Naquela manhã de domingo, o time de futebol society de que o Juan fazia parte há menos de um ano jogava fora de casa, como visitante.
O pai dele costumava levá-lo de carro, mas dessa vez não dava, porque tinha que ir trabalhar. Então foi Rosa, a mãe dele, quem se ofereceu pra ir com ele pra dar uma força. O garoto não gostou nada da ideia, porque ficava com vergonha de ser visto na companhia da mãe — não só porque, com seus quinze anos, ia parecer um pirralho mimado, mas também porque a mulher era tão gostosa que atraía os olhares safados de todos os caras e o ódio de todas as mulheres, o que deixava o filho todo desconfortável. Só que João não sabia como falar isso pra mãe sem magoá-la e, como todas as desculpas que ele deu não colaram, acabou aceitando de má vontade.

Mesmo já tendo 37 anos, queria parecer mais jovem e esportiva, então a mulher se vestiu com um tênis branco, uma minissaia vermelha rodada e uma camiseta branca bem justa, onde, mais do que dar pra ver o escrito "Pussycat" e a estampa de uma gata, dava pra enxergar claramente as marcas do sutiãzinho que ela usava por baixo e dos bicos dos peitos que ameaçavam rasgar a camiseta. João não se atreveu a falar nada com ela, porque ela já tinha reclamado bastante e ele não queria incomodá-la mais.

Como a Rosa não tinha carteira de motorista, pegaram um ônibus que deixou os dois praticamente na porta do ginásio onde o jogo rolava. Como era a primeira vez que pegavam, Rosa achou que em menos de uma hora chegariam, mas o trajeto se esticou por mais de duas horas, então chegaram quando o primeiro tempo já tinha acabado. Durante toda a viagem, João não parou de reclamar, e a mãe teve que aguentar ele, tentando convencê-lo de que chegariam a tempo pro jogo. Também não passaram despercebidas pro garoto as olhadas que o povo dava na mãe dele, principalmente os homens, que ficavam de olho nos peitos dela, que empurravam a camiseta.

como as calcinhas brancas que ela usava, já que, ao sentar, a saia tinha subido um pouco mostrando as calcinhas.
Embora o Juan, assim que chegou, tenha saído correndo pro vestiário pra vestir o equipamento esportivo, como se não conhecesse a mulher com quem tinha vindo, ela deu um beijinho rápido na bochecha dele, toda contente, desejando sorte. Aí todo mundo percebeu que ele tava acompanhado de uma gostosa igual a Rosa, e, mesmo ninguém tendo falado com ela, todos os olhares se viraram cheios de tesão pra ela, despindo ela, enquanto ouviam alguma frase, entre gargalhadas, que devia ser dos torcedores e pais do time da casa.
Qual é essa? A gatinha do time? Então vamos comer ela inteirinha, mas antes vamos tirar a embalagem pra ver que surpresa encontramos dentro.Com essa dianteira dá pra jogar sim, e muito bem.Essa chupa muito, muito e muito bem.Tá na cara que tão vindo pra dar o sangue.

Rosa foi embora seguindo os torcedores até as arquibancadas coladas no campo de futebol, de onde dava pra ver o jogo.
Na sequência, os dois times saíram pro campo pra começar o segundo tempo da partida, e as palavras de incentivo pra uns viravam xingamentos e ameaças pros outros. Rosa, toda animada, gritava palavras de apoio pro time onde o filho dela jogava e especialmente pra ele, que tava entrando em campo pra jogar, enquanto ouvia frases direcionadas ao time visitante e, principalmente, a ela:
Agora sim vamos enfiar no cu delas, mas literalmente no cu. Principalmente nessa aqui, na peituda.Vamos enfiar tanto no seu cu que você não vai conseguir sentar por meses. Prepara a buceta, gostosa.Vamos meter com força até o talo. Isso, até o fundo, até as bolas.Mais do que gatos de botas, vamos encher as botas com a gatinha peituda.Vamos foder com ela, digo, vamos foder com eles.

Rosa, ouvindo aquilo, não ousava dizer nada, embora seu rosto ficasse vermelho-vivo de vergonha.
Mesmo a mulher tendo se sentado assim que começou o segundo tempo do jogo, percebeu que ninguém mais fazia isso, todo mundo se apoiava nas grades de metal na frente, de um jeito que, sentada, ela não conseguia ver a partida. Então ela se levantou e se apoiou no primeiro espaço vazio que encontrou.
Juan, que costumava jogar como atacante, dessa vez foi colocado na defesa, mesmo sendo meio baixinho e não muito forte. O motivo é que a posição de atacante que ele ocupava normalmente nessa partida foi pra outro moleque ainda mais magrelo que ele, então o técnico teve a brilhante ideia de recuar o Juan pra zaga.
Não só não tava familiarizado com a posição, como o atacante que ele tinha que marcar era bem mais alto e grandão que ele, provavelmente tinha mais idade do que o permitido na categoria, mas ninguém ousava reclamar com a torcida tão agressiva do time da casa.
Assim que começou o segundo tempo do jogo, o cara, que vestia a camisa nove, se aproximou do Juan e perguntou, sorrindo com malícia, e apontando com a cabeça pra Rosa:
A big brest é sua mamãe, né? Puta que peitos que ela tem! Quantas cubanas ela deve ter feito com essas tetonas!

Ele não continuou porque o time dele tava atacando e ele ia buscar o parceiro pra passar a bola.
A jogada não deu em nada e o cara se aproximou de novo do Juan pra encher o saco dele.
Como o Juan não tinha coragem de responder, o cara continuava enchendo o saco dele:
São naturais ou ela operou? Não é normal, tão grandes e redondas que parecem bolas. Dá vontade de apertar, lamber e morder. Eu comeria elas aos bocados!Novas jogadas interrompiam o monólogo, mas logo ele retomava, sem parar de sorrir perversamente pra ela.
Vou foder ela. Pra cada gol que ela marcar, vou meter meu pau na buceta peluda dela.Primeiro vou tirar a calcinha dela, por que ela trouxe calcinha, né? Com certeza é tão puta que nem trouxe pra não rasgar nem roubarem, e assim foder mais rápido.Como te falava, vamos supor que sua mamãe tá de calcinha. Primeiro vou puxar ela pra baixo, colocar ela de joelhos no meu colo e dar uns bons tapas naquele rabão que ela tem. Vou meter os dedos no cu e na buceta dela, só pra provar e ir esquentando a xereca dela aos poucos.Depois vou arrancar o vestido dela e vou apalpar os peitos dela. Porque… que peitão que a sua mamãe tem! Não pense que a gente não reparou nessas tetonas que ela tem. Que pedaço de peito! As cubanas tão gostosas que devem dar com esses melões enormes!Antes de eu foder ela, ela vai chupar minha pica. Deve ser toda uma expert com esses lábios carnudos que ela tem. Já tô imaginando ela enfiando minha pica na boca dela e espremendo toda a porra. Hummm, que gostoso! Quase gozo só de pensar.Vou gozar dentro da boca dela e ela vai engolir toda a minha porra. Toda! Sem deixar nem uma gota! Ela vai lamber os lábios saboreando minha porra. Você vai ver como ela vai adorar.Vou colocar ela de quatro e meter primeiro no cu dela e depois na buceta. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Vou deixar ela prenha e você vai ganhar um irmãozinho. Vão botar meu nome, Sebas, porque no fim sua mamãe vai ter conhecido um macho de verdade, não igual ao teu pai, um baita dum frouxo viadinho.

Ela acompanhava suas palavras com gestos obscenos, claramente demonstrando que estava gozando, e todo mundo percebia, até o juiz, mas ninguém interferia.
Ouvindo como ele provocava a mãe dele, Juan se distraiu, deixando o camisa nove se desmarcar e fazer um gol.
Goooooool, goooooool!A torcida local grita, assim como o cara e o time adversário.
Mas o que você fez? Deixou ele sozinho!Um companheiro muito irritado do time dele o repreendeu.
Acorda, porra!Outro falou de mal jeito com ela, e é que nunca tiveram muita simpatia por ela no time.
O nove do time adversário também se aproximou e, sorrindo com maldade pra ela, disse:
Caralho, que foda que vou dar na sua mãe!Na jogada seguinte, o Juan disputando uma bola, levou um murrão na cara do camisa nove que deixou ele grogue no chão por uns segundos, e o nove aproveitou pra meter o segundo gol dele.
Goooooool, goooooool!Ele se levantou sangrando pelo nariz e, ao reclamar, o juiz mostrou um cartão amarelo por reclamar.
Os colegas de equipe dele encheram o saco e ele começou a chorar.
Você está nos afundando, buceta! Seu idiota! Acorda, porra!Chora, mocinha, chora! Tinha que usar calcinha em vez de cueca.Seu merda de viado!Na retomada, o nove voltou a provocá-la, acompanhando suas palavras com movimentos de foda.
Como é que eu vou pegar a sua mãe, menininha, viadinho de merda! Já são duas gozadas que vou dar nela. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Na jogada seguinte, Juan partiu com fúria pra cima do camisa nove, errando um chute que tava mirando, e, caindo no chão, viu o cara meter um terceiro gol.
Goooooool, goooooool!Os colegas dele correram pra xingar ele aos berros, enquanto ele tava caído no chão.
Fodeu-se, sua puta velha!Filho da puta! O que você fez? O que você fez, seu bucetudo, o que você fez?O árbitro veio correndo até ele e, tirando o cartão vermelho do bolso, mostrou pra ele, levantando o braço bem rígido pra cima.
Expulso!Chorando, olhou impotente para o árbitro, para os companheiros e para o camisa nove do time adversário que, sorrindo perversamente pra ele, fazia gestos com as mãos de estar comendo alguém, enfiando repetidamente os dedos de uma mão entre o polegar e o indicador da outra, formando um círculo. Outros do time adversário faziam gestos pro Juan com a língua e a boca, como se estivessem fazendo um boquete.
Ele se virou e foi andando em direção aos vestiários, quando um colega de time dele empurrou ele e ainda colocou a perna na frente, fazendo ele cair no chão. Ele se levantou e partiu pra cima do colega, trocando sopapos e porradas entre os dois. Quando os outros caras do time chegaram, separaram eles, mas alguns ainda empurraram e bateram no João, que, chorando e sangrando pelo nariz, saiu andando pro vestiário, no meio de vaias e xingamentos da torcida e dos espectadores.
Olhou para onde a mãe dele estava, mas ela já não estava mais ali. Mas o que será que tinha acontecido com a mãe dele enquanto ele brincava no campo?
No começo da segunda parte, Rosa, apoiada no corrimão de metal, observava o filho no campo e via como um garoto bem mais velho que ele não parava, quando tinha chance, de falar umas coisas que deixavam ele desconfortável.
Sem querer, mantendo a raba empinada, sentiu um tapa forte e estalado numa das nádegas. Gritou de dor, virando-se pra ver quem tinha batido, enquanto cobria a bunda com a mão. Viu um homenzinho se afastando dela e ouviu as gargalhadas dos torcedores que olhavam pra ela com cara de safados.

Observando o homem sumir descendo umas escadas, ela se apoiou de novo no parapeito, continuando a ver o jogo.
Não tinham passado nem dez minutos quando o homenzinho, encorajado por um par de babões, passou por trás da Rosa e rapidamente levantou a saia dela por trás e puxou a calcinha dela até os joelhos, segurando a saia por alguns segundos, enquanto gravavam tudo com os celulares.
Rosa gritou surpresa, agachando-se num gesto defensivo. Mais gargalhadas e risadas. Sem ousar se levantar, virou-se para trás, vendo que estavam gravando com os celulares.

