Retomando... essa história vem de:http://www.poringa.net/posts/relatos/3659372/Atrapados-en-Cuarentena-l.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3664600/Atrapados-en-Cuarentena-ll.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3665788/Atrapados-en-Cuarentena-lll.html
..e nós ficamos abraçados, ela só de calcinha e eu de bermuda. Eram 2h45 da manhã.O tempo não passava... Eu olhava para a mesa de cabeceira. Relógio digital com números vermelhos, 2:53. Nem dez minutos tinham passado. Eu estava duro. Mas não duro de pau, duro de situação. Naquele momento ela se ajeitou, me dando um "até amanhã" implícito. Mas não se virou nem me pediu para deitar. Meu braço esquerdo estava debaixo do cabelo dela e o direito apoiado bem em cima do umbigo. Não aguentava mais a minha cabeça, e comecei a brincar com o elástico da calcinha dela. Encaixava o mindinho e levava de um lado pro outro, esperando ordens, o início do jogo, alguma coisa. A primeira coisa que ouvi foi a respiração profunda dela. Ela estava entrando num sono pesado. Era hora de dormir.
Depois de um tempo, segundo me lembro, começaram vozes no corredor. Estavam chegando os vizinhos do quarto vazio. Ela me cumprimentou, se espreguiçou (nua, só de calcinha) e levantou da cama. Eu me sentia um pouco desconfortável, já não era ontem, era amanhã (como diria JS). Antes de vestir a camiseta, ela se aproximou da janela para olhar e aí eu relaxei completamente. Nada mais me causava vergonha.
Logo depois chegou o café da manhã e cada um no seu mundo. Dava pra ouvir as vozes dos novos vizinhos, estavam discutindo. Eu continuava conectado no computador, Mariana sentou atrás de mim, começou a fazer massagem como agradecimento pelo cavalheirismo da noite anterior.
— Primeiro quero te pedir desculpas e agradecer por ontem à noite. Acho que o confinamento tá nos deixando mal, fizemos coisas que não me deixaram tranquila, mas também percebi como você é bom e gostaria de contar pro seu pai pra que ele fique orgulhoso de você — ela me disse.
— Não tem nada pra agradecer, você é uma mulher incrível. Além de ser linda, você é a esposa do meu pai e acho que a gente se manteve num clima de respeito. Fica tranquila e me perdoa você, se se sentiu desconfortável.
— Não, não. Tá esclarecido, tudo. Me dá mais liberdade pra passar esses dias. Espero que acabem logo, mas tem coisas que seria melhor a gente conversar. Pra mim é impossível dormir de sutiã, tem um arame que me mata!!
— Te entendo, eu... Durmo feito um soldadinho. Desde que faço isso há 8 anos como Adão, antes de comer a maçã proibida. Peladão! Rimos e segui com o meu.
Batemos na porta, era a equipe de saúde que vinha todo dia medir nossa temperatura e fazer perguntas de rotina. Eles nos alertam para tomarmos cuidado, porque os vizinhos vieram de um local com casos positivos de COVID. Já haviam pedido transferência de hotel para nós, mas ainda aguardávamos vaga.
Pouco depois, nos avisaram que seríamos transferidos de hotel. Ficamos felizes, um lugar pior que aquele seria quase impossível. Também pedimos quartos separados. Todas as noites, eu me virava com o papai quando ele perguntava onde eu dormia. Então pedimos, não por outra razão.
Chegamos ao novo hotel, tipo apartamento. Pequena sala com sofá de dois lugares, TV e dois quartos, um de cada lado, cozinha compacta e banheiro. Um luxo!!! Estávamos felizes e faço uma pausa aqui. A sensação que eu/tínhamos era a de uma formatura/viagem sorteada/academia. Só que estávamos trancados.
À tarde, chegou a hora do mate. E horas e horas de conversa. Quando nos lembramos do jantar, o restaurante já tinha fechado. PQP! Hotel novo, horários novos. Então, banho e para a cama. Ela entrou no banheiro, ligou o chuveiro e não aguentei a vontade e me aproximei da fechadura da porta. Foquei nela e dava para ver, como num quadro. Linda. Completamente LINDA. Ela prendeu o cabelo e entrou. Depois de uns minutos de hidroterapia, porque foi isso... mais de 15! Chegou minha vez. -Uffffs, quanto vapor! Deixei a porta aberta e quando deu para enxergar, entrei para me banhar. Balançava a cabeça de um lado para o outro, olhos fechados e imaginava tudo. O que aconteceu na noite anterior, a conversa, o que tinha passado minutos antes, quando a espiava pela fechadura... bom, garotooooo. Pensa em outra coisa, porque isso vai acabar em punheta. E assim foi... comecei a esfregar meu pau, roçava ele na perna, tava indo bem, juntando sangue e porra... e batem na porta. Eles trouxeram algo pra gente comer do hotel.
