Férias com os amigos e a gostosa (2)

Desculpa a demora, tive uns problemas técnicos, e por isso demorei um pouco pra escrever essa parte da minha história, mas sem mais delongas, deixo a continuação pra vocês, aproveitem...

O primeiro dia a gente ficou todos na piscina, o Gerardo e eu preparamos a carne enquanto o resto pulava na piscina e jogava água uns nos outros. Eu tentava relaxar, mas o que tinha acontecido ainda me preocupava. Eu olhava pra Jimena no seu biquíni azul marinho, lembrava como algumas horas atrás ela tinha visto eu e a Andrea transando. Claro que minha namorada não sabia de nada, mas eu ficava preocupado com o que tinha rolado. Eu tinha desejado tanto a Jimena naquela hora. Eu tentava dizer com o olhar que a gente precisava conversar, mas ela nem dava bola pra mim, ficava se divertindo na água com a Mishel e a Gina, sem preocupação nenhuma. Ia ter que falar com ela quando a gente estivesse sozinho.

A carne estava quase pronta e as cervejas já tinham quase acabado. Deixei o Gerardo tomando conta da carne enquanto ia até a geladeira pegar mais álcool. Quando abri, me surpreendi que já tava quase acabando também, a gente ia precisar comprar mais depois.

Peguei umas duas porque não queria que acabasse tudo e, quando me virei, a Jimena tava na entrada da cozinha, toda molhada. A aparição repentina dela quase me fez derrubar as cervejas, e ela só deu uma risada.

— Parece que viu um fantasma.
— Não, não… é que… você me assustou.
— Claro — ela disse, olhando pra mim e depois pras cervejas. — Eu já não quero mais, na verdade vim pegar um refri.
— Tá, tá. Claro — respondi, me afastando pra ela abrir a porta.

Ela se inclinou, deixando eu ver suas costas encharcadas e o cabelo molhado. Fiquei olhando pra ela um tempão, pensando em tudo. As costas dela também tinham algumas pintinhas e dava pra ver levemente a marca do biquíni na pele… Não, eu tinha que parar de pensar nisso.

— Tá tudo bem? — ela perguntou, se levantando e abrindo o refri.
— O quê? Tá, tá. É que tô com muita coisa na cabeça.
— É sobre a Andrea? — ela disse, tomando um gole.
— Não, bom, é, algo assim.
—Acho que vocês deveriam terminar.
Seu comentário me deixou petrificado e sem conseguir falar.
—Acredite, sou amiga dela há muito tempo e… bem, às vezes ela fica um pouco doida nos relacionamentos. Ela se apega demais e costuma ser controladora, já chegou a manipular os namorados.
—É, pode crer que sim —na verdade, essa forma de pensar eu já tinha há meses. A atitude da Andrea em várias coisas estava começando a me irritar, ela queria que a gente fizesse tudo junto, quase não gostava que eu saísse com alguém que não fosse ela e era praticamente muito dependente de mim, começando a me fazer mal…
Um segundo.
—Espera, por que você está me dizendo isso? —perguntei surpreso.
Jimena apenas deu de ombros.
—Gosto de você. Sim, talvez a Andrea seja minha amiga, mas às vezes ela também chegou a me incomodar um pouco.
—Não está falando por causa do que aconteceu?
Ela me olhou como se não soubesse do que eu estava falando.
—O quê?
—Aquilo há pouco, quando você… você sabe.
—Sério, não sei do que você está falando.
Ela fechou a porta da geladeira e se virou para ir embora, mas eu a segurei pelo braço para detê-la.
—Você nos viu —disse em um sussurro—. A Andrea e a mim, enquanto estávamos fazendo.
Ela ficou calada por alguns momentos, depois sorriu e respondeu.
—Sério, não sei do que você está falando.
Soltei-a, mais surpreso do que por acreditar nela. Jimena apenas deu outro gole no seu refrigerante e saiu da cozinha. Sem conseguir evitar, olhei para ela: seu biquíni tinha entrado entre as pernas, deixando sua bunda completamente à mostra; com o dedo indicador, ela ajustou a calcinha sem parar de andar. Fiquei parado sem saber o que pensar. Tinha certeza de que não tinha imaginado, sabia que ela tinha nos visto, se masturbado na nossa frente e escapulido antes que a Andrea a descobrisse. Por que ela estava negando? Que tipo de jogo era esse? E será que ela ajustou o biquíni porque sabia que eu estava olhando?
Nesse momento, Alex entrou, perguntando onde estavam os pratos para a carne. Voltando à realidade, ajudei-o a preparar a mesa lá fora.
O resto Durante o dia tentei relaxar, mas foi bem difícil. Ficava pensando no que a Jimena tinha me dito e tentava descobrir algo no olhar dela que me desse alguma pista, mas talvez eu até tinha imaginado aquele flerte quando nos conhecemos. Talvez eu tinha imaginado tudo.

