Minha cunhada e eu

Olá, amigos! Pra mim, o amor entre família é a forma de demonstrar um amor sem condições, por isso esse tipo de história é o que eu mais curto. Nessa parte, vou contar o que rolou entre minha cunhada (irmã da minha mulher) e eu. Naquela época, eu tinha uns 30 anos e ela dois a menos, cada um casado com seu parceiro. Eu trabalhava como encanador na época. Meu cunhado tava numa viagem de negócios, e ela teve um vazamento na pia do banheiro dela. Me ligou pra ir consertar, e eu falei que no dia seguinte passaria na casa dela e arrumaria tudo. Posso dizer que minha cunhada era a típica bonequinha que, sem dúvida, você levaria pra cama. Tinha uns 1,70 de altura, com uns peitos que, sem serem enormes, tinham um tamanho bom e uma bunda que combinava com o resto. Só posso dizer que pra mim ela era uma delícia, mas o que mais chamava a atenção nela era aquela carinha de safada que ela mantém até hoje. Chegou o dia em que fui na casa dela, bati na porta e ela veio me receber. Quando abriu a porta, fiquei de boca aberta: ela me recebeu com um roupão de seda daqueles que cobrem o mínimo, mas deixam tudo na imaginação, amarrado na cintura e com um decote bonito. Eu a cumprimentei e ela me levou até onde tava o problema. Comecei a trabalhar. Quando terminei o conserto, chamei ela e, enquanto eu tava deitado embaixo da pia, que era daquelas com armário, pedi pra ela abrir a torneira pra ver se tava tudo certo. Ela chegou, ficou do lado da pia comigo debaixo, entre as pernas dela, e abriu a torneira. Eu fiquei pálido porque, quando ela fez isso, olhei pra cima e o que vi até hoje não esqueci. Lá estava ela, em cima de mim, sem calcinha, mostrando a buceta bem depilada, só com uma linha fina de pelo no púbis. Automaticamente, meu pau ficou duro como pedra. Juro que naquele momento meu corpo pedia pra eu chupar aquela buceta, mas pensar que era minha cunhada me segurou na hora. Quando conferimos que tava tudo certo, ela Eu falei: — Olha, se não se importa, vou tomar um banho, porque fiquei todo sujo. — Tá bom, tem toalhas ali. Quando terminar, me avisa que a gente toma um café. — Combinado (respondi). Minha intenção era tomar um banho frio pra ver se passava o tesão que tava me pegando. Só que, por essas desgraças da vida, bem quando terminei, escorreguei e levei um tombo tão forte que deu pra ouvir na casa toda. Ela, assustada, veio correndo e entrou no banheiro: — O que aconteceu? Você se machucou?Minha cunhada e eu— Caí e, pra ser sincero, tô com uma dor na perna, na altura da virilha. Nisso, consegui me cobrir com uma toalhinha de banheiro que, sinceramente, não tampava quase nada. Assim, ela me pegou pela cintura e fomos pra sala, onde eu me deitei no sofá. Não sei se foi pelo tesão ou pela pancada, mas o fato é que meu pau tava quase no talo e escapava por entre a toalha — ela conseguia ver perfeitamente. — Deixa eu te dar uma massagem com um creme que tenho, vai ver que você melhora. — Fica tranquila, vai passar sozinho, não precisa se incomodar. — Não é incômodo, é o mínimo que posso fazer. Ela trouxe o creme e começou a me massagear. Imagina a cena: eu deitado no sofá, pelado, salvo pela toalhinha que não conseguia esconder a ereção que eu tava; ela de joelhos do meu lado, me massageando. Fechei os olhos por um momento porque queria aproveitar aquele momento ao máximo. Quando sinto algo quente envolvendo meu pau, abro os olhos e vejo minha cunhada com ele na boca: — Mas o que cê tá fazendo? Você é irmã da minha mulher, a gente não devia fazer isso. — Vai ser nosso segredo. Não vou contar nada se você também não contar, a não ser que você não queira. Resumindo: eu queria, eu desejava aquilo. E foi o que eu falei: — Não vou falar nada, mas por quê... — Eu amo meu marido, mas ele não me satisfaz como eu preciso, e você sempre me atraiu. Além disso, ter seu pau tão perto foi o estopim que faltava. — Não vai me dizer agora que meu pau é maior que o dele? (falei, incrédulo). — Pra ser sincera, o seu