Capítulo 9
Eram umas três da manhã quando chegamos no apartamento e fomos pra sala, sendo que o lógico era cada um ir pro seu quarto dormir.
— Posso tomar uma dose agora? — me pediu Javier.
— Claro, você quer uma? — perguntei pra minha namorada.
— Me serve um rum com Booty, mas quase sem rum.
Num instante preparei as doses e sentamos os três na mesma posição de sempre no sofá. Tava meio preocupado porque sabia que os dois estavam muito afim com os progressos que fizeram na balada, e que se eu não segurasse, aquilo podia acabar em algo bem mais pesado. Achava que a situação tava nos escapando sem a gente nem se conhecer direito, tipo, tudo muito acelerado.
— Javier, a gente toma essa dose e vai dormir, que já é tarde pra caralho e amanhã você tem que viajar.
— Claro, como vocês quiserem — respondeu, entendendo que eu tava pedindo pra encerrar a parte sexual naquela noite.
— Então você volta na terça e à tarde a gente vai encomendar a escrivaninha — confirmou minha namorada.
— Sim, acho que umas cinco da tarde consigo te pegar. Tá de boa nesse horário?
— Sem problemas.
— Vocês vejam quais lojas seriam mais legais pra visitar.
— E você, Diego, seria ótimo se não se importasse de cuidar das mudanças na rede pro que a gente precisa, nós três.
— Relaxa, amanhã mesmo vejo qual operadora é melhor pra gente e faço as alterações.
— Vocês comentaram sobre a porta? — me perguntou.
— Não, ainda não tivemos tempo de falar sobre isso.
— Que porta? — perguntou Ana.
— Olha, amor, essa tarde a gente conversou sobre a intenção do Javier de trazer alguma mina pra casa, mas explica você mesmo — falei pro Javier.
— Possivelmente vou fazer isso de vez em quando e tava dizendo pro Diego que durante a noite a gente pode precisar tomar banho, sabe como é, mas com vocês dormindo no quarto não dá. No entanto, se tivesse uma porta na entrada do vosso quarto, o problema estaria resolvido.
- Você tem razão. E como daria pra instalar essa porta? – perguntou Ana.
- Em qualquer loja de portas, tenho certeza que nos dariam a solução e que daria até pra instalar sem precisar de obra. Quanto aos gastos, já falei pro Diego que correriam por minha conta, como é lógico.
- Bom, então que o Diego faça outro croqui dessa entrada com as medidas, e a gente leva pra ver se já dá pra encomendar – propôs Ana.
Depois de todos esses pontos esclarecidos, só nos restava terminar nossas taças e ir dormir. Ana estava muito cansada e se deitou no meu colo, colocando as pernas no colo do Javier.
- Uhmm... Como eu tô bem agora. E vocês, como estão? – ela disse enquanto puxava minha cabeça pra me dar um selinho na boca.
- Eu tô fenomenal, nem provei o álcool – respondeu ele.
- Eu também tô muito bem, a gente também não bebeu muito, foram só duas taças – respondi.
- É, duas – confirmou minha namorada enquanto alisava a saia pra não deixar muito espaço por onde o Javier pudesse olhar –. Você pode tirar minhas botas?
- Claro – respondeu ele, tirando as duas e deixando os pés dela descalços. Depois, sem dizer nada, começou a dar uma massagem em cada um dos pés.
- Obrigada, amor, tava precisando dessa massagem porque meus pés estão estressados por causa dos saltos – agradeceu minha namorada.
- Continuo pela panturrilha? – ele perguntou e me olhou, como se esperasse alguma objeção minha, mas não falei nada e só dei de ombros, como se não ligasse.
- Claro, aí também preciso de uma boa massagem.
Javier se dedicou, dando uma massagem que parecia de profissional, fazendo em uma perna e depois na outra, do jeito que Ana as tinha esticadas no colo dele. Aí ela levantou um pouco a perna direita, e ele continuou massageando aquela sem fazer nenhum comentário, mas sem se decidir pela outra. Tava claro que as coxas dela estavam de novo à mostra.
- Massageia também a A esquerda — pediu ela, colocando o joelho na altura do outro.
Ele trocou de panturrilha e ela não baixou a direita, mas deixou cair entre o encosto do sofá e a barriga dele. Com esses movimentos, a saia dela, de seda, deslizou, deixando boa parte das coxas de fora. E, mesmo que da minha posição eu não pudesse ver, ele com certeza estava curtindo uma bela vista daquele thong branco. A perna direita, que estava livre, foi direto pro volume dele, que já tava bem inchado de novo, assim como meu pau que minha namorada sentia na nuca dela.
O pé dela se mexeu um pouco naquele volume e ele ficou meio acalorado. Levantou o rosto pra olhar pra nós dois: pra mim, pra ver se eu ainda tava deixando aquelas apalpadas, e pra ela, pra ter certeza de que ela tava ligada no que tava fazendo.
Eu não falei nada, e ele subiu a mão até tocar parte da coxa dela, voltou atrás e olhou pra gente de novo. Depois, continuou subindo um pouco mais.
— Ei, eu não te dei permissão pra me tocar aí — disse ela com um sorriso —, eu falei que você ia ver mais coisa em casa, mas não que ia me apalpar.
— E o que você vai me mostrar, então? — respondeu ele, tirando as mãos da coxa e colocando elas em cima dos pés dela, fazendo um pouco de pressão no volume dele.
— Sabe que ele endureceu de novo? — me disse Ana.
— Imagino — respondi —, você mostra o thong e quer o quê?
— Deixo você escolher entre peitos ou thong — disse ela pra ele.
— A gente quer ver as duas coisinhas, não é, Diego?
— Não me mete nessa, eu sempre vou ficar do lado dela.
— Primeiro os peitos — disse ele, apertando de novo os pés dela, que já estavam cada um dos lados do pau dele.
Antes de se levantar, ela conseguiu dar umas sacudidas no pau dele, como se estivesse punhetando com os pés. Depois, sentou, deixando aquele volume de novo à mostra, com uma boa barraca armada, e a glande redonda bem marcada na ponta. Em seguida, levantou a camisa, virando-se pra ele poder ver. desabotoar o sutiã, sem demora. Minha namorada tirou as alças pelos braços e jogou o sutiã na mesa. Por fim, soltou a camisa e ali ficaram à minha vista aquelas tetonas na camisa transparente dela.