Para a noite, decidimos ir jantar num restaurante e dar uma volta num dos parques da cidade. Tinha bastante movimento, porque tinha montado uma pequena feira regional, daquelas com uns brinquedos pequenos e jogos de habilidade. Foi uma noite bem divertida, mas teve umas exceções. A Andrea me puxava para brinquedos que eu não gostava e reclamou quando eu subi com a Mishel no chapéu mexicano, mesmo ela ficando enjoada fácil e acabando vomitando. Até num jogo de habilidade consegui ganhar dois pelúcios, dei um pra Andrea e outro pra Valeria. Minutos depois, minha namorada me tirou do grupo pra discutir por que eu tinha dado o outro pelúcio pra Valeria, o que acabou com ela me ignorando completamente por quase uma hora e sem querer subir em mais nada.

Quando voltamos, ela foi direto dormir, sem me dar chance de conversar sobre o que tinha acontecido. Até de noite cheguei a ouvir ela chorando.

As coisas melhoraram de manhã, decidi surpreendê-la com um café na cama. Quando cheguei na cozinha, encontrei o Gerardo fazendo exatamente o que eu planejava.

— Bom dia — ele me cumprimentou.

— E aí?

— Ovos? — ele perguntou, levantando a tigela onde estava batendo.

— Não, valeu. Vou fazer um sanduíche pra Andrea e aproveito e faço um pra mim.

— Ahhh, o velho truque do café na cama, ela ficou muito brava ontem à noite, né?

— Nem tem ideia — respondi, procurando os ingredientes pra fazer o sanduíche e notei de novo que nossa comida estava acabando —. E você? O que tá tentando consertar?

— Não, isso é uma recompensa pra Mishel. Ontem à noite a gente transou que nem loucos e nossa, ela... esforçou. —Fizeram de tarde e ainda à noite? Nossa, que fôlego —comentei enquanto colocava o pão na torradeira para dourar um pouco. —Olha, se você tem uma namorada gostosa como a minha, tem que aproveitar. E você e a Andrea? Fazem muito? —Ammmm, pois é, de vez em quando —respondi cruzando os braços e me apoiando no balcão. —Deixa eu te dizer que ela tem um corpo bonito também —disse começando a fritar os ovos—. E é bem gata também. Por alguma razão, tive a impressão de que o Gerardo gostava da minha namorada, mas, inesperadamente, não senti ciúmes. —É, ela é. E a Mishel também, ela é... atraente. —Eu sei —ele disse e piscou para mim—. Ei, temos planos para hoje? —Bom... —falei olhando para a geladeira—. Precisamos ir buscar mais comida, não compramos o suficiente quando viemos para cá. —Posso te propor uma coisa? —ele perguntou, servindo os ovos em um prato e colocando um pouco de sal e pimenta—. Que tal se os outros forem fazer as compras e você, eu, a Mishel e a Andrea ficarmos aqui pra conversar? —Conversar? —É, a Mishel e ela são amigas há anos, mas você e eu mal nos falamos. Se nossas namoradas são amigas, não vejo por que a gente não pode ser. Considerei a proposta dele por alguns momentos. Ele tinha razão, de todos na casa, eu quase não sabia nada nem dele nem da Mishel, também não sabia nada da Jimena, mas isso era porque eu tinha acabado de conhecê-la. A proposta dele me pareceu interessante e aceitei. —Excelente, vou contar pra Mishel agora mesmo —respondeu com um sorriso e levando o café da manhã com ele. Voltei ao meu quarto com o café da manhã da Andrea, o que a deixou de melhor humor do que na noite passada, mas ela ficou um pouco desanimada quando contei sobre a proposta do Gerardo. Senti que ela queria me dizer algo, mas não encontrou as palavras para dizer. Quando os outros acordaram, nos reunimos todos para tomar café, exceto Andrea e Mishel, que, como já haviam tomado café, foram para a sala conversar. Enquanto comia, olhava para minha namorada e A amiga dela parecia estar discutindo sobre algo. Do meu ponto de vista, Andrea tentava convencê-la de alguma coisa, pareceu levar bastante tempo, mas no final ela pareceu aceitar. Não sabia o que era, mas assim que terminaram de conversar, Mishel falou com Gerardo, que fez uma cara de decepção ao conversar com ela. Queria perguntar o que tinha acontecido, mas senti que não era da minha conta.

