Outra história que peguei de algum lugar, modifiquei um pouco porque achei muito sem graça.
De novo saindo tarde da faculdade; meus pais vão me matar se eu perder o ônibus, mas o que fazer se o professor, de última hora, resolveu adiantar matéria só porque o desgraçado tinha que sair da cidade pra sei lá o quê. O mais certo é que, como sempre, ia ficar bebendo com os amigos, como se a gente não visse as fotos que ele posta nas redes sociais, maldito cachorro, ele tem carro e não precisa esperar o busão pra chegar em casa. O pior é esse clima, com o vento que tá fazendo e ter que andar por uma rua escura e deserta, Meu Deus! correndo o risco de acontecer alguma coisa comigo, pena que o Charlie não veio pra aula, ele sempre me leva em casa, não custa nada, somos vizinhos.
De tanta pressa que saí, nem percebi que meu TCC caiu. Até que senti alguém vindo, me assustei e tentei ir embora, mas a pessoa me seguia. Eu já quase correndo, assustada, ouço a voz rouca dele:
Mendigo: Com licença, moça, caiu essa pasta com folhas. Não queria fazer nada, mas fica aí, não chega perto de mim se eu te causo nojo.
Eu: Não, não era por isso, tava assustada, tento explicar.
Mendigo: Vou usar suas folhas pra fazer fogo então, se quiser elas, vai ter que me pagar muito bem.
Eu: Notei que o mendigo tava ofendido e triste pela minha reação com ele, e dinheiro eu não tenho, então tentei negociar.
Eu: Tenho dinheiro contado só pro ônibus. Quanto você quer?
Mendigo: 2000 reais.
Eu: Não tenho essa quantia.
Mendigo: Então não devolvo.
Eu: "Podemos fazer outro tipo de troca."
Fica um tempo em silêncio total, considerando minha proposta.
Mendigo: "Que tipo de troca?"
Eu sorrio por dentro, esse já era meu. Olha, pra você me entender, eu não sou uma garota comum e qualquer. Graças à genética da minha família, fui agraciada com uma bunda bem notável, empinadinha, redonda, daquelas que quando as Seus peitos dão vontade de enfiar a cara neles e morder, fora que tenho a cintura bem marcada, principalmente por causa das minhas caderonas, umas pernas carnudas mas de pele fina, uns peitos médios mas empinadinhos, com uns biquinhos pequenos e um ardor vermelho, tipo uma delícia, ou pelo menos é o que sempre me falam na rua.
Eu: "Posso te fazer um favor e você me faz outro..."
Rebolo a bunda e roço na pica dele, deixo meu rabinho empinado e sinto ele endurecendo, não sei por que mas começo a ficar toda molhadinha, faço movimentos lentos e pela calça dele sinto uma pica que começa a me assustar, não cabe em mim, sou meio apertada. O maldito vagabundo solta um gemido e a mão que estava perto da minha boca vai descendo devagar, passando pela minha garganta, vai parar bem em cima dos meus peitos e tenho puta certeza que ele deve sentir meu coração a mil, Deus, só espero que ele pense que é de medo e não pelo tesão de puta que isso tá me dando. A mão dele chega num dos meus peitos, como tô com um suéter leve, tenho certeza que ele sente meu biquinho durinho.
Vagabundo: "É isso que você quer, putinha, é? Quer que eu te coma como a vadia que você parece ser em troca de devolver suas coisas?"
Deus, não pode ser que um mendigo igual ele esteja me deixando igual uma cadela no cio, ainda mais com esse jeito de falar, tô me deixando levar pela vontade de foder, tudo bem que tô há mais de um ano sem uma pica dentro da minha buceta, mas, sério, com um vagabundo? Da minha garganta só sai um gemido quando sinto ele começar a imitar que tá me comendo por trás e sentir a pica enorme dele se enfiando entre minhas nádegas.
Vagabundo: "Vamos fazer o trato, putinha, vou meter em você como a rabuda safada que é, vou te dar pica na boca, no cu e vou gozar dentro da sua buceta, parece justo o trato?"
Do tesão que tô, nem penso direito e falo que sim, mas agora.