Encarada de vergonha, não sabia o que fazer nem ousava se levantar e, quando o fez, tirou a calcinha já que, se a puxasse ali mesmo na frente de todo mundo, iam ver a buceta e a raba dela, e iam filmar.
Agarrando a calcinha dela, ele levou na mão fechada e saiu das arquibancadas, procurando um banheiro pra vestir.
Como não achou os banheiros, pensou em entrar num dos vestiários, mas, como não viu ninguém que pudesse vê-la, foi até uma parede e, tirando a calcinha, levantou um pouco uma das pernas e enfiou a calcinha num dos pés. Quando ia fazer o mesmo com o outro pé, ouviu um assobio de admiração e viu que um homem tinha aparecido de um lado do prédio e estava assobiando pra ela. Tirou a calcinha de novo e entrou rapidinho no vestiário.

Ele percorreu sem encontrar ninguém uma sala comprida com as paredes cheias de armários fechados onde os jogadores guardavam suas roupas e, no fundo, havia pequenos cômodos com chuveiros e vasos sanitários.
Ela entrou num quarto com chuveiro e fechou a porta, mesmo sem ter tranca pra travar.
Ela vestiu a calcinha, puxando pra cima, e, quando ainda não tinha colocado direito e a saia estava levantada, alguém empurrou a porta, batendo nela e fazendo-a tropeçar.
Tá ocupado!Conseguiu dizer gritando.
Quem tá aí?Ouviu a voz do homem que empurrava a porta.
Tá ocupado!Ela repetiu, angustiada, segurando a porta que estava meio aberta.
O que você tá fazendo aí? Tá roubando?O homem perguntou de forma acusatória, percorrendo com o olhar o corpo da mulher.
Não, não! Tô vestindo a roupa!Respondeu angustiada.
O que você tá escondendo aí?Nada! Tô me vestindo!E aí, beleza?Perguntou outro homem que entrava nos vestiários.
Peguei essa aí roubando.Respondeu o homem que chegou primeiro.
Eu não roubei nada.Rosa respondeu.
Vamos ver, vamos ver!O segundo homem empurrou o primeiro pra espiar a mulher dentro do quarto.
Digo pra ela que eu não roubei nada.Então, o que você tá fazendo aqui?Eu estava me vestindo.A roupa? Vamos ver o que você tá escondendo aí! Deixa eu ver!Disse o segundo homem, pegando na saia dela pela frente e levantando, mas Rosa segurou a saia e puxou pra baixo.
Não escondo nada. É só a minha roupa que eu tava vestindo.Você mostra pra gente na boa ou na maldade, mas daqui não sai sem devolver o que roubou.Por favor, eu juro que não roubei nada. Tava procurando um banheiro e, como não achava, entrei aqui, mas não toquei nem peguei nada. Juro por Deus.A mulher suplicou.
Já, já é o que todas as ladras falam!Respondeu o primeiro homem e, de um puxão, arrancou a bolsinha que ela carregava. Abrindo-a, remexeu lá dentro, jogando todo o conteúdo no chão, junto com a própria bolsa.
Ai, meu Deus! Olha como eu não tô com nada, que não roubei nada!Com certeza você esconde o que roubou debaixo da roupa. Tira ela ou a gente tira pra você!Por favor, eu juro que não roubei nada.Então prova. Tira essa roupa e mostra pra gente que não tem nada aí que não seja teu.Mas o que é isso? Quer que eu fique pelada?Você escolhe. Ou tira você mesma ou a gente tira pra você, e te garanto que a gente não vai ser nada gentil nem delicado quando te despir. Com certeza vamos rasgar toda a sua roupa e você não vai conseguir vestir de novo. Todo mundo vai te ver pelada.Mas, por favor, eu juro pra você, juro pra vocês que não roubei nada.A mulher voltou a implorar, chorando.
Vem aqui!O primeiro homem se atirou nela, que recuou lutando contra a roupa e gritando.
Tirei eu, tirei eu!O segundo homem segurou o primeiro e disse pra ele:
Quito, mano! Foi ela quem tirou!O homem se afastou e disse a ela:
Então vai, tira logo essa roupa, não nos faz esperar, que minha paciência tem limite e você já passou dele.Sim, sim, já tô fazendo, já tô fazendo!Disse entre lágrimas a mulher enquanto levantava a saia e mostrava a calcinha branca dela.
Viu, viu, não tô com nada, é só minha calcinha!Tira isso, fica pelada, mas já!Enfiando os dedos nas laterais da calcinha, puxou ela até os pés, tirando-a, e, pegando ela com as mãos, enquanto abaixava a saia, mostrou pros dois caras, que pegaram ela.
Levanta a saia, levanta ela, que a gente quer ver o que você esconde aí!Ela levantou a saia, mostrando a entreperna e a buceta mal coberta por uma fina tira de pelos pubianos castanho-claros. Enquanto mantinha a saia erguida diante dos olhos lascivos dos dois homens, exclamou chorando:
Viu, não tô levando nada! Já tão satisfeitos?Tira tudo, tira toda a roupa!

Abaixando a saia, soltou os prendedores que a seguravam e a desceu até os pés, tirando-a, e, ao levantá-la, tiraram-na da mão dela.
Mais, tira tudo!Levantando a camiseta branca dela, tirou pela cabeça, e arrancaram das mãos dela.
Em seguida, soltou o sutiã, tirou ele, e também pegaram.
Cobrindo a virilha com uma mão e com o outro braço cruzado sobre os peitos, ela tentava escondê-los dos olhares safados dos dois caras, e disse, olhando bem séria na cara deles.

Já? Vocês já estão satisfeitos?Os tênis! Tira os tênis!Ela tirou com os pés, sem parar de cobrir os peitos e a buceta com as mãos e os braços.
Um cara se abaixou e pegou eles do chão, não sem dar uma boa olhada nela.
Tira as mão daí, levanta elas pra gente ver bem o que você tá escondendo!Isso fez ela se levantar, mostrando suas tetas enormes e durinhas, além da buceta, pros dois caras que babavam de tesão olhando pra ela.
Vira, vira que a gente quer ver o que você esconde por trás!

Obediente, Rosa se virou devagar, ficando parada quando deu totalmente as costas pra eles. Sentiu o peso dos olhares cheios de tesão nas bundona dela, grande e empinada.
Abre as pernas! Curva-te pra frente e apoia os braços na parede na tua frente! Queremos ver o que tu esconde aí!Por favor, já viram que…A mulher implorou de novo, mas cortaram ela antes que terminasse.
Fa o que eu te falei ou vai ser muito pior!

Obediente, fez o que mandaram ela fazer.
Mais, abre mais as pernas!Deram a ordem e ela obedeceu, levando um tapa forte numa das nádegas que a fez cambalear para frente enquanto soltava um gritinho misturado de dor, surpresa e vergonha.
Vamos ver o que você esconde aí dentro!

Ouviu muito perto da nuca, sentindo as nádegas serem separadas e um dedo enfiado no cu, remexendo lá dentro e causando dor na mulher.
Por favor, não me machuquem!Se tivesse sido uma gatinha boazinha, isso nunca teria acontecido com você.Ela ouviu o homem que estava cutucando o cu dela dar uma risada, seguida pelas gargalhadas do outro.
Rosa, ouvindo eles, soluçava, tremendo de medo, dor e vergonha.
Assim que parou de dar risada, sentiu outra mão enfiar entre as pernas dela, entre os lábios da buceta, e esfregar o sexo dela.
Vamos ver o que você tem aí! Hummm, que gostosa, mas que gostosa!Soluçando, a mulher aguentava sem ousar dizer nada, só esperando que tudo acabasse e deixassem ela ir embora sem mais problemas.
Foi um alívio quando ela tirou os dedos do cu, mas a repetida subida que fazia entre os lábios da buceta dela, especialmente no clitóris, era cada vez mais insistente, fazendo com que, contra a vontade dela, Rosa fosse ficando cada vez mais excitada.

A buceta dela lubrificava cada vez mais, encharcando a mão do homem que a masturbava, e ela começou a suspirar.
Tanto o homem que a estava masturbando quanto o que curtia assistir sabiam disso, sabiam que ela estava prestes a gozar, exclamando o primeiro:
A gatinha quer putaria!Os dois caras caíram na gargalhada de novo e o que tava masturbando ela exclamou:
E nós vamos dar isso a eles!

E tirando a mão da buceta da mulher, soltou rápido o cinto e abaixou a calça e a cueca até os tornozelos.
Por favor, não, por favor!Rosa implorou de novo, sabendo que iam fuder ela na hora se não impedisse.
Aproximando o pau ereto e congestionado dele na bunda da mulher, ele esfregou ele nas nádegas dela, enquanto agarrava os peitos dela por trás, e sussurrava no ouvido dela:
Hummm, que gostosa você tá, mas que gostosa você tá, gatinha!

E, encontrando a entrada da buceta, ele foi enfiando o pau devagarzinho dentro dela.
A mulher arregalou os olhos e abriu a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Tavam metendo nela!
Sem soltar as tetas dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e fodendo ela.

E, encontrando a entrada da buceta, enfiou o pauzinho devagar dentro dela.
A mulher abriu bem os olhos e a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Ela estava sendo penetrada!
Sem soltar as tetas dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e comendo ela gostoso.
Os braços da Rosa cederam e o rosto e o peito dela se apoiaram na parede, enquanto o cara não parava de foder ela, num ritmo cada vez mais acelerado, até que, em poucos segundos, gozou dentro dela, grunhindo igual um urso e parando enquanto curtia o orgasmo e descarregava o esperma dentro dela.

Apoiado nela, o cara aguentou firme até que o outro, dando um tapinha nas costas dele, falou:
Me deixa, parceiro, me deixa agora comigo!O cara se soltou dela, puxando a calça e a cueca pra cima.
O outro homem deu um tapa forte numa das nádegas de Rosa e, pegando-a pela cintura, fez ela se virar para ele.
Na frente dela, a poucos centímetros do corpo de Rosa, o homem colocou as mãos nos peitos da mulher, apalpando-os à vontade por quase um minuto, enquanto ela, sem reação, fechou os olhos marejados de lágrimas para não vê-lo. Sentiu os mamilos de Rosa endurecerem ainda mais e, num impulso de safadeza, deu um beijo na boca dela, um beijo profundo e demorado, enfiando a língua entre os lábios voluptuosos da mulher, que mal conseguia respirar. Rosa tentou afastar o rosto, mas a mão dele agarrou sua mandíbula, impedindo-a.
Um beijo que durou uns segundos até que, afastando a boca, ele puxou a calça e a cueca pra baixo depressa, deixando à mostra o pau duro e congestionado, cheio de veias azuis grossas e saltadas.
Ele agarrou ela pelas nádegas, uma mão em cada bunda, e levantando ela uns centímetros do chão, apoiou as costas dela na parede e meteu, enfiou o pau na buceta, até que os colhões bateram na virilha dela, e começou a se mover pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, uma e outra vez, fodendo ela gostoso. As pernas da Rosa abraçaram a cintura do cara, deixando a penetração mais funda. Os bufos do homem iam no ritmo dos gritinhos dela. Bufos e gritos de puro tesão. O vai-e-vem foi aumentando e em poucos segundos o cara gozou dentro dela, e ela também gozou.