Perto do meio-dia, falei com Alex, Gina, Valeria e Jimena para explicar como chegar ao supermercado mais próximo, exceto que era um pouco longe. Levamos cerca de meia hora para fazer uma lista de tudo que precisávamos, já que cada um ia acrescentando coisas para tornar nossa viagem mais agradável.

Quando os quatro foram embora, Gerardo, Mishel, Andrea e eu nos sentamos na mesa principal. Os homens de um lado e nossas namoradas na frente da gente. Começamos a conversar e aprendi muitas coisas sobre os dois. Estavam juntos há dois anos e eram o primeiro relacionamento aberto que cada um tinha. Mishel trabalhava numa emissora de TV como secretária e Gerardo era gerente numa agência de publicidade há um tempo. Gerardo gostava de rock clássico e Mishel de reggaeton. E os dois já estavam planejando morar juntos.

— Mas sabem o que mais gosto nela? — perguntou Gerardo. — O quão gostosa ela sempre se veste.

— Agora entendo por que você sempre quer transar com ela — falei brincando.

Andrea não riu, mas Mishel e Gerardo riram. Mas tinha que admitir que Gerardo tinha razão. Naquela ocasião, Mishel usava um suéter fino de lã que estava aberto, mostrando um crop top esportivo da Calvin Klein e um short de tecido bem curto, tudo preto. De novo dava pra ver a borda da tatuagem dela, mas não dava pra distinguir o que era.

— Digo, a Andrea também não fica atrás — comentou Mishel. — Ela também tem seu charme.

— Pára, Mishel, você vai me deixar toda vermelha — respondeu minha namorada, corando um pouco.

— E nossos caras também não são nada mal — continuou Mishel, ignorando a amiga. — Também são bem gostosos.