é bonito, mas não é por isso. É só que eu tô suprindo minhas necessidades de sexo sem ter que procurar na rua. Já te falei que amo ele, e acho que com você não preciso me justificar. — Concordo com você. Eu também amo minha mulher, mas a sacanagem de fazer isso com você é maior. Depois de deixar tudo claro, ela continuou com o que tava fazendo: enfiou meu pau de volta na boca e me deu um boquete que até hoje eu lembro. Enquanto isso, desamarrei o roupão dela e tirei como consegui. Consegui colocá-la por cima de mim e comecei a... comer aquela buceta que naquele momento tinha gosto de glória. A gente tava enfiado num 69 alucinante, se ela chupava rápido eu chupava mais, os gemidos que ela dava entregavam que ela tava perto de gozar, então eu lambuzei um dedo e enfiei no cu dela, na hora ela gozou que nem uma louca. — Que gozada que você me fez ter, o negócio do dedo eu não esperava, mas foi sublime. — Pois você também não faz nada mal, tem uma boquinha que me alucina. Falando isso, ela virou e sentou em cima da minha pica, colocando a buceta em cima dela, começando um movimento de vai e vem que, com o quanto a buceta dela tava molhada, tava me masturbando com ela. Eu tava aproveitando ao máximo a situação, agarrava os peitos dela, mordia os bicos, e num desses movimentos ela levantou um pouco e enfiou minha pica até o fundo. Ela tava descontrolada, pulava que nem uma louca em cima de mim, dava pra ver que ela tava no limite: — Se você continuar assim, vai me fazer gozar. — É isso que eu quero, sentir o calor do seu gozo nos meus ovários. — Mas posso te deixar grávida. — Agora não tô nem aí, só quero gozar e tou quase. — Eu também... tô goooozando... — E eu aaaagghhhhh... A gente gozou junto, foi uma gozada fantástica, ela se largou em cima de mim e eu falei: — A gente é louco, mas não troco por nada o que a gente acabou de fazer. — Eu também não, você sabe usar muito bem essa pica que ainda sinto pulsar dentro da minha buceta, e não se preocupa, hoje à noite quando seu cunhado voltar, a gente transa e, se eu tiver engravidado, posso falar que é dele. A verdade é que você é meio filha da puta, mas tenho que admitir que burra você não é. Essa tarde a gente transou de todas as formas imagináveis, e como vocês imaginam, aquele filho também foi meu. Coisas da vida, me mudei de estado pouco tempo depois por causa do trabalho e não consegui continuar meus contatos sexuais com minha cunhada. Passaram-se os anos, 20 pra ser exato, tive que voltar por causas familiares, mas voltei sozinho, minha mulher não pôde me acompanhar, então quando a gente se Me reencontrei com uma mulher de 48 anos, maravilhosa, porque soube se cuidar muito bem, com uma filha de 20 que é a cara da mãe em tudo, e um marido que se descuidou completamente. Eu, com esses 20 anos a mais, admito que perdi cabelo, e muito, mas em compensação ainda tenho um físico bem decente pra minha idade, ou seja, ainda sou bonitão, como dizem. Eles resolveram fazer um jantar de boas-vindas na casa deles, e vieram mais parentes. Na correria da festa, fui na cozinha pegar gelo pra bebida e lá estava minha sobrinha. Era verão, e ela vestia um shorts curto e um moletom sem mangas que deixava os peitos à mostra. Como eu disse, a cara da mãe. No pouco espaço da cozinha, foi inevitável ela passar na minha frente, esfregando a bunda no meu pau, que ficou duro na hora. Ela percebeu, mas não se afastou; pelo contrário, esfregou ainda mais. Eu não me fiz de rogado, larguei o que tinha nas mãos e enfiei elas por baixo do moletom, agarrando os peitos dela. Isso fez os bicos ficarem durinhos: — Que pau duro eu sinto na minha bunda. — Mostraria com prazer, mas agora tem gente demais por aqui e não dá. — Por que você não vem amanhã de manhã? Vou estar sozinha e você me mostra. — Se eu vier amanhã, você não só vai ver, como vai provar. — Tá bom, amanhã te espero. Deixamos por ali, com medo de alguém perceber o que a gente tava fazendo. O que eu não notei foi o olhar que minha