O pau do homem ainda estava dentro dela quando ouviram vozes. Eram os jovens do time local voltando pro vestiário no fim do jogo.
O que tá rolando aqui?O treinador gritou e um monte de caras se amontoaram na porta do quarto onde tinham acabado de foder a Rosa pra ver ela toda pelada e macetada.
O cara que acabou de comer ela, levantou a calça e se mandou, pedindo desculpa pro treinador.
Você já sabe como são essas gatinhas que, com a desculpa de torcer pro time visitante, vêm abrir as pernas e dar a buceta pra serem fodidas!E saiu apressada do vestiário, seguindo os passos do colega que já tinha saído há alguns segundos, deixando uma Rosa completamente nua e fodida na frente de um monte de caras com as hormônios a ponto de explodir.
O treinador, que não queria complicar a vida, saiu do vestiário como se nada tivesse acontecido, deixando os caras com a gostosa de peitão pelada, acabada de foder.
Cobrindo a entreperna com uma das mãos e com o outro braço cruzado tapando os mamilos, a Rosa estava encolhida, o rosto todo vermelho de tanta vergonha que sentia, se vendo observada por um monte de jovens de hormônios à flor da pele que já estavam comendo ela com os olhos.
Como ninguém se mexia, Rosa disse baixinho, tentando amenizar a situação:
Por favor, galera, vocês podem me dar minhas roupas?Ouviu os jovens dizerem:
O que, quer que a gente dê a roupa pra ela? Nem fodendo, primeiro ela dá pra todo mundo.Isso, isso, deixa ela chupar a gente!Mas não é a mãe daquela gostosa que expulsaram do partido?Sim, é ela. A gostosa de peitão que tava com ele.Sebas, Sebas! É a mãe daquela gostosa que foi expulsa da festa! Aquela que você ia comer!Não um, três! Um pra cada gol que ela marcou!Me deixem passar, porra! Cadê a peituda?O nove perguntou, que tinha xingado o João durante o jogo.
Fizeram um espaço pra ele passar e ele se plantou na porta, olhando fixamente pra Rosa. Um sorriso largo e cheio de tesão se desenhou no rosto dele enquanto os olhos percorriam o corpo voluptuoso da mulher.
Mas olha só quem temos aqui, a mamãe da lady, e entregue de bandeja pra gente comer ela.Me deem minhas roupas, por favor. Eu não fiz nada pra vocês.Rosa implorou em voz baixa, sem ousar olhar diretamente na cara deles.
Nós é que vamos fazer algo com você. Já sabe o que vamos fazer, mas, se se comportar bem e for muito, mas muito educada com a gente, talvez a gente devolva sua roupa... depois.Respondeu Sebas sem perder seu sorriso lascivo para, após breves instantes, continuar ordenando-a em tom imperativo:
Sai daí se não quiser que a gente te tire daqui, porque aí não vamos ser nada legais com você!Por favor, não me machuquem. Eu poderia ser a mãe de vocês.A mulher suplicou, tentando amolecer o coração deles, mas no fim só fez foi endurecer a pica deles.
Mas não é, não. Você é uma das inimigas que se enfiou no nosso chuveiro pra foder com a gente. E a gente vai te dar um castigo bem dado. É você que vai se foder agora.Isso, isso, fode ela! Fode ela! Fode ela!Todos gritaram a plenos pulmões.
Entrando Sebas no quarto, pegou nos pulsos da mulher que resistia e, puxando ela, a tirou para fora, no meio dos jovens que a receberam apalpando os peitos dela, a bunda, as coxas, os quadris, a buceta, o corpo inteiro. Um enxame de mãos ansiosas apalpou, amassou e bateu no corpo nu de Rosa, que mal conseguia se proteger com os pulsos presos firmemente por Sebas.

Cercada por uma matilha de jovens safados e de pau duro, ela conseguiu se soltar e caiu de joelhos no chão, protegendo os peitos vermelhos com as mãos.
Saiam, saiam daí um momento!Sebas ordenou que a equipe, em silêncio, formasse um círculo ao redor de uma Rosa completamente nua e humilhada.
Aproximando-se, Sebas olhou para a mulher sorrindo de cima e disse, prepotente:
Você vai chupar a pica de todo mundo, um por um! Se não fizer, a gente vai te estuprar todos e não vai devolver sua roupa.Por favor… por favor.A mulher implorou em vão, sem conseguir nada, e Sebas foi falar com os colegas de equipe, apontando pra eles com a mão.
Vamos! Começa você, Quique, depois Javi e assim por diante até eu comer a buceta de todos.E enquanto Quique abaixava a calça e tirava um pau enorme e entupido, desproporcional pro tamanho dele, Sebas falou pra Rosa:
E cuidado você, gostosa, de machucar eles, senão a gente não deixa nem um dente na sua boca!Enquanto Quique se aproximava com o pau na boca da mulher, Sebas falou pra ela de novo:
Você tem que fazer todo mundo gozar na sua boca e engolir toda a porra sem derramar uma gota, puta!As risadas do grupo foram interrompidas pelo Quique, que batia no rosto da Rosa com seu pau duro e ereto enquanto a apressava.
Vem, vamos, chupa minha buceta!Ai, não, não, por favor!Rosa implorou de novo, e Sebas, ao ouvi-la, mostrou o sutiã que ela tinha trazido e com um canivete rasgou ele em dois pedaços num piscar de olhos. Mostrando a peça dividida em duas partes, ameaçou:
A próxima coisa que rasgo é sua calcinha, então engole isso se não quiser voltar pelada pra rua.Assustada e pensando que não podia deixar o filho vê-la pelada nem voltar pelada pra casa com o marido, pegou com uma mão na piroca dura do Quique e começou a dar lambidas, tímidas no começo e depois percorrendo a rola do moleque de ponta a ponta, tudo sob o olhar tarado de todo o time. Enfiou na boca, acariciando com os lábios carnudos enquanto, com a outra mão, passava a mão nas bolas dele também.
Você é uma verdadeira gatinha chupa-pau!Sebas elogiou ela e alguém começou a rir, embora ninguém tenha parado de observar o boquete que a Rosa tava fazendo nele.
Enquanto Rosa chupava a pica do Quique, outros caras passavam a mão à vontade nos peitos e na bunda dela, mas ela, focada no boquete, não parava e continuava chupando e lambendo.
Como queria gozar rápido antes que o filho dela sentisse falta e pudesse encontrá-la assim, ela tirou a pica da boca e acariciou com as mãos, colocando de volta, repetindo a ação uma e outra vez, cada vez com mais energia, com mais vontade, até que de repente o garoto gozou e a mulher instintivamente tirou a boca pra não engolir, sujando de esperma um par de colegas do time que gritaram enojados.

Gritou Sebas com sua voz de trovão:
Eu te falei pra engolir toda a porra!E, pegando a calcinha da Rosa, rasgou ela no meio com o canivete.
Na próxima vez que você não engolir, vai ser a sua saia que vai rasgar no meio. Então não me desobedece e engole toda a porra.Ele ameaçou ela com raiva.
Javi aproximou a piroca dura pra mulher, ela pegou e acariciou por uns segundos primeiro com as mãos e depois com a língua, brincando com a ponta do pau e lambendo ele inteiro, pra depois meter na boca e acariciar com os lábios gulosos. O jovem não demorou mais que uns segundos pra gozar, e dessa vez Rosa teve que engolir toda a porra, segurando um ânsia e a vontade de vomitar.

O terceiro foi ainda mais rápido e, tão excitado como estava, gozou nas próprias mãos da mulher antes de enfiar a pica na boca dela.
Mesmo assim, vendo que Sebas podia interromper as siriricas e ele ficar sem o prêmio, apressou Rosa e os jovens pra gozarem logo, de modo que a mulher, enquanto chupava uma rola, masturbava outras duas, uma em cada mão.
Quando acabou com o último, ela estava encharcada de porra, tanto no rosto quanto nas mãos, braços e peitos.

Mas ainda tinha o Sebas, mas esse queria mais que um boquete. Ele tinha merecido, tinha feito três gols e a gatinha tava devendo três gozadas pra ele, foi o que disse pro filho. Três parecia muito, caso alguém viesse atrapalhar, mas pelo menos uma ele queria meter, então não deixou ela se levantar, fez ela se inclinar pra frente, ficar de quatro no chão, apesar da resistência que ela fez e dos gritos que dava.
Não, não, por favor! O que você vai fazer?Empurrando as costas dela pra baixo, impedia ela de se levantar e, mesmo que ela se virasse, não ousava fugir com medo de levar uma surra, ele machucava ela e rasgava não só a roupa dela.
Fica quieta, rabuda! Você me deve, seu filho me deve! Já tô terminando e vou deixar você ir, mas, porra! Fica quieta. Já te falei pra ficar quieta, puta!

Colocando-se entre as pernas abertas dela, que não parava de gritar, segurou ela pelos quadris, enquanto um par de colegas empurravam ela pelas costas pra não levantar, e, baixando a calça de esporte na frente, agachou como se fosse cagar.
Apontando a piroca dura e inchada dele pra buceta dela, ele meteu de uma vez, até as bolas baterem na bunda dela, e, sem soltar as nádegas, começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, fodendo ela.
Ao sentir como a penetravam, ela parou de gritar, enchendo o ambiente com o barulho rítmico das bolas do nove batendo sem parar na bunda dela.
Tam-tam-tam-tam!Todos os jovens ficaram observando enquanto o Sebas metia na gatinha do time adversário, cujos peitos balançavam desordenados a cada estocada. Grossas lágrimas escorriam pelo rosto da mulher, abrindo sulcos largos e profundos no oceano de porra que a cobria.
Os braços dela falharam numa investida e, dobrando-se no chão, deixaram o rosto de Rosa se esconder entre eles.
Ofegando a cada estocada, o bruto grunhiu ao atingir o orgasmo e, embora tenha mantido a pica dentro por uns segundos até se esvaziar de esperma, ao desmontá-la ainda deu uns dois tapas fortes e sonoros na bunda dela.