Gerardo e eu sorrimos, ele me ofereceu o punho e sem querer negar, eu o cumprimentei.
—E eu sei o que meu garoto tem debaixo dessa roupa, mas aposto que o seu também não é nada mal — continuou Mishel.
—Mishel… — disse Andrea um pouco nervosa.
—Tenho uma ideia, que tal jogarmos um jogo?
—Mishel… — disse Andrea segurando seu braço.
—Que tipo de jogo? — perguntei com genuína curiosidade.
Em vez de responder, Mishel se aproximou de Andrea e sussurrou algo em seu ouvido. Ela esperou um pouco antes de responder.
—Tá bom, nesse caso pode ser.
Mishel sorriu e se levantou da cadeira para ir ao seu quarto. Aproveitei para ver o resto de sua roupa; realmente, o short que ela usava era muito curto, nem chegava à metade de suas coxas e estava bem colado à pele, deixando suas pernas completamente à mostra. Para completar, usava meias azul-marinho bem curtas e tênis pretos. Dava a sensação de que ela estava nua.
—Tudo bem, amor? — perguntei a Andrea, pegando sua mão.
—Sim, tudo bem — respondeu ela com um leve sorriso.
Achei que tinha visto algo em seu olhar, mas antes que eu pudesse falar, Mishel voltou com um baralho e sentou-se novamente.
—Todos aqui sabem jogar pôquer, né? — todos assentimos, e ela começou a embaralhar —. Muito bem, então não preciso explicar o jogo. Vamos fazer algumas rodadas, mas que tal darmos um tempero a mais nisso?
—Quer apostar dinheiro? — perguntei.
—Não. Vamos fazer o seguinte — disse ela, distribuindo cinco cartas para cada um —. Quem perder em cada rodada terá que tirar uma peça de roupa; perde o primeiro que ficar pelado. O que acham?
Abri a boca de surpresa, sem saber o que dizer. Gerardo pegou suas cartas e olhou para a namorada.
—Gostei da ideia — ele olhou para nós dois e me deu um tapinha amigável no braço —. Vamos lá, já nos conhecemos, há confiança.
—É que… não sei — disse, olhando para Andrea, mas ela parecia um pouco desconfortável com a situação —. O que você acha, amor?
—Bem… — vi a dúvida em seus olhos por uns momentos, mas depois pegou as cartas na mesa e as observou — Vamos tentar, talvez seja divertido.
Fiquei surpreso que ela aceitasse, mas se ela queria, não via problema nenhum. Então peguei minhas cartas e começamos a jogar.
Jogamos a versão simples do pôquer: cinco cartas na mão, você trocava as que não queria e tentava formar alguma das mãos vencedoras.
A primeira a perder foi Mishel, tanto que ela dizia que queria jogar só pra ser a primeira a perder. Mas dava pra ver que ela tinha experiência nesse jogo, porque tirou primeiro os tênis e jogou longe. Gerardo reclamou, porque esperava que ela perdesse algo mais revelador, mas ela defendeu que as regras do jogo eram assim. Nas três rodadas seguintes, tive bastante sorte, consegui ganhar as três, fazendo com que Andrea e Gerardo perdessem o calçado (em vingança pelo que Mishel tinha feito) e esse último perdeu também a jaqueta que estava usando.
Perdi os sapatos na rodada seguinte e as meias depois, mas compensei ao fazer com que Mishel tirasse o suéter que estava usando e Gerardo tirou o cinto da calça. Depois que Andrea também perdeu as meias, Mishel parou de distribuir as cartas e todos olhamos pra ela.
— O que vocês acham de agora ser o vencedor quem decide o que o perdedor tira?
Todos nos olhamos, sem saber o que pensar. Estávamos num ponto sem volta, porque qualquer coisa que perdêssemos revelaria bastante, mas a adrenalina de ganhar e a expectativa do que estava acontecendo me fizeram aceitar. Gerardo aceitou na hora e Andrea pouco depois, um pouco reservada.
As cartas foram distribuídas e assim que vi minha mão, soube que ia perder. Tentei blefar e fazer os outros desistirem, mas minha artimanha não funcionou e venceram minha mão, sendo Andrea a vencedora.
— Tá bom, então você tem que tirar a camiseta, amor — ela disse, bem orgulhosa de ter ganhado.
Sabendo que não podia escapar dessa, me levantei e tirei a camiseta. Mishel mordeu o lábio e me... sorriu. —Nossa, nossa. Você realmente arrumou um namorado bem gostoso, Andrea —disse e riu.
Achei que minha namorada ficaria brava com ela pelo comentário, mas ela também riu e concordou.
—E olha que eu posso tê-lo assim quando eu quiser.
Sentei no meu lugar surpreso, pois Andrea estava demonstrando uma segurança que só tinha uma razão para aparecer. Talvez eu não fosse o único que a expectativa do jogo tinha deixado alterado.
Próxima rodada. Gerardo nos destruiu com um full, mas quem tinha as piores cartas era Mishel.
—Tudo bem, amor —disse Gerardo tomando um gole da última cerveja que tinha ficado na geladeira—. Fora esse short.
Mishel apenas sorriu e se levantou, mas em vez de só tirá-lo, fez algo que me surpreendeu. Deu as costas para nós e começou a balançar o corpo de um lado para o outro. Fiquei hipnotizado vendo sua bunda se mover lenta e ritmicamente. Ela pegou as bordas do short e foi abaixando aos poucos, revelando sua calcinha preta de renda. Finalmente, o short chegou ao chão e ela chutou com a ponta do pé até o outro lado da sala.
Comecei a sentir calor e um pouco de excitação com a situação em geral. Olhei para Andrea e ela parecia um pouco excitada também. Não sabia o que estava acontecendo, mas estava gostando.
Ganhei a próxima rodada e disse para Gerardo tirar a camiseta para compensar o que tinha feito com a namorada dele. Ele, brincando, tirou a camiseta como se fosse um stripper, dançando sob os aplausos da namorada, e no final jogou a camiseta na cara de Mishel, que a cheirou por um momento e depois a jogou no chão rindo.
Continuamos com o jogo. Mishel ganhou de novo e, infelizmente, Gerardo e Andrea perderam por não terem nem um par para se defender. Por um momento, achei que ela se vingaria da namorada por ter tirado o short, mas minha surpresa foi grande quando ela olhou para Andrea.
—Não se mexe.
Mishel se levantou da cadeira e se posicionou atrás de Andrea, ela... Surpresa, ela colocou os braços para o lado, sem saber o que a amiga faria. Mishel pegou as bordas da camiseta da Andrea e foi levantando aos poucos, deixando a gente ver seu abdômen até revelar seus seios envoltos em um sutiã rosa. Sem ainda tirar a camiseta, Mishel juntou um pouco os peitos da minha namorada para fazê-los parecer maiores, Andrea soltou um suspiro de prazer em resposta. Por minha parte, comecei a sentir calor e a ficar excitado. Mishel apertou mais uma vez seus seios antes de finalmente tirar a camiseta da Andrea.