Aos poucos, ela se virou para ficar de frente pra ele, enquanto pegava os próprios peitos com as mãos por baixo, balançando-os de um lado pro outro pra ele apreciar melhor.
— Porra, Ana, que tetas impressionantes você tem, que prazer poder vê-las, mesmo que assim mal dê pra ver as aréolas, mas puta merda, são sensuais.
— Também não tem problema se eu mostrar as aréolas — disse ela, levantando a camisa e mostrando os peitos sem nada no meio.
— Meu Deus, parecem outras, posso tocar um pouco? Bom, se o Diego deixar. Só um pouco — repetiu ele, me olhando com cara de súplica.
— Só um instante — ofereci.
— Valeu pra vocês dois.
Ele levou as mãos pras tetonas da minha namorada e acariciou com muito cuidado, pesando-as por baixo e pegando os bicos com o indicador e o polegar, girando bem devagar, depois apertou um pouco mais, como se estivesse medindo a dureza. Por fim, aproximou a boca pra dar um beijo em cada bico e soltou.
— Bufff... que tesão, olha como fiquei — disse ele, pegando o pau pela base do volume pra mostrar o maior possível.
— Você sujou a calça, seu porco — falou minha namorada, apontando uma mancha média na calça na altura da glande.
— Imagina como tá por dentro, ou se quiserem, eu mostro pra vocês não precisarem imaginar.
— Lá vem o exibicionista de novo — disse ela rindo, se jogando de novo no meu colo.
— Olha só, você também tá com uma boa brocha — falou ele, pegando minha mão e colocando entre as dele em cima dos peitos dela, com a camisa no meio.
Ele colocou os pés descaradamente de novo dos lados do pauzão dela. Ana começou a subir e descer os pés ao longo do rabo todo dele, que tava dentro da calça. aquele pacote. Depois abaixou o zíper e tirou o pau pra fora coberto só pela cueca, e ela, sem nenhuma ajuda, colocou os pés dele de volta pros lados pra continuar com aquela punheta meio disfarçada.
A mancha tava cada vez mais visível, quase dando pra ver o líquido pré-gozando escorrendo pela ponta da cueca dele.
Eu tava com o pau a mil e não sabia se devia parar aquilo ou deixar rolar um pouco mais, mas uma coisa eu tinha certeza: não queria que ele comesse minha namorada naquela noite. Achava muito precipitado e sabia que depois ela ia jogar isso na minha cara de algum jeito.
— Querem ver ela então? — ele perguntou de novo.
A gente continuava sem responder aquela pergunta.
— Tira se quiser — ela disse —, mas não vou mais encostar em você a não ser que coloque uma toalha por cima.
Ele ficou na dúvida, mas pensou que deixar o pau dentro da cueca era uma desvantagem, então se abaixou pra tirar os sapatos e depois se despiu da cintura pra baixo, deixando aquele picaço totalmente ereto no ar.
— Tão gostando do que tão vendo? — ele perguntou pra nós dois.
— Você tem um pau bem potente — ela disse —, imagino que deve deixar as minas que curtem bem satisfeitas.
— Você tem um pau bonito — falei pra ele.
— Querem tocar? Sem punheta nem nada, só tocar mesmo.
Ele chegou perto da gente e minha namorada segurou ele igual fez da outra vez, deu umas sacudidas e, se aproximando, deu um beijinho na ponta da cabeça.
— Tá muito quente, toca você — minha namorada falou, e eu passei a ponta dos meus dedos ao longo daquele tronco. — Mas segura com a mão, vê como é grosso — obedeci e segurei ele por uns segundos.
Ele foi sentar de novo no lugar dele, e a Ana sentou no dela pra não ficar mais tocando o pau dele com os pés.
— Fico meio sem graça, mesmo que não acreditem, preferia que você também tirasse a roupa — ele falou pra mim.
— Não tenho problema com isso — respondi, e em segundos tava lá de pé com meu rabo durasso.
— Quer me Vocês também querem tocar?" — perguntei enquanto me aproximava dos dois.
Ela foi a primeira a se decidir de novo e agarrou minha rola, se aproximando para repetir o beijo na ponta da glande. Depois, guiou até ele, que não hesitou em pegar na minha vara, me dar umas punhetas bem intensas e terminar beijando também a glande. Aí eu me afastei e sentei de novo no meu lugar.
— Você se atreveria, se o seu namorado desse permissão?
— Não, agora não. Outro dia, sei lá. Se quiserem, mostro a tanguinha — respondeu.
Nós dois concordamos, e minha namorada se levantou, abaixou o zíper da saia e deixou cair no chão, depois se abaixou pra colocá-la na mesa. Em seguida, puxou um pouco mais as laterais da cintura e deu umas voltinhas ali mesmo, pra gente ver ela em todo o esplendor.
A bunda dela aparecia totalmente nua, porque a tira da tanguinha era bem fina e estava enfiada entre os glúteos. Na frente, só tinha um triângulo bem pequeno de seda, que no centro afundava um pouco na boceta e por fora era transbordado pelos lábios maiores daquela maravilhosa xota. Por cima, dava pra ver uma linha de pelos pubianos que escapava do pano mínimo.
Depois, ela sentou de novo entre nós dois e caiu na risada ao ver o líquido pré-seminal que nossos paus mostravam.
— Vocês vão sujar o sofá, seus porcos.
— A gente tá muito excitado, Ana — disse ele —, você devia fazer alguma coisa por nós.
— Eu? — dar uma punheta pra vocês e pronto. Além disso, meu namorado pode me foder daqui a pouco e não precisa se masturbar.
— Por que vocês não transam na minha frente? Não vou te tocar nem nada, mas ia me dar muito tesão olhar vocês enquanto fazem.
Ana estava muito excitada, isso era claro. Ela sentou em cima de mim, agarrou minha rola e, afastando a tanguinha só o mínimo pro lado, enfiou até o saco. Depois, começou a me matar com um vai e vem num ritmo médio pra eu não gozar logo. Logo começou a gemer, e gemiu mais forte ainda quando eu esfreguei o clitóris dela por cima daquela... fina seda.
- Dá forte, filho da puta... até o fundo...