Não deu tempo pra mais nada, porque já estavam esperando por eles do lado de fora. Então, sem tomar banho nem se lavar, vestiram rapidamente as roupas de rua, pra ninguém desconfiar do que tinham feito, e enfiaram os uniformes do time nas mochilas esportivas. Saíram voando do vestiário, deixando a pobre Rosa sozinha, que se levantou do chão com dificuldade, pegou o que sobrou das roupas, guardou as coisas na bolsinha, entrou no chuveiro e lavou todo o esperma e a sujeira que tinha no corpo.
Ela também não demorou, já que não queria que o filho desconfiasse do que tinha rolado. Vestiu saia, camiseta e tênis, e saiu do vestiário procurando o Juan.
Juan, que já estava vestido há um tempão, esperava a mãe dele do lado de fora do estádio. Achava estranho não ter visto ela na saída, mas não podia ir embora sem ela. Tava com medo de que tivesse acontecido alguma coisa com ela, mas não sabia como agir nem onde procurar sem chamar mais atenção. Também pensava que tudo o que tinha acontecido era culpa dela, da mãe dele, por insistir em vir e por pegar um ônibus, chegando atrasada no jogo, então qualquer merda que tivesse acontecido com ela tava mais do que justificado, ela tinha é que se foder.
Longe dos colegas de time que tinham saído primeiro depois dele e escondido pra ninguém ver, ele não parava de observar a saída do local pra ver se via a mãe dele. Dois colegas do time dele, vendo ele ali, se aproximaram e, olhando com cara de deboche, falaram:
Se tá procurando sua gostosa, entra no vestiário do outro time que tu vai achar ela lá.Tiraram toda a roupa dela e tão comendo ela todinha.E, rindo, foram embora, fazendo com as mãos o sinal de corno pra cima do Juan. O jovem ficou na dúvida do que fazer, mas entrar de novo no recinto e ir pro vestiário do time da casa parecia uma puta loucura. E além disso, e se eles tivessem razão, e estivessem comendo a mãe dele. O que ele faria? Iam humilhar ele ainda mais, comendo a mãe dele na frente dele, do filho dela. Não, definitivamente ele pensou que não era uma boa ideia.
Bem mais tarde, o time da casa saiu e, quando um carro com vários deles passou perto de onde João estava, reduziram a velocidade, buzinaram e mostraram a calcinha e o sutiã da mãe dele, rasgados ao meio. O camisa nove, que fez três gols nele durante a partida, colocou a cabeça para fora da janela e disse, todo sorridente:
Olha. Essa calcinha e esse sutiã são da sua mãe. A gente ficou com eles de lembrança depois de ter comido ela. Nós todos fodemos ela e ela mamou a pica de todo mundo. Como ela mama, vadia, como sua mamãe mama! Dá pra ver que ela tem experiência como uma puta chupa-rola.Agachado, ele temia que descessem do carro e o agredissem, por isso suspirou aliviado ao vê-los indo embora. Mas claro, acompanhados de xingamentos e gestos obscenos.
Lady!Filha da puta!Pensou que talvez a calcinha e o sutiã que tinham mostrado pra ela não fossem da mãe dela. Com certeza não, pensou tentando se convencer. Também pensou que agora que os caras do time adversário tinham ido embora, era mais provável que a mãe dela aparecesse, se é que realmente tinham comido ela.
Os minutos passavam e a mãe dele não aparecia. E se ela não aparecesse e ele tivesse que ir pra casa sozinho, o que ia dizer pro pai? O que ele ia perguntar?
Já ia embora quando a viu sair e se aproximou dela quase correndo.
Percebeu na hora que ela estava despenteada e molhada, como se tivesse acabado de sair do banho e não tivesse se enxugado. Também viu que ela estava exausta e envergonhada.
Mas onde você esteve? O que aconteceu com você?Perguntou assustado o jovem, e ela, desviando o olhar, mentiu pra ele:
Desculpa, filho. Comi alguma coisa que me caiu mal e fiquei com diarreia e vomitando, mas já tô bem.João sabia que a mãe dele tava mentindo, mas não queria cavar mais fundo nessa história e achou melhor virar a página, embora agora tivesse certeza de que todo mundo tinha comido ela e que a calcinha e o sutiã que mostraram do carro eram dela mesmo.
Chegaram no ponto de ônibus sem falar nada, só pensando envergonhados e olhando pro chão.
Um carro parou na frente deles. Era o técnico do time onde o Juan jogava.
Oi, João.Ele cumprimentou ela com um sorriso amigável. Era a primeira cara boa que viam, tanto o Juan quanto a mãe dele, desde que chegaram.
Vocês estão esperando o ônibus?Perguntou a elas e, ao receber uma resposta afirmativa, se ofereceu pra levar elas em casa, já que, segundo ele, ficava no caminho.
Diante da simpatia do treinador e da perspectiva de esperar sem prazo pelo transporte público, toparam.
Ela se sentou atrás do Juan e da mãe dele, no banco do carona.
Não passaram nem dois minutos quando o homem começou a falar, amenizando o que aconteceu no campo, dizendo que todo mundo tem um dia ruim e que ele, Juan, era uma pessoa muito responsável, que treinava muito bem em cada treino, que era um puta jogador e que jogava pelo time, diferente de outros que eram uns vagabundos e irresponsáveis.
Tanto elogiou as qualidades do João e destacou os defeitos dos outros colegas de equipe, que foi animando tanto o jovem quanto a mãe dele, que entraram cada vez mais empolgados na conversa.
Depois tocou a vez de elogiar a Rosa por ter educado tão bem um atleta tão respeitoso e dedicado como o Juan. Depois do que aconteceu, a Rosa até se emocionou e quase deu um beijo nele de agradecimento, mas se segurou, pra não ser mal interpretada e ainda passar vergonha no filho. Mas o treinador percebeu a primeira intenção da mulher.
Olhando pelo espelho retrovisor, o homem encarou João e exclamou:
Tá saindo um pouco de sangue do teu nariz.O jovem se olhou, mas, estranhando o comentário, tocou o nariz pra ver, só que apertou com tanta força que aí sim começou a sangrar de novo. Aí o treinador falou pra ele parar num autosserviço que tava bem na frente, e lá ele podia ir no banheiro se limpar.
Entrando na área de serviço, parou o carro na frente da porta do lava-rápido pra Juan descer, falando pra ele não ter pressa, se limpar direitinho e que ele ia estacionar o carro e esperar por eles. Não deu chance pra eles dizerem que não precisava parar nem pra Rosa descer também, então assim que o jovem desceu, o homem dirigiu o carro pra umas vagas de estacionamento meio afastadas e, em vez de estacionar nelas, seguiu um pouco adiante e entrou no meio das árvores, estacionando ali, praticamente escondido do lava-rápido.
Assim que parou o carro, puxou o freio de mão e desligou o motor, virou-se de repente pra Rosa e encostou a boca na dela pra beijá-la, enquanto a abraçava.
O que… o que cê tá fazendo?Disse a mulher, surpresa, antes que a boca dele se colasse na dela e a puxasse pra perto.
Não conseguiu impedir que ele enfiasse a língua na boca dela, nem que a mão dele levantasse a camiseta e se colocasse sobre um dos peitos dela, amassando.
Ela resistiu com pouca energia nos primeiros instantes, mas, ao sentir o banco onde estava sentada recuar, ficando na posição horizontal, ela resistiu com mais força, conseguindo separar a boca da dele e, gritando histérica:
O que cê tá fazendo? O que cê tá fazendo?Mas o homem cobriu a boca dela com uma mão enquanto a outra enfiava por baixo da saia, esfregando a buceta dela.
Forcejando, conseguiu liberar a boca e gritou desesperada:
Soc… socorro! Socorro!Ela levou um tapa forte na cara que a fez calar a boca, e o homem ameaçou:
Cala a boca, puta! Cala a boca se não quiser que eu conte pro seu filho o que você fez no vestiário, como você agiu feito uma puta, chupou o pau de todo mundo e deu pra geral. Você quer mesmo que eu conte isso pro seu filho, vagabunda?Ai, meu Deus, não! Por favor, não! Não fala nada pra ele, pelo amor de Deus!Ela implorou, gritando e chorando.
Então cala a boca e vamos acabar logo, antes que teu filho volte e te pegue dando sem calcinha.Disse o homem, colocando também o banco do motorista na posição horizontal, e, ao ver que a mulher já não resistia nem se mexia, soltou a saia dela, tirando-a em seguida pelos pés, assim como os tênis.
Ela se deitou de barriga pra cima no banco do motorista, forçando Rosa a se levantar e, enquanto fazia isso, puxou a calça e a cueca pra baixo, deixando no ar o pau grosso, ereto e cheio de sangue.
A mulher deu uma olhada rápida pra fora do carro pra ver se o filho dela tava vindo ou se alguém tava espiando, sentou de pernas abertas em cima da barriga do homem e, pegando a rola dele, enfiou na buceta, começando a cavalgar em cima dele, se movendo pra frente e pra trás, fudendo ele.
Tira essa camiseta!O cara mandou e ela, obediente, levantou na hora e tirou pela cabeça, deixando ela no banco do lado.
As mãos dele foram atraídas como um ímã pras tetas da Rosa, pegando elas, sem perturbar a mulher que, angustiada com medo do filho pegá-la naquela situação, começou de novo a cavalgar ele, mas sem tirar os olhos um minuto da frente, da parte de trás do carro, pra ver se o moleque aparecia seguindo o caminho que o carro tinha pegado.


Enquanto isso, Juan, que já tinha limpado o sangue que escorria do nariz, enfiou bolinhas de papel higiênico nas narinas pra não vazar de novo e, saindo do auto-serviço, foi procurar o carro do treinador no estacionamento.
Assustado, não o encontrava. Será que tinham ido embora sem ele? Abandonaram ele? Mas… por quê? Não, não era possível!
Entre umas árvores mais afastadas na frente, a dianteira, o bico, de um veículo da mesma cor que a do treinador aparecia. Seria aquele o carro, o do treinador?
Ele se aproximou angustiado, quase correndo na direção dele e... se era ele, o que estava fazendo ali, escondido entre umas árvores?
Sim, parecia com o dele. Quanto mais se aproximava, mais parecido ficava.
Empurrando uns arbustos e pulando uma vala que tinha no chão, ela se aproximou do veículo pela frente e... o que ela viu?
Ele observou movimento dentro do carro e, ao se aproximar mais, viu uma costa nua e uma bunda, também nua, balançando pra frente e pra trás, uma e outra vez.
Era a bunda da mãe dele! E… ela tava dando pro treinador!
Os olhos e a boca dela se abriram o máximo que podiam. Ela quase gritou, gritou com toda a força que tinha.
Não, pelo amor de Deus, não! Que vergonha! Ela é uma ninfomaníaca, uma puta!Mas ele se conteve. Se conteve a duras penas. O motivo? Vergonha. O que aconteceria se ele gritasse, se confrontasse, se batesse nos vidros do carro e abrisse as portas pra impedir que eles continuassem a foder? Com certeza o treinador ia bater nele e xingar. A mãe histérica dele também ia xingar, negar tudo, negar o óbvio. E depois a vergonha, a vergonha com o pai, com os colegas de classe, com todo mundo. Pensou por um momento que o melhor era deixar eles terminarem de foder e depois chegar como se não soubesse de nada, como se nada tivesse acontecido. Com certeza eles iam fazer o mesmo, como se nada tivesse acontecido, como se não tivessem transado igual dois animais no cio.
Antes de se retirar, deu uma última olhada na bunda gostosa da mãe, se contraindo a cada movimento, e no pau do homem aparecendo e sumindo dentro da buceta dela.

Ele voltou sério e cabisbaixo para o posto de autoatendimento onde esperou por dentro de meia hora, tempo que supôs que já teriam terminado, e, de fato, quando saiu, o carro já não estava estacionado escondido entre as árvores, mas sim numa vaga de estacionamento muito mais visível. De pé, ao lado do carro, estava o treinador e, ao vê-lo, sorrindo muito, levantou uma mão para que Juan soubesse que estavam ali.
Ela se aproximou tentando sorrir como se, inocente, não tivesse visto nada e, ao chegar perto do carro, disse pro cara:
Desculpa ter demorado tanto, mas é que não parava de sangrar.Não se preocupa. Você não demorou nada. Vamo, sobe, que eu levo vocês pra casa!Juan subiu no banco de trás, vendo a mãe dele toda séria no banco do carona.
Já cheguei, mãe! Meu nariz não parava de sangrar.Quando chegarmos em casa, a gente dá uma olhada nela.Foi a única coisa que a mulher respondeu e, tentando sorrir, só conseguiu esboçar uma careta triste de palhaça fracassada.
Durante quase meia hora que faltava pra chegar na casa onde o João e a mãe dele moravam, o treinador não parou de falar animado e o João acompanhou a conversa, embora a Rosa, sempre muito séria, mal tenha dito um par de palavras.
Era óbvio que o jovem estava se integrando e se adaptando ao mundo hipócrita dos adultos. Bem-vindo, João, à porra da realidade!
O treinador deixou ela no mesmo portão do prédio e, pelo resto do dia, a mulher só abriu a boca pra responder com monólogos pro marido e pro filho.
Juan nunca mais jogou futebol com aquele time e Rosa nunca mais o acompanhou pra praticar esportes em grupo.
O pai dele costumava levá-lo de carro, mas dessa vez não dava, porque tinha que ir trabalhar. Então foi Rosa, a mãe dele, quem se ofereceu pra ir com ele pra dar uma força. O garoto não gostou nada da ideia, porque ficava com vergonha de ser visto na companhia da mãe — não só porque, com seus quinze anos, ia parecer um pirralho mimado, mas também porque a mulher era tão gostosa que atraía os olhares safados de todos os caras e o ódio de todas as mulheres, o que deixava o filho todo desconfortável. Só que João não sabia como falar isso pra mãe sem magoá-la e, como todas as desculpas que ele deu não colaram, acabou aceitando de má vontade.