Eu: "Sim, me come, mete onde você quiser antoje, enche meu cu do teu leitinho quentinho, porque nunca na minha vida me senti tão puta quanto agora"
Ele começa a massagear meus peitos com uma mão, enquanto a outra desce na frente, até minha buceta, e por cima da roupa começa a me esfregar enquanto os lábios dele se distraem no meu pescoço. Porra, sinto que minhas pernas não vão me aguentar, nunca pensei que isso fosse acontecer, eu, uma menina de família, bem-comportada, nada namoradeira, agora entregue aos desejos de um cachorro sem-teto que até pouco tempo só queria roubar minhas coisas.
Os dedos dele desabotoam o jeans e abaixam o zíper, enfiam a mão e me acariciam por cima da calcinha.
Vagabundo: "Ah, sua puta maldita, mas olha como já tá molhada sua calcinha, viu como um cachorro vira-lata como eu te deixa no cio que nem uma puta? Mmmm, você quer que eu meta, né, mas primeiro, princesinha, você vai me chupar, e quero que seja a melhor mamada de puta que você já deu na sua vida de merda, entendeu?"
Eu: "Sim, sim, vou te chupar, vou te dar a melhor mamada da história das putas, mas me promete que vai meter, dá pra essa puta a ração de carne e osso dela"
Eu me viro e, com a pouca luz que tem, não consigo ver o rosto dele, mas pra falar a verdade, tô pouco me lixando pra cara de puta dele, só quero enfiar esse pedaço de carne na minha boca e sentir como ele tá duro e quentinho por minha causa, então nem penso duas vezes e me ajoelho, desato o nó do cordão que segura a calça imunda dele, abaixo ela com tudo, levada pela fome que tenho de comer o pau dele, e nisso aparece uma tranca enorme, tão grande e grossa que instintivamente eu gemo e tremo só de imaginar ela dentro da minha buceta.
Tiro do bolso minha garrafa d'água, graças a Deus por me fazer uma viciada em água, enxáguo ele e ao mesmo tempo vou masturbando, sinto ele quente, tão grosso, tão comprido, porra, não aguento mais, preciso dele dentro da minha boquinha carnuda.
Mmmmm, porra santa, que coisa mais gostosa, ele tá tão quente, tem um gosto tão... doce, quero engolir ele inteiro; acho que tô mandando muito bem porque escuto ele gemer, chupo ele e ao mesmo tempo masturbo com minha mão, tiro da boca mas sem parar de bater uma pra ele, lambo os ovos dele e enfio na boca como dá, tão inchados, com certeza cheios de porra pra mim. Passo minha língua entre os ovos dele e vou descendo bem naquele lugar entre os ovos e o cu, sinto ele tremer e você não faz ideia do prazer que me domina, me sinto possuída, quero que ele perceba que na vida de puta dele nunca vai achar uma mulher como eu, que nenhuma vagabunda por mais promíscua que seja vai devorar ele igual eu; volto pro pau dele e continuo chupando, devagar, devagar e depois rápido, até o fundo da minha garganta, nunca pensei que coubesse tanto, mas tá de boa, então não vou ter problema em meter na minha buceta.
Ele me puxa pelo cabelo, sinto ele todo doido, me puxa e me levanta me esmagando de novo contra o muro, aproxima a boca da minha e sinto a respiração ofegante dele no meu rosto.
Vagabundo: “Porra, a puta que te pariu, gata, você chupa igual nenhuma outra, quase gozei nessa garganta quente que você tem, mas não, nem pense que com uma mamada só você vai se livrar de mim, agora segue sua bunda, quer que eu te coma pelo cu, puta?”
Eu: “Filho da puta, me dá por onde quiser mas me dá, que não aguento mais, tô escorrendo como nunca.”
Porra, ele me beija e não é um beijo qualquer, um beijo de língua, mordida e tudo; com minhas mãos seguro a cabeça dele e empurro ele mais pra mim, é o beijo mais quente que já recebi.
Vagabundo: “Puta, você foi feita pra mim”
Nisso ele me vira e tô de novo de frente pro muro, abaixa minha calça junto com a calcinha, acaricia minha bunda, dá uns tapinhas e aperta.
Vagabundo: “Ah! Deus é muito bom comigo, mas olha só essa rabuda que vou devorar”
Ele se abaixa atrás de mim e começa a beijar e morder minha bunda, com as mãos abre minhas Tapas e desculpa bem ali, no meu cu, ahh, porra, caralho, nunca na minha vida tinham beijado minha bunda, é tão gostoso que sinto que fico ainda mais molhada. Ele começa a enfiar um dedo, depois dois, depois três dedos enfiados no meu cu e eu não consigo parar de gemer como a puta que estou descobrindo que sou, e não me importo.