Os olhos dela estavam semiabertos, mas ela não parava de olhar pra pica do Javier, que chegou um pouco mais perto da gente. Ela levou a mão dela pra lá e começou a bater uma pra ele num ritmo do caralho. Ficamos assim por um bom tempo, até que os gemidos dela ficaram mais altos, anunciando a chegada de um puta orgasmo.
- Ahhh... que gostosooo... agggg... não aguento maiiiis... vou gozaaaar... vou gozar... ahhhh...
O orgasmo dela provocou umas contrações na minha pica que acabaram com a minha resistência. Gozei como nunca tinha gozado. Tava de olhos fechados e abri quando senti a gozada do Javier nas minhas pernas, embora a Ana tenha levado a maior parte.
Ela tava com a camisa levantada com uma mão pra proteger do esperma que ele tava jorrando em tiros fortes, enquanto com a outra continuava batendo uma pra pica dele pra extrair os últimos jatos. Quando só saíam umas gotas, ela apertou a cabeça da pica pra espremer e não deixar nada lá dentro. Depois soltou.
- Nossa, como vocês me deixaram - ela disse enquanto o Javier trouxe uma toalha pra gente se limpar e foi embora de novo, nos deixando sozinhos.
Sem tirar ela de cima de mim e com a minha pica ainda dentro dela, sequei o torso dela, porque ela tava com esperma até nos peitos, aí ela conseguiu soltar a camisa.
- Espera - ela falou -, olha o que ele cuspiu aqui.
Ela se inclinou pra trás, me mostrando a poça de esperma que tinha entre as pernas, depois pegou minha mão pra enfiar lá e me lambuzar com aquele líquido, e chupou meus dedos.
- Me dá mais - ela pediu, e eu repeti aquela operação várias vezes.
Depois ela virou o rosto e me deu um beijão de respeito, dividindo o esperma que ela tinha na boca.
Terminamos de nos limpar e levantamos pra ir pro quarto enquanto ouvíamos o chuveiro.
Pouco depois, já banhados, dormimos cada um no seu quarto, mas com as portas abertas.
Capítulo 10
Por causa do quanto a gente foi dormir tarde, no domingo acordamos Lá pelas onze da manhã, primeiro nós dois e depois o Javier, que a Ana acordou com uma batucada na panela que fez ele dar um pulo e quase cair da cama. Ainda tô rindo até agora das risadas dos dois. Ainda bem que ele levou na esportiva, apesar de no começo ter soltado uns palavrões dos brabos.
O único problema, se é que dá pra chamar assim, é que o filho da mãe dorme pelado e ainda por cima naquele momento tava com aquela ereção matinal típica, mas fazer o quê, isso já não é preocupação pra gente.
Tomamos café da manhã e ele se preparou pra voltar pra cidade dele. Dei um jogo de chaves pra ele quando se despediu da gente e ele foi embora.
A Ana passou a tarde inteira falando com a amiga dela, a Cris, com a irmã dela e até com a minha irmã. Eu contratei os serviços com a nova operadora de internet.
Na segunda-feira, me senti meio estranho quando a Ana foi trabalhar e eu fiquei sozinho. Depois fui no escritório de emprego pra regularizar minha nova situação de desempregado, e continuei mandando meu currículo pra várias empresas do setor ou parecidas.
Também conferi nossa conta bancária. Naquela mesma manhã, tinha caído a transferência do Javier, então a gente podia respirar aliviado. Finalmente as contas estavam fechando.
A Ana chegou do trabalho ao meio-dia pra gente almoçar junto. Depois tiramos um cochilo. Mais tarde fomos pra sala, onde ficamos comentando a sorte que tivemos de encontrar o Javier como inquilino.
— Imagina se num mês a gente podia ter tido dois inquilinos em casa todos os dias do ano? — ela me disse.
— Aff, melhor nem me lembrar.
— Além de todas as vantagens que ele nos traz, é um cara gente boa no trato com a gente — ela continuou.
— Ei, amor, não acha que a gente tá indo meio rápido demais nos assuntos sexuais?
— Acho que sim, mas já viu que é difícil segurar ele, ele nos leva pra cama toda vez que quer.
— Falta pouco pra ele fazer algo que você já não saiba, né? — perguntei.
— Mas, minha vida, isso eu não vou permitir. seria agir como uma verdadeira puta.
— Mulher, não fala isso nem de brincadeira, você sabe que tem montes de casais que mantêm relacionamentos abertos, muitos são swingers e outros simplesmente fazem isso com acordos, regras ou condições do próprio casal, mas nenhuma dessas mulheres se consideraria putas.
— Mas eu não quero que você transe com outra garota, é que eu não conseguiria nem conceber essa ideia.
— Nem eu tenho interesse em fazer isso, por isso a gente entraria no segundo grupo, o das regras para poder chegar a transar com outro cara.
— E quais seriam essas regras?
— Pra mim a mais importante é que você nunca faça isso sozinha com ninguém, todas as brincadeiras sexuais que a gente fizer com outro cara têm que ser na minha presença, quer eu participe ou não.
Ela concordou com a cabeça.
— É muito difícil pra mim falar dessas coisas, já que eu não estou disposta a transar com outros homens.
— Olha, Ana, ontem a gente transou com o Javier, a gente tem que assumir isso os dois, ou melhor, os três.
— Sim, mas faltou o principal e esse é o passo que eu não quero dar.
— E eu não vou propor, nem vou permitir que ele te force a nada que você não concorde, faltava mais, mas também não vou me opor a uma iniciativa sua.
— Mas Diego, você não se importa que ele me... me coma? Tanto faz pra você?
— Não, querida, claro que não tanto faria se fosse com qualquer um, mas o Javier é um cara legal, tem boa convivência com a gente, boa aparência e faz essas coisas como se fosse natural, sei lá, mas se eu quero que a gente esteja com outro cara, ele pra mim tem todas as chances. Isso sim, nunca contra a sua vontade.
— Sabe que se eu algum dia conseguir fazer isso, ele nunca mais vai querer parar. Não é que ele vem uma vez por mês, é que ele mora com a gente. Você não percebe? — ela me disse com toda razão, aliás.
— Nesse caso, colocar limites nessas relações seria outra das regras, querida, as condições a gente tem que colocar nós e ele teria que aceitá-las. Claro que nós mesmos não as descumpriríamos, por mais vontade que pudéssemos ter de fazer isso.