Mesmo já tendo 37 anos, queria parecer mais jovem e esportiva, então a mulher se vestiu com um tênis branco, uma minissaia vermelha rodada e uma camiseta branca bem justa, onde, mais do que dar pra ver o escrito "Pussycat" e a estampa de uma gata, dava pra enxergar claramente as marcas do sutiãzinho que ela usava por baixo e dos bicos dos peitos que ameaçavam rasgar a camiseta. João não se atreveu a falar nada com ela, porque ela já tinha reclamado bastante e ele não queria incomodá-la mais.

Como a Rosa não tinha carteira de motorista, pegaram um ônibus que deixou os dois praticamente na porta do ginásio onde o jogo rolava. Como era a primeira vez que pegavam, Rosa achou que em menos de uma hora chegariam, mas o trajeto se esticou por mais de duas horas, então chegaram quando o primeiro tempo já tinha acabado. Durante toda a viagem, João não parou de reclamar, e a mãe teve que aguentar ele, tentando convencê-lo de que chegariam a tempo pro jogo. Também não passaram despercebidas pro garoto as olhadas que o povo dava na mãe dele, principalmente os homens, que ficavam de olho nos peitos dela, que empurravam a camiseta.

como as calcinhas brancas que ela usava, já que, ao sentar, a saia tinha subido um pouco mostrando as calcinhas.

Embora o Juan, assim que chegou, tenha saído correndo pro vestiário pra vestir o equipamento esportivo, como se não conhecesse a mulher com quem tinha vindo, ela deu um beijinho rápido na bochecha dele, toda contente, desejando sorte. Aí todo mundo percebeu que ele tava acompanhado de uma gostosa igual a Rosa, e, mesmo ninguém tendo falado com ela, todos os olhares se viraram cheios de tesão pra ela, despindo ela, enquanto ouviam alguma frase, entre gargalhadas, que devia ser dos torcedores e pais do time da casa.
Qual é essa? A gatinha do time? Então vamos comer ela inteirinha, mas antes vamos tirar a embalagem pra ver que surpresa encontramos dentro.Com essa dianteira dá pra jogar sim, e muito bem.Essa chupa muito, muito e muito bem.Tá na cara que tão vindo pra dar o sangue.

Rosa foi embora seguindo os torcedores até as arquibancadas coladas no campo de futebol, de onde dava pra ver o jogo.
Na sequência, os dois times saíram pro campo pra começar o segundo tempo da partida, e as palavras de incentivo pra uns viravam xingamentos e ameaças pros outros. Rosa, toda animada, gritava palavras de apoio pro time onde o filho dela jogava e especialmente pra ele, que tava entrando em campo pra jogar, enquanto ouvia frases direcionadas ao time visitante e, principalmente, a ela:
Agora sim vamos enfiar no cu delas, mas literalmente no cu. Principalmente nessa aqui, na peituda.Vamos enfiar tanto no seu cu que você não vai conseguir sentar por meses. Prepara a buceta, gostosa.Vamos meter com força até o talo. Isso, até o fundo, até as bolas.Mais do que gatos de botas, vamos encher as botas com a gatinha peituda.Vamos foder com ela, digo, vamos foder com eles.

Rosa, ouvindo aquilo, não ousava dizer nada, embora seu rosto ficasse vermelho-vivo de vergonha.
Mesmo a mulher tendo se sentado assim que começou o segundo tempo do jogo, percebeu que ninguém mais fazia isso, todo mundo se apoiava nas grades de metal na frente, de um jeito que, sentada, ela não conseguia ver a partida. Então ela se levantou e se apoiou no primeiro espaço vazio que encontrou.
Juan, que costumava jogar como atacante, dessa vez foi colocado na defesa, mesmo sendo meio baixinho e não muito forte. O motivo é que a posição de atacante que ele ocupava normalmente nessa partida foi pra outro moleque ainda mais magrelo que ele, então o técnico teve a brilhante ideia de recuar o Juan pra zaga.
Não só não tava familiarizado com a posição, como o atacante que ele tinha que marcar era bem mais alto e grandão que ele, provavelmente tinha mais idade do que o permitido na categoria, mas ninguém ousava reclamar com a torcida tão agressiva do time da casa.
Assim que começou o segundo tempo do jogo, o cara, que vestia a camisa nove, se aproximou do Juan e perguntou, sorrindo com malícia, e apontando com a cabeça pra Rosa:
A big brest é sua mamãe, né? Puta que peitos que ela tem! Quantas cubanas ela deve ter feito com essas tetonas!

Ele não continuou porque o time dele tava atacando e ele ia buscar o parceiro pra passar a bola.
A jogada não deu em nada e o cara se aproximou de novo do Juan pra encher o saco dele.
Como o Juan não tinha coragem de responder, o cara continuava enchendo o saco dele:
São naturais ou ela operou? Não é normal, tão grandes e redondas que parecem bolas. Dá vontade de apertar, lamber e morder. Eu comeria elas aos bocados!Novas jogadas interrompiam o monólogo, mas logo ele retomava, sem parar de sorrir perversamente pra ela.
Vou foder ela. Pra cada gol que ela marcar, vou meter meu pau na buceta peluda dela.Primeiro vou tirar a calcinha dela, por que ela trouxe calcinha, né? Com certeza é tão puta que nem trouxe pra não rasgar nem roubarem, e assim foder mais rápido.Como te falava, vamos supor que sua mamãe tá de calcinha. Primeiro vou puxar ela pra baixo, colocar ela de joelhos no meu colo e dar uns bons tapas naquele rabão que ela tem. Vou meter os dedos no cu e na buceta dela, só pra provar e ir esquentando a xereca dela aos poucos.Depois vou arrancar o vestido dela e vou apalpar os peitos dela. Porque… que peitão que a sua mamãe tem! Não pense que a gente não reparou nessas tetonas que ela tem. Que pedaço de peito! As cubanas tão gostosas que devem dar com esses melões enormes!Antes de eu foder ela, ela vai chupar minha pica. Deve ser toda uma expert com esses lábios carnudos que ela tem. Já tô imaginando ela enfiando minha pica na boca dela e espremendo toda a porra. Hummm, que gostoso! Quase gozo só de pensar.Vou gozar dentro da boca dela e ela vai engolir toda a minha porra. Toda! Sem deixar nem uma gota! Ela vai lamber os lábios saboreando minha porra. Você vai ver como ela vai adorar.Vou colocar ela de quatro e meter primeiro no cu dela e depois na buceta. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Vou deixar ela prenha e você vai ganhar um irmãozinho. Vão botar meu nome, Sebas, porque no fim sua mamãe vai ter conhecido um macho de verdade, não igual ao teu pai, um baita dum frouxo viadinho.

Ela acompanhava suas palavras com gestos obscenos, claramente demonstrando que estava gozando, e todo mundo percebia, até o juiz, mas ninguém interferia.
Ouvindo como ele provocava a mãe dele, Juan se distraiu, deixando o camisa nove se desmarcar e fazer um gol.
Goooooool, goooooool!A torcida local grita, assim como o cara e o time adversário.
Mas o que você fez? Deixou ele sozinho!Um companheiro muito irritado do time dele o repreendeu.
Acorda, porra!Outro falou de mal jeito com ela, e é que nunca tiveram muita simpatia por ela no time.
O nove do time adversário também se aproximou e, sorrindo com maldade pra ela, disse:
Caralho, que foda que vou dar na sua mãe!Na jogada seguinte, o Juan disputando uma bola, levou um murrão na cara do camisa nove que deixou ele grogue no chão por uns segundos, e o nove aproveitou pra meter o segundo gol dele.
Goooooool, goooooool!Ele se levantou sangrando pelo nariz e, ao reclamar, o juiz mostrou um cartão amarelo por reclamar.
Os colegas de equipe dele encheram o saco e ele começou a chorar.
Você está nos afundando, buceta! Seu idiota! Acorda, porra!Chora, mocinha, chora! Tinha que usar calcinha em vez de cueca.Seu merda de viado!Na retomada, o nove voltou a provocá-la, acompanhando suas palavras com movimentos de foda.
Como é que eu vou pegar a sua mãe, menininha, viadinho de merda! Já são duas gozadas que vou dar nela. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Na jogada seguinte, Juan partiu com fúria pra cima do camisa nove, errando um chute que tava mirando, e, caindo no chão, viu o cara meter um terceiro gol.
Goooooool, goooooool!Os colegas dele correram pra xingar ele aos berros, enquanto ele tava caído no chão.
Fodeu-se, sua puta velha!Filho da puta! O que você fez? O que você fez, seu bucetudo, o que você fez?O árbitro veio correndo até ele e, tirando o cartão vermelho do bolso, mostrou pra ele, levantando o braço bem rígido pra cima.
Expulso!Chorando, olhou impotente para o árbitro, para os companheiros e para o camisa nove do time adversário que, sorrindo perversamente pra ele, fazia gestos com as mãos de estar comendo alguém, enfiando repetidamente os dedos de uma mão entre o polegar e o indicador da outra, formando um círculo. Outros do time adversário faziam gestos pro Juan com a língua e a boca, como se estivessem fazendo um boquete.
Ele se virou e foi andando em direção aos vestiários, quando um colega de time dele empurrou ele e ainda colocou a perna na frente, fazendo ele cair no chão. Ele se levantou e partiu pra cima do colega, trocando sopapos e porradas entre os dois. Quando os outros caras do time chegaram, separaram eles, mas alguns ainda empurraram e bateram no João, que, chorando e sangrando pelo nariz, saiu andando pro vestiário, no meio de vaias e xingamentos da torcida e dos espectadores.
Olhou para onde a mãe dele estava, mas ela já não estava mais ali. Mas o que será que tinha acontecido com a mãe dele enquanto ele brincava no campo?
No começo da segunda parte, Rosa, apoiada no corrimão de metal, observava o filho no campo e via como um garoto bem mais velho que ele não parava, quando tinha chance, de falar umas coisas que deixavam ele desconfortável.
Sem querer, mantendo a raba empinada, sentiu um tapa forte e estalado numa das nádegas. Gritou de dor, virando-se pra ver quem tinha batido, enquanto cobria a bunda com a mão. Viu um homenzinho se afastando dela e ouviu as gargalhadas dos torcedores que olhavam pra ela com cara de safados.

Observando o homem sumir descendo umas escadas, ela se apoiou de novo no parapeito, continuando a ver o jogo.
Não tinham passado nem dez minutos quando o homenzinho, encorajado por um par de babões, passou por trás da Rosa e rapidamente levantou a saia dela por trás e puxou a calcinha dela até os joelhos, segurando a saia por alguns segundos, enquanto gravavam tudo com os celulares.
Rosa gritou surpresa, agachando-se num gesto defensivo. Mais gargalhadas e risadas. Sem ousar se levantar, virou-se para trás, vendo que estavam gravando com os celulares.