Saí com a toalha na cintura, fazendo alguma palhaçada... como sempre. Peguei um triângulo de queijo e abri uma cervejinha. Cumprimentei a Mariana e fui pro meu quarto. Terminei a última ligação minutos antes da meia-noite. Enrolei a toalha e fui atrás de uma nova latinha. Voltei pro quarto, fechei a porta e me joguei pelado. Falando nelas, "as bolas" estavam cheias, muito cheias. Primeiro pelos dias que estava em StandBy... Segundo, pela brocada no banheiro. Então peguei o celular, comecei a ver umas gostosas da pornografia e de novo pro trabalho. Eu tava tão, mas tão excitado, com os olhos grudados no celular, que não percebi o momento em que ela abriu a porta, se ajoelhou e começou a chupar suavemente meu pau. Tentei me sentar na cama, ela me empurrou e eu só comecei a curtir. Sentia o pau muito quente, muita saliva em volta, uma chupada com muito amor, sem descuidar de nada. Tocando a parte de dentro das minhas pernas, passando a língua pela região, quando senti que ia gozar, quis virar ela na cama, mas ela disse que não. Que terminasse o que tinha começado, que ela também tinha espiado pela fechadura... Quando terminei de dizer isso... e ela voltou ao que tava fazendo, agarrei forte a cabeça dela e literalmente, fodi a boca dela. A porra não demorou a chegar, foi tanta, que numa tentativa de tossir/engasgar parte saiu disparada pelo nariz. Olhei pra ela, e de novo levei ela pro meu pau, pra continuar chupando. Ela sabia o que tinha que fazer... não deixou um único traço de esperma e quando ele ficou duro de novo, ela montou em mim. Esfregava com muita força, sentia sua buceta quente, molhada e ela pedia pra eu apertar os peitos dela, depois de um tempo, começou a gemer alto e mais alto, me avisando do primeiro orgasmo longo dela. Continuou por cima, dei uns tapas na bunda e ela se movia, sozinha pegava nos próprios peitos e eu, aproveitava a mão livre pra tocar o cu dela com o dedo. Só entrava a ponta. do maior e do pau, eu ia explodir de novo...
http://www.poringa.net/posts/relatos/3664600/Atrapados-en-Cuarentena-ll.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3665788/Atrapados-en-Cuarentena-lll.html
..e nós ficamos abraçados, ela só de calcinha e eu de bermuda. Eram 2h45 da manhã.O tempo não passava... Eu olhava para a mesa de cabeceira. Relógio digital com números vermelhos, 2:53. Nem dez minutos tinham passado. Eu estava duro. Mas não duro de pau, duro de situação. Naquele momento ela se ajeitou, me dando um "até amanhã" implícito. Mas não se virou nem me pediu para deitar. Meu braço esquerdo estava debaixo do cabelo dela e o direito apoiado bem em cima do umbigo. Não aguentava mais a minha cabeça, e comecei a brincar com o elástico da calcinha dela. Encaixava o mindinho e levava de um lado pro outro, esperando ordens, o início do jogo, alguma coisa. A primeira coisa que ouvi foi a respiração profunda dela. Ela estava entrando num sono pesado. Era hora de dormir.
Depois de um tempo, segundo me lembro, começaram vozes no corredor. Estavam chegando os vizinhos do quarto vazio. Ela me cumprimentou, se espreguiçou (nua, só de calcinha) e levantou da cama. Eu me sentia um pouco desconfortável, já não era ontem, era amanhã (como diria JS). Antes de vestir a camiseta, ela se aproximou da janela para olhar e aí eu relaxei completamente. Nada mais me causava vergonha.
Logo depois chegou o café da manhã e cada um no seu mundo. Dava pra ouvir as vozes dos novos vizinhos, estavam discutindo. Eu continuava conectado no computador, Mariana sentou atrás de mim, começou a fazer massagem como agradecimento pelo cavalheirismo da noite anterior.
— Primeiro quero te pedir desculpas e agradecer por ontem à noite. Acho que o confinamento tá nos deixando mal, fizemos coisas que não me deixaram tranquila, mas também percebi como você é bom e gostaria de contar pro seu pai pra que ele fique orgulhoso de você — ela me disse.
— Não tem nada pra agradecer, você é uma mulher incrível. Além de ser linda, você é a esposa do meu pai e acho que a gente se manteve num clima de respeito. Fica tranquila e me perdoa você, se se sentiu desconfortável.