— Outra seria que ele usasse sempre camisinha — ela me disse, e meu pau deu um pulo, finalmente ela admitia que poderia foder com ele.
— Espera um momento — falei, fui até a mesa do nosso escritório e voltei com um bloco e uma caneta —, vamos anotar tudo o que pensarmos e depois passamos para uma folha.
Anotei as três regras que tínhamos proposto e olhei nos olhos dela com um sorriso.
— Fico feliz que as condições sejam definidas pelos dois — falei.
— Que ele não tente nada com a gente se vier com outra garota para transar com ela.
— Você acha melhor colocar "se vier com outra pessoa"? Imagina que ele vem com outro amigo e quer te dividir.
— Vale, concordo, coloca "com outra pessoa".
— Não faremos se algum de nós estiver bêbado ou muito alterado — ela ditou para eu escrever.
— Se rolar alguma humilhação ou falta de respeito, fora de contexto, por parte de um de nós, a relação será interrompida e não terá mais nenhuma até que o motivo seja esclarecido a contento dos outros dois.
— Quando um dos três quiser parar uma relação, ela será parada sem precisar dar explicações — ela ditou de novo.
Ficamos os dois pensando por um bom tempo, depois nos olhamos e sorrimos.
— Bom, amor, acho que essas condições estão ótimas para começar, depois se pensarmos em mais algumas, a gente adiciona — falei.
— Adiciona uma porque eu já tô vendo onde ele quer chegar — ela disse, e fiquei esperando com a caneta na mão —, nada de aproximações em público, aí você é meu namorado e ele é nosso amigo, e pronto.
— Vale, depois eu redijo as regras no notebook e imprimo pra gente memorizar tudo. Depois rasgamos a folha e só vai ficar no computador.
— Ah, falta a gente combinar entre nós a frequência com que vamos fazer isso.
— Uma vez a cada seis meses — eu disse com um sorrisão.
— Uma vez por dia — respondi, e soltamos uma gargalhada ao mesmo tempo que ela me deu um tapinha no ombro.
— Seu bruto, então se não colocarmos esse limite, ele me fodia três vezes por dia.
— Bom, você já viu como ele é fogoso, tá sempre duro na sua presença.
— Pois eu não sei qual poderia ser o limite.
— Você fode com ele todos os dias que ele ficar aqui.
— Você tá doido, meu corno, agora tá pensando com a pica, né? — disse ela, olhando pro volume enorme na minha calça.
— Pois é, o que quer que eu te diga, mas podemos pensar de outro jeito.
— Como? — ela perguntou.
— O que você acha do Javier?
— Até agora, muito legal, divertido e sensual, eu diria.
— Você gostou da pica dele, né? É um pouco maior e mais grossa que a minha.
— Cara, acho que qualquer mina ficaria satisfeita com uma pica dessas, não?
— Sim, mas e você?
— Eu o quê? — ela perguntou.
— Se você gostou o suficiente pra dar pra ele.
— Nossa, como você é bruto, claro que gostei.
— A pergunta é muito fácil: quantas vezes você acha que repetiria num mês, por exemplo, sabendo do que você gosta? Quero que sejamos sinceros no que estamos tratando. Se você se sentir pressionada, a gente deixa em branco e vê isso mais pra frente. Sabe que é muito importante pra nós dois, considerando o que você disse antes, que ele vai morar aqui com a gente e não pode te foder toda vez que der na telha.
— Colocamos um dia por semana? O que você acha?
— Perfeito, o que você disser é lei e vamos cumprir à risca os três. Explicamos os motivos pra ele e pronto — respondi com um sorriso, anotando o dado na lista.
— Não tô pressionada, mas sim um pouco nervosa, meu amor. Me dá um abraço.
Deixei o bloco e a caneta e me abracei com ela como se não houvesse amanhã. Era nosso momento de carinho e ternura.
— Te amo, minha baixinha, te amo loucamente, nunca vou te decepcionar na vida, até morrer, te juro. Juro, amor meu, você é a namorada mais maravilhosa do mundo inteiro.
E não parei de falar as coisas mais lindas que saíam do meu coração, porque amo minha namorada acima de tudo.
A cada frase minha, ela se apertava mais contra mim. Senti de novo os soluços no meu corpo e as lágrimas no meu pescoço, enquanto, com tanta emoção, ela não conseguia dizer uma palavra.
— Calma, amor meu... calma... vamos... relaxa, céu — eu dizia, com minhas clássicas palmadinhas nas costas dela.
Por fim, ela relaxou e parou de soluçar.
— Desculpa, céu, de novo te enchi com tantas regras e besteiras minhas — falei.
— Não... não é encheção... eu tava um pouco nervosa e já passou. Obrigada por me entender, amor meu, te amo porque você é o homem mais bom que eu poderia sonhar.
— Obrigado, céu, sei que tem horas que não mereço seu amor, se eu tivesse um chicote, me açoitava agora até não sobrar uma gota de sangue.
— Ah, bobo, e o que eu faria sem você então?
Nos olhamos e caímos na risada. Então, dei um tapa forte na bunda dela.
— Nossa, como você é safada, que cara de putinha você tem.
— E você com essa cara de corno...
— Com muito orgulho — respondi, continuando às gargalhadas.
— Anota aí: no primeiro dia, ele tem que me foder três vezes seguidas, e você tem que ter seu cuzinho bonito desvirginado duas vezes por semana — ela disse, e a gente não parava de rir.
— Bom, no dia que chegar a vez, ele pode te foder quantas vezes conseguir, até deixar você seca que nem uva-passa.
— Tá me deixando com tesão, filho da puta, e você vai ter que me foder que nem três cubanos no Booty.
— Não sei se você vai aguentar o tranco. Vamos ver o que você sabe fazer — falei com um sorrisão, enquanto a levava pra cama de mãos dadas, onde a gente transou gostoso e ficou mais que satisfeito.
Depois de nos recuperarmos, ficamos deitados um do lado do outro por um bom tempo.
— Você tá disposta a fazer isso logo? Já te falei que você tem que fazer por iniciativa sua.
—Não sei, sério, vamos ver como o dia a dia se desenrola quando ela estiver aqui e não vamos mencionar nada sobre as regras até que isso aconteça, se acontecer.