cunhada tinha nos dado. Naquele dia, ficou por isso. Fiquei com um tesão do caralho, mas com a esperança de que no dia seguinte eu ia me vingar. No dia seguinte, apareci na casa igual fazia anos. Ela me recebeu de roupão, só que dessa vez era a filha, e não a mãe. Também não era de seda, mas era curto. Assim que fechou a porta, ela se agarrou no meu pescoço e me deu um beijo na boca, enfiando a língua o mais fundo que conseguia na minha boca. Peguei ela no colo e levei pro quarto dela pra ficar mais confortável. Desatei o Bata que caiu no chão e ela ficou pelada na minha frente: — Você tem um corpo gostoso igual ao da sua mãe quando era jovem.amador— Sei que ela me contou o que rolou com você e eu quis provar. Enquanto falava isso, ela já ia se despindo, tirou minha camisa e foi descendo, beijando meu peito, soltou minha calça, baixou minha cueca e meteu meu pau na boca dela. Tava me dando um boquete muito gostoso, mas eu peguei ela, deitei na cama, enfiei minha cabeça entre as pernas dela e comi a buceta dela de um jeito que, quando terminei, ela disse que tinha gozado duas vezes. Aí coloquei ela de quatro: — Desde ontem quero te meter assim. — Sim, por favor, enfia teu pau, arrebenta minha xota com vontade. Meti devagar, sem pressa, mas até o fundo, enquanto metia ia agarrando os peitos dela. Começamos devagar, mas com o tempo fomos acelerando as metidas. — Tô quase gozando, onde você quer que eu goze? — Dentro, goza dentro, não tem medo não, tomo pílula. Dito e feito, assim que ela falou isso, gozei dentro da buceta dela, e isso fez ela gozar junto comigo. Tirei meu pau e deitamos na cama, e ela ficou limpando ele com a boca. Quando olhei pra porta do quarto, vi minha cunhada na porta, com a mão na buceta dela, se masturbando. — O que cê tá fazendo aí? Não prefere entrar e eu fazer isso pra você? — Queria, mas queria ver vocês gozando antes. — Oi, mãe, você tinha razão, ele transa maravilhosamente bem. — Já te falei, agora me deixem participar. — Claro, vem, tenho pau pras duas. Acontece que as duas tinham combinado de transar comigo sem eu saber de nada. A verdade é que minha cunhada, com o tempo, ficou ainda mais gostosa do que quando era nova, tinha contado pra filha o que a gente já tinha feito e as duas armaram essa “armadilha” aproveitando minha visita. A mãe deitou do meu lado e tirou o pau da boca da filha pra chupar ela. A filha não perdeu tempo e, montando na minha cabeça de pernas abertas, fez eu comer a buceta dela. Tava nessa quando minha cunhada levantou e, aproveitando que meu pau tava duro de novo... Enfiei até o fundo. Lá estávamos nós três chupando a buceta da filha enquanto a mãe enfiava meu pau e as duas se apalpavam os peitos e se metiam a língua até a alma num beijo lésbico. — Mamãe, vou gozar, que língua o cara tem, é fantástico. — E eu, filha, o pau não perdeu o jeito, é como eu lembrava. Entre gemidos, as duas gozaram. Acho que por eu ter gozado antes, ainda não tinha terminado, então coloquei minha cunhada de quatro e enfiei no cu dela, que delícia, aquela bunda tinha melhorado com os anos. Enquanto eu estava entretido enfiando na mãe, minha sobrinha ficou atrás de mim e dava umas boas chupadas nas minhas bolas: — Vocês são uma para a outra, são igualmente safadas, se continuarem assim, vou gozar logo. — Espera, cunhado, que estou chegando... E ela gozou com meu pau no cu dela, saiu da posição que estava, me fez deitar e as duas se dedicaram a chupar meu pau e minhas bolas. — Não aguento mais, vou gozar... — Sim, goza nas nossas caras, enche nossos rostos e peitos do seu leite. E foi assim que aconteceu, esse foi o começo de uma manhã formidável com minha cunhada e a filha dela. Com o passar dos dias, tive que voltar para minha cidade e quando me despedi da minha cunhada, ela sussurrou no meu ouvido: — Espero que tenha curtido o sexo comigo e com... sua filha.gostosa

2 comentários - Minha cunhada e eu

Woow no te la esperabas, que final
La verdad q no pero fue lo más Ricoo