— Não, não. Tá esclarecido, tudo. Me dá mais liberdade pra passar esses dias. Espero que acabem logo, mas tem coisas que seria melhor a gente conversar. Pra mim é impossível dormir de sutiã, tem um arame que me mata!!
— Te entendo, eu... Durmo feito um soldadinho. Desde que faço isso há 8 anos como Adão, antes de comer a maçã proibida. Peladão! Rimos e segui com o meu.
Batemos na porta, era a equipe de saúde que vinha todo dia medir nossa temperatura e fazer perguntas de rotina. Eles nos alertam para tomarmos cuidado, porque os vizinhos vieram de um local com casos positivos de COVID. Já haviam pedido transferência de hotel para nós, mas ainda aguardávamos vaga.
Pouco depois, nos avisaram que seríamos transferidos de hotel. Ficamos felizes, um lugar pior que aquele seria quase impossível. Também pedimos quartos separados. Todas as noites, eu me virava com o papai quando ele perguntava onde eu dormia. Então pedimos, não por outra razão.
Chegamos ao novo hotel, tipo apartamento. Pequena sala com sofá de dois lugares, TV e dois quartos, um de cada lado, cozinha compacta e banheiro. Um luxo!!! Estávamos felizes e faço uma pausa aqui. A sensação que eu/tínhamos era a de uma formatura/viagem sorteada/academia. Só que estávamos trancados.
À tarde, chegou a hora do mate. E horas e horas de conversa. Quando nos lembramos do jantar, o restaurante já tinha fechado. PQP! Hotel novo, horários novos. Então, banho e para a cama. Ela entrou no banheiro, ligou o chuveiro e não aguentei a vontade e me aproximei da fechadura da porta. Foquei nela e dava para ver, como num quadro. Linda. Completamente LINDA. Ela prendeu o cabelo e entrou. Depois de uns minutos de hidroterapia, porque foi isso... mais de 15! Chegou minha vez. -Uffffs, quanto vapor! Deixei a porta aberta e quando deu para enxergar, entrei para me banhar. Balançava a cabeça de um lado para o outro, olhos fechados e imaginava tudo. O que aconteceu na noite anterior, a conversa, o que tinha passado minutos antes, quando a espiava pela fechadura... bom, garotooooo. Pensa em outra coisa, porque isso vai acabar em punheta. E assim foi... comecei a esfregar meu pau, roçava ele na perna, tava indo bem, juntando sangue e porra... e batem na porta. Eles trouxeram algo pra gente comer do hotel.
Saí com a toalha na cintura, fazendo alguma palhaçada... como sempre. Peguei um triângulo de queijo e abri uma cervejinha. Cumprimentei a Mariana e fui pro meu quarto. Terminei a última ligação minutos antes da meia-noite. Enrolei a toalha e fui atrás de uma nova latinha. Voltei pro quarto, fechei a porta e me joguei pelado. Falando nelas, "as bolas" estavam cheias, muito cheias. Primeiro pelos dias que estava em StandBy... Segundo, pela brocada no banheiro. Então peguei o celular, comecei a ver umas gostosas da pornografia e de novo pro trabalho. Eu tava tão, mas tão excitado, com os olhos grudados no celular, que não percebi o momento em que ela abriu a porta, se ajoelhou e começou a chupar suavemente meu pau. Tentei me sentar na cama, ela me empurrou e eu só comecei a curtir. Sentia o pau muito quente, muita saliva em volta, uma chupada com muito amor, sem descuidar de nada. Tocando a parte de dentro das minhas pernas, passando a língua pela região, quando senti que ia gozar, quis virar ela na cama, mas ela disse que não. Que terminasse o que tinha começado, que ela também tinha espiado pela fechadura... Quando terminei de dizer isso... e ela voltou ao que tava fazendo, agarrei forte a cabeça dela e literalmente, fodi a boca dela. A porra não demorou a chegar, foi tanta, que numa tentativa de tossir/engasgar parte saiu disparada pelo nariz. Olhei pra ela, e de novo levei ela pro meu pau, pra continuar chupando. Ela sabia o que tinha que fazer... não deixou um único traço de esperma e quando ele ficou duro de novo, ela montou em mim. Esfregava com muita força, sentia sua buceta quente, molhada e ela pedia pra eu apertar os peitos dela, depois de um tempo, começou a gemer alto e mais alto, me avisando do primeiro orgasmo longo dela. Continuou por cima, dei uns tapas na bunda e ela se movia, sozinha pegava nos próprios peitos e eu, aproveitava a mão livre pra tocar o cu dela com o dedo. Só entrava a ponta. do maior e do pau, eu ia explodir de novo...
3 comentários - Atrapados en Cuarentena IV