— Vale, continuamos? — disse, voltando ao seu lugar.

A temperatura no ambiente estava aumentando e eu não sentia frio, apesar de já não estar mais de camiseta.

Na próxima rodada, Gerardo me retribuiu o favor e me fez tirar a calça, me deixando só de cueca. Mishel e Andrea riram assim que viram a leve ereção que eu tinha e, um pouco envergonhado, me sentei o mais rápido que pude. Minha namorada se vingou ao ganhar a próxima rodada e fazer com que Gerardo também perdesse a calça.

— Amor, você também tá igual — comentou Mishel ao ver a ereção do namorado. Ela mordeu a unha do polegar, sorriu e deu uma risadinha.

— É você que me deixa assim — disse ele com um sorriso, sentando de novo.

Tanto Gerardo quanto eu precisávamos melhorar nosso jogo; se fôssemos os últimos novamente nas próximas rodadas, perderíamos o jogo. Para nossa sorte, Andrea perdeu a próxima rodada, perdendo a calça e ficando só de calcinha. Agora já mais à vontade, ela tirou a calça de um jeito bem parecido com o que Mishel tinha feito, o que aumentou ainda mais o calor que eu sentia.

Inesperadamente, e para minha sorte, ganhei a próxima rodada, sendo Mishel a perdedora. Eu parei antes que ela pudesse dizer algo — só restava o crop top e a calcinha para ela tirar, e me parecia um pouco indelicado deixá-la nua na frente do namorado. Olhei para Gerardo e ele só fez um gesto de permissão com a mão.