Eram umas três da manhã quando chegamos no apartamento e fomos pra sala, sendo que o lógico era cada um ir pro seu quarto dormir.
— Posso tomar uma dose agora? — me pediu Javier.
— Claro, você quer uma? — perguntei pra minha namorada.
— Me serve um rum com Booty, mas quase sem rum.
Num instante preparei as doses e sentamos os três na mesma posição de sempre no sofá. Tava meio preocupado porque sabia que os dois estavam muito afim com os progressos que fizeram na balada, e que se eu não segurasse, aquilo podia acabar em algo bem mais pesado. Achava que a situação tava nos escapando sem a gente nem se conhecer direito, tipo, tudo muito acelerado.
— Javier, a gente toma essa dose e vai dormir, que já é tarde pra caralho e amanhã você tem que viajar.
— Claro, como vocês quiserem — respondeu, entendendo que eu tava pedindo pra encerrar a parte sexual naquela noite.
— Então você volta na terça e à tarde a gente vai encomendar a escrivaninha — confirmou minha namorada.
— Sim, acho que umas cinco da tarde consigo te pegar. Tá de boa nesse horário?
— Sem problemas.
— Vocês vejam quais lojas seriam mais legais pra visitar.
— E você, Diego, seria ótimo se não se importasse de cuidar das mudanças na rede pro que a gente precisa, nós três.
— Relaxa, amanhã mesmo vejo qual operadora é melhor pra gente e faço as alterações.
— Vocês comentaram sobre a porta? — me perguntou.
— Não, ainda não tivemos tempo de falar sobre isso.
— Que porta? — perguntou Ana.
— Olha, amor, essa tarde a gente conversou sobre a intenção do Javier de trazer alguma mina pra casa, mas explica você mesmo — falei pro Javier.
— Possivelmente vou fazer isso de vez em quando e tava dizendo pro Diego que durante a noite a gente pode precisar tomar banho, sabe como é, mas com vocês dormindo no quarto não dá. No entanto, se tivesse uma porta na entrada do vosso quarto, o problema estaria resolvido.
- Você tem razão. E como daria pra instalar essa porta? – perguntou Ana.
- Em qualquer loja de portas, tenho certeza que nos dariam a solução e que daria até pra instalar sem precisar de obra. Quanto aos gastos, já falei pro Diego que correriam por minha conta, como é lógico.
- Bom, então que o Diego faça outro croqui dessa entrada com as medidas, e a gente leva pra ver se já dá pra encomendar – propôs Ana.
Depois de todos esses pontos esclarecidos, só nos restava terminar nossas taças e ir dormir. Ana estava muito cansada e se deitou no meu colo, colocando as pernas no colo do Javier.
- Uhmm... Como eu tô bem agora. E vocês, como estão? – ela disse enquanto puxava minha cabeça pra me dar um selinho na boca.
- Eu tô fenomenal, nem provei o álcool – respondeu ele.
- Eu também tô muito bem, a gente também não bebeu muito, foram só duas taças – respondi.
- É, duas – confirmou minha namorada enquanto alisava a saia pra não deixar muito espaço por onde o Javier pudesse olhar –. Você pode tirar minhas botas?
- Claro – respondeu ele, tirando as duas e deixando os pés dela descalços. Depois, sem dizer nada, começou a dar uma massagem em cada um dos pés.
- Obrigada, amor, tava precisando dessa massagem porque meus pés estão estressados por causa dos saltos – agradeceu minha namorada.
- Continuo pela panturrilha? – ele perguntou e me olhou, como se esperasse alguma objeção minha, mas não falei nada e só dei de ombros, como se não ligasse.
- Claro, aí também preciso de uma boa massagem.
Javier se dedicou, dando uma massagem que parecia de profissional, fazendo em uma perna e depois na outra, do jeito que Ana as tinha esticadas no colo dele. Aí ela levantou um pouco a perna direita, e ele continuou massageando aquela sem fazer nenhum comentário, mas sem se decidir pela outra. Tava claro que as coxas dela estavam de novo à mostra.
- Massageia também a A esquerda — pediu ela, colocando o joelho na altura do outro.
Ele trocou de panturrilha e ela não baixou a direita, mas deixou cair entre o encosto do sofá e a barriga dele. Com esses movimentos, a saia dela, de seda, deslizou, deixando boa parte das coxas de fora. E, mesmo que da minha posição eu não pudesse ver, ele com certeza estava curtindo uma bela vista daquele thong branco. A perna direita, que estava livre, foi direto pro volume dele, que já tava bem inchado de novo, assim como meu pau que minha namorada sentia na nuca dela.
O pé dela se mexeu um pouco naquele volume e ele ficou meio acalorado. Levantou o rosto pra olhar pra nós dois: pra mim, pra ver se eu ainda tava deixando aquelas apalpadas, e pra ela, pra ter certeza de que ela tava ligada no que tava fazendo.
Eu não falei nada, e ele subiu a mão até tocar parte da coxa dela, voltou atrás e olhou pra gente de novo. Depois, continuou subindo um pouco mais.
— Ei, eu não te dei permissão pra me tocar aí — disse ela com um sorriso —, eu falei que você ia ver mais coisa em casa, mas não que ia me apalpar.
— E o que você vai me mostrar, então? — respondeu ele, tirando as mãos da coxa e colocando elas em cima dos pés dela, fazendo um pouco de pressão no volume dele.
— Sabe que ele endureceu de novo? — me disse Ana.
— Imagino — respondi —, você mostra o thong e quer o quê?
— Deixo você escolher entre peitos ou thong — disse ela pra ele.
— A gente quer ver as duas coisinhas, não é, Diego?
— Não me mete nessa, eu sempre vou ficar do lado dela.
— Primeiro os peitos — disse ele, apertando de novo os pés dela, que já estavam cada um dos lados do pau dele.
Antes de se levantar, ela conseguiu dar umas sacudidas no pau dele, como se estivesse punhetando com os pés. Depois, sentou, deixando aquele volume de novo à mostra, com uma boa barraca armada, e a glande redonda bem marcada na ponta. Em seguida, levantou a camisa, virando-se pra ele poder ver. desabotoar o sutiã, sem demora. Minha namorada tirou as alças pelos braços e jogou o sutiã na mesa. Por fim, soltou a camisa e ali ficaram à minha vista aquelas tetonas na camisa transparente dela.