Vagabundo: "Puta, você tá pronta pra receber minha pica? Nem preciso perguntar, olha só, cabe três dedos e você continua gemendo."
Ele tira os dedos e sinto a ponta da pica entrando, filho da puta, que delícia do caralho. Ele vai devagar e eu me sinto uma puta de merda, não consigo parar de gemer. Porra, se você soubesse como é bom, estaria igual a mim. De repente, ele enfia tudo de uma vez e eu me sinto tão cheia, ele começa a me foder como um cachorro fode sua cadela, e é assim que me sinto: uma puta desesperada.
Vagabundo: "Puta, vamos te comer pela buceta que acho que não vou aguentar muito mais e quero gozar dentro de você."
Ele tira a pica e, ainda de costas, me faz ajoelhar e enfia na minha buceta. Tô tão molhada que só se ouve o barulho dos nossos sexos se encontrando. Tô com tanto calor que sinto que vou queimar, já não sinto o ar nem o frio, só a pica deliciosa dele entrando e saindo de mim.
Eu: "FILHO DA PUTA! JÁ NÃO AGUENTO MAIS!"
E, porra, gozo como nunca na minha vida. Ele sente, sente minha buceta começar a chupar a pica dele como se fosse mamar, e ele goza dentro de mim. Enfia até o fundo e solta todo o sêmen, sinto quentinho me enchendo. Depois de uns minutos, ele se levanta e diz:
Vagabundo: "Vamos, puta, que seu programa já tá pago, e olha que tá mais que pago."
E vai embora, me deixa nesse beco sujo, escuro, com minha buceta transbordando de sucos e porra misturados, jogada no chão, tão malditamente satisfeita que nem eu mesma acredito, mas pelo menos com meu notebook e minhas coisas.
Consegui salvar minha pesquisa, consegui um orgasmo dos bons. Se perdi alguma coisa, foi só no cachorro coletivo.
De novo saindo tarde da faculdade; meus pais vão me matar se eu perder o ônibus, mas o que fazer se o professor, de última hora, resolveu adiantar matéria só porque o desgraçado tinha que sair da cidade pra sei lá o quê. O mais certo é que, como sempre, ia ficar bebendo com os amigos, como se a gente não visse as fotos que ele posta nas redes sociais, maldito cachorro, ele tem carro e não precisa esperar o busão pra chegar em casa. O pior é esse clima, com o vento que tá fazendo e ter que andar por uma rua escura e deserta, Meu Deus! correndo o risco de acontecer alguma coisa comigo, pena que o Charlie não veio pra aula, ele sempre me leva em casa, não custa nada, somos vizinhos.
De tanta pressa que saí, nem percebi que meu TCC caiu. Até que senti alguém vindo, me assustei e tentei ir embora, mas a pessoa me seguia. Eu já quase correndo, assustada, ouço a voz rouca dele:
Mendigo: Com licença, moça, caiu essa pasta com folhas. Não queria fazer nada, mas fica aí, não chega perto de mim se eu te causo nojo.
Eu: Não, não era por isso, tava assustada, tento explicar.
Mendigo: Vou usar suas folhas pra fazer fogo então, se quiser elas, vai ter que me pagar muito bem.
Eu: Notei que o mendigo tava ofendido e triste pela minha reação com ele, e dinheiro eu não tenho, então tentei negociar.
Eu: Tenho dinheiro contado só pro ônibus. Quanto você quer?
Mendigo: 2000 reais.
Eu: Não tenho essa quantia.
Mendigo: Então não devolvo.
Eu: "Podemos fazer outro tipo de troca."
Fica um tempo em silêncio total, considerando minha proposta.
Mendigo: "Que tipo de troca?"
Eu sorrio por dentro, esse já era meu. Olha, pra você me entender, eu não sou uma garota comum e qualquer. Graças à genética da minha família, fui agraciada com uma bunda bem notável, empinadinha, redonda, daquelas que quando as Seus peitos dão vontade de enfiar a cara neles e morder, fora que tenho a cintura bem marcada, principalmente por causa das minhas caderonas, umas pernas carnudas mas de pele fina, uns peitos médios mas empinadinhos, com uns biquinhos pequenos e um ardor vermelho, tipo uma delícia, ou pelo menos é o que sempre me falam na rua.