— Vai lá, amigo — disse com uma sorriso. —Tá bom, ammm, Mishel, tira o crop top.
Ela sorriu de forma malandra, pegou na borda do crop top e levantou. Finalmente pude ver a tatuagem entre os seios dela: tinha alguns lírios na base do contorno e, em cima das flores, a cabeça de um antílope, cujos chifres subiam pelos seios até o início deles. Mas a tatuagem perdeu a importância, porque foram os peitos dela que chamaram minha atenção. Eram médios, mas pareciam bem firmes e definidos, a pele branca dela fazia os mamilos rosados se destacarem e, para minha surpresa, estavam eretos. Mishel pegou os seios com as mãos, massageou e apertou um pouco, depois pegou o crop top de novo e terminou de tirar, jogando junto com o short.
—Mais uma e eu tô fora —comentou com um sorriso.
Eu, por minha parte, não conseguia parar de olhar para os mamilos e os peitos dela, estava ficando excitado como nunca. A situação no geral era bem fora do comum, e ver a Mishel nua trouxe de volta à minha mente a imagem da Jimena pelada.
—Tá certo, gente, essa pode ser a última rodada —comentou com um sorriso, embaralhando as cartas.
Eu estava prestes a comentar que a Andrea ainda tinha o sutiã e a calcinha para jogar, mas algo na minha virilha me distraiu. Olhei para debaixo da mesa e vi o pé da Andrea procurando meu pau, abri a boca para dizer algo, mas quando o pé dela encontrou o que procurava e começou a massagear, só consegui levantar o olhar para minha namorada, que mordia o lábio inferior com luxúria.
Mishel distribuiu as cartas e peguei minha mão, tentando me concentrar o máximo possível, mas a Andrea massageava cada vez mais minha ereção, aumentando minha respiração e dificultando pensar em qualquer coisa. Um gemido baixo soou ao meu lado e, quando virei para ver o Gerardo, consegui ver sua cara de satisfação; ao baixar o olhar, vi o pé da Mishel fazendo a mesma coisa que a Andrea. Não acreditei, elas tinham planejado fazer isso desde o começo?
Os quatro tentamos continuar com o jogo, mas estávamos muito concentrados. Ousei olhar para Mishel, ela tinha um olhar ainda mais luxurioso que o de Andrea.
— Tenho... um par de setes — falei sem pensar. Não tinha trocado cartas, joguei com a primeira mão que me deram, não conseguia me concentrar no que estava fazendo.
— Par de cincos — disse Mishel.
— Par de três — respondeu Gerardo.
Nenhum dos dois trocou cartas também. Pelo visto não era o único.
— Acho que perdi — comentou Andrea, colocando as cartas na mesa viradas para baixo, sem nem mostrar.
Sem que eu dissesse nada, levei minhas mãos ao fecho do sutiã dela e o desabotoei, enquanto ela me olhava com aquela luxúria. O sutiã caiu no chão, revelando seus seios lindos.
— Opa — ela disse, seu pé parou de me massagear e desapareceu debaixo da mesa.
Mishel continuava na dela, mordendo o lábio e olhando para Gerardo, que já estava de olhos fechados se deixando levar.
Uma mão pegou meu pau e olhei para baixo. O rosto de Andrea apareceu entre minhas pernas e ela sorriu para mim.
— Estou tremendo — ela me disse e lambeu o tecido da minha cueca, fazendo eu desejar que fosse meu pau que ela estivesse lambendo —. Foi um bom jogo.
— E como foi — sussurrei sem saber o que mais dizer. Eu também estava tremendo de excitação com o que tinha acontecido.
Ela não disse mais nada, só enfiou a mão na minha cueca, apertou meu pau e começou a me masturbar. Meus gemidos de prazer não demoraram a vir, ousei olhar para Mishel e Gerardo, que continuavam na deles. Senti Andrea afastar minha cueca e puxar meu pau para fora, que ficou feliz por sair daquele aperto enorme. Agora ela usou as duas mãos para me estimular, primeiro devagar e depois mais rápido. Em algumas ocasiões parou por alguns segundos e lambeu a ponta, me deixando com ainda mais vontade.
Finalmente Mishel pareceu não aguentar mais, subiu na mesa e rastejou como uma putinha até o namorado, espalhando as cartas para todo lado. Quando chegou nele, inclinou-se para dar alguns beijos no abdômen dele e depois pegou a roupa dele com os dentes. Lá dentro, Gerardo levantou-se da cadeira. Mishel tirou o pau do namorado e começou a chupá-lo como se estivesse faminta. Vê-la fazendo isso ao vivo, e não apenas imaginando como tinha sido na caminhonete, aumentou ainda mais minha excitação — e aparentemente a de Andrea também, porque ela enfiou meu pau completamente sem aviso. Parecia que o jogo tinha excitado todo mundo, porque senti que era o melhor boquete que Andrea tinha me dado. Cheguei até a pensar que as duas estavam competindo, porque quando Mishel aumentou a velocidade e começou a fazer aquele barulho de chupada molhada, minha namorada se esforçava mais. Talvez estivessem mesmo competindo, ou talvez Andrea estivesse ficando mais excitada ao ouvir Mishel. Seja como for, se continuasse assim, eu ia gozar. Tirei meu pau da boca dela e recuei na cadeira para ela poder sair.

