sei como vamos fazer pra te pagar esse favor! – Disse Betty, ainda chorando junto com a Jessica, que balançava a cabeça em silêncio. - Não acredito! – Exclamou, olhando pros ingressos como se pudessem sumir no ar se ela tirasse os olhos por mais de um segundo.
- A gente vê depois, com certeza vocês vão dar um jeito de me recompensar. – Comentei com um sorriso. Eu tentava evitar que minha cabeça imaginasse demais as possíveis formas como minha irmã e as amigas poderiam me pagar, mas de vez em quando alguma imagem fugaz dos quatro tendo uma puta festa sexual passava pela minha mente. Definitivamente não era algo que eu pudesse falar em voz alta.
- A gente vai achar alguma coisa, fica tranquilo que isso não vai ficar assim! – Respondeu Jessica, que já tinha parado de chorar e olhava pros ingressos com a mesma intensidade que minha irmã e as amigas.
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Finalmente chegou o dia do show e, como eu não tinha nenhum plantão naquele dia, me ofereci pra levar elas até o estádio e ficar por perto até o show acabar pra elas voltarem comigo. Elas iam me pagar a gasolina, mas mesmo assim saía muito mais barato do que pagar um táxi, além de que Voltariam mais rápido comigo.
E já que estava lá, aproveitava pra passar mais um tempo com a Betty e a Jessica. Não ia perder a chance de deixar elas ainda mais em dívida comigo. Ainda não tinha nenhum plano em mente, mas não me custava nada continuar acumulando pontos positivos, caso um dia surgisse uma boa oportunidade de rolar algo com elas.
A viagem de ida foi tranquila, e deixei elas a umas quadras do estádio pra poder achar um lugar pra estacionar sem ser roubado pelos preços. Quando desceram, pude curtir por alguns segundos a visão das bundas delas enfiadas em jeans apertados, enquanto caminhavam pro estádio. Como elas eram gostosas de costas!
As horas passaram e foi chegando perto do horário que elas tinham me falado que o show podia acabar. Liguei pra minha irmã pra confirmar onde ela tava, mas ninguém atendeu. Achei que o show ainda não tinha terminado, então esperei mais uns minutos. Liguei de novo, mas ninguém atendeu. Finalmente, na terceira tentativa, alguém respondeu.
— Alô? Pedro? — Era a voz da minha mãe.
— Mãe? O que cê tá fazendo no estádio? — Dizer que eu tava confuso era pouco. Não fazia sentido minha mãe ter acabado de atender o telefone da minha irmã.
— Que estádio? Tamo em casa, aqui. Sua irmã deixou esse telefone porque a bateria tinha acabado e ela levou o do trabalho. Ela não te avisou? — Ela perguntou uns segundos depois, ligando os pontos.
— Não! Claro que não! — Queria matar minha irmã. Como é que eu ia falar com ela agora? — Nem sabia que ela tinha um telefone do trabalho!
— Essa menina… Tá com a cabeça em qualquer lugar esses dias desde que você deu os ingressos pra ela! — Reclamou minha mãe. — Cê tem caneta aí? Vou passar o número.
Anotei o número num papel que tinha por acaso no carro e, depois de desligar, salvei no celular. Na hora liguei pra minha irmã, que atendeu na mesma hora. Não deixei ela falar nada, já fui logo soltando minha raiva.
—Mas tu é burra ou o quê? Como é que não me avisa que tinha pegado outro celular? —falei quase aos gritos.
—Tá bom, foi mal! A gente tá indo pro lado da avenida, te esperamos na esquina do monumento. —respondeu, ignorando minhas reclamações. —Anda logo que já é tarde. —completou, e desligou.
Só o que faltava! Além de esquecer de me contar que levou outro celular, ainda tem a cara de pau de me apressar! Putasso, abri o WhatsApp pra mandar uma mensagem xingando ela, quando vi a foto de perfil do celular da empresa.
Era uma paisagem de praia. Uma paisagem de praia que eu conhecia muito bem. Era a mesma paisagem que eu tinha visto várias vezes nos últimos dois ou três meses.
O celular caiu da minha mão, mas nem liguei. Meu cérebro parecia ter desligado de vez, como se nunca mais fosse funcionar.
Finalmente tinha descoberto a identidade das minhas três clientes favoritas, que me deram tanto prazer nos últimos anos e me proporcionaram os melhores orgasmos da minha vida. Elas se chamavam Jéssica, Bete e Clara.
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Até aqui a quinta parte. Na sexta, vamos conhecer a reação do Pedro a essa notícia.
Espero que tenham curtido a leitura. Pontos e comentários são sempre bem-vindos.
Nos vemos na próxima.
Comentários em Destaque
32 comentários - Como descobri que minha irmã ama meu pau (Parte V)
Vas muy bien ..
van 10
Me copa mal la historia... y ni qué decir los momentos hot.
Adrenalina, ansiedad y morbo a mil! +10