Encarada de vergonha, não sabia o que fazer nem ousava se levantar e, quando o fez, tirou a calcinha já que, se a puxasse ali mesmo na frente de todo mundo, iam ver a buceta e a raba dela, e iam filmar.
Agarrando a calcinha dela, ele levou na mão fechada e saiu das arquibancadas, procurando um banheiro pra vestir.
Como não achou os banheiros, pensou em entrar num dos vestiários, mas, como não viu ninguém que pudesse vê-la, foi até uma parede e, tirando a calcinha, levantou um pouco uma das pernas e enfiou a calcinha num dos pés. Quando ia fazer o mesmo com o outro pé, ouviu um assobio de admiração e viu que um homem tinha aparecido de um lado do prédio e estava assobiando pra ela. Tirou a calcinha de novo e entrou rapidinho no vestiário.

Ele percorreu sem encontrar ninguém uma sala comprida com as paredes cheias de armários fechados onde os jogadores guardavam suas roupas e, no fundo, havia pequenos cômodos com chuveiros e vasos sanitários.
Ela entrou num quarto com chuveiro e fechou a porta, mesmo sem ter tranca pra travar.
Ela vestiu a calcinha, puxando pra cima, e, quando ainda não tinha colocado direito e a saia estava levantada, alguém empurrou a porta, batendo nela e fazendo-a tropeçar.
Tá ocupado!Conseguiu dizer gritando.
Quem tá aí?Ouviu a voz do homem que empurrava a porta.
Tá ocupado!Ela repetiu, angustiada, segurando a porta que estava meio aberta.
O que você tá fazendo aí? Tá roubando?O homem perguntou de forma acusatória, percorrendo com o olhar o corpo da mulher.
Não, não! Tô vestindo a roupa!Respondeu angustiada.
O que você tá escondendo aí?Nada! Tô me vestindo!E aí, beleza?Perguntou outro homem que entrava nos vestiários.
Peguei essa aí roubando.Respondeu o homem que chegou primeiro.
Eu não roubei nada.Rosa respondeu.
Vamos ver, vamos ver!O segundo homem empurrou o primeiro pra espiar a mulher dentro do quarto.
Digo pra ela que eu não roubei nada.Então, o que você tá fazendo aqui?Eu estava me vestindo.A roupa? Vamos ver o que você tá escondendo aí! Deixa eu ver!Disse o segundo homem, pegando na saia dela pela frente e levantando, mas Rosa segurou a saia e puxou pra baixo.
Não escondo nada. É só a minha roupa que eu tava vestindo.Você mostra pra gente na boa ou na maldade, mas daqui não sai sem devolver o que roubou.Por favor, eu juro que não roubei nada. Tava procurando um banheiro e, como não achava, entrei aqui, mas não toquei nem peguei nada. Juro por Deus.A mulher suplicou.
Já, já é o que todas as ladras falam!Respondeu o primeiro homem e, de um puxão, arrancou a bolsinha que ela carregava. Abrindo-a, remexeu lá dentro, jogando todo o conteúdo no chão, junto com a própria bolsa.
Ai, meu Deus! Olha como eu não tô com nada, que não roubei nada!Com certeza você esconde o que roubou debaixo da roupa. Tira ela ou a gente tira pra você!Por favor, eu juro que não roubei nada.Então prova. Tira essa roupa e mostra pra gente que não tem nada aí que não seja teu.Mas o que é isso? Quer que eu fique pelada?Você escolhe. Ou tira você mesma ou a gente tira pra você, e te garanto que a gente não vai ser nada gentil nem delicado quando te despir. Com certeza vamos rasgar toda a sua roupa e você não vai conseguir vestir de novo. Todo mundo vai te ver pelada.Mas, por favor, eu juro pra você, juro pra vocês que não roubei nada.A mulher voltou a implorar, chorando.
Vem aqui!O primeiro homem se atirou nela, que recuou lutando contra a roupa e gritando.
Tirei eu, tirei eu!O segundo homem segurou o primeiro e disse pra ele:
Quito, mano! Foi ela quem tirou!O homem se afastou e disse a ela:
Então vai, tira logo essa roupa, não nos faz esperar, que minha paciência tem limite e você já passou dele.Sim, sim, já tô fazendo, já tô fazendo!Disse entre lágrimas a mulher enquanto levantava a saia e mostrava a calcinha branca dela.
Viu, viu, não tô com nada, é só minha calcinha!Tira isso, fica pelada, mas já!Enfiando os dedos nas laterais da calcinha, puxou ela até os pés, tirando-a, e, pegando ela com as mãos, enquanto abaixava a saia, mostrou pros dois caras, que pegaram ela.
Levanta a saia, levanta ela, que a gente quer ver o que você esconde aí!Ela levantou a saia, mostrando a entreperna e a buceta mal coberta por uma fina tira de pelos pubianos castanho-claros. Enquanto mantinha a saia erguida diante dos olhos lascivos dos dois homens, exclamou chorando:
Viu, não tô levando nada! Já tão satisfeitos?Tira tudo, tira toda a roupa!

Abaixando a saia, soltou os prendedores que a seguravam e a desceu até os pés, tirando-a, e, ao levantá-la, tiraram-na da mão dela.
Mais, tira tudo!Levantando a camiseta branca dela, tirou pela cabeça, e arrancaram das mãos dela.
Em seguida, soltou o sutiã, tirou ele, e também pegaram.
Cobrindo a virilha com uma mão e com o outro braço cruzado sobre os peitos, ela tentava escondê-los dos olhares safados dos dois caras, e disse, olhando bem séria na cara deles.

Já? Vocês já estão satisfeitos?Os tênis! Tira os tênis!Ela tirou com os pés, sem parar de cobrir os peitos e a buceta com as mãos e os braços.
Um cara se abaixou e pegou eles do chão, não sem dar uma boa olhada nela.
Tira as mão daí, levanta elas pra gente ver bem o que você tá escondendo!Isso fez ela se levantar, mostrando suas tetas enormes e durinhas, além da buceta, pros dois caras que babavam de tesão olhando pra ela.
Vira, vira que a gente quer ver o que você esconde por trás!

Obediente, Rosa se virou devagar, ficando parada quando deu totalmente as costas pra eles. Sentiu o peso dos olhares cheios de tesão nas bundona dela, grande e empinada.
Abre as pernas! Curva-te pra frente e apoia os braços na parede na tua frente! Queremos ver o que tu esconde aí!Por favor, já viram que…A mulher implorou de novo, mas cortaram ela antes que terminasse.
Fa o que eu te falei ou vai ser muito pior!

Obediente, fez o que mandaram ela fazer.
Mais, abre mais as pernas!Deram a ordem e ela obedeceu, levando um tapa forte numa das nádegas que a fez cambalear para frente enquanto soltava um gritinho misturado de dor, surpresa e vergonha.
Vamos ver o que você esconde aí dentro!

Ouviu muito perto da nuca, sentindo as nádegas serem separadas e um dedo enfiado no cu, remexendo lá dentro e causando dor na mulher.
Por favor, não me machuquem!Se tivesse sido uma gatinha boazinha, isso nunca teria acontecido com você.Ela ouviu o homem que estava cutucando o cu dela dar uma risada, seguida pelas gargalhadas do outro.
Rosa, ouvindo eles, soluçava, tremendo de medo, dor e vergonha.
Assim que parou de dar risada, sentiu outra mão enfiar entre as pernas dela, entre os lábios da buceta, e esfregar o sexo dela.
Vamos ver o que você tem aí! Hummm, que gostosa, mas que gostosa!Soluçando, a mulher aguentava sem ousar dizer nada, só esperando que tudo acabasse e deixassem ela ir embora sem mais problemas.
Foi um alívio quando ela tirou os dedos do cu, mas a repetida subida que fazia entre os lábios da buceta dela, especialmente no clitóris, era cada vez mais insistente, fazendo com que, contra a vontade dela, Rosa fosse ficando cada vez mais excitada.

A buceta dela lubrificava cada vez mais, encharcando a mão do homem que a masturbava, e ela começou a suspirar.
Tanto o homem que a estava masturbando quanto o que curtia assistir sabiam disso, sabiam que ela estava prestes a gozar, exclamando o primeiro:
A gatinha quer putaria!Os dois caras caíram na gargalhada de novo e o que tava masturbando ela exclamou:
E nós vamos dar isso a eles!

E tirando a mão da buceta da mulher, soltou rápido o cinto e abaixou a calça e a cueca até os tornozelos.
Por favor, não, por favor!Rosa implorou de novo, sabendo que iam fuder ela na hora se não impedisse.
Aproximando o pau ereto e congestionado dele na bunda da mulher, ele esfregou ele nas nádegas dela, enquanto agarrava os peitos dela por trás, e sussurrava no ouvido dela:
Hummm, que gostosa você tá, mas que gostosa você tá, gatinha!

E, encontrando a entrada da buceta, ele foi enfiando o pau devagarzinho dentro dela.
A mulher arregalou os olhos e abriu a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Tavam metendo nela!
Sem soltar as tetas dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e fodendo ela.

E, encontrando a entrada da buceta, enfiou o pauzinho devagar dentro dela.
A mulher abriu bem os olhos e a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Ela estava sendo penetrada!
Sem soltar as tetas dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e comendo ela gostoso.
Os braços da Rosa cederam e o rosto e o peito dela se apoiaram na parede, enquanto o cara não parava de foder ela, num ritmo cada vez mais acelerado, até que, em poucos segundos, gozou dentro dela, grunhindo igual um urso e parando enquanto curtia o orgasmo e descarregava o esperma dentro dela.

Apoiado nela, o cara aguentou firme até que o outro, dando um tapinha nas costas dele, falou:
Me deixa, parceiro, me deixa agora comigo!O cara se soltou dela, puxando a calça e a cueca pra cima.
O outro homem deu um tapa forte numa das nádegas de Rosa e, pegando-a pela cintura, fez ela se virar para ele.
Na frente dela, a poucos centímetros do corpo de Rosa, o homem colocou as mãos nos peitos da mulher, apalpando-os à vontade por quase um minuto, enquanto ela, sem reação, fechou os olhos marejados de lágrimas para não vê-lo. Sentiu os mamilos de Rosa endurecerem ainda mais e, num impulso de safadeza, deu um beijo na boca dela, um beijo profundo e demorado, enfiando a língua entre os lábios voluptuosos da mulher, que mal conseguia respirar. Rosa tentou afastar o rosto, mas a mão dele agarrou sua mandíbula, impedindo-a.
Um beijo que durou uns segundos até que, afastando a boca, ele puxou a calça e a cueca pra baixo depressa, deixando à mostra o pau duro e congestionado, cheio de veias azuis grossas e saltadas.
Ele agarrou ela pelas nádegas, uma mão em cada bunda, e levantando ela uns centímetros do chão, apoiou as costas dela na parede e meteu, enfiou o pau na buceta, até que os colhões bateram na virilha dela, e começou a se mover pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, uma e outra vez, fodendo ela gostoso. As pernas da Rosa abraçaram a cintura do cara, deixando a penetração mais funda. Os bufos do homem iam no ritmo dos gritinhos dela. Bufos e gritos de puro tesão. O vai-e-vem foi aumentando e em poucos segundos o cara gozou dentro dela, e ela também gozou.