— Vamos pro sofá — falei, dando um beijo nela.

Ela não disse nada e me seguiu. Gerardo parou a namorada, num movimento rápido tirou a calcinha dela, deu algumas palmadas fortes na bunda e depois pegou na mão dela pra levá-la pro jardim. Deitei Andrea sobre o braço do sofá e consegui ver Gerardo fazendo o mesmo com Mishel numa espreguiçadeira que tinha lá fora. Ele tinha a mesma ideia que eu: queria agradecer minha namorada pelo boquete que tinha feito. Abri as pernas de Andrea e comecei a comer sua buceta. Ela estava muito excitada mesmo, porque toda a entrada estava molhada e não demorou pra ela começar a gritar, levada pelo prazer. Momentos depois, os gritos de Mishel começaram a ser ouvidos. Agora me senti numa competição com Gerardo, pra ver quem fazia a namorada gritar mais — o pensamento me fez me esforçar mais. Enfiei meus dedos médio e anelar na Andrea, enquanto minha língua castigava seu clitóris.

— Ahh… assim, assim, não para… que gostoso, meu amor… eu adoro… eu adoro — ela dizia, puxando meu cabelo.

Continuei por mais alguns momentos até sentir os espasmos da Andrea, sinal de que ela estava quase chegando ao orgasmo. Finalmente chegou, e todo seu O corpo se contorceu de prazer. Me levantei e esfregue meu pau na sua buceta, esperando que ela pedisse.
—Por favor, não me faça isso, quero você dentro de mim — ela disse com desejo.
Os gemidos de fora aumentaram, virei para ver Gerardo e Mishel, ela cavalgava o namorado com grande habilidade, a espreguiçadeira debaixo deles se mexia com o movimento dos quadris de Mishel, Gerardo apenas se segurava na cadeira enquanto deixava a namorada dar prazer a ele. Levado pela excitação, entrei em Andrea, peguei uma de suas pernas para ter uma melhor pegada e comecei com um movimento de vai e vem lento para ir aumentando a velocidade pouco a pouco.
—Ahhh…assim…faz de mim sua, amor…você não sabe o quão bom isso está.
Animado por suas palavras, aumentei minha velocidade, queria fazê-la sentir tanto prazer que não conseguisse se levantar. Voltei meu olhar para fora, onde Mishel estava de quatro enquanto Gerardo a comia de cachorrinho. Mishel olhava para nós e seu olhar novamente me lembrou Jimena.
—Me dá com força…me dá tudo…quero sentir até o fundo — disse Mishel.
Seus gritos aumentaram, pois parecia que Gerardo realmente estava metendo com bastante força, eu não queria ficar para trás. Peguei Andrea pela cintura e a penetrei o mais forte que pude, seus gritos de prazer se igualaram aos de Mishel, certamente ver a amiga aproveitar tinha lhe dado mais ânimo.
Senti o orgasmo chegar quase de repente, estava tão concentrado que não tinha percebido o quão perto estava de gozar.
— Eu… eu vou gozar — disse a Andrea sem diminuir a velocidade com que a penetrava, pois queria aproveitar até o último segundo.
— Faz, amor… quero tudo — ela disse apertando os seios.
Mal consegui sair dela para gozar em seu corpo. O orgasmo foi incrível, como nunca tinha sentido antes. Até senti que durou mais do que o habitual.
Andrea ficou ali por alguns momentos, recolhendo o máximo que pude da minha porra do corpo dela e depois usando a mão para pegar o resto do meu pau.