Eu: "Posso te fazer um favor e você me faz outro..."
Rebolo a bunda e roço na pica dele, deixo meu rabinho empinado e sinto ele endurecendo, não sei por que mas começo a ficar toda molhadinha, faço movimentos lentos e pela calça dele sinto uma pica que começa a me assustar, não cabe em mim, sou meio apertada. O maldito vagabundo solta um gemido e a mão que estava perto da minha boca vai descendo devagar, passando pela minha garganta, vai parar bem em cima dos meus peitos e tenho puta certeza que ele deve sentir meu coração a mil, Deus, só espero que ele pense que é de medo e não pelo tesão de puta que isso tá me dando. A mão dele chega num dos meus peitos, como tô com um suéter leve, tenho certeza que ele sente meu biquinho durinho.
Vagabundo: "É isso que você quer, putinha, é? Quer que eu te coma como a vadia que você parece ser em troca de devolver suas coisas?"
Deus, não pode ser que um mendigo igual ele esteja me deixando igual uma cadela no cio, ainda mais com esse jeito de falar, tô me deixando levar pela vontade de foder, tudo bem que tô há mais de um ano sem uma pica dentro da minha buceta, mas, sério, com um vagabundo? Da minha garganta só sai um gemido quando sinto ele começar a imitar que tá me comendo por trás e sentir a pica enorme dele se enfiando entre minhas nádegas.
Vagabundo: "Vamos fazer o trato, putinha, vou meter em você como a rabuda safada que é, vou te dar pica na boca, no cu e vou gozar dentro da sua buceta, parece justo o trato?"
Do tesão que tô, nem penso direito e falo que sim, mas agora.
Eu: "Sim, me come, mete onde você quiser antoje, enche meu cu do teu leitinho quentinho, porque nunca na minha vida me senti tão puta quanto agora"
Ele começa a massagear meus peitos com uma mão, enquanto a outra desce na frente, até minha buceta, e por cima da roupa começa a me esfregar enquanto os lábios dele se distraem no meu pescoço. Porra, sinto que minhas pernas não vão me aguentar, nunca pensei que isso fosse acontecer, eu, uma menina de família, bem-comportada, nada namoradeira, agora entregue aos desejos de um cachorro sem-teto que até pouco tempo só queria roubar minhas coisas.
Os dedos dele desabotoam o jeans e abaixam o zíper, enfiam a mão e me acariciam por cima da calcinha.
Vagabundo: "Ah, sua puta maldita, mas olha como já tá molhada sua calcinha, viu como um cachorro vira-lata como eu te deixa no cio que nem uma puta? Mmmm, você quer que eu meta, né, mas primeiro, princesinha, você vai me chupar, e quero que seja a melhor mamada de puta que você já deu na sua vida de merda, entendeu?"
Eu: "Sim, sim, vou te chupar, vou te dar a melhor mamada da história das putas, mas me promete que vai meter, dá pra essa puta a ração de carne e osso dela"
Eu me viro e, com a pouca luz que tem, não consigo ver o rosto dele, mas pra falar a verdade, tô pouco me lixando pra cara de puta dele, só quero enfiar esse pedaço de carne na minha boca e sentir como ele tá duro e quentinho por minha causa, então nem penso duas vezes e me ajoelho, desato o nó do cordão que segura a calça imunda dele, abaixo ela com tudo, levada pela fome que tenho de comer o pau dele, e nisso aparece uma tranca enorme, tão grande e grossa que instintivamente eu gemo e tremo só de imaginar ela dentro da minha buceta.
Tiro do bolso minha garrafa d'água, graças a Deus por me fazer uma viciada em água, enxáguo ele e ao mesmo tempo vou masturbando, sinto ele quente, tão grosso, tão comprido, porra, não aguento mais, preciso dele dentro da minha boquinha carnuda.