O pau do homem ainda estava dentro dela quando ouviram vozes. Eram os jovens do time local voltando pro vestiário no fim do jogo.
O que tá rolando aqui?O treinador gritou e um monte de caras se amontoaram na porta do quarto onde tinham acabado de foder a Rosa pra ver ela toda pelada e macetada.
O cara que acabou de comer ela, levantou a calça e se mandou, pedindo desculpa pro treinador.
Você já sabe como são essas gatinhas que, com a desculpa de torcer pro time visitante, vêm abrir as pernas e dar a buceta pra serem fodidas!E saiu apressada do vestiário, seguindo os passos do colega que já tinha saído há alguns segundos, deixando uma Rosa completamente nua e fodida na frente de um monte de caras com as hormônios a ponto de explodir.
O treinador, que não queria complicar a vida, saiu do vestiário como se nada tivesse acontecido, deixando os caras com a gostosa de peitão pelada, acabada de foder.
Cobrindo a entreperna com uma das mãos e com o outro braço cruzado tapando os mamilos, a Rosa estava encolhida, o rosto todo vermelho de tanta vergonha que sentia, se vendo observada por um monte de jovens de hormônios à flor da pele que já estavam comendo ela com os olhos.
Como ninguém se mexia, Rosa disse baixinho, tentando amenizar a situação:
Por favor, galera, vocês podem me dar minhas roupas?Ouviu os jovens dizerem:
O que, quer que a gente dê a roupa pra ela? Nem fodendo, primeiro ela dá pra todo mundo.Isso, isso, deixa ela chupar a gente!Mas não é a mãe daquela gostosa que expulsaram do partido?Sim, é ela. A gostosa de peitão que tava com ele.Sebas, Sebas! É a mãe daquela gostosa que foi expulsa da festa! Aquela que você ia comer!Não um, três! Um pra cada gol que ela marcou!Me deixem passar, porra! Cadê a peituda?O nove perguntou, que tinha xingado o João durante o jogo.
Fizeram um espaço pra ele passar e ele se plantou na porta, olhando fixamente pra Rosa. Um sorriso largo e cheio de tesão se desenhou no rosto dele enquanto os olhos percorriam o corpo voluptuoso da mulher.
Mas olha só quem temos aqui, a mamãe da lady, e entregue de bandeja pra gente comer ela.Me deem minhas roupas, por favor. Eu não fiz nada pra vocês.Rosa implorou em voz baixa, sem ousar olhar diretamente na cara deles.
Nós é que vamos fazer algo com você. Já sabe o que vamos fazer, mas, se se comportar bem e for muito, mas muito educada com a gente, talvez a gente devolva sua roupa... depois.Respondeu Sebas sem perder seu sorriso lascivo para, após breves instantes, continuar ordenando-a em tom imperativo:
Sai daí se não quiser que a gente te tire daqui, porque aí não vamos ser nada legais com você!Por favor, não me machuquem. Eu poderia ser a mãe de vocês.A mulher suplicou, tentando amolecer o coração deles, mas no fim só fez foi endurecer a pica deles.
Mas não é, não. Você é uma das inimigas que se enfiou no nosso chuveiro pra foder com a gente. E a gente vai te dar um castigo bem dado. É você que vai se foder agora.Isso, isso, fode ela! Fode ela! Fode ela!Todos gritaram a plenos pulmões.
Entrando Sebas no quarto, pegou nos pulsos da mulher que resistia e, puxando ela, a tirou para fora, no meio dos jovens que a receberam apalpando os peitos dela, a bunda, as coxas, os quadris, a buceta, o corpo inteiro. Um enxame de mãos ansiosas apalpou, amassou e bateu no corpo nu de Rosa, que mal conseguia se proteger com os pulsos presos firmemente por Sebas.

Cercada por uma matilha de jovens safados e de pau duro, ela conseguiu se soltar e caiu de joelhos no chão, protegendo os peitos vermelhos com as mãos.
Saiam, saiam daí um momento!Sebas ordenou que a equipe, em silêncio, formasse um círculo ao redor de uma Rosa completamente nua e humilhada.
Aproximando-se, Sebas olhou para a mulher sorrindo de cima e disse, prepotente:
Você vai chupar a pica de todo mundo, um por um! Se não fizer, a gente vai te estuprar todos e não vai devolver sua roupa.Por favor… por favor.A mulher implorou em vão, sem conseguir nada, e Sebas foi falar com os colegas de equipe, apontando pra eles com a mão.
Vamos! Começa você, Quique, depois Javi e assim por diante até eu comer a buceta de todos.E enquanto Quique abaixava a calça e tirava um pau enorme e entupido, desproporcional pro tamanho dele, Sebas falou pra Rosa:
E cuidado você, gostosa, de machucar eles, senão a gente não deixa nem um dente na sua boca!Enquanto Quique se aproximava com o pau na boca da mulher, Sebas falou pra ela de novo:
Você tem que fazer todo mundo gozar na sua boca e engolir toda a porra sem derramar uma gota, puta!As risadas do grupo foram interrompidas pelo Quique, que batia no rosto da Rosa com seu pau duro e ereto enquanto a apressava.
Vem, vamos, chupa minha buceta!Ai, não, não, por favor!Rosa implorou de novo, e Sebas, ao ouvi-la, mostrou o sutiã que ela tinha trazido e com um canivete rasgou ele em dois pedaços num piscar de olhos. Mostrando a peça dividida em duas partes, ameaçou:
A próxima coisa que rasgo é sua calcinha, então engole isso se não quiser voltar pelada pra rua.Assustada e pensando que não podia deixar o filho vê-la pelada nem voltar pelada pra casa com o marido, pegou com uma mão na piroca dura do Quique e começou a dar lambidas, tímidas no começo e depois percorrendo a rola do moleque de ponta a ponta, tudo sob o olhar tarado de todo o time. Enfiou na boca, acariciando com os lábios carnudos enquanto, com a outra mão, passava a mão nas bolas dele também.
Você é uma verdadeira gatinha chupa-pau!Sebas elogiou ela e alguém começou a rir, embora ninguém tenha parado de observar o boquete que a Rosa tava fazendo nele.
Enquanto Rosa chupava a pica do Quique, outros caras passavam a mão à vontade nos peitos e na bunda dela, mas ela, focada no boquete, não parava e continuava chupando e lambendo.
Como queria gozar rápido antes que o filho dela sentisse falta e pudesse encontrá-la assim, ela tirou a pica da boca e acariciou com as mãos, colocando de volta, repetindo a ação uma e outra vez, cada vez com mais energia, com mais vontade, até que de repente o garoto gozou e a mulher instintivamente tirou a boca pra não engolir, sujando de esperma um par de colegas do time que gritaram enojados.

Gritou Sebas com sua voz de trovão:
Eu te falei pra engolir toda a porra!E, pegando a calcinha da Rosa, rasgou ela no meio com o canivete.
Na próxima vez que você não engolir, vai ser a sua saia que vai rasgar no meio. Então não me desobedece e engole toda a porra.Ele ameaçou ela com raiva.
Javi aproximou a piroca dura pra mulher, ela pegou e acariciou por uns segundos primeiro com as mãos e depois com a língua, brincando com a ponta do pau e lambendo ele inteiro, pra depois meter na boca e acariciar com os lábios gulosos. O jovem não demorou mais que uns segundos pra gozar, e dessa vez Rosa teve que engolir toda a porra, segurando um ânsia e a vontade de vomitar.

O terceiro foi ainda mais rápido e, tão excitado como estava, gozou nas próprias mãos da mulher antes de enfiar a pica na boca dela.
Mesmo assim, vendo que Sebas podia interromper as siriricas e ele ficar sem o prêmio, apressou Rosa e os jovens pra gozarem logo, de modo que a mulher, enquanto chupava uma rola, masturbava outras duas, uma em cada mão.
Quando acabou com o último, ela estava encharcada de porra, tanto no rosto quanto nas mãos, braços e peitos.

Mas ainda tinha o Sebas, mas esse queria mais que um boquete. Ele tinha merecido, tinha feito três gols e a gatinha tava devendo três gozadas pra ele, foi o que disse pro filho. Três parecia muito, caso alguém viesse atrapalhar, mas pelo menos uma ele queria meter, então não deixou ela se levantar, fez ela se inclinar pra frente, ficar de quatro no chão, apesar da resistência que ela fez e dos gritos que dava.
Não, não, por favor! O que você vai fazer?Empurrando as costas dela pra baixo, impedia ela de se levantar e, mesmo que ela se virasse, não ousava fugir com medo de levar uma surra, ele machucava ela e rasgava não só a roupa dela.
Fica quieta, rabuda! Você me deve, seu filho me deve! Já tô terminando e vou deixar você ir, mas, porra! Fica quieta. Já te falei pra ficar quieta, puta!

Colocando-se entre as pernas abertas dela, que não parava de gritar, segurou ela pelos quadris, enquanto um par de colegas empurravam ela pelas costas pra não levantar, e, baixando a calça de esporte na frente, agachou como se fosse cagar.
Apontando a piroca dura e inchada dele pra buceta dela, ele meteu de uma vez, até as bolas baterem na bunda dela, e, sem soltar as nádegas, começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, fodendo ela.
Ao sentir como a penetravam, ela parou de gritar, enchendo o ambiente com o barulho rítmico das bolas do nove batendo sem parar na bunda dela.
Tam-tam-tam-tam!Todos os jovens ficaram observando enquanto o Sebas metia na gatinha do time adversário, cujos peitos balançavam desordenados a cada estocada. Grossas lágrimas escorriam pelo rosto da mulher, abrindo sulcos largos e profundos no oceano de porra que a cobria.
Os braços dela falharam numa investida e, dobrando-se no chão, deixaram o rosto de Rosa se esconder entre eles.
Ofegando a cada estocada, o bruto grunhiu ao atingir o orgasmo e, embora tenha mantido a pica dentro por uns segundos até se esvaziar de esperma, ao desmontá-la ainda deu uns dois tapas fortes e sonoros na bunda dela.