Aos poucos, ela se virou para ficar de frente pra ele, enquanto pegava os próprios peitos com as mãos por baixo, balançando-os de um lado pro outro pra ele apreciar melhor.
— Porra, Ana, que tetas impressionantes você tem, que prazer poder vê-las, mesmo que assim mal dê pra ver as aréolas, mas puta merda, são sensuais.
— Também não tem problema se eu mostrar as aréolas — disse ela, levantando a camisa e mostrando os peitos sem nada no meio.
— Meu Deus, parecem outras, posso tocar um pouco? Bom, se o Diego deixar. Só um pouco — repetiu ele, me olhando com cara de súplica.
— Só um instante — ofereci.
— Valeu pra vocês dois.
Ele levou as mãos pras tetonas da minha namorada e acariciou com muito cuidado, pesando-as por baixo e pegando os bicos com o indicador e o polegar, girando bem devagar, depois apertou um pouco mais, como se estivesse medindo a dureza. Por fim, aproximou a boca pra dar um beijo em cada bico e soltou.
— Bufff... que tesão, olha como fiquei — disse ele, pegando o pau pela base do volume pra mostrar o maior possível.
— Você sujou a calça, seu porco — falou minha namorada, apontando uma mancha média na calça na altura da glande.
— Imagina como tá por dentro, ou se quiserem, eu mostro pra vocês não precisarem imaginar.
— Lá vem o exibicionista de novo — disse ela rindo, se jogando de novo no meu colo.
— Olha só, você também tá com uma boa brocha — falou ele, pegando minha mão e colocando entre as dele em cima dos peitos dela, com a camisa no meio.
Ele colocou os pés descaradamente de novo dos lados do pauzão dela. Ana começou a subir e descer os pés ao longo do rabo todo dele, que tava dentro da calça. aquele pacote. Depois abaixou o zíper e tirou o pau pra fora coberto só pela cueca, e ela, sem nenhuma ajuda, colocou os pés dele de volta pros lados pra continuar com aquela punheta meio disfarçada.
A mancha tava cada vez mais visível, quase dando pra ver o líquido pré-gozando escorrendo pela ponta da cueca dele.
Eu tava com o pau a mil e não sabia se devia parar aquilo ou deixar rolar um pouco mais, mas uma coisa eu tinha certeza: não queria que ele comesse minha namorada naquela noite. Achava muito precipitado e sabia que depois ela ia jogar isso na minha cara de algum jeito.
— Querem ver ela então? — ele perguntou de novo.
A gente continuava sem responder aquela pergunta.
— Tira se quiser — ela disse —, mas não vou mais encostar em você a não ser que coloque uma toalha por cima.
Ele ficou na dúvida, mas pensou que deixar o pau dentro da cueca era uma desvantagem, então se abaixou pra tirar os sapatos e depois se despiu da cintura pra baixo, deixando aquele picaço totalmente ereto no ar.
— Tão gostando do que tão vendo? — ele perguntou pra nós dois.
— Você tem um pau bem potente — ela disse —, imagino que deve deixar as minas que curtem bem satisfeitas.
— Você tem um pau bonito — falei pra ele.
— Querem tocar? Sem punheta nem nada, só tocar mesmo.
Ele chegou perto da gente e minha namorada segurou ele igual fez da outra vez, deu umas sacudidas e, se aproximando, deu um beijinho na ponta da cabeça.
— Tá muito quente, toca você — minha namorada falou, e eu passei a ponta dos meus dedos ao longo daquele tronco. — Mas segura com a mão, vê como é grosso — obedeci e segurei ele por uns segundos.
Ele foi sentar de novo no lugar dele, e a Ana sentou no dela pra não ficar mais tocando o pau dele com os pés.
— Fico meio sem graça, mesmo que não acreditem, preferia que você também tirasse a roupa — ele falou pra mim.
— Não tenho problema com isso — respondi, e em segundos tava lá de pé com meu rabo durasso.
— Quer me Vocês também querem tocar?" — perguntei enquanto me aproximava dos dois.
Ela foi a primeira a se decidir de novo e agarrou minha rola, se aproximando para repetir o beijo na ponta da glande. Depois, guiou até ele, que não hesitou em pegar na minha vara, me dar umas punhetas bem intensas e terminar beijando também a glande. Aí eu me afastei e sentei de novo no meu lugar.
— Você se atreveria, se o seu namorado desse permissão?
— Não, agora não. Outro dia, sei lá. Se quiserem, mostro a tanguinha — respondeu.
Nós dois concordamos, e minha namorada se levantou, abaixou o zíper da saia e deixou cair no chão, depois se abaixou pra colocá-la na mesa. Em seguida, puxou um pouco mais as laterais da cintura e deu umas voltinhas ali mesmo, pra gente ver ela em todo o esplendor.
A bunda dela aparecia totalmente nua, porque a tira da tanguinha era bem fina e estava enfiada entre os glúteos. Na frente, só tinha um triângulo bem pequeno de seda, que no centro afundava um pouco na boceta e por fora era transbordado pelos lábios maiores daquela maravilhosa xota. Por cima, dava pra ver uma linha de pelos pubianos que escapava do pano mínimo.
Depois, ela sentou de novo entre nós dois e caiu na risada ao ver o líquido pré-seminal que nossos paus mostravam.
— Vocês vão sujar o sofá, seus porcos.
— A gente tá muito excitado, Ana — disse ele —, você devia fazer alguma coisa por nós.
— Eu? — dar uma punheta pra vocês e pronto. Além disso, meu namorado pode me foder daqui a pouco e não precisa se masturbar.
— Por que vocês não transam na minha frente? Não vou te tocar nem nada, mas ia me dar muito tesão olhar vocês enquanto fazem.
Ana estava muito excitada, isso era claro. Ela sentou em cima de mim, agarrou minha rola e, afastando a tanguinha só o mínimo pro lado, enfiou até o saco. Depois, começou a me matar com um vai e vem num ritmo médio pra eu não gozar logo. Logo começou a gemer, e gemiu mais forte ainda quando eu esfreguei o clitóris dela por cima daquela... fina seda.
- Dá forte, filho da puta... até o fundo...