— Isso foi incrível — ela disse com a voz entre cortada. —Sim, com certeza foi —disse com um sorriso. Olhei para fora. Mishel estava deitada de bruços, com um enorme sorriso e tentando recuperar o fôlego, a porra do namorado escorrendo pelas suas costas. Gerardo tinha se recostado na espreguiçadeira, dava pra ver que estava realmente cansado e como culpá-lo, Mishel parecia ser mulher demais para uma pessoa só. —Preciso tomar um banho —comentou Andrea como se nada tivesse acontecido. —É, acho que eu também —ambos estávamos suando e eu nem tinha percebido. —Vou ao banheiro me limpar, já volto. Ela se levantou, me deu um beijo e foi pelo corredor em direção aos quartos dos convidados, já que o banheiro de lá era o mais perto. Por curiosidade, olhei as cartas dela que ainda estavam na mesa, ela teria ganhado de nós sem dúvida nenhuma, tinha uma trinca de damas. Apoiei minha perna no encosto do sofá. Eu tinha ficado cansado, mas puta merda, o sexo tinha sido bom. —Dá pra ver que vocês dois gostaram —disse uma voz atrás de mim. Assustado e por instinto, me virei e cobri meu pau com as mãos. Jimena estava na entrada com algumas sacolas de papel cheias de comida. —Jimena! Qu-qu-quanto tempo você está aí? Ela não respondeu, apenas sorriu. Foi até o lugar onde estavam minhas calças junto com minha cueca e as jogou pra mim. —Me adiantei dos outros porque queria me trocar e fazer um pouco de exercício. Vou voltar pra distraí-los um pouco. Vocês têm uns cinco minutos. Abri a boca pra dizer algo, mas ela apenas piscou pra mim e saiu pela porta. Fiquei ali parado sem saber o que fazer. Quanto ela tinha visto? Era a segunda vez que ela fazia isso, e a segunda vez que me via pelado. Será que eu tinha imaginado de novo aquele olhar de desejo antes dela ir embora? Não, não era hora de pensar nisso, meus amigos estavam prestes a chegar e a gente tinha acabado de transar, precisávamos nos limpar e vestir. Coloquei as calças e fui procurar Mishel e Gerardo, menti que tinha recebido uma mensagem de Alex e os dois pularam da espreguiçadeira para poder se vestir e me ajudar a limpar a bagunça na mesa. Quando nossos amigos chegaram, nós três estávamos sentados na frente da televisão como se tivéssemos passado a tarde toda ali. Andrea saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido e se juntou a Alex, Jimena, Gina e Mishel para jogar com as mesmas cartas que nós havíamos usado; claro, agora sem perder peças de roupa. Gerardo e eu preparamos a comida e senti que nos tornamos mais amigos; afinal, tínhamos visto a namorada do outro pelada e tínhamos transado um ao lado do outro. Ele fez comentários sobre como Andrea era gostosa e eu fiz alguns comentários parecidos sobre Mishel. Continuamos conversando um pouco enquanto meu olhar voltava para Mishel, eu tinha gostado demais de vê-la nua e até uma parte de mim se perguntava se, se eu tivesse pedido a Gerardo para fazer com ela, ela teria deixado. Realmente uma parte de mim desejava Mishel, ela tinha um corpo lindo, era atraente… e dava para ver que sabia transar muito bem. Descartei a ideia imediatamente, eu estava com Andrea e não podia ter esses pensamentos. Meu olhar se voltou para Jimena, ainda não sabia o que pensar sobre ela, mas sentia que ela tinha intenções ocultas. O jogo continuava na mesa, mas ela desviou o olhar por um momento para me encarar, me deu um sorriso cúmplice e depois voltou sua atenção para o jogo.

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