Não deu tempo pra mais nada, porque já estavam esperando por eles do lado de fora. Então, sem tomar banho nem se lavar, vestiram rapidamente as roupas de rua, pra ninguém desconfiar do que tinham feito, e enfiaram os uniformes do time nas mochilas esportivas. Saíram voando do vestiário, deixando a pobre Rosa sozinha, que se levantou do chão com dificuldade, pegou o que sobrou das roupas, guardou as coisas na bolsinha, entrou no chuveiro e lavou todo o esperma e a sujeira que tinha no corpo.
Ela também não demorou, já que não queria que o filho desconfiasse do que tinha rolado. Vestiu saia, camiseta e tênis, e saiu do vestiário procurando o Juan.
Juan, que já estava vestido há um tempão, esperava a mãe dele do lado de fora do estádio. Achava estranho não ter visto ela na saída, mas não podia ir embora sem ela. Tava com medo de que tivesse acontecido alguma coisa com ela, mas não sabia como agir nem onde procurar sem chamar mais atenção. Também pensava que tudo o que tinha acontecido era culpa dela, da mãe dele, por insistir em vir e por pegar um ônibus, chegando atrasada no jogo, então qualquer merda que tivesse acontecido com ela tava mais do que justificado, ela tinha é que se foder.
Longe dos colegas de time que tinham saído primeiro depois dele e escondido pra ninguém ver, ele não parava de observar a saída do local pra ver se via a mãe dele. Dois colegas do time dele, vendo ele ali, se aproximaram e, olhando com cara de deboche, falaram:
Se tá procurando sua gostosa, entra no vestiário do outro time que tu vai achar ela lá.Tiraram toda a roupa dela e tão comendo ela todinha.E, rindo, foram embora, fazendo com as mãos o sinal de corno pra cima do Juan. O jovem ficou na dúvida do que fazer, mas entrar de novo no recinto e ir pro vestiário do time da casa parecia uma puta loucura. E além disso, e se eles tivessem razão, e estivessem comendo a mãe dele. O que ele faria? Iam humilhar ele ainda mais, comendo a mãe dele na frente dele, do filho dela. Não, definitivamente ele pensou que não era uma boa ideia.
Bem mais tarde, o time da casa saiu e, quando um carro com vários deles passou perto de onde João estava, reduziram a velocidade, buzinaram e mostraram a calcinha e o sutiã da mãe dele, rasgados ao meio. O camisa nove, que fez três gols nele durante a partida, colocou a cabeça para fora da janela e disse, todo sorridente:
Olha. Essa calcinha e esse sutiã são da sua mãe. A gente ficou com eles de lembrança depois de ter comido ela. Nós todos fodemos ela e ela mamou a pica de todo mundo. Como ela mama, vadia, como sua mamãe mama! Dá pra ver que ela tem experiência como uma puta chupa-rola.Agachado, ele temia que descessem do carro e o agredissem, por isso suspirou aliviado ao vê-los indo embora. Mas claro, acompanhados de xingamentos e gestos obscenos.
Lady!Filha da puta!Pensou que talvez a calcinha e o sutiã que tinham mostrado pra ela não fossem da mãe dela. Com certeza não, pensou tentando se convencer. Também pensou que agora que os caras do time adversário tinham ido embora, era mais provável que a mãe dela aparecesse, se é que realmente tinham comido ela.
Os minutos passavam e a mãe dele não aparecia. E se ela não aparecesse e ele tivesse que ir pra casa sozinho, o que ia dizer pro pai? O que ele ia perguntar?
Já ia embora quando a viu sair e se aproximou dela quase correndo.
Percebeu na hora que ela estava despenteada e molhada, como se tivesse acabado de sair do banho e não tivesse se enxugado. Também viu que ela estava exausta e envergonhada.
Mas onde você esteve? O que aconteceu com você?Perguntou assustado o jovem, e ela, desviando o olhar, mentiu pra ele:
Desculpa, filho. Comi alguma coisa que me caiu mal e fiquei com diarreia e vomitando, mas já tô bem.João sabia que a mãe dele tava mentindo, mas não queria cavar mais fundo nessa história e achou melhor virar a página, embora agora tivesse certeza de que todo mundo tinha comido ela e que a calcinha e o sutiã que mostraram do carro eram dela mesmo.
Chegaram no ponto de ônibus sem falar nada, só pensando envergonhados e olhando pro chão.
Um carro parou na frente deles. Era o técnico do time onde o Juan jogava.
Oi, João.Ele cumprimentou ela com um sorriso amigável. Era a primeira cara boa que viam, tanto o Juan quanto a mãe dele, desde que chegaram.
Vocês estão esperando o ônibus?Perguntou a elas e, ao receber uma resposta afirmativa, se ofereceu pra levar elas em casa, já que, segundo ele, ficava no caminho.
Diante da simpatia do treinador e da perspectiva de esperar sem prazo pelo transporte público, toparam.
Ela se sentou atrás do Juan e da mãe dele, no banco do carona.
Não passaram nem dois minutos quando o homem começou a falar, amenizando o que aconteceu no campo, dizendo que todo mundo tem um dia ruim e que ele, Juan, era uma pessoa muito responsável, que treinava muito bem em cada treino, que era um puta jogador e que jogava pelo time, diferente de outros que eram uns vagabundos e irresponsáveis.
Tanto elogiou as qualidades do João e destacou os defeitos dos outros colegas de equipe, que foi animando tanto o jovem quanto a mãe dele, que entraram cada vez mais empolgados na conversa.
Depois tocou a vez de elogiar a Rosa por ter educado tão bem um atleta tão respeitoso e dedicado como o Juan. Depois do que aconteceu, a Rosa até se emocionou e quase deu um beijo nele de agradecimento, mas se segurou, pra não ser mal interpretada e ainda passar vergonha no filho. Mas o treinador percebeu a primeira intenção da mulher.
Olhando pelo espelho retrovisor, o homem encarou João e exclamou:
Tá saindo um pouco de sangue do teu nariz.O jovem se olhou, mas, estranhando o comentário, tocou o nariz pra ver, só que apertou com tanta força que aí sim começou a sangrar de novo. Aí o treinador falou pra ele parar num autosserviço que tava bem na frente, e lá ele podia ir no banheiro se limpar.
Entrando na área de serviço, parou o carro na frente da porta do lava-rápido pra Juan descer, falando pra ele não ter pressa, se limpar direitinho e que ele ia estacionar o carro e esperar por eles. Não deu chance pra eles dizerem que não precisava parar nem pra Rosa descer também, então assim que o jovem desceu, o homem dirigiu o carro pra umas vagas de estacionamento meio afastadas e, em vez de estacionar nelas, seguiu um pouco adiante e entrou no meio das árvores, estacionando ali, praticamente escondido do lava-rápido.
Assim que parou o carro, puxou o freio de mão e desligou o motor, virou-se de repente pra Rosa e encostou a boca na dela pra beijá-la, enquanto a abraçava.
O que… o que cê tá fazendo?Disse a mulher, surpresa, antes que a boca dele se colasse na dela e a puxasse pra perto.
Não conseguiu impedir que ele enfiasse a língua na boca dela, nem que a mão dele levantasse a camiseta e se colocasse sobre um dos peitos dela, amassando.
Ela resistiu com pouca energia nos primeiros instantes, mas, ao sentir o banco onde estava sentada recuar, ficando na posição horizontal, ela resistiu com mais força, conseguindo separar a boca da dele e, gritando histérica:
O que cê tá fazendo? O que cê tá fazendo?Mas o homem cobriu a boca dela com uma mão enquanto a outra enfiava por baixo da saia, esfregando a buceta dela.
Forcejando, conseguiu liberar a boca e gritou desesperada:
Soc… socorro! Socorro!Ela levou um tapa forte na cara que a fez calar a boca, e o homem ameaçou:
Cala a boca, puta! Cala a boca se não quiser que eu conte pro seu filho o que você fez no vestiário, como você agiu feito uma puta, chupou o pau de todo mundo e deu pra geral. Você quer mesmo que eu conte isso pro seu filho, vagabunda?Ai, meu Deus, não! Por favor, não! Não fala nada pra ele, pelo amor de Deus!Ela implorou, gritando e chorando.
Então cala a boca e vamos acabar logo, antes que teu filho volte e te pegue dando sem calcinha.Disse o homem, colocando também o banco do motorista na posição horizontal, e, ao ver que a mulher já não resistia nem se mexia, soltou a saia dela, tirando-a em seguida pelos pés, assim como os tênis.
Ela se deitou de barriga pra cima no banco do motorista, forçando Rosa a se levantar e, enquanto fazia isso, puxou a calça e a cueca pra baixo, deixando no ar o pau grosso, ereto e cheio de sangue.
A mulher deu uma olhada rápida pra fora do carro pra ver se o filho dela tava vindo ou se alguém tava espiando, sentou de pernas abertas em cima da barriga do homem e, pegando a rola dele, enfiou na buceta, começando a cavalgar em cima dele, se movendo pra frente e pra trás, fudendo ele.
Tira essa camiseta!O cara mandou e ela, obediente, levantou na hora e tirou pela cabeça, deixando ela no banco do lado.
As mãos dele foram atraídas como um ímã pras tetas da Rosa, pegando elas, sem perturbar a mulher que, angustiada com medo do filho pegá-la naquela situação, começou de novo a cavalgar ele, mas sem tirar os olhos um minuto da frente, da parte de trás do carro, pra ver se o moleque aparecia seguindo o caminho que o carro tinha pegado.


Enquanto isso, Juan, que já tinha limpado o sangue que escorria do nariz, enfiou bolinhas de papel higiênico nas narinas pra não vazar de novo e, saindo do auto-serviço, foi procurar o carro do treinador no estacionamento.
Assustado, não o encontrava. Será que tinham ido embora sem ele? Abandonaram ele? Mas… por quê? Não, não era possível!
Entre umas árvores mais afastadas na frente, a dianteira, o bico, de um veículo da mesma cor que a do treinador aparecia. Seria aquele o carro, o do treinador?
Ele se aproximou angustiado, quase correndo na direção dele e... se era ele, o que estava fazendo ali, escondido entre umas árvores?
Sim, parecia com o dele. Quanto mais se aproximava, mais parecido ficava.
Empurrando uns arbustos e pulando uma vala que tinha no chão, ela se aproximou do veículo pela frente e... o que ela viu?
Ele observou movimento dentro do carro e, ao se aproximar mais, viu uma costa nua e uma bunda, também nua, balançando pra frente e pra trás, uma e outra vez.
Era a bunda da mãe dele! E… ela tava dando pro treinador!
Os olhos e a boca dela se abriram o máximo que podiam. Ela quase gritou, gritou com toda a força que tinha.
Não, pelo amor de Deus, não! Que vergonha! Ela é uma ninfomaníaca, uma puta!Mas ele se conteve. Se conteve a duras penas. O motivo? Vergonha. O que aconteceria se ele gritasse, se confrontasse, se batesse nos vidros do carro e abrisse as portas pra impedir que eles continuassem a foder? Com certeza o treinador ia bater nele e xingar. A mãe histérica dele também ia xingar, negar tudo, negar o óbvio. E depois a vergonha, a vergonha com o pai, com os colegas de classe, com todo mundo. Pensou por um momento que o melhor era deixar eles terminarem de foder e depois chegar como se não soubesse de nada, como se nada tivesse acontecido. Com certeza eles iam fazer o mesmo, como se nada tivesse acontecido, como se não tivessem transado igual dois animais no cio.
Antes de se retirar, deu uma última olhada na bunda gostosa da mãe, se contraindo a cada movimento, e no pau do homem aparecendo e sumindo dentro da buceta dela.

Ele voltou sério e cabisbaixo para o posto de autoatendimento onde esperou por dentro de meia hora, tempo que supôs que já teriam terminado, e, de fato, quando saiu, o carro já não estava estacionado escondido entre as árvores, mas sim numa vaga de estacionamento muito mais visível. De pé, ao lado do carro, estava o treinador e, ao vê-lo, sorrindo muito, levantou uma mão para que Juan soubesse que estavam ali.
Ela se aproximou tentando sorrir como se, inocente, não tivesse visto nada e, ao chegar perto do carro, disse pro cara:
Desculpa ter demorado tanto, mas é que não parava de sangrar.Não se preocupa. Você não demorou nada. Vamo, sobe, que eu levo vocês pra casa!Juan subiu no banco de trás, vendo a mãe dele toda séria no banco do carona.
Já cheguei, mãe! Meu nariz não parava de sangrar.Quando chegarmos em casa, a gente dá uma olhada nela.Foi a única coisa que a mulher respondeu e, tentando sorrir, só conseguiu esboçar uma careta triste de palhaça fracassada.
Durante quase meia hora que faltava pra chegar na casa onde o João e a mãe dele moravam, o treinador não parou de falar animado e o João acompanhou a conversa, embora a Rosa, sempre muito séria, mal tenha dito um par de palavras.
Era óbvio que o jovem estava se integrando e se adaptando ao mundo hipócrita dos adultos. Bem-vindo, João, à porra da realidade!
O treinador deixou ela no mesmo portão do prédio e, pelo resto do dia, a mulher só abriu a boca pra responder com monólogos pro marido e pro filho.
Juan nunca mais jogou futebol com aquele time e Rosa nunca mais o acompanhou pra praticar esportes em grupo.
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10 comentários - Mamá y mi partido del domingo😫⚽