Mmmmm, porra santa, que coisa mais gostosa, ele tá tão quente, tem um gosto tão... doce, quero engolir ele inteiro; acho que tô mandando muito bem porque escuto ele gemer, chupo ele e ao mesmo tempo masturbo com minha mão, tiro da boca mas sem parar de bater uma pra ele, lambo os ovos dele e enfio na boca como dá, tão inchados, com certeza cheios de porra pra mim. Passo minha língua entre os ovos dele e vou descendo bem naquele lugar entre os ovos e o cu, sinto ele tremer e você não faz ideia do prazer que me domina, me sinto possuída, quero que ele perceba que na vida de puta dele nunca vai achar uma mulher como eu, que nenhuma vagabunda por mais promíscua que seja vai devorar ele igual eu; volto pro pau dele e continuo chupando, devagar, devagar e depois rápido, até o fundo da minha garganta, nunca pensei que coubesse tanto, mas tá de boa, então não vou ter problema em meter na minha buceta.
Ele me puxa pelo cabelo, sinto ele todo doido, me puxa e me levanta me esmagando de novo contra o muro, aproxima a boca da minha e sinto a respiração ofegante dele no meu rosto.
Vagabundo: “Porra, a puta que te pariu, gata, você chupa igual nenhuma outra, quase gozei nessa garganta quente que você tem, mas não, nem pense que com uma mamada só você vai se livrar de mim, agora segue sua bunda, quer que eu te coma pelo cu, puta?”
Eu: “Filho da puta, me dá por onde quiser mas me dá, que não aguento mais, tô escorrendo como nunca.”
Porra, ele me beija e não é um beijo qualquer, um beijo de língua, mordida e tudo; com minhas mãos seguro a cabeça dele e empurro ele mais pra mim, é o beijo mais quente que já recebi.
Vagabundo: “Puta, você foi feita pra mim”
Nisso ele me vira e tô de novo de frente pro muro, abaixa minha calça junto com a calcinha, acaricia minha bunda, dá uns tapinhas e aperta.
Vagabundo: “Ah! Deus é muito bom comigo, mas olha só essa rabuda que vou devorar”
Ele se abaixa atrás de mim e começa a beijar e morder minha bunda, com as mãos abre minhas Tapas e desculpa bem ali, no meu cu, ahh, porra, caralho, nunca na minha vida tinham beijado minha bunda, é tão gostoso que sinto que fico ainda mais molhada. Ele começa a enfiar um dedo, depois dois, depois três dedos enfiados no meu cu e eu não consigo parar de gemer como a puta que estou descobrindo que sou, e não me importo.
Vagabundo: "Puta, você tá pronta pra receber minha pica? Nem preciso perguntar, olha só, cabe três dedos e você continua gemendo."
Ele tira os dedos e sinto a ponta da pica entrando, filho da puta, que delícia do caralho. Ele vai devagar e eu me sinto uma puta de merda, não consigo parar de gemer. Porra, se você soubesse como é bom, estaria igual a mim. De repente, ele enfia tudo de uma vez e eu me sinto tão cheia, ele começa a me foder como um cachorro fode sua cadela, e é assim que me sinto: uma puta desesperada.
Vagabundo: "Puta, vamos te comer pela buceta que acho que não vou aguentar muito mais e quero gozar dentro de você."
Ele tira a pica e, ainda de costas, me faz ajoelhar e enfia na minha buceta. Tô tão molhada que só se ouve o barulho dos nossos sexos se encontrando. Tô com tanto calor que sinto que vou queimar, já não sinto o ar nem o frio, só a pica deliciosa dele entrando e saindo de mim.
Eu: "FILHO DA PUTA! JÁ NÃO AGUENTO MAIS!"
E, porra, gozo como nunca na minha vida. Ele sente, sente minha buceta começar a chupar a pica dele como se fosse mamar, e ele goza dentro de mim. Enfia até o fundo e solta todo o sêmen, sinto quentinho me enchendo. Depois de uns minutos, ele se levanta e diz:
Vagabundo: "Vamos, puta, que seu programa já tá pago, e olha que tá mais que pago."
E vai embora, me deixa nesse beco sujo, escuro, com minha buceta transbordando de sucos e porra misturados, jogada no chão, tão malditamente satisfeita que nem eu mesma acredito, mas pelo menos com meu notebook e minhas coisas.
Consegui salvar minha pesquisa, consegui um orgasmo dos bons. Se perdi alguma coisa, foi só no cachorro coletivo.
1 comentários - Pesquisei na buceta de um mendigo pra Tese