Sessenta dias sem vê-la, minha amante, aquela puta selvagem que realizava cada um dos meus desejos sexuais... Foram uma eternidade, mal conseguimos nos escrever duas ou três vezes e só pudemos dizer que estávamos com saudades... Passei os dias tendo sonhos molhados onde comia ela todas as noites, lembrava de cada encontro, lembrava da pele dela, sentia o perfume no ar e só de sentir isso minhas mãos já viajavam, minha respiração acelerava e o sangue corria rápido até meu pau, ficava enorme, dava pra ver cada veia, minhas bolas doíam de tanto leite que acumulava, claro, acostumado a comer ela duas, três, até quatro vezes por dia, todo santo dia... Parecia um garanhão no cio, precisava fazer ela minha... Semana passada voltei a trabalhar e ela não estava porque não tinham chamado ela, senti que ia morrer, olhava cada canto onde mais de uma vez coloquei ela de quatro e fiz ela molhar tudo, a mesa do escritório onde enchemos tudo de porra sem vergonha nenhuma... E uma noite, eu, responsável por fechar o local, enquanto fazia isso, senti o perfume dela, senti o calor dela e ouvi a voz dela atrás de mim me dizendo sem mais nem menos... Vim te comer!!!!! Naquele instante fiquei cego, só consegui desconectar as câmeras da rede, e carreguei ela nos braços e levei pro fundo, no caminho ela ia falando um monte de coisa degenerada, era a puta de sempre, beijava meu pescoço com amor e agarrava meu pau com violência... Assim que chegamos no escritório, ela me empurrou contra a parede, esfregou meu pau com as duas mãos por cima da roupa, se virou e disse: quero sentir ele no cu, apertava com força como se quisesse que eu metesse com roupa e tudo... Não aguentava mais, ela se ajoelhou na minha frente e com as duas mãos começou a bater uma pra mim até que, descontrolada, enfiou o pau inteiro na garganta de uma vez só, engasgava, lágrimas escorriam dos olhos, ficava sem ar e empurrava meu quadril pra dentro entrarem as bolas... Como eu gozava, gritava de prazer e sentia que ter desejado ela tanto estava sendo recompensado.... Que chupada de cacete que ela me deu! A porra subia e descia, dava vontade de gozar tudo na boca dela e sair pelo nariz, mas eu me segurava. Quando não aguentava mais, empurrei ela, tirei o pau da boca dela. Ela estava suada, ofegante, vermelha e degenerada, descontrolada... Sentei ela na mesa, abri as pernas quentes dela, levantei a saia e vi a calcinha fio-dental branca dela, toda molhada, as pernas dela molhadas... Sem pensar, tirei a calcinha, cheirei e passei no meu nariz, e meti na boca. Que gostoso o sabor dos sucos grossos dela, com muito cheiro de buceta... CONTINUA...
1 comentários - Finalmente vi a gostosa