Os olhos dela estavam semiabertos, mas ela não parava de olhar pra pica do Javier, que chegou um pouco mais perto da gente. Ela levou a mão dela pra lá e começou a bater uma pra ele num ritmo do caralho. Ficamos assim por um bom tempo, até que os gemidos dela ficaram mais altos, anunciando a chegada de um puta orgasmo.
- Ahhh... que gostosooo... agggg... não aguento maiiiis... vou gozaaaar... vou gozar... ahhhh...
O orgasmo dela provocou umas contrações na minha pica que acabaram com a minha resistência. Gozei como nunca tinha gozado. Tava de olhos fechados e abri quando senti a gozada do Javier nas minhas pernas, embora a Ana tenha levado a maior parte.
Ela tava com a camisa levantada com uma mão pra proteger do esperma que ele tava jorrando em tiros fortes, enquanto com a outra continuava batendo uma pra pica dele pra extrair os últimos jatos. Quando só saíam umas gotas, ela apertou a cabeça da pica pra espremer e não deixar nada lá dentro. Depois soltou.
- Nossa, como vocês me deixaram - ela disse enquanto o Javier trouxe uma toalha pra gente se limpar e foi embora de novo, nos deixando sozinhos.
Sem tirar ela de cima de mim e com a minha pica ainda dentro dela, sequei o torso dela, porque ela tava com esperma até nos peitos, aí ela conseguiu soltar a camisa.
- Espera - ela falou -, olha o que ele cuspiu aqui.
Ela se inclinou pra trás, me mostrando a poça de esperma que tinha entre as pernas, depois pegou minha mão pra enfiar lá e me lambuzar com aquele líquido, e chupou meus dedos.
- Me dá mais - ela pediu, e eu repeti aquela operação várias vezes.
Depois ela virou o rosto e me deu um beijão de respeito, dividindo o esperma que ela tinha na boca.
Terminamos de nos limpar e levantamos pra ir pro quarto enquanto ouvíamos o chuveiro.
Pouco depois, já banhados, dormimos cada um no seu quarto, mas com as portas abertas.
Capítulo 10
Por causa do quanto a gente foi dormir tarde, no domingo acordamos Lá pelas onze da manhã, primeiro nós dois e depois o Javier, que a Ana acordou com uma batucada na panela que fez ele dar um pulo e quase cair da cama. Ainda tô rindo até agora das risadas dos dois. Ainda bem que ele levou na esportiva, apesar de no começo ter soltado uns palavrões dos brabos.
O único problema, se é que dá pra chamar assim, é que o filho da mãe dorme pelado e ainda por cima naquele momento tava com aquela ereção matinal típica, mas fazer o quê, isso já não é preocupação pra gente.
Tomamos café da manhã e ele se preparou pra voltar pra cidade dele. Dei um jogo de chaves pra ele quando se despediu da gente e ele foi embora.
A Ana passou a tarde inteira falando com a amiga dela, a Cris, com a irmã dela e até com a minha irmã. Eu contratei os serviços com a nova operadora de internet.
Na segunda-feira, me senti meio estranho quando a Ana foi trabalhar e eu fiquei sozinho. Depois fui no escritório de emprego pra regularizar minha nova situação de desempregado, e continuei mandando meu currículo pra várias empresas do setor ou parecidas.
Também conferi nossa conta bancária. Naquela mesma manhã, tinha caído a transferência do Javier, então a gente podia respirar aliviado. Finalmente as contas estavam fechando.
A Ana chegou do trabalho ao meio-dia pra gente almoçar junto. Depois tiramos um cochilo. Mais tarde fomos pra sala, onde ficamos comentando a sorte que tivemos de encontrar o Javier como inquilino.
— Imagina se num mês a gente podia ter tido dois inquilinos em casa todos os dias do ano? — ela me disse.
— Aff, melhor nem me lembrar.
— Além de todas as vantagens que ele nos traz, é um cara gente boa no trato com a gente — ela continuou.
— Ei, amor, não acha que a gente tá indo meio rápido demais nos assuntos sexuais?
— Acho que sim, mas já viu que é difícil segurar ele, ele nos leva pra cama toda vez que quer.
— Falta pouco pra ele fazer algo que você já não saiba, né? — perguntei.
— Mas, minha vida, isso eu não vou permitir. seria agir como uma verdadeira puta.
— Mulher, não fala isso nem de brincadeira, você sabe que tem montes de casais que mantêm relacionamentos abertos, muitos são swingers e outros simplesmente fazem isso com acordos, regras ou condições do próprio casal, mas nenhuma dessas mulheres se consideraria putas.
— Mas eu não quero que você transe com outra garota, é que eu não conseguiria nem conceber essa ideia.
— Nem eu tenho interesse em fazer isso, por isso a gente entraria no segundo grupo, o das regras para poder chegar a transar com outro cara.
— E quais seriam essas regras?
— Pra mim a mais importante é que você nunca faça isso sozinha com ninguém, todas as brincadeiras sexuais que a gente fizer com outro cara têm que ser na minha presença, quer eu participe ou não.
Ela concordou com a cabeça.
— É muito difícil pra mim falar dessas coisas, já que eu não estou disposta a transar com outros homens.
— Olha, Ana, ontem a gente transou com o Javier, a gente tem que assumir isso os dois, ou melhor, os três.
— Sim, mas faltou o principal e esse é o passo que eu não quero dar.
— E eu não vou propor, nem vou permitir que ele te force a nada que você não concorde, faltava mais, mas também não vou me opor a uma iniciativa sua.
— Mas Diego, você não se importa que ele me... me coma? Tanto faz pra você?
— Não, querida, claro que não tanto faria se fosse com qualquer um, mas o Javier é um cara legal, tem boa convivência com a gente, boa aparência e faz essas coisas como se fosse natural, sei lá, mas se eu quero que a gente esteja com outro cara, ele pra mim tem todas as chances. Isso sim, nunca contra a sua vontade.
— Sabe que se eu algum dia conseguir fazer isso, ele nunca mais vai querer parar. Não é que ele vem uma vez por mês, é que ele mora com a gente. Você não percebe? — ela me disse com toda razão, aliás.
— Nesse caso, colocar limites nessas relações seria outra das regras, querida, as condições a gente tem que colocar nós e ele teria que aceitá-las. Claro que nós mesmos não as descumpriríamos, por mais vontade que pudéssemos ter de fazer isso.
— Outra seria que ele usasse sempre camisinha — ela me disse, e meu pau deu um pulo, finalmente ela admitia que poderia foder com ele.
— Espera um momento — falei, fui até a mesa do nosso escritório e voltei com um bloco e uma caneta —, vamos anotar tudo o que pensarmos e depois passamos para uma folha.
Anotei as três regras que tínhamos proposto e olhei nos olhos dela com um sorriso.
— Fico feliz que as condições sejam definidas pelos dois — falei.
— Que ele não tente nada com a gente se vier com outra garota para transar com ela.
— Você acha melhor colocar "se vier com outra pessoa"? Imagina que ele vem com outro amigo e quer te dividir.
— Vale, concordo, coloca "com outra pessoa".
— Não faremos se algum de nós estiver bêbado ou muito alterado — ela ditou para eu escrever.
— Se rolar alguma humilhação ou falta de respeito, fora de contexto, por parte de um de nós, a relação será interrompida e não terá mais nenhuma até que o motivo seja esclarecido a contento dos outros dois.
— Quando um dos três quiser parar uma relação, ela será parada sem precisar dar explicações — ela ditou de novo.
Ficamos os dois pensando por um bom tempo, depois nos olhamos e sorrimos.
— Bom, amor, acho que essas condições estão ótimas para começar, depois se pensarmos em mais algumas, a gente adiciona — falei.
— Adiciona uma porque eu já tô vendo onde ele quer chegar — ela disse, e fiquei esperando com a caneta na mão —, nada de aproximações em público, aí você é meu namorado e ele é nosso amigo, e pronto.
— Vale, depois eu redijo as regras no notebook e imprimo pra gente memorizar tudo. Depois rasgamos a folha e só vai ficar no computador.
— Ah, falta a gente combinar entre nós a frequência com que vamos fazer isso.
— Uma vez a cada seis meses — eu disse com um sorrisão.
— Uma vez por dia — respondi, e soltamos uma gargalhada ao mesmo tempo que ela me deu um tapinha no ombro.
— Seu bruto, então se não colocarmos esse limite, ele me fodia três vezes por dia.
— Bom, você já viu como ele é fogoso, tá sempre duro na sua presença.
— Pois eu não sei qual poderia ser o limite.
— Você fode com ele todos os dias que ele ficar aqui.
— Você tá doido, meu corno, agora tá pensando com a pica, né? — disse ela, olhando pro volume enorme na minha calça.
— Pois é, o que quer que eu te diga, mas podemos pensar de outro jeito.
— Como? — ela perguntou.
— O que você acha do Javier?
— Até agora, muito legal, divertido e sensual, eu diria.
— Você gostou da pica dele, né? É um pouco maior e mais grossa que a minha.
— Cara, acho que qualquer mina ficaria satisfeita com uma pica dessas, não?
— Sim, mas e você?
— Eu o quê? — ela perguntou.
— Se você gostou o suficiente pra dar pra ele.
— Nossa, como você é bruto, claro que gostei.
— A pergunta é muito fácil: quantas vezes você acha que repetiria num mês, por exemplo, sabendo do que você gosta? Quero que sejamos sinceros no que estamos tratando. Se você se sentir pressionada, a gente deixa em branco e vê isso mais pra frente. Sabe que é muito importante pra nós dois, considerando o que você disse antes, que ele vai morar aqui com a gente e não pode te foder toda vez que der na telha.
— Colocamos um dia por semana? O que você acha?
— Perfeito, o que você disser é lei e vamos cumprir à risca os três. Explicamos os motivos pra ele e pronto — respondi com um sorriso, anotando o dado na lista.
— Não tô pressionada, mas sim um pouco nervosa, meu amor. Me dá um abraço.
Deixei o bloco e a caneta e me abracei com ela como se não houvesse amanhã. Era nosso momento de carinho e ternura.
— Te amo, minha baixinha, te amo loucamente, nunca vou te decepcionar na vida, até morrer, te juro. Juro, amor meu, você é a namorada mais maravilhosa do mundo inteiro.
E não parei de falar as coisas mais lindas que saíam do meu coração, porque amo minha namorada acima de tudo.
A cada frase minha, ela se apertava mais contra mim. Senti de novo os soluços no meu corpo e as lágrimas no meu pescoço, enquanto, com tanta emoção, ela não conseguia dizer uma palavra.
— Calma, amor meu... calma... vamos... relaxa, céu — eu dizia, com minhas clássicas palmadinhas nas costas dela.
Por fim, ela relaxou e parou de soluçar.
— Desculpa, céu, de novo te enchi com tantas regras e besteiras minhas — falei.
— Não... não é encheção... eu tava um pouco nervosa e já passou. Obrigada por me entender, amor meu, te amo porque você é o homem mais bom que eu poderia sonhar.
— Obrigado, céu, sei que tem horas que não mereço seu amor, se eu tivesse um chicote, me açoitava agora até não sobrar uma gota de sangue.
— Ah, bobo, e o que eu faria sem você então?
Nos olhamos e caímos na risada. Então, dei um tapa forte na bunda dela.
— Nossa, como você é safada, que cara de putinha você tem.
— E você com essa cara de corno...
— Com muito orgulho — respondi, continuando às gargalhadas.
— Anota aí: no primeiro dia, ele tem que me foder três vezes seguidas, e você tem que ter seu cuzinho bonito desvirginado duas vezes por semana — ela disse, e a gente não parava de rir.
— Bom, no dia que chegar a vez, ele pode te foder quantas vezes conseguir, até deixar você seca que nem uva-passa.
— Tá me deixando com tesão, filho da puta, e você vai ter que me foder que nem três cubanos no Booty.
— Não sei se você vai aguentar o tranco. Vamos ver o que você sabe fazer — falei com um sorrisão, enquanto a levava pra cama de mãos dadas, onde a gente transou gostoso e ficou mais que satisfeito.
Depois de nos recuperarmos, ficamos deitados um do lado do outro por um bom tempo.
— Você tá disposta a fazer isso logo? Já te falei que você tem que fazer por iniciativa sua.
—Não sei, sério, vamos ver como o dia a dia se desenrola quando ela estiver aqui e não vamos mencionar nada sobre as regras até que isso aconteça, se